PROCEDIMENTOS PARA NAVIOS NO PORTO
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- Sandra Cordeiro Guterres
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1 Capítulo 3 PROCEDIMENTOS PARA NAVIOS NO PORTO SEÇÃO I ENTRADA, PERMANÊNCIA E SAÍDA DO PORTO TRÁFEGO NO PORTO Todas as embarcações estrangeiras e as embarcações nacionais de Longo Curso e Cabotagem deverão, obrigatoriamente, manter contato com a Capitania dos Portos de Sergipe, por meio de chamada VHF, nas seguintes situações: 1) logo após o fundeio em qualquer dos fundeadouros autorizados; 2) logo após suspender dos fundeadouros; 3) quando demandando o TMIB/TECARMO; 4) logo após a atracação no porto; e 5) quando saindo do porto. É proibido aos navios atracados manterem escadas arriadas no bordo do mar. A escada de quebra-peito deverá permanecer rebatida em seu berço, durante toda a estadia do navio no porto. A escada de portaló, arriada para o cais, deverá ser provida de rede de proteção, ficando a critério do Comandante mantê-la arriada ou içada no período noturno. Aos navios fundeados é permitido arriar uma escada de portaló entre o nascer e o por do sol. No período noturno, a escada somente poderá ser arriada em caso de necessidade, devendo ser recolhida logo após o embarque/desembarque realizado. É autorizado o tratamento e pintura nos conveses e costados, devendo o navio cercar-se das medidas necessárias para evitar a queda de pessoal e material no mar. Poderão ser arriadas pranchas e chalanas, sem licença prévia da Capitania dos Portos, devendo, entretanto, serem recolhidas ao fim do dia. As embarcações de salvatagem poderão ser arriadas para treinamento da tripulação, independentemente de autorização da Capitania dos Portos. Os exercícios deverão ser registrados no Diário de Navegação, nas datas em que forem realizados, constando os pormenores mais interessantes da faina realizada. O costado do navio deverá ter iluminação no bordo do mar, para permitir melhor fiscalização das autoridades competentes. As chatas ou barcaças atracadas a contrabordo dos navios para fornecimento de combustíveis, limpeza de tanque ou qualquer outra finalidade, deverão estar devidamente iluminadas. O recolhimento de lixo e detritos, o fornecimento de lubrificantes, combustíveis e o abastecimento de gêneros, deverão ser, em princípio, realizados no período diurno. Não é permitido a permanência de navios fora de serviço em áreas ecologicamente sensíveis ou em Áreas de Proteção Ambiental. Os navios fora de serviço, para evitar riscos quanto à segurança, deverão: 1) manter em funcionamento os circuitos vitais do navio; 2) manter em funcionamento as comunicações VHF; 3) exibir a sinalização prevista no RIPEAM; 4) manter, a bordo, o pessoal mínimo necessário, autorizado pela Capitania dos Portos; e 5) manter uma escada de quebra-peito em condições de pronto uso. O tráfego no porto obedecerá à legislação vigente, bem como as regras previstas em Convenções Internacionais ratificadas pelo país, além das normas ora estabelecidas e aquelas emitidas pela Administração do Porto. ORIGINAL NPCP/CPSE
2 Atenção especial deverá ser dada, ao Código Internacional para Proteção de Navios e Instalações Portuárias (Código ISPS), constante no Capítulo 16 da NORMAM 01, que entrou em vigor a partir de 01JUL2004. As embarcações deverão utilizar sinais sonoros e visuais, inclusive a comunicação em VHF, para definir antecipadamente movimentações, especialmente no caso de manobras próximas. É obrigatório o uso da Bandeira Nacional, na popa, para embarcações com mais de 5AB, nas seguintes situações: 1) na entrada e saída dos portos; 2) quando trafegando no visual de outra embarcação; e 3) no porto, das 08h00 ao pôr do sol. As embarcações estrangeiras, no porto, içarão a bandeira nacional no topo do mastro de vante FERROS As embarcações, quando em movimento no canal, deverão manter um dos ferros fora do escovém, acima da linha de flutuação, a fim de estar pronto para ser largado em caso de emergência TRANSPORTE DE MATERIAL E PESSOAL Somente as embarcações de pequeno porte, autorizadas pela Capitania dos Portos, podem trafegar entre navios e pontos de terra, para transporte de pessoal e material. O embarque e o desembarque em terra somente poderá ser efetuado em um dos pontos fiscais, em obediência à regulamentação da Saúde dos Portos (ANVISA), Receita Federal e Polícia Federal REPAROS É proibido, ao navio atracado, o reparo que o impossibilite de manobrar, salvo em situação especial e desde que obtida a concordância da Administração do Porto ou Terminal. A movimentação de navios, impossibilitados de manobrar com seus próprios recursos, da ou para a área de fundeio, deverá ser executada utilizando dispositivo especial de rebocadores, adequado à situação de rebocado sem propulsão. SEÇÃO II PRATICAGEM 0305 PROPÓSITO Estabelecer normas complementares à NORMAM-12 para o controle da manutenção da Habilitação dos Práticos e para treinamento e qualificação dos Praticantes de Prático da Zona de Praticagem de Sergipe, que abrange os portos e terminais desta jurisdição PROGRAMA a) PRINCIPÍOS GERAIS O exercício da atividade de prático envolve, normalmente, dois tipos de ação distintas: a pilotagem ou praticagem de singradura e como auxiliar do Comandante nas manobras de atracação/desatracação. No primeiro caso, visa orientar o Comandante das embarcações através de trechos navegáveis, bem hidrografados ou não, mas cujas peculiaridades recomendem um bom conhecimento dos pontos de referências, dos perigos, das condições meteorológicas ou hidrográficas. No segundo caso, visa assessorar os Comandantes nas manobras de atracação, desatracação, fundeio dos navios e noutras situações, em locais onde o conhecimento do regime ORIGINAL NPCP/CPSE
3 de ventos e correntes, bem como das restrições de espaço, se tornem necessários para tal assessoramento em proveito da segurança. Ambos os tipos podem ter graus diversos de dificuldade, resultando ser a praticagem obrigatória ou não, conforme estabelecido pela Autoridade Marítima. Uma faina de praticagem, em geral, envolve os dois tipos de atuação, podendo predominar um ou outro. Na maioria dos portos, ocorre uma singradura curta, seguida da manobra de atracação e vice-versa. O estabelecimento do número mínimo de manobras que cada prático deve executar, para se manter habilitado, consta da NORMAM-12. É importante observar que esse número mínimo de manobras, visa a manter a habilitação do Prático na Zona de Praticagem, já bem desenvolvida pelo profissional. b) PLANO DE MANUTENÇÃO DA HABILITAÇÃO DOS PRÁTICOS O plano de manutenção da habilitação, específico para a Zona de Praticagem do Rio Sergipe (Aracaju e Redes) e TMIB, indicam o número de manobras, por semestre, realizadas pelo Prático habilitado nos portos e terminais da ZP, de acordo com o número mínimo determinado na NORMAM-12. Casos de força maior que impossibilitem o cumprimento dessas manobras, deverão ser apresentados ao Agente da Autoridade Marítima, para decisão. c) COMPROVAÇÃO DAS MANOBRAS REALIZADAS Os comprovantes de manobras de praticagem realizadas (modelo constante do anexo 3B), devidamente preenchidos e assinados pelos Comandantes dos Navios manobrados, deverão ficar sob a guarda do respectivo prático, a disposição da Autoridade Marítima, por um período de um ano. Semestralmente, até os dias 10JAN e 10JUL, respectivamente, a Associação/Empresa de Praticagem deverá encaminhar ao Agente da Autoridade Marítima, a relação dos Práticos que, no semestre anterior, cumpriram o Plano de Manutenção da Habilitação, indicando, por tipo de manobra, a quantidade de manobras realizadas/assistidas. Os Práticos que, por ventura, atuam individualmente com a mesma periodicidade, deverão encaminhar ao Agente da Autoridade Marítima, uma declaração informando ter cumprido o Plano de Manutenção da Habilitação e a quantidade de manobras realizadas. d) NÃO CUMPRIMENTO DO PLANO DE MANUTENÇÃO DE HABILITAÇÃO - RECUPERAÇÃO DA QUALIFICAÇÃO O Prático que não cumprir o Plano de Manutenção no período estabelecido poderá cumprir o Plano de Recuperação previsto no Capítulo 2 da NORMAM-12, mediante requerimento ao Agente da Autoridade Marítima. e) AFASTAMENTO DO PRÁTICO E PRATICANTE DE PRÁTICO O Prático e Praticante de Prático que não cumprirem seus referidos planos podem ser afastados temporária ou definitivamente, conforme previsto na seção V do Cap. 2 da NORMAM-12. f) GARANTIA DE EXECUÇÃO DO PLANO A CPSE não controlará a distribuição das fainas pelos Práticos, Associação ou Empresa de praticagem existente. Entretanto, garantirá a execução do mínimo de manobras previstas no semestre para cada prático individualmente, dentro da movimentação de navios que freqüentam aquele porto ou terminal. Para isso, o prático que, até 30MAI e 30NOV de cada ano, não tiver realizado as fainas previstas no plano, poderá requerer, nessas datas, a reserva de navios para o seu cumprimento. A CPSE designará o(s) navio(s) e a(s) manobra(s). Nessa situação, o serviço de praticagem não será cobrado. ORIGINAL NPCP/CPSE
4 g) INFORMAÇÃO À DPC Semestralmente, até os dias 15JAN e 15JUL, a CPSE remeterá à DPC a relação de todos os práticos da Zona de Praticagem (ZP), discriminando a situação quanto ao cumprimento do plano EXAME PARA PRÁTICO a) PROPÓSITO Estabelecer os procedimentos para o Exame de Habilitação de Praticante de Prático a Prático para a ZP da jurisdição da CPSE. b) PLANEJAMENTO, PREPARAÇÃO E APOIO ADMINISTRATIVO AO EXAME Caberá ao Encarregado da Divisão de Ensino Profissional Marítimo (CP-10) a preparação do exame em pauta e de todas as providências, de cunho administrativo, pertinentes a sua consecução, inclusive quanto aos contatos prévios com as agências dos navios envolvidos, acertos de horários, documentação e coordenação com os membros da banca examinadora. O exame será realizado para cada uma das áreas separadamente, em virtude das suas diferenças locais. O exame será feito com avaliação prático-oral de manobras em navios, realizadas de acordo com a oportunidade, quando de suas aportagens nos portos de jurisdição desta Capitania. Caberá ao presidente da banca, após ouvir os demais membros, a escolha dos navios e das manobras a serem realizadas. Os membros da banca examinadora avaliarão o Praticante de Prático (PPR) em manobras de atracação/desatracação, em especial nos requisitos previstos no anexo 3H. Os examinadores efetuarão perguntas ao PPR pertinentes aos itens em exame, atentando para não atrapalhar ou por em risco a segurança das manobras. Desde o momento em que o PPR, em avaliação, embarcar no navio ou mesmo na embarcação do Prático e até o seu desembarque, será considerado como estando em exame, cabendo nessas ocasiões, inclusive, perguntas pelos examinadores. As avaliações iniciar-se-ão até o trigésimo dia a contar da entrega do Programa de Treinamento devidamente firmado pelo PPR, não estando prevista, a princípio, a data de encerramento, uma vez que serão utilizadas nas oportunidades de chegada e partida dos navios na ZP. O PPR realizará as manobras assistido pelo Prático de Serviço que poderá, se necessário, em nome da segurança, a qualquer momento, interferir ou mesmo assumir a manobra do navio, bem como, obviamente, o Comandante. O Comandante deve ser previamente alertado dessa premissa básica. c) AVALIAÇÃO 1) Procedimentos da Banca A banca examinadora, designada por portaria específica do Capitão dos Portos, avaliará à luz dos assuntos previstos na NORMAM-12 o desempenho e o conhecimento do PPR, avaliando-o com notas conceituais. Os examinadores poderão, a seu critério, tecer comentários ou outras considerações a respeito de suas avaliações e impressões, registrando-as no modelo pertinente. No caso das avaliações com conceitos Deficiente (2) ou Inapto (1), comentários justificativos, obrigatoriamente, deverão ser registrados no modelo próprio. 2) Conceitos e Graus Os conceitos a serem atribuídos serão dados em termos de graus, em números inteiros, de 1 a 5, a saber: Excelente...5 Muito Bom...4 ORIGINAL NPCP/CPSE
5 Bom...3 Deficiente...2 Inapto...1 3) Modelos Os examinadores preencherão os modelos constantes do anexo 3H em cada manobra. O Comandante do navio em manobra preencherá o modelo do anexo 3F. Ao final de cada manobra, os modelos serão entregues ao Encarregado da Divisão de Ensino Profissional Marítimo (CP-10). O modelo do anexo 3I (avaliação geral) deverá ser preenchido ao final do exame. Todos os modelos serão arquivados, posteriormente, em pasta própria na CP-10, por um período de cinco anos. 4) Manobras a Avaliar O plano de manobras a serem avaliados é o discriminado no anexo 3G (manobras previstas). O Presidente da banca examinadora, à luz do desempenho do PPR e das avaliações e comentários feitos pelos membros da banca, poderá, ouvidos estes, decidir, a seu critério, por uma redução no número de manobras. Deverá, entretanto, considerar criteriosamente as diferentes possibilidades e situações de manobras possíveis na área. 5) Reuniões de Crítica Poderão ser realizadas reuniões de crítica da banca examinadora após cada manobra realizada, a critério de seu Presidente. 6) Aprovação A nota mínima para aprovação será a obtenção, em todas as manobras, de grau três (conceito BOM) em todos os itens avaliados. Para ser considerado como aprovado para ascensão à categoria de Prático, o PPR não poderá ter avaliação deficiente (2) ou inapto (1) em nenhum item auferido por mais de um examinador, em cada manobra. Caso isso ocorra, deverá repetir o mesmo tipo de manobra, nas mesmas circunstâncias da anterior, de avaliação reprovativa. A avaliação como inapto (1), dada por mais de um examinador em uma manobra, implicará em que se reuna a banca examinadora para avaliar sobre o prosseguimento do exame ou a imediata reprovação do PPR. A repetição de avaliação com grau (2) ou (1) levará a banca examinadora a se reunir novamente, para decidir sobre a conveniência ou não do prosseguimento do exame ou da reprovação do examinado. 7) Casos Omissos Serão submetidos à decisão do Capitão dos Portos ZONAS DE PRATICAGEM E NÚMEROS DE PRÁTICOS NECESSÁRIOS À MA-NOBRA DO NAVIO Na jurisdição desta Capitania existem as seguintes Zonas de Praticagem, cuja praticagem são consideradas obrigatórias: a) Aracaju - O acesso ao Rio Sergipe é feito por um canal, não representado em carta náutica, cujo trecho inicial é crítico, apresentando freqüentes variações de profundidade e com bancos de areia mutáveis. A carta nº 1003, que abrange esta área, encontra-se em fase de atualização pela DHN. Os períodos mais favoráveis para navegar no canal de acesso são: - na entrada, iniciar o acesso cerca de trinta minutos antes da preamar; e - na saída, deixar Aracaju cerca de sessenta minutos antes da preamar. ORIGINAL NPCP/CPSE
6 b) TMIB - O Terminal Marítimo Inácio Barbosa, construído em mar aberto, é protegido por um quebra-mar de 550m de comprimento, no sentido longitudinal ao cais de atracação. Sua visualização noturna é definida pelas sinalizações luminosas do quebra-mar e do canal de acesso. O canal de acesso, com cerca de 550m de extensão, 120m de largura e profundidade média atual de 10,50m, está localizado à esquerda de quem chega ao TMIB, numa direção aproximada SE/NO. O calado máximo permitido para navios trafegando pelo canal de acesso é de 10,00m, todavia, na preamar é permitido o calado máximo de 10,20m, para entrada e saída do navio, conforme informações da Autoridade Portuária. A faixa destinada às manobras de navios em fainas de atracação e desatracação é a área da Bacia de Evolução, de formato trapezoidal, com largura de 300m e delimitada por bóias luminosas na cor verde, com profundidade mínima de 10,00 metros. A Bacia de atracação, de formato retangular, possui largura de 150m e extensão de 300m. c) Redes Localizado no estuário do Rio Sergipe, a 12 milhas a montante de sua foz, no município de Santo Amaro das Brotas. O Porto encontra-se desativado, todavia, ocorrendo a necessidade de navegação, deverá ser feito da mesma maneira prevista para Aracaju, inclusive quanto à praticagem, que também é obrigatória. Para a manobra de navios nesta área de jurisdição, é necessária a presença de, no mínimo, um prático para a sua realização. Conforme previsto no Anexo 2-F da NORMAM-12, estão estabelecidos em três a lotação de práticos desta jurisdição SERVIÇOS DISPONÍVEIS PRATICAGEM O serviço de praticagem na Zona de Praticagem de Aracaju e TMIB é efetuado por: a) Sergipe Marine Pilots Empresa de Praticagem do Estado de Sergipe Ltda, localizada na Av. Augusto Maynard, 1 Bairro São José Aracaju Sergipe, que atende no telefone 0xx e no VHF Canal 16. b) Aracaju Pilots Serviços de Praticagem, localizada na Av. Rio Branco, 186 / sala 708 Ed. Oviedo Teixeira Centro Aracaju Sergipe, CEP , que atende no telefone 0xx , 0xx e no VHF Canal 16. c) O Prático, quando no exercício da presidência de cada associação ou empresa de praticagem, é o responsável pelo cumprimento das atribuições impostas às respectivas associações/empresas, por estas e pelas demais Normas da Autoridade Marítima; e d) O Prático, escalado para a realização de manobra, deverá participar imediatamente ao Agente da Autoridade Marítima, em sua respectiva ZP, todas as irregularidades ocorridas ou observadas durante a manobra, relativas à segurança da navegação, à salvaguarda da vida humana no mar e à prevenção da poluição ambiental por parte das embarcações TIPOS DE MANOBRAS O serviço de praticagem para a Zona de Praticagem de Aracaju, (Rio Sergipe), TMIB e Redes deverá ser utilizado para as manobras de entrada e saída do canal de acesso, suspender, atracar, fundear, amarrar e desamarrar às bóias, mudar de fundeadouro ou de cais e na entrada e saída de dique. ORIGINAL NPCP/CPSE
7 0311 SINALIZAÇÃO As embarcações deverão içar nos seus mastros os sinais de Chamada de Prático e Calado do Navio, de acordo com o Código Internacional de Sinais, enquanto aguardam a chegada do prático, fundeadas ou sob máquinas no ponto de espera de prático. Após o embarque, obrigatoriamente, o sinal de prático a bordo deverá ser içado, como estabelecido pelo mesmo Código IMPRATICABILIDADE DA BARRA a) é competência da Capitania dos Portos declarar a impraticabilidade da barra. A Praticagem, ao constatar condições desfavoráveis de mar, vento, visibilidade, etc, deverá entrar em contato com a Capitania dos Portos, por qualquer meio de comunicação, a fim de que possa ser declarada a impraticabilidade; b) quando as condições de mar impedirem a chegada de prático a bordo, ou as condições de segurança da embarcação não aconselharem a espera do momento adequado para o embarque de prático, o Comandante da embarcação, sob sua exclusiva responsabilidade, poderá ser autorizado pelo Capitão dos Portos a conduzir a embarcação para o porto, observando os sinais ou orientações que, de terra ou de embarcação, lhes forem transmitidos pelo prático; e c) na saída do porto, caso não haja segurança para o desembarque do prático, o desembarque, se necessário, será feito no próximo porto, podendo, ainda, o Comandante da embarcação, sob sua exclusiva responsabilidade, e mediante autorização da Capitania dos Portos, conduzi-la para fora do porto e barra a fora, observando os sinais ou orientações que, de terra ou de embarcação, lhes forem transmitidos pelo prático OBRIGAÇÕES DO COMANDANTE DA EMBARCAÇÃO O Comandante da embarcação, quando do embarque do prático, tem as seguintes obrigações: a) informar ao Prático as condições de manobra do navio, suas restrições e facilidades, bem como todas as demais informações necessárias ao desempenho do serviço; b) fiscalizar a execução do serviço de praticagem, informando à Capitania dos Portos qualquer anormalidade; c) retirar do prático a direção da manobra, quando convencido de que ela esteja sendo executada de forma errada ou perigosa, dando ciência do fato, por escrito, ao Capitão dos Portos e registrando a ocorrência no modelo próprio de Comprovação de Manobra. Assumir, nesse caso, a direção da manobra ou solicitar substituto, conforme as circunstâncias o permitirem; d) preencher o modelo de Comprovação de Manobra (anexo 3B); e e) manobrar com a embarcação de forma a permitir o desembarque seguro do Prático ESCALA DE PRÁTICO A escala de rodízio mensal do serviço de Prático deverá ser elaborada pela Estação da Zona de Praticagem de Sergipe (englobando todas as empresas de praticagem), de acordo com o previsto na NORMAM-12, e encaminhada mensalmente à Capitania dos Portos, até cinco dias úteis antes do início do período de escalação, para ratificação QUALIFICAÇÃO DO PRATICANTE DE PRÁTICO Estágio de Qualificação do Praticante de Prático 1) Princípios Gerais Estabelecer normas que atendam aos requisitos estabelecidos para as Zonas de Praticagem (ZP) e que permitam que os Praticantes de Prático, nos portos e terminais do Estado de Sergipe, realizem um estágio de modo adequado, em conformidade com o previsto na seção I do capítulo 2 da NORMAM-12. Nesse estágio, deverão estar previstos os mecanismos que ORIGINAL NPCP/CPSE
8 possibilitem o monitoramento do treinamento e do desempenho do Praticante, com o propósito maior de aprimorar a qualidade e eficiência dos serviços de praticagem. 2) Plano de Qualificação do Praticante de Prático O Praticante de Prático deverá ser cientificado de todos os procedimentos abaixo: I O estágio será desenvolvido em duas fases: Fase de Treinamento e Fase de Qualificação; II Na fase de treinamento, o Praticante de Prático conhecerá os detalhes da ZP, dos rebocadores disponíveis, dos procedimentos administrativos da Praticagem, das normas baixadas pela Capitania dos Portos e acompanhará as diversas manobras realizadas na ZP; III Na fase de qualificação, o Praticante de Prático exercitará as diversas manobras da ZP, sempre acompanhado por um Prático, para efeitos destas Norma, designado Prático Titular; IV O documento do anexo 3-A especifica os requisitos a serem observados durante as fases de treinamento e de qualificação, bem como, discrimina o número mínimo de singraduras, de entrada e saída, de manobras de atracação e desatracação para cada terminal ou cais da ZP; V Após cada manobra, o Praticante de Prático deverá estabelecer um apropriado debate técnico com o Prático Titular a respeito da manobra executada, para eliminação de dúvidas e sedimentação de conceitos; VI Um Prático Monitor será designado para organizar o estágio de cada Praticante de Prático e acompanhar o andamento do estágio e o progresso do Praticante; VII Durante a Fase de Qualificação, após cada manobra, o Prático Titular deverá preencher e assinar o Relatório de Manobra com Praticante de Prático, cujo modelo consta do anexo 3-J. O Prático Titular atribuirá notas às diversas fases de manobra executada pelo Praticante de Prático; VIII O Relatório de Manobra com Praticante de Prático (anexo 3-J) preenchido, deverá ser encaminhado ao Prático Monitor para acompanhamento do treinamento e do desempenho do Praticante de Prático. O Prático Monitor, após a devida apreciação, deverá dar conhecimento do contido no relatório ao Praticante de Prático e orientá-lo para a correção das falhas constatadas. As manobras que receberem resultado final igual ou inferior a três, em uma escala de zero a cinco, deverão ser repetidas, não sendo computadas como válidas para o Plano de Qualificação; IX Os Relatórios de Manobras com Praticante de Prático deverão ser, mensalmente, consolidados no Quadro Resumo (anexo 3-J), quadro este que deverá ser encaminhado, até o dia dez do mês subseqüente, à Capitania dos Portos de Sergipe, para o acompanhamento do estágio em realização. Deverá conter as assinaturas do Prático Monitor e do Praticante de Prático. X Durante o período do estágio, o Praticante de Prático deverá dar a máxima atenção a todas as atividades que estiverem sendo desenvolvidas nas diversas áreas da ZP; XI O Praticante de Prático deverá sempre se apresentar com os equipamentos de proteção individual necessários à manutenção de sua segurança, tais como colete salva-vidas, luvas, sapatos antiderrapantes e rádio VHF portátil; XII As Associações/Empresas dos Práticos de Sergipe terão a responsabilidade de designar o pessoal necessário para a perfeita execução do estágio, bem como recomendar que o pessoal designado transmita, aos Praticantes de Práticos, o conhecimento técnico que possuem; e XIII Ao término do estágio e dentro do período estabelecido para o mesmo, as associações deverão emitir, ao Praticante de Prático, a Declaração de Conclusão do Plano de Qualificação. 3) Exame de Habilitação para Prático Após a conclusão do Plano de Qualificação, o Praticante de Prático deverá requerer ao Agente da Autoridade Marítima para que seja submetido ao exame de habilitação. SEÇÃO III ORIGINAL NPCP/CPSE
9 SERVIÇOS DE REBOCADORES EMPREGO OBRIGATÓRIO DE REBOCADORES O emprego de rebocadores no TMIB é obrigatório. Sugere-se levar em consideração a tabela apresentada no anexo 3-C, porém o estabelecimento do dispositivo e a quantidade de rebocadores para as manobras de atracação e desatracação é responsabilidade exclusiva do Comandante do navio REQUISITOS PARA OPERAR Ficam estabelecidos os seguintes requisitos para a operação de rebocadores na área de jurisdição da CPSE: a) todas as embarcações classificadas quanto ao serviço e/ou atividade como rebocadores, com potência instalada superior a 500HP, deverão possuir o Certificado de Tração Estática Longitudinal, homologado pela DPC, de acordo com instruções específicas. Os rebocadores serão reconhecidos pelos valores nominais constantes desse Certificado; b) no caso da mudança dos rebocadores para outros portos, seja da jurisdição desta Capitania ou de outra, será necessário apenas a comunicação do fato à Capitania/Delegacia/Agência que detém o seu cadastro e àquela da nova área de jurisdição; e c) os rebocadores com potência instalada igual ou inferior a 500HP, não terão necessidade de possuir o Certificado de Tração Estática Longitudinal. Eles serão reconhecidos pelo BOLLARD PULL estimado, isto é, utilizando a regra prática de correspondência de uma tonelada métrica de força de tração para cada 100HP de potência do motor APLICAÇÃO Todas as manobras nos portos da jurisdição da CPSE, quando obrigatoriamente executadas com auxílio de rebocadores poderão, como sugestão, seguir as correspondências entre TPB da embarcação, valor mínimo de BOLLARD PULL, e o número recomendado de rebocadores a serem utilizados, constantes da tabela do anexo 3-C. Caberá ao armador ou seu preposto agente marítimo requisitar os rebocadores necessários às manobras a serem efetuadas. Por ocasião da manobra, o Comandante da embarcação decidirá o dispositivo para o reboque, isto é, o número de rebocadores e seus posicionamentos para formarem o necessário binário de forças, sendo recomendável ouvir a sugestão As do embarcações prático. que possuírem dispositivo de BOW TRUSTER e/ou STERN TRUSTER, em perfeitas condições de funcionamento, poderão reduzir os valores requeridos de BOLLARD PULL, em função do dobro dos valores nominais das potências dos seus dispositivos orgânicos, seguindo-se a regra prática de correspondência prevista na alínea c do subitem (Subtrai-se do BOLLARD PULL requerido o dobro da potência do TRUSTER, dividido por cem). Os cabos de reboque e outros materiais a serem utilizados nas manobras com os rebocadores deverão ser adequados aos requisitos de segurança para a manobra. Ao Comandante da embarcação caberá a decisão final quanto à utilização dos materiais adequados à manobra e dispositivos SITUAÇÕES DE FORÇA MAIOR a) em casos de força maior, o Capitão dos Portos poderá autorizar manobras fora das regras estabelecidas por esta Norma, através de requerimento do armador ou responsável pela embarcação, com a concordância do Comandante, contendo o parecer do Serviço de Praticagem e da Administração do Porto/Terminal. A autorização que será concedida, tendo sempre em vista ORIGINAL NPCP/CPSE
10 as condições mínimas de segurança da navegação, não eximirá seus requerentes armador e/ou agente marítimo, e seu executante, o Comandante, de suas responsabilidades legais; e b) também entende-se como força maior, as situações em que não haja disponibilidade de rebocadores, ou a quantidade ou BOLLARD PULL existentes sejam inferiores ao desejável, por motivos que não se possam evitar ou impedir DISPOSIÇÕES COMPLEMENTARES a) nenhum Comandante autorizará uma manobra com o navio, sob seu comando e responsabilidade, se não estiver convicto de que estão resguardadas as condições satisfatórias de segurança da navegação; b) recomenda-se que o Comandante troque informações prévias com a praticagem (se estiver sendo usada) e/ou com os mestres dos rebocadores sobre a manobra a ser feita, a bacia de evolução e as características do próprio navio; c) a Força de Tração Estática Longitudinal (BOLLARD PULL) dos rebocadores será medida e atestada conforme instruções específicas baixadas pela DPC; d) A publicação TUG USE IN PORT, do CAPTAIN HENK HENSEL (NAUTICAL INSTITUTE) poderá ser empregada como subsídio aos cálculos que determinarão a potência necessária e a quantidade de rebocadores, de acordo com as variáveis como vento, corrente, maré, etc... Estudos mais precisos poderão ser feitos no Centro de Simuladores de Manobras do CIAGA, às expensas dos interessados, podendo ser obtidos resultados que aumentem a segurança da manobra empregando rebocadores. e) nas manobras de rebocadores, junto à proa dos navios, é proibida a passagem do cabo de reboque arriando-o pela proa para ser apanhado com croque pela guarnição do rebocador. A passagem do cabo deverá ser feita através de retinida, lançada a partir do castelo de proa em direção ao convés do rebocador, de modo a evitar a excessiva aproximação rebocador/navio, reduzindo os efeitos da interação hidrodinâmica entre as embarcações; e f) a tabela de tração estática longitudinal (BOLLARD PULL) dos rebocadores que atuam na área do Porto, encontra-se no anexo 3-E. SEÇÃO IV SEGURANÇA SEGURANÇA DAS EMBARCAÇÕES CONTRA ASSALTOS, ROUBOS E SIMI- LARES Os navegantes devem estar atentos contra a possibilidade de ocorrência de atos de assalto e roubo a mão armada a bordo das embarcações, quando fundeadas ou atracadas. O Decálogo de Segurança, constante do anexo 3-D, sugere precauções a fim de evitar prejuízos aos navios: a) PROVIDÊNCIAS DO RESPONSÁVEL Os armadores ou seus representantes legais, cujas embarcações estejam atracadas ou fundeadas, visando a defesa de seus tripulantes e a manutenção dos bens de sua propriedade ou sob sua guarda, poderão, sob sua inteira responsabilidade, contratar empresas credenciadas que ofereçam segurança armada ou empreguem equipamentos de detecção de intrusos, tais como alarmes e detectores infra-vermelho, comunicando, por escrito, à CPSE e à Autoridade Portuária; b) OBRIGATORIEDADE DE VIGILÂNCIA POR TRIPULANTE É obrigatória a presença a bordo de um membro da tripulação nos navios atracados e fundeados, guarnecendo equipamento VHF; c) COMPETÊNCIA ORIGINAL NPCP/CPSE
11 A autoridade competente para investigar e coibir ilícitos penais a bordo é a Polícia Marítima, Aérea e de Fronteiras, exercida pela Polícia Federal; e d) OBRIGATORIEDADE DE COMUNICAÇÃO 1) na ocorrência de um assalto ou roubo a mão armada, o Comandante deverá fazer um relatório circunstanciado dos acontecimentos e dos procedimentos preventivos adotados, o mais detalhado possível, contendo a descrição dos ladrões, número e tipo de embarcações usadas e meios utilizados para atingirem o convés. O relatório deverá ser encaminhado à CPSE, a fim de permitir a abertura de Inquérito Administrativo; e 2) são responsáveis pelo Registro Policial da Ocorrência o Comandante, o proprietário ou o armador do navio, sendo co-responsável o Agente Marítimo. É necessário que o Vigia Portuário, contratado para o serviço de vigilância do navio, preste depoimento à Autoridade Policial sobre o ataque. SEÇÃO V MEIO AMBIENTE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL No que compete à Autoridade Marítima, são responsáveis pela infração ambiental praticada nas águas jurisdicionais brasileiras, na medida de sua ação ou omissão, nos termos da legislação em vigor, o proprietário, o armador, o operador, o comandante ou o tripulante do navio, plataforma e suas instalações de apoio, ou seus representantes legais. As Áreas de Proteção Ambiental (APA), por serem objeto de legislação especial, requerem tratamento especial no que se refere à prevenção da poluição hídrica. No Anexo 3-G acham-se relacionadas as APA que abrangem as águas oceânicas e as interiores, na jurisdição da CPSE. a) COMUNICAÇÃO AMBIENTAL O derramamento de poluentes, ocorrido de forma acidental ou não, deverá ser imediatamente comunicado à CPSE. b) PLANO DE EMERGÊNCIA Os navios, na ocorrência de derramamento de óleo, darão início a execução de seu Plano de Emergência para Poluição por Óleo, exigido conforme Normas da DPC, até que as autoridades locais iniciem a execução do plano local para combate aos danos causados ao meio ambiente. c) CUIDADOS PARA EVITAR POLUIÇÃO 1) Lixo I - as embarcações deverão recolher o lixo em recipientes adequados e mantê-los tampados até sua retirada de bordo; II - não é permitido que recipientes de lixo fiquem dependurados pela borda da embarcação ou acumulados no convés principal onde possam vir a rolar para o mar; III - é proibido efetuar qualquer tipo de esgoto, que não seja de águas servidas, com descarga direta para o mar, durante a permanência no porto; IV - a retirada de objetos contendo produtos químicos poderá ser feita empregandose chata, caminhão ou outro meio, desde que executada por firma legalmente habilitada e com consentimento da Administração do Porto e da Capitania dos Portos; e V - os navios mercantes deverão manter escriturado e atualizado o Livro de Registro de Lixo, previsto na Convenção MARPOL 73/78, lançando toda movimentação de lixo a bordo (descarregado para terra ou incinerado). 2) Combustíveis, lubrificantes e óleos I - em conformidade com a MARPOL 73/78, os navios mercantes em geral, nacionais ou estrangeiros, com mais de 400 (quatrocentos) AB e os navios tanques com mais de 150 ORIGINAL NPCP/CPSE
12 (cento e cinqüenta) AB, devem manter a bordo, escriturado e atualizado, o Livro de Registro de Óleo, parte I, para registrar quaisquer operações com óleo ou mistura água-óleo. Os Comandantes dos navios petroleiros devem providenciar, também, a escrituração do Livro de Registro de Óleo, parte II, para registrar recebimento/descarga de lastro de tanques de carga; II - é proibido o esgoto de porão de praça de máquinas, de tanques de carga e de praças de bombas em águas interiores; e III - as operações de recebimento e transferência de combustível não destinado à carga deverão obedecer, no que couber, ao previsto no subitem 301 deste Capítulo, devendo, ainda, serem mantidos fechados todos os embornais existentes no convés do navio, durante a faina. d) RECEBIMENTO E TRANSFERÊNCIA DE COMBUSTÍVEL As operações de recebimento e transferência de combustível não destinado a carga, deverão obedecer, no que couber, ao previsto no subitem 0323 deste Capítulo, devendo, ainda, serem mantidos fechados todos os embornais no convés do navio CARGA OU DESCARGA DE PETRÓLEO E SEUS DERIVADOS, PRODUTOS QUÍMICOS A GRANEL E GÁS LIQUEFEITO a) PRONTIDÃO 1) as embarcações deverão manter contínua vigilância durante as operações de carregamento ou descarregamento de petróleo ou seus derivados, produtos químicos a granel e gás liqüefeito, pois, como demonstram as estatísticas, são nessas ocasiões que ocorrem a maioria dos derramamentos registrados; 2) durante todo o período de carga ou descarga, deverão ser mantidos a postos, no convés, tripulantes qualificados e conhecedores das manobras de modo a poderem, rapidamente, interromper a operação em caso de acidente ou avaria nos equipamentos; 3) os terminais deverão manter operadores qualificados e atentos à faina, em tal posição que possam paralisar a operação imediatamente em caso de vazamento ou derramamento do produto; e 4) As operações no Terminal de Carmópolis (TECARMO) são da responsabilidade da PETROBRAS (TRANSPETRO) e qualquer incidente deverá ser comunicado imediatamente à CPSE. b) HABILITAÇÃO Serão considerados qualificados os oficiais e tripulantes que, além de seus cursos de formação e decorrentes, possuam habilitações específicas para exercerem atividades em navios tanques petroleiros, navios tanques para produtos químicos e navios transportadores de gás liqüefeito, previstas em Resoluções da Conferência Internacional sobre a Formação de Marítimos e Expedição de Certificados MERCADORIAS PERIGOSAS O transporte de mercadorias perigosas, embalagem, segregação, etiquetagem e rotulação obedecerá o preconizado no Capítulo 5 das Normas da Autoridade Marítima para embarcações empregadas na Navegação Interior NORMAM-02 e das Normas da Autoridade Marítima para embarcações empregadas na Navegação de Mar Aberto NORMAM-01. O encaminhamento de informações sobre a ocorrência de perda ou perda provável de mercadorias perigosas em águas jurisdicionais brasileiras deverá observar o contido no anexo 1- A desta Norma, o qual estabelece o procedimento e o teor das informações que deverão ser encaminhadas, assim como as orientações que deverão ser observadas no caso da ocorrência de acidente envolvendo embarcações que transportam essas mercadorias. a) REQUISITOS PARA O TRANSPORTE O transporte de mercadorias perigosas obedecerá às normas contidas na Convenção Internacional para Salvaguarda da Vida Humana no Mar - SOLAS-74, no Internacional ORIGINAL NPCP/CPSE
13 Maritime Dangerous Goods Code - IMDG Code e nas demais normas previstas na legislação vigente. b) EMBARCAÇÕES QUE CHEGAM AO PORTO A CPSE deverá ser notificada pelo Comandante da embarcação ou seus agentes, de toda carga perigosa que chegar ao porto, seja para descarga ou em trânsito. Esta notificação deverá ser feita de acordo com o previsto no anexo 5-B da NORMAM-01 ou 02, conforme aplicável. c) EMBARCAÇÕES QUE DEIXAM O PORTO Cópia do Manifesto de Carga, tendo em anexo a Declaração de Mercadorias Perigosas (anexo 5-A da NORMAM-01 ou 02, conforme aplicável), deverá ser entregue até 24h antes da saída da embarcação à Capitania dos Portos. Para os navios de bandeira brasileira classificados para o transporte de carga e/ou passageiros, deverá ser emitido o Termo de Responsabilidade previsto no anexo 5-C (NORMAM-01 ou 02). d) ALTERAÇÕES Todas as alterações no Manifesto de Carga, bem como as confirmações de chegada e saída das embarcações deverão ser informadas, por telex ou fax, à Capitania dos Portos. e) REGRAS As mercadorias perigosas, para serem transportadas a bordo de embarcação, deverão estar: 1) com embalagem correta e em bom estado; 2) com os recipientes marcados e etiquetados com o nome técnico exato, sendo que o nome comercial não é admitido, e com uma etiqueta ou marca contendo o símbolo indicando claramente a natureza perigosa do seu conteúdo; 3) documentadas na origem por seus expedidores, contendo, além do Manifesto de Carga, um certificado ou declaração atestando que a mercadoria está corretamente embalada, marcada e etiquetada e que atende as condições exigidas para seu transporte; e 4) estivadas de maneira apropriada e segura, conforme sua natureza. As mercadorias incompatíveis devem ser separadas umas das outras. O transporte de explosivos a bordo de navios de passageiros atenderá às restrições especiais previstas na Regra 7 do Capítulo VII da Convenção SOLAS-74. f) IRREGULARIDADES O descumprimento dessas regras ou a constatação de divergência entre documentos e carga sujeitarão o infrator, além das demais penas previstas, no impedimento da carga ou descarga da mercadoria. g) SINALIZAÇÃO DE CARGA PERIGOSA Toda embarcação transportando carga perigosa deverá içar os sinais previstos no Código Internacional de Sinais, durante o período em que o navio estiver com a carga no porto. Durante a carga ou descarga de inflamáveis ou explosivos, a embarcação deverá arvorar uma BANDEIRA BRAVO (encarnada) de dia, ou exibir uma luz vermelha a noite, ambas no mastro principal. SEÇÃO VI FISCALIZAÇÃO POR AUTORIDADES NACIONAIS ENTRADA DA EMBARCAÇÃO A visita das autoridades do porto, constituída por fiscais de aduana, saúde dos portos e imigração é a primeira exigência a ser atendida pelas embarcações que demandam o porto. Compete ao representante local do armador as providências necessárias para sua realização, ORIGINAL NPCP/CPSE
14 antes da liberação da embarcação para as operações de carga e descarga, de embarque e desembarque de passageiros. É proibido às lanchas que estiverem a serviço do armador ou agente de navegação, atracarem em embarcação mercante fundeada, que seja procedente de porto estrangeiro, sem a prévia liberação da Receita Federal, Polícia Federal e Saúde dos Portos (ANVISA). a) PARTE DE ENTRADA A entrada de embarcação nacional ou estrangeira será comunicada à CPSE, mediante parte de entrada, de acordo com a NORMAM-08 (Normas da Autoridade Marítima), o mais rápido possível, por qualquer dos meios disponíveis (FAX, TELEX etc.), devendo dar entrada no máximo seis horas após a atracação ou fundeio da embarcação. Se no decurso da viagem, imediatamente anterior à escala, ocorrer qualquer das hipóteses abaixo discriminadas, o Comandante encaminhará à Capitania, preferencialmente por FAX, um extrato devidamente autenticado do lançamento da ocorrência no Diário de Navegação: 1) avaria de vulto na embarcação ou carga; 2) insubordinação de tripulante ou passageiros; 3) observação da existência de qualquer elemento de interesse da navegação, não registrado em carta náutica; 4) alteração no balizamento ou funcionamento dos faróis; 5) acidente pessoal grave ocorrido; e 6) fato importante ocorrido durante viagem, a critério do Comandante. b) LIVRE PRÁTICA A Livre Prática, free pratique, poderá ser solicitada via rádio, ou através de mensagem enviada pelos agentes de navegação à Autoridade de Saúde do Porto, até duas horas antes da chegada do navio. c) QUARENTENA 1) as embarcações, cujas condições sanitárias não forem consideradas satisfatórias ou que forem provenientes de regiões onde esteja ocorrendo surto de doença transmissível, deverão permanecer nos fundeadouros de quarentena, até a liberação pela Saúde dos Portos. O fundeio na zona de quarentena dependerá ainda de que as embarcações possuam tanques de retenção ; 2) os Comandantes deverão apresentar à CPSE, uma declaração de que os tanques de dejetos estão perfeitamente vedados e tratados quimicamente, de forma adequada a combater a doença em questão; 3) é proibida, nessa situação, a descarga de águas servidas; 4) o descumprimento destas normas ou de qualquer outra estabelecida pela Saúde dos Portos sujeitará a retirada da embarcação para área costeira afastada, sem prejuízo de outras penalidades previstas; e 5) os Agentes Marítimos, Armadores e Comandante deverão disseminar, da forma mais ampla e rápida possível, as informações e diretivas das autoridades do porto, de modo a garantir a eficácia das medidas de prevenção adotadas, a fim de evitar a propagação da doença. d) CONTROLE DO NAVIO PELO ESTADO DO PORTO (PORT STATE CONTROL) Os navios estrangeiros estarão sujeitos ao Controle do Navio pelo Estado do Porto, de acordo com as Convenções Internacionais ratificadas pelo Brasil e normas aprovadas por Portaria da Diretoria de Portos e Costas SAÍDA DA EMBARCAÇÃO 1) DESPACHO ORIGINAL NPCP/CPSE
15 Em tempo hábil, deverá ser solicitada à CPSE permissão para saída da embarcação, por meio de Pedido de Despacho. Para obter tal autorização, deverão ser cumpridas as prescrições regulamentares contidas na NORMAM-08, emitida pela DPC. A embarcação, para ter o Despacho como Esperado, deverá possuir as seguintes condições: a) não ter exigências a serem cumpridas no Porto de Sergipe; b) não necessitar de ações administrativas da Capitania, tais como qualquer tipo de vistoria e/ou emissão de certificado; c) não ser qualificada, quanto ao serviço, como transporte de passageiros ou como transporte de carga e passageiros ; e d) não ter recebido o Despacho como Esperado no porto anterior. 2) SAÍDA Cumpridas as exigências do despacho, a embarcação será liberada, recebendo o PASSE DE SAÍDA, devendo então deixar o porto no prazo de dois dias úteis. Vencido este prazo, o despacho deverá ser revalidado. A efetiva saída da embarcação será participada por meio de PARTE DE SAÍDA, a ser apresentada à CPSE, no prazo de até seis horas após a saída. 3) EMBARQUE DE PESSOAL NÃO TRIPULANTE O embarque e desembarque de familiares de tripulantes, de pessoal envolvido em reparos e manutenção, bem como de passageiros (em navio não destinado ao transporte de passageiros), será feito mediante inclusão dos respectivos nomes na LISTA DE PASSAGEIROS, apresentada por ocasião do despacho ou juntamente com a PARTE DE SAÍDA (no caso de haver alterações), observados sempre o número máximo de pessoas que compõe a lotação, as acomodações e o material de salvatagem disponível. ORIGINAL NPCP/CPSE
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