Saneamento e suas interfaces com os igarapés de Manaus-AM

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1 Saneamento e suas interfaces com os igarapés de Manaus-AM Resumo O presente trabalho discute sobre o tema saneamento e suas interfaces com saúde pública, qualidade de águas, abastecimento público, poluição dos recursos hídricos e relaciona estes fatores com o aumento populacional no município de Manaus-AM após a instalação do Pólo Industrial de Manaus, no início da década de Introdução É de conhecimento público que a solução dos problemas de saneamento exerce um impacto profundo na saúde de uma população. Os conceitos de saneamento e saúde atribuídos pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mostram como esses dois temas estão diretamente relacionados. Ao se afirmar que o saneamento é o controle dos fatores que exercem ou podem exercer efeito deletério ao meio onde o homem está inserido, sobre seu bem estar físico, mental ou social, esta afirmação se relaciona com o conceito da palavra saúde que, segundo a mesma organização, é um estado de completo bem estar físico, mental e social, e não somente a ausência de doenças. Outra definição de saneamento afirma ser o conjunto de medidas que visam preservar ou modificar as condições do meio ambiente com a finalidade de prevenir doenças e promover a saúde. Estas medidas vêm sendo implantadas há mais de um século com as atividades de engenharia e saúde pública, pois, modificar as condições ambientais e preventivas significa implantar redes de drenagem e de esgotamento sanitário, processos de tratamento de esgoto, obras em geral, campanhas educativas e campanhas de vacinação, etc. Há carências importantes em matéria de saneamento ambiental, segundo o Ministério das Cidades, dos 82 milhões de brasileiros que não contam com coleta de esgoto, cerca de 45 milhões não têm acesso à água encanada e uma parcela da população que tem ligação domiciliar não conta com abastecimento diário e nem de água potável com qualidade. Além disso, 16 milhões de brasileiros não são atendidos pelo serviço de coleta de lixo. E, nos municípios de grande e médio portes onde o sistema convencional de coleta poderia atingir toda a produção diária de resíduos sólidos, esse serviço não atende adequadamente os moradores das favelas, das ocupações e dos bairros populares, por conta da precariedade da infra-estrutura viária naquelas localidades. Outras situações apontam que em 64% dos municípios o lixo coletado é depositado em lixões a céu aberto ; 75% de todo o esgoto sanitário coletado nas cidades é despejado in natura minimamente organizado ( Esta situação obviamente leva a uma maior número de doenças de veiculação hídrica. Desde a extinção do Banco Nacional da Habitação (BNH), em 1986 e a falência do Plano Nacional de Saneamento (PLANASA), o setor vive um vazio institucional enfrentando ainda hoje as dificuldades de superá-lo. Neste sentido a proposta de uma

2 Política Nacional de Saneamento vem sendo exaustivamente discutida através do Ministério das Cidades ( as polêmicas têm surgido com respeito à titularidade dos serviços, ressalta-se que o setor carece de políticas de longo prazo. O Projeto de Lei 5296/05 para uma Política Nacional de Saneamento tem sido discutido entre o congresso e o governo e a aprovação do projeto seria um marco regulatório importante sobre o assunto. Como faltam ações na área de saneamento, propagam-se doenças por veiculação hídrica. Segundo CAIRNCROSS e FEACHEM (1990) e HELLER (1997), a classificação ambiental das infecções relacionadas com a água, seja em quantidade ou qualidade, originase a partir do entendimento sobre os mecanismos de transmissão, que podem ser agrupados em quatro categorias, a saber: - Ingestão de água contaminada: que ocorre quando o patogênico encontra-se na água ingerida (exemplos: diarréias, disenterias, febres entéricas, hepatite A); - Transmissão relacionada com a higiene e contato: identificada como aquela que pode ser interrompida pela implantação de higiene pessoal e doméstica (exemplo: doenças infecciosas da pele e dos olhos); - Transmissão baseada no ciclo de vida do inseto na água: caracterizada quando o patogênico desenvolve parte do seu ciclo vital em um animal aquático (exemplo: esquistossomose, onde o hospedeiro do ovo é um caramujo); - Transmissão por um inseto vetor: na qual os insetos que procriam na água ou cujas picaduras ocorrem nas proximidades da água são os transmissores (exemplos: febre amarela, malária e dengue). O objetivo do trabalho é discutir sobre o tema saneamento e suas interfaces com aspectos de recursos hídricos e saúde pública na cidade de Manaus -AM. Discussão Os problemas ambientais de origem hídrica na cidade de Manaus estão relacionados à ainda precária distribuição de água potável à população, principalmente nos bairros estabelecidos mais recentemente. Esta precariedade leva a população à ingestão de água contaminada proveniente de poços perfurados sem critérios técnicos e poços contaminados devido à aproximação destes com as fossas sépticas. As águas das fossas sépticas, quando há ocorrências de chuvas intensas não infiltram o suficiente e se misturam na superfície do solo gerando uma situação de risco à saúde das pessoas. Contribui também a exposição pelo contato físico com água contaminada oriunda dos igarapés que cortam o município. As condições de moradia tradicionais nas margens e leitos dos igarapés, acentuam as verminoses e as doenças de pele destas populações. No caso da transmissão através de insetos, tendo a água como meio de procriação, esta ocorre principalmente nas cabeceiras dos igarapés, justamente onde ocorrem invasões de áreas de florestas e o conseqüente desmatamento destas áreas. Outro fator essencial na questão sanitária do município é a insuficiente rede coletora de esgotos sanitários, isto faz com que os munícipes venham utilizar-se de sistemas precários para o esgotamento sanitário. Uma parte do esgoto é encaminhada para fossas e infiltrada em sumidouros. Esses sumidouros contaminam as águas subterrâneas. A rede separadora de esgoto e água de chuva praticamente se encontra na área central da cidade. Em muitos bairros, o esgoto é coletado junto com as águas pluviais e são destinados para

3 uma única galeria de águas pluviais onde são misturados causando odores e desconforto. Em outras situações as águas de pia das cozinhas são despejadas nas beiras da sarjeta até encontrarem uma galeria pluvial. Mais grave ainda é a disposição direta do esgoto sobre os igarapés como ocorrem em muitas áreas que ocupam as laterais e o leito dos igarapés. Na questão dos resíduos sólidos, o município vem se esforçando para encontrar um caminho para a implantação de sistemas de coleta seletiva, para implantar melhorias na gestão dos resíduos sólidos domésticos e industriais e tem obtido êxito na limpeza urbana, porém este é um longo caminho que depende da conscientização e da boa vontade da sociedade para a solução do problema. Com relação aos igarapés que cortam a cidade, desde o início do século XX têm sido executadas obras de canalização, retificação e drenagem, principalmente aqueles da área central. Nos dois últimos governos, diversos projetos vêm sendo executados para a remoção de entulhos, lixo acumulado e dragagem de material sedimentado, porém estas medidas têm sido apenas paliativas, servindo apenas para a postergação da solução dos reais problemas. Um dos últimos programas desenvolvidos neste sentido foi o Programa SOS Igarapés, nos anos de 2001 e 2002, segundo as informações oficiais da época, os dizeres eram como segue: - A Prefeitura do Município de Manaus, através do "Programa SOS Igarapés", vem desenvolvendo um grandioso trabalho de saneamento nos igarapés, córregos, canais e cursos d água que atravessam a capital, evitando, com isso, inundações, erosões diversas, destruição do pavimento asfáltico, subida de nível dos canais e igarapés, deslizamento e desmoronamento de barrancos com soterramento de casas, além do grave prejuízo causado à saúde pela proliferação de doenças surgidas com as enchentes. Vale ressaltar que o "Programa SOS Igarapés" vem atuando em três frentes paralelas: remoção do lixo, preservação das nascentes dos cursos d água, canalização dos igarapés e urbanização das margens ( O programa foi uma medida de emergência com os seus méritos, porém ressalta-se a falta de continuidade do mesmo. O programa do atual Governo do Estado ( ), denominado, Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (PROSAMIM), tem como objetivo melhorar a qualidade de vida da população residente na área de abrangência do Programa, através do melhoramento das condições de saúde e da estrutura urbana. O Programa está organizado em três grandes áreas: Infra-estrutura sanitária; Recuperação ambiental e Sustentabilidade social institucional. O Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus lançou no dia 18 de janeiro de 2005, o edital para licitação da empresa que executou as primeiras obras do Programa. O edital foi para obras e serviços nos igarapés de Manaus, Bittencourt e Mestre Chico. Na primeira etapa, a empresa vencedora ficou responsável pela drenagem pluvial, compreendendo macro e micro drenagem, com serviços de revestimento de calhas, recuperação de margens, implantação de redes tubulares, sarjetas, bocas de lobo, meio fio etc; foi responsável, ainda, pelo trabalho de requalificação urbanística, que inclui a implantação de parques, praças, áreas de lazer e recreação, áreas verdes e equipamentos de uso público ( Para poder iniciar as obras físicas, o Governo do Estado cuidou do trabalho de remoção das famílias que vivem nas áreas que sofreram intervenção. Durante a elaboração do PROSAMIM, vêm sendo apresentadas aos moradores dos igarapés de Manaus, Mestre

4 Chico e Bittencourt, três alternativas na área habitacional para aqueles que forem removidos: o pagamento de indenização, a oferta de uma carta de crédito para aquisição de outro imóvel e a transferência para um dos conjuntos habitacionais do Governo. Técnicos da Secretaria de Estado de Infra-estrutura (SEINF) trabalharam nas áreas dos igarapés para fazer um levantamento sobre qual a alternativa que cada família escolheria. O trabalho de remoção iniciou ainda em Além dos três igarapés contemplados pelo financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, o Estado incluiu no programa a recuperação dos igarapés da Cachoeirinha e do Quarenta este último já passa por intervenções a partir de investimentos próprios do Governo. As obras no igarapé da Cachoeirinha iniciaram em Para executar a sua contrapartida de investimentos, o Estado também busca novos financiamentos ( O programa vem sendo conduzido e as melhorias são visíveis nas áreas onde é implantado, porém uma parcela significativa da população que ocupa estas áreas ainda aguarda por uma definição de seu futuro. Iniciativas muito positivas para a criação de comitês de bacias já foram iniciadas no Amazonas, neste ano de 2006 foi criado o Comitê de Bacias, conforme previsto na LEI Nº 2.712, de 28 de dezembro de que disciplina a Política Estadual de Recursos Hídricos e estabelece o Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos ( A cidade de Manaus é entrecortada por igarapés que drenam o grande volume de águas pluviais do Município. Um dos igarapés mais estudados e conhecidos, devido à sua proximidade com a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA) e Distrito Industrial é o igarapé do Quarenta. Vários bairros do município drenam suas águas para a bacia do Educandos. A área apresenta dois períodos sazonais, um de maior intensidade de chuva (novembro a maio) e outro de estiagem (junho a outubro). É importante ressaltar que em nenhum momento foi cogitada a possibilidade de se utilizar águas dos igarapés do município para o abastecimento público. Historicamente foram utilizados como balneários até meados da década de setenta, antes da instalação do Distrito Industrial. É tradicional a utilização das águas frias dos igarapés para o banho, termo este muito empregado no município para o usufruto e lazer obtido nestes corpos d água. Atualmente, em 2006, as pessoas procuram estes banhos nos extremos da cidade, ou mesmo em municípios próximos, porém, estes têm ficado cada vez mais distantes da cidade. A ocupação desordenada da margem e do leito dos igarapés, além de causar grandes impactos nesses recursos, pelo lançamento direto de esgotos e lixo, faz com que, segundo o Instituto de Medicina Tropical de Manaus, no início da temporada de chuvas no Amazonas, aumente a possibilidade de surtos das doenças de veiculação hídrica devido à incidência de alagações. Essas pessoas que ocupam estas áreas estão, portanto, mais vulneráveis, pois, a água misturada com o lixo e detritos sanitários forma um ambiente adequado à proliferação dos agentes causadores de doenças, onde o simples contato com a mesma pode provocar doenças de pele, diarréias, verminoses, hepatite e leptospirose conforme pode se constatar no trabalho de SANTOS, WAICHMAN e BORGES (2003). Entre as décadas de 1970 e 2000, houve um crescimento desordenado gerado pela implantação da Zona Franca de Manaus, com invasões de áreas protegidas, áreas

5 institucionais, quando muitas nascentes foram dizimadas e muitas áreas verdes foram derrubadas para a elevação de edifícios e bairros. Manaus foi classificada, entre as capitais brasileiras, como a cidade que teve o crescimento mais acelerado dos últimos anos. Em 1965, Manaus tinha 200 mil habitantes. Em 2000, esse número aumentou para habitantes, o que significa um aumento de praticamente 700%, conforme sensos realizados pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Ao longo deste processo houve uma deterioração da qualidade das águas dos igarapés que cortam o município. Como cerne das questões prioritárias para o saneamento ambiental no Município, encontra-se a necessidade de despoluir e garantir a qualidade ambiental dos cursos d água situados nestas microbacias. É sabido que para essas áreas de drenagem naturais (igarapés), as exigências por controle e melhoria da qualidade das águas extrapolam as demandas vinculadas ao abastecimento e estão diretamente ligadas à questão do contato físico que se relaciona à saúde e ao aspecto estético (WAICHMAN e BORGES, 2003). Vários trabalhos científicos vêm sendo publicados desde a década de 70 sobre os ambientes aquáticos no município de Manaus, estes estudos enfatizam principalmente os aspectos geoquímicos e hidroquímicos. Especificamente na região do Distrito Industrial, os estudos de caracterização de águas e sedimentos começaram com o trabalho de BRINGEL (1986), seguido por SILVA (1992), SILVA (1996) e o grupo de Química Ambiental da Universidade Federal do Amazonas com os trabalhos de VALLE (1998), SAMPAIO (2000), SANTOS (2000), CASTRO (2000), BENTES (2001), DIAS (2001) e OLIVEIRA (2000). Um estudo mais prolongado sobre a qualidade das águas do igarapé foi realizado pelo grupo de pesquisas em recursos hídricos do INPA, entre os anos 1997 e 2000 (MIRANDA, et al. 2003). Os pesquisadores fizeram uma avaliação dos recursos hídricos de Manaus no período de 1997 a 2000, nas bacias do São Raimundo, Educandos e Puraquequara. Foram determinados alguns parâmetros físicos e químicos nas águas do igarapé do Mindu e do Quarenta, que são os principais tributários das bacias do São Raimundo e do Educandos, respectivamente. E entre os anos 2003 e 2005 foi realizado projeto financiado pela FINEP, através do Edital CT-Hidro, projeto que teve a participação de diversas entidades do Estado como a UFAM, INPA, Serviço Geológico do Brasil - CPRM e Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica - FUCAPI. Este projeto confirmou a situação de degradação encontrada nos outros estudos e enfatizou a questão social na área. Estes estudos e pesquisas confirmam a degradação ambiental da área e deram suporte ao Estudo de Impacto Ambiental realizado na região da bacia do Educandos, no programa denominado PROSAMIM já discutido. Conclusões A qualidade da água no igarapé citado, conforme os valores apresentados nos diversos trabalhos investigados se encontra bastante alterada pela ampla gama de influências antrópicas, seja de origem doméstica ou industrial. Sendo impossível a utilização das águas para abastecimento doméstico, dessedentação de animais e irrigação, os usos das águas superficiais na Bacia do Educandos, tanto à montante quanto à jusante, se enquadram na classe 4 da Resolução

6 CONAMA 357 (BRASIL, 2005), com restrições, pois estas águas estão sendo utilizadas como receptores de toda gama de resíduos, sejam industriais ou domésticos. Mesmo assim, para a classificação de águas doces, para a classe 4, este corpo hídrico não vem prestandose às seguintes finalidades: - À navegação. Este igarapé é via de escoamento de pescado e hortifrutigranjeiros na época da cheia, servindo como via fluvial até a altura do Bairro de Educandos. Daí à montante, sentido zona leste, o Igarapé é inviável para a navegação, mesmo em época de cheia do Rio Negro. - À harmonia paisagística. Este Igarapé não apresenta em todo o seu entorno nenhuma harmonia paisagística, visto que o seu leito e suas margens vêm sendo ocupados pela população há dezenas de anos, portanto, somente com a recuperação da mata do entorno e o melhoramento dos taludes seria possível ter esta finalidade. - Aos usos menos exigentes. A bacia hidrográfica do estudo vem sendo utilizada como canal receptor de esgoto doméstico e industrial, sendo assim, estes Igarapés não permitem o lazer de contato primário e outras atividades. Este recurso hídrico fora utilizado até a década de 1970 para a recreação e desde o aumento populacional ocorrido devido à instalação da Zona Franca em Manaus, suas margens vêm sendo ocupadas, o que vem impedindo a utilização para este fim. BRANDÃO, em 1998, recomendava a transferência da população das áreas de planícies de inundação para as áreas constituídas com infra-estrutura e sugeria a introdução de um programa de arborização com vegetação nativa em todas as faixas marginais, entre outras. É difícil constatar alguma importância do igarapé para os moradores da região. O que se observa é que as residências estão sobre o leito, ou mesmo com os fundos voltados para o corpo aquático, o que sugere que a população ignora, ou mesmo despreza as águas do Igarapé. Conclui-se que a área do entorno da bacia do Educandos, a qual envolve o Igarapé do Quarenta está severamente alterada pela ocupação humana e suas águas estão com a qualidade inferior à definida como de classe 4, a classe de pior qualidade da resolução CONAMA 357 de Isto implica em dizer que suas águas estão imprestáveis, sendo apenas um canal de drenagem de esgoto e águas pluviais. Com relação ao aspecto sócio-econômico e ao ordenamento urbano verifica-se a ocupação desordenada em toda a margem e a presença de maior incidência de doenças de veiculação hídrica, principalmente aquelas originadas por contato com as águas destes Igarapés. Com respeito à água subterrânea, os resultados da pesquisa de DA COSTA (2005) sob orientação da Prof. Andréa Waichman, indicam que os poços com profundidade entre metros vêm sendo contaminados devido à influência da proximidade de sistemas de fossas amplamente utilizadas no Município e também por apresentarem deficiência construtiva aumentando a vulnerabilidade deste sistema. Na cidade, segundo dados da Companhia CPRM, existem aproximadamente poços, cujas profundidades variam entre 10 a 220 metros, dos quais parcela representativa não apresenta em seu entorno a proteção necessária contra os poluentes (AGUIAR, et al, 2003). A exploração da água

7 acima da capacidade restauradora dos aqüíferos pode provocar também a maior dispersão de poluentes. Entre os graves problemas de saneamento que ainda afligem as comunidades urbanas e rurais, estão a escassez de recursos hídricos e a não-disponibilidade de água tratada. No entanto, no caso de Manaus as contradições com respeito a esse tema extrapolam o bom senso e serão citadas algumas destas contradições: - Existe água superficial em abundância e a sociedade vem utilizando a água subterrânea sem nenhum controle; - Existe abundante água superficial de excelente qualidade, porém esta água apresenta uma cor que deve ser removida antes de seu uso pela população; - A água é um bem comum e no Município a sua gestão foi transferida para a empresa privada devido a problemas de administração por governos anteriores. A Companhia de Saneamento do Amazonas (COSAMA) foi adquirida em junho de 2000, depois de um processo de licitação internacional promovido pelo Governo do Amazonas. O Grupo Suez, um dos maiores do setor de saneamento em todo o mundo, comprou 90% das ações e os 10% restantes foram adquiridos pelos funcionários da empresa. O contrato de concessão foi assinado em julho daquele mesmo ano e a nova concessionária passou a ser denominada Águas do Amazonas S.A. - Existe um investimento na cura das doenças de veiculação hídrica, constantes na população, enquanto há muito pouco investimento em saúde preventiva. Ainda que tenhamos regulamentações a respeito da qualidade da água servida à população através da Portaria 518 de 2004 (BRASIL, 2004) e do Decreto nº 5.440, de 4 de maio de 2005 (BRASIL, 2005), grande parte da população desconhece os mínimos aspectos do controle da qualidade das águas que utiliza. É necessário que os administradores públicos venham buscar alternativas para a solução dos problemas de drenagem, abastecimento de água e tratamento do esgoto sanitário. É preciso que se encontrem soluções para a redução da carga de dejetos que atingem os igarapés. Numa primeira etapa é preciso que se coloquem metas factíveis para esta redução e se faça um plano de longo prazo para a solução do problema. Soluções diferenciadas com tratamento descentralizado, utilizando sistemas modulares talvez seja uma solução. Sabemos que a implantação de rede coletora de esgoto sanitário é obra de grande custo e a instalação de rede coletora em separado é o sistema ideal. A sociedade deve tomar ciência dos investimentos neste sistema de coleta separado de esgoto. O município privatizou o seu sistema de abastecimento e drenagem e cruzou os braços, esperando pela solução do problema, fato este que não vem ocorrendo.

8 Referências AGUIAR, C. J. B Carta hidrogeológica da cidade de Manaus. Manaus AM, CPRM, AGUIAR, C. J. B; HORBE, M. A.; GASNIER, T. (2003) A Vulnerabilidade do aqüífero Alter do Chão na cidade de Manaus um caso de contaminação por amônia e nitrato. CD ROM. Anais do I Simpósio de Recursos Hídricos da Amazônia. Manaus AM, 27 a 29 de agosto de BARRONCAS, P. S. R. (1999) Estudo da concentração de metais pesados nos igarapés Matrinchã, Bolívia e Tarumã (Manaus-AM). Dissertação de Mestrado. Centro de Ciências do Ambiente. UFAM. BENTES, K. R. S. Estudo de um espodossolo hodromórficom existente na bacia de três igarapés do distrito Industrial de Manaus AM. Manaus: UFAM, Dissertação (Mestrado em Química de Produtos Naturais), Instituto de Ciências Exatas, Universidade federal do Amazonas, BRANDÃO, J. P. Microbacia do Igarapé do Quarenta: Um ambiente fluvial urbano. Manaus, Universidade do Amazonas, p. (Dissertação de Mestrado em Ciências Ambientais), BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n.º 518, de 25 de março de Estabelece os procedimentos e responsabilidade relativos ao controle e vigilância da qualidade da água para o consumo humano e seu padrão de potabilidade, e dá outra providências. Brasília, DF, D.O.U., BRASIL. Resolução CONAMA 357 de Estabelece a classificação das águas, doces, salobras e salinas do Território Nacional. BRASIL. Decreto nº 5.440, de 4 de maio de Estabelece definições e procedimentos sobre o controle de qualidade da água de sistemas de abastecimento e institui mecanismos e instrumentos para divulgação de informação ao consumidor sobre a qualidade da água para consumo humano, BRASIL. Lei 9433 de 08 de janeiro de Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, regulamenta o inciso XIX do art. 21 da Constituição Federal, e altera o art. 1º da Lei nº 8.001, de 13 de março de 1990, que modificou a Lei nº 7.990, de 28 de dezembro de BRINGEL, S. R. B. Instituto de tecnologia do Amazonas. Estudo do nível de poluição nos igarapés do Quarenta e do Parque Dez de Novembro.Manaus: Centro de Desenvolvimento Pesquisa e tecnologia do estado do Amazonas CODEAMA, Relatório Técnico. CAIRNCROSS,S e FEACHEM, R. G. (1990) Environmental Health Engineering in the Tropics: An Introductory Text. Chichester: John Wiley & Sons. CASTRO, R.F. Composição Inorgânica de duas gramíneas no Distrito Industrial de Manaus AM. Universidade do Amazonas, 88p. (Dissertação de Mestrado em Química de Produtos Naturais) DA COSTA, A. M. R.; WAICHMAN, A.; SANTOS, E. E.A. Uso da água subterrânea na zona urbana de Manaus. CD ROM. Anais do I Simpósio de Recursos Hídricos da Amazônia. Manaus AM, 27 a 29 de agosto de DA COSTA, A. M. R. Uso da água subterrânea na cidade de Manaus. Universidade Federal do Amazonas. Dissertação de Mestrado em Ciências do Ambiente; DIAS, C. M. Estudo físico-químico da água de três igarapés da região do distrito industrial de Manaus- AM. Dissertação de Mestrado, Curso de Química, UFAM HELLER, L., Saneamento e Saúde. Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde.

9 GEISSLER, R. M. O. Geoquímica ambiental aplicada à bacia do igarapé do quarenta, Município de Manaus AM. Dissertação de Mestrado. Centro de Ciências do Ambiente. UFAM GUEDES, M. C. C. Poluição aquática na microbacia do igarapé do quarenta, Manaus-AM. Dissertação de Mestrado, Curso de Química, UFAM MIRANDA, S. A. et al. Diagnóstico da situação dos recursos hídricos de sperfície, da área urbana do município de Manas, sob o ponto de vista hidroquímico. CD ROM. Anais do I Simpósio de Recursos Hídricos da Amazônia. Manaus AM, 27 a 29 de agosto de OLIVEIRA, T. C. S. de. Distribuição de Metais pesados em sedimentos na região do Distrito Industrial de Manaus Amazonas. Manaus: UFAM, Dissertação (Mestrado em Química de produtos Naturais), Instituto de Ciências Exatas, Universidade Federal do Amazonas, 2002 SAMPAIO, A Q.. Caracterização física e química dos sedimentos do Distrito Industrial de Manaus AM. Manaus, Universidade do Amazonas, 81 p. (Dissertação de Mestrado em Química de Produtos Naturais) SANTOS, L. A. Biodisponibilidade de metais pesados em Igarapés da cidade de Manaus. Monografia (Engenharia de Pesca) UFAM, SANTOS, L. A.; WAICHMAN, A. V.; TITO BORGES, J. (2003) Interface entre Saúde, Saneamento e Recursos Hídricos em Manaus AM, no ano de CD ROM. Anais do I Simpósio de Recursos Hídricos da Amazônia. Manaus AM, 27 a 29 de agosto de SANTOS. J. B. Caracterização física e química dos solos na área do Distrito Industrial de Manaus Am. Universidade do Amazonas, 63 p. (Dissertação de Mestrado em Química de Produtos Naturais) SILVA, M. S. R. Metais pesados em sedimentos de fundo de Igarapés (Manaus AM). Belém, Universidade Federal do Pará, 109 p. (Dissertação de Mestrado em Geologia e Geoquímica) SILVA, M. S. R.; RAMOS, J. F.; PINTO, A.G. N. Metais de transição nos sedimentos de igarapés de Manaus AM. Acta Limnológica Brasiliensia. Vol. 11 (2) , SILVA, M.L. Hidroquímica elementar e dos isótopos de urânio no aqüífero de Manaus - AM. Rio Claro: Centro de Estudos Ambientais/Universidade Estadual Paulista,. 82p. (Dissertação de Mestrado); VALLE, C. M. Impacto Ambiental Urbano: Avaliação física e química dos solos da bacia do Igarapé do Quarenta (Manaus Am). Manaus, Universidade do Amazonas, 90 p. (Dissertação de Mestrado em Ciências do Ambiente); WAICHMAN, A. V.; TITO BORGES, J. (2003) Recursos Hídricos Urbanos Proposta de um modelo de planejamento gestão integrada e participativa no Município de Manaus AM. Revista T& C Amazônia. Org. FUCAPI. Dez Sites consultados Agradeço à equipe de apoio do Centro de Ciências Ambientais (UFAM)e à Francisca Lima (FUCAPI) Autor: João Tito Borges Doutor em saneamento e ambiente pela UNICAMP, vem realizando pesquisas com sistemas de tratamento de água e esgoto e tem ministrado cursos de pós-graduação na FUCAPI, Universidade Estadual do Amazonas, Universidade Federal do Amazonas e no Curso de Biologia Urbana do Centro Universitário Nilton Lins.

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