CLIPPING INFORMA D&B JULHO 2015

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1 CLIPPING INFORMA D&B JULHO 2015

2 ÍNDICE Data publicação Título Publicação/Canal Suplemento/Programa Número Págs Exportações representaram 67% da produção portuguesa País conómico Principal Setor da restauração vale cerca de milhões de euros Actualidad Principal Venda de medicamentos caiu 0.5% em 2014 Executive Digest Principal Empresas portuguesas entre as piores pagadoras Diário Económico Principal Empresas portuguesas já estão a demorar menos tempo a pagar Jornal i Principal Menos salários fora do prazo Metro Principal Mobiliário a Crescer Jornal da Madeira jm.economia Panificação Setor aumenta vendas Jornal de Notícias Principal Montagens recuperam após perda de mil milhões Jornal de Negócios Principal Accionistas da ex SLN elegem como número dois um antigo presidente da PT Público Principal Faro: uma grande cidade que exporta muito pouco Jornal de Negócios Principal empresas criadas por cada firma encerrada Metro Principal Criação de novas empresas cresce 10% no primeiro semestre Diário Económico Principal Criadas 2,5 empresas por cada uma encerrada Jornal da Madeira Principal Empresas Nasceram mais do que fecharam Jornal de Notícias Principal Há mais empresas a nascer do que a fechar Diário de Notícias Madeira Principal Nasceram 2.5 empresas por cada uma que fechou Diário de Notícias Principal Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre Janeiro e Junho Jornal i Principal Portugueses mais confiantes Correio da Manhã Principal Um país de novas empresas Destak Porto Principal Um país de novas empresas Destak Principal Empresas criadas são mais do que as que encerram Vida Económica Principal Tendência: trabalhador temporário Destak Especial Números Novas empresas Região de Leiria Principal Como pagam as empresas Local.pt Como pagam as empresas em Portugal? Hipersuper Online Há mais empresas portuguesas a cumprir prazos de pagamento Económico Percentagem de empresas com pagamentos dentro do prazo sobe 0,9 pontos Percentagem de empresas nacionais que pagam no prazo dá sinais de melhoria Oje Online... 1 Distribuição Hoje Onlin Empresas portuguesas já estão a demorar menos tempo a pagar I Online Há mais empresas a pagar a horas em Portugal Human Resources Sector da panificação e pastelaria com um crescimento de 2,1% em 2014 Público Online Mercado de panificação e pastelaria cresce 2,1% em 2014 Shopping Spirit Mercado de panificação e pastelaria a crescer. Exportações atingem 187 milhões Oje Online Mercado de panificação e pastelaria cresce 2,1% em 2014 Local.pt Volume de negócio do sector de instalações e montagens cresce em Mercado de panificação e pastelaria cresce 2,1% em 2014 DRG Do Restaurante & do... Local.pt : Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 Económico Mais de 21 mil empresas nasceram até junho TVI 24 Online Mais empresas e menos insolvências em 2015 Executive Digest Online Nasceram 2,5 empresas por cada empresa que encerrou Local.pt No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou TV do Minho Número de empresas criadas supera número de empresas encerradas TVI 24 Online Por cada em presa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Baróetro Correio da Manhã Canadá Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 em 2015 I Online Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Notícias ao minuto Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Observador Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Jornal da Madeira Onlin Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre Janeiro e Junho Diário Digital Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre Janeiro e Junho Dinheiro Digital Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Açores

3 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Açores Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Barómetro Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Barómetro Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Barómetro Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Barómetro Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho indica Barómetro LUSA INBOX Antena Minho... 1 Destak... 1 Impala... 1 Correio da Manhã Online... RTP Criação de novas empresas cresce 10% no primeiro semestre Económico Por cada empresa que fechou entre janeiro e junho nasceram 2,5 Visão Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 ANIL Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 ANIL Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 ANIL Empresas portuguesas são as piores pagadoras da Europa Diário de Notícias Onli Empresas portuguesas são as piores pagadoras da Europa Dinheiro Vivo Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 Notícias Sapo Casa Exportações de mobiliário representaram 67% da produção em 2014 Público Online Universo empresarial português mantém tendências de melhoria Human Resources Bold aposta na criação de emprego Bit Online Bold International entre as empresas que mais contribuem para a criação de emprego em Portugal Business Leak Mercado espanhol de ótica abandona recessão Terra Ruiva Distribuição de água. Empresas faturam 700 milhões Oje Online Empresas de distribuição de água facturam 702 milhões I Online Volume de água faturado está em decréscimo nos últimos anos Local.pt Resultado da Pesquisa: 73

4 País conómico Principal Exportações representaram 67% da produção portuguesa Autor: N.D. Editora: N.D. Id: Data Publicação: Fonte: Revista Edição: 154 Página: 20 Tiragem: Periodicidade: Mensal Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 24,55cmx18,68cm Media Value: 1566,03 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

5 Actualidad Principal Setor da restauração vale cerca de milhões de euros Autor: N.D. Editora: CCILE Câmara de Comércio e Indústria Luso Espanhola Id: Data Publicação: Fonte: Revista Edição: 217 Página: 15 Tiragem: 6000 Periodicidade: Mensal Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 13,52cmx6,69cm Media Value: 334,03 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

6 Executive Digest Principal Venda de medicamentos caiu 0.5% em 2014 Autor: N.D. Editora: Multipublicações, Lda Id: Data Publicação: Fonte: Revista Edição: 112 Página: 7 Tiragem: Periodicidade: Mensal Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 11,75cmx8,92cm Media Value: 1691,66 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

7 Diário Económico Id: Principal Data Publicação: Empresas portuguesas Fonte: Jornal entre as piores pagadoras Edição: 6206 Autor: P.C.S. Editora: ST e SF Página: 12 Tiragem: Periodicidade: Diária 2ª a 6ª Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 6,93cmx23,81cm Media Value: 1551,56 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

8 Jornal i Id: Principal Data Publicação: Empresas Fonte: Jornal portuguesas já Edição: 1927 estão a demorar menos tempo a pagar Autor: N.D. Editora: LENA Comunicação, S.A. Página: 15 Tiragem: Periodicidade: Diária 2ª a Sábado Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 28,73cmx8,81cm Media Value: 3190,39 EUR

9 Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

10 Metro Principal Id: Menos salários fora do Data Publicação: prazo Fonte: Jornal Autor: N.D. Edição: 2342 Editora: Cofina Media, S.A. Página: 7 Tiragem: Periodicidade: Diária 2ª a 6ª Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 13,97cmx10,56cm Media Value: 2958,31 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

11 Jornal da Madeira jm.economia Mobiliário a Crescer Autor: N.D. Editora: N.D. Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: Página: 2 Tiragem: Periodicidade: Diário Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Regional AlturaxLargura: 6,24cmx5,74cm Media Value: 115 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

12 Jornal de Notícias Principal Panificação Setor aumenta vendas Autor: N.D. Editora: Controlinveste Media, SA Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: 33 Página: 13 Tiragem: Periodicidade: Diário Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 5,77cmx4,5cm Media Value: 1663,48 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

13 Jornal de Negócios Principal Montagens recuperam após perda de mil milhões Autor: N.D. Editora: Cofina Media, S.A. Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: 3035 Página: 12 Tiragem: Periodicidade: Diária 2ª a 6ª Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 27,97cmx4,79cm Media Value: 1213,15 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

14 Público Principal Id: Accionistas da ex SLN elegem Data Publicação: como número dois um antigo Fonte: Jornal presidente da PT Edição: 9221 Autor: Cristina Ferreira Editora: Público, S.A. Página: 24 Tiragem: Periodicidade: Diário Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 34,4cmx18,31cm Media Value: 5720,88 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

15 Jornal de Negócios Principal Faro: uma grande cidade que exporta muito pouco Autor: N.D. Editora: Cofina Media, S.A. Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: 3042 Página: 4 Tiragem: Periodicidade: Diária 2ª a 6ª Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 28,2cmx25,14cm Media Value: 5351,3 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

16 Jornal de Negócios Principal Faro: uma grande cidade que exporta muito pouco Autor: N.D. Editora: Cofina Media, S.A. Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: 3042 Página: 5 Tiragem: Periodicidade: Diária 2ª a 6ª Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 28,73cmx24,71cm Media Value: 6163,86 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

17 Metro Principal Id: empresas criadas por Data Publicação: cada firma encerrada Fonte: Jornal Autor: N.D. Edição: 2355 Editora: Cofina Media, S.A. Página: 7 Tiragem: Periodicidade: Diária 2ª a 6ª Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 8,04cmx5,64cm Media Value: 925,75 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

18 Diário Económico Principal Criação de novas empresas cresce 10% no primeiro semestre Autor: L.S. Editora: ST e SF Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: 6219 Página: 10 Tiragem: Periodicidade: Diária 2ª a 6ª Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 6,09cmx24,1cm Media Value: 1378,7 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

19 Jornal da Madeira Principal Criadas 2,5 empresas por cada uma encerrada Autor: N.D. Editora: N.D. Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: Página: 15 Tiragem: Periodicidade: Diário Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Regional AlturaxLargura: 17,44cmx20,21cm Media Value: 819,75 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

20 Jornal de Notícias Principal Empresas Nasceram mais do que fecharam Autor: N.D. Editora: Controlinveste Media, SA Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: 50 Página: 11 Tiragem: Periodicidade: Diário Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 5,16cmx4,58cm Media Value: 1663,48 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

21 Diário de Notícias Madeira Principal Há mais empresas a nascer do que a fechar Autor: N.D. Editora: N.D. Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: Página: 21 Tiragem: Periodicidade: Diário Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Regional AlturaxLargura: 7,83cmx24,63cm Media Value: 649,76 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

22 Diário de Notícias Principal Nasceram 2.5 empresas por cada uma que fechou Autor: N.D. Editora: Controlinveste Media, SA Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: Página: 16 Tiragem: Periodicidade: Diário Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 16,56cmx5,21cm Media Value: 757 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

23 Jornal i Id: Principal Data Publicação: Por cada empresa Fonte: Jornal que fechou Edição: 1943 nasceram 2,5 entre Janeiro e Junho Autor: N.D. Editora: LENA Comunicação, S.A. Página: 13 Tiragem: Periodicidade: Diária 2ª a Sábado Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 20,32cmx8,84cm Media Value: 2262,96 EUR

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25 Correio da Manhã Principal Portugueses mais confiantes Autor: Raquel Oliveira Editora: Cofina Media, S.A. Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: Página: 26 Tiragem: Periodicidade: Diário Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 29,18cmx25,56cm Media Value: 11868,57 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

26 Correio da Manhã Principal Portugueses mais confiantes Autor: Raquel Oliveira Editora: Cofina Media, S.A. Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: Página: 27 Tiragem: Periodicidade: Diário Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 29,16cmx15,03cm Media Value: 7220,41 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

27 Destak Porto Principal Um país de novas empresas Autor: Carla Marina Mendes Editora: Cofina Media, S.A. Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: 2516 Página: 4 Tiragem: Periodicidade: Diária 2ª a 6ª Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Regional AlturaxLargura: 23,68cmx12,62cm Media Value: 2603,73 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

28 Destak Principal Um país de novas empresas Autor: Carla Marina Mendes Editora: Cofina Media, S.A. Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: 2516 Página: 4 Tiragem: Periodicidade: Diária 2ª a 6ª Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Regional AlturaxLargura: 23,18cmx12,54cm Media Value: 3545,4 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

29 Vida Económica Principal Empresas criadas são mais do que as que encerram Autor: N.D. Editora: Peixoto de Sousa Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: 1599 Página: 6 Tiragem: Periodicidade: Semanal Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Nacional AlturaxLargura: 4cmx12,54cm Media Value: 446,8 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

30 Destak Especial Id: Tendência: trabalhador Data Publicação: temporário Fonte: Jornal Autor: N.D. Edição: 2522 Editora: Cofina Media, S.A. Página: 10 Tiragem: Periodicidade: Diária 2ª a 6ª Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Regional AlturaxLargura: 19,02cmx13,44cm Media Value: 3621,74 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

31 Região de Leiria Principal Números Novas empresas Autor: N.D. Editora: LENA Comunicação, S.A. Id: Data Publicação: Fonte: Jornal Edição: 4089 Página: 25 Tiragem: 8513 Periodicidade: Semanal Idioma: Português País: Portugal Âmbito: Regional AlturaxLargura: 7,36cmx30,53cm Media Value: 545,49 EUR Autorizada pela VISAPRESS para a reprodução, distribuição e/ou armazenamento de conteúdos de imprensa, das publicações por esta representada, sendo interdita qualquer reprodução, mesmo que parcial

32 Como pagam as empresas in Local.pt Autor: gerson ingrês Media Value: 600 EUR Data: Link: Como pagam as empresas A situação dos pagamentos em Portugal está a dar sinais de melhoria A percentagem de empresas que pagam dentro do prazo aumentou 0,9 pontos percentuais (pp) de 2013 para 2014 e desceram as percentagens de empresas com pagamentos com atraso até 90 dias ( 0,5 pp) e com mais de 90 dias ( 0,4 pp). Será, possivelmente, reflexo dos sinais de melhoria da dinâmica empresarial: Em 2013, iniciou se a recuperação no sector privado português: o encerramento de empresas tem vindo a descer desde 2012 e, pela primeira vez desde 2007, houve um declínio no número de insolvências de empresas, afirma Teresa Cardoso de Menezes, diretora geral da Informa D O Estudo de Pagamentos 2015 foi realizado pela CRIBIS Dcom base na informação produzida pelo programa DUNTRADEÒ, onde a Informa Dparticipa com informação sobre Portugal. Apresenta a evolução dos comportamentos de pagamento das empresas nos principais países do mundo. Baseia se no Índice de Pagamentos ou PaydexÒ, um indicador estatístico que revela a performance histórica dos pagamentos aos fornecedores, apresentando um perfil fiável das empresas no que concerne a serem, ou não, boas pagadoras. Nesta edição, foram analisados os indicadores de 28 países, incluindo Portugal. Os pagamentos na Europa estão também em análise, sendo apresentados os resultados agregados de 17 países. As práticas de pagamento são heterogéneas e existem tendências distintas entre os vários países analisados.

33 Como pagam as empresas em Portugal? in Hipersuper Online Autor: Rita Gonçalves Media Value: 600 EUR Data: Link: Como pagam as empresas em Portugal? A situação dos pagamentos em Portugal está a dar sinais de melhoria. A percentagem de empresas que pagam dentro do prazo aumentou 0,9 pontos percentuais (pp) de 2013 para 2014 e desceram as percentagens de empresas com pagamentos com atraso até 90 dias ( 0,5 pp) e com mais de 90 dias ( 0,4 pp). Será, possivelmente, reflexo dos sinais de melhoria da dinâmica empresarial, segundo Teresa Cardoso de Menezes, diretora geral da Informa D Em 2013, iniciou se a recuperação no setor privado português: o encerramento de empresas tem vindo a descer desde 2012 e, pela primeira vez desde 2007, houve um declínio no número de insolvências de empresas. O Estudo de Pagamentos 2015 foi realizado pela CRIBIS Dcom base na informação produzida pelo programa DUNTRADEÒ, onde a Informa Dparticipa com informação sobre Portugal.

34 Há mais empresas portuguesas a cumprir prazos de pagamento in Económico Media Value: 4800 EUR Data: Link: Há mais empresas portuguesas a cumprir prazos de pagamento No entanto Portugal continua a ser o quarto pior país dos 28 estudados, depois das Filipinas e da Grécia. Mais de metade das empresas portuguesas (58,9%) pagam com atrasos até 30 dias A situação dos pagamentos em Portugal está a dar sinais de melhoria. A percentagem de empresas que pagam dentro do prazo aumentou 0,9 pontos percentuais (pp) de 2013 para 2014 e desceram as percentagens de empresas com pagamentos com atraso até 90 dias ( 0,5 pp) e com mais de 90 dias ( 0,4 pp), refere um estudo da CRIBIS Donde a Informa Dparticipa com informação sobre Portugal. Apesar dos sinais de recuperação, a situação dos pagamentos em Portugal é uma das mais críticas entre os 28 países analisados. A percentagem de empresas portuguesas que cumpre os prazos de pagamento (17,4%) está muito aquém da Europa (37,6%). Mais de metade das empresas portuguesas (58,9%) pagam com atrasos até 30 dias e a percentagem das que têm pagamentos em falta há mais de 90 dias ascende aos 12,4%, sendo a terceira maior entre os 28 países analisados, a seguir às Filipinas (50,2%) e à Grécia (19,5%) ficando, mais uma vez, aquém da Europa (3,8%)., refere o estudo.as micro e as pequenas empresas registaram a maior percentagem de empresas cumpridoras dos prazos de pagamento(20,2% e 17,7% das empresas, respectivamente). Ao contrário, as grandes empresas concentraram se mais no pagamento com atraso até 30 dias (76,6%), com apenas 5% a pagarem até ao dia acordado. O sector com melhor desempenho em termos de pontualidade dos pagamentos é a Agricultura, silvicultura, caça e pesca, onde 27,1% das empresas a pagarem dentro do prazo de pagamento. Nos antípodas, a construção tem a maior percentagem de empresas que pagam com mais de 90 dias de atraso (21,5%). "A recessão económica gerou inúmeras dificuldades, especialmente para as pequenas e médias empresas (...). O atraso nos pagamentos, agravado pela maior dificuldade de acesso ao crédito e ao financiamento bancário, tem geralmente um impacto mais negativo em períodos de recessão económica, gerando desequilíbrios financeiros noutros sectores", refere a presidente da Informa D Teresa Cardoso de Menezes. Neste estudo, a Dinamarca encabeça o top dos melhores pagadores, com 90,3% de empresas cumpridoras dos prazos de pagamento. O segundo lugar pertence a Taiwan que regista 75,8% de empresas que são pontuais nos pagamentos. A Alemanha surge em terceiro lugar: tem 74,8% de empresas cumpridoras. Entre os 28 países em análise, estão os três para os quais Portugal mais exportou em 2014: Espanha, França e Alemanha. Espanha registou 46,5% de empresas a pagar dentro do prazo (8,9 pp acima da média europeia), França registou 38,3% e a Alemanha ocupa o segundo lugar no top dos melhores pagadores (74,8%). As empresas que pagam com mais de 90 dias de atraso representam apenas 3,6% em Espanha, 2,3% em França e 0,4% na Alemanha. Apesar da melhoria, Portugal aparece em quarto lugar (17,4%) dos ranking das empresas que não pagam a horas. Depois dos três países com uma menor percentagem de empresas a pagarem dentro do prazo, que são as Filipinas (1,9%), a Austrália (2,8%) e a Nova Zelândia (11,7%).

35 Percentagem de empresas com pagamentos dentro do prazo sobe 0,9 pontos in Oje Online Media Value: 600 EUR Data: Link: de e... Percentagem de empresas com pagamentos dentro do prazo sobe 0,9 pontos A situação dos pagamentos em Portugal está a dar sinais de melhoria. A percentagem de empresas que pagam dentro do prazo aumentou 0,9 pontos percentuais (pp) de 2013 para 2014 e desceram as percentagens de empresas com pagamentos com atraso até 90 dias ( 0,5 pp) e com mais de 90 dias ( 0,4 pp). Será, possivelmente, reflexo dos sinais de melhoria da dinâmica empresarial: Em 2013, iniciou se a recuperação no sector privado português: o encerramento de empresas tem vindo a descer desde 2012 e, pela primeira vez desde 2007, houve um declínio no número de insolvências de empresas, afirma a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes. O Estudo de Pagamentos 2015 foi realizado pela CRIBIS Dcom base na informação produzida pelo programa Duntrade, onde a Informa Dparticipa com informação sobre Portugal. Apresenta a evolução dos comportamentos de pagamento das empresas nos principais países do mundo. Baseia se no Índice de Pagamentos ou Paydex, um indicador estatístico que revela a performance histórica dos pagamentos aos fornecedores, apresentando um perfil fiável das empresas no que concerne a serem, ou não, boas pagadoras. Nesta edição, foram analisados os indicadores de 28 países, incluindo Portugal. Os pagamentos na Europa estão também em análise, sendo apresentados os resultados agregados de 17 países. As práticas de pagamento são heterogéneas e existem tendências distintas entre os vários países analisados. Apesar dos sinais de recuperação, a situação dos pagamentos em Portugal é uma das mais críticas entre os países analisados. A percentagem de empresas portuguesas que cumpre os prazos de pagamento (17,4%) está muito aquém da Europa (37,6%). Mais de metade das empresas portuguesas (58,9%) pagam com atrasos até 30 dias e a percentagem das que têm pagamentos em falta há mais de 90 dias ascende aos 12,4%, sendo a terceira maior entre os 28 países analisados, a seguir às Filipinas (50,2%) e à Grécia (19,5%) ficando, mais uma vez, aquém da Europa (3,8%). Segundo Teresa Cardoso de Menezes, A recessão económica gerou inúmeras dificuldades, especialmente para as pequenas e médias empresas ( ) O atraso nos pagamentos, agravado pela maior dificuldade de acesso ao crédito e ao financiamento bancário, tem geralmente um impacto mais negativo em períodos de recessão económica, gerando desequilíbrios financeiros noutros setores. As micro e as pequenas empresas registam a maior percentagem de empresas cumpridoras dos prazos (20,2% e 17,7% das empresas, respetivamente). As grandes empresas concentram se mais no pagamento com atraso até 30 dias (76,6%), com apenas 5% a pagarem até ao dia acordado. O setor com melhor desempenho em termos de pontualidade dos pagamentos é a Agricultura, silvicultura, caça e pesca, com 27,1% das empresas a pagarem dentro do prazo. A Construção tem a maior percentagem de empresas que pagam com mais de 90 dias de atraso (21,5%). PRINCIPAIS MERCADOS DE EXPORTAÇÃO Entre os 28 países em análise, estão os três para os quais Portugal mais exportou em 2014: Espanha, França e Alemanha. Espanha registou 46,5% de empresas a pagar dentro do prazo (8,9 pp acima da média europeia), França registou 38,3% e a Alemanha ocupa o segundo lugar no top dos melhores pagadores (74,8%). As empresas que pagam com mais de 90 dias de atraso representam apenas 3,6% em Espanha, 2,3% em França e 0,4% na Alemanha. Em termos e dimensão, são pontuais nos pagamentos 53,9% e 45,8% das micro e pequenas empresas espanholas, respetivamente, 26,3% das médias e 11,9% das grandes empresas. Em França, 46,1% e 27,5% das micro e pequenas empresas, respetivamente, cumprem o prazo de pagamento, mas apenas 12,4% e 3,9% das médias e das grandes empresas, respetivamente, o fazem. Na Alemanha, mais de metade das empresas de qualquer dimensão é pontual nos pagamentos (micro: 77,6%; pequenas: 75,6%; médias: 66,5%; grandes: 55%). Em Espanha, o setor com melhor desempenho é a Agricultura, silvicultura, caça e pesca, com 57,9% de pagadores pontuais. Em França, a Construção é o setor com a maior percentagem de empresas que pagam dentro do prazo (50,5%). Na Alemanha, destaca se a Construção com a maior percentagem de empresas boas pagadoras (78,1%). OS MELHORES E OS PIORES PAGADORES Neste estudo, a Dinamarca encabeça o top dos melhores pagadores, com 90,3% de empresas cumpridoras dos prazos de pagamento. O segundo lugar pertence a Taiwan: regista 75,8% de empresas pontuais nos pagamentos. A Alemanha surge em terceiro lugar: tem 74,8% de empresas cumpridoras. Os três países com uma menor percentagem de empresas a pagarem dentro do prazo são as Filipinas (1,9%), a Austrália (2,8%) e a Nova Zelândia (11,7%). Portugal aparece em quarto lugar (17,4%).

36 Percentagem de empresas nacionais que pagam no prazo dá sinais de melhoria in Distribuição Hoje Online Media Value: 600 EUR Data: Link: Percentagem de empresas nacionais que pagam no prazo dá sinais de melhoria Os pagamentos em Portugal começam a revelar sinais de melhoria, apesar da média de pagamentos no prazo continuar aquém da Europa. De acordo com um estudo da CRIBIS D a percentagem de empresas nacionais que pagam dentro do prazo cresceu 0,9% de 2013 para 2014 e a percentagem de empresas com pagamentos com atraso até 90 dias caiu 0,5%, à semelhança daquelas com atraso com mais de 90 dias, cuja percentagem baixou 0,4%. Em 2013, iniciou se a recuperação no sector privado português: o encerramento de empresas tem vindo a descer desde 2012 e, pela primeira vez desde 2007, houve um declínio no número de insolvências de empresas, explica Teresa Cardoso de Menezes, diretora geral da Informa D que divulgou o estudo esta semana. As conclusões agora reveladas baseiam se no Índice de Pagamentos ou Paydex, um indicador estatístico que revela a performance histórica dos pagamentos aos fornecedores, apresentando um perfil fiável das empresas no que concerne a serem, ou não, boas pagadoras. O estudo revela também que apesar dos sinais de recuperação, a situação dos pagamentos em Portugal é uma das mais críticas entre os países analisados. A percentagem de empresas portuguesas que cumpre os prazos de pagamento (17,4%) está ainda aquém da percentagem da Europa (37,6%). Mais de metade das empresas portuguesas (58,9%) pagam com atrasos até 30 dias e a percentagem das que têm pagamentos em falta há mais de 90 dias ascende aos 12,4%, sendo a terceira maior entre os 28 países analisados, a seguir às Filipinas (50,2%) e à Grécia (19,5%) ficando, mais uma vez, aquém da Europa (3,8%), indica o documento. Segundo Teresa Cardoso de Menezes, a recessão económica gerou inúmeras dificuldades, especialmente para as pequenas e médias empresas ( ) O atraso nos pagamentos, agravado pela maior dificuldade de acesso ao crédito e ao financiamento bancário, tem geralmente um impacto mais negativo em períodos de recessão económica, gerando desequilíbrios financeiros noutros setores. As micro e as pequenas empresas são as que registam a maior percentagem de empresas cumpridoras dos prazos (20,2% e 17,7% das empresas, respetivamente). As grandes empresas, por outro lado, concentram se mais no pagamento com atraso até 30 dias (76,6%), com apenas 5% a pagarem até ao dia acordado. O setor com melhor desempenho em termos de pontualidade dos pagamentos é a Agricultura, silvicultura, caça e pesca, com 27,1% das empresas a pagarem dentro do prazo. A Construção tem a maior percentagem de empresas que pagam com mais de 90 dias de atraso (21,5%).

37 Empresas portuguesas já estão a demorar menos tempo a pagar in I Online Autor: sónia peres pinto Media Value: 2300 EUR Data: Link: Empresas portuguesas já estão a demorar menos tempo a pagar A Dinamarca encabeça o top dos melhores pagadores, com 90,3% das empresas a pagar dentro do prazo As empresas em Portugal já estão a demorar menos tempo a pagar. A percentagem das que pagam dentro do prazo aumentou 0,9 pontos percentuais (pp) de 2013 para 2014 e desceram as percentagens de empresas com pagamentos com atraso até 90 dias ( 0,5 pp) e com mais de 90 dias ( 0,4 pp). Esta é uma das conclusões do estudo feito pela Informa De revela que esta regularização dos prazos de pagamento já reflecte os sinais de melhoria da dinâmica empresarial. Em 2013, iniciou se a recuperação no sector privado português: o encerramento de empresas tem vindo a descer desde 2012 e, pela primeira vez desde 2007, houve um declínio no número de insolvências de empresas, afirma a directora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes. Mas apesar dos sinais de recuperação, a situação dos pagamentos em Portugal é uma das mais críticas entre os países analisados (28 países). A percentagem de empresas portuguesas que cumpre os prazos de pagamento (17,4%) está muito aquém da Europa (37,6%). Mais de metade das empresas portuguesas (58,9%) pagam com atrasos até 30 dias e a percentagem das que têm pagamentos em falta há mais de 90 dias ascende aos 12,4%, sendo a terceira maior entre os 28 países analisados, a seguir às Filipinas (50,2%) e à Grécia (19,5%) ficando, mais uma vez, aquém da Europa (3,8%). Segundo Teresa Cardoso de Menezes, A recessão económica gerou inúmeras dificuldades, especialmente para as pequenas e médias empresas ( ) O atraso nos pagamentos, agravado pela maior dificuldade de acesso ao crédito e ao financiamento bancário, tem geralmente um impacto mais negativo em períodos de recessão económica, gerando desequilíbrios financeiros noutros sectores. As micro e as pequenas empresas registam a maior percentagem de empresas cumpridoras dos prazos (20,2% e 17,7% das empresas, respectivamente). As grandes empresas concentram se mais no pagamento com atraso até 30 dias (76,6%), com apenas 5% a pagarem até ao dia acordado. Sectores com melhor desempenho A agricultura, silvicultura, caça e pesca é o sector com melhor desempenho em termos de pontualidade dos pagamentos com 27,1% das empresas a pagarem dentro do prazo. Já a Construção tem a maior percentagem de empresas que pagam com mais de 90 dias de atraso (21,5%). Entre os 28 países em análise, estão os três para os quais Portugal mais exportou em 2014: Espanha, França e Alemanha. Espanha registou 46,5% de empresas a pagar dentro do prazo (8,9 pp acima da média europeia), França registou 38,3% e a Alemanha ocupa o segundo lugar no top dos melhores pagadores (74,8%). As empresas que pagam com mais de 90 dias de atraso representam apenas 3,6% em Espanha, 2,3% em França e 0,4% na Alemanha. Em termos e dimensão, são pontuais nos pagamentos 53,9% e 45,8% das micro e pequenas empresas espanholas, respectivamente, 26,3% das médias e 11,9% das grandes empresas. Em França, 46,1% e 27,5% das micro e pequenas empresas, respectivamente, cumprem o prazo de pagamento, mas apenas 12,4% e 3,9% das médias e das grandes empresas, respectivamente, o fazem. Na Alemanha, mais de metade das empresas de qualquer dimensão é pontual nos pagamentos (micro: 77,6%; pequenas: 75,6%; médias: 66,5%; grandes: 55%). Em Espanha, o sector com melhor desempenho é a agricultura, silvicultura, caça e pesca, com 57,9% de pagadores pontuais. Em França, a construção é o sector com a maior percentagem de empresas que pagam dentro do prazo (50,5%). Na Alemanha, destaca se a construção com a maior percentagem de empresas boas pagadoras (78,1%). Melhores e piores pagadores Neste estudo, a Dinamarca encabeça o top dos melhores pagadores, com 90,3% de empresas cumpridoras dos prazos de pagamento. O segundo lugar pertence a Taiwan: regista 75,8% de empresas pontuais nos pagamentos. A Alemanha surge em terceiro lugar: tem 74,8% de empresas cumpridoras. Os três países com uma menor percentagem de empresas a pagarem dentro do prazo são as Filipinas (1,9%), a Austrália (2,8%) e a Nova Zelândia (11,7%). Portugal aparece em quarto lugar (17,4%).

38 Há mais empresas a pagar a horas em Portugal in Human Resources Media Value: 600 EUR Data: Link: Há mais empresas a pagar a horas em Portugal Há mais empresas a pagar a horas em Portugal Contudo, a percentagem de empresas portuguesas que cumprem os prazos de pagamento (17,4%) está aquém da média europeia (37,6%), revela estudo da CRIBIS Dr> No entanto, Portugal é o 4.º país, entre os 28 analisados, com menos empresas cumpridoras. Mais de metade das empresas portuguesas (58,9%) pagam com atrasos até 30 dias, e a percentagem das que têm pagamentos em falta há mais de 90 dias ascende aos 12,4%, sendo a terceira maior entre os 28 países estudados a seguir às Filipinas (50,2%) e à Grécia (19,5%), e mais uma vez, aquém da Europa (3,8%). «A recessão económica gerou inúmeras dificuldades, especialmente para as pequenas e médias empresas ( ). O atraso nos pagamentos, agravado pela maior dificuldade de acesso ao crédito e ao financiamento bancário, tem geralmente um impacto mais negativo em períodos de recessão económica, gerando desequilíbrios financeiros noutros sectores», afirma Teresa Cardoso de Menezes, directora geral da Informa D Outros resultados deste estudo: As micro e pequenas empresas registam a maior percentagem de organizações cumpridoras (20,2% e 17,7%, respectivamente). 76,6% das grandes empresas realizam pagamentos com atraso até 30 dias e apenas 5% pagam até ao dia acordado. O sector que mais cumpre os prazos de pagamento é o primário, que inclui as actividades económicas da agricultura, silvicultura, caça e pesca, com 27,1% das empresas a pagarem dentro do prazo. A Construção tem a maior percentagem de empresas que pagam com mais de 90 dias de atraso (21,5%). Entre os 28 países analisados, a Dinamarca encabeça o top dos melhores pagadores, com 90,3% de empresas a cumprir os prazos de pagamento. Taiwan, com 75,8% de organizações pontuais, e a Alemanha, com 74,8%, ocupam o segundo e terceiro lugar, respectivamente. Os três países com menor percentagem de empresas a pagar dentro do prazo são as Filipinas (1,9%), a Austrália (2,8%) e a Nova Zelândia (11,7%).

39 Sector da panificação e pastelaria com um crescimento de 2,1% em 2014 in Público Online Autor: raquel bastos Media Value: 4335 EUR Data: Link: Sector da panificação e pastelaria com um crescimento de 2,1% em 2014 As exportações atingiram um valor de 187 milhões de euros. O mercado da panificação e da pastelaria, em Portugal, obteve um total de 625 milhões em vendas no ano passado, de acordo com um estudo publicado esta sexta feira pela Informa D Em relação a 2013, os lucros do sector cresceram 2.1%., para um total 612 milhões de euros. As exportações ocupam um papel fundamental no crescimento do mercado, uma vez que, no ano passado, atingiram 187 milhões de euros, verificando se um aumento de 6,3% face ao ano de 2013, quando se situaram nos 176 milhões. O país vizinho é o principal destino das exportações do mercado da panificação e pastelaria portuguesa, com as exportações para Espanha a atingiram os 45%. Por seu lado, as importações neste sector contribuíram com cerca de 293 milhões de euros, registando uma subida de 0,3% relativamente a O mercado das massas congeladas representou um valor de 178 milhões de euros, ou seja, um aumento de cerca de 3%. Este crescimento, nos últimos anos, tem superado o crescimento médio do mercado. No total, no sector da panificação e pastelaria nacional, operam actualmente 4600 empresas que dão emprego a cerca de 30 mil trabalhadores. Em 2012, a maior parte destas empresas correspondia ao sector da panificação, com um total de 4428 companhias na área, incluindo aquelas que se dedicam à produção artesanal. Neste mercado, as empresas que predominam são as de pequenas dimensões, cerca de 80% têm menos de dez funcionários e, apenas seis têm mais de 250 pessoas a trabalhar.

40 Mercado de panificação e pastelaria cresce 2,1% em 2014 in Shopping Spirit Media Value: 600 EUR Data: Link: Mercado de panificação e pastelaria cresce 2,1% em 2014 Segundo o estudo Sectores Portugal Panificação e Pastelaria Industriais publicado pela Informa D o mercado de panificação e pastelaria industriais registou um crescimento de 2,1% em O valor das vendas em Portugal situou se nos 625 milhões de euros, face a 612 milhões no exercício anterior. Relativamente ao comércio externo, as exportações atingiram 187 milhões de euros em 2014, 6,3% acima face ao ano anterior, em que contabilizaram 176 milhões. Espanha constitui o principal destino das vendas para o exterior, assumindo uma quota sobre o total acima de 45%. O valor das importações, por seu lado, situou se em 296 milhões de euros, um aumento de 0,3% face a O segmento de massas congeladas tem registado nos últimos anos um crescimento superior à média do mercado. No exercício de 2014, o mercado de massas congeladas registou um crescimento de 2,9%, percentagem semelhante à dos anos anteriores, alcançando um valor de 178 milhões de euros. No sector de panificação e pastelaria operam perto de empresas, que geram um volume de emprego de cerca de trabalhadores. A maior parte destas empresas corresponde ao segmento de panificação, que contava com empresas a operar em 2012, incluindo estabelecimentos de elaboração artesanal. Nesse ano contabilizaram se 224 fabricantes de bolachas, de bolos e de pastelaria industrial. O sector apresenta um alto grau de atomização, com predomínio das empresas de reduzido tamanho. Cerca de 80% dos operadores tem menos de 10 empregados, e apenas 6 contam com mais de 250 trabalhadores.

41 Mercado de panificação e pastelaria a crescer. Exportações atingem 187 milhões in Oje Online Media Value: 600 EUR Data: Link: de panif... Mercado de panificação e pastelaria a crescer. Exportações atingem 187 milhões Segundo o estudo Sectores Portugal Panificação e Pastelaria Industriais publicado pela Informa D o mercado de panificação e pastelaria industriais registou um crescimento de 2,1% em O valor das vendas em Portugal situou se nos 625 milhões de euros, face a 612 milhões no exercício anterior. Relativamente ao comércio externo, as exportações atingiram 187 milhões de euros em 2014, 6,3% acima face ao ano anterior, em que contabilizaram 176 milhões. Espanha constitui o principal destino das vendas para o exterior, assumindo uma quota sobre o total acima de 45%. O valor das importações, por seu lado, situou se em 296 milhões de euros, um aumento de 0,3% face a O segmento de massas congeladas tem registado nos últimos anos um crescimento superior à média do mercado. No exercício de 2014, o mercado de massas congeladas registou um crescimento de 2,9%, percentagem semelhante à dos anos anteriores, alcançando um valor de 178 milhões de euros. No sector de panificação e pastelaria operam perto de empresas, que geram um volume de emprego de cerca de 30 mil trabalhadores. A maior parte destas empresas corresponde ao segmento de panificação, que contava com empresas a operar em 2012, incluindo estabelecimentos de elaboração artesanal. Nesse ano contabilizaram se 224 fabricantes de bolachas, de bolos e de pastelaria industrial. O sector apresenta um alto grau de atomização, com predomínio das empresas de reduzido tamanho. Cerca de 80% dos operadores tem menos de 10 empregados, e apenas 6 contam com mais de 250 trabalhadores.

42 Mercado de panificação e pastelaria cresce 2,1% em 2014 in Local.pt Autor: gerson ingrês Media Value: 600 EUR Data: Link: Mercado de panificação e pastelaria cresce 2,1% em 2014 Segundo o estudo Sectores Portugal Panificação e Pastelaria Industriais publicado pela Informa D o mercado de panificação e pastelaria industriais registou um crescimento de 2,1% em O valor das vendas em Portugal situou se nos 625 milhões de euros, face a 612 milhões no Relativamente ao comércio externo, as exportações atingiram 187 milhões de euros em 2014, 6,3% acima face ao ano anterior, em que contabilizaram 176 milhões. Espanha constitui o principal destino das vendas para o exterior, assumindo uma quota sobre o total acima de 45%. O valor das importações, por seu lado, situou se em 296 milhões de euros, um aumento de 0,3% face a O segmento de massas congeladas tem registado nos últimos anos um crescimento superior à média do mercado. No exercício de 2014, o mercado de massas congeladas registou um crescimento de 2,9%, percentagem semelhante à dos anos anteriores, alcançando um valor de 178 milhões de euros. No sector de panificação e pastelaria operam perto de empresas, que geram um volume de emprego de cerca de trabalhadores. A maior parte destas empresas corresponde ao segmento de panificação, que contava com empresas a operar em 2012, incluindo estabelecimentos de elaboração artesanal. Nesse ano contabilizaram se 224 fabricantes de bolachas, de bolos e de pastelaria industrial. O sector apresenta um alto grau de atomização, com predomínio das empresas de reduzido tamanho. Cerca de 80% dos operadores tem menos de 10 empregados, e apenas 6 contam com mais de 250 trabalhadores.

43 Volume de negócio do sector de instalações e montagens cresce em 2014 in Local.pt Autor: gerson ingrês Media Value: 600 EUR Data: Link: Volume de negócio do sector de instalações e montagens cresce em 2014 Segundo o estudo Sectores Portugal Instalações e Montagens publicado pela Informa D após quatro anos consecutivos de quebras, em 2014 registou se uma ligeira recuperação da faturação agregada das empresas de instalações e montagens, num contexto de moderada melhoria da economia portuguesa e crescente internacionalização do sector, embora nesse exercício se tenha mantido a queda da atividade construtora. Assim, o volume de negócio situou se em milhões de euros em 2014, o que supôs um crescimento de 1% com respeito ao ano anterior, embora este valor se encontre ainda muito longe do máximo de milhões contabilizados no exercício A fraqueza da procura interna tem impulsado nos últimos anos a abertura ao exterior dos operadores do sector. Em 2013, as exportações agregadas das 50 principais empresas aumentaram perto de 26%, alcançando 455 milhões de euros, representando 28% das suas receitas totais. O número de empresas no setor de instalações e montagens passou de cerca de em 2008 para em 2012, uma descida superior a 20%.

44 Mercado de panificação e pastelaria cresce 2,1% em 2014 in DRG Do Restaurante &do Gourmet Media Value: 600 EUR Data: Link: Mercado de panificação e pastelaria cresce 2,1% em 2014 Segundo o estudo Sectores Portugal Panificação e Pastelaria Industriais, publicado pela Informa D o mercado de panificação e pastelaria industriais registou um crescimento de 2,1% em O valor das vendas em Portugal situou se nos 625 milhões de euros, face a 612 milhões no exercício anterior. Relativamente ao comércio externo, as exportações atingiram 187 milhões de euros em 2014, 6,3% acima face ao ano anterior, em que contabilizaram 176 milhões. Espanha constitui o principal destino das vendas para o exterior, assumindo uma quota sobre o total acima de 45%. O valor das importações, por seu lado, situou se em 296 milhões de euros, um aumento de 0,3% face a O segmento de massas congeladas tem registado nos últimos anos um crescimento superior à média do mercado. No exercício de 2014, o mercado de massas congeladas registou um crescimento de 2,9%, percentagem semelhante à dos anos anteriores, alcançando um valor de 178 milhões de euros. No sector de panificação e pastelaria operam perto de empresas, que geram um volume de emprego de cerca de trabalhadores. A maior parte destas empresas corresponde ao segmento de panificação, que contava com 4428 empresas a operar em 2012, incluindo estabelecimentos de elaboração artesanal. Nesse ano contabilizaram se 224 fabricantes de bolachas, de bolos e de pastelaria industrial. O sector apresenta um alto grau de atomização, com predomínio das empresas de reduzido tamanho. Cerca de 80% dos operadores tem menos de 10 empregados, e apenas 6 contam com mais de 250 trabalhadores.

45 2015: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 in Económico Autor: económico com lusa Media Value: 4800 EUR Data: Link: : Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D "Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%)", sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, "estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade". Segundo destaca, "2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer". No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e "com pouca expressão" em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até junho valores homólogos semelhantes, com um "ligeiro aumento" de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os setores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os setores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro setores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

46 Mais de 21 mil empresas nasceram até junho in TVI 24 Online Autor: Diana Catarino Media Value: 4401 EUR Data: Link: Mais de 21 mil empresas nasceram até junho Nos primeiros seis meses do ano encerraram empresas. Contas feitas, nasceram 2,5 empresas por cada empresa que encerrou No primeiro semestre de 2015 foram empresas e organizações, um aumento de 10% face ao período homólogo. Segundo a análise do Barómetro Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). Até junho encerraram empresas. Em termos de variação face ao período homólogo anterior, os encerramentos cresceram apenas 0,9%, com os dois primeiros trimestres de 2015 a apresentarem comportamentos distintos: no primeiro, os encerramentos desceram 6,9% e no segundo subiram 12,7%. Dos encerramentos, houve 2359 insolvências, o que representou uma descida de 8% face ao período homólogo anterior.a maioria dos encerramentos no primeiro semestre de 2015 verifica se em sociedades por quotas (4029 entidades). As sociedades unipessoais e as sociedades anónimas registaram 2178 e 189 encerramentos, respetivamente. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências. Em termos absolutos, registaram maior número de insolvências os distritos de Lisboa, com 551 (menos 18,9% do que no período homólogo anterior), Porto, com 481 (menos 14,6%) e Braga, com 300 (mais 19%). O Retalho, as Indústrias transformadoras e a Construção foram os setores com o maior número de insolvências (440, 406 e 399, respetivamente), mas em todos eles houve um decréscimo face a 2014 (menos 5,8%, 3,1% e 25,3%, respetivamente). Existem apenas quatro setores nos quais o número de insolvências aumentou, destacando se o Alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014). Contas feitas, nasceram 2,5 empresas por cada empresa que encerrou nos primeiros seis meses do ano.

47 Mais empresas e menos insolvências em 2015 in Executive Digest Online Media Value: 600 EUR Data: Link: Mais empresas e menos insolvências em 2015 Nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou no primeiro semestre de 2015, revela o Barómetro Informa D De acordo com o estudo, de uma forma geral, os indicadores do universo empresarial português são positivos já que o número de nascimentos de entidades aumentou e o número de insolvências diminuiu. Apenas os encerramentos seguiram o percurso inverso com um ligeiro aumento de 0,9% relativamente ao período homólogo de Nos primeiros seis meses de 2015, encerraram 6541 empresas, sendo que a grande maioria diz respeito a sociedades por quotas. Apenas 2178 sociedades unipessoais e 189 sociedades anónimas fecharam. A nível distrital, Lisboa ficou em primeiro lugar com 1893 empresas encerradas, seguida pelo Porto e Braga. O número de encerramentos desceu, ainda assim, em 13 dos 22 distritos em análise pela Barómetro Informa D Os sectores com maior número de encerramentos foram os Serviços que chegou aos 1621, Retalho e Construção. Quanto aos indicadores positivos, o nascimento de empresas ascendeu aos , mais 10% do que no primeiro semestre de 2014, com especial incidência no distrito de Lisboa, a par dos encerramentos. O número apenas diminuiu em Viana do Castelo e Guarda. As sociedades por quotas vão à frente no número de nascimentos, tendo chegado às 9482 novas entidades. Ao todo, os Serviços foi o sector com maior número de empresas a nascer, à semelhança também do que aconteceu com os encerramentos, seguido pela Retalho e Alojamento e Restauração. Actividades Financeiras foi o sector que mais caiu, com menos 18,3% empresas novas. As insolvências apresentam também resultados animadores para o mundo empresarial, de acordo com o Barómetro da Informa D Desde 2013 que têm vindo a descer e durante o primeiro semestre deste ano registaram uma quebra de 8%, face ao período homólogo de 2014, sendo que 2359 empresas apresentaram insolvência. Mais uma vez, as sociedades por quotas têm a maior fatia com 1481 registos de insolvências. Os distritos com um decréscimo mais acentuado no número de insolvências são os de Lisboa, Porto e Braga e os sectores com maior número de insolvências são os de Retalho, Indústrias Transformadoras e Construção. Teresa Cardoso de Menezes, directora geral da Informa D afirma, em comunicado, que «estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade».

48 Nasceram 2,5 empresas por cada empresa que encerrou in Local.pt Autor: Frederico Ribeiro Media Value: 600 EUR Data: Link: Nasceram 2,5 empresas por cada empresa que encerrou O Barómetro Informa Danalisa a dinâmica do universo empresarial português: nascimentos, encerramentos e insolvências de empresas e outras organizações. Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015, todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%). Estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde E desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer, afirma Teresa Cardoso de Menezes, diretora geral da Informa D

49 No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou in TV do Minho Media Value: 600 EUR Data: Link: No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou "Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%)", sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, "estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade". Segundo destaca, "2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer". No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e "com pouca expressão" em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%).

50 Número de empresas criadas supera número de empresas encerradas in TVI 24 Online Media Value: 4401 EUR Data: Link: Número de empresas criadas supera número de empresas encerradas Dados do barómetro Drevelam que o universo empresarial cresceu no primeiro semestre, ao mesmo tempo que as insolvências sofreram uma redução No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%), sustenta o trabalho divulgado esta segunda feira. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade. Segundo destaca, 2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer. No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Dno relatório a que a Lusa teve acesso, desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). Os distritos com mais empresas criadas O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e com pouca expressão em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até junho valores homólogos semelhantes, com um ligeiro aumento de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os setores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os setores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro setores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

51 Por cada em presa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Baróetro in Correio da Manhã Canadá Media Value: 600 EUR Data: Link: Por cada em presa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Baróetro No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%), sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade.

52 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 em 2015 in I Online Media Value: 2300 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 em 2015 No total, de Janeiro a Junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações. No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%), sustenta o trabalho divulgado esta segunda feira. Para a directora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade. Segundo destaca, 2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer. No total, de Janeiro a Junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, tendo em conta que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respectivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e com pouca expressão em Viana do Castelo e na Guarda. Por sectores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os sectores, excepto o grossista (menos 2,5%) e as actividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até Junho valores homólogos semelhantes, com um ligeiro aumento de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até Junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os sectores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os sectores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro sectores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

53 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho in Notícias ao minuto Media Value: 2760 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D "Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%)", sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, "estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade". Segundo destaca, "2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer". No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e "com pouca expressão" em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até junho valores homólogos semelhantes, com um "ligeiro aumento" de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os setores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os setores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro setores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

54 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho in Observador Media Value: 3280 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, revela o barómetro Informa D No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%), sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade. Segundo destaca, 2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer. No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e com pouca expressão em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até junho valores homólogos semelhantes, com um ligeiro aumento de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os setores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os setores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro setores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

55 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho in Jornal da Madeira Online Media Value: 600 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%), sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade. Segundo destaca, 2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer. No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e com pouca expressão em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até junho valores homólogos semelhantes, com um ligeiro aumento de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os setores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os setores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro setores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

56 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre Janeiro e Junho in Diário Digital Media Value: 4800 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre Janeiro e Junho No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D

57 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre Janeiro e Junho in Dinheiro Digital Media Value: 4800 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre Janeiro e Junho No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D "Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%)", sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, "estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade". Segundo destaca, "2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer". No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e "com pouca expressão" em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até junho valores homólogos semelhantes, com um "ligeiro aumento" de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os setores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os setores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro setores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

58 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho in Açores 9 Media Value: 600 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%), sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade

59 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho in Açores 9 Media Value: 600 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%), sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade.

60 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Barómetro in Antena Minho Media Value: 600 EUR Data: Link: minho.pt/not... Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Barómetro No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%), sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade. Segundo destaca, 2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer. No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e com pouca expressão em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até junho valores homólogos semelhantes, com um ligeiro aumento de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os setores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os setores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro setores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

61 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Barómetro in Destak Media Value: 600 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Barómetro No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D "Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%)", sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, "estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade".

62 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Barómetro in Impala Media Value: 600 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Barómetro No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D "Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%)", sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, "estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade". Segundo destaca, "2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer". No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e "com pouca expressão" em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até junho valores homólogos semelhantes, com um "ligeiro aumento" de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os setores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os setores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro setores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

63 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Barómetro in Correio da Manhã Online Media Value: 4600 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho Barómetro No primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria. No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D "Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%)", sustenta o trabalho divulgado esta segunda feira. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, "estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade".

64 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho indica Barómetro LUSA INBOX in RTP Media Value: 3320 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 entre janeiro e junho indica Barómetro LUSA INBOX No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D "Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%)", sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, "estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade". Segundo destaca, "2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer". No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e "com pouca expressão" em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até junho valores homólogos semelhantes, com um "ligeiro aumento" de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os setores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os setores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro setores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014). See more at: cada empresa que fechou nasceram 25 entre janeiro e junho indica barometro_n845911#sthash.7zjk5nls.dpuf

65 Criação de novas empresas cresce 10% no primeiro semestre in Económico Autor: lígia simões Media Value: 4800 EUR Data: Link: Criação de novas empresas cresce 10% no primeiro semestre Por cada empresa que encerrou foram criadas 2,5 novas empresas até Junho. No primeiro semestre de 2015, a criação de empresas e outras organizações aumentou 10% face ao período homólogo, tendo sido constituídas entidades. No mesmo período encerraram empresas, com um ligeiro aumento de 0,9%. Os números são divulgados no barómetro, realizado pela Informa D que analisa a dinâmica do universo empresarial português. Conclusão: nasceram 2,5 empresas por cada empresa que encerrou (rácio efectuado com dados anuais entre Julho de 2014 e Junho de 2015, período em que foram criadas empresas e encerraram ). "Estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde E desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer", afirma Teresa Cardoso de Menezes, directora geral da Informa D Segundo o barómetro, no segundo trimestre, a criação de sociedades por quotas (4.427) ultrapassa o número de sociedades unipessoais (4.131), que lideravam desde O número de novas empresas cresceu na quase totalidade dos distritos com destaque para Lisboa, com o maior número de novas empresas (5.914 entidades, mais 8,1% em termos homólogos), Porto (3.914, mais 9,5%) e Braga (1.736, mais 4,1%). O número de insolvências mantém a tendência de descida (menos 8%), tendo se registado, nos primeiros seis meses do ano, insolvências.

66 Por cada empresa que fechou entre janeiro e junho nasceram 2,5 in Visão Media Value: 4800 EUR Data: Link: cada... Por cada empresa que fechou entre janeiro e junho nasceram 2,5 No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D/i> "Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%)", sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, "estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade". Segundo destaca, "2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer". No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e "com pouca expressão" em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até junho valores homólogos semelhantes, com um "ligeiro aumento" de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os setores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os setores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro setores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

67 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 in ANIL Media Value: 600 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos. No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%)", sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, "estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade". Segundo destaca, "2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer". No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e "com pouca expressão" em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até junho valores homólogos semelhantes, com um "ligeiro aumento" de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os setores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os setores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro setores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

68 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 in ANIL Media Value: 600 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos. No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%)", sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, "estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade". Segundo destaca, "2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer". No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e "com pouca expressão" em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até junho valores homólogos semelhantes, com um "ligeiro aumento" de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os setores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os setores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro setores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

69 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 in ANIL Media Value: 600 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos. No primeiro semestre deste ano nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, com as novas entidades a aumentarem 10% homólogos, os encerramentos a estabilizarem e as insolvências a recuarem 8%, revela o barómetro Informa D Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%)", sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, "estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade". Segundo destaca, "2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer". No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e "com pouca expressão" em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até junho valores homólogos semelhantes, com um "ligeiro aumento" de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os setores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os setores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro setores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

70 Empresas portuguesas são as piores pagadoras da Europa in Diário de Notícias Online Autor: por telmo fonseca Media Value: 4800 EUR Data: Link: Empresas portuguesas são as piores pagadoras da Europa Apenas 17,4% das empresas portuguesas pagam aos seus fornecedores dentro dos prazos assumidos. Mais de metade (58,9%) pagam com atraso até 30 dias. O estudo da Informa incide sobre 28 países, 17 dos quais na Europa, sendo que Portugal figura no fundo da lista. Leia mais ema sua marca de economia

71 Empresas portuguesas são as piores pagadoras da Europa in Dinheiro Vivo Autor: por telmo fonseca Media Value: 1850 EUR Data: Link: Empresas portuguesas são as piores pagadoras da Europa Apenas 17,4% das empresas portuguesas pagam aos seus fornecedores dentro dos prazos assumidos. Mais de metade (58,9%) pagam com atraso até 30 dias. O estudo da Informa incide sobre 28 países, 17 dos quais na Europa, sendo que Portugal figura no fundo da lista.

72 Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 Notícias in Sapo Casa Media Value: 4800 EUR Data: Link: Por cada empresa que fechou nasceram 2,5 Notícias "Em termos gerais, no primeiro semestre de 2015 todos os indicadores mantiveram as tendências de melhoria: aumento do número de nascimentos de entidades e redução do número de insolvências. Só o número de encerramentos regista uma ligeira subida (0,9%)", sustenta o trabalho divulgado hoje. Para a diretora geral da Informa D Teresa Cardoso de Menezes, "estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade". Segundo destaca, "2013 e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009 e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer". No total, de janeiro a junho nasceram em Portugal novas empresas e outras organizações, sendo que o nascimento de sociedades por quotas no 2.º trimestre ultrapassou o número de nascimentos de sociedades unipessoais, que lideravam desde Conforme nota a Informa D desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento dos nascimentos de empresas e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente). O nascimento de empresas e outras organizações cresceu em quase todos os distritos, com destaque para Lisboa, Porto e Braga, recuando apenas e "com pouca expressão" em Viana do Castelo e na Guarda. Por setores, foi nos serviços que se registou um maior número de nascimentos, seguindo se o retalho e o alojamento e restauração, mas a tendência de crescimento alargou se a quase todos os setores, exceto o grossista (menos 2,5%) e as atividades financeiras (menos 18,3%). Quanto aos encerramentos de empresas, depois do pico atingido em 2012 e das descidas de 2013 e 2014, mantiveram até junho valores homólogos semelhantes, com um "ligeiro aumento" de 0,9%, enquanto o número de insolvências manteve a tendência de descida, recuando 8,0% até junho. A maioria dos encerramentos atingiu sociedades por quotas, tendo o número de fechos diminuído ou estabilizado em 13 dos 22 distritos em análise, com destaque para Lisboa, Porto e Braga com o maior número de encerramentos. Em termos absolutos, os setores com maior número de encerramentos foram os serviços, o retalho e a construção. Nos primeiros seis meses do ano, as insolvências mantiveram a tendência descendente iniciada em 2013, tendo se registado insolvências, menos 8% face ao período homólogo anterior. A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências e o retalho, as indústrias transformadoras e a construção foram os setores com o maior número de ocorrências, embora em todos eles tenha havido um decréscimo face a Segundo a Informa D apenas em quatro setores o número de insolvências aumentou, destacando se o alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

73 Exportações de mobiliário representaram 67% da produção em 2014 in Público Online Autor: raquel bastos Media Value: 4335 EUR Data: Link: Exportações de mobiliário representaram 67% da produção em 2014 Depois de três anos em queda, as vendas totais no sector voltaram a crescer. As exportações de mobiliário para o lar aproximaram se dos 500 milhões de euros em 2014, representando 67% da produção nacional, que ascendeu a 740 milhões de euros, de acordo com um estudo publicado pela Informa D Segundo os dados, nos últimos anos as empresas portuguesas têm apostado na internacionalização, e os números confirmam os resultados dessa estratégia: quando comparados com o ano 2008 em que as exportações representaram 44%, em 2011 a percentagem já representava 56%. Entre 2012 e 2014, as exportações permitiram que a produção nacional contabilizasse taxas de variação positivas. Em 2014, as vendas no sector de mobiliário para o lar no mercado interno recuperaram e houve um aumento de cerca de 3% em relação ao ano anterior, atingindo os 350 milhões de euros. O que contraria a tendência de descida entre o período entre 2010 e 2013, que causou uma queda média anual de mais de 10%. As importações no ano passado também aumentaram em relação a 2013 e chegaram aos 107 milhões de euros, ou seja, subiram cerca de 8%. No entanto, em 2007 as vendas no país encontravam se nos 204 milhões de euros. De acordo com o estudo, as empresas neste mercado têm vindo a diminuir nos últimos anos. Em 2009 existiam 5300 fabricantes, mas em 2013 este número já tinha descido para os Consequentemente, o número de trabalhadores no sector também diminuiu: em 2009 contava com trabalhadores, enquanto em 2014 empregava pessoas. A grande parte das firmas (90%) tem apenas cerca de dez trabalhadores. É no Norte do país que se podem encontrar 65% das empresas, 17% situam se no Centro e 12% em Lisboa.

74 Universo empresarial português mantém tendências de melhoria in Human Resources Media Value: 600 EUR Data: Link: Universo empresarial português mantém tendências de melhoria No primeiro semestre do ano, o barómetro da Informa Dregistou um aumento das novas entidades e uma redução das insolvências. Apenas o indicador dos encerramentos sofreu uma ligeira subida de 0,9%. De acordo com a Informa D durante os primeiros seis meses do ano, nasceram 2,5 empresas por cada uma que encerrou, o que representa uma subida de 10% na criação de novas organizações, face ao mesmo período do ano passado. No total, no primeiro semestre de 2015 foram constituídas entidades de negócio. «Estes resultados são evidências de que o universo empresarial em Portugal é resiliente e que está em recuperação com alguma sustentabilidade e 2014 foram os melhores anos de nascimentos desde 2009, e desde 2013 que o número de insolvências tem vindo a descer», afirma Teresa Cardoso de Menezes, directora geral da Informa D Depois do pico de encerramentos assistido em 2012 e da descida verificada ao longos dos anos de 2013 e 2014, os primeiros seis meses deste ano registaram o fecho por encerramento de empresas e uma subida de 0,9% face ao período homólogo do ano passado. Já as insolvências foram 2 359, menos 8% que as verificadas na primeira metade do ano de 2014, valor que vem confirmar a tendência de descida a que se tem assistido desde 2013.

75 Bold aposta na criação de emprego in Bit Online Autor: susana marvão Media Value: 600 EUR Data: Link: aposta... Bold aposta na criação de emprego A Bold International, consultora de sistemas de informação e telecomunicações, está a apostar, a um ritmo acelerado, na criação de emprego. Recentemente a empresa destacou se no estudo Empresas de Crescimento Elevado da Informa D em parceria com a revista Exame, ao conquistar o 2º Lugar na categoria de Empresa Gazela e o 7º lugar no ranking. Este estudo, respeitante ao período , destaca as empresas com mais de 10 colaboradores e que durante três anos consecutivos registam um crescimento médio anual de colaboradores superior a 20%. É muito gratificante perceber que apesar de sermos uma empresa relativamente jovem conseguimos destacar nos e dar oportunidade às Pessoas de venceram num país que é delas. A própria Bold foi criada em pleno contexto de crise, em 2009, pelo que partilhamos dos receios gerais da população e da Comunidade Empresarial, mas ainda assim isso não nos impediu de avançar com um projeto que, hoje, nos enche de orgulho, sobretudo quando todo o nosso esforço é destacado desta forma e quando percebemos que conseguimos contribuir para algum positivismo e boa performance para o país, disse em comunicado Hugo Fonseca, country manager da Bold International. O forte crescimento da empresa é, segundo a própria, atestado pelos resultados obtidos quer ao nível do crescimento de colaboradores, quer ao nível da performance financeira da mesma. De destacar que foi registado um crescimento médio anual de colaboradores de 97,75%, entre 2010 e A empresa terminou o período com 116 trabalhadores, mais 101 do que em Em 2014 o registo foi de 334 colaboradores e à data de hoje são já mais de 350 colaboradores. Relativamente à faturação, no período em questão, verificou se um crescimento médio anual do volume de negócios de 78%, com uma faturação de 4,7 milhões de euros no final de A consultora terminou o ano de 2014 com uma faturação de cerca de 8,4 milhões de euros, em Portugal. A Bold vai continuar a explorar o compromisso que assumiu desde a sua génese de desempenhar com qualidade, esforço e profissionalismo os desafios a que se propõe. Vamos continuar a dar oportunidades de crescimento dentro e fora do território nacional ao criar mais postos de trabalho previsão de mais 100 até ao final do ano vamos explorar e inaugurar mais áreas de atuação. conclui Hugo Fonseca.

76 Bold International entre as empresas que mais contribuem para a criação de emprego em Portugal in Business Leak Autor: patricia fonseca Media Value: 600 EUR Data: Link: i... Bold International entre as empresas que mais contribuem para a criação de emprego em Portugal A Bold International continua a destacar se na área da Gestão de Pessoas ao apostar, continuamente, e a um ritmo acelerado para a criação de emprego. A BOLD International destacou se recentemente no estudo Empresas de Crescimento Elevado da Informa D em parceria com a revista Exame, ao conquistar o 2º Lugar na categoria de Empresa Gazela e o 7º lugar no ranking geral do mesmo. Este estudo, respeitante ao período , destaca as empresas com mais de 10 colaboradores e que durante três anos consecutivos registam um crescimento médio anual de colaboradores superior a 20%. De acordo com Hugo Fonseca, Country Manager da BOLD International É muito gratificante perceber que apesar de sermos uma empresa relativamente jovem conseguimos destacar nos e dar oportunidade às Pessoas de venceram num país que é delas. A própria BOLD foi criada em pleno contexto de crise, em 2009, pelo que partilhamos dos receios gerais da população e da Comunidade Empresarial, mas ainda assim isso não nos impediu de avançar com um projeto que, hoje, nos enche de orgulho, sobretudo quando todo o nosso esforço é destacado desta forma e quando percebemos que conseguimos contribuir para algum positivismo e boa performance para o país. O forte crescimento da BOLD International é atestado pelos ótimos resultados obtidos quer ao nível do crescimento de colaboradores, quer ao nível da performance financeira da mesma. De destacar que foi registado um crescimento médio anual de colaboradores de 97,75%, entre 2010 e A empresa terminou o período com 116 trabalhadores, mais 101 do que em Em 2014 o registo foi de 334 colaboradores e à data de hoje são já mais de 350 colaboradores. Relativamente à faturação, no período em questão, verificou se um crescimento médio anual do volume de negócios de 78%, com uma faturação de 4,7 milhões de euros no final de A consultora terminou o ano de 2014 com uma faturação de cerca de 8,4 milhões de euros, em Portugal. O destaque que a BOLD International dá ao seu talento interno reflete se, igualmente, nas várias distinções que a empresa tem conquistado neste âmbito, como é o caso do prémio 100 Melhores Empresas para Trabalhar em Portugal 2015 em que, pelo 3º ano consecutivo, atingiu uma posição de destaque 17º lugar na geral e o 1º lugar na sua categoria de atuação bem como a conquista do 10º lugar no Prémio de Excelência no Trabalho Ao sucesso no contributo para o aumento de emprego e promoção da qualidade de trabalho e bem estar junto dos seus colaboradores, junta se o excelente desempenho ao nível do crescimento de negócio, com a conquista das referências PME Líder e PME Excelência ABOLD vai continuar a explorar o compromisso que assumiu desde a sua génese de desempenhar com qualidade, esforço e profissionalismo os desafios a que se propõe. Vamos continuar a dar oportunidades de crescimento dentro e fora do território nacional ao criar mais postos de trabalho previsão de mais 100 até ao final do ano vamos explorar e inaugurar mais áreas de atuação.conclui Hugo Fonseca.

77 Mercado espanhol de ótica abandona recessão in Terra Ruiva Media Value: 600 EUR Data: Link: Mercado espanhol de ótica abandona recessão Em comparação com 2013, no ano passado o volume de negócios em ótica aumentou 3,8% em Espanha, segundo um estudo da DBK. Este número significa que terminou o período de recessão naquela indústria. Os produtos óticos totalizam mil milhões de euros, sendo que a maior parte dos cinco principais grupos representava, em 2014, 43% do mercado. Relativamente aos produtos mais representativos, o setor das lentes oftálmicas corresponde a 44%, ao passo que as armações significam 22% e os óculos de sol 15%. Estima se que a atividade continue a crescer, alcançando já este ano uma evolução de 4%.

78 Distribuição de água. Empresas faturam 700 milhões in Oje Online Media Value: 600 EUR Data: Link: Distribuição de água. Empresas faturam 700 milhões O volume de água faturado tem registado uma tendência de decréscimo nos últimos anos. Em 2014 estima se um volume de 570 milhões de metros cúbicos, o que representa um decréscimo de 0,9% relativo a 2013, ano em que se contabilizou uma queda de 1,2%, segundo o estudo Distribuição de Água publicado pela Informa D A faturação total agregada das 42 principais empresas de distribuição de água reduziu, em 2013, em 1,4%, situando se nos 702 milhões de euros. Esta evolução supõe uma alteração da tendência face ao moderado crescimento contabilizado no ano De referir ainda que a população abastecida pelo serviço público de água tem aumentado de forma significativa na última década. Em 2013 este valor estava na casa dos 98% da população total portuguesa, face a 91% contabilizados em 2005.

79 Empresas de distribuição de água facturam 702 milhões in I Online Autor: Isabel Tavares Media Value: 2300 EUR Data: Link: Empresas de distribuição de água facturam 702 milhões O estudo é da De indica uma tendência de queda nos últimos anos. A facturação das 42 principais empresas de distribuição de água está a diminuir e atingiu no ano passado, em termos agregados, os 702 milhões de euros, menos 1,4% do que e 2013, de acordo com um estudo da D Esta evolução supõe uma alteração da tendência de crescimento, sobretudo tendo em conta que a população abastecida pelo serviço público de água tem aumentado de forma significativa na última década. Em 2013 este valor estava na casa dos 98%, face a 91% contabilizados em 2005, lê se no relatório. O estudo Distribuição de Água publicado pela Informa D indica que em 2014 foram consumidos 570 milhões de metros cúbicos de água da rede pública, o que representa um decréscimo de 0,9% relativo a 2013, ano em que já se tinha registado uma quebra de 1,2%. Em 2012 operavam em Portugal 265 entidades gestoras do serviço de abastecimento de água em baixa, 191 das quais eram serviços municipais. As cinco primeiras empresas do sector em termos de volume de água abastecida em baixa reuniram, em 2013, uma quota conjunta sobre o volume total de 20,6%, participação que subiu para 29,4% se se considerarem os dez primeiros operadores.

80 Volume de água faturado está em decréscimo nos últimos anos in Local.pt Autor: Frederico Ribeiro Media Value: 600 EUR Data: Link: Volume de água faturado está em decréscimo nos últimos anos Segundo o estudo Distribuição de Água publicado pela Informa D o volume de água faturado tem registado uma tendência de decréscimo nos últimos anos. Em 2014 estima se um volume de 570 milhões de metros cúbicos, o que representa um decréscimo de 0,9% relativo a 2013, ano em que se contabilizou uma queda de 1,2%. A faturação total agregada das 42 principais empresas de distribuição de água reduziu, em 2013, em 1,4%, situando se nos 702 milhões de euros. Esta evolução supõe uma alteração da tendência face ao moderado crescimento contabilizado no ano De referir ainda que a população abastecida pelo serviço público de água tem aumentado de forma significativa na última década. Em 2013 este valor estava na casa dos 98% da população total portuguesa, face a 91% contabilizados em 2005.

81 Informa D&B

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