AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL INTRODUÇÃO A ROBÓTICA
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- Luiz Felipe Mirandela Pinto
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1 AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL INTRODUÇÃO A ROBÓTICA
2 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Microcontroladores - Hardware Microcontroladores - Software Visão Geral de um Robô Manipulador Constituição Básica de um Robô Industrial Acionadores para Robôs Industriais Efetuadores em Manipuladores Sistema de Controle em Robótica
3 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Sistemas de Coordenadas em Robótica Descrição Matemática de Manipuladores Modelamento de Manipuladores Modelamento Inverso de Manipuladores Sistemas Realimentados Projeto de Sistemas Robotizados
4 BIBLIOGRAFIA ANGNES, D. L. Introdução a Microcontroladores, Apostila Eletrônica. CRAIG, J. J. Introduction to Robotics. YOSHIKAWA, T. Foundations of Robotics. WEG,I.B.G.M. & JOACHIN,M.E.K. Relatos da Oficina de Lego e Robótica. WEGNEZ,L.F. Iniciação à Robótica.
5 METODOLOGIA Aulas em Sala de Aula Aulas em Laboratório de Eletrônica Atividades de Pesquisa Elaboração de Projetos Defesa de Projetos Implementação de Protótipos Debates
6 HISTÓRICO DOS ROBÔS Século XVIII bonecos encenavam peças musicais. O controle era rudimentar. Feito através de cabos e outros dispositivos mecânicos. Ano de 1928 J. Wensley (EUA) projeta o TELEVOX (1 o robô do mundo), controlado por um operador. NATURALISTA, 1 o robô japonês.
7 HISTÓRICO DOS ROBÔS Ano de 1948 J. Parson desenvolve a idéia de controle numérico para máquinas operatrizes. Manipuladores Copiadores Unidirecionais (Modelo A). Manipuladores Copiadores Bidirecionais (Modelo 1). Ano de 1950 Uso de câmeras de TV para controle do manipulador. Ano de 1952 Construção da 1 a máquina operatriz com NC (Fresadora).
8 HISTÓRICO DOS ROBÔS Ano de 1954 R. Hertz desenvolve a 1 a teoria com auxílio da eletrônica. J. K. Divol patenteia o 1 o robô industrial automático. Ano de 1958 Manipulador copiador com câmera na garra. A partir de A automatização dos sistemas torna-se realidade. O homem passa a executar tarefas menos repetitivas. Os robôs invadem o parque industrial mundial. Sistemas robotizados são utilizados na medicina. Robôs são usados na exploração espacial. Robôs ajudam no resgate de vítimas de catástrofes.
9 MICROCONTROLADORES 1. INTRODUÇÃO Os microcontroladores estão presentes nos aparelhos que usamos no nosso dia-a-dia. Televisores; Celulares; Carros; Brinquedos etc. Os microcontroladores permitiram a otimização dos recursos eletrônicos, melhorando a qualidade e o custo final dos produtos.
10 MICROCONTROLADORES Na década de 80, quando a Intel lançou o 8051, não se podia imaginar a revolução que se iniciaria na eletrônica.vários fabricantes: Hitachi; National; Motorola etc. lançaram a sua versão. Um µc é, basicamente, a integração de um µp com outros periféricos.
11 MICROCONTROLADORES Enquanto a maioria dos µp s possui apenas: CPU; ALU; Linha de Dados; Linhas de Endereços; Linhas de Controle. Os µc s possuem além disso os periféricos para comunicação serial, timers, osciladores e dispositivos de I/Os.
12 MICROCONTROLADORES Estrutura básica de um µc.
13 MICROCONTROLADORES CPU Processa os dados. Interpreta os comandos. Ativa as portas de I/O. ALU Cálculos com registros. Lógica para tomada de decisões. Ligada e Controlada pela CPU.
14 MICROCONTROLADORES MEMÓRIA Guarda os dados. Memória de programa (instruções). Memória de dados (acessada pelo usuário). Linhas de I/O Os braços do µc. Caminho por onde os dados trafegam. Geralmente são bidirecionais.
15 MICROCONTROLADORES PERIFÉRICOS Dão maior flexibilidade ao µc. Quantidade e Tamanho variáveis. Podem ser: USART s - comunicação serial (RS232 ou RS485); A/D ou D/A - conversores de dados; Timers - operações de temporização; Osciladores - relógio on-line.
16 MICROCONTROLADORES MODELOS EXISTENTES Família Intel. PIC - Microchip. AVR - Atmel. 68HC908GP32 - Motorola Basic Stamp - Parallax. Basic Step - Tato Equipamentos.
17 BASIC STEP É um µc extremamente fácil de utilizar, com comandos em português e inglês. Alimentação de 7,5V a 15V. Possui 8 pinos de I/O com capacidade de corrente de 25 ma. Dimensões de 3,5 cm X 3,0 cm.
18 BASIC STEP Estrutura Básica. PWR - Alimentação. GND - Terra. Pc0 - Saída de sinais de programa. Pc1 - Entrada de sinais de programa. OUT +5V - Tensão de saída. RESET - Reseta µc (nível baixo). P0 - P7 - I/O.
19 BASIC STEP Trabalha com um µc PIC 16F628. Tem memória rom com um interpretador PBASIC. Memória Flash Ram. Programado diretamente pela porta serial do PC. Pinos compatíveis com qualquer matriz de contatos existente no mercado. Fácil prototipagem. Atualização sem grandes transtornos.
20 BASIC STEP O ambiente de programação é totalmente amigável e roda no Windows 95, 98, Me e XP. Configuração mínima requerida de programação: µc Basic Step; Fonte CC; Compilador para Basic Step; Computador; Cabo de gravação.
21 BASIC STEP
22 BASIC STEP
23 BASIC STEP Programa Teste. OUTPUT 0 NOVAMENTE PIN0 = 0 PAUSE 1000 PIN0 = 1 PAUSE 1000 GOTO NOVAMENTE
24 BASIC STEP - Comandos ALTO ALEATÓRIO BAIXO CHAVE CONSOLE DESCANÇA DORME ENTRADA ESCREVE EXECUTE GERAPULSO FIM INVERTE INVERTEDIREÇÃO LE LESERIAL ESCREVESERIAL PAUSA MEDEPULSO POTENCIOMETRO PULA PROCURA RETORNA SAIDA SOM TABELA VAIPARA
25 BASIC STEP - Comandos REPITA variável=inicio ATE fim PASSO ; CONTINUE SE variável?? ENTAO Atividade de Pesquisa: Acionamento Diferencial Definição Funcionamento Aplicação Modelagem Matemática Uso com o Basic Step
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