ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA
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- Washington Carrilho
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1 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA LC nº 101/ Lei de Responsabilidade Fiscal Parte 3 Professor Sergio Barata
2 19) (CESPE - Contador - TELEBRÁS ) O anexo de metas fiscais, documento constante da LDO, conterá a evolução do patrimônio líquido, facultando-se a apresentação da origem e da aplicação dos recursos obtidos com a alienação de ativos. GABARITO:
3 20) (CESPE - Analista Judiciário Administrativa - STJ ) Se um órgão público alienar edifício de sua propriedade, os recursos obtidos com a alienação, bem como a destinação desses recursos, devem ser demonstrados em anexo próprio da lei de diretrizes orçamentárias. GABARITO:
4 21) (CESPE - Analista Judiciário - Área Administrativa - TRE/GO ) Se um ente da Federação contar com regime próprio de previdência dos seus servidores públicos, a avaliação da situação financeira e atuarial desse regime deverá constar obrigatoriamente na respectiva lei de diretrizes orçamentárias. GABARITO:
5 22) (CESPE - Analista Superior - Administrativo - TELEBRÁS ) A LDO deve conter demonstrativo da estimativa de receita e prever a compensação da renúncia de receita. GABARITO:
6 23) (CESPE - Analista Superior - Administrativo - TELEBRÁS )A LDO deve ser acompanhada de anexo com a avaliação dos passivos contingentes. GABARITO:
7 24) (CESPE - Contador - DPU ) Passivos contingentes são despesas que envolvem certo grau de incerteza quanto a sua efetiva ocorrência. Nesse sentido, a LDO contém o anexo de riscos fiscais, no qual são avaliados os passivos contingentes e outros riscos fiscais.
8 25) (FGV - Auditor Controle Interno - Auditoria Governamental - SEPLAG/Niterói ) A Lei de Diretrizes Orçamentárias deve conter o Anexo de Riscos Fiscais. Sobre o Anexo de Riscos Fiscais, assinale a afirmativa correta. (A) Estabelece as metas anuais, em valores correntes e constantes, para o exercício a que se referir e para os dois seguintes. (B) Acompanha a avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior. (C) Contém a evolução do patrimônio líquido nos últimos três exercícios, destacando a origem e a aplicação dos recursos obtidos com a alienação de ativos.
9 (D) Apresenta a avaliação dos passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas e informando as providências a serem tomadas caso se concretizem. (E) Expõe o demonstrativo da estimativa e compensação da renúncia de receita e da margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado.
10 26) (FGV Analista Orçamento e Finanças IBGE 2016) Quadro a seguir foi originado de um dos instrumentos de planejamento de um ente municipal em um dado exercício.
11 De acordo com as normas relativas ao planejamento orçamentário no Brasil, o quadro se refere e deve constar. As lacunas são devidamente preenchidas, respectivamente, com: (A) ao Anexo de Gestão Fiscal; na LDO; (B) ao Anexo de Metas Fiscais; na LOA; (C) ao Anexo de Metas Fiscais; no PPA; (D) ao Anexo de Riscos Fiscais; na LDO; (E) ao Anexo de Riscos Fiscais; na LOA.
12 27) (CESPE - Analista Judiciário Administrativa - STM ) Os objetivos das políticas monetária, creditícia e cambial devem ser apresentados no projeto da lei orçamentária anual.
13 28) (CESPE - Analista Judiciário Administrativa - STM ) Os objetivos das políticas monetária, creditícia e cambial devem ser apresentados no projeto da lei orçamentária anual.
14 29) (CESPE - Analista Judiciário - Apoio Especializado - Contadoria - STJ ) A lei orçamentária anual deve definir o montante da reserva de contingência, em percentual da receita corrente líquida, bem como sua forma de utilização.
15 30) (FCC - Consultor Legislativo - Tributação - CLDF ) De acordo com a Lei Complementar no 101/2000, um ente público estadual ao definir o valor de R$ ,00 para a Reserva de Contingência teve que utilizar como base a receita (A) corrente líquida, sendo que a forma de utilização da reserva deve ser estabelecida na Lei de Diretrizes Orçamentárias. (B) corrente líquida, sendo que a forma de utilização da reserva deve ser estabelecida na Lei Orçamentária Anual. (C) orçamentária, sendo que a forma de utilização da reserva deve ser estabelecida na Lei de Diretrizes Orçamentárias.
16 (D) orçamentária, sendo que a forma de utilização da reserva deve ser estabelecida na Lei Orçamentária Anual. (E) de capital, sendo que a forma de utilização da reserva deve ser estabelecida na Lei Orçamentária Anual.
17 31) (FGV Analista e Gestão IBGE 2016) O trecho a seguir foi retirado de uma lei que trata de matéria orçamentária: Os recursos fixados no (a) sob o título de Reserva de Contingência, à conta do Tesouro Estadual, correspondentes a 5% (cinco por cento) da receita corrente líquida prevista para o exercício de 2016, são destinados exclusivamente para o atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos. A partir das definições legais e conteúdos cobertos pelos instrumentos de planejamento vigentes no Brasil, a lacuna no trecho e a lei a que esse se refere correspondem, respectivamente, às seguintes expressões:
18 (A) LDO; LOA; (B) LDO; PPA; (C) LOA; LDO; (D) LOA; PPA; (E) PPA; LOA.
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