1 APRESENTAÇÃO. Página 3 de 16
|
|
|
- Cláudia Lancastre Maranhão
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Sumário 1 APRESENTAÇÃO OBJETIVOS PÚBLICO-ALVO DA GESTÃO ESTRATÉGICA INFORMAÇÕES SOBRE O MODELO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DO TCE/RN DIRECIONADORES ESTRATÉGICOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS INICIATIVAS ESTRATÉGICAS PROJETOS ESTRATÉGICOS GESTÃO POR PROCESSOS DE TRABALHO (ESTRATÉGIA X OPERAÇÃO) MEIOS DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO DA ESTRATÉGIA DOCUMENTOS PARA COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA CANAIS DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA REUNIÕES E EVENTOS CRITÉRIOS DE DIFUSÃO DA INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA MECANISMOS DE COMUNICAÇÃO E PÚBLICO-ALVO PERIODICIDADE DA COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA CUSTOS DA COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA APRIMORAMENTO DA COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA ESQUEMATIZAÇÃO DOS EVENTOS DO PLANO DE COMUNICAÇÃO... 15
3 1 APRESENTAÇÃO O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN) vem continuamente desenvolvendo medidas para a consolidação e o fortalecimento de sua gestão estratégica. A comunicação é passo essencial para garantir os resultados almejados, na medida em que, ao explicitá-los, correlacionados às finalidades institucionais relevantes para o controle e efetividade das políticas públicas. A comunicação tem um papel fundamental na organização, pois permite ampliar o olhar institucional, dentro de um modelo que possibilita a ética, o profissionalismo, o respeito e a valorização das pessoas e de seu conhecimento. Comunicar é um processo de troca e de compartilhamento. Comunicar é também ouvir, entender e perceber as pessoas. É estabelecer com os diversos públicos um canal permanente de diálogo, pelo qual, a informação possa fluir nos dois sentidos, ora como receptor, ora como emissor. Este Plano de Comunicação traz a estratégia para divulgar, de forma transparente, as ações do Plano Estratégico do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte PE-TCE/RN, para o período A implantação da estratégia exige que unidades e servidores estejam alinhados e comprometidos com o referencial estratégico organizacional. Para assegurar essa conexão, é preciso dispor de um processo de comunicação interna e eficaz, que demonstre a forma pela qual as ações se convertem em resultados que melhorem o cumprimento da missão. É necessário aproximar o referencial estratégico do TCE/RN de membros, servidores, colaboradores, sociedade e parceiros. A comunicação deve mostrar a relevância do projeto para ambas as partes, desde a cúpula diretiva até os servidores que exercem funções mais simples, para que todos conheçam verdadeiramente seu ambiente organizacional e quais objetivos e metas pretendem atingir. Para a implementação do modelo de gestão estratégica do PE-TCE/RN, foram estabelecidos perspectivas estratégicas, dos quais foram desdobrados os objetivos, projetos e ações a serem implementados pelas unidades administrativas. Essas perspectivas foram consolidadas no PE-TCE/RN e no Plano de Diretrizes Anual - PDA, aos quais se vem integrar o Plano de Comunicação, formando conjunto que dará unicidade, racionalidade, efetividade e transparência às ações do TCE/RN, na prestação de serviços à população. Para concretizar o planejamento estratégico e transformar as ações em resultados, a comunicação precisa investir em ferramentas que auxiliem no entendimento dessa mudança institucional. Deve-se criar ações para fortalecer a imagem institucional, as responsabilidades, as regras, os processos, os serviços, produtos e resultados, as diretrizes, metas e objetivos. Página 3 de 16
4 2 OBJETIVOS O Plano de Comunicação da Estratégia do TCE/RN promove o alinhamento das ações de comunicação aos processos de planejamento e gestão estratégica. Pretende, ainda, no âmbito das informações estratégicas, facilitar a participação de servidores e colaboradores na construção dos rumos da organização (comunicação interna), bem como atender aos dispositivos constitucionais de publicidade, transparência e aproximação do Tribunal de Contas com a sociedade (comunicação externa), promovendo, assim, a mobilização dos públicos interno e externo. São seus objetivos específicos: Divulgar o entendimento sobre os direcionadores estratégicos do TCE/RN Missão, Visão e Valores e a metodologia estratégica adotada pela instituição; Implementar e divulgar, para o público destinatário, medidas de comunicação e compreensão da metodologia da gestão estratégica; Adotar e divulgar procedimentos de acompanhamento dos projetos estratégicos e de projetos de inovação da gestão operacional; Adotar e divulgar boas práticas de gestão por processos de trabalho, a partir dos princípios da gestão estratégica. 3 PÚBLICO-ALVO DA GESTÃO ESTRATÉGICA Constitui o público-alvo destinatário da gestão estratégica: Público Conselheiros Procuradores do Ministério Público Auditores substitutos de Conselheiros Servidores Prestadores de serviços Fornecedores e conveniados Público Externo Jurisdicionado Sociedade em geral Página 4 de 16
5 O rol acima não esgota os destinatários da gestão estratégica. As informações estratégicas poderão ser úteis para outras partes interessadas. Este Plano de Comunicação concentrará o seu foco nos Conselheiros, nos Auditores, nos Procuradores, nos servidores e nas unidades do TCE/RN, na medida em que envolvidos com o processo de implementação do modelo de gestão estratégica. 4 INFORMAÇÕES SOBRE O MODELO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DO TCE/RN Compõem a gestão estratégica do TCE/RN, para o período , as informações a seguir relacionadas. 4.1 DIRECIONADORES ESTRATÉGICOS Conceito: norteadores da estratégia, englobando a missão, a visão, os valores e a política da qualidade; definem o direcionamento que a instituição deve seguir para a sua preservação ou para que se destaque em determinado cenário, harmonizando os esforços institucionais em prol de um mesmo rumo. Documentos que divulgam os direcionadores estratégicos: Plano Estratégico (PE-TCE/RN); Plano de Diretrizes Anual (PDA); Planos Diretores. Missão Exercer o controle externo, orientando e fiscalizando a gestão dos recursos públicos, em benefício da sociedade Visão Ser uma instituição de referência no controle externo, reconhecida pela sociedade como indispensável ao fortalecimento da cidadania. Valores Ética, Efetividade, Independência, Justiça e Transparência Página 5 de 16
6 4.2 OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Conceito: os objetivos estratégicos constituem-se nas diretivas estabelecidas pela alta administração, necessárias para atingir a visão de futuro, as quais correspondem às orientações que servirão como base de sustentação para a tomada de decisão. Assim, foram estabelecidos os seguintes objetivos estratégicos, para o período de 2015/2021. Documento que divulga os objetivos estratégicos: Plano Estratégico do TCE/RN (PE-TCE/RN) e o Plano de Diretrizes Anual (PDA). 4.3 INICIATIVAS ESTRATÉGICAS Conceito: As iniciativas estratégicas são programas, projetos, planos e ações propostas para atingir os objetivos definidos no mapa estratégico da Instituição. A Política para a gestão da comunicação Interna e Externa é uma das Iniciativas estratégicas definidas pela administração superior do TCE/RN. Tal iniciativa estruturou-se por meio da Resolução nº 025/2014, que estabeleceu a Política de Gestão da Comunicação do TCE/RN (e configura uma das atuais iniciativas estratégicas), de que derivam projetos e ações, a exemplo deste Plano de Comunicação da Estratégia. 4.4 PROJETOS ESTRATÉGICOS Conceito: projetos cujo custo, abrangência ou complexidade impactam a estrutura do TCE/RN, por razões técnicas, econômicas, políticas ou outras. Esses projetos são a forma de concretizar os objetivos estratégicos. Os projetos selecionados para implementação no período viabilizam os objetivos estratégicos. Documento que divulga os projetos estratégicos: Plano de Diretrizes Anual PDA e o Portfólio de Projetos. 4.5 GESTÃO POR PROCESSOS DE TRABALHO (ESTRATÉGIA X OPERAÇÃO) Conceito: o compromisso da gestão estratégica é o aprimoramento do TCE/RN, rumo à visão estabelecida; a gestão operacional almeja a eficácia (obtenção de resultados), a eficiência (utilização adequada dos recursos), a efetividade e as melhorias contínuas, mediante a adoção de boas práticas do trabalho cotidiano, decorrentes do conjunto de esforços harmônicos empreendidos pela Página 6 de 16
7 administração superior do TCE/RN, pelos Conselheiros, Procurados do Ministério Público, Auditores substitutos de Conselheiros, servidores e demais parceiros intervenientes. Documento que divulga a gestão por processos de trabalho: Plano Diretor de Gestão (PDG). Plano Diretor das Unidades Administrativas do TCE/RN Plano Estratégico do TCE/RN Perspectiva, objetivos, projetos, ações, metas e indicadores Plano de Diretrizes Anual da Presidência - PDA Sistema de Planejamento e Gestão (SPG) = Plano Estratégico + PDA + Plano Diretor + Projetos Estratégicos + Ações Estratégicos A Resolução nº 04/2012, Sistema de Planejamento e Gestão do TCE/RN promove o alinhamento entre a gestão estratégica e a gestão operacional, na busca do aperfeiçoamento da comunicação operacional e estratégica. 5 MEIOS DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO DA ESTRATÉGIA A estratégia de divulgação faz uso de diversos mecanismos, meios e canais de comunicação multimídia. O Plano de Comunicação da Estratégia se apoia tanto nas novas tecnologias de informação e comunicação (ex., portal do TCE/RN), quanto de canais tradicionais. O emprego de Página 7 de 16
8 novas tecnologias potencializa troca de informação rápida, eficaz e atualizável, em curto intervalo de tempo e baixa aplicação de recursos. São utilizadas, também, formas tradicionais de divulgação, de modo a ampliar o acesso à informação sobre as intenções e o monitoramento dos resultados alcançados. Para o público externo, as informações sobre a gestão estratégica estão disponibilizadas no portal do TCE/RN, com acesso irrestrito via Internet. Para o público interno, além do portal intranet do TCE/RN, estão disponíveis na rede as informações pertinentes à estratégia (organizadas no mesmo formato da Internet), documentos específicos sobre o tema, complementados com a participação em reuniões e eventos para notificação dos resultados alcançados. A figura a seguir ilustra os diferentes canais de acesso às informações estratégicas: Canal da internet Portal do TCE/RN Canal da Intranet Portal do TCE/RN (Público ) Documentos Eventos e Reuniões Comunicação e monitoramento da Estratégia Página 8 de 16
9 6 DOCUMENTOS PARA COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA Estão disponíveis os seguintes documentos para veiculação dos princípios e da metodologia de gestão estratégica: Plano Estratégico do TCE/RN ( ): Um Plano Estratégico define, em linhas gerais, o caminho a ser seguido para reforçar a legitimidade de uma organização ao longo do tempo. Podemos caracterizá-lo, ainda, como o conjunto de objetivos e ações necessários ao cumprimento da missão e ao alcance da visão de futuro de cada instituição. Plano de Diretrizes Anual PDA: Define os princípios, alinha e orienta os esforços da governança corporativa do TCE/RN, esforços desdobrados por um conjunto de planilhas, apresenta, de modo estruturado, o Plano de Diretrizes Anual do Tribunal de Contas estabelecido para cada exercício. Ele contém os objetivos estratégicos, os indicadores, as iniciativas, os responsáveis e os parceiros para cada uma das iniciativas estratégicas agrupadas por perspectivas do Mapa Estratégico Institucional. Plano Diretor (PD): Os Planos Diretores, específicos de cada Secretaria e as suas unidades técnicas subordinadas, esforços desdobrados tanto na gestão operacional quanto na gestão tática, específicos das Diretorias e algumas Coordenadorias, são resultados dos desdobramentos de cada uma das diretrizes estabelecidas no Plano de Diretrizes Anual do Tribunal de Contas nesses dois níveis. Matriz de Indicadores do TCE/RN: apresenta os indicadores estratégicos estabelecidos pelo TCE/RN e sua evolução nos anos da implantação do Planejamento Estratégico Institucional. Mapa Estratégico do TCE/RN: representação em formato de diagrama de processos de gestão estratégica. Portfólio de projetos estratégicos: informa os projetos estratégicos estabelecidos para o biênio , bem como os resumos dos escopos e respectivos responsáveis. Relatório de Informações Gerenciais : documento que consolida as informações mensais, semestrais e anuais das unidades administrativas, contemplando dados do TCE/RN em números, progresso dos projetos estratégicos, indicadores, situação das metas do TCE/RN, principais realizações do período, destaques de economicidade e situação dos recursos. TCE/RN em números: documento que consolida informações e indicadores estratégicos do TCE-RN permitindo, especialmente à administração superior, uma visão abrangente da Instituição. Página 9 de 16
10 7 CANAIS DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA Os canais de comunicação internet e intranet transmitem conhecimento acerca dos documentos anteriormente mencionados, produzidos pelo TCE/RN, bem como sobre a transparência institucional. O esquema abaixo ilustra a interação entre os documentos e os pontos de acesso às informações relacionadas à estratégia institucional, que podem ser acessados por todos os públicos no portal do TCE/RN: Portal TCE/RN TCE/RN Acesso a Informação Tranparência institucional Página 10 de 16
11 8 REUNIÕES E EVENTOS No que se refere às reuniões e eventos, destaca-se a Reunião de Análise da Estratégia (RAE), promovida pelo TCE/RN a intervalos determinados. Nela são definidas e acompanhadas as ações estabelecidas para o período em curso, bem como ajustes das ações e projetos para o período subsequente. Dela participam o presidente, secretários e diretores que compõem a administração do TCE/RN. O procedimento para a realização da RAE consta na Resolução nº 004/ CRITÉRIOS DE DIFUSÃO DA INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA O estabelecimento de critérios para a comunicação da estratégia vincula-se à necessidade de verificação das informações, do público-alvo e da legitimidade da fonte emissora antes de sua difusão. A divulgação seletiva da informação estratégica relaciona-se à hierarquia organizacional, em seus níveis estratégico, tático e operacional. Informações estritamente estratégicas são transmitidas aos membros de mesmo nível e/ou de nível imediatamente inferior, ou, a critério da administração superior, até o nível operacional, no Página 11 de 16
12 que for necessário. Informações estratégicas gerais podem ser disponibilizadas na internet ou por outros meios necessários, conforme orientação da administração superior. ESTRATÉGICO Adm. Superior Conselheiros (Baixo grau de difusão) TÁTICO Secretários e Diretores (Médio grau de difusão) OPERACIONAL Servidores (Alto grau de difusão) A difusão da informação estratégica pode ser classificada a partir dos seguintes filtros mínimos: Alto Grau de Difusão: a informação específica é amplamente difundida na organização e está livremente disponível para consulta; Médio Grau de Difusão: a informação específica é transmitida de acordo com a necessidade, até o nível tático da organização; Baixo Grau de Difusão: a informação específica é transmitida somente para o nível estratégico da organização, por razões de sigilo, interesse institucional ou natureza do conteúdo. Página 12 de 16
13 10 MECANISMOS DE COMUNICAÇÃO E PÚBLICO-ALVO Seguem-se os documentos e mecanismos de comunicação da estratégia no TCE/RN, com os respectivos destinatários preliminares da informação. DOCUMENTO DE DIVULGAÇÃO MECANISMO DE DIVULGAÇÃO PÚBLICO-ALVO DESTINATÁRIO Sistema de Planejamento e Gestão Portal do TCE/RN e externo Plano Estratégico do TCE/RN ( ) Portal do TCE/RN e externo Plano de Diretrizes Anual - PDA Portal do TCE/RN e externo Plano Diretor - PD Intranet TCE/RN Matriz de Indicadores Portal do TCE/RN e externo Mapa estratégico Portal do TCE/RN e externo Portfólio de Projetos Estratégico do TCE/RN Portal do TCE/RN e externo TCE em Números Intranet/Memorando eletrônico Relatório de Informações Gerenciais Intranet/Memorando eletrônico Rotinas Administrativas (RAD) Reuniões de Análise da Estratégia (RAE) - atas de reunião Diagnósticos, censo, cartilhas, folhetos, apresentações, formulários sobre o funcionamento do PE-TCE/RN, etc. Intranet/Memorando eletrônico Reuniões e eventos Processos da 11 PERIODICIDADE DA COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA A periodicidade e a frequência da comunicação da estratégia, como regra geral, são definidas e cumpridas de acordo com a necessidade verificada pela administração superior. Há mecanismos, ferramentas e eventos de comunicação da estratégia que apresentam periodicidade pré-definida, estabelecendo, portanto, uma frequência específica, conforme destacado no presente Plano de Comunicação. Página 13 de 16
14 12 CUSTOS DA COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA A maioria dos mecanismos e ferramentas relacionados à comunicação da estratégia no TCE/RN já está implementada e não apresenta custos significativos de utilização e manutenção, obedecendo a uma política de sustentabilidade institucional. Eventuais aquisições e investimentos serão tratados como projetos estratégicos ou projetos de inovação da gestão operacional e terão os seus custos específicos inseridos no Plano Diretor (PD). 13 APRIMORAMENTO DA COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA Na busca do necessário aprimoramento da comunicação da estratégia institucional, foram definidas iniciativas e ações, focadas tanto no público interno, quanto externo, com vistas a ampliar sua abrangência e alcance. Os maiores desafios relacionados à estratégia estão relacionados à sua comunicação interna e externa, sendo necessário, ainda, ampliar o entendimento dos públicos acerca da estratégia. As iniciativas e ações a seguir pormenorizadas representam os primeiros passos na busca desse aprimoramento. INICIATIVAS AÇÃO PÚBLICO- ALVO RESPONSÁVEL UNIDADES DE APOIO PRAZO MONITORAMENTO Classificação das Informações estratégicas, estratificadas a partir dos critérios de difusão da informação. Público DIN ACS Até o final de Outubro / 2015 Índice de informações estratégicas classificadas por nível de difusão Elaboração e implantação de políticas de gestão da comunicação Desenvolvimento e implementação de folheto eletrônico, a ser encaminhado / disponibilizado por meio eletrônico. Público interno (Conselheiros, Auditores, Procuradores, Gestores e e Servidores) DIN ACS Até o final de Outubro / 2015 Índice de pessoas alcançadas pelo folder eletrônico Divulgação dos trabalhos da e resultados do TCE/RN no Mural Eletrônico Público ACS Todas as unidades Administrativas do TCE/RN A partir de agosto / 2014 Número de matérias publicadas no mural eletrônico Página 14 de 16
15 14 ESQUEMATIZAÇÃO DOS EVENTOS DO PLANO DE COMUNICAÇÃO Sobrelevam os seguintes eventos específicos, no TCE/RN, vinculados especificamente à gestão estratégica, seus documentos e formas de comunicação e divulgação: EVENTO DESCRIÇÃO PÚBLICO RESPONSÁVEL MEIO DE DIVULGAÇÃO FREQUÊNCIA Elaboração dos documentos da gestão estratégica Plano Estratégico, Matriz de Indicadores, Mapa Estratégico, Cartilha do Gerente de Projeto e Externo Portal do TCE/RN, apresentações, memorando eletrônico para as Unidades e e- mails para os servidores De acordo com a periodicidade definida na Resolução do TCE/RN ou pelo menos anual Definição dos projetos estratégicos Indicação dos projetos que irão compor o portfólio para o biênio Presidência Intranet Pelo menos anual ou quando aprovado novo projeto Divulgação dos projetos estratégicos Informações aos Conselheiros, gerentes e equipes dos projetos Portal do TCE/RN, apresentações, memorando eletrônico e e- mails para as unidades Pelo menos anual ou quando aprovado novo projeto Elaboração de documentos de apoio à gestão estratégica Elaboração / revisão de rotina administrativa, modelos de relatórios de informações gerenciais Intranet, memorando eletrônico, e- mails para as unidades Pelo menos anual Divulgação dos documentos da gestão estratégica Disponibilização dos seguintes documentos: Plano Estratégico, Matriz de Indicadores, Mapa Estratégico, Cartilha do Gerente de Projeto e Portfólio de Projetos e Externo Portal do TCE/RN, memorando eletrônico, e- mails para as unidades De acordo com a periodicidade definida na Resolução do TCE/RN ou quando Aprovado novo projeto Revisão dos direcionadores estratégicos e dos documentos da gestão estratégica Realização de reunião para obter a validação dos direcionadores estratégicos e confirmação dos projetos para o ano em curso Presidência Notícias no portal, publicações do TCE/RN, memorando eletrônicos, e- mails para as unidades Pelo menos anual Página 15 de 16
16 EVENTO DESCRIÇÃO PÚBLICO RESPONSÁVEL MEIO DE DIVULGAÇÃO FREQUÊNCIA Reuniões de Análise da Estratégia (RAE) Convocação e realização de reuniões periódicas para avaliação da gestão estratégica Presidência Memorandos eletrônicos, e- mails para as unidades Trimestral Reuniões dos Secretários, Coordenadores da Ouvidoria, Corregedoria e Escola de Contas Convocação e realização de reuniões periódicas para avaliação da gestão operacional Memorandos eletrônicos, e- mails para as unidades Mensal, quando aplicável Elaboração de Relatórios de Informações Gerenciais Relatórios que consolidam os resultados da gestão estratégica, incluindo o monitoramento dos projetos e indicadores estratégicos (disponível no Channel sistema informatizado de gestão estratégica) Unidades administrativas Channel Mensal, semestral e anual Consolidação do TCE/RN em Números Quadro que consolida informações e indicadores estratégicos do TCE/RN, permitindo, especialmente à administração superior, uma visão abrangente da Instituição Unidades administrativas ACS Memorandos eletrônicos, e- mails para as unidades, mural eletrônico Mensal Elaboração e revisão de Rotinas Administrativas (RAD), vinculadas à estratégia institucional Mapeamento dos processos de trabalho das unidades do TCE/RN, incluindo aqueles vinculados ao planejamento e execução da estratégia institucional Unidades administrativas Intranet Pelo menos anual Página 16 de 16
PLANO DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro
Revisão do Plano Estratégico 2013/2014 PLANO DE COMUNICAÇÃO DA ESTRATÉGIA DO PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 2014 Página 1 de 16 Sumário 1 Apresentação... 3 2 Objetivos... 4 3 Público-Alvo
PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO
Controle de Versões Autor da Solicitação: Subseção de Governança de TIC Email:[email protected] Ramal: 7966 Versão Data Notas da Revisão 1 03.02.2015 Versão atualizada de acordo com os novos
Estabelecer critérios e procedimentos para apoiar a gestão de projetos e o monitoramento da estratégia institucional.
APOIAR E MONITORAR A GESTÃO ESTRATÉGICA E DE PROJETOS DO PJERJ Proposto por: Equipe do Departamento de Gestão Estratégica e Projetos (DGDIN/DEGEP) Analisado por: Diretor do Departamento de Gestão Estratégica
ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020
ANEXO I PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO 2014-2020 1 Missão 2 Exercer o controle externo da administração pública municipal, contribuindo para o seu aperfeiçoamento, em benefício da sociedade. Visão Ser reconhecida
Reunião de Abertura do Monitoramento 2015. Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO
Reunião de Abertura do Monitoramento 2015 Superintendência Central de Planejamento e Programação Orçamentária - SCPPO Roteiro da Apresentação 1. Contextualização; 2. Monitoramento; 3. Processo de monitoramento;
Gestão de Programas Estruturadores
Gestão de Programas Estruturadores Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais
Região. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 24ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais, regimentais e regulamentares,
PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 24ª REGIÃO PORTARIA TRT/GP/DGCA Nº 630/2011 Define a Política de Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação e Comunicações
TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA
INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Banco Cooperativo Sicredi S.A. Versão: Julho/2015 Página 1 de 1 1 INTRODUÇÃO O Sicredi é um sistema de crédito cooperativo que valoriza a
PROCEDIMENTO SISTÊMICO DE GESTÃO INTEGRADO
1. OBJETIVO Estabelecer, documentar, implementar, aprimorar e manter um Sistema de Gestão da Qualidade e de Energia, que assegure a conformidade com os requisitos da norma de referência. Outrossim, a responsabilidade
Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS
Política de Comunicação do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) - PCS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO DO SERVIÇO FEDERAL DE PROCESSAMENTO DE DADOS (SERPRO) - PCS A Política de Comunicação do Serviço
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 66, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 66, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2012. Institui o Programa de Fortalecimento Institucional da ANAC. A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - ANAC, no exercício das competências
Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal
Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Histórico de Revisões Data Versão Descrição 30/04/2010 1.0 Versão Inicial 2 Sumário 1. Introdução... 5 2. Público-alvo... 5 3. Conceitos básicos...
1. Escopo ou finalidade da iniciativa
1. Escopo ou finalidade da iniciativa O Poder Judiciário tem-se conscientizado, cada vez mais, de que se faz necessária uma resposta para a sociedade que exige uma prestação jurisdicional mais célere e
Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações
Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como
EXECUTIVE GESTÃO ESTRATÉGICA. www.executivebc.com.br. 071 3341-4243 [email protected]
EXECUTIVE GESTÃO ESTRATÉGICA www.executivebc.com.br 071 3341-4243 [email protected] GESTÃO ESTRATÉGICA O presente documento apresenta o modelo de implantação do sistema de gestão estratégica da
Plano de Ação 2015: Objetivos estratégicos, Indicadores, Metas e Projetos priorizados
E77p Espírito Santo. Tribunal de Contas do Estado. Plano de Ação 2015: Objetivos estratégicos, Indicadores, Metas e Projetos priorizados / Tribunal de Contas do Estado. Vitória/ES: TCEES, 2015. 13p. 1.Tribunal
Realizar a Justiça. TRT7 Plano de Comunicação da Estratégia
Realizar a Justiça TRT7 Plano de Comunicação da Estratégia Secretaria de Gestão Estratégica 2013 A Secretaria de Gestão Estratégica em conformidade ao que dispõe o Objetivo Estratégico nº 8: melhorar e
GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2 JUSTIFICATIVA
GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Promover eficiência na gestão de recursos para assegurar a realização da Estratégia, a partir de uma política organizacional de planejamento e execução
POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE
POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO DIRETORIA DE SISTEMAS E INFORMAÇÃO
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO DIRETORIA DE SISTEMAS E INFORMAÇÃO PLANO ESTRATÉGICO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TRIÊNIO /2015 DSI/CGU-PR Publicação - Internet 1 Sumário 1. RESULTADOS
POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS
POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE DO GRUPO INVEPAR
DE DO GRUPO INVEPAR PÁGINA Nº 2/5 1. INTRODUÇÃO Desenvolver a gestão sustentável e responsável nas suas concessões é um componente fundamental da missão Invepar de prover e operar sistemas de mobilidade
SECRETARIA DE FAZENDA DO TOCANTINS PROJETO DE MODERNIZAÇÃO FISCAL DO ESTADO DO TOCANTINS - PMF-TO (PROFISCO-TO). PLANO DE COMUNICAÇÃO SEFAZ-TO
SECRETARIA DE FAZENDA DO TOCANTINS SEFAZ-TO PROJETO DE MODERNIZAÇÃO FISCAL DO ESTADO DO TOCANTINS - PMF-TO (PROFISCO-TO). PLANO DE COMUNICAÇÃO 10 de Outubro de 2013 LISTA DE ILUSTRAÇÕES 2 Quadro 1- Matriz
1. Escopo ou finalidade da iniciativa
1. Escopo ou finalidade da iniciativa Esta iniciativa busca a modernização e a ampliação das ações e dos instrumentos de Comunicação para atender às necessidades de divulgação e alinhamento de informações
Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI
Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL
1. Esta Política Institucional de Gestão de Continuidade de Negócios:
1. Esta Política Institucional de Gestão de Continuidade de Negócios: a) é elaborada por proposta da área de gestão de continuidade de negócios da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Sicoob
Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão
Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI Plano de Trabalho Elaboração do Plano Diretor de Tecnologia da Informação
ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL
ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL 1 SUMÁRIO DIAGNÓSTICO GERAL...3 1. PREMISSAS...3 2. CHECKLIST...4 3. ITENS NÃO PREVISTOS NO MODELO DE REFERÊNCIA...11 4. GLOSSÁRIO...13 2 DIAGNÓSTICO GERAL Este diagnóstico é
1. Escopo ou finalidade da iniciativa
1. Escopo ou finalidade da iniciativa A Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes EJEF, atenta aos objetivos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais TJMG e às novas diretrizes para formação de servidores
Política de Logística de Suprimento
Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração
"A experiência da implantação do PMO na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia" Marta Gaino Coordenadora PMO
"A experiência da implantação do PMO na Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia" Marta Gaino Coordenadora PMO Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia A Sefaz/BA é um órgão da Administração Pública Direta
RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG
SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG Belo Horizonte 01 de Julho de 2008 1 SUMÁRIO 1. Introdução...02
Política de Gerenciamento do Risco Operacional Banco Opportunity e Opportunity DTVM Março/2015
Política de Gerenciamento do Risco Operacional Banco Opportunity e Opportunity DTVM Março/2015 1. OBJETIVO Esta política tem como objetivo estabelecer as diretrizes necessárias para o adequado gerenciamento
1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS
1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1.1. Diretoria Executiva (DEX) À Diretora Executiva, além de planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar as atividades da Fundação, bem como cumprir e fazer cumprir
Manual Básico do Usuário. Monitoramento de Iniciativas Estratégicas. Planejamento Estratégico - ANVISA 2010-2020
Manual Básico do Usuário Monitoramento de Iniciativas Estratégicas Planejamento Estratégico - ANVISA 2010-2020 Brasília DF, Maio de 2015 1 Sumário Planejamento Estratégico Anvisa 2010 a 2020:... 4 Supervisão
A EXPERIÊNCIA DO TRT DA 10ª REGIÃO NA IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA
A EXPERIÊNCIA DO TRT DA 10ª REGIÃO NA IMPLANTAÇÃO DA GESTÃO ESTRATÉGICA Fabiana Alves de Souza dos Santos Diretora de Gestão Estratégica do TRT 10 1/29 O TRT da 10ª Região Criado em 1982 32 Varas do Trabalho
Manual de Elaboração do Plano Gerencial dos Programas do PPA 2004-2007
Manual de Elaboração do Plano Gerencial dos Programas do PPA 2004-2007 Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos Ministério do Planejamento Manual de Elaboração do Plano Gerencial dos Programas
Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo
MECANISMOS PARA GOVERNANÇA DE T.I. IMPLEMENTAÇÃO DA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza
MECANISMOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DA GOVERNANÇA DE T.I. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza CICLO DA GOVERNANÇA DE TI O CICLO DA GOVERNANÇA DE TI O Ciclo da Governança de T.I. ALINHAMENTO
POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás
POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento
Sistema de Gestão da Qualidade
Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, [email protected] RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma
ACESSO À INFORMAÇÃO PÚBLICA
Boletim Informativo Edição 01 19 de Março de 2012 ACESSO À INFORMAÇÃO PÚBLICA Controladoria-Geral da União Implementação da Lei de Acesso a Informação A Lei de Acesso à Informação (LAI) representa mais
Liziane Castilhos de Oliveira Freitas Departamento de Planejamento, Orçamento e Gestão Escritório de Soluções em Comportamento Organizacional
CASO PRÁTICO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL E GESTÃO DE TALENTOS: COMO A GESTÃO DA CULTURA, DO CLIMA E DAS COMPETÊNCIAS CONTRIBUI PARA UM AMBIENTE PROPÍCIO À RETENÇÃO DE TALENTOS CASO PRÁTICO: COMPORTAMENTO
Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência
Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência Introdução O panorama que se descortina para os próximos anos revela um quadro de grandes desafios para as empresas. Fatores como novas exigências dos
MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015
MUDANÇAS NA ISO 9001: A VERSÃO 2015 Está em andamento o processo de revisão da Norma ISO 9001: 2015, que ao ser concluído resultará na mudança mais significativa já efetuada. A chamada família ISO 9000
Secretaria de Gestão Pública de São Paulo. Guia de Avaliação de Maturidade dos Processos de Gestão de TI
Secretaria de Gestão Pública de São Paulo Guia de Avaliação de Maturidade dos Processos de Gestão de TI Objetivos As empresas e seus executivos se esforçam para: Manter informações de qualidade para subsidiar
Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional - 2010
Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional - 2010 Sumário 1. Introdução:...3 2. Abrangência:...3 3. Estrutura do Gerenciamento de Risco Operacional:...3 3.1. Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional:...4
e) visa estabelecer diretrizes aplicáveis ao posicionamento estratégico de comunicação e marketing das entidades integrantes do Sicoob.
1. Esta Política Institucional de Comunicação e Marketing: Política Institucional de Comunicação e Marketing a) é elaborada por proposta da área de Comunicação e Marketing da Confederação Nacional das
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versão 2.0 30/10/2014 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Conceitos... 3 3 Referências... 4 4 Princípios... 4 5 Diretrizes... 5 5.1 Identificação dos riscos...
endereço eletrônico) OPCIONAL: http://www.coacavo.com.br/gestao_pdf/avaliacao_desempenho_360grau s.pdf
AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Gestão de Recursos Humanos DISCIPLINA: Ferramentas de Gestão de Recursos Humanos ALUNO(A):Aline de Souza MATRÍCULA:51811 Ribeiro da Rocha NÚCLEO REGIONAL: DATA:
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº xx/xxxx CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM dd de mês de aaaa Dispõe sobre a criação
Projeto Empreendedores Cívicos
Projeto Empreendedores Cívicos I. Conceito Empreendedores Cívicos são agentes de inovação social que fomentam e promovem transformações positivas em benefício da coletividade rumo a um Brasil Sustentável.
Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação
Atuação da Auditoria Interna na Avaliação da Gestão de Tecnologia da Informação Emerson de Melo Brasília Novembro/2011 Principais Modelos de Referência para Auditoria de TI Como focar no negócio da Instituição
XX RAPAL DI 11 Presentado por Brasil Punto agenda 12a SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NA ESTAÇÃO ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ SGA/EACF
XX RAPAL DI 11 Presentado por Brasil Punto agenda 12a SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NA ESTAÇÃO ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ SGA/EACF Sistema de Gestão Ambiental na Estação Antártica Comandante Ferraz SGA/EACF
Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas
Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas (Produto 1) TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DA BAHIA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE EXTERNO DOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS
O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social
II Fórum de Informação em Saúde IV Encontro da Rede BiblioSUS O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social Maria de Fátima Ramos Brandão Outubro/2007 1 Apresentação O Projeto Casa Brasil Modelos
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 77, DE 18 DE MARÇO DE 2014.
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 77, DE 18 DE MARÇO DE 2014. Institui os procedimentos para o gerenciamento de projetos prioritários no âmbito da Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC e dá outras providências.
DESCRIÇÃO DAS REVISÕES
21/11/28 Página 1 de 8 DESCRIÇÃO DAS REVISÕES REVISÃO DATA ALTERAÇÃO OBSERVAÇÃO 21/11/28 Emissão Inicial RESPONSÁVEL PELO DOCUMENTO: (ÁREA) FUNÇÃO/INICIAIS: R SO / VC RESPONSÁVEL PELA DISTRIBUIÇÃO : (ÁREA)
b) supervisionar o cumprimento desta política pelas entidades integrantes do Sistema Sicoob;
1. Esta Política institucional de gestão de pessoas: Política institucional de gestão de pessoas a) é elaborada por proposta da área de Gestão de Pessoas da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob
O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.
1 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1.1 Introdução O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.
PROCEDIMENTO SISTÊMICO DA QUALIDADE
1. OBJETIVO Estabelecer, documentar, implementar, aprimorar e manter um, que assegure a conformidade com os requisitos da norma de referência. 2. CONTROLE DE DOCUMENTOS E REGISTRO 2. CONTROLE DE DOCUMENTOS
Trilhas Técnicas SBSI - 2014
[email protected], [email protected], [email protected] Brito (2012), os escritórios de gerenciamento de projetos são importantes para o fomento de mudanças, bem como para a melhoria da eficiência
Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras
Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e
ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS
APRESENTAÇÃO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS Breve histórico da instituição seguido de diagnóstico e indicadores sobre a temática abrangida pelo projeto, especialmente dados que permitam análise da
DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS
1 DIRETRIZES DE FUNCIONAMENTO DO MOVIMENTO NACIONAL PELA CIDADANIA E SOLIDARIEDADE/ NÓS PODEMOS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E OBJETIVO DO MOVIMENTO 2 Artigo 1º O Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade/Nós
RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013
Publicada no DJE/STF, n. 127, p. 1-3 em 3/7/2013. RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Dispõe sobre a Governança Corporativa de Tecnologia da Informação no âmbito do Supremo Tribunal Federal e dá outras
Padrão de Gestão e Transparência do Terceiro Setor
O que é o Padrão de Gestão e Transparência O Padrão de Gestão e Transparência (PGT) é um conjunto de práticas e ações recomendadas para as organizações sem fins lucrativos brasileiras organizadas na forma
Política Nacional de Participação Social
Política Nacional de Participação Social Apresentação Esta cartilha é uma iniciativa da Secretaria-Geral da Presidência da República para difundir os conceitos e diretrizes da participação social estabelecidos
-CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO
-CAPÍTULO I ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO 1. Sistema Sicoob A Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional abaixo visa dar conformidade ao que dispõe a Resolução n 3.380/2006, do Conselho Monetário
Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da
Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão
Segurança Computacional. Rodrigo Fujioka
Segurança Computacional Rodrigo Fujioka Segurança Computacional Auditoria da Tecnologia da Informação Auditoria da Tecnologia da Informação A Auditoria da TI é uma auditoria operacional, analisa a gestão
2 - APLICAÇÃO DO MMD-TC QATC
2.1 - Domínios, Indicadores, Dimensão e Critérios A metodologia do MMD-TC QATC, baseada no SAI-PMF, é composta de: Domínios (áreas chaves) que possuem: 1 ou + Indicadores compostos por: 1 a 4 Dimensões
A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 11ª. REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,
POLÍTICA INSTITUIDA ATO TRT 11ª REGIÃO Nº 058/2010/SGP (Publicado DOJT 26/10/2010) Institui a Política Organizacional de Gerenciamento de Projetos no âmbito do A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO
TÍTULO Norma de Engajamento de Partes Interessadas GESTOR DRM ABRANGÊNCIA Agências, Departamentos, Demais Dependências, Empresas Ligadas
NORMA INTERNA TÍTULO Norma de Engajamento de Partes Interessadas GESTOR DRM ABRANGÊNCIA Agências, Departamentos, Demais Dependências, Empresas Ligadas NÚMERO VERSÃO DATA DA PUBLICAÇÃO SINOPSE Dispõe sobre
Governança Corporativa
Governança Corporativa POLÍTICA DE INTEGRIDADE A política de integridade (conformidade), parte integrante do programa de governança corporativa. Mais do que nunca as empresas necessitam de estruturas consistentes
15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor
Gestão e Governança de TI Modelo de Governança em TI Prof. Marcel Santos Silva PMI (2013), a gestão de portfólio é: uma coleção de projetos e/ou programas e outros trabalhos que são agrupados para facilitar
Identificação do Órgão/Unidade:Tribunal Superior Eleitoral/STI/COINF/SEPD Service Desk
Identificação do Órgão/Unidade:Tribunal Superior Eleitoral/STI/COINF/SEPD Service Desk E-mail para contato: [email protected] Nome trabalho/projeto: Suporte em TI baseado em sistema de gestão da qualidade
MANUAL DE GESTÃO DE PROJETOS: Guia de referência do sistema de gestão de projetos do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região
MANUAL DE GESTÃO DE PROJETOS: Guia de referência do sistema de gestão de projetos do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região Belém PA 2013 MANUAL DE GESTÃO DE PROJETOS: Guia de referência do sistema
Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti
e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração
Planejamento Estratégico de TIC
Planejamento Estratégico de TIC Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe 2010 a 2014 Versão 1.1 Sumário 2 Mapa Estratégico O mapa estratégico tem como premissa de mostrar a representação visual o Plano
ANEXO 15: NECESSIDADES DE CONHECER DA COORDENAÇÃO GERAL DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS (CGDEP)
ANEXO 15: NECESSIDADES DE CONHECER DA COORDENAÇÃO GERAL DE DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS (CGDEP) Referentes ao Planejamento Estratégico EIXO 1 - GESTÃO POR COMPETÊNCIAS E AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Objetivo
Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras
Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente
1. Escopo ou finalidade da iniciativa
1. Escopo ou finalidade da iniciativa Estruturar e implantar uma unidade administrativa para assessorar a alta administração do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais em relação à elaboração e ao
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Prof. Mércio Rosa Júnior PRODUÇÃO 02 e 03 de Fevereiro de 2011
Workshop 2011 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Prof. Mércio Rosa Júnior PRODUÇÃO 02 e 03 de Fevereiro de 2011 Agência Nacional de Transportes Aquaviários O MAPA ESTRATÉGICO ANTAQ 2 Missão Assegurar à sociedade
PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020
PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 INDICE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 1. Objetivo...2 2. Aplicação...2 3. implementação...2 4. Referência...2 5. Conceitos...2 6. Políticas...3
Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil
Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Novo cenário da mobilidade urbana Plano de Mobilidade Urbana:
