PRODUÇÃO DE MUDAS NA CENIBRA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRODUÇÃO DE MUDAS NA CENIBRA"

Transcrição

1 PRODUÇÃO DE MUDAS NA CENIBRA

2 FLUXOGRAMA DE PRODUÇÃO DE MUDA CLONAL JARDIM CLONAL COLHEITA DE BROTOS PLANTIO DE ESTACA CASA DE VEGETAÇÃO CASA DE SOMBRA CRESCIMENTO RUSTIFICAÇÃO/ EXPEDIÇÃO SUBIRRIGAÇÃO TRANSPORTE ERGONÔMICO

3 JARDIM CLONAL - 1 Área = 2.529,70m 2 Quantidade de mesas = 561 un Capacidade de minicepas = un. Capacidade de produção = estacas / mês Sistema de irrigação = Subirrigação

4 JARDIM CLONAL - 2 ÁREA = 3211,65 M² Quantidade de linhas = 90 un. Capacidade de Minicepas = un Capacidade de Produção = estacas/mês Sistema de irrigação = Gotejamento

5 Lavagem, seleção e desinfecção de tubetes Preparo de substrato e enchimento de tubetes

6 Sistema de Ferti-irrigação e Reciclagem de Água

7 Transporte ergonômico

8 Plantio de estaca

9 CASA DE VEGETAÇÃO Área = m 2 Quantidade de mesas = 930 un Capacidade de mudas = un. Capacidade de produção = Sistema de irrigação = Nebulização Tempo de permanência = 24 dias

10 CASA DE SOMBRA Área = m 2 Quantidade de mesas = 400 un. Capacidade de mudas = un. Capacidade de produção = Sistema de irrigação = Aspersão Tempo de permanência = 6 dias

11 CRESCIMENTO Área = ,30 m 2 Quantidade de mesas = un Capacidade de mudas = un. Capacidade de produção = Sistema de irrigação = Subirrigação / Aspersão Tempo de permanência = 25 dias

12 ACLIMATAÇÂO/EXPEDIÇÂO Área = ,85 m 2 Quantidade de mesas = 2716 un Capacidade de mudas = un. Capacidade de produção = Sistema de irrigação = Aspersão Tempo de permanência = 20 dias

13 INFORMAÇÕES GERAIS Área total viveiro = 7,0 ha Área de processo produtivo = 3,66 ha Área de infra-estrutura = 3,34 ha Capacidade de produção = de mudas Programa de produção 2006 = de mudas Tempo médio de produção = 75 dias

14 ITENS DE CONTROLE Enraizamento após 1ª seleção = 89,0 % Aproveitamento final = 84,0 % Consumo de água por milheiro = 6,7 m³ Consumo de defensivos = 0,67 ml/milheiro Produtividade por m² Jardim de areia = 941 estacas Produtividade por m² Jardim de inox = 585 estacas

15 ITENS DE CONTROLE Produtividade por m² Jardim de areia (área total) = 566 estacas Produtividade por m² Jardim de inox (área total) = 517 estacas Custo em Reais por milheiro = R$ 123,00

16 HISTÓRICO DE ENRAIZAMENTO Enraizamento de mudas 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 90,0 100,0 Jan Abr Jul Out Jan Abr Jul Out Jan Abr Jul Out Jan Abr Jul Out Jan Abr Jul Out Jan Abr Jul Out Jan Abr Jul Out Mês % Plano Real % % % % % % %

17 PRINCIPAIS DOÊNÇAS E PRAGAS CYLINDROCLADIUM OÍDIO QUAMBALARIA BOTRYTIS ÀCARO LAGARTA

18 ASPECTOS POSITIVOS DO PROCESSO DE PRODUÇÃO Menor demanda de área Menor consumo de água Custo de produção competitivo Menor emissão de efluentes líquidos Menor tempo para produção de mudas Maior eficiência do processo produtivo Maior controle fitossanitário Maior economia de insumos Melhores condições ergonômicas

19 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA PROCESSO FLORESTAL

20 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Produção de Celulose Produto : Celulose Branqueada de Eucalipto Estrutura Acionária : JBP (100%) mil tsa

21 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Distribuição das Vendas America do Norte 6 % Europa 35 % Asia 26,0 % Japão 24,0 % Brasil 6,0% America Latina 3,0 % Base 2005

22 1 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Contexto CENIBRA Governador Valadares Belo Horizonte - A Ipatinga

23 Contexto CENIBRA Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Peçanha SÃO JOÃO EVANGELISTA Guanhães Belo Oriente Nova Era Ipaba GUANHÃES Posses SABINÓPOLIS COROACI Correntinho GUANHÃES SARDOÁ GOVERNADOR VALADARES DIVINOLÂNDIA DE MINAS VIRGINÓPOLIS GONZAGA SÃO GERALDO DA PIEDADE Sapucaia de Guanhães ALPERCATA DORES DE GUANHÃES BRAUNA 48 municípios AÇUCENA CARMÉSIA N T I SA RI O Periquito O BELO ORIENTE JOANÉSIA A NTÔ NI O 5,1% das terras MESQUITA FERROS BELO ORIENTE SOBRÁLIA 1 1 TARUMIRIM 8 38 SANTANA DO PARAÍSO DOM CAVATI -- B B R 4 SANTA MARIA DE ITABIRA CORONEL FABRICIANO IPATINGA TIMÓTEO BR Iapu IPABA JAGUARAÇU ANTÔNIO DIAS R NOVA ERA ITABIRA IPABA MARLIÉRIA B BELO HORIZONTE NOVA ERA JOÃO MONLEVADE BELA VISTA DE MINAS Carvalho de Brito SABARÁ CAETÉ SÃO DOMINGOS DO PRATA BARÃO DE COCAIS NOVA LIMA SANTA BÁRBARA PARQUE FLORESTAL ESTADUAL DO RIO DOCE Uso da Terra Cultivada Reserva Natural Infra-estrutura Disp. P/ plantio ha % TOTAL

24 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Contexto CENIBRA DECLIVIDADE % ÁREA 0º - 15º 43 16º - 26º 42 > 26º 15

25 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Pesquisa e Desenvolvimento Incremento Médio M Anual (1ª rotação - 7 anos (m³/ha/ano)) 40,2 41,1 44, , até

26 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Processo Produtivo Silvicultura Espécies plantadas (2005) Híbridos : 84,81 % (E.urophylla e E.grandis) Eucalyptus grandis: 15,19 % 100% Clones

27 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Processo Produtivo Colheita Mecanizada = 48% Manual e Semi-mecanizada = 52%

28 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Infra-estrutura Processo Produtivo Manutenção e Construção de Estradas Transporte de Madeira Estradas Secundárias = Km Estradas Principais= Km Rodoviário = 65% Ferroviário = 45%

29 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Abastecimento de Madeira Política de Abastecimento Próprio (%) Mercado Florestal (%) Fomento (%) = m³

30 * Base real 2004 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Logística Distância Média: 104 Km Abastecimento de Madeira GUANHÃES 22 % FÁBRICA NOVA ERA 24 % PÁTIO PÁTIO Madeira Terceiro 3 % PÁTIO FERROVIÁRIO BELO ORIENTE 31 % SÃO MATEUS 20 %

31 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Parcerias e Interfaces BEPP NUTREE GT-PLAN IPEF SIF GENOPYPTUS PTSM RISOLYPUS PSILÍDEO TI-FLORESTAL RMEA ISO Comitê da Bacia ISO CODEMA ABRAF CERFOR FSC AMS SBS

32 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Projetos Ambientais e Sociais empregos diretos, sendo próprios e prestadores de serviço empregos indiretos

33 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Projetos Ambientais e Sociais SOCIAL AMBIENTAL Ação cidadania Escola Escola de vida Mutirão Mutirão da educação Parceria Parceria agrícola Parceria Parceria apícola Portas Portas Abertas Fazenda Fazenda Macedônia Monitoramento flora Monitoramento água Monitoramento fauna Recuperação matas ciliares Vizinho Vizinho Legal UniecoUnieco Cenibra Cenibra móvelm

34 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Projetos Ambientais e Sociais SOCIAL AMBIENTAL Rede de Monitoramento de Transporte - RMT Rede Percepção de Odor Fale Conosco : Via internet ou 0800 Técnico Desenvolvimento Social Instituto Cenibra

35 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Certificações Tanto Indústria quanto Floresta são certificadas pela ISO 9002 e ISO Certificação do Manejo Florestal A CENIBRA recebeu os Certificados em julho/2005, com a primeira auditoria de manutenção realizada em fevereiro 2006

36 Celulose Nipo-Brasileira S.A. - CENIBRA Obrigado!

MONITORAMENTO DE FORMIGAS CORTADEIRAS NA CENIBRA

MONITORAMENTO DE FORMIGAS CORTADEIRAS NA CENIBRA Pesquisa e Desenvolvimento Florestal () 15ª Reunião Técnica do PROTEF Campinas 22/04/2010 MONITORAMENTO DE FORMIGAS CORTADEIRAS NA CENIBRA Produção de Celulose R.01 - SL.2 Produto : Celulose Branqueada

Leia mais

LOGÍSTICA INTEGRADA DA MADEIRA. Francisco Eduardo de Faria

LOGÍSTICA INTEGRADA DA MADEIRA. Francisco Eduardo de Faria LOGÍSTICA INTEGRADA DA MADEIRA Francisco Eduardo de Faria LOGÍSTICA INTEGRADA DA MADEIRA AGENDA: Introdução Desenvolvimento Resultados Conclusão LOGÍSTICA INTEGRADA DA MADEIRA AGENDA: Introdução Desenvolvimento

Leia mais

blico-privada ( PPP ): Sinergia de sucesso no Fomento Florestal em Minas Gerais.

blico-privada ( PPP ): Sinergia de sucesso no Fomento Florestal em Minas Gerais. Parceria PúblicoP blico-privada ( PPP ): Sinergia de sucesso no Fomento Florestal em Minas Gerais. João Cancio de Andrade Araújo Superintendente Florestal ASIFLOR BRASÍLIA MARÇO/2010 ASSOCIAÇÃO DAS SIDERÚRGICAS

Leia mais

SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS DO SISTEMA DE INTEGRAÇÃO PRODUTOR INDÚSTRIA (FOMENTO FLORESTAL) VITÓRIA_ES 02/09/2015

SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS DO SISTEMA DE INTEGRAÇÃO PRODUTOR INDÚSTRIA (FOMENTO FLORESTAL) VITÓRIA_ES 02/09/2015 SITUAÇÃO ATUAL E TENDÊNCIAS DO SISTEMA DE INTEGRAÇÃO PRODUTOR INDÚSTRIA (FOMENTO FLORESTAL) VITÓRIA_ES 02/09/2015 - Vídeo institucional Vídeo Institucional NOSSA HISTÓRIA 1924 Leon Feffer começa suas atividades

Leia mais

A Suzano e o Fomento na Bahia

A Suzano e o Fomento na Bahia A Suzano e o Fomento na Bahia Como é a atuação da Suzano na região? Fundada há 85 anos, a Suzano começou a produzir papel em 1940 e celulose em 1950 sempre abastecendo o mercado brasileiro e os de diversos

Leia mais

Local: Mogi Guaçu São Paulo Brasil. Evento Oficial:

Local: Mogi Guaçu São Paulo Brasil. Evento Oficial: Local: Mogi Guaçu São Paulo Brasil Evento Oficial: 3 BRASIL HISTÓRICO O Brasil é referência mundial quando o assunto é floresta plantada. Por isso, é o lugar certo para a maior feira florestal dinâmica

Leia mais

13-05-2015 EUCALIPTO. plantio. Projeção de Receitas e Resultados. Fomento. Como suprir tamanha demanda preservando as florestas nativas?

13-05-2015 EUCALIPTO. plantio. Projeção de Receitas e Resultados. Fomento. Como suprir tamanha demanda preservando as florestas nativas? 13-05-2015 Como suprir tamanha demanda preservando as florestas nativas? Através de florestas plantadas de Eucalipto e Pinus. Cada 1ha destas preservam 10ha de nativas. EUCALIPTO O plantio de Eucalipto

Leia mais

Manejo de bacias hidrográficas e gestão de recursos hídricos em empreendimentos florestais

Manejo de bacias hidrográficas e gestão de recursos hídricos em empreendimentos florestais Manejo de bacias hidrográficas e gestão de recursos hídricos em empreendimentos florestais II Encontro Brasileiro de Silvicultura Robson Laprovitera Gerente de Planejamento Florestal Campinas, Abril de

Leia mais

1) Mudanças climáticas, desenvolvimento sustentável e o mercado de carbono

1) Mudanças climáticas, desenvolvimento sustentável e o mercado de carbono Experiências do Setor Privado no Reflorestamento Ambiental e na Obtenção de Crédito de Carbono O caso PLANTAR PLANTAR CARBON Congresso Brasileiro de Reflorestamento Ambiental Guarapari, 16 de setembro

Leia mais

Silvicultura & Meio Ambiente Celso Foelkel

Silvicultura & Meio Ambiente Celso Foelkel Silvicultura & Meio Ambiente Celso Foelkel www.celso-foelkel.com.br www.eucalyptus.com.br Porquê precisamos plantar florestas? O ser humano sempre amou as coisas de madeira e as florestas Afinal, a floresta

Leia mais

Sustentabilidade do Setor Florestal

Sustentabilidade do Setor Florestal Sustentabilidade do Setor Florestal Quem somos o Somos o resultado da União de duas empresas brasileiras com forte presença no mercado global de produtos florestais renováveis. o Uma nova empresa com

Leia mais

A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal

A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal A importância da gestão para o pequeno e médio produtor florestal Richard Respondovesk ESALQ - 20/08/2014 Tópicos A Empresa Áreas de atuação Cadeia produtiva florestal Planejamento e mercado Uso de tecnologias

Leia mais

Orientadora do Projeto Integrado Profª Alessandra Sutti

Orientadora do Projeto Integrado Profª Alessandra Sutti Orientadora do Projeto Integrado Profª Alessandra Sutti Equipe SOGMA Sócia-Diretora da SOGMA, Fernanda Villas Boas Frediani é Gestora Ambiental, formada pela FMU. Têm em seu currículo especialização na

Leia mais

Visão Geral do Potencial do Mercado Florestal para a Região do MATOPIBA Tocantins Florestal Nov/2013

Visão Geral do Potencial do Mercado Florestal para a Região do MATOPIBA Tocantins Florestal Nov/2013 Visão Geral do Potencial do Mercado Florestal para a Região do MATOPIBA Tocantins Florestal Nov/2013 www.consufor.com A EMPRESA A Consufor é uma empresa de consultoria em NEGÓCIOS e ESTRATÉGIAS, especializada

Leia mais

Procedimento IFC. Antonio José de Sousa

Procedimento IFC. Antonio José de Sousa Procedimento IFC PROJETO FLORESTAL BRASIL Antonio José de Sousa Junho 2010 LOCALIZAÇÃO PLANO DE NEGOCIO A Florestal foi constituída em julho de 2007, tendo como acionistas a J&F Participações S.A e a MCL

Leia mais

Klabin S.A. Uma Empresa Brasileira

Klabin S.A. Uma Empresa Brasileira Klabin S.A. Uma Empresa Brasileira Klabin 15 unidades fabris em oito estados do Brasil 15 unidades fabris em oito estados do Brasil e uma na Argentina Maior produtora, exportadora e recicladora de papéis

Leia mais

VALLOUREC UNIDADE FLORESTAL

VALLOUREC UNIDADE FLORESTAL VALLOUREC UNIDADE FLORESTAL A EMPRESA Fundada em 1969, o objetivo principal da Vallourec unidade Florestal é o plantio de florestas de eucalipto para, a partir delas, produzir o carvão vegetal, um dos

Leia mais

Perspectivas da Indústria Nacional de Celulose e Papel

Perspectivas da Indústria Nacional de Celulose e Papel 35º. Fórum ANAVE Perspectivas da Indústria Nacional de Celulose e Papel Simone Nagai 9 de novembro, 2010 Temas: O Setor Base Florestal Contribuição Social e Ambiental Investimentos e Perspectivas 2 Desempenho

Leia mais

A Ibá e o Setor de Florestas Plantadas

A Ibá e o Setor de Florestas Plantadas A Ibá e o Setor de Florestas Plantadas Beatriz P. Milliet Câmara Temática de Infraestrutura e Logística do Agronegócio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 30 de setembro- 2015 1 1 A Ibá

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA MANEJO FLORESTAL PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PARA PLANTAÇÕES FLORESTAIS. PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.789: 2007 - CERFLOR

RELATÓRIO DE AUDITORIA MANEJO FLORESTAL PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PARA PLANTAÇÕES FLORESTAIS. PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.789: 2007 - CERFLOR RELATÓRIO DE AUDITORIA MANEJO FLORESTAL PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PARA PLANTAÇÕES FLORESTAIS. PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.789: 2007 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: CENIBRA CELULOSE NIPO BRASILEIRA ESCOPO

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS

PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS SECRETARIA MUNICIPAL DE OBRAS PROGRAMA Nº - 034 Recuperação Geológica de Áreas de Risco Contenção de Encostas SUB-FUNÇÃO: 543 RECUPERAÇÃO DE ÁREA DEGRADADAS Identificar áreas de risco; desenvolver projetos

Leia mais

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL

FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL FLORESTAS PLANTADAS E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NO BRASIL Uma posição institucional conjunta de: Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais Sociedade Brasileira de Silvicultura Departamento de Ciências

Leia mais

Plantio de eucalipto na pequena propriedade rural

Plantio de eucalipto na pequena propriedade rural Plantio de eucalipto na pequena propriedade rural Imbatíveis em seu crescimento rápido, os eucaliptos são fonte de matériaprima para uma série de produtos de primeira necessidade, presentes em todas as

Leia mais

FuturaGene Visão Geral

FuturaGene Visão Geral FuturaGene Visão Geral Agenda Apresentação Institucional Introdução Porque a Biotecnologia Nosso negócio Resumo 2 Introdução Líder brasileiro em biotecnologia florestal Setor atraente; expectativas da

Leia mais

Cedro Australiano (Toona ciliata)

Cedro Australiano (Toona ciliata) TECNOLOGIA E VIDA Cedro Australiano (Toona ciliata) Características gerais e botânicas: Planta da família Meliaceae; Altura varia entre 20 a 35 m; Tronco ereto e cilíndrico; Folhas compostas paripinadas

Leia mais

Casos práticos de certificação O Grupo APFCertifica

Casos práticos de certificação O Grupo APFCertifica Casos práticos de certificação O Grupo APFCertifica Carlota Alves Barata Associação de Produtores Florestais de Coruche Castro Verde, 23 de Abril de 2013 Coruche em números: Área: 1120 km 2 60% área florestal

Leia mais

NORTE DO ES: ARACRUZ E ÁREAS DE INFLUÊNCIA

NORTE DO ES: ARACRUZ E ÁREAS DE INFLUÊNCIA NORTE DO ES: ARACRUZ E ÁREAS DE INFLUÊNCIA Aracruz Celulose e a Estrada de Ferro Vitória Minas Esse estudo tem como objeto de análise uma região caracterizada pela influência de dois sistemas de infra-estrutura:

Leia mais

PROJETOS FLORESTAIS: QUALIFICAÇÕES (PLANTAÇÕES COMERCIAIS)

PROJETOS FLORESTAIS: QUALIFICAÇÕES (PLANTAÇÕES COMERCIAIS) PROJETOS FLORESTAIS: QUALIFICAÇÕES (PLANTAÇÕES COMERCIAIS) * Rubens C. Garlipp São Paulo - SP 07 de junho de 2001 Mudanças Climáticas: Uma Abordagem Estrutural 3ª Semana FIESP / CIESP de Meio Ambiente

Leia mais

12 de maio de 2015 - Belo Horizonte (MG) PROJETO PREMIADO. Realização. 11 3895-8590 [email protected] www.revistaminerios.com.

12 de maio de 2015 - Belo Horizonte (MG) PROJETO PREMIADO. Realização. 11 3895-8590 eventos@revistaminerios.com.br www.revistaminerios.com. 12 de maio de 2015 - Belo Horizonte (MG) PROJETO PREMIADO Realização 11 3895-8590 [email protected] www.revistaminerios.com.br Detalhamento do Projeto Título: Viveiro Florestal de Presidente

Leia mais

Bases Para Uma Indústria Florestal Competitiva no Mato Grosso

Bases Para Uma Indústria Florestal Competitiva no Mato Grosso Bases Para Uma Indústria Florestal Competitiva no Mato Grosso Histórico O Grupo Floresteca foi fundada em 1994 tendo como objetivo o desenvolvimento de plantações de teca no Brasil de maneira sustentável

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS EM UM CENÁRIO DE CRISE HÍDRICA

GERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS EM UM CENÁRIO DE CRISE HÍDRICA GERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS EM UM CENÁRIO DE CRISE HÍDRICA A ÁGUA NO MUNDO E NO BRASIL Um sexto da população mundial, mais de um bilhão de pessoas, não têm acesso a água potável; Segundo a ONU,

Leia mais

Proposta de Criação da Floresta Estadual José Zago. Consulta Pública

Proposta de Criação da Floresta Estadual José Zago. Consulta Pública Proposta de Criação da Floresta Estadual José Zago Consulta Pública 2015 Base Legal Lei Federal nº 9.985 de 18 de julho de 2000 Regulamenta o artigo 225 da Constituição Federal e Institui o Sistema Nacional

Leia mais

O selo verde garante que o produto respeita rios e nascentes

O selo verde garante que o produto respeita rios e nascentes O selo verde garante que o produto respeita rios e nascentes Secretária executiva do FSC, ONG que gerencia a principal certificação de florestas, diz que o desafio agora é ampliar atuação na Mata Atlântica

Leia mais

A CERTIFICAÇÃO FSC DA DURATEX Seminário Internacional sobre Tendências Florestais. 10 a 12 de maio de 2000. Curitiba - Paraná

A CERTIFICAÇÃO FSC DA DURATEX Seminário Internacional sobre Tendências Florestais. 10 a 12 de maio de 2000. Curitiba - Paraná A CERTIFICAÇÃO FSC DA DURATEX Seminário Internacional sobre Tendências Florestais 10 a 12 de maio de 2000 Curitiba - Paraná INFORMAÇÕES GERAIS ÁREA FLORESTAL INFORMAÇÕES GERAIS ÁREA FLORESTAL BAHIA (ESPLANADA)

Leia mais

DIAGNÓSTICOS AMBIENTAIS. Coleta e Análises de Águas Superficiais com Laboratórios Certificados

DIAGNÓSTICOS AMBIENTAIS. Coleta e Análises de Águas Superficiais com Laboratórios Certificados DIAGNÓSTICOS AMBIENTAIS Coleta e Análises de Águas Superficiais com Laboratórios Certificados Executamos projetos para recuperar áreas degradadas, utilizando ferramentas e materiais alternativos, como

Leia mais

Projeto: Florestas Urbanas

Projeto: Florestas Urbanas Projeto: Florestas Urbanas Consultoria Ondalva Serrano Assessoria Mauro Victor Marco A. Martins Florestas Urbanas: Conceitos Florestas urbanas: Comunidades biológicas de ecossistemas naturais e/ou construídos,

Leia mais

Medidas para superação de obstáculos para redução de emissões

Medidas para superação de obstáculos para redução de emissões MODERNIZAÇÃO DA PRODUÇÃO DE CARVÃO VEGETAL Medidas para superação de obstáculos para redução de emissões Túlio Jardim Raad e Vamberto de Melo Seminário CGEE & DECOI da SDP/MDIC - Brasília, 20.05.2014 OBJETIVO

Leia mais

Liberação comercial Eucalipto geneticamente modificado (H421) Potenciais riscos para a apicultura Brasileira

Liberação comercial Eucalipto geneticamente modificado (H421) Potenciais riscos para a apicultura Brasileira Liberação comercial Eucalipto geneticamente modificado (H421) Potenciais riscos para a apicultura Brasileira Esther Margarida Bastos Fundação Ezequiel Dias/ Belo Horizonte/ MG A apicultura é de fundamental

Leia mais

Reflorestamento de Uso Múltiplo: Modelos de reflorestamento com funções ecológicas e aproveitamento

Reflorestamento de Uso Múltiplo: Modelos de reflorestamento com funções ecológicas e aproveitamento Dr. Sergius Gandolfi Reflorestamento de Uso Múltiplo: Modelos de reflorestamento com funções ecológicas e aproveitamento econômico Seminário Reflorestamento da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro

Leia mais

CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE

CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE CONTROLE AMBIENTAL NO SETOR DE CELULOSE E PAPEL NEI R. LIMA COORDENADOR DA COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE ABTCP Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel é uma instituição criada para dar apoio às empresas

Leia mais

Manejo Integrado de Pragas Florestais Eucalipto como Estudo de caso. José Eduardo Petrilli Mendes FIBRIA

Manejo Integrado de Pragas Florestais Eucalipto como Estudo de caso. José Eduardo Petrilli Mendes FIBRIA Manejo Integrado de Pragas Florestais Eucalipto como Estudo de caso José Eduardo Petrilli Mendes FIBRIA Roteiro - Breve apresentação da Fibria - ÁreacomflorestasplantadasnoMS - Importância das pragas para

Leia mais

Incêndios florestais no Amapá

Incêndios florestais no Amapá FLORESTA 30(1/2): 23-36 Incêndios florestais no Amapá DORACI MILANI RESUMO Os incêndios florestais são responsáveis por grandes perdas tanto vegetais quanto animais e em sua maioria estão associados a

Leia mais

Restauração Ecossistêmica RPPN Fazenda Bulcão (Aimorés/MG) e Reserva Biológica de Itapina (Colatina/ES) Instituto Terra

Restauração Ecossistêmica RPPN Fazenda Bulcão (Aimorés/MG) e Reserva Biológica de Itapina (Colatina/ES) Instituto Terra Restauração Ecossistêmica RPPN Fazenda Bulcão (Aimorés/MG) e Reserva Biológica de Itapina (Colatina/ES) Instituto Terra Quem somos O Instituto Terra é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada

Leia mais

Serviço Geológico do Brasil CPRM

Serviço Geológico do Brasil CPRM Serviço Geológico do Brasil CPRM Sistema de Alerta de Cheias na Bacia do Rio Doce Elizabeth Guelman Davis Pesquisadora em Geociências 30/10/2013 Missão "Gerar e difundir o conhecimento geológico e hidrológico

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC)

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC) PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC) Viveirista de Plantas e Flores Florestal 2014 Reitora da Universidade Federal de Viçosa Nilda de Fátima Ferreira Soares Pró-Reitor de

Leia mais

Linhas de Crédito do BNDES

Linhas de Crédito do BNDES Linhas de Crédito do BNDES UFV-DEF-SIF Belo Horizonte 5 de setembro de 2005 Historico do Apoio do BNDES Florestas Plantadas pelas Empresas de P & C Floresta da Copener Projeto Norcell Florestas de Empresas

Leia mais

IMPORTÂNCIA DO CARVÃO VEGETAL PARA A ECONOMIA BRASILEIRA. Alessandro Albino Fontes

IMPORTÂNCIA DO CARVÃO VEGETAL PARA A ECONOMIA BRASILEIRA. Alessandro Albino Fontes Universidade Federal de Viçosa Departamento de Engenharia Florestal IMPORTÂNCIA DO CARVÃO VEGETAL PARA A ECONOMIA BRASILEIRA Alessandro Albino Fontes 1. INTRODUÇÃO Definição O carvão vegetal é um subproduto

Leia mais

BIOSFERA REGIÃO. Entidades de pesquisa, ensino e extensão ONG PAISAGEM EMPRESA FLORESTAL BACIA HIDROGRÁFICA. Comunidade local UMF

BIOSFERA REGIÃO. Entidades de pesquisa, ensino e extensão ONG PAISAGEM EMPRESA FLORESTAL BACIA HIDROGRÁFICA. Comunidade local UMF ASPECTOS AMBIENTAIS INTEGRADOS AO PROCESSO PRODUTIVO DA COLHEITA DE MADEIRA ENVIRONMENTAL ASPECTS INTEGRATED IN THE HARVESTING PRODUCTION PROCESS Paulo Henrique Dantas Coordenação de Meio Ambiente Industrial

Leia mais

OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL

OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL APRESENTAÇÃO OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE ENERGIA NO BRASIL AGROICONE JULHO 2015 TEMA CÓDIGO FLORESTAL PROJETO OPORTUNIDADES PARA FLORESTAS ENERGÉTICAS NA GERAÇÃO DE BIOENERGIA

Leia mais

CERTIFICAÇÃO SOCIOAMBIENTAL

CERTIFICAÇÃO SOCIOAMBIENTAL CERTIFICAÇÃO SOCIOAMBIENTAL Alexandre Sakavicius Borges Coordenador de certificação florestal [email protected] São Paulo 18/11/2009 www.imaflora.org MISSÃO O Imaflora incentiva e promove mudanças

Leia mais

2ª etapa. Discussão aprofundada de cada uma das propostas aprovadas para o Plano no 7º Fórum de Saneamento. Grupos de Trabalho

2ª etapa. Discussão aprofundada de cada uma das propostas aprovadas para o Plano no 7º Fórum de Saneamento. Grupos de Trabalho 7º Fórum de Saneamento e Meio Ambiente Grupos de Trabalho As propostas aprovadas são entendidas como desejos dos usuários que devem ser transformadas em diretrizes de gestão. Grupos de Trabalho 2ª etapa

Leia mais

Gestão Ambiental POLÍTICA AMBIENTAL SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL

Gestão Ambiental POLÍTICA AMBIENTAL SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL Gestão Ambiental A área de Sistema de Gestão Ambiental da Usinas Itamarati tem iniciativas voltadas para preservar e desenvolver a natureza do entorno onde a empresa está inserida. A Usinas Itamarati assume

Leia mais

Uso múltiplo de eucalipto em propriedades rurais

Uso múltiplo de eucalipto em propriedades rurais Uso múltiplo de eucalipto em propriedades rurais Paulo Sérgio dos Santos Leles Prof. Instituto de Florestas / UFRRJ 02 a 04 de setembro de 2015, Vitória - ES O que é uso múltiplo / multiproduto do eucalipto?

Leia mais

RECICLAGEM DE ÁGUA. CENIBRA Belo Oriente Minas Gerais

RECICLAGEM DE ÁGUA. CENIBRA Belo Oriente Minas Gerais RECICLAGEM DE ÁGUA CENIBRA Belo Oriente Minas Gerais Junho/2014 PROCESSO PRODUTIVO Preparo do Cavaco Cozimento e Branqueamento Secagem e Enfardamento Gerador de Energia Evaporação Caldeira de Recuperação

Leia mais

RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL

RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL Introdução Este documento é um resumo dos programas e procedimentos da International Paper para a gestão do seu processo florestal, sendo revisado anualmente. I N T

Leia mais

PRINCIPAIS DOENÇAS E PRAGAS EM PLANTIOS DE EUCALIPTO NO BRASIL

PRINCIPAIS DOENÇAS E PRAGAS EM PLANTIOS DE EUCALIPTO NO BRASIL PRINCIPAIS DOENÇAS E PRAGAS EM PLANTIOS DE EUCALIPTO NO BRASIL Prof. Dr. Edson Luiz Furtado - FCA/UNESP - Campus de Botucatu Prof. Dr. Carlos F. Wilcken - FCA/UNESP - Campus de Botucatu Coordenadores do

Leia mais

olímpico das 24 milhões de árvores Beto Mesquita

olímpico das 24 milhões de árvores Beto Mesquita Indução de reflorestamento no Rio de Janeiro: Das compensações ambientais ao desafio olímpico das 24 milhões de árvores Beto Mesquita Seminário Reflorestamento da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARULHOS SECRETARIA DE SAÚDE REGIÃO DE SAÚDE CANTAREIRA GERAÇÃO DE RENDA CAPACITAÇÃO JARDINAGEM & PAISAGISMO

PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARULHOS SECRETARIA DE SAÚDE REGIÃO DE SAÚDE CANTAREIRA GERAÇÃO DE RENDA CAPACITAÇÃO JARDINAGEM & PAISAGISMO PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARULHOS SECRETARIA DE SAÚDE REGIÃO DE SAÚDE CANTAREIRA GERAÇÃO DE RENDA CAPACITAÇÃO JARDINAGEM & PAISAGISMO VIVEIRO DE MUDAS NATIVAS GUARULHOS/SP 2009 I APRESENTAÇÃO Em setembro

Leia mais

APIMEC SP. 19 Agosto de 2008

APIMEC SP. 19 Agosto de 2008 APIMEC SP 19 Agosto de 2008 Disclaimer Algumas afirmações nesta apresentação podem ser projeções ou afirmações sobre expectativas futuras. Tais afirmações estão sujeitas a riscos conhecidos e desconhecidos

Leia mais

Implicações da Lei n.º 26/2013, de 11 de Abril nas explorações agrícolas

Implicações da Lei n.º 26/2013, de 11 de Abril nas explorações agrícolas Workshop Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos Implicações da Lei n.º 26/2013, de 11 de Abril nas explorações agrícolas Maria Paula Mourão DGAV Direção de Serviços de Meios de Defesa Sanitária

Leia mais

RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL

RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL RESUMO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL Introdução Este documento é um resumo dos programas e procedimentos da International Paper para a gestão do seu processo florestal, sendo revisado anualmente. I N T

Leia mais

Seminário GVcev Compras Sustentáveis no Varejo. Comércio de Madeira Certificada - Karla Aharonian [email protected]

Seminário GVcev Compras Sustentáveis no Varejo. Comércio de Madeira Certificada - Karla Aharonian karla.ecoleo@gmail.com Seminário GVcev Compras Sustentáveis no Varejo Comércio de Madeira Certificada - Karla Aharonian [email protected] Agenda Case EcoLeo A 1ª Revenda de Madeira Certificada da América Latina Certificação

Leia mais

MARCOS REGULATÓRIOS DE FLORESTAS PLANTADAS. Seminário PDFS/MT 2015

MARCOS REGULATÓRIOS DE FLORESTAS PLANTADAS. Seminário PDFS/MT 2015 MARCOS REGULATÓRIOS DE FLORESTAS PLANTADAS Seminário PDFS/MT 2015 É referência em questões e atividades que interferem na cadeia de florestas plantadas, sugerindo e opinando em políticas públicas de pesquisa,

Leia mais

Silvicultura de Nativas e a Restauração de APP e RL. Robson Oliveira Laprovitera Gerente Florestal

Silvicultura de Nativas e a Restauração de APP e RL. Robson Oliveira Laprovitera Gerente Florestal Silvicultura de Nativas e a Restauração de APP e RL Robson Oliveira Laprovitera Gerente Florestal Outubro/ 2009 Índice 1. Apresentação Institucional 2. Manejo Florestal da International Paper 3. Ecologia

Leia mais

CONSERVADOR DAS ÁGUAS LEI MUNICIPAL 2.100/2005

CONSERVADOR DAS ÁGUAS LEI MUNICIPAL 2.100/2005 CONSERVADOR DAS ÁGUAS LEI MUNICIPAL 2.100/2005 EXTREMA EXTREMO SUL DE MINAS. SERRA DA MANTIQUEIRA. 480 KM BH E 100 KM DA CIDADE DE SP. POPULAÇÃO 24.800 HABITANTES. CONTINUIDADE ADMINISTRATIVA DE 20 ANOS

Leia mais

INSTITUTO DE PESQUISAS E ESTUDOS FLORESTAIS

INSTITUTO DE PESQUISAS E ESTUDOS FLORESTAIS INSTITUTO DE PESQUISAS E ESTUDOS FLORESTAIS PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO A SERVIÇO DO SETOR FLORESTAL MODELO DE INTEGRAÇÃO UNIVERSIDADE-EMPRESA desde 1968 Empresas Associadas Acesita Energética

Leia mais

Negócios Inclusivos na Masisa. Uma oportunidade em que todos ganham

Negócios Inclusivos na Masisa. Uma oportunidade em que todos ganham Negócios Inclusivos na Masisa Uma oportunidade em que todos ganham Nossa Visão Ser líder em rentabilidade a longo prazo na indústria de painéis de madeira para móveis e arquitetura de interiores na América

Leia mais

Gestão Integrada em uma Empresa Florestal

Gestão Integrada em uma Empresa Florestal Gestão Integrada em uma Empresa Florestal XVI SEMINÁRIO DE ATUALIZAÇÃO SOBRE SISTEMAS DE COLHEITA DE MADEIRA E TRANSPORTE FLORESTAL 11 a 12 de abril de 2011 Wanderley Luiz Paranaiba Cunha ArcelorMittal

Leia mais

MEIO AMBIENTE E MINERAÇÃO MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE

MEIO AMBIENTE E MINERAÇÃO MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE COLOQUE O TÍTULO DE SUA APRESENTAÇÃO AQUI RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DA MINA DE PIÇARRÃO DADOS GERAIS SOBRE A MINA DE PIÇARRÃO Localização: Estrada de Ligação Santa Maria/Nova Era

Leia mais

I.L.P.F. - Integração Lavoura, Pecuária & Floresta. André Luiz C. Rocha Engenheiro Florestal:

I.L.P.F. - Integração Lavoura, Pecuária & Floresta. André Luiz C. Rocha Engenheiro Florestal: Tema: I.L.P.F. - Integração Lavoura, Pecuária & Floresta SAF Sistema Agroflorestal PALESTRANTE André Luiz C. Rocha Engenheiro Florestal: Formado pela Universidade Federal de Viçosa no ano de 1985 Especialização

Leia mais

A ECOAR E O DESENVOLVIMENTO FLORESTAL JUNTO À PEQUENA E MÉDIA PROPRIEDADE RURAL. Atuação e abordagem dos trabalhos desenvolvidos pela ECOAR

A ECOAR E O DESENVOLVIMENTO FLORESTAL JUNTO À PEQUENA E MÉDIA PROPRIEDADE RURAL. Atuação e abordagem dos trabalhos desenvolvidos pela ECOAR A ECOAR E O DESENVOLVIMENTO FLORESTAL JUNTO À PEQUENA E MÉDIA PROPRIEDADE RURAL Eduardo S. Quartim. João C. S. Nagamura. Roberto Bretzel Martins. Atuação e abordagem dos trabalhos desenvolvidos pela ECOAR

Leia mais

Monitoramento de qualidade e quantidade de água superficial em área de reflorestamento de Pinus taeda e Pinus elliottis

Monitoramento de qualidade e quantidade de água superficial em área de reflorestamento de Pinus taeda e Pinus elliottis ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 Monitoramento de qualidade e quantidade de água superficial em área de reflorestamento de Pinus taeda

Leia mais

Painéis de Madeira Situação Atual e Perspectivas

Painéis de Madeira Situação Atual e Perspectivas Painéis de Madeira Situação Atual e Perspectivas Vaider Dal Forno Foletto Gerente Florestal Unidade RS 14 de Maio de 2015 GOVERNANÇA Empresa privada e de capital aberto, a Duratex é controlada pelos conglomerados

Leia mais

Carvão vegetal Aspectos Sociais e Econômicos. 1º SEMINÁRIO MADEIRA ENERGÉTICA INEE 2-3 Setembro 2008

Carvão vegetal Aspectos Sociais e Econômicos. 1º SEMINÁRIO MADEIRA ENERGÉTICA INEE 2-3 Setembro 2008 Carvão vegetal Aspectos Sociais e Econômicos 1º SEMINÁRIO MADEIRA ENERGÉTICA INEE 2-3 Setembro 2008 APRESENTAÇÃO Apresentação preparada por: Ronaldo Sampaio PhD. - Diretor da RSConsultants Paulo César

Leia mais

27 de abril de 2016. Coletiva de imprensa ESTIMATIVA SAFRA 2016/2017

27 de abril de 2016. Coletiva de imprensa ESTIMATIVA SAFRA 2016/2017 27 de abril de 2016 Coletiva de imprensa ESTIMATIVA SAFRA 2016/2017 ROTEIRO I. Considerações sobre a atual situação do setor sucroenergético II. Bioeletricidade III. Condições climáticas e agronômicas

Leia mais

GRANDES PARCERIAS GERANDO GRANDES RESULTADOS NA GESTÃO SUSTENTAVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS PRODUTOR DE ÁGUA NO PIPIRIPAU-DF

GRANDES PARCERIAS GERANDO GRANDES RESULTADOS NA GESTÃO SUSTENTAVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS PRODUTOR DE ÁGUA NO PIPIRIPAU-DF GRANDES PARCERIAS GERANDO GRANDES RESULTADOS NA GESTÃO SUSTENTAVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS PRODUTOR DE ÁGUA NO PIPIRIPAU-DF José Bento da Rocha Farmacêutico graduado pela Universidade Estadual de Goiás UEG,

Leia mais

Projeto de Recuperação de Matas Ciliares

Projeto de Recuperação de Matas Ciliares PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO 120 mil km de cursos d água desprotegidos 13,7% de vegetação

Leia mais

41º CAFÉ COM SUSTENTABILIDADE 2015

41º CAFÉ COM SUSTENTABILIDADE 2015 41º CAFÉ COM SUSTENTABILIDADE 2015 CENÁRIO MUNDIAL SETOR FLORESTAL PRESSÃO PARA PRESERVAÇÃO DAS FLORESTAS PRESSÃO PARA ABERTURA DE NOVAS FRONTEIRAS FLORESTA RISCO DE ESCASSEZ VALORIZAÇÃO 2 O BRASIL FLORESTAL

Leia mais

ENGENHARIA FLORESTAL. COORDENADORA Angélica de Cássia Oliveira Carneiro [email protected]

ENGENHARIA FLORESTAL. COORDENADORA Angélica de Cássia Oliveira Carneiro cassiacarneiro@ufv.br ENGENHARIA FLORESTAL COORDENADORA Angélica de Cássia Oliveira Carneiro [email protected] 78 Currículos dos Cursos do CCA UFV Currículo do Curso de Engenharia Engenheiro ATUAÇÃO O Engenheiro estará

Leia mais

O processo de comunicação e informação na distribuição de gás natural por meio de dutos

O processo de comunicação e informação na distribuição de gás natural por meio de dutos A questão do risco ambiental em Minas Gerais: da prevenção a resposta às emergências e outros eventos críticos. O processo de comunicação e informação na distribuição de gás natural por meio de dutos Isaías

Leia mais