Aula 4 Padrões de Qualidade do Ar (PQAr)
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- Raíssa Tavares
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1 Aula 4 Padrões de Qualidade do Ar (PQAr) Prof. MSc Paulo Ricardo Amador Mendes Agradecimentos: Profa. MScAna Paula Nola Denski Bif
2 Poluição do ar Os processos industriais e de geração de energia, os veículos automotores e as queimadas são, dentre as atividades antrópicas, as maiores causas da introdução de substâncias poluentes à atmosfera, muitas delas tóxicas à saúde humana e responsáveis por danos à flora e aos materiais.
3 Poluição atmosférica A poluição atmosférica pode ser definida forma de matéria ou energia com concentração, tempo ou características tornar o ar impróprio, Nocivo ou ofensivo à saúde, Inconveniente ao bem-estar público, Danoso aos materiais, à fauna e à flora Prejudicial à segurança, Prejudicial ao uso e gozo da propriedade e Prejudicial à qualidade de vida da comunidade. como qualquer intensidade, que possam
4 Qualidade do ar A qualidade do ar é produto da interação de um complexo conjunto de fatores dentre os quais destacam-se a magnitude das emissões, a topografia e as condições meteorológicas da região, favoráveis ou não à dispersão dos poluentes.
5 Quais as regiões mais poluídas do Brasil?
6 Quais as regiões mais poluídas do Brasil? Veja a lista das Cidades mais poluídas do Brasil 144º. Região Metropolitana do Rio de Janeiro/RJ 204º. Região de Cubatão/SP 267º. Região de Campinas/SP 268º. Região Metropolitana de São Paulo/SP 360º. Região Metropolitana de Curitiba/SP
7 Padrões de qualidade do ar (PQAr) Os padrões de qualidade do ar (PQAr) segundo a OMS, variam de acordo com a abordagem adotada para balancear riscos à saúde, viabilidade técnica, considerações econômicas e vários outros fatores políticos e sociais, que por sua vez dependem, entre outras coisas, do nível de desenvolvimento e da capacidade nacional de gerenciar a qualidade do ar.
8 Padrões de qualidade do ar (PQAr) As diretrizes recomendadas pela OMS levam em conta esta heterogeneidade e, em particular, reconhecem que, ao formularem políticas de qualidade do ar, os governos devem considerar cuidadosamente suas circunstâncias locais antes de adotarem os valores propostos como padrões nacionais.
9 Padrões de qualidade do ar (PQAr) Correlações entre a exposição aos poluentes atmosféricos e os efeitos de morbidade e mortalidade, Mesmo quando as concentrações dos poluentes na atmosfera não ultrapassam os padrões de qualidade do ar vigentes. As populações mais vulneráveis são as crianças, os idosos e as pessoas que já apresentam doenças respiratórias.
10 Padrões de qualidade do ar (PQAr) Maiores gastos do Estado, decorrentes do aumento do número de atendimentos e internações hospitalares, além do uso de medicamentos; A poluição de ar pode também afetar ainda a qualidade dos materiais (corrosão), do solo e das águas (chuvas ácidas), além de afetar a visibilidade. A gestão da qualidade do ar tem como objetivo garantir que o desenvolvimento socioeconômico ocorra de forma sustentável e ambientalmente segura.
11 Padrões de qualidade do ar (PQAr) No Brasil os padrões de qualidade do ar foram estabelecidos pela Resolução CONAMA nº 3/1990, sendo de acordo com esta resolução padrões secundários. divididos primários em e
12 Padrões primários de qualidade do ar São padrões primários de qualidade do ar as concentrações de poluentes que, ultrapassadas, poderão afetar a saúde da população; Podem ser entendidos como níveis máximos toleráveis de concentração de poluentes atmosféricos;
13 Padrões secundários de qualidade do ar São padrões secundários de qualidade do ar as concentrações de poluentes atmosféricos abaixo das quais se prevê o mínimo efeito adverso sobre o bem estar da população, assim como o mínimo dano à fauna e a flora, aos materiais e ao meio ambiente em geral; Podem ser entendidos como níveis desejados de concentração de poluentes, constituindo-se em meta de longo prazo.
14 Padrões de qualidade do ar (PQAr) A Resolução CONAMA nº 3/1990 prevê a aplicação diferenciada de padrões primários e secundários requer que o território nacional seja dividido em classes I, II e III conforme o uso pretendido. A mesma resolução prevê ainda que enquanto não for estabelecida a classificação das áreas, os padrões aplicáveis serão os primários.
15 Padrões nacionais de qualidade do ar Resolução Conama no 3, de 28/06/1990 * Não deve ser excedido mais de uma vez ao ano. MGA média geométrica anual MAA média aritmética anual
16 Partículas Totais em Suspensão - Podem ser definidas como aquelas cujo diâmetro aerodinâmico é menor que 50 µm. Uma parte destas partículas é inalável e pode causar problemas à saúde, outra parte pode afetar desfavoravelmente a qualidade de vida da população, interferindo nas condições estéticas do ambiente e prejudicando as atividades normais da comunidade.
17 Fumaça Está associada ao material particulado suspenso na atmosfera proveniente dos processos de combustão. O método de determinação da fumaça é baseado na medida de refletância da luz que incide na poeira (coletada em um filtro), o que confere a este parâmetro a característica de estar diretamente relacionado ao teor de fuligem na atmosfera.
18 Partículas Inaláveis Podem ser definidas de maneira simplificada como aquelas cujo diâmetro aerodinâmico é menor que 10 µm. As partículas inaláveis podem ainda ser classificadas como partículas inaláveis finas MP2,5 (<2,5µm) e partículas inaláveis grossas (2,5 a 10µm). As partículas finas, devido ao seu tamanho diminuto, podem atingir os alvéolos pulmonares, já as grossas ficam retidas na parte superior do sistema respiratório.
19 Dióxido de Enxofre Resulta principalmente da queima de combustíveis que contém enxofre, como óleo diesel, óleo combustível industrial e gasolina. É um dos principais formadores da chuva ácida. O dióxido de enxofre pode reagir com outras substâncias presentes no ar formando partículas de sulfato que são responsáveis pela redução da visibilidade na atmosfera.
20 Monóxido de Carbono É um gás incolor e inodoro que resulta da queima incompleta de combustíveis de origem orgânica (combustíveis fósseis, biomassa, etc). Em geral é encontrado em maiores concentrações nas cidades, emitido principalmente por veículos automotores. Altas concentrações de CO são encontradas em áreas de intensa circulação de veículos
21 Ozônio Oxidantes fotoquímicos é a denominação que se dá à mistura de poluentes secundários formados pelas reações entre os óxidos de nitrogênio e compostos orgânicos voláteis, na presença de luz solar, sendo estes últimos liberados na queima incompleta e evaporação de combustíveis e solventes. O principal produto desta reação é o ozônio, por isso mesmo utilizado como parâmetro indicador da presença de oxidantes fotoquímicos na atmosfera. Tais poluentes formam a chamada névoa fotoquímica ou smog fotoquímico, que possui este nome porque causa na atmosfera diminuição da visibilidade. Além de prejuízos à saúde, o ozônio pode causar danos à vegetação. É sempre bom ressaltar que o ozônio encontrado na faixa de ar próxima do solo, onde respiramos, chamado de mau ozônio, é tóxico. Entretanto, na estratosfera (a cerca de 25 km de altitude) o ozônio tem a importante função de proteger a Terra, como um filtro, dos raios ultravioletas emitidos pelo Sol.
22 Dióxido de Nitrogênio São formados durante processos de combustão. Em grandes cidades, os veículos geralmente são os principais responsáveis pela emissão dos óxidos de nitrogênio. O NO, sob a ação de luz solar se transforma em NO2 e tem papel importante na formação de oxidantes fotoquímicos como o ozônio. Dependendo das concentrações, o NO2 causa prejuízos à saúde.
23 Métodos de amostragem a)partículas Totais em Suspensão - Método de Amostrador de Grandes Volumes ou Método Equivalente. b) Fumaça - Método da Refletância ou Método Equivalente. c) Partículas Inaláveis - Método de Separação Inercial/Filtração ou Método Equivalente. d)dióxido de Enxofre - Método de Pararonasilina ou Método Equivalente. e)monóxido de Carbono - Método do Infravermelho não Dispersivo ou Método Equivalente. f ) Ozônio - Método da Quimioluminescência ou Método Equivalente. g) Dióxido de Nitrogênio - Método da Quimioluminescência ou Método Equivalente.
24 AGV MP10 Permite a determinação das concentrações (ug/m3) de partículas de até 10 um em suspensão (MP10) no ar ambiente; A cabeça MP10 é dotada de um conjunto de boqueiras que aceleram o ar de coleta para dentro de uma câmara de impactação, onde partículas maiores que 10 µm ficam retidas numa camada oleosa. A fração de ar com partículas menores que 10 µm (MP10) é carreada para fora da câmara e dirigida para um filtro de coleta (fibra de vidro ou microquartzo), onde ficam retidas as partículas.
25 Padrões de qualidade do ar (PQAr) A resolução estabelece ainda os critérios para episódios agudos de poluição do ar; Ressalte-se que a declaração dos estados de Atenção, Alerta e Emergência requer, além dos níveis de concentração atingidos, a previsão de condições meteorológicas desfavoráveis à dispersão dos poluentes.
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36 Padrões de qualidade do ar (PQAr) Os padrões de qualidade do ar estaduais foram estabelecidos em 1976, pelo Decreto Estadual nº 8468/76; A evolução dos conhecimentos técnicos e científicos conduziu, nesse período, a União Europeia e os Estados Unidos à revisão de suas referências, com a atualização dos valores dos padrões adotados, assim como a inclusão de novos parâmetros.
37 Padrões de qualidade do ar (PQAr) Em 2008, SP iniciou um processo de revisão dos padrões de qualidade do ar, baseando-se nas diretrizes estabelecidas pela OMS, com participação de representantes de diversos setores da sociedade; Este processo culminou na publicação do Decreto Estadual nº de 23/04/2013, estabelecendo novos padrões de qualidade do ar por intermédio de um conjunto de metas gradativas e progressivas para que a poluição atmosférica seja reduzida a níveis desejáveis ao longo do tempo.
38 Padrões de qualidade do ar (PQAr) O Decreto Estadual nº 59113/2013 estabelece que a administração da qualidade do ar será efetuada através de Padrões de Qualidade do Ar, observados os seguintes critérios: Metas Intermediárias (MI) estabelecidas como valores temporários a serem cumpridos em etapas, visando à melhoria gradativa da qualidade do ar no Estado de São Paulo, baseada na busca pela redução das emissões de fontes fixas e móveis, em linha com os princípios do desenvolvimento sustentável; Padrões Finais (PF) Padrões determinados pelo melhor conhecimento científico para que a saúde da população seja preservada ao máximo em relação aos danos causados pela poluição atmosférica.
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40 Padrões de qualidade do ar (PQAr) As Metas Intermediárias devem ser obedecidas em 3 (três) etapas, assim determinadas: Meta Intermediária Etapa 1 (MI1) Valores de concentração de poluentes atmosféricos que devem ser respeitados a partir de 24/04/2013; Meta Intermediária Etapa 2 (MI2) Valores de concentração de poluentes atmosféricos que devem ser respeitados subsequentemente à MI1, que entrará em vigor após avaliações realizadas na Etapa 1, reveladas por estudos técnicos apresentados pelo órgão ambiental estadual, convalidados pelo CONSEMA; Meta Intermediária Etapa 3 (MI3) Valores de concentração de poluentes atmosféricos que devem ser respeitados nos anos subsequentes à MI2, sendo que seu prazo de duração será definido pelo CONSEMA, a partir do início da sua vigência, com base nas avaliações realizadas na Etapa 2.
41 Padrões de qualidade do ar (PQAr) Os padrões finais (PF) são aplicados sem etapas intermediárias quando não forem estabelecidas metas intermediárias, como no caso do monóxido de carbono, partículas totais em suspensão e chumbo. Para os demais poluentes, os padrões finais passam a valer a partir do final do prazo de duração do MI3..
42 Padrões de qualidade do ar (PQAr) A Legislação Estadual estabelece também critérios para episódios agudos de poluição do ar. A declaração dos estados de Atenção, Alerta e Emergência, além dos níveis de concentração ultrapassados, requer a previsão de condições meteorológicas desfavoráveis à dispersão dos poluentes. Caberá à CETESB declarar o Estado de Atenção, ao Secretário do Meio Ambiente declarar o Estado de Alerta e ao Governador do Estado declarar o Estado de Emergência
43 Padrões de qualidade do ar (PQAr) Durante os episódios críticos, as fontes de poluição do ar estarão sujeitas às seguintes restrições: I - quando estabelecido o Nível de Atenção devido ao monóxido de carbono e/ou ozônio, será solicitada a restrição voluntária do uso de veículos automotores particulares na RCQA; II - quando estabelecido o Nível de Atenção, devido ao material particulado, dióxido de nitrogênio e/ou dióxido de enxofre, na RCQA: a)a limpeza por sopragem de caldeiras que utilizem óleo combustível ou biomassa somente poderá realizar-se das 12:00 (doze) às 16:00 (dezesseis) horas; b)deverão ser adiados o início de novas operações e processamentos industriais e o reinício dos paralisados para manutenção ou por qualquer outro motivo;
44 Padrões de qualidade do ar (PQAr) III - quando declarado Nível de Alerta, devido ao monóxido de carbono e/ou ozônio, ficará restringido o acesso de veículos automotores particulares em áreas estabelecidas em planos específicos definidos para IV - quando declarado Nível de Alerta, devido ao material particulado, dióxido de nitrogênio e/ou dióxido de enxofre, na RCQA: a)fica proibida a limpeza por sopragem de caldeiras que utilizem óleo combustível ou biomassa, enquanto durar o episódio; b) devem ser imediatamente extintas as queimas de palha de cana-deaçúcar na RCQA; c)devem ser imediatamente paralisadas as emissões, por fontes estacionárias prioritárias, estabelecidas em planos específicos definidos para RCQA;
45 Padrões de qualidade do ar (PQAr) V - quando decretado o Nível de Emergência, devido ao monóxido de carbono e/ou ozônio, fica proibida a circulação de veículos automotores particulares e de transporte de carga na RCQA. VI - quando declarado Nível de Emergência, devido ao material particulado, dióxido de nitrogênio e/ou dióxido de enxofre, na RCQA: a)fica proibido o processamento industrial, que emita tais poluentes; b)devem ser imediatamente extintas as queimas de palha de cana-de-açúcar na RCQA; c) fica proibida a queima de combustíveis líquidos e sólidos em fontes estacionárias; d) fica proibida a circulação de veículos a óleo diesel, com exceção dos ônibus.
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47 Índice de qualidade do ar e saúde O índice de qualidade do ar é uma ferramenta matemática desenvolvida para simplificar o processo de divulgação da qualidade do ar. O índice foi criado usando como experiência desenvolvida nos EUA. base uma longa
48 Índice de qualidade do ar e saúde Os parâmetros contemplados pela utilizado pela CETESB são: partículas inaláveis (MP10) partículas inaláveis finas (MP2,5) fumaça (FMC) ozônio (O3) monóxido de carbono (CO) dióxido de nitrogênio (NO2) dióxido de enxofre (SO2) estrutura do índice
49 Índice de qualidade do ar e saúde Para cada poluente medido é calculado um índice, que é um valor adimensional; Dependendo do índice obtido, o ar recebe uma qualificação, que é uma nota para a qualidade do ar, além de uma cor
50 Quando a qualidade do ar é classificada como Boa, os valores-guia para exposição de curto prazo estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde, que são os respectivos Padrões Finais (PF) estabelecidos no DE nº 59113/2013, estão sendo atendidos.
51 Índice de qualidade do ar e saúde Para a divulgação, utiliza-se o índice mais elevado, isto é, embora a qualidade do ar de uma estação seja avaliada para todos os poluentes monitorados, a sua classificação é determinada pelo maior índice (pior caso). Esta qualificação do ar está associada a efeitos à saúde, portanto independe do padrão de qualidade/meta intermediária em vigor, e será sempre realizada conforme a tabela a seguir:
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53 Redes de Monitoramento O monitoramento é uma das formas de avaliar a qualidade do ar de uma determinada região; Além do cuidado com os métodos analíticos e equipamentos de forma a produzir resultados confiáveis, deve-se levar em conta o numero de estações de amostragem e a frequência de amostragem.
54 Redes de Monitoramento Frequência mínima de amostragem de poluentes atmosféricos Parâmetro Método analítico Duração Frequência Dióxido de enxofre Absorção (PRA) 24h 1 cada 6 dias Poeira em suspensão Hivol 24h 1 cada 6 dias Poeira em suspensão Fita Variável 1 cada 2h Monóxido de carbono Infravermelho Continua Continua Ozônio Iodeto 30 min 1 cada 6 dias Óxidos de nitrogênio Christie 24h 1 cada 6 dias Fonte: Derísio, 2012
55 Dimensionamento de Redes de Monitoramento
56 Redes de Monitoramento O monitoramento é uma das formas de avaliar a qualidade do ar de uma determinada região; Além do cuidado com os métodos analíticos e equipamentos de forma a produzir resultados confiáveis, deve-se levar em conta o numero de estações de amostragem e a frequência de amostragem.
57 Redes de Monitoramento Prioridades para áreas mais poluídas; Prioridades para áreas mais povoadas; Colocar região; as estações nos locais de entrada de ar pra Em regiões planejadas com desenvolvimento futuro pra acompanhar os efeitos do desenvolvimento; Todas as estações a mesma altura do solo ( 3 e 6 m); Evitar proximidades de obstáculos; Evitar proximidade de chaminés.
58 Redes de Monitoramento SP A CETESB possui estações medidoras na Região Metropolitana de São Paulo, Cubatão, Campinas, São José dos Campos, Sorocaba e Paulínia, além de estações móveis, que são utilizadas em estudos temporários. Esta rede, ligada a uma central de computadores por via telefônica, registra ininterruptamente as concentrações dos poluentes na atmosfera. Estes dados são processados com base médias na meteorológicas, que indicam as condições para s a dispersão dos poluentes. estabelecidas por padrões legais e nas previsões
59 Redes de Monitoramento - Eles são disponibilizados de hora em hora na internet, e em boletim diário, elaborado às 16 horas, apresentando a situação das últimas 24 horas. Esse boletim é divulgado na Internet e enviado para a imprensa em geral. Com base nessas informações é possível determinar as ações previstas na Legislação Ambiental, quando os padrões de qualidade do ar forem ultrapassados e apresentarem níveis que prejudiquem a saúde pública.
60 Redes de Monitoramento
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63 Exercício Comparar as legislações federal e estadual de qualidade do ar, CONAMA 03/90 e D.E /2013 e correlacionar com os episódios de poluição atmosférica no mundo e o caso de Cubatão. Deve-se considerar na análise as seguintes questões: Consciência ambiental a época; Legislações ambientais brasileiras CONAMA 01/86); (PNMA 1981, Legislações do Estado de SP (D. E 8468/76 e D. E /2013) Entregar por escrito em duplas
64 Referencias DERISIO, José Carlos. Introdução ao controle de poluição ambiental. 2. ed. São Paulo: Signus, p CETESB. Padrões de Qualidade do Ar. CETESB. Redes de monitoramento.
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