MONITORAMENTO DE NORMALIZAÇÃO MAIO

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1 ABNT/CB 02 COMITÊ BRASILEIRO DA CONSTRUÇÃO CIVIL ABNT NBR 5476 Requisitos para o sistema de gestão de manutenção. Reunião 25 de maio Representante Ronaldo Sá O Texto está em fase final e haverá em junho duas reuniões para consolidações finais e ajustes de redação. Reunião 6 de junho Representante Ronaldo Sá Análise do texto e tabelas A.2.1 Sugestão das verificações para um edifício hipotético e A.2.2 Periodicidades mínimas das verificações. Próxima reunião: 16 de junho SINDUSCON ABNT NBR 15575(1 a 6) Edifícios habitacionais de até cinco pavimentos Desempenho. Reunião 4 de maio Representante Ronaldo Sá Parte 5 Requisitos para sistemas de coberturas Apresentação dos trabalhos do GT, onde os principais pontos discutidos: Não houve mudanças significativas no texto da norma, ajustes em algumas definições, de modo a facilitar a interpretação e exclusão dos termos: 3.15 Ponto; 3.16 Selamento; 3.19 Telheiro; 3.20 Ensaios de tipo. Houve ampla discussão a respeito do desempenho de tetos e respectivas resistências, ficando definido que o GT deva elaborar uma proposta para a próxima reunião e a data de exigibilidade da norma. Reunião 4 de maio Representante Ronaldo Sá Parte 3 pisos Apresentação dos trabalhos do GT, onde foram apresentados e discutidos ensaios realizados em uma construtora, para avaliação de produtos com maiores valores agregados ATAQUE QUÍMICO Teste Chumaço de algodão com produtos químicos deixado em contato com o produto por 72 horas, resultados: os ácidos (cítrico, láctico e acético) atacaram os pisos cimentado, cerâmico e rejunte cimenticios (não foram ensaiados rejuntes epóxi); A base (Hidróxido de sódio) atacou o porcelanato. ENSAIO DE IMPACTO DE CORPO DURO COM ENERGIA DE 5 J, realizados ensaios em pisos cerâmicos (banho e cozinha), porcelanato e piso cimentado. Teste lançamento de esfera de 500 g a 1 metro de altura, onde foram obtidos os seguintes resultados: Cerâmicas houve danos, trincas e mossa (marca proveniente de choque ou pressão, corte, talho, cavidade, incisão, entalhe) nas peças; Porcelanato houve dano, trincas e mossa nas peças e Piso cimentado houve mossa; Vale ressaltar que os ensaios não são conclusivos, havendo necessidade de mais ensaios para definição de um parâmetro que possa ser adotado. Há necessidade de ajuste na redação e definição dos requisitos aceitáveis ao sistema. COEFICIENTE DE ATRITO Foi descrito que não existe material antiderrapante e sim condição de antiderrapante, sendo consenso que produtos com coeficiente superior 0,7 o são de difícil limpeza. Teste equipamento próprio para o ensaio validado por laboratórios, sendo que no ensaio de produto de piso de cozinha os resultados em piso seco 0,4 e úmido 0,7 (já foi constatado que os equipamentos de laboratórios possuem equivoco na informação, pois o piso úmido possui índices superiores ao piso seco, também há oscilação de dados entre os laboratórios) 1

2 Reunião 5 de maio Representante Ronaldo Sá Parte 1 Requisitos Gerais Apresentação dos trabalhos do GT e discutido os seguintes assuntos: A falta de laboratórios, aptos para atendimento a demanda que a norma poderá gerar, sendo estimado um prazo de 2 anos para atualização nacional; Há necessidade de mudança cultural, para compra de materiais certificados e adoção de critérios de melhor compra ao invés de melhor preço; Foi pleiteada mudança na exigibilidade da norma, sendo proposta a separação por região e estagio de evolução dos estados, alegando se a falta de ensaios e materiais que possam ser adquiridos em conformidade com a norma, a proposta somente será analisada ao termino do trabalho; Questionado, sobre a possibilidade de mudança do novo prazo de exigibilidade, o mesmo poderá sofrer alteração ao termino do trabalho, não houver consenso e impossibilidade comprovada de atendimento da norma de desempenho de critérios que não estejam mencionados em outra norma. Sendo lembrado que a norma já esta em vigor a mais de 2 anos e muitas empresas não iniciaram suas ações necessárias para atendimento. Sobre condição de desempenho térmico, a mesma será remetida a tabela bioclimática e realizado estudo da melhor definição para o termo dia típico. Será convidado o Advogado Carlos Del Mar para no próximo encontro para debater vida o quesito útil. Foi proposta a identificação de modo mais claro dos quesitos que serão aplicáveis a edifícios com mais de cinco pavimentos Reunião 11 de maio Representante Ronaldo Sá Parte 5 Requisitos para sistemas de coberturas Continuação dos trabalhos e atendimento das solicitações da reunião plenária, tendo os principais pontos a definição dos seguintes itens: Teto superfície inferior de uma cobertura, ou de entre pisos, que delimita internamente a parte superior de um cômodo. Requisito Solicitações em forros Possibilitar a fixação de luminárias e outras cargas previstas na ocupação Critérios peças fixadas em forros, definida carga mínima de uso de 30 N e os fornecedores devem prover a informação. O projeto do forro deve mencionar as cargas a serem suportadas pelo forro, bem como as disposições construtivas e sistemas de fixação das peças. Houve proposição de uma nova redação para todo o item 8 da norma. Reunião 18 de maio Representante Ronaldo Sá Parte 3 Pisos Continuação dos trabalhos e apresentação a comissão do resultado da reunião na APEOP. Foram feitas analises nos ensaios de diversos materiais para piso, como madeira, cerâmicas, pisos flutuantes os quais a normalização nacional atende aos quesitos. Reunião 1 de junho Representante Ronaldo Sá Parte 3 Pisos Continuação dos trabalhos para preparo de texto a ser apresentada em plenária, sendo os principais pontos discutidos: Adequação do titulo da norma Requisitos para os sistemas de pisos em edifícios habitacionais Definição de área externa e interna, sendo elencadas as definições da ABNT NBR , como área interna como área privativa e área externa como áreas comuns. 2

3 Definição de áreas molháveis e molhada de modo a alinhar as definições e diminuir interpretações equivocadas. Definido os parâmetros de desempenhos, dentro do sistema, sendo definido o uso da norma francesa CAHIER 3515 e 3659 para pisos de baixa tenacidade (cerâmica e pedras) devido a falta de dados nacionais de referencia e para os pisos de alta tenacidade permanecerá os quesito dos 5 J. Reunião 1 de junho Representante Ronaldo Sá Parte 4 Vedações verticais Apresentação dos trabalhos do GT, que realizou quatro reuniões para verificação das contribuições encaminhadas previamente. Houve diversos ajustes entre eles nos locais onde as informações estavam alocadas na norma de 2008 e melhoria em definições, sem mudança na essência do conteúdo, somente ajuste de redação; Os ensaios foram melhorados em suas descrições, sendo alinhados a novas normas, com definição de termos e caracterizados classificações e métodos. Desempenho térmico o assunto será analisado por especialistas e será apresentada nova proposta em um próximo encontro. Sombreamento, apresentada proposta de exclusão do item 11.4 deste capitulo da norma e o assunto seria tratado exclusivamente na parte 1 sobre desempenho luminico. Próximas reuniões: Data Grupo Tipo Horário Local Endereço 15/06/2011 PARTE 4 vedações verticais Plenária 09:00 Sinduscon R. Dona Veridicana, 55 15/06/2011 PARTE 3 Pisos GT 13:00 Sinduscon R. Dona Veridicana, 55 06/07/2011 PARTE 4 vedações verticais Plenária 09:00 Sinduscon R. Dona Veridicana, 55 06/07/2011 PARTE 3 Pisos GT 13:00 Sinduscon R. Dona Veridicana, 55 03/08/2011 PARTE 1 requisitos gerais Plenária 09:00 Sinduscon R. Dona Veridicana, 55 17/08/2011 PARTE 1 requisitos gerais Plenária 09:00 Sinduscon R. Dona Veridicana, 55 ABNT NBR Acústica Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando o conforto da comunidade Procedimento Reunião 27 de maio Representante Ronaldo Sá Houve ajustes na ata da reunião anterior, devido a divergências de interpretação de muitos itens. A reunião visava descrever os encaminhamentos para mudanças no conteúdo da norma, destacando se: O nome da norma passará a ser: ABNT NBR Acústica medição e avaliação do ruído em ambiente externo de áreas habitáveis procedimento O texto da norma será alterado de modo a descrever, de forma clara, que ruídos gerados externamente a edificação serão normalizados pela ABNT NBR , independentes de reclamação, e ruídos ouvidos dentro de uma mesma edificação devem ser avaliados pela ABNT NBR

4 Há proposição de comunidades condominiais de uma mesma edificação devem ser feitas pela ABNT NBR , ainda a ser discutido pela comissão. Há necessidade de definir áreas externas, pois o mesmo sempre gera dificuldades de interpretação e definição de qual norma a ser usada; Os documentos e contribuições da norma poderão ser acompanhados pelo Livelink. Próximas reuniões: 1 julho, 5 agosto, 2 setembro, 7 outubro, 4 novembro e 2 dezembro ABNT/CB 03 COMITÊ BRASILEIRO DE ELETRICIDADE ABNT NBR 5419 Proteção Contra Descargas Atmosféricas Reunião 13 de abril Representante Ronaldo Sá Não houve reunião presencial no período. A próxima reunião: 13 de junho de 2011 COBEI. ABNT/CB 22 IMPERMEABILIZAÇÃO CE 22: Membrana de polímero acrílico com cimento adicionado e dosado na obra Reunião 18 de maio Representante Ronaldo Sá Análise e definições dos laudos e ensaios necessários para os componentes e sistema, de modo a garantir a aplicabilidade e desempenho. Incluído ao item a seguinte Nota: A base/substrato deverá ter condições mínimas de acabamento, sem furos ou saliências, de forma a garantir a espessura final da membrana. Alterado o item para A membrana deve ser impermeável à água e resistente à umidade, microorganismo, álcalis e ácidos dissolvidos nas águas. Alterado o item retirando a repetição do texto. Incluído ao item a seguinte Nota: A moldagem do corpo de prova deve seguir as orientações do fabricante, quanto à forma de mistura com cimento, consumo/m², número de demãos, intervalos entre demãos e entre outras informações necessárias para atendimento do desempenho da membrana, conforme tabela 1. Incluído o item Membranas para uso em contato com água potável ou de consumo humano devem atender à ABNT NBR Incluído o item No caso de uso de produto com liberação de amônia em ambientes confinados e sem ventilação, devem ser tomadas as medidas de segurança necessárias. Alterado o item Condição de imersão para Condições de cura. 4

5 OUTROS ASSUNTOS Consulta Nacional Número Título Data Limite Emenda ABNT NBR ABNT NBR14799 ABNT NBR ABNT NBR Válvula de descarga para limpeza de bacias sanitárias Requisitos e métodos de ensaio Reservatório com corpo em polietileno, com tampa em polietileno ou em polipropileno, para água potável de volume nominal de até litros (inclusive) Requisitos e métodos de ensaio Reservatório com corpo em polietileno, com tampa em polietileno ou em polipropileno, para água potável de volume nominal de até 2000 litros (inclusive) Instalação em obra Elaboração de projetos hidráulico-sanitários de estações de tratamento de esgotos sanitários 06/06/ /06/ /06/ /07/2011 Emenda ABNT NBR Válvula de descarga para limpeza de bacias sanitárias Requisitos e métodos de ensaio 06/06/2011 Análise Sistemática Segundo princípios internacionais, as normas devem ser analisadas periodicamente para que seu conteúdo mantenha se atualizado. Este processo é realizado anualmente e inicia se pela pesquisa à sociedade. Durante três meses, a ABNT disponibiliza por meio de seu site a relação das normas contempladas no processo. É a oportunidade que as partes interessadas têm de analisar o conteúdo da Norma e dizer se ele permanece atual (confirmação), se não tem mais aplicação (cancelamento) ou se ele está desatualizado em relação à tecnologia (revisão). Após este período, a ABNT encaminha o resultado da pesquisa ao Comitê Técnico responsável, para que ele o disponibilize a Comissão de Estudo autora da norma, que decidirá por sua revisão, confirmação ou cancelamento (parecer final). As normas cujos pareceres finais indicarem revisão serão incluídas no Programa de Normalização Setorial do Comitê. Todos que responderem a pesquisa serão convidados a participar dos trabalhos. As normas em análise sistemática podem ser acessadas via internet em: 5

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