HOTELARIA AEP / Gabinete de Estudos
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- Micaela Gesser Bonilha
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1 HOTELARIA 2008 AEP / Gabinete de Estudos Junho de
2 1. INFORMAÇÃO SOBRE AS EMPRESAS Segundo os dados das Empresas em Portugal 2005, do INE, em 2005 o sector do Alojamento e Restauração compreendia empresas, correspondendo a 8,1% do total (excluindo as empresas do sector financeiro e da agricultura), maioritariamente de pequena dimensão (95,8% com menos de 10 trabalhadores, sendo o número médio trabalhadores por empresa igual a 3) e 7,3% da totalidade do pessoal ao serviço. As empresas com 250 ou mais pessoas ao serviço, embora representando apenas 0,05% do total de unidades empresariais, asseguravam, em 2005, 11% do emprego. Distribuição das Empresas por Escalão do Pessoal ao Serviço (%) ,8% ,3% 250 ou mais 0,05% Até 9 95,8% O volume de negócios atingiu nesse ano cerca de 8,3 mil milhões de euros. Em termos do grau de concentração empresarial, em 2005 as oito maiores empresas do sector representavam 6,8% do volume de negócios e 9,01% do VAB. Em 2005 iniciaram actividade empresas, correspondendo a uma taxa da natalidade de 11,98%, um valor praticamente igual à taxa de mortalidade para As novas empresas criaram novos postos de trabalho, contrastando com os postos de trabalho perdidos em resultado do encerramento de empresas em SECÇÃO H - Alojamento e Restauração (Ano: 2005) Nº Empresas Nº médio de empregados por empresa 3 Volume de negócios (Milhares ) Volume de negócios médio por empresa (Milhares ) 96,88 Fonte: INE, Empresas em Portugal
3 EMPREGO E PRODUTIVIDADE NAS EMPRESAS Classes de dimensão de pessoal ao serviço Total de empresas Pessoal ao serviço Custos com o pessoal Custos com o pessoal per capita Produtividade aparente do trabalho Peso dos custos com o pessoal no VAB N.º 10 3 Euros % SECÇÃO H - Alojamento e Restauração Total ,77 5,29 62,24 Até ,52 5,01 61, ,03 11,22 77, ,28 16,66 76, ou mais ,56 18,03 80,27 Fonte: INE, Empresas em Portugal 2005 Comparativamente com o ano anterior, em 2005 o número total de empresas, o Volume de Negócios (VN) e o Valor Acrescentado Bruto (VAB) registaram uma evolução positiva, com taxas de variação de 3,1%, 3,4% e 3,6%, respectivamente, enquanto o Excedente Bruto de Exploração (EBE) diminuiu 1,9%. A taxa de variação do total de emprego foi de 1,7%, ligeiramente abaixo da média verificada ao nível da totalidade das empresas (2%). Taxa de variação das principais variáveis económicas, (em %) Empresas Pessoal ao serviço Volume de negócios VAB Excedente bruto de exploração Total de Empresas 4,0 2,0 4,9 3,6 2,5 Secção H Alojamento e Restauração 3,1 1,7 3,4 3,6-1,9 Em 2005 a taxa de valor acrescentado bruto, que corresponde ao valor gerado por cada unidade produzida, foi de 22,4%, enquanto o peso do EBE no VAB, que corresponde à parte do valor acrescentado para remuneração do capital, foi de 37,06% (ambos os valores se situam a um nível inferior ao valor médio para a totalidade das empresas não financeiras e agrícolas, 47,6% e 54,5%, respectivamente). Medidas estatísticas para os rácios individuais Rácios económicos Média 1º quartil Mediana 3º quartil Desvio-padrão TOTAL EMPRESAS: SECÇÃO H - ALOJAMENTO E RESTAURAÇÃO VN per capita (Mil euros) 21,78 22,72 10,46 10,12 21,09 22,13 33,26 36,58 6,41 7,32 Taxa de valor acrescentado bruto 30,69 22,40 27,01 18,62 30,14 20,43 36,15 28,98 3,88 5,31 Peso do EBE no VAB 37,14 37,06 24,62 23,72 39,21 39,50 50,86 51,29 6,53 7,05 Taxa de margem bruta de exploração 7,55 7,63 3,92 4,41 7,38 7,78 9,70 10,19 1,51 1,64 Rentabilidade operacional das vendas 2,13 2,49-0,15-0,52 1,77 2,52 4,71 5,29 1,03 1,23 Margem de segurança 0,02 0,04-0,03-0,05 0,02 0,03 0,10 0,11 0,03 0,04 3
4 2. INFORMAÇÃO SOBRE A ACTIVIDADE NOS ESTABELECIMENTOS HOTELEIROS No que se refere aos estabelecimentos hoteleiros (, -Apartamentos, Apartamentos Turísticos, Aldeamentos Turísticos, Motéis, Pousadas, Estalagens, Pensões), em 2006 estavam em actividade 2028 estabelecimentos, com uma capacidade de alojamento de camas. A oferta de camas disponibilizada pela hotelaria representou um aumento de 1% comparativamente com o ano anterior. Em termos de repartição regional dos estabelecimentos hoteleiros, em 2006 a região Norte ocupava um lugar de destaque (com 22,3% do número de estabelecimentos hoteleiros do país), seguindo-se o Algarve (21,1%), o Centro (21,0%), Lisboa e Vale do Tejo (com 15,0%). Em termos de hotéis, a região Centro concentrava um maior número (24,3%), seguindo-se a região de Lisboa (21,7%), a região Norte (19,6%) e o Algarve (15,1%). De referir que a região Norte revelava nesse ano uma supremacia ao nível do número de estalagens e pensões, enquanto que o Algarve ocupava uma posição de liderança no número de hotéis-apartamentos, de apartamentos turísticos e de aldeamentos turísticos. O Alentejo concentrava o maior número de pousadas. Estabelecimentos hoteleiros, segundo as NUT II, em 2006 Estabelecimentos hoteleiros, segundo a categoria, em 2006 Algarve 21,1% Madeira 9,6% Açores 4,1% Norte 22,3% Pensões 43,2% Aldeamentos 1,5% Apartamentos 10,0% Estalagens 4,9% Apartamento 6,5% Alentejo 7,0% Lisboa 15,0% Centro 21,0% Pousadas 2,1% Motéis 1,1% 30,7% Tipologia de Capacidade de Alojamento Nº camas (N U T S II), em 2006 Estabelecimento Hoteleiro Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Madeira Açores PORTUGAL Total Apartamento Pousadas Aldeamentos Turísticos Apartamentos Turísticos Estalagens Motéis Pensões TOTAL GERAL Fonte/data: INE -Set/07 - (última actualização 01/10/2007) 4
5 Ao nível da capacidade de alojamento, a liderança cabe ao Algarve, respondendo por cerca de 37% do total de camas, seguindo-se Lisboa e Vale do Tejo (18,2%), o Centro (13,9%) e o Norte (13,4%). A repartição por tipo de estabelecimento revela que os hotéis concentraram 48% do total da oferta de camas, seguindo-se as pensões (16%), os apartamentos turísticos (14%) e os hotéis-apartamentos (13%). Distribuição regional da capacidade de alojamento (em 2006) Capacidade de alojamento por tipo de estabelecimento, em 2006 Madeira 10,9% Açores 3,2% Norte 13,4% Centro 13,9% Estalagens 2% Apartamentos Turísticos 14% Motéis 1% Pensões 16% Algarve 36,9% Alentejo 3,5% Lisboa 18,2% Aldeamentos Turísticos 5% Pousadas 1% - Apartamento 13% 48% Fonte: Cálculos próprios com base no INE - Estatísticas do Turismo Em termos de taxa de ocupação (relação entre o número de dormidas e o número de camas disponíveis), desde 2004 os estabelecimentos hoteleiros têm vindo a registar um aumento deste indicador. Em 2006 registou-se um valor de 48%, ligeiramente superior ao observado no ano anterior (mais 1,7 pontos percentuais). Taxa de ocupação-cama (%) 56,0 54,0 52,0 50,0 48,0 46,0 44,0 42,0 40, A Região Autónoma da Madeira, Lisboa, Algarve e Norte foram as regiões que atingiram em 2006 as taxas de ocupação mais elevadas e, também, as que registaram acréscimos mais significativos, respectivamente 3,5 pontos percentuais (p.p.), 6,0 p.p., 0,7 p.p. e 1,9 p.p. A região Autónoma dos Açores registou o decréscimo mais acentuado (-2,8 p.p., seguindo-se o Centro, -1,9 p.p. e o Alentejo, -0,1 p.p.). 5
6 Tipologia de Estabelecimento Taxa de Ocupação-Cama (NUTS II), em (%) Hoteleiro Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Madeira Açores PORTUGAL Total 41,0 36,4 54,3 36,5 61,0 55,1 38,9 50,0 5* 45,8 40,3 49,4 n.d. 50,6 54,7 n.d. 50,7 4* 40,8 39,5 54,5 33,6 65,9 56,5 42,2 54,0 3* 42,9 34,3 58,9 37,9 60,7 49,3 36,5 45,3 -Apartamento 32,3 28,6 51,5 23,0 50,0 70,7 27,7 53,6 Pousadas 47,8 56,0 59,1 50,1 56,7 n.d. n.d. 51,1 Estalagens 27,9 23,6 36,2 36,5 n.d. 54,8 21,5 40,5 Aldeamentos Turísticos n.d. n.d. 38,3 8,0 42,2 n.d. n.d. 40,7 Apartamentos Turísticos 15,5 8,1 36,1 36,6 37,7 62,7 22,8 37,6 Aldeamentos+Apartamentos 15,5 8,1 37,6 19,5 38,9 62,7 22,8 38,5 TOTAL GERAL 40,1 35,3 53,5 33,1 48,2 60,9 37,4 48,3 Fonte/data: Direcção Geral do Turismo - Set/07 (última actualização 22/09/2007) n.d.- não disponível Os resultados preliminares de 2007 relativos à actividade turística revelam uma evolução positiva para a generalidade dos indicadores. Em 2007 os proveitos totais na hotelaria aproximaram-se dos 1923,3 milhões de euros e os de aposento dos 1292,8 milhões de euros, correspondendo a variações homólogas positivas de 10,4% e 12,1%, respectivamente. Proveitos totais e de aposento Milhares Ano Proveitos totais Proveitos de aposento Os estabelecimentos hoteleiros licenciados acolheram cerca de 13,3 milhões de hóspedes, a que corresponderam cerca de 39,6 milhões de dormidas, traduzindo, comparativamente a 2006, um acréscimo de 7,4% e 5,3%, respectivamente. 6
7 e estabelecimentos similares: Hóspedes e Dormidas (em 10 3 ) Hóspedes Residentes em Portugal Residentes no Estrangeiro Dormidas Residentes em Portugal Residentes no Estrangeiro Os não residentes contribuíram com cerca de 26,7 milhões de dormidas (equivalente a 67,4% do total das dormidas), o que correspondeu a uma acréscimo de 5,7%, enquanto os residentes originaram cerca de 12,9 milhões de dormidas, representando um aumento de 4,4% relativamente a e estabelecimentos similares: Hóspedes (em 10 3 ) Total Norte Centro Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira e estabelecimentos similares: Hóspedes (em 10 3 ) Total Apartamentos Apartamentos Turísticos Aldeamentos Turísticos Motéis Pousadas Estalagens Pensões Em termos do número de dormidas nos estabelecimentos hoteleiros, após os decréscimos verificados em 2002 e 2003, ao longo dos últimos anos tem-se assistido a um aumento deste indicador. Dormidas nos estabelecimento hoteleiros (P) 7
8 Distribuição das dormidas por tipo de estabelecimento Motéis 1% Aldeamentos Turísticos 4% Pousadas 1% Estalagens 2% Pensões 10% Apartamentos Turísticos 11% -Apartamentos 16% 55% Analisando a distribuição das dormidas por tipo de estabelecimento, observaram-se em 2007, em comparação com o ano de 2006, aumentos das dormidas nos vários tipos de estabelecimento, com excepção dos aldeamentos turísticos. Taxa de variação das dormidas por tipo de estabelecimento (2007/2006) 18,0% 16,0% 16,3% 14,0% 12,0% 10,0% 8,0% 6,0% 7,2% 6,8% 4,0% 2,0% 2,6% 1,9% 0,8% 2,3% 0,0% -2,0% -4,0% - Apartamentos Aldeamentos Apartamentos Turísticos Turísticos -1,8% Motéis Pousadas Estalagens Pensões A distribuição regional do total de dormidas revela, em termos de evolução nos dois últimos anos, crescimentos em todas as regiões, com particular destaque para o Alentejo (12,1%), o Centro (9,6%), o Norte (9,1%) e Região de Lisboa (cerca de 6%). De notar que três regiões (Algarve, Lisboa e Madeira) concentram cerca de três quartos das dormidas em estabelecimentos hoteleiros. 8
9 Estrutura das dormidas nos estabelecimentos hoteleiros, por NUT II 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% (P) R A Madeira R A Açores Algarve Alentejo Lisboa Centro Norte Estrutura das dormidas nos estabelecimentos hoteleiros por categoria 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% (P) Pensões Estalagens Pousadas Motéis Aldeamentos Turísticos Apartamentos Turísticos -Apartamentos De acordo com o INE, em 2007 não se verificaram alterações nos principais mercados emissores, Reino Unido, Alemanha, Espanha, Países Baixos, França, Irlanda e Itália representaram 75,7% do total das dormidas de não residentes. O comportamento destes mercados foi predominantemente positivo, face a 2006, destacando-se os acréscimos das dormidas do mercado francês (16%), do irlandês (6,9%), do britânico (5,8%), do espanhol e italiano (ambos com 5,5%). Os destinos preferenciais dos não residentes continuaram a ser o Algarve (42,4%), Lisboa (23%) e a Região Autónoma da Madeira (19,4%). Os residentes revelaram igualmente preferência pelo Algarve (25,7%) e também por Lisboa, Norte e Centro, cada uma destas regiões concentrando cerca de 19% do total das dormidas dos residentes. 9
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