CONTROLADORES LÓGICO PROGRAMÁVEIS BLOCOS LÓGICOS
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- Malu Bento Quintanilha
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1 FUMEP Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba EEP Escola de Engenharia de Piracicaba COTIP Colégio Técnico Industrial de Piracicaba CONTROLADORES LÓGICO PROGRAMÁVEIS BLOCOS LÓGICOS Prof. Msc. Marcelo Eurípedes da Silva Piracicaba, 14 de Fevereiro de 2006
2 Capítulo 1 - Introdução O objetivo deste curso é o de estudar os Controladores Lógicos Programáveis (CLPs), que são elementos essenciais na Automação Industrial. Juntamente com os Softwares supervisórios os CLPs comandam todos os sensores e atuadores em um sistema fabril. Basicamente existem dois tipos de aplicações para estes controladores, a primeira em sistemas discretos tais como painéis de controle de motores, ou de sistemas pneumáticos. A segunda é em industrias de Processos, onde se usam entradas e saídas Analógicas. A ênfase deste curso será dada em sistemas discretos, que consistem na grande maioria das aplicações industriais. 1.1) Definição dos CLPS Os CLPs ou Controladores Lógico Programáveis podem ser definidos, segundo a norma ABNT, como um equipamento eletrônico-digital compatível com aplicações industriais. Os CPLs também são conhecidos como PLCs, do inglês: Programmable Logic Controller. O primeiro CLP data de 1968 na divisão de hidramáticos da General Motors. Surgiu como evolução aos antigos painéis elétricos, cuja lógica fixa tornava impraticável qualquer mudança extra do processo. A tecnologia dos CLPs sõ foi possível com o advento dos chamados Circuitos Integrados e da evolução da lógica digital. Trouxe consigo as principais vantagens: a) fácil diagnóstico durante o projeto b) economia de espaço devido ao seu tamanho reduzido c) não produzem faíscas d) podem ser programados sem interromper o processo produtivo e) possibilidade de criar um banco de armazenamento de programas f) baixo consumo de energia g) necessita de uma reduzida equipe de manutenção h) tem a flexibilidade para expansão do número de entradas e saídas i) capacidade de comunicação com diversos outros equipamentos, entre outras - MES - 14/02/ Página 2-32
3 1.2) Histórico da Tecnologia Historicamente os CLPs podem ser classificados nas seguintes categorias: 1 a GERAÇÃO: Programação em Assembly. Era necessário conhecer o hardware do equipamento, ou seja, a eletrônica do projeto do CLP. 2 a GERAÇÃO: Apareceram as linguagens de programação de nível médio. Foi desenvolvido o Programa monitor que transformava para linguagem de máquina o programa inserido pelo usuário. 3 a GERAÇÃO: Os CLPs passam a ter uma entrada de programação que era feita através de um teclado, ou programador portátil, conectado ao mesmo. 4 a GERAÇÃO: É introduzida uma entrada para comunicação serial, e a programação passa a ser feita através de micro-computadores. Com este advento surgiu a possibilidade de testar o programa antes do mesmo ser transferido ao módulo do CLP, propriamente dito. 5 a GERAÇÃO: Os CLPs de quinta geração vem com padrões de protocolo de comunicação para facilitar a interface com equipamentos de outros fabricantes, e também com Sistemas Supervisórios e Redes Internas de comunicação. 1.3) Principio de Funcionamento Conforme a Figura 1.1 abaixo, o CLP funciona de forma seqüencial, fazendo um ciclo de varredura em algumas etapas. É importante observar que quando cada etapa do ciclo é executada, as outras etapas ficam inativas. O tempo total para realizar o ciclo é denominado CLOCK. Isso justifica a exigência de processadores com velocidades cada vez mais altas. Início: Verifica o funcionamento da C.P.U, memórias, circuitos auxiliares, estado das chaves, existência de um programa de usuário, emite aviso de erro em caso de falha. Desativa todas as as saídas. - MES - 14/02/ Página 3-32
4 INICIO VERIFICA O ESTADO DAS ENTRADAS TRANSFERE OS DADOS PARA MEMÓRIA COMPARA COM O PROGRAMA DO USUÁRIO ATUALIZA AS SAÍDAS Figura 1.1 Ciclo de Varredura de um CLP Verifica o estado das entradas: Lê cada uma das entradas, verificando se houve acionamento. O processo é chamado de ciclo de varredura. Campara com o programa do usuário: Através das instruções do usuário sobre qual ação tomar em caso de acionamento das entradas o CLP atualiza a memória imagem das saídas. Atualiza as saídas: As saídas são acionadas ou desativadas conforme a determinação da CPU. Um novo ciclo é iniciado. 1.4) Estrutura Básica de um CLP Fonte de alimentação: Converte a tensão da rede de 110 ou 220 VCA em +5VCC, +12VCC ou +24VCC para alimentar os circuitos eletrônicos, as entradas e as as saídas. - MES - 14/02/ Página 4-32
5 Unidade de processamento: Também conhecida por CPU, é composta por microcontroladores ou microprocessadores (Intel 80xx, motorola 68xx, PIC 16xx). Endereçamento de memória de até 1Mega Byte, velocidades de clock de 4 a 30 MHz, manipulação de dados decimais, octais e hexadecimais. Bateria: Utilizada para manter o circuito do relógio em tempo real. Normalmente são utilizadas baterias recarregáveis do tipo Ni - Ca. Memória do programa supervisor: O programa supervisor é responsável pelo gerenciamento de todas as atividades do CLP. Não pode ser modificado pelo usuário e fica normalmente em memórias do tipo PROM, EPROM, EEPROM. Memória do usuário: Espaço reservado ao programa do usuário. Constituída por memórias do tipo RAM, EEPROM ou FLASH-EPROM. Também pode-se utilizar cartuchos de memória, para proporcionar agilidade e flexibilidade. Memória de dados: Armazena valores do programa do usuário, tais como valores de temporizadores, contadores, códigos de erros, senhas, etc. Nesta região se encontra também a memória imagem das entradas a saídas. Esta funciona como uma tabela virtual onde a CPU busca informações para o processo decisório. Os circuitos auxiliares atuam em caso de falha do CLP, são: POWER ON RESET: desliga todas as saídas assim que o equipamento é ligado, isso evita que possíveis danos venham a acontecer. POWER DOWN: monitora a tensão de alimentação salvando o conteúdo das memórias antes que alguma queda de energia possa acontecer. WATCH DOG TIMER: o cão de guarda deve ser acionado em intervalos periódicos, isso evita que o programa entre em loop. 1.5) Classificação dos CLPs Os CLPs podem ser classificados segundo a sua capacidade: Nano e micro CLPs: possuem até 16 entradas e a saídas. Normalmente são compostos por um único módulo com capacidade de memória máxima de 512 passos. - MES - 14/02/ Página 5-32
6 CLPs de médio porte: capacidade de entrada e saída em até 256 pontos, digitais e analógicas. Permitem até 2048 passos de memória. CLPs de grande porte: construção modular com CPU principal e auxiliares. Módulos de entrada e saída digitais e analógicas, módulos especializados, módulos para redes locais. Permitem a utilização de até 4096 pontos. A memória pode ser otimizada para o tamanho requerido pelo usuário. - MES - 14/02/ Página 6-32
7 Capítulo 2 - Programação em Blocos Lógicos Historicamente falando, a linguagem de programação em blocos lógicos surgiu posteriormente ao famoso Ladder. Apesar disso, os alunos tem apresentado facilidade maior para o aprendizado desta linguagem, sendo assim esta será a primeira a ser estudada no curso de CLPs. Para este tipo de linguagem a programação será realizada com um CLP comercial específico, que é o LOGO 24RL da Siemens, mostrado na figura 2.1. Embora se use um determinado equipamento, a linguagem é padronizada, assim o aluno fica habilitado a programar em diferentes outros modelos de controladores. Figura 2.1 CLP Logo da Siemens Um dos primeiros passos, antes de se visualizar o funcionamento do sistema, consiste em fazer a ligação física externa dos componentes do controlador. Todo equipamento tem particularidades diferentes no caso da ligação elétrica. Estas diferentes particularidades devem ser consultadas no manual específico de cada fabricante. No caso do Logo, esta ligação é simples pois basta imaginar que a alimentação das entradas do CLP é feita com 24 Vcc, enquanto o sistema físico de potência utiliza 220 Vca. Assim devem existir dois circuitos separados distintos. Não é necessário o uso de relés pois a saída do Logo já contem estes elementos incorporados. Em alguns casos, para aumentar a segurança, protegendo o CLP, incorporam-se relés externos ao mesmo. A ligação genérica é demonstrada na figura 2.2 e vale para todas as práticas no laboratório, com exceção de algumas práticas, onde serão utilizadas menos entradas e/ou saídas. Maiores detalhes podem ser encontrados no manual do fabricante. - MES - 14/02/ Página 7-32
8 Figura 2.2 Esquema Elétrico para ligação do Logo Após a ligação física externa, pode-se passar a programação propriamente dita. É importante ter em mente que a linguagem de blocos lógicos possui diversas funções préestabelecidas, cujos símbolos são padronizados. Cada símbolo significa o efeito do bloco no contexto do programa, como será visto posteriormente. Assim no CLP utilizado, para facilitar a programação, os blocos de funções foram divididos em 4 principais listas, descritas a seguir: A) Co: Lista Co (Connector) Entradas: I1, I2, I3, Saídas: Q1, Q2, Q3,... Níveis: lo baixo; hi alto Não conectado, ou inutilizado: X - MES - 14/02/ Página 8-32
9 B) GF: Funções Gerais (General Functions) Porta AND Porta OR Porta NAND Etc... C) SF: Funções Especiais (Special Functions) Relê de Retardo na Ativação Relê de Retardo na Desativação Relê de Impulsos Saída de Impulsos Simétricos Etc... D) BN: Números de Blocos (Block Number) Contém uma lista com os Blocos já utilizados no circuito, e que podem ser utilizados posteriormente, como entradas em blocos novos, por exemplo. O significado de cada lista, e a aplicação das funções contidas nas mesmas para acionamento de circuitos práticos, será visto posteriormente nos próximos capítulos. - MES - 14/02/ Página 9-32
10 Capítulo 3 - Funções Gerais (Lista GF) As funções gerais consistem em funções lógicas, normalmente estudadas nos cursos de Técnicas Digitais. Abaixo encontra-se uma descrição mais detalhada de cada uma delas. Deve-se lembrar que em programação lógica, a representação que melhor se aplica ao entendimento das funções é a Tabela Verdade. A Tabela Verdade consiste na representação de todas as combinações lógicas possíveis entre as entradas e saídas. Para 2 entradas a tabela tem 4 linhas. Para 3 entradas a tabela tem 8 linhas, seguindo sempre uma relação de 2 n, onde n é o número de entradas. A) Função AND Nesta função a saída é ativada somente se todas as entradas estiverem ativadas. Ao lado se encontra a simbologia no logo. Tabela Verdade para 3 entradas Tabela verdade para 2 entradas I1 I2 Q I1 I2 I3 Q MES - 14/02/ Página 10-32
11 B) Função OR Nesta função a saída é ativada se qualquer uma das entradas estiver ativada. Tabela Verdade para 3 entradas: Tabela Verdade para 2 entradas I1 I2 Q I1 I2 I3 Q C) Função NAND Nesta função a saída é ativada sempre que uma das entradas for zero, ou seja, a saída é nula quando todas as entradas estiverem ativadas. Observe que diferença para a função AND consiste em um ponto ou um quadrado no lado as saída do bloco. Tabela verdade para 3 entradas Tabela verdade para 2 entradas I1 I2 Q I1 I2 I3 Q MES - 14/02/ Página 11-32
12 D) Função NOR Nesta função, a saída é ativada, somente quando todas as entradas forem zero, ou seja, a saída é nula sempre uma das entradas for ativada. Tabela verdade para 3 entradas Tabela verdade para 2 entradas I1 I2 Q I1 I2 I3 Q ) Exercícios: E3.1) Pesquise o símbolo da função XOR em blocos lógicos, apresentando a tabela verdade da mesma. Esta função poderia ser montada como uma combinação das outras funções lógicas? Se sim apresente o programa equivalente da função XOR. E3.2) Nos circuitos abaixo, determine a tabela verdade dos circuitos lógicos: A) MES - 14/02/ Página 12-32
13 B) C) E3.3) Descreva o que acontece no circuito abaixo, com a saída, quando se aciona os botões I1 e I2. MES - 14/02/ Página 13-32
14 Capítulo 4 Funções Especiais do LOGO Neste capítulo apresenta-se as principais funções especiais incorporadas no CLP Logo, que são aquelas constituídas por temporizadores internos. Nas funções especiais deve-se observar a seguinte nomeclatura: Trg = Trigger Disparo em Português. Refere-se a entrada que deve ser acionada para que o bloco tenha atuação. Par = Parameter Parâmetro em Portugês. Refere-se a entrada onde é ajustado o parâmetro do bloco, como tempo, por exemplo. A) Retardo de Ativação Trg = 1 : Inicia a contagem do tempo ajustado Par = tempo ajustado em segundos, minutos ou horas OBS: Se a entrada Trg for de 1 para 0 antes de transcorrido o tempo T, a saída não será ativada. Deve-se começar uma nova contagem de tempo. B) Retardo na Desativação Trg = 1: A saída é ativada Trg = 0: Incia a contagem de tempo até a desativação da saída R = Reset : Volta a saída e a contagem de tempo no estado inicial OBS: Se a entrada Trg for acionada e desacionada, inicia-se uma nova contagem. A entrada R tem prioridade sobre Trg. MES - 14/02/ Página 14-32
15 C) Relé de Impulsos Trg = 1: Ativa ou desativa a saída, dependendo do estado anterior. R = 1 : Desativa a saída (Q = 0) Par: Ativa ou não a Remanência. A saída Q troca de estado a cada mudança em pulso dado na entrada Trg. D) Relé de impulsos simétricos En Enable Habilita En = 1 : Aciona o gerador de impulsos T = Tempo entre o qual a saída será acionada e desacionada A saída Q aciona e desaciona em intervalos de tempos iguais a T segundos. E) Relé de contato Passageiro Trg = 1 : Aciona a saída imediatamente. Inicia a contagem de tempo até a desativação da saída. Par = Tempo ajustado para desativação da saída T OBS 1: Se antes da contagem do tempo ajustado T, a entrada Trg desacionada, a saída Q também desativa instantaneamente. OBS 2: O tempo T é limitado a um valor mínimo de 0,1s. F) Relé de Auto-retenção (SET-RESET) S = 1 : A saída Q é ativada Q = 1 R = 1: A saída Q é desativada Q = 0 Par = 1 : Ativa a memória Par = 0: Desativa a memória OBS: A entrada R tem prioridade sobre a entrada S. MES - 14/02/ Página 15-32
16 G) Contador Crescente / Decrescente R = 1 : Leva o valor da contagem a zero. Desativa a saída. Cnt 0 1 : Conta as transições de 0 para 1. As transições de 1 para 0 não são contadas. Dir = 1 : Contagem crescente Dir = 0 : Contagem decrescente Par: Valor de 0 a que corresponde ao valor desejado para a contagem. A saída Q é ativada após a contagem programada em Par. MES - 14/02/ Página 16-32
17 4.1) Laboratório Uso das Funções Especiais 1) Programe a função com retardo na ativação, mostrada na figura abaixo. 4) Programe a função relé de impusos simétricos. Responda: O que acontece se ficar com o botão apertado mais de 5 segundos? O que acontece se ficar com o botão apertado menos de 5s? 2) Programe a função com retardo na desativação, mostrada na figura abaixo. Responda: O que acontece quando pressiono I1 e mantenho pressionado? O que acontece quando libero o botão I1. 5) Programe a função Relé de Contato Passageiro. Responda: O que acontece quando aperto o botão I1 e depois solto? O que acontece se apertar o botão I2 antes de 5s? Responda: O que acontece se ficar com o a botoeira I1 pressionada por mais de 5s? O que acontece se ficar com a botoeira pressionada por menos de 5s? 6) Programe a Função Relé com Auto-Retenção, mostrada na figura abaixo. 3) Programe a função relé de impulsos. Responda: O que acontece quando aperto I1? E se apertar I1 novamente? O que acontece quando aperto I2? Responda: O que acontece quanto pressiono I1 e depois solto? O que acontece quando pressiono a botoeira I2 e depois solto? 7) Programe o contador crescente/decrescente, observando seu funcionamento. MES - 14/02/ Página 17-32
18 Capítulo 5 Aplicações da Programação em Blocos Lógicos Neste capítulo estudar-se-ão diversas aplicações da programação em blocos lógicos em problemas industriais. A este ponto, para entender os referidos programas, é muito importante que o aluno tenha em mente o símbolo de cada função geral, ou especial, sabendo de forma precisa o funcionamento de cada uma de forma separada. Para isso foi feita toda a preparação nos capítulos anteriores. 5.1) Partida com Reversão Problema: Um motor elétrico deve ser comandado por duas botoeiras, de forma que a primeira faz o motor girar no sentido horário e a segunda no sentido anti-horário. Utiliza-se também uma terceira botoeira para desligar o motor. As saídas comandadas pelas duas botoeiras nunca devem estar ligadas ao mesmo tempo. Faça um Programa em Blocos Lógicos para comandar o circuito. I1 Liga sentido Horário I2 Liga no sentido Anti-horário Q1 Contator do sentido Horário Q2 Contator do sentido Anit-Horário MES - 14/02/ Página 18-32
19 5. 2) Acionamento alternado de Motores Problema: Dois motores em uma fábrica devem ser acionados alternadamente em um intervalo de tempo de 30 min. Como resolver este problema utilizando a programação em Blocos Lógicos. I1 Liga; I2 Desliga; Q1 Motor 01; Q2 Motor ) Segurança de Prensa com contato passageiro Problema: Duas chaves devem comandar uma prensa simultaneamente de modo que acionada a primeira chave, não podem transcorrer mais do que 0,5s até que a segunda chave seja acionada. Se o operador retirar a mão das chaves, a prensa deverá parar, por razões de segurança. Fazer um programa para resolver este problema. MES - 14/02/ Página 19-32
20 5.4) Segurança na Prensa com acionamento seqüencial Problema: Duas chaves devem comandar um motor de prensa, de modo que: a) Acionadas na seqüência I1, I2 o motor não liga. b) Acionadas na seqüência I2, I1 o motor liga. c) Ao soltar uma das chaves, o motor desliga. Fazer um programa para resolver este problema. 5.5) Partida Estrela / Triângulo Problema: Uma prática em ambientes industrias é a partida de motores em Estrela (Y) / Triângulo ( ), para reduzir a corrente inicial, evitando fiação com grandes bitolas e multas por baixo fator de potência. Para isso utilizam-se de 3 contatores, que devem respeitar as seguintes regras: A) O contator K1 deve permanecer ligado; B) O contator K3 deve ficar ligado 6s e o restante do tempo desligado; C) O contator K2 deve ligar logo após o contator K3 ter se desligado; D) Os contatores K2 e K3 nunca devem ficar ligados ao mesmo tempo. Fazer um programa em Blocos Lógicos para comandar este motor. MES - 14/02/ Página 20-32
21 5.6) Acionamento alternado com contagem de pulsos Problema: Deseja se acionar duas saídas alternadamente em um intervalo de tempo de 1s. Cada saída deve acionar 2X antes de passar a próxima, o programa se encontra a seguir. Monte o programa no Logo explicando o seu funcionamento. Quais seriam os parâmetros adequados para acionar as saídas 3X, 4X, 5X, etc? Explique a sua resposta. MES - 14/02/ Página 21-32
22 5.7) Exercícios E5.1) Em um prédio residencial, na área comum, por questões de economia, a luz se acende somente quando há a presença de uma pessoa. Apagando 10s após a saída da referida pessoa do local. Faça um programa em blocos lógicos para este comando. E5.2) Faça um programa para acionar três motores em sequência, de modo que o segundo motor liga 8s após o primeiro, e o terceiro motor liga 5s após o segundo. E5.3) Dois motores devem ser acionados quando o operador pressiona duas botoeiras ao mesmo tempo (deve utilizar as duas mãos para isso). Após o acionamento o primeiro motor desliga após 6s. O operador deve ficar com as mãos na botoeiras, caso contrário os motores param. Faça um programa para este acionamento. E5.4) Faça o programa do exercício 5.3 de modo que após retirar as mãos das botoeiras o segundo motor desligue após 10s. Deve ser previsto um botão de emergência. E5.5) Faça o comando de uma partida em reversão de modo que o operador possa ligar e desligar o motor no sentido horário com apenas uma botoeira. O mesmo é válido para o sentido anti-horário. E5.6) No programa para partida com reversão, mostrado no item 5.1 acima, adota-se a estratégia de parada obrigatória ou seja, necessariamente o operador tem que parar o motor para reverter o sentido de rotação. Em motores cuja carga é pequena ou inexistente, tais como ventiladores, pode-se adotar outra estratégia, ou seja, ao pressionar a botoeira para reverter a velocidade de rotação o motor já reverte o sentido sem precisar parar. Modifique o programa feito anteriormente para que isso aconteça. E5.7) No programa para acionamento alternado de motores (item 5.2), o tempo de troca foi simétrico e igual a 30 min. Modifique o programa dado para que a troca seja assimétrica com o motor 1 funcionando por 8s e o motor 2 funcionando por 2s. MES - 14/02/ Página 22-32
23 E5.8) Desafio: Em um tanque químico alimenta-se um determinado líquido através de uma bomba. O líquido deve permanecer com o nível entre dois pontos distintos. Assim: a) Se o nível cair abaixo do sensor 1, a bomba deve ligar; b) Se o nível ultrapassar o sensor 2, a bomba deve desligar; c) O circuito deve ser comandado manualmente através de uma chave. Faça um programa em Blocos Lógicos para resolver este problema. 5.8) Projeto: Semáforo com dois cruzamentos Problema: Faça um programa em Logo para comandar o semáforo do cruzamento entre duas ruas A e B. MES - 14/02/ Página 23-32
24 ANEXO I Trabalhando com o Logo! O Objetivo deste anexo é o de apresentar de forma sucinta como se insere um programa no CLP LOGO, através da Interface Homem Máquina (IHM) do mesmo. Serve como um guia de laboratório, para dar suporte as diferentes práticas que serão realizadas. Como exemplo de primeiro programa, será inserido o diagrama mostrado na figura A.1 abaixo. Figura A.1 Primeiro programa a Inserir no LOGO! Os passos serão listados a seguir. Posteriormente serão estudadas as ligações físicas externas ao CLP, que permitem a integração física deste com o meio externo. Para inserir um program no LOGO deve se lembrar da principal regra: os programas sempre são inseridos das saídas para as entradas. Deve-se lembrar também que devido ao tamanho do Display da IHM, apenas um bloco de cada vez é mostrado na tela. Pode-se visualizar a interconexão dos mesmos através de sua neumeração: B001, B002, B003 etc. Passo 1: Ligue a alimentação do Logo, irá aparecer a seguinte tela: Passo 2: Pressione simultaneamente as teclas: Aparece a seguinte tela: MES - 14/02/ Página 24-32
25 Passo 3: Posicione o cursor > onde se lê Program e tecle OK. Utilize as teclas: Move o cursor para baixo Move o cursor para acima Após teclar OK aparece a seguinte tela: Passo 4: Posicione o cursor em Edit Prg. E pressione OK, logo aparece a tela com a primeira saída. Você pode utilizar as teclas de movimentação do cursor ou para caminhar selecionar diferentes saídas. Faça isso, observando que as saídas mudam de número e logo após retorne na saída Q1, para inserção do primeiro bloco de programa. Passo 5: Posicione o cursor na posição esquerda da saída Q1 conforme indicado na figura, utilize para isso a tecla. MES - 14/02/ Página 25-32
26 Passo 6: Com o cursor na posição indicada no passo 5, pressione a tecla OK, você irá entrar no modo de seleção de listas, como indicado na figura abaixo. Note que a primeira lista que aparece é a Co de conectores Passo 7: Utilize as teclas ou até encontrar GF escrito no lugar de Co e tecle OK, aparece a seguinte tela: Note que no canto superior direito está escrito B1, indicando a numeração do Bloco. Passo 8: Pressione OK para confirmar o bloco, o cursor aparece agora do lado esquerdo do bloco B1, como mostrado na figura abaixo: MES - 14/02/ Página 26-32
27 Passo 9: Pressione OK, escolha a lista Co, o display do CLP irá mostrar: Passo 10: Pressione OK novamente, agora o display irá mostrar: Passo 11: Selecione a entrada I3 utilizando da tecla Passo 12: Pressione OK, agora I3 está conectada a primeira entrada do bloco, e o cursor salta para a próxima linha. MES - 14/02/ Página 27-32
28 Passo 13: Deve-se agora inserir o bloco OR. Para isso siga as instruções: Pressione OK ; Selecione a lista GF, utilizando as teclas ou ; Pressione OK novamente, irá aparecer a seguinte tela: Observe no canto superior direito, que agora o número do bloco é B2, pois este é o segundo bloco que se entra no programa. No canto inferior é mostrado o número do bloco B1, indicando que este novo bloco está conectado a uma das entradas do bloco B1. Passo 14: Utilize das teclas ou até que o display fique com a figura mostrada abaixo, correspondente ao bloco OR. Passo 15: Pressione OK para confirmar o bloco. O cursor aparece agora do lado esquerdo do bloco B2, como mostra a figura abaixo: MES - 14/02/ Página 28-32
29 Passo 16: Pressione OK, o display mostra: Passo 17: Selecione a lista Co, pressione OK novamente, o display irá mostrar: Passo 18: Pressione ou até encontrar a entrada I1: Passo 19: Pressione OK, a entrada I1 estará selecionada e o cursor salta para a próxima linha. MES - 14/02/ Página 29-32
30 Passo 20: Selecione a entrada I2, seguindo o procedimento: Pressione OK ; Selecione a lista Co, utilize as teclas ou ; Pressione OK, para confirmar a lista Co ; Selecione I2, utilize as teclas ou ; Pressione OK, para confirmar a entrada I2. O display agora mostra: Passo 21: Insira o símbolo de não conectado X na última entrada do bloco OR, seguindo o procedimento: Pressione OK ; Selecione a lista Co, utilize as teclas ou ; Pressione OK, para confirmar a lista Co ; Selecione X, utilize as teclas ou ; Pressione OK, para confirmar a entrada X. Passo 22: Após pressionar OK no passo 21 o display volta a tela original, pois falta digitar a última entrada do bloco AND. Lembre-se que cada bloco tem 3 entradas. Note que a primeira entrada do bloco está conectada a I3, enquanto a segunda entrada está conectada ao bloco B2. MES - 14/02/ Página 30-32
31 Passo 23: : Insira o símbolo de não conectado X na última entrada do bloco AND, seguindo o procedimento: Pressione OK ; Selecione a lista Co, utilize as teclas ou ; Pressione OK, para confirmar a lista Co ; Selecione X, utilize as teclas ou ; Pressione OK, para confirmar a entrada X. Após o passo 23, o programa volta para a tela original. Você pode visualizar todo o programa utilizando as teclas ou. Para testar o programa pressione ESC duas vezes, voltando ao menu de programação. Posicione o cursor em Start e pressione OK. Você irá entrar na tela de execução. A tela de execução tem o formato apresentado apresentado na figura abaixo. Note que as entradas e saídas ativadas são marcadas com um cursor. MES - 14/02/ Página 31-32
32 Exercício: Insira os programas do exercício 1 do capítulo 2 no LOGO e acione as entradas e saídas observando se conferem com a tabela montada em sala de aula. MES - 14/02/ Página 32-32
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