ATLAS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE

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1 ATLAS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE ALTO COMISSARIADO DA SAÚDE

2 04 Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos

3 Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos Atlas do Plano Nacional de Saúde Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos Considerações Gerais O valor percentual da Despesa Total em Saúde no PIB tem vindo a aumentar globalmente desde 1979 (1979: 4,5%; 2007: 9,9%), embora se registe uma pequena inflexão da curva no último ano (2007). Portugal registou um crescimento maior do que a média dos países da UE a 15 e a 27, apresentando actualmente valores superiores. A proporção (%) da Despesa Pública em Saúde no PIB cresceu entre 1979 e 2006 de 3,1% para 7,1%. Também a proporção da Despesa Privada em Saúde no PIB duplicou (passou de 1,4% para 2,8%), embora com tendência a estabilizar nos últimos anos. Nos últimos anos o sector público tem apostado grandemente nos cuidados de Saúde Primários começando a aumentar a Despesa Pública com Cuidados de Saúde Primários na Despesa Total com Cuidados de Saúde (2006: 19%). Tendência inversa se verifica em relação à Despesa Privada (2006: 13%). O valor percentual de Beneficiários com Processamento de Subsídio por Doença registou um decréscimo global entre 2001 e 2006, momento a partir do qual começou a aumentar, fixando-se nos 12,2% em Os concelhos com os valores mais baixos encontram-se na região do Baixo Alentejo e em Trás-os- Montes A Despesa em Medicamentos constitui, também, uma elevada parcela da Despesa em Saúde. Não obstante a diminuição registada desde 2002, verificou-se um ligeiro aumento de 2007 para 2008 (2008: 18,6%). A Despesa Total em Medicamentos no PIB apresenta actualmente valores (2,02%) inferiores aos registados em 2002 (2,20%). Apesar disto, o valor mais baixo foi conseguido em 2003 (2,00%).

4 04. Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos Atlas do Plano Nacional de Saúde 063 O Consumo em Euros de Medicamentos per capita diminuiu de 2002 para 2003, tendo aumentado a partir de então (2008: 331,1 euros). É na Região Norte que se verificam os menores consumos (293,1 euros). O valor percentual de Medicamentos Genéricos no Mercado Total de Medicamentos registou, desde 2002, um aumento importante, localizando-se agora nos 18,6%. Todas as Regiões acompanharam esse crescimento, sendo a Região Norte a que apresenta valores mais elevados (19,5%). O Consumo de ansiolíticos, hipnóticos e sedativos e antidepressivos no Mercado SNS em ambulatório (DDD/1000hab./dia) tem aumentado desde 2002 até 2008, passando de 115,6 para 152,1 DDD/hab./dia. A Região do Algarve é a que apresenta menores consumos (106,9 DDD/hab./dia). Após um ligeiro aumento de 2002 para 2003 o valor percentual do Consumo de Cefalosporinas no Consumo Total de Antibióticos em Ambulatório registou uma diminuição, que se tem mantido até 2008 (2008: 9,4%). É na Região Norte que o consumo é menor, atingindo os 7,9%. O valor percentual do Consumo de Quinolonas no Consumo Total de Antibióticos em Ambulatório tem evoluído de forma irregular, parecendo mostrar, a partir de 2006, uma tendência para diminuir (2008: 12,7%). As Regiões Norte e Centro apresentam os menores valores de consumo (12,5%).

5 Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos Atlas do Plano Nacional de Saúde Despesa em Saúde no PIB Total PT Pública Privada Total UE27 Total UE15 Despesa Pública e Privada com CSP na Despesa Total com Cuidados de Saúde Pública Privada

6 04. Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos Atlas do Plano Nacional de Saúde 065 Beneficiários com Processamento de Subsídio por Doença 16,0 14,0 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0, Limites administrativos: Limite de concelho NUT II (D.L. de 1999) ALTO COMISSARIADO DA SAÚDE Beneficiários com baixas por doença (% em 2009): 4,6-11,1 11,2-12,7 12,8-14,0 14,1-15,6 15,7-20,0

7 Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos Atlas do Plano Nacional de Saúde Despesas em Medicamentos na Despesa em Saúde ,9% 23,2% 18,4% 18,9% 18,2% 17,9% 18,6% Despesa total em medicamentos no PIB 2,60 2,40 2,20 2,00 1,80 1,60 1,40 1,20 2,20% 2,00% 2,07% 2,08% 2,04% 2,02% 2,02% 1,

8 04. Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos Atlas do Plano Nacional de Saúde 067 Consumo em Euros de Medicamentos per capita Mercado total Continente Norte Centro Lisboa e Vale do Tejo Alentejo Algarve Limites administrativos: Limite de Distrito NUT II (D.L. de 1999) Consumo ( ) de medicamentos per capita (2008): 269,9-320,3 320,4-329,5 329,6-352,1 352,2-371,2 371,3-409,5 ALTO COMISSARIADO DA SAÚDE Evolução de 2005 a 2008: Diminuiu Aumentou Manteve

9 Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos Atlas do Plano Nacional de Saúde Medicamentos Genéricos no Mercado Total de Medicamentos Continente Norte Centro Lisboa e Vale do Tejo Alentejo Algarve Limites administrativos: Limite de Distrito NUT II (D.L. de 1999) Medicamentos genéricos no mercado total de medicamentos (% em 2008) 16,5-17,8 17,9-18,7 18,8-19,1 19,2-19,9 20,0-20,1 ALTO COMISSARIADO DA SAÚDE Evolução de 2005 a 2008: Diminuiu Manteve Aumentou

10 04. Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos Atlas do Plano Nacional de Saúde 069 Consumo de ansiolíticos, hipnóticos, sedativos e antidepressivos (SNS) Continente Norte Centro Lisboa e Vale do Tejo Alentejo Algarve Limites administrativos: Limite de concelho NUT II (D.L. de 1999) ALTO COMISSARIADO DA SAÚDE Consumo de medicamentos ansiolíticos, hipnóticos e sedativos e antidepressivos (2008): 82,9-143,5 192,6-218,0 143,6-173,5 218,1-429,4 173,6-192,5 Sem informação

11 Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos Atlas do Plano Nacional de Saúde Consumo de Cefalosporinas no Consumo Total de Antibióticos em Ambulatório 20,0 18,0 16,0 14,0 12,0 10,0 Continente Norte Centro Lisboa e Vale do Tejo Alentejo Algarve 8,0 6,0 4,0 2,0 0, Limites administrativos: Limite de concelho NUT II (D.L. de 1999) Consumo de cefalosporinas em ambulatório (% em 2008): 3,0-7,6 7,7-9,3 9,4-10,8 10,9-13,2 13,3-27,4 Sem informação Evolução de 2006 a 2008: ALTO COMISSARIADO DA SAÚDE Diminuiu Manteve Aumentou Sem informação

12 04. Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos Atlas do Plano Nacional de Saúde 071 Consumo de Quinolonas no Consumo Total de Antibióticos em Ambulatório 20,0 19,0 18,0 17,0 16,0 15,0 14,0 13,0 12,0 11,0 10, Continente Norte Centro Lisboa e Vale do Tejo Alentejo Algarve Limites administrativos: Limite de concelho NUT II (D.L. de 1999) Consumo de quinolonas em ambulatório (% em 2008): 6,7-11,2 11,3-12,4 12,5-13,8 13,9-15,8 15,9-39,9 Sem informação ALTO COMISSARIADO DA SAÚDE Evolução de 2006 a 2008: Diminuiu Aumentou Manteve Sem informação

13 Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos Atlas do Plano Nacional de Saúde Taxa de Natalidade Resumo

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