PARQUES DE CAMPISMO E DE CARAVANISMO
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- Milton Mateus Borges Caldas
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1 O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE Rev_3: PARQUES DE CAMPISMO E DE CARAVANISMO ÂMBITO Os parques de campismo e de caravanismo estão integrados na tipologia dos empreendimentos turísticos, cujo regime jurídico está regulado pelo Decreto-Lei n.º 39/2008 de 7 de março, alterado pelo Decreto-Lei n.º 228/2009, de 14 de setembro. DEFINIÇÃO: Os Parques de Campismo e Caravanismo são empreendimentos instalados em terrenos devidamente delimitados e dotados de estruturas destinadas a permitir a instalação de tendas, reboques, caravanas ou autocaravanas e demais material e equipamento necessários à prática do campismo e caravanismo. Nos Parques de Campismo e de Caravanismo podem coexistir instalações destinadas a alojamento, desde que não ultrapassem 25% da área total do parque destinada aos campistas. Podem ser de uma dupla natureza: de carácter público ou privativo: São Parques de Campismo Públicos: os empreendimentos destinados ao público em geral, mediante remuneração. Os Parques de Campismo Privativos: são aqueles que se destinam apenas a ser utilizados por associados ou beneficiários das entidades proprietárias ou exploradoras. Considerando a sua localização, a qualidade das suas instalações e equipamentos e os serviços que ofereçam, os Parques de Campismo e de Caravanismo podem ainda classificar-se, a requerimento do promotor ou da entidade exploradora, nas categorias de 3, 4 ou 5 estrelas, cujos requisitos mínimos estão definidos em anexos à portaria de regulamentação. Os Parques de Campismo Privativos necessitam de uma autorização da Direção Geral do Turismo. Os promotores deverão apresentar um requerimento dirigido a esse organismo, solicitando a autorização para que o parque de campismo seja privativo, devendo ser acompanhado dos estatutos da entidade requerente. Os conceitos e os requisitos mínimos de instalação e funcionamento dos Parques de Campismo e de Caravanismo encontram-se definidos em regulamento próprio, mas importa ter em atenção a legislação específica e geral dos empreendimentos turísticos, uma vez que são uma das tipologias enunciadas na lei. Importa, pois, distinguir os requisitos gerais de instalação no âmbito de licenciamento dos empreendimentos turísticos e os requisitos específicos da instalação, classificação e funcionamento dos parques de campismo e de caravanismo. Relativamente aos requisitos gerais de instalação dos empreendimentos turísticos, impõe-se referir que estes estão definidos em ficha de licenciamento própria, subordinada ao tema EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS. R.L.G. atualizado em: 10 de setembro de
2 De referir, sucintamente a necessidade de: A instalação de empreendimentos turísticos que envolvam a realização de operações urbanísticas, conforme definição regulada no regime jurídico da urbanização e da edificação devem cumprir as normas constantes daquele regime bem como as normas técnicas de construção aplicáveis às edificações em geral, designadamente em matéria de segurança contra incêndio, saúde, higiene, ruído e eficiência energética, sem prejuízo do disposto no presente decreto-lei e respetiva regulamentação, tendo em conta que no âmbito deste regime jurídico os procedimentos administrativos se processam de acordo com as seguintes fases: Pedido de Informação Prévia (facultativo), Pedido de Licenciamento ou Comunicação prévia de Operações Urbanísticas, Autorização ou comunicação de Utilização para fins turísticos e Vistoria de Aprovação de Classificação. N.B: No tocante aos Parques de Campismo e Caravanismo, a câmara municipal, juntamente com a emissão do alvará de licença ou a admissão da comunicação prévia para a realização de obras de edificação, fixa a capacidade máxima e atribui a classificação de acordo com o projeto apresentado. Requisitos específicos dos Parques de Campismo e de Caravanismo No âmbito da especificidade de critérios legalmente previstos para a instalação, classificação e funcionamento dos parques de campismo e de caravanismo, destacam-se os seguintes: Quanto à localização: Os parques de campismo e de caravanismo devem situar-se em locais adequados aos fins a que se destinam, pelo que os respetivos terrenos terão que ter as seguintes características: -não estarem situados em zonas de condutas de combustíveis; -não estarem situados em zona de atmosfera poluída; -não estarem a menos de 1000m de locais onde existam indústrias insalubres, incómodas, tóxicas ou perigosas; os terrenos têm que ser suficientemente drenados para facilitar o escoamento das águas pluviais, -não estarem a menos de 1000m de condutas abertas, de esgotos, de lixeiras, ou de aterros sanitários. Por outro lado, devem ser arborizados e dispor de boas sombras, devendo ser crida nova arborização quando esta não exista, ou sendo insuficiente, a entidade exploradora deve criar sombras por processo artificiais, sobretudo nas áreas destinas ao convívio. Quanto às áreas destinadas ao acampamento esta não pode exceder 60% da área total do parque. A área destinada a vias de circulação interna, instalações e equipamento não pode exceder 25% da área total do parque, e relativamente à área destinada a espaços livres e instalações de zonas desportivas e de lazer terá que representar no mínimo 15% da área total do parque. São requisitos das instalações: Acesso à via pública Os parques de campismo e de caravanismo terão que ter um acesso fácil à via pública para qualquer tipo de veículo automóvel. Delimitação dos terrenos Em relação aos terrenos dos parques de campismo terão de ser vedados de forma a preservar a segurança e tranquilidade dos utentes, devendo ser utilizados materiais não cortantes que não ponham em causa a integridade física dos seus utentes. Também terão que existir portões de entrada e saída em número suficiente, a definir de acordo com o plano de emergência, com a largura mínima de 3,5 m, de forma a possibilitar o acesso ao parque de veículos de socorro e emergência. Superfície destinada à instalação de equipamentos de campista R.L.G. atualizado em: 10 de setembro de
3 A área mínima do terreno cujo fim se destina á instalação de cada equipamento para acampamento não pode ser inferior a 25m 2, podendo nesse espaço ser instalado equipamento adicional, desde que os seus utilizadores integrem o mesmo grupo de utentes. Vias de circulação interna: Estes espaços terão que dispor de vias de circulação interna, em bom estado de conservação, que permitam o trânsito de qualquer veículo automóvel, nomeadamente veículos de emergência ou de socorro, devendo ter uma largura mínima de 3m ou 5m, conforme sejam, respetivamente, de um ou dois sentidos. A lei estabelece que entre a vedação do parque de campismo e de caravanismo e a área destinada às instalações e equipamento dos campistas deve existir uma via de circulação com a largura mínima de 3m, e, sendo interdito o estacionamento de quaisquer veículos ou equipamentos nestas vais que impossibilitem ou limitem o trânsito, em particular os veículos de emergência ou de socorro. N.B.: Podem ser estabelecidos por instrumentos de gestão territorial requisitos mais exigentes quantos a estas matérias, nomeadamente quanto à capacidade dos parques, às áreas de acampamento, vias de circulação interna e espaços livres. Circulação e estacionamento de veículos automóveis A circulação de veículos particulares no espaço dos parques deve limitar-se ao transporte de equipamento e bagagem, sendo que a velocidade máxima permitida não pode exceder os 30km por hora, devendo recorrer-se à instalação de lombas ou mecanismos redutores da velocidade. Quanto ao estacionamento de veículos automóveis particulares dentro dos parques só é permitido nas áreas expressamente previstas para o efeito. Rede de energia elétrica Os parques de campismo e de caravanismo devem dispor de uma rede interna de energia elétrica, que assegure o fornecimento de eletricidade aos campistas e a iluminação do parque em geral, dispondo de um sistema de iluminação de emergência e luz permanente durante os períodos de silêncio nomeadamente junto das entradas e saídas dos parques, das instalações sanitárias e das vias de comunicação. Abastecimento de água Os parques de campismo e de caravanismo devem dispor de um sistema de abastecimento de água potável adequado e suficiente, que cumpra as normas relativas à qualidade da água destinada ao consumo humano. O sistema de abastecimento de água para consumo humano, devendo ser assegurado o fornecimento de pelo menos 80 l de água por dia e por campista. Também neste domínio importa mencionar que os locais de distribuição de água devem estar revestidos com materiais impermeabilizados e dispor de drenagem de águas residuais. Se não existir rede pública de abastecimento de água para consumo humano nos parques de campismo e de caravanismo, estes devem ter à sua disposição reservatórios de água próprios, com capacidade suficiente para satisfazer as necessidades mínimas e ainda de uma reserva de emergência. Condições gerais de instalação A instalação de infraestruturas e, de um modo geral, de todo o equipamento necessário ao funcionamento dos parques de campismo e de caravanismo deve efetuar-se de modo a não produzir ruídos, vibrações, fumos ou cheiros suscetíveis de perturbar ou afetar, quer o ambiente, quer a segurança e tranquilidade dos utentes dos parques de campismo, proibindo-se a instalação de coberturas laterais e a instalação de muros artificiais à volta das tendas, caravanas ou outros equipamentos utilizados pelos campistas ou caravanistas. Instalações sanitárias R.L.G. atualizado em: 10 de setembro de
4 As instalações sanitárias de uso comum terão que ser dotadas de água corrente e devendo apresentar determinadas características como por: separadas por sexo, sendo necessário que as paredes, pavimentos e tetos das mesmas ser revestidas de materiais resistentes, impermeáveis, não inflamáveis e de fácil limpeza., devendo dispor de fraldários, possuir comunicação direta para o exterior ou serem dotadas de ventilação artificial permitindo a contínua renovação do ar. Devem ainda as instalações sanitárias ser ligadas por a uma rede de esgotos que conduzam as águas residuais a sistemas adequados ao seu escoamento. Relativamente à sua localização estas têm que estar distribuídas em blocos pelos parques de campismo e de caravanismo, facilitando a utilização pelos campistas, devendo existir um bloco por cada 2 ha da área destinada ao acampamento. Neste âmbito as instalações não podem estar situadas juntos das zonas destinadas a preparar e a cozinhar alimentos. Equipamentos de utilização comum Os parques de campismo e de caravanismo devem possuir, pelos menos, os seguintes equipamentos de utilização comum: o Receção, situada junto à entrada principal do parque; o Café/bar; o Loja de conveniência/minimercado/supermercado para os parques de campismo com capacidade superior a 90 campistas; o Sala de convívio; o Parque infantil; o Área para a prática de desportos ao ar livre; o Espaços próprios e de utilização comum destinados à lavagem e ao tratamento de roupa e louça com características específicas. Recipientes para o lixo Os parques de campismo e de caravanismo têm que possuir recipientes para o lixo, colocados em locais de fácil acesso e devidamente sinalizados, que permitam a deposição seletiva dos resíduos, tendo em consideração os sistemas de recolha de fluxos que operem na área de localização do parque, sendo obrigatória a lavagem e manutenção dos contentores, devidamente isolado. Instalações de alojamento Nos parques de campismo e de caravanismo podem existir instalações destinadas a alojamento desde que não ultrapassem a 25% da área total do parque destinada a campistas, não podendo ter mais de 2 pisos nem ocupar uma superfície superior a 75m2.em que as divisões das instalações têm que possuir determinadas características. Nestes casos, cada uma das instalações poderá ter até um limite de 3 quartos, sendo reguladas as respetivas áreas mínimas. Requisitos de Funcionamento: Receção É obrigatória a existência de uma receção, cujas funções mínimas estão reguladas com pormenor no diploma legal, destacando-se, entre muitos outros aspetos, a obrigatoriedade de registo das entradas e saídas dos campistas, recolha de mensagens e correspondência dos campistas, prestação de informações sobre as regras de funcionamento do parque e existência de regulamento (o horário de funcionamento da receção, os preços de serviços, a lotação do parque, os períodos de silêncio), indicação dos contactos de farmácia e postos de correio mais próximos, a existência de um telefone com ligação ao exterior. Primeiros socorros e vigilância Os parques de campismo e de caravanismo devem ter disponível, vinte e quatro horas por dia, equipamento de primeiros socorros ou um posto médico para a prestação de assistência, devidamente sinalizado e, dispor de um serviço permanente de vigilância ou videovigilância. R.L.G. atualizado em: 10 de setembro de
5 Serviços de limpeza e remoção de lixo Todas as instalações comuns dos parques, incluindo as sanitárias e contentores do lixo, devem ser limpos e desinfetados diariamente. Deveres dos campistas e caravanistas Os campistas e caravanistas ficam sujeitos às regras estabelecidas na presente portaria e regulamento interno do parque, mormente, cumprir os preceitos de higiene especialmente os referentes ao lixo e às águas sujas, pautar o seu comportamento pelas regras de boa vizinhança, abster-se de atos suscetíveis de incomodar os restantes campistas e de fazer ruído, cumprir a sinalização do parque e as indicações relativas ao estacionamento e à instalação de equipamento de campismo e caravanismo, entre outros deveres referidos no diploma. Regulamento Interno Os parques de campismo e de caravanismo devem ter um regulamento interno elaborado pela respetiva entidade exploradora, do qual deve ser dado a conhecer à câmara municipal competente e, no caso dos parques de campismo privativos deve ser dado conhecimento à Federação de campismo e Montanhismo de Portugal. O regulamento interno deve estar afixado de forma bem visível, na receção dos parques e redigido em português e noutra língua oficial da União Europeia. Caso os campistas e caravanistas desrespeitem o regulamento interno podem ser expulsos dos parques. É o regulamento interno que irá estabelecer as regras relativas ao funcionamento e utilização dos mesmos, especialmente no que se refere: À admissão de animais; Às condições em que é permitida a permanência no parque de material de campismo e caravanismo desocupado; Aos deveres dos campistas; Ao período de funcionamento do parque; aos períodos de silêncio; aos equipamentos de queima autorizados pelo parque para a confeção de alimentos; Às condições para a circulação de veículos particulares e limite máximo de velocidade no parque. Quanto aos parques que admitam Caravanas e Autocaravanas, devem dispor de estações de serviços na proporção de uma para cada 30 unidades, localizadas em zona do parque de fácil acessibilidade e revestidas de material impermeabilizado. A superfície do terreno destinado à instalação destas deve ter uma área mínima de 50m 2 dispondo dos seguintes equipamentos como instalação elétrica, ponto de água e esgoto. Parques de Campismo Rural Os parques de campismo rural, nos terrenos que lhe são destinados, integrados ou não em explorações agrícolas, não podem ter uma área superior a 5000m 2. A capacidade máxima dos parques de campismo rural não podem exceder as 30 instalações, tendas, caravanas ou outros veículos habitáveis, nem o número de 90 campistas. Devem este tipo de parques assegurar o seguinte: Fornecimento de água potável, Fornecimento de energia elétrica; Instalação de recipientes para lixos em locais adequados e sua remoção; Escoamento eficaz de águas residuais e esgotos; Sistema de segurança contra riscos de incêndio; Ligações telefónicas, postais e de socorros médicos a pelo menos 5 km de distância da sua localização; Equipamento de primeiros socorros; Fácil acesso a ambulâncias; R.L.G. atualizado em: 10 de setembro de
6 Possuir um bloco de instalações sanitárias de utilização comum por cada 2 ha de área destinada ao acampamento dotadas de água corrente e cumprindo os requisitos gerais; Espaço de utilização comum destinado à lavagem e ao tratamento de loiça e roupa. Requisitos dos parques de campismo e de caravanismo de 3 estrelas: São condições mínimas de instalação para esta tipologia, as seguintes: Localização - estar situado em terreno muito arborizado; Capacidade - a área útil destinada por campista é de 18 m 2 ; Superfície de terreno para a instalação de equipamento campista área mínima de 40m 2 ; Equipamentos diversos como: restaurante-bar, sala de convívio, sala de jogos, mesas e bancos para refeições ao ar livre, espaços ajardinados; Instalações sanitárias com determinadas características onde se destacam lavatórios com água quente para cada 30 campistas e cabinas individuais equipados com chuveiros de água quente na proporção de um por cada 30 campistas; Água canalizada 4 locais de distribuição de água canalizada por cada hectare de área destinada ao campismo. Requisitos dos parques de campismo e de caravanismo de 4 estrelas: São condições mínimas de instalação para esta tipologia, as seguintes: Localização - estar situado em terreno muito arborizado; Capacidade - a área útil destinada por campista é de 22m 2 ; Superfície de terreno para a instalação de equipamento campista área mínima de 60 m 2 ; Equipamentos diversos como: restaurante-bar, sala de convívio com televisão, sala de jogos, mesas e bancos para refeições ao ar livre, espaços ajardinados, parques de estacionamento, tabacaria, cabinas telefónicas, máquinas de lavar roupa, ferros elétricos; equipamento de cozinha para preparação de refeições, piscinas para adultos e crianças, campo de jogos vedado, serviço de guarda de valores na receção, e posto médico aberto de 16 horas; Instalações sanitárias com determinadas características onde se destacam lavatórios com água quente para cada 10 campistas e cabinas individuais equipados com chuveiros de água quente na proporção de um por cada 25 campistas; Água canalizada - 5 locais de distribuição de água canalizada por cada hectare de área destinada ao campismo. Requisitos dos parques de campismo e de caravanismo de 5 estrelas: São condições mínimas de instalação para esta tipologia, as seguintes: Localização - estar situado em terreno muito arborizado e ajardinado com envolvente paisagística; Capacidade - a área útil destinada por campista é de 26 m 2 ; Superfície de terreno para a instalação de equipamento campista área mínima de 80m 2 ; Equipamentos diversos como: restaurante-bar, sala de convívio com televisão, sala de jogos, mesas e bancos para refeições ao ar livre, espaços ajardinados, parques de estacionamento, tabacaria, cabinas telefónicas, máquinas de lavar roupa, ferros elétricos; equipamento de cozinha para preparação de refeições, piscinas para adultos e crianças, campo de jogos vedado, serviço de guarda de valores na receção, e posto médico aberto de 24 horas, Instalações sanitárias com determinadas características onde se destacam lavatórios com água quente para cada 5 campistas e cabinas individuais equipados com chuveiros de água quente na proporção de um por cada 15 campistas; Água canalizada - 6 locais de distribuição de água canalizada por cada hectare de área destinada ao campismo. R.L.G. atualizado em: 10 de setembro de
7 PROCESSO DE LICENCIAMENTO O licenciamento ou autorização dos processos respeitantes à instalação dos Empreendimentos Turísticos decorre na Câmara Municipal da área da sua implantação e segue o regime jurídico da urbanização e da edificação, observando ainda as especialidades constantes na legislação do setor. A Câmara Municipal deverá deliberar sobre a concessão de autorização de utilização para fins turísticos e emitir o alvará no prazo de 20 dias a contar da data de apresentação do requerimento, salvo quando haja lugar a vistoria nos termos previstos na lei. A emissão do alvará deve ser notificada, pela câmara municipal, ao requerente e ao Turismo de Portugal, I.P. No caso dos Parques de Campismo e de Caravanismo é à Câmara Municipal que compete fixar, juntamente com a emissão do alvará de licença ou admissão de comunicação prévia para a realização de obras de edificação, a capacidade máxima e atribuir a classificação dos parques. Após a realização da auditoria, o presidente da Câmara Municipal, consoante os casos, fixa a classificação do empreendimento turístico e atribui a correspondente placa identificativa. A classificação dos Empreendimentos Turísticos deve ser obrigatoriamente revista de quatro em quatro anos e o respetivo pedido deve ser formulado pelo interessado ao órgão competente 6 meses antes do fim do prazo. A classificação pode, ainda, ser revista a todo o tempo, oficiosamente ou a pedido do interessado, quando se verificar alteração dos pressupostos que determinaram a respetiva atribuição. LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Diploma Legal Portaria n.º 4/2012, de 23 de janeiro, da Secretaria Regional dos Assuntos Sociais Decreto Legislativo Regional n.º 11/2010/M Lei n.º 28/2010, de 02 de setembro Decreto - Lei n.º 26/2010, de 30 de março Decreto-Lei n.º 118/2009, de 19 de maio Portaria n.º 1532/2008 de 29 de dezembro Assunto Aprova as taxas a aplicar pela prestação de serviços de segurança contra incêndios. Adapta à Região Autónoma da Madeira o Decreto- Lei n.º 220/2008, de 12 de novembro, que estabelece o regime jurídico da segurança contra incêndios em edifícios. Primeira alteração, por apreciação parlamentar, ao Decreto-Lei n.º 26/2010, de 30 de março, que procede à décima alteração ao Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de dezembro, que estabelece o regime jurídico da urbanização e edificação, e procede à primeira alteração ao Decreto-Lei n.º 107/2009, de 15 de Maio Regime jurídico da urbanização e da edificação (Procede a 10ª alteração ao DL 555/99 de 16 de dezembro) Estabelece a obrigatoriedade de disponibilização do livro de reclamações a todos os estabelecimentos onde se forneçam bens e se prestem serviços aos consumidores (procede à 2.ª alteração ao Decreto- Lei n.º 156/2005, de 15 de setembro) Regulamenta técnica das condições de segurança contra incêndio em edifícios e recintos, a que devem R.L.G. atualizado em: 10 de setembro de
8 Portaria n.º 1320/2008, de 17 de novembro Decreto Lei n.º 220/2008 de 12 de novembro Retificação n.º 24/2008, de 02 de maio Portaria n.º 232/2008, de 11 de março Decreto-Lei n.º 39/2008, de 7 de março Lei n.º 60/2007 de 4 de setembro Lei n.º 37/ 2007 de 14 de agosto Portaria n.º 25/2000, de 26 de janeiro Decreto Lei n.º 555/99 de 16 de dezembro obedecer os projetos de arquitetura, os projetos de SCIE e os projetos das restantes especialidades a concretizar em obra, designadamente no que se refere às condições gerais e específicas de SCIE referentes às condições exteriores comuns, às condições de comportamento ao fogo, isolamento e proteção, às condições de evacuação, às condições das instalações técnicas, às condições dos equipamentos e sistemas de segurança e às condições de autoproteção, sendo estas últimas igualmente aplicáveis aos edifícios e recintos já existentes à data de entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de Novembro. Estabelece os requisitos específicos de instalação, classificação e funcionamento dos parques de campismo e caravanismo Estabelece o regime jurídico da segurança contra incêndios em edifícios Retifica a Portaria n.º 232/2008, de 11 de março, dos Ministérios do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, que determina quais os elementos que devem instruir os pedidos de informação prévia, de licenciamento e de autorização referentes a todos os tipos de operações urbanísticas, e revoga a Portaria n.º 1110/2001, de 19 de setembro, publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 50, de 11 de março de Determina quais os elementos que devem instruir os pedidos de informação prévia, de licenciamento e de autorização referentes a todos os tipos de operações urbanísticas. Estabelece o regime jurídico da instalação, exploração e funcionamento dos empreendimentos turísticos (alterado pelo Decreto-Lei n.º 228/2009, de 14 de setembro) Procede à 6ª alteração do DL 555/99,16-12 Aprova as normas para a proteção dos cidadãos da exposição involuntária ao fumo do tabaco e medidas de redução da procura relacionadas com a dependência e a cessação do seu consumo. Aprovação dos modelos de placas de classificação de vários tipos de estabelecimentos hoteleiros, maxime, os parques de campismo Estabelece o regime jurídico da urbanização e edificação R.L.G. atualizado em: 10 de setembro de
9 ENTIDADES COMPETENTES Câmaras Municipais competentes da área de localização Direção Regional do Turismo tel Fax.: Avenida Arriga Funchal Turismo de Portugal, IP Rua Ivone Silva, Lote Lisboa Tel.: Linha Azul de apoio ao empresário Fax: [email protected] URL: Federação de campismo e Montanhismo de Portugal Av. Coronel Eduardo Galhardo, 24 D, Lisboa Tel.: /1 Fax: Site: Horário de atendimento: A FCMP está aberta ao Público de 2ª a 6ª Feira, das 10:00 às 17:30 horas. R.L.G. atualizado em: 10 de setembro de
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