TV Dig ital - S ocial
|
|
|
- Eliza da Cunha Tuschinski
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Edson Luiz Castilhos Gerente Célula Software Livre - RS Marco Antonio Munhoz da Silva Gestor Projeto TV Digital Social 1
2 AGENDA O que é TV Digital? Histórico TV Analógica x TV Digital Sistema de TV Digital Desafios e Oportunidades Software Livre GINGA Projeto da Dataprev TV DIGITAL - SOCIAL 2
3 O Que é? TV DIGITAL Uma nova plataforma de comunicação baseada em tecnologia digital para a transmissão de sinais de televisão. Essa tecnologia proporciona ganhos em termos de qualidade de vídeo e áudio, aumento da oferta de programas televisivos e novas possibilidades de serviços e aplicações. 3
4 O Que é? Sinal Digital (Grátis) Alta Definição (Som e Imagem) Mobilidade e Portabilidade Interatividade 4
5 O Que é? Sinal Digital Grátis = Inclusão Social DOMICÍLIOS : 56,34 MILHÕES TELEVISOR 94,5 % => Classes A, B, C, D e E 91,12 % => Classes D e E COMPUTADOR 26,6 % => Classes A, B, C, D e E 4% => Classes D e E INTERNET 20,2 % 2 % => Classes A, B, C, D e E => Classes D e E Fonte : PNAD 2007 IBGE / NIC.br 5
6 Total de domicílios ( milhares) => Televisão Radio Telefone (fixo ou celular) Microcomputador Microcomputador com acesso a Internet => => => => => 94,5 % 88,1 % 77 % 26,6 % 20,2 % 6
7 Histórico Histórico da TV no Brasil 1950 Chegada na TV no Brasil 1963 Primeiras Transmissões Coloridas 1970 Copa do Mundo Ao vivo via Embratel 1972 Primeira Transmissão oficial em cores - Festa da Uva de Caxias do Sul 7
8 Histórico SBTVD Sistema Brasileiro de Televisão Digital DECRETO Nº 4.901, DE 26 DE NOVEMBRO DE 2003 OBJETIVOS Promover a Inclusão social ; Criar a Rede Universal de educação à distância ; Estimular a pesquisa e o desenvolvimento propiciar expansão de tecnologia brasileira ; e Estabelecer ações e Modelos de negócios para a televisão digital brasileira 8
9 Histórico DECRETO Nº 5.820, DE 29 DE JUNHO DE 2006 Este Decreto dispõe sobre a implantação do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre - SBTVD-T na plataforma de transmissão e retransmissão de sinais de radiodifusão de sons e imagens Criação do Fórum do SBTVD-T, composto, entre outros, por representantes do setor de radiodifusão, do setor industrial e da comunidade científica e tecnológica 9
10 Histórico Criação de Quatro Canais do Governo Canal do Poder Executivo : para transmissão de atos, trabalhos, projetos, sessões e eventos do Poder Executivo; Canal de Educação : para transmissão destinada ao desenvolvimento e aprimoramento, entre outros, do ensino à distância de alunos e capacitação de professores; Canal de Cultura : para transmissão destinada a produções culturais e programas regionais; Canal de Cidadania : para transmissão de programações das comunidades locais, bem como para divulgação de atos, trabalhos, projetos, sessões e eventos dos poderes públicos federal, estadual e municipal. Implantação Operador Único de Infra-estrutura de TV Digital Pública: TV Brasil, TV Câmara, TV Senado, TV Justiça, Canal Educação e Canal Cidadania 10
11 INAUGURAÇÃO DA TRANSMISSÃO DIGITAL SÃO PAULO, 2 DE DEZEMBRO DE
12 Histórico Cidades com Sinal Digital no Brasil São Paulo (2 dezembro 2007) Rio de Janeiro Belo Horizonte Uberlândia _MG Goiânia Curitiba Brasília ( TV Justiça) Porto Alegre Florianópolis Salvador Campinas - SP Teresina Recife (abril 2009) Demais capitais até o final de
13 TV DIGITAL NO BRASIL ATÉ O FINAL DE 2008 Estimativas O sinal digital ao alcance de 40 milhões pessoas ; Comercialização de conversores ; telespectadores. Fonte : IBGE/2007 SBTVD - ANFP 13
14 Histórico Na América Latina Brasil ( Brasileiro/japonês ) ; Uruguai ( Europeu); México ( Americano) Em estudo : Argentina (acordo Japão/Brasil) ; Colombia (europeu); Chile ; Equador ; Venezuela ; Paraguai ; Peru ; Bolívia. 14
15 Histórico Transição do Sinal Analógico para o Digital no Mundo Cronograma de desligamento do sinal analógico : Brasil 2016 ; Estados Unidos da América - junho de 2009 ; Outros... Já desligaram o sinal analógico : Luxemburgo - 21/04/2006 ; Holanda - 11/11/2006 ; Finlândia - 01/09/2007 ; Suécia - 15/10/
16 Movimentação $ Faturamentos do Setor de Mídias (2007) Emissoras de Televisão - R$ 4,88 bilhões Outros meios (revistas, jornais, tv por assinatura ) - R$ 3,32 bilhões Total de R$ 8,2 bilhões O Governo participou com R$ 646,6 Milhões Fonte IVC (Instituto Verificador de Circulação)/Mídia dados
17 Movimentação $ Investimentos TV Digital Fornecedor, Radiodifusor e Conteúdo BNDES = PROTVD - Programa de Apoio à Implementação do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre - R$ 1 bilhão e vigência até 31 de dezembro de FINEP a 2008 R$ 510 Milhões Fonte :
18 Analógica x Digital TV ANALÓGICA Sinal Analógico Tela 4:3 (Relação entre largura e altura) 480 Linhas Imagem quadrada Interferências VHF( Very High Frequency) 30 a 300 MHz Canais do 2 ao 13 18
19 Analógica x Digital TV DIGITAL HDTV Full HD Linhas Sinal Digital ( 1 e 0) Freqüência UHF (Ultra Hight Frequency) 300 Mhz a 3 GHz Tela 16:9 (Relação entre largura e altur a) Canais 14 ao 59 - TV Comercial Canais 60 ao 69 - TV Pública Multiprogramação Som Surrond 5.1 HDTV Ready 720 linhas 19
20 Analógica x Digital Produção de Conteúdo Novos equipamentos Novos produtos Cuidados com o Cenário Novas Técnicas de Maquiagem 20
21 Sistema Transmissão Recepção 21
22 Sistema SET-TOP BOX Receptor 22
23 Sistema Largura da Banda : 6 MHz 19,3 Mbps 23
24 Recepção do Sinal no Carro Mobilidade Recepção do sinal no Escritório 24
25 Mobilidade Alguns Portáteis Disponíveis no Mercado 25
26 Interatividade 26
27 Negócios Oportunidades Profissionais Modelo de Negócios Empresas Difusoras Tipos de interatividade Profissionais de Comunicações Impactos para a sociedade Antropólogos, Sociólogos, Psicólogos Técnicas de modulação Engenheiros e Técnicos Tecnologias de Set-Top Box Arquiteto de Hardware Interfaces do Usuários Profissionais de Design Aplicações Interativas Profissionais de Informática Outros... Outros... 27
28 Convergência Digital 28
29 Sistema Visão SBTVD-T (Sistema Brasileira de Televisão Digital Terrestre) 29
30 Sistema Visão da Interatividade 30
31 Sistema SISTEMAS DE TV DIGITAL Americano Europeu Japonês ATSC DVB-T ISDB-T (Advanced Television System Committee ) (8-level Vestigial SideBand) (Digital Video Broadcasting-Terrestrial) Coded Orthogonal Frequency Division Multiplex (COFDM) (Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial). Coded Orthogonal Frequency Division Multiplex (COFDM) 31
32 Sistema SBTVD T Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre EPG E-gov... T-Com Aplicações Internet Middleware GINGA MPEG - 4 HE-AAC@L4 MPEG - 4 HE-AAC@L3 H.264 [email protected] H.264 [email protected] MPEG2 - SYSTEM BST- OFDM Band Segmented Transmission Orthogonal Frequency Division Multiplexing. Audio Compressão Vídeo Transporte Transmissão Modulação 32
33 Software Ginga é a camada de software intermediário (middleware) que permite o desenvolvimento de aplicações INTERATIVAS para a TV Digital de forma independente da plataforma de hardware dos fabricantes de terminais de acesso. É Software Livre! É Brasileiro! 33
34 Software 34
35 Software Linguagens de Programação Declarativas NCL XHTML Imperativas Lua Java 35
36 Software NCL Nested Context Language Suporte à sincronização ; Sincronização baseada na estrutura Suporte a canal de retorno Suporte a múltiplos dispositivos ; Suporte à adaptação do conteúdo e da apresentação ; Suporte à edição ao vivo ; NCL é software livre 36
37 Software O que é Lua? Lua é uma linguagem poderosa, rápida e leve, projetada para estender aplicações. Combina sintaxe procedural e declarativa. Tipagem dinâmica. Interpretada de bytecodes. Gerência automática de memória. Ideal para configuração, automação e prototipagem rápida. É embarcável. É Software Livre. 37
38 Software Jogos usando Lua Dentre as centenas de Jogos desenvolvidos com Lua: 38
39 Projeto Um Projeto para a Área Social do Governo 39
40 Projeto Objetivo Geral Disponibilizar serviços públicos interativos para os cidadãos, através do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre, contribuindo para o processo de inclusão social. 40
41 Projeto Objetivos Específicos Internalização da Tecnologia da TV Digital Planejamento para 24 meses ( início 01/09/2009): Levantamento de documentações de referência ; Aculturamento das equipes ; Participação de eventos e congressos ; Montagem do fluxo interno de responsabilidades ; 41
42 Objetivos Específicos Aquisição de equipamentos de laboratório ; Estudos de necessidades dos clientes ; Produção de um protótipo com interativa local e plena ; Articulação com as empresas radiodifusoras ; 42
43 Projeto Exemplos de Sistemas : Agendamento de Perícia Médica ; Solicitação de Benefícios da Previdência Social ; Simulação de Cálculo Tempo de Serviço ; Simulação de Renda Mensal ; Outros... 43
44 Projeto Clientes Potenciais MPAS - Ministério da Previdência Social INSS - Instituto Nacional do Seguro Social MDS - Ministério do Desenvolvimento Social MTE - Ministério do Trabalho e Emprego SRFB - Secretaria da Receita Federal 44
45 Protótipo 45
46 Projeto Interatividade 46
47 Multi-programação 47
48 Aplicações Interativas Calendário de Pagamento 48
49 Aplicações Interativas Atualização de Endereço 49
50 Aplicações Interativas Inscrição Contribuinte 50
51 Aplicações Interativas Consulta ao Censo 51
52 Referências http :// http :// http ://clube.ncl.org.br/ http ://
53 PERGUNTAS? Marco Antonio Munhoz da Silva Edson Luiz Castilhos 53
Desenvolvimento de Aplicações Interativas. GINGA NCL e LUA. Projeto TV Digital Social
Desenvolvimento de Aplicações Interativas GINGA NCL e LUA Projeto TV Digital Social Marco Antonio Munhoz da Silva DATAPREV Gestor do Proejeto TV Digital Social AGENDA Divisão dos assuntos em quatro partes
Introdução Padrão Brasileiro de TV Digital. Desenvolvimento de Aplicações Interativas. Trabalhos em andamento
Introdução Padrão Brasileiro de TV Digital Middleware GINGA Desenvolvimento de Aplicações Interativas Linguagem NCL (Nested Context Language) Trabalhos em andamento 1 2 3 4 Maior resolução de imagem Melhor
NCL e Java. Aquiles Burlamaqui
Construindo programas de TV Digital Interativa usando NCL e Java Aquiles Burlamaqui Sumário Introdução Middleware Aplicações de TVDI Ginga NCL Ginga J Conclusões Introdução TV Digital Interativa O que
TV DIGITAL APLICADA NA EDUCAÇÃO. Email: [email protected]
II SIMPOSIO INTERNACIONAL SOBRE NOVAS COMPETENCIAS EM TECNOLOGIA DIGITAL INTERATIVAS NA EDUCAÇÃO LABORATÓRIO DE TV DIGITAL DR. PROF. FUJIO YAMADA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Email: [email protected]
ATSC - O melhor padrão para a TV DIGITAL do Brasil
ATSC - O melhor padrão para a TV DIGITAL do Brasil Câmara dos Deputados Seminário Internacional TV Digital obstáculos e desafios para uma nova comunicação Sávio Pinheiro Brasília-DF 16 de Maio de 2006
Jornalismo Multiplataforma. Tecnologias Redes e Convergência. [email protected]
Jornalismo Multiplataforma Tecnologias Redes e Convergência [email protected] Panorama Em 2011, a TV atingiu 96,9% (http://www.teleco.com.br/nrtv.asp) TV Digital Uma novidade???? TV Digital Resolve
Entretenimento e Interatividade para TV Digital
Entretenimento e Interatividade para TV Digital Desenvolvimento de Aplicativos para TV Digital Interativa Rodrigo Cascão Araújo Diretor Comercial Apresentação da Empresa A EITV desenvolve software e provê
1 O Problema 1.1 Introdução
1 O Problema 1.1 Introdução As teorias de adoção e de difusão de novos produtos em tecnologia sustentam que, no lançamento, os produtos ainda são acessíveis a apenas poucos consumidores que estão dispostos
2 TV digital e TV de alta definição 2.1. A tecnologia digital
2 TV digital e TV de alta definição 2.1. A tecnologia digital Neste capítulo, serão abordados os aspectos principais da tecnologia digital e suas conseqüências em termos de mercado consumidor (telespectadores).
As outorgas de TV Digital no Brasil
As outorgas de TV Digital no Brasil Eng.Jayme Marques de Carvalho Neto Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica [email protected] Santiago- Chile Setembro de 2010 A Secretaria de Serviços
Pesquisas em Redes de Computadores e Sistemas Multimídia
Pesquisas em Redes de Computadores e Sistemas Multimídia Profa. Débora Christina Muchaluat Saade Instituto de Computação - UFF [email protected] Roteiro equipe Linhas de Pesquisa Redes Mesh Redes Avançadas
Trilha TV DIGITAL. Prof. Me. Marcelo Falco
Trilha TV DIGITAL Prof. Me. Marcelo Falco Mestre em Design, Pós-Graduado no MBA em Marketing e Graduado em Design Digital pela Universidade Anhembi Morumbi (UAM). Pesquisador do Design Lab TVDi e professor
1. O Contexto do SBTVD
CT 020/06 Rio de Janeiro, 27 de janeiro de 2006 Excelentíssimo Senhor Ministro Hélio Costa MD Ministro de Estado das Comunicações Referência: Considerações sobre o Sistema Brasileiro de Televisão Digital
Dividendo Digital. Agenda de trabalhos. Centro Cultural de Belém 16 Abril 2009. A situação actual. O dividendo digital. O modelo de gestão de espectro
Dividendo Digital Centro Cultural de Belém 16 Abril 2009 Carlos Gomes Direcção de Engenharia e Tecnologia Agenda de trabalhos A situação actual O dividendo digital O modelo de gestão de espectro O que
PADRÕES DE MIDDLEWARE PARA TV DIGITAL
PADRÕES DE MIDDLEWARE PARA TV DIGITAL Rafael V. Coelho Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG) Rio Grande - RS [email protected] Resumo. Este trabalho discute os tipos de Middleware usados
Televisão Digital Interativa se faz com Ginga. Guido Lemos de Souza Filho LAVID DI - UFPB
Televisão Digital Interativa se faz com Ginga Guido Lemos de Souza Filho LAVID DI - UFPB Instituições Selecionadas para Elaborar Propostas de Alternativas Tecnológicas Requisitos básicos b do SBTVD Robustez
A TV DIGITAL COMO INSTRUMENTO DE ENSINO DE MATEMÁTICA. Adriano Aparecido de Oliveira, Juliano Schimiguel
A TV DIGITAL COMO INSTRUMENTO DE ENSINO DE MATEMÁTICA Adriano Aparecido de Oliveira, Juliano Schimiguel Universidade Cruzeiro do Sul/CETEC, Av. Ussiel Cirilo, 225 São Paulo Resumo A TV é um importante
TV Digital no Brasil e o Middleware Ginga. Luiz Eduardo Cunha Leite
TV Digital no Brasil e o Middleware Ginga Luiz Eduardo Cunha Leite 1 Sistema de TV Digital no Brasil 3G 1 Seg 2 PTSN, Internet, etc. Nível de Transporte TCP / IP -SI -Carrossel de Dados e Objetos -MPE
Canal de Interatividade: Conceitos, Potencialidades e Compromissos
Canal de Interatividade: Conceitos, Potencialidades e Compromissos Por Marcus Manhães e Pei Jen Shieh 1. Introdução O Decreto Presidencial [1] 4.901, de 26 de novembro de 2003, instituiu o Projeto do Sistema
TV Digital : Convergência e Interatividade. 2010 HXD Interactive Television
TV Digital : Convergência e Interatividade. A TELEVISÃO. A Televisão... o mais subversivo instrumento da comunicação deste século!" Assis Chateaubriand (1950). A Televisão Sem TV é duro de dizer quando
Amadeus-TV: Portal Educacional na TV Digital Integrado a um Sistema de Gestão de Aprendizado
Amadeus-TV: Portal Educacional na TV Digital Integrado a um Sistema de Gestão de Aprendizado Bruno de Sousa Monteiro Orientação: Prof. Dr. Fernando da Fonseca de Souza Prof. Dr. Alex Sandro Gomes 1 Roteiro
DIRETRIZES DE OPERACIONALIZAÇÃO DO CANAL DA CIDADANIA
Consultor Jurídico DIRETRIZES DE OPERACIONALIZAÇÃO DO CANAL DA CIDADANIA Brasília, 12 de maio de 2010. Decreto 5.820/2006 Dispõe sobre a implantação do SBTVD-T (TV Digital) Art. 12. O deverá consignar,
O Uso das Radiofrequências na faixa de 700 MHz (698 MHz a 806 MHz)
O Uso das Radiofrequências na faixa de 700 MHz (698 MHz a 806 MHz) Marconi Thomaz de Souza Maya Superintendente de Outorga e Recursos à Prestação Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática
MDD Mídias Interativas. TV Digital no Brasil
Pós-Graduação MDD Mídias Interativas TV Digital no Brasil Apresentações Profª. Graciana Simoní Fischer de Gouvêa Email: [email protected] COMO FUNCIONAVA A TV NO BRASIL? Analógico Analógico
Relatório Final da Subcomissão Especial de Rádio Digital destinada a estudar e avaliar o modelo de rádio digital a ser adotado no Brasil.
COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA Relatório Final da Subcomissão Especial de Rádio Digital destinada a estudar e avaliar o modelo de rádio digital a ser adotado no Brasil. Presidente:
DESTINAÇÃO E LICITAÇÃO DA FAIXA DE 700MHZ
DESTINAÇÃO E LICITAÇÃO DA FAIXA DE 700MHZ Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática CCT Senado Federal JOÃO REZENDE Presidente da Anatel Brasília/DF Julho/2013 CENÁRIO ATUAL
EXPERIMENTO DIGITAL PARA TRANSMISÃO INTERATIVA DE JOGOS DE FUTEBOL
EXPERIMENTO DIGITAL PARA TRANSMISÃO INTERATIVA DE JOGOS DE FUTEBOL Ranieri Alves dos Santos 1 Vitor Freitas Santos 2 Marcos Paes Peters 3 Resumo: O presente trabalho apresenta uma abordagem interativa
IMPLANTAÇÃO DA TELEVISÃO DIGITAL NO BRASIL
IMPLANTAÇÃO DA TELEVISÃO DIGITAL NO BRASIL Walkyria M. Leitão Tavares Consultora Legislativa da Área XIV Comunicação Social, Telecomunicações, Sistema Postal, Ciência e Tecnologia ESTUDO SETEMBRO/2001
INTERNET, RÁDIO E TV NA WEB
INTERNET, RÁDIO E TV NA WEB Moysés Faria das Chagas Graduado em Comunicação Social - Rádio e TV (Unesa) Pós-graduado em Arte-Educação (Universo) Mídia-Educação (UFF) MBA em TV Digital, Radiodifusão e Novas
Demonstrações: Requisitos do M iddleware
1 Copyright 2012 TeleMídia Agenda Introdução à TV Digital Demonstrações: Requisitos do M iddleware M odelo de Referência Ginga: NCL (Lua) Considerações Finais 2 Copyright 2012 TeleMídia Copyright Laboratório
Ginga e a TV Digital Interativa no Brasil
Ginga e a TV Digital Interativa no Brasil Bruno Ghisi Engenheiro de Software weblogs.java.net/brunogh Alexandre Lemos Engenheiro de Software Objetivo Introduzir o conceito do cenário brasileiro de TV Digital,
Final da Transição ao Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD)
Final da Transição ao Sistema Brasileiro de Televisão Digital (SBTVD) Início das transmissões 100% digitais Conselheiro Rodrigo Zerbone Loureiro Agência Nacional de Telecomunicações Brasília, 07 de abril
Modulação COFDM Uma proposta atrativa para os padrões de TV Digital
Modulação COFDM Uma proposta atrativa para os padrões de TV Digital ANA LUIZA RODRIGUES REGINA MISSIAS GOMES Instituto de Ensino Superior de Brasília - IESB [email protected] [email protected]
Audiência Pública. Impacto da Digitalização dos Serviços de Radiodifusão nos Procedimentos de Outorga de Rádio e Televisão
Audiência Pública Agência Nacional de Telecomunicações Impacto da Digitalização dos Serviços de Radiodifusão nos Procedimentos de Outorga de Rádio e Televisão Ara Apkar Minassian Superintendente de Serviços
Prof. Samuel Henrique Bucke Brito
- TV Digital Via IP (IPTV) www.labcisco.com.br ::: [email protected] Prof. Samuel Henrique Bucke Brito IPTV - TV Digital Via IP A IPTV (Internet Protocol TeleVision) é um novo método de transmissão
O Mercado de TV Assinatura
STA O Mercado de TV Assinatura André Sanches - NET Serviços Bem vindo! Dados do setor; Tecnologias; Evolução tecnologia/serviços; 3 Play ; Pirataria. Objetivo Dados do setor Fonte ABTA Dez/ 2,7 Milhões
Framework DX conjunto de tecnologias para geração, distribuição e monetização de experiências audiovisuais pela internet.
White Paper técnico-comercial (10/01/2014) Framework DX conjunto de tecnologias para geração, distribuição e monetização de experiências audiovisuais pela internet. 1 DX é a nova experiência televisiva
TV Digital no Brasil
APRESENTAÇÃO FINAL PROGRAMA DE IMERSÃO RÁPIDA EM CONSULTORIA TV Digital no Brasil Impactos para as Emissoras e Consumidores EQUIPE DE PROJETO Caio Taborda Gregor Matsuda Tavares Nelson Gramacho Thiago
EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E A TV DIGITAL: UMA ABORDAGEM DO POTENCIAL DA INTERATIVIDADE
1 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E A TV DIGITAL: UMA ABORDAGEM DO POTENCIAL DA INTERATIVIDADE Bauru, 05/2011 Valquiria Santos Segurado UNESP - [email protected] Profª Drª Vânia Cristina Pires Nogueira
Windows Partners Day Oportunidades de Mercado com Windows Media Center
Windows Partners Day Oportunidades de Mercado com Windows Media Center Windows Media Center (MCE) Uma interface para os usuários consumirem todos os seus conteúdos digitais: fotos, músicas, programas de
SUPLEMENTO Nº 02. O presente Suplemento tem por finalidade introduzir no Edital da Licitação as seguintes alterações:
SUPLEMENTO Nº 02 O presente Suplemento tem por finalidade introduzir no Edital da Licitação as seguintes alterações: 1. A data limite de acolhimento de propostas fica alterada para 19.02.2008. 2. A CLÁUSULA
Quem é Elemar Jr. Elemar Rodrigues Severo Júnior Arquiteto de Soluções Microsoft Most Valuable Professional Na Promob há mais de 15 anos
Quem é Elemar Jr Elemar Rodrigues Severo Júnior Arquiteto de Soluções Microsoft Most Valuable Professional Na Promob há mais de 15 anos Função Real Fomentar Inovação através de Tecnologia e Conhecimento
ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA AS CÂMARAS MUNICIPAIS INTEGRANTES DA REDE LEGISLATIVA DE RÁDIO E TV
ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA AS CÂMARAS MUNICIPAIS INTEGRANTES DA REDE LEGISLATIVA DE RÁDIO E TV 1. Nova configuração de transmissão via Satélite A Câmara dos Deputados irá adotar uma nova configuração de
Evolução Telefonia Móvel
1 Evolução Telefonia Móvel RESUMO De modo geral o artigo visa esclarecer formas de comunicações utilizadas no passado e atualmente em celulares, tablets, modens portáteis entre outras aparelhos de comunicação
APLICAÇÃO PARA A TV DIGITAL INTERATIVA UTILIZANDO A API JAVATV Eli CANDIDO JUNIOR 1 Francisco Assis da SILVA 2
APLICAÇÃO PARA A TV DIGITAL INTERATIVA UTILIZANDO A API JAVATV Eli CANDIDO JUNIOR 1 Francisco Assis da SILVA 2 RESUMO: A televisão é uma das principais fontes de informação, entretenimento e cultura. A
Qualidade. Confiança. Inovação.
Qualidade. Confiança. Inovação. Soluções em Radiodifusão, Vídeo e Comunicação do Brasil para o mundo. Transmissores Excitadores Multiplexadores Encoders Gap-fillers Micro-ondas Rádio Digital Câmeras Broadcast
Universidade Federal Fluminense Mestrado em Engenharia de Telecomunicações
Universidade Federal Fluminense Mestrado em Engenharia de Telecomunicações Fundamentos de Sistemas Multimídia Padrões de Rádio Digital Agosto/2006 Jailton Neves Padrões de Rádio Digital Agenda - IBOC In
Audiência Pública PLS nº 483/2008. Serviço de Televisão Comunitária
Audiência Pública PLS nº 483/2008 Agência Nacional de Telecomunicações Ara Apkar Minassian Superintendente de Serviços de Comunicação de Massa Serviço de Televisão Comunitária Senado Federal Comissão de
II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação
II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação 25 de maio de 2016 EIXO 1: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 03 Fragilidades; 04 Sugestões de Superação de Fragilidade; 03 Potencialidades. A CPA identificou
Da cidade de pedra à cidade virtual
Cidades Infovia Inteligentes Municipal (Uma nova revolução social) Da cidade de pedra à cidade virtual Prof. Leonardo Mendes Departamento de Comunicações Fac. Engenharia Elétrica e de Computação UNICAMP
Televisão digital. Substituição analógica para digital. Diferenças entre a TV analógica e digital Conceitos básicos de TV digital
Televisão digital Diferenças entre a TV analógica e digital Conceitos básicos de TV digital Alta definição,baixa definição Interatividade Histórico A política do governo Módulos de negócio e cadeia de
PROGRESSO, DIFICULDADES E ESTRATÉGIAS DA RINC PARA REALIZAR O PLANO QUINQUENAL DE SAÚDE 2010 2015 ATÉ O MOMENTO
PROGRESSO, DIFICULDADES E ESTRATÉGIAS DA RINC PARA REALIZAR O PLANO QUINQUENAL DE SAÚDE 2010 2015 ATÉ O MOMENTO 1 Perspectiva estratégica A RINC é uma estratégia de articulação e cooperação técnica da
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ACESSIBILIDADE. - Não seja portador de Preconceito -
POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ACESSIBILIDADE - Não seja portador de Preconceito - 2014 1 OBJETO As Políticas Institucionais de Acessibilidade Não seja portador de preconceito tem como objetivo promover ações
Impacto da TV Digital no Futuro dos Negócios
Impacto da TV Digital no Futuro dos Negócios Congresso SUCESU-SP 2007 Integrando Tecnologia aos Negócios 29/11/07 Juliano Castilho Dall'Antonia Diretor de TV Digital w w w. c p q d. c o m. b r 1 Sumário
Política Nacional de Mobilidade Urbana e Construção do Plano de Mobilidade
Ministério das Cidades SeMOB - Secretaria Nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana Política Nacional de Mobilidade Urbana e Construção do Plano de Mobilidade Porto Alegre RS Abril de 2015 Política
Conversor de TV Digital Terrestre: Set-top box
Conversor de TV Digital Terrestre: Set-top box Este tutorial apresenta detalhes de funcionamento de um Conversor de TV Digital Terrestre, também chamado de Set-top box ou terminal de acesso, incluindo
Infra-estrutura para inovação e desenvolvimento
Infra-estrutura para inovação e desenvolvimento Painel: Telecomunicações, acessibilidade, TICs e inovação As telecomunicações constituem um setor de infra-estrutura de importante impacto no crescimento
Radiodifusão Sonora Digital
1 Radiodifusão Sonora Digital Lúcio Martins da Silva AUDIÊNCIA PÚBLICA COMISSÃO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, INOVAÇÃO, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA SENADO FEDERAL ASSUNTO: A ADOÇÃO DE UMA NOVA TECNOLOGIA PARA
São tantos os assuntos que a sua empresa não vai querer ficar de fora
São tantos os assuntos que a sua empresa não vai querer ficar de fora construdecore Feira da Construção, Arquitetura e Decoração 03 04 APRESENTAÇÃO A CONSTRUDECORE se apresenta como uma excelente oportunidade
Diretoria de Geociências Coordenação de Geografia. Regiões de Influência das Cidades
Diretoria de Geociências Coordenação de Geografia Regiões de Influência das Cidades 2007 Objetivos Gerais Hierarquizar os centros urbanos Delimitar as regiões de influência associadas aos centros urbanos
Portando Jogos Mobile com Escala. Tarcisio Pinto Camara [email protected]
Portando Jogos Mobile com Escala Tarcisio Pinto Camara [email protected] Agenda A Meantime Overview Mercado O problema do porte Estratégias de solução A Meantime Empresa criada pelo C.E.S.A.R,
FACULDADE SATC CURSO DE JORNALISMO PROJETO EDITORIAL PORTAL SATC
FACULDADE SATC CURSO DE JORNALISMO PROJETO EDITORIAL PORTAL SATC 1. Contexto A transmissão e o acesso às informações é uma preocupação constante do ser humano. Ser bem informado e informar bem são, portanto,
GT de Economia Criativa
GT de Economia Criativa Santa Maria, 02 de outubro de 2012 Pauta da reunião 1) Ações após a 1ª reunião do GT 2) Apresentação do Projeto de Mapeamento Georreferenciado da Economia Criativa 3) Apresentação
Espectro de Radiofreqüências TV Digital
QUESTÕES REGULATÓRIAS Espectro de Radiofreqüências TV Câmara dos Deputados Seminário Internacional TV - obstáculos e desafios para uma nova comunicação Brasília - 16/05/2006 Regulamentação Pertinente LGT
O Modelo DX sumário executivo
White Paper O Modelo DX sumário executivo INTRODUÇÃO 2 O MODELO BROADCAST 3 MODELO TRADICIONAL DE BROADCAST 3 O MODELO DX 4 NOVOS MODELOS DE RECEITA 5 O MODELO DX PARA TELAS COLETIVAS 6 1 www.dx.tv.br
Gestão patrimonial e a Lei de Responsabilidade Fiscal na Contabilidade Pública, utilizando um software com tecnologia
Gestão patrimonial e a Lei de Responsabilidade Fiscal na Contabilidade Pública, utilizando um software com tecnologia O conceitos e as determinações legais que norteiam as gestões de patrimônio e almoxarifado
Capacitação de Recursos Humanos em Pesquisa e Desenvolvimento para o Setor de Tecnologia da Informação (CT-Info)
Programa 0465 Sociedade da Informação Objetivo Universalizar o acesso e a inclusão de todos os brasileiros na sociedade da informação Justificativa Público Alvo Produtores e usuários do conhecimento, empresas
