FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
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1 FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9º ANO 3º BIMESTRE AUTORIA SABRINA SOARES DE CARVALHO Rio de Janeiro 2012
2 TEXTO GERADOR O Texto Gerador a que se refere o fragmento abaixo pertence ao gênero textual romance e faz parte do primeiro capítulo do livro O Cortiço, de Aluísio Azevedo. Nesta parte da historia, conta como João Romão se torna dono de um cortiço, cujo local será desencadeador de vários conflitos do enredo. O CORTIÇO I João Romão foi, dos treze aos vinte e cinco anos, empregado de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de uma suja e obscura taverna nos refolhos do bairro do Botafogo; e tanto economizou do pouco que ganhara nessa dúzia de anos, que, ao retirar-se o patrão para a terra, lhe deixou, em pagamento de ordenados vencidos, nem só a venda com o que estava dentro, como ainda um conto e quinhentos em dinheiro. Proprietário e estabelecido por sua conta, o rapaz atirou-se à labutação ainda com mais ardor, possuindo-se de tal delírio de enriquecer, que afrontava resignado as mais duras privações. Dormia sobre o balcão da própria venda, em cima de uma esteira, fazendo travesseiro de um saco de estopa cheio de palha. A comida arranjava-lhe, mediante quatrocentos réis por dia, uma quitandeira sua vizinha, a Bertoleza, crioula trintona, escrava de um velho cego residente em Juiz de Fora e amigada com um português que tinha uma carroça de mão e fazia fretes na cidade. Bertoleza também trabalhava forte; a sua quitanda era a mais bem afreguesada do bairro. De manhã vendia angu, e à noite peixe frito e iscas de fígado; pagava de jornal a seu dono vinte mil-réis por mês, e, apesar disso, tinha de parte quase que o necessário para a alforria. Um dia, porém, o seu homem, depois de correr meia légua, puxando uma carga superior às suas forças, caiu morto na rua, ao lado da carroça, estrompado como uma besta. 2
3 João Romão mostrou grande interesse por esta desgraça, fez-se até participante direto dos sofrimentos da vizinha, e com tamanho empenho a lamentou, que a boa mulher o escolheu para confidente das suas desventuras. Abriu-se com ele, contou-lhe a sua vida de amofinações e dificuldades. Seu senhor comia-lhe a pele do corpo! Não era brinquedo para uma pobre mulher ter de escarrar pr ali, todos os meses, vinte mil-réis em dinheiro! E segredou-lhe então o que tinha juntado para a sua liberdade e acabou pedindo ao vendeiro que lhe guardasse as economias, porque já de certa vez fora roubada por gatunos que lhe entraram na quitanda pelos fundos. E por tal forma foi o taverneiro ganhando confiança no espírito da mulher, que esta afinal nada mais resolvia só por si, e aceitava dele, cegamente, todo e qualquer arbítrio. Por último, se alguém precisava tratar com ela qualquer negócio, nem mais se dava ao trabalho de procurá-la, ia logo direito a João Romão. Quando deram fé estavam amigados. Ele propôs-lhe morarem juntos e ela concordou de braços abertos, feliz em meter-se de novo com um português, porque, como toda a cafuza, Bertoleza não queria sujeitar-se a negros e procurava instintivamente o homem numa raça superior à sua. João Romão comprou então, com as economias da amiga, alguns palmos de terreno ao lado esquerdo da venda, e levantou uma casinha de duas portas, dividida ao meio paralelamente à rua, sendo a parte da frente destinada à quitanda e a do fundo para um dormitório que se arranjou com os cacarecos de Bertoleza. Havia, além da cama, uma cômoda de jacarandá muito velha com maçanetas de metal amarelo já mareadas, um oratório cheio de santos e forrado de papel de cor, um baú grande de couro cru tacheado, dois banquinhos de pau feitos de uma só peça e um formidável cabide de pregar na parede, com a sua competente coberta de retalhos de chita. 3
4 O vendeiro nunca tivera tanta mobília. Agora, disse ele à crioula, as coisas vão correr melhor para você. Você vai ficar forra; eu entro com o que falta. Nesses dias ele saiu muito à rua, e uma semana depois apareceu com uma folha de papel toda escrita, que leu em voz alta à companheira. Você agora não tem mais senhor! Declarou em seguida à leitura, que ela ouviu entre lágrimas agradecidas. Agora está livre. Doravante o que você fizer é só seu e mais de seus filhos, se os tiver. João Romão não saia nunca a passeio, nem ia à missa aos domingos; tudo que rendia a sua venda e mais a quitanda seguia direitinho para a caixa econômica e daí então para o banco. Tanto assim que, um ano depois da aquisição da crioula, indo em hasta pública algumas braças de terra situadas ao fundo da taverna, arrematou-as logo e tratou, sem perda de tempo, de construir três casinhas de porta e janela. Que milagres de esperteza e de economia não realizou ele nessa construção! Servia de pedreiro, amassava e carregava barro, quebrava pedra; pedra, que o velhaco, fora de horas, junto com a amiga, furtavam à pedreira do fundo, da mesma forma que subtraiam o material das casas em obra que havia por ali perto. E o fato é que aquelas três casinhas, tão engenhosamente construídas, foram o ponto de partida do grande cortiço de São Romão. Hoje quatro braças de terra, amanhã seis, depois mais outras, ia o vendeiro conquistando todo o terreno que se estendia pelos fundos da sua bodega; e, à proporção que o conquistava, reproduziam-se os quartos e o número de moradores. 4
5 Justamente por essa ocasião vendeu-se também um sobrado que ficava à direita da venda, separado desta apenas por aquelas vinte braças; de sorte que todo o flanco esquerdo do prédio, coisa de uns vinte e tantos metros, despejava para o terreno do vendeiro as suas nove janelas de peitoril. Comprou-o um tal Miranda, negociante português, estabelecido na Rua do Hospício com uma loja de fazendas por atacado. Corrida uma limpeza geral no casarão, mudar-se-ia ele para lá com a família, pois que a mulher, Dona Estela, senhora pretensiosa e com fumaças de nobreza, já não podia suportar a residência no centro da cidade, como também sua menina, a Zulmirinha, crescia muito pálida e precisava de largueza para enrijar e tomar corpo. Isto foi o que disse o Miranda aos colegas, porém a verdadeira causa da mudança estava na necessidade, que ele reconhecia urgente, de afastar Dona Estela do alcance dos seus caixeiros. Dona Estela era uma mulherzinha levada da breca: achava-se casada havia treze anos e durante esse tempo dera ao marido toda sorte de desgostos. Ainda antes de terminar o segundo ano de matrimônio, o Miranda pilhou-a em flagrante delito de adultério; ficou furioso e o seu primeiro impulso foi de mandá-la para o diabo junto com o cúmplice; mas a sua casa comercial garantia-se com o dote que ela trouxera, uns oitenta contos em prédios e ações da divida publica, de que se utilizava o desgraçado tanto quanto lhe permitia o regime dotal. Miranda foi logo entender-se com o Romão e propôs-lhe negócio. O taverneiro recusou formalmente. Miranda insistiu. O senhor perde seu tempo e seu latim! retrucou o amigo de Bertoleza. Nem só não cedo uma polegada do meu terreno, como ainda lhe compro, se mo quiser vender, aquele pedaço que lhe fica ao fundo da casa! 5
6 Daí a alguns meses, João Romão, depois de tentar um derradeiro esforço para conseguir algumas braças do quintal do vizinho, resolveu principiar as obras da estalagem. Entretanto, a rua lá fora povoava-se de um modo admirável.construía-se mal, porém muito; surgiam chalés e casinhas da noite para o dia; subiam os aluguéis; as propriedades dobravam de valor. Montara-se uma fábrica de massas italianas e outra de velas, e os trabalhadores passavam de manhã e às Ave-Marias, e a maior parte deles ia comer à casa de pasto que João Romão arranjara aos fundos da sua varanda. Abriram-se novas tavernas; nenhuma, porém, conseguia ser tão afreguesada como a dele. Nunca o seu negocio fora tão bem, nunca o finório vendera tanto; vendia mais agora, muito mais, que nos anos anteriores. O Miranda rebentava de raiva. Um cortiço! exclamava ele, possesso. Um cortiço! Maldito seja aquele vendeiro de todos os diabos! Fazer-me um cortiço debaixo das janelas!... Estragou-me a casa, o malvado! Noventa e cinco casinhas comportou a imensa estalagem. Prontas, João Romão mandou levantar na frente, nas vinte braças que separavam a venda do sobrado do Miranda, um grosso muro de dez palmos de altura, coroado de cacos de vidro e fundos de garrafa, e com um grande portão no centro, onde se dependurou uma lanterna de vidraças vermelhas, por cima de uma tabuleta amarela, em que se lia o seguinte, escrito a tinta encarnada e sem ortografia: Estalagem de São Romão. Alugam-se casinhas e tinas para lavadeiras. 6
7 As casinhas eram alugadas por mês e as tinas por dia; tudo pago adiantado. O preço de cada tina, metendo a água, quinhentos réis; sabão à parte. As moradoras do cortiço tinham preferência e não pagavam nada para lavar. Graças à abundância da água que lá havia, como em nenhuma outra parte, e graças ao muito espaço de que se dispunha no cortiço para estender a roupa, a concorrência às tinas não se fez esperar; acudiram lavadeiras de todos os pontos da cidade, entre elas algumas vindas de bem longe. E, mal vagava uma das casinhas, ou um quarto, um canto onde coubesse um colchão, surgia uma nuvem de pretendentes a disputá-los. VOCABULÁRIO Taverna: Loja onde se vende vinho a retalho. = BODEGA Labutação: trabalhar muito. Estrompado: Cansado; fatigado; rebentado; Amofinações: Afligir, arreliar, apoquentar Doravante: Daqui para o futuro. Hasta-pública: venda à melhor oferta pública Flanco: Lado Finório: Diz-se da ou a pessoa sagaz, espertalhona. Escarrar: [Popular] Pagar. 7
8 ATIVIDADES DE LEITURA QUESTÃO 1 João Romão, ao ser descrito no texto gerador da obra, revela-nos algumas de suas características e uma delas fica mais evidente no trecho a seguir, por meio de algumas informações que são expressas: Proprietário e estabelecido por sua conta, o rapaz atirou-se à labutação ainda com mais ardor, possuindo-se de tal delírio de enriquecer, que afrontava resignado as mais duras privações. Dormia sobre o balcão da própria venda, em cima de uma esteira, fazendo travesseiro de um saco de estopa cheio de palha. Assim, assinale a alternativa que descreve melhor essa característica: a) João Romão era caridoso; b) João Romão era ambicioso; c) João Romão era leal; d) João Romão era preguiçoso. Habilidade trabalhada Identificar e diferenciar características físicas e psicológicas dos personagens. Utilizar pistas do texto para fazer antecipações e inferências a respeito do conteúdo. Resposta comentada Através da ação do personagem em trabalhar com muito empenho, manter privações (guardar dinheiro) ter vontade de enriquecer, nos leva a crer que a opção correta é a letra b. 8
9 QUESTÃO 2 Ao ler o fragmento que pertence ao primeiro capitulo da obra, de Aluizio Azevedo e conhecer a estrutura clássica de um enredo, já estudado anteriormente, podemos identificá-lo como parte: a) Da apresentação b) Do conflito c) Do clímax d) Do desfecho Habilidade trabalhada Identificar os elementos do enredo: apresentação, complicação, clímax e desfecho. Resposta comentada A resposta certa é a letra a que descreve o início da historia, apresentando os personagens e a caracterização do cenário em que será desenvolvido a narrativa. QUESTÃO 3 As palavras podem a partir de um contexto apresentar diferentes significados, tanto no plano denotativo, usada de forma comum, habitual, conforme está no dicionário; quanto no plano conotativo, onde a palavra expressa uma subjetividade comparando-se a algo, em sentido figurado. A palavra destacada no quadro, devido ao seu contexto, tem significado de: Seu senhor comia-lhe a pele do corpo! Não era brinquedo para uma pobre mulher ter de escarrar pr ali, todos os meses, vinte mil-réis em dinheiro! 9
10 a) Mastigar e engolir b) Rasgar c) Roubar d) Comida Habilidade trabalhada usadas. Inferir o significado de palavras desconhecidas a partir do contexto em que são Resposta comentada A palavra comer usualmente tem o sentido de alimentar-se, mastigar e engolir, plano denotativo. Já no plano conotativo, figurado, que é o sentido do termo na frase, refere-se ao fato de seu dono, de Bertoleza, rouba-la até tirar tudo que tinha. Letra c. ATIVIDADES DE USO DA LÍNGUA QUESTÃO 4 O discurso, recurso muito utilizado nas narrativas, tem como finalidade transmitir a fala ou o pensamento de um personagem em um texto. E de acordo com a vontade do autor em revelar o discurso proferido pela personagem, poderá lançar mão de alguns tipos de dicurso, já estudados anteriormente. Portanto, com ajuda da tabela, classifique o tipo de discurso no fragmento abaixo: Agora, disse ele à crioula, as coisas vão correr melhor para você. Você vai ficar forra; eu entro com o que falta. Resposta 10
11 DISCURSO DIRETO Verbo no presente: Eu não confio mais na Justiça. Verbo no pretérito perfeito: Eu não roubei nada. DISCURSO INDIRETO Verbo no pretérito imperfeito do indicativo: O detento disse que não confiava mais na Justiça. Verbo no pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo ou no pretérito mais-que-perfeito: O acusado defendeu-se, dizendo que não tinha roubado (que não roubara) nada. Verbo no futuro do presente: Faremos justiça de qualquer maneira Verbo no imperativo: Saia da delegacia - disse o delegado ao promotor. Verbo no futuro do pretérito: Declararam que fariam justiça de qualquer maneira. Verbo no pretérito imperfeito do subjuntivo: O delegado ordenou ao promotor que saísse da Habilidade trabalhada Diferenciar e utilizar adequadamente os discursos direto e indireto. Resposta comentada O tipo de discurso é o discurso direto que apresenta na frase, além do travessão, o uso dos verbos no presente, na 1ª pessoa. Já no discurso indireto, a frase estaria no pretérito imperfeito do indicativo, na terceira pessoa do singular e haveria o conectivo que. 11
12 TEXTO COMPLEMENTAR O Texto Complementar é uma narrativa de Ítalo Calvino, que critica por meio da sátira o comportamento humano. Apresenta uma reflexão sobre a classe social e a postura da sociedade. 12
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