Arbitragem. Respostas objetivas para soluções rápidas
|
|
|
- Thiago Barateiro de Oliveira
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 2
3 Respostas objetivas para soluções rápidas O que é a? Como surgiu o Instituto da? A é constitucional? A sentença arbitral tem validade jurídica? Quais são as principais vantagens? Quais são os tipos de? O que é cláusula compromissória de? O que é Compromisso Arbitral? A pode ser praticada nos contratos por adesão? Se existir cláusula compromissória de no contrato ou apólice, as partes podem optar pela via judicial? Não existindo a cláusula compromissória de no contrato ou apólice, as partes podem elegê-la? Quem pode ser Árbitro? Quais são os deveres do Árbitro? A decisão arbitral proferida no Brasil é válida nos países estrangeiros? E as proferidas no exterior são válidas no Brasil? O que é Mediação? O que é Conciliação? Modelos de cláusula compromissória Institucional ad hoc Cláusula Facultativa de Mediação e 3
4 Uma solução rápida e econômica para a solução de divergências e conflitos 4
5 Atualmente, é consenso entre pessoas físicas e jurídicas que, para resolver possíveis litígios, um processo judicial pode se tornar bastante complicado, devido a diversas razões, como: níveis de apelação até a sentença final o que o torna lento demais; excesso de ações judiciais; falta de estrutura dos fóruns; alto custo etc. Com a internacionalização da economia e a globalização de mercados, a segurança e a rapidez na resolução de eventuais conflitos entre as partes de um acordo tornam-se cada vez mais necessárias a empresas e indivíduos envolvidos em qualquer situação de relação comercial. Assim, a privada, aprovada pela Lei nº 9.307, de 1996, é uma forma rápida e econômica para solução desses conflitos, sendo um meio alternativo e independente do Poder Judiciário, no qual as partes pessoas físicas ou jurídicas buscam uma solução rápida e definitiva para a resolução da divergência. Neste Guia você vai saber o que é e como funciona a e a Mediação, conhecer seus procedimentos e áreas de aplicação e conferir sua legitimidade. Leia com atenção e divulgue seu conteúdo entre seus colegas e clientes. Solucionar conflitos pode ser mais simples do que você pensa. 5
6 Respostas ágeis. 6
7 Respostas objetivas para soluções rápidas 7
8 O que é a? unidade processual em todo o país, atribuiu A é um meio alternativo de solução de competência exclusiva à União Federal para legislar conflito no qual as partes, pessoas físicas ou jurídicas, buscam uma solução rápida e definitiva para sobre comercial. uma divergência. Para tanto, contam com o auxílio Recentemente, a Lei n o 9.307, de 23 de setembro de de um ou mais árbitros, escolhidos de comum acordo por elas, que resolverão o litígio de maneira justa e eficaz. A pode ser utilizada para solucionar conflitos, inclusive em âmbito internacional, nas áreas civil, comercial, trabalhista e do consumidor etc., desde que se trate de interesses que admitam a transação. 1996, veio afastar os obstáculos que haviam historicamente impedido sua efetiva utilização. Essa lei, conhecida como Lei Marco Maciel, concedeu à sentença arbitral uma eficácia própria não se fazendo mais necessária sua homologação por Juiz de Direito. Uma de suas maiores inovações é a equivalência da sentença do Árbitro, quando no exercício da àquela proferida pelo Juiz de Direito. Como surgiu o Instituto da? O Código Comercial de 1850 previa a para solução de conflitos envolvendo compra e venda mercantil. A Lei n o 1.350, de 14 de setembro de 1866, e o Decreto n o 3.900, de 1867, tornaram a voluntária. A Constituição de 1934, que instituiu a Solidifica-se a, portanto, no momento em que a internacionalização da economia, a globalização de mercados, a necessidade de obter-se maior eficiência e a redução dos custos das empresas, além de segurança e certeza nas relações comerciais, suscitam a identificação de solução rápida e pacífica de conflitos. 8
9 A é constitucional? Sim. A norma foi efetivamente consolidada em 12 de dezembro de 2001, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu sua constitucionalidade em um processo de homologação de sentença arbitral estrangeira, declarando a constitucionalidade de toda Lei n o (Agravo Regimental na Sentença Estrangeira n o 5.206). O STF entendeu que o acesso à Justiça é uma garantia do cidadão e não uma imposição, e que ninguém é obrigado a entrar em Juízo contra alguém. Quais são as principais vantagens? São várias as vantagens da para as partes que quiserem se valer dela, tais como: rapidez economia nos custos do processo eficácia da decisão efetividade dos resultados garantia de privacidade e sigilo A sentença arbitral tem validade jurídica? Sim. O artigo 31 da Lei n o estipula que a sentença arbitral produz, entre as partes e seus sucessores, os mesmos efeitos da sentença proferida pelos órgãos do Poder Judiciário e, sendo condenatória, constitui título executivo. transformação e melhoria das relações possibilidade de aplicação aos contratos civis e comerciais 9
10 10 Quais são os tipos de comprometem a submeter à os litígios que? possam advir do contrato (litígios futuros). Essa convenção Existem dois tipos de, a institucional e a das partes neutraliza temporariamente a via judicial, que só ad hoc ou avulsa. A primeira, quando as partes será acionada se houver necessidade de execução forçada. apontarem um organismo institucional que estabelecerá as regras que servirão de base ao julgamento do litígio. A Uma das características da cláusula compromissória é a segunda caracteriza-se pela falta de referência de sua autonomia em relação ao contrato em que estiver instituições ou regulamentos institucionais, havendo inserida, de modo que a nulidade deste não implica, necessariamente, na nulidade da cláusula compromissória. delegação das partes ao próprio árbitro sobre a disciplina do procedimento. Fala-se também em de direito, caso o julgamento arbitral deva obedecer às regras É, em resumo, um compromisso de realização futura da legais; de eqüidade, caso deva ser de acordo, antes mesmo de nascer o litígio, a qual se com critérios de eqüidade; e mista, quando iniciará com a assinatura do compromisso arbitral. obedecer a regras legais e critérios de eqüidade. O que é Compromisso O que é cláusula Arbitral? compromissória de? O compromisso arbitral é o ato que dá inicio à A cláusula compromissória é aquela inserida em contrato ou. É a convenção através da qual as partes documento autônomo, em virtude da qual as partes se submetem um litígio à arbitragem de uma ou mais
11 pessoas, podendo ser judicial ou extrajudicial. (Art. 9º da Lei n.º 9.307) Tem funções múltiplas o compromisso arbitral: é ato inaugural do procedimento arbitral cria vínculo formal entre as partes vincula o árbitro e/ou os árbitros entre si e às partes é ato estabilizador da demanda arbitral é ato de convalidação da cláusula compromissória atribui competência ao árbitro para julgar o litígio A pode ser praticada nos contratos por adesão? Sim, mas com restrição. O contrato de seguro é um contrato de adesão, em que ao aderente não é dada a possibilidade de discutir as cláusulas contratuais. Nesse caso, a cláusula compromissória de só terá eficácia se o segurado tomar a iniciativa de institui-la ou concordar, expressamente, com sua instituição, fazendo-o por escrito, em documento anexo ou em negrito no corpo do contrato (legível), com a assinatura ou visto especialmente para essa cláusula. Se existir cláusula compromissória de no contrato ou apólice, as partes podem optar pela via judicial? Não, a menos que ambas as partes estejam de acordo com sua exclusão do contrato/apólice, ou se uma delas recorrer à Justiça e a outra não opuser a exceção de convenção de arbitragem. Não existindo a cláusula compromissória de no contrato ou apólice, as partes podem elegê-la? Sim, as partes podem, a qualquer momento, e sempre que haja um conflito, optar pela. 11
12 12 Quem pode ser Árbitro? estrangeiros? E as proferidas no Pode ser Árbitro qualquer pessoa capaz e que tenha a exterior são válidas no Brasil? confiança das partes. As partes nomearão um ou mais Sim. O Decreto n o 4.311/ 2001 promulgou a Convenção Árbitros, sempre em número ímpar, podendo nomear de Nova York (assinada pelo Brasil) principal acordo também os respectivos suplentes. Os Árbitros devem mundial sobre que trata do reconhecimento ter a qualificação e a experiência mais recomendáveis e da execução das sentenças arbitrais estrangeiras. para o julgamento do litígio, porque serão escolhidos A promulgação do decreto concede garantia de que os especificamente para resolvê-lo. laudos arbitrais com partes brasileiras serão executados sem transtorno jurídico, tanto no Brasil quanto em território Quais são os deveres do Árbitro? estrangeiro e vice-versa. O Árbitro, no desempenho de suas funções, deverá O que é Mediação? proceder com imparcialidade, independência, competência, diligência e discrição. As pessoas indicadas escolhido pelas partes o Mediador que tem a A Mediação é exercida através de terceiro neutro para funcionar como Árbitro têm o dever de revelar, função de aproximá-las tão somente para que antes da aceitação da função, qualquer ato que denote dúvida justificada quanto à sua imparcialidade, in- entre elas. O enfoque é na composição de interesses, possam negociar diretamente a solução do litígio dependência e competência específica. não implicando em metodologias paralegais para a obtenção de um acordo, que se dará sem a emissão A decisão arbitral proferida no de uma sentença. O poder decisório mantém-se com Brasil é válida nos países as próprias partes.
13 O que é Conciliação? A Conciliação é exercida através de terceiro neutro o Conciliador que tem por tarefa aproximar as partes litigantes sugerindo e propondo soluções, visando levá-las a um entendimento capaz de finalizar o litígio potencial ou existente. Observação: Embora MEDIAÇÃO, CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM sejam todas meios alternativos de solução de conflitos, apenas na a sentença arbitral tem valor de decisão judicial, não cabendo recurso. 13
14 Modelos de cláusula compromissória 14
15 Institucional Utilizada quando as partes optam por um organismo institucional para estabelecer a. Fica expressamente convencionado que, caso surja qualquer controvérsia ou divergência quanto à interpretação dos termos e condições da presente apólice, assim como na evolução, ajuste e/ou liquidação de qualquer sinistro, estas deverão ser submetidas à decisão, preferencialmente, de um Árbitro Comum, que o Segurado e a Seguradora nomearão conjuntamente. A será iniciada mediante a apresentação de aviso, por escrito, de pedido de instauração da por uma das partes à outra. Não havendo consenso quanto à escolha do Árbitro Comum, dentro de um prazo de 30 (trinta) dias após a decisão tomada nesse sentido, tanto o Segurado como a Seguradora nomearão, por escrito e dentro de 10 (dez) dias, os seus Árbitros Representantes, os quais deverão prenunciar-se quanto à aceitação do encargo, 10 (dez) dias após sua convocação. A realização da ora convencionada nesta cláusula compromissória será do tipo institucional. Assim, neste ato é nomeado o Centro Brasileiro de Mediação e - CBMA (ou outra Câmara ou Centro já constituído) para processar o procedimento arbitral, inclusive para efeito de nomeação do Árbitro Desempatador se os Árbitros Representantes não chegarem a um consenso quanto a este ponto. Fica estabelecido, também, que as regras regulamentares serão seguidas pelas partes e pelos Árbitros, em todos os seus termos, naquilo que não contrariar a presente cláusula. O Segurado e a Seguradora suportarão, separadamente, as despesas com seus Árbitros Representantes e participarão com a metade das despesas do Árbitro Comum ou do Árbitro Desempatador citados nesta cláusula. Dividirão também, igualmente, as despesas da instituição escolhida para processamento da. nstitucional 15
16 ad hoc Utilizada quando não existe no contrato/apólice referência a instituições ou regulamentos institucionais, delegando ao(s) próprio(s) Árbitro(s) a disciplina do procedimento. Fica expressamente convencionado que, surgindo controvérsia ou divergência quanto à interpretação dos termos e condições da presente apólice, assim como na evolução, ajuste e/ou liquidação de qualquer sinistro, estas deverão ser submetidas à decisão, preferencialmente, de um Árbitro Comum, que o Segurado e a Seguradora nomearão conjuntamente. A realização da ora convencionada nesta cláusula compromissória será do tipo ad hoc, de forma que os Árbitros deverão se valer, preferencialmente a qualquer outra, das regras estabelecidas neste instrumento particular para processamento do procedimento arbitral. A será iniciada mediante a apresentação de aviso, por escrito, de pedido de sua instauração por uma das partes à outra, enviado por correio registrado, com confirmação de recebimento. A notificação deverá conter os detalhes de todas as questões a serem resolvidas do ponto de vista do reclamante. No prazo de 10 (dez) dias, contados do recebimento da notificação, a reclamante deverá notificar à parte reclamada quanto a quaisquer questões adicionais a serem resolvidas na. Não havendo consenso quanto à escolha do Árbitro Comum dentro de um prazo de 30 (trinta) dias após a apresentação de aviso de instauração da pelo reclamante, tanto o Segurado como a Seguradora nomearão, por escrito e dentro de 10 (dez) dias, os seus Árbitros Representantes, os quais deverão prenunciarse quanto à aceitação do encargo 10 (dez) dias após sua convocação. O Árbitro Desempatador será escolhido de comum acordo pelos Árbitros Representantes. Se dentro de 30 (trinta) dias após terem sido designados, os Representantes não chegarem a consenso quanto a este ponto, cada Árbitro deverá nomear três profissionais de sua livre escolha para a tarefa de Desempatador. Cada Árbitro irá eliminar dois dos nomeados apresentados pelo outro Árbitro. O terceiro Árbitro será então escolhido por sorteio entre os dois nomeados restantes. 16
17 O Árbitro Desempatador deverá prontamente notificar, por escrito, a todas as partes envolvidas na, sua designação. Se, por qualquer razão, um dos Árbitros designados não puder atuar, a parte que o designou deverá nomear, por escrito, outro Árbitro em seu lugar. Todos os Árbitros deverão ter conhecimento específico sobre o assunto levado à, além de apresentar ilibada idoneidade e reputação profissional, bem como deverão ser imparciais e desinteressados. As partes, desde já, renunciam a qualquer objeção quanto ao mérito de seleção dos Árbitros. Dentro de dias após o aviso de designação de todos os Árbitros, estes deverão se reunir e determinar o cronograma de submissão de petições, produção de provas e audiências e diligências. A decisão majoritária dos Árbitros, que será final e obrigará as partes, deverá ser tomada necessariamente por escrito e conterá a descrição da controvérsia, seus fundamentos e o dispositivo (decisão). Seus efeitos terão que ser aplicados em prazo de 60 (sessenta) dias após o término das audiências e/ou diligências, a menos que as partes concordem com prorrogação não superior ao mesmo período. Os Árbitros tomarão sua decisão de acordo com a legislação brasileira e levarão em conta, essencialmente, as regras do contrato, suprindo as lacunas da lei na forma dos dispositivos contratuais celebrados pelas partes. Se mais de um segurador estiver envolvido em uma mesma disputa, todos deverão constituir e atuar como se fossem uma única parte, para os fins desta cláusula de. A ocorrerá na cidade onde está localizada a sede ou domicílio do(a) Segurado(a), a menos que seja de outra forma concordado mutuamente entre a Companhia Seguradora e o Segurado(a). Esta cláusula de permanecerá com plena força e efeito no caso de qualquer outra cláusula deste contrato de seguro ser considerada inválida ou sem efeito, e não perderá sua validade com o término do prazo contratual. O Segurado e a Seguradora suportarão, separadamente, as despesas de seus Árbitros Representantes e participarão com a metade das despesas do Árbitro Comum ou do Árbitro Desempatador citados nesta cláusula. 17
18 Cláusula Facultativa de Mediação e Pode ser utilizada nos contratos de seguro como opção para solução de qualquer controvérsia. Fica facultada às partes a opção de solução de qualquer controvérsia quanto à interpretação dos termos e condições da presente apólice, assim como na evolução, ajuste e/ou liquidação de qualquer sinistro, através da Mediação e/ou. A parte interessada em estabelecer uma das referidas modalidades de solução de controvérsia (Mediação e/ou ) deverá intimar a outra de seu interesse para que, no prazo de 10 (dez) dias, a intimada se pronuncie sobre a sua expressa e formal aceitação. Sendo aceita por ambas as partes, a Mediação e/ou será realizada, preferencialmente, por Árbitro ou Mediador Comum, o qual será nomeado conjuntamente pelo Segurado e Seguradora e, também preferencialmente, por meio institucional, através de Câmara ou Tribunal escolhido de comum acordo pelas partes. Todas as questões relativas ao regulamento, regime de custas, prazos etc. serão convencionadas pelas partes no respectivo Compromisso a ser assinado no momento da instauração da Mediação e/ou Facultativa
19 19
20
REGULAMENTO DE ARBITRAGEM Câmara de Arbitragem Digital CAD. CAPÍTULO I. Sujeição ao Presente Regulamento e Princípios
REGULAMENTO DE ARBITRAGEM Câmara de Arbitragem Digital CAD CAPÍTULO I. Sujeição ao Presente Regulamento e Princípios Art. 1º. As partes que avençarem, mediante convenção de arbitragem, submeter qualquer
Câmara Portuguesa de Comércio no Brasil - São Paulo
REGULAMENTO DO CENTRO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA CÂMARA PORTUGUESA DE COMÉRCIO NO BRASIL SÃO PAULO Artigo 1º O Centro de Arbitragem 1.1. O Centro de Mediação e Arbitragem da Câmara Portuguesa de Comércio
Site Jurídico S.O.S Estagiários (www.sosestagiarios.com) Trabalhos Prontos Gratuitos LEI DE ARBITRAGEM EVOLUÇÃO HISTÓRICA
LEI DE ARBITRAGEM EVOLUÇÃO HISTÓRICA Nos primórdios da sociedade romana, surgiu o instituto da arbitragem como forma de resolver conflitos oriundos da convivência em comunidade, como função pacificadora
FACULDADE DOM BOSCO Credenciada através da Portaria nº. 2.387 de 11/08/2004, publicada no D.O.U. de 12/08/2004. Resolução nº 001/011
Resolução nº 001/011 Regulamentar a Arbitragem Expedita. do Curso de Direito; - Considerando a necessidade de Regulamentar a Arbitragem Expedita O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão aprovou, e eu
TOTVS S.A. CNPJ/MF Nº 53.113.791/0001-22 NIRE 35.300.153.171 ANEXO I À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 18 DE DEZEMBRO DE 2015
TOTVS S.A. CNPJ/MF Nº 53.113.791/0001-22 NIRE 35.300.153.171 ANEXO I À ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 18 DE DEZEMBRO DE 2015 POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES E
OUVIDORIA GRUPO CARDIF DO BRASIL REGULAMENTO
OUVIDORIA GRUPO CARDIF DO BRASIL REGULAMENTO Art. 1º - DA CONSTITUIÇÃO 1.1. Pela Diretoria do Grupo Cardif do Brasil ( Grupo Cardif ), composto pelas empresas Cardif do Brasil Vida e Previdência S/A, Cardif
18. Convenção sobre o Reconhecimento dos Divórcios e das Separações de Pessoas
18. Convenção sobre o Reconhecimento dos Divórcios e das Separações de Pessoas Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando facilitar o reconhecimento de divórcios e separações de pessoas obtidos
ACORDO PARA A PROMOÇÃO E A PROTEÇÃO RECÍPROCA DE INVESTIMENTOS ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA CORÉIA
ACORDO PARA A PROMOÇÃO E A PROTEÇÃO RECÍPROCA DE INVESTIMENTOS ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA CORÉIA O Governo da República Federativa do Brasil e o Governo
1º Anexo a estas Normas haverá um conjunto de Resoluções de caráter transitório que legislarão sobre assuntos específicos do Programa em Astronomia.
NORMAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ASTRONOMIA DO ON Capítulo 1 Das disposições gerais Capítulo 2 Da constituição do Corpo Docente Capítulo 3 Da orientação do aluno Capítulo 4 Da admissão e matrícula
BR MALLS PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ nº 06.977.745/0001-91 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES
1. OBJETIVOS DO PLANO BR MALLS PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ nº 06.977.745/0001-91 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES 1.1. Os objetivos do Plano de Opção de Compra de Ações da BR Malls Participações S.A. ( Companhia
REGULAMENTO DE ARBITRAGEM da Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem de Porto Alegre Federasul
REGULAMENTO DE ARBITRAGEM da Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem de Porto Alegre Federasul 1. Da sujeição ao presente regulamento [Denominação da Câmara] 1.1. As partes que resolverem submeter
Convenção de Nova Iorque - Reconhecimento e Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras
CONVENÇÃO DE NOVA YORK Convenção de Nova Iorque - Reconhecimento e Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras Decreto nº 4.311, de 23/07/2002 Promulga a Convenção sobre o Reconhecimento e a Execução
COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL. MENSAGEM N o 479, DE 2008
COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL MENSAGEM N o 479, DE 2008 Submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Tratado de Extradição entre a República Federativa do Brasil e o Governo
REGULAMENTO Nº 001 Rev.04-A PROCEDIMENTO ARBITRAL NA ÁREA TRABALHISTA
TAESP Arbitragem & O Mediação, com sede nesta Capital do Estado de São Paulo, na Rua Santa Isabel, 160 cj.43, nos termos dos Artigos 5º, 13, 3º e 21 da Lei 9.307/96, edita o presente REGULAMENTO PARA PROCEDIMENTOS
27. Convenção da Haia sobre a Lei Aplicável aos Contratos de Mediação e à Representação
27. Convenção da Haia sobre a Lei Aplicável aos Contratos de Mediação e à Representação Os Estados signatários da presente Convenção: Desejosos de estabelecer disposições comuns sobre a lei aplicável aos
O QUE É MEDIAÇÃO? Exemplos práticos: Conflitos de vizinhança, separação, divórcio, conflitos trabalhistas, etc...
O QUE É MEDIAÇÃO? A Mediação é uma forma de tentativa de resolução de conflitos através de um terceiro, estranho ao conflito, que atuará como uma espécie de "facilitador", sem entretanto interferir na
MJ ORIENTA CONSUMIDOR PARA COMPRAS PELA INTERNET
MJ ORIENTA CONSUMIDOR PARA COMPRAS PELA INTERNET O Ministério da Justiça divulgou na sexta-feira (20/8), durante a 65ª reunião do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC), um documento com as diretrizes
REGULAMENTO. Capítulo I Disposições gerais
REGULAMENTO DO CENTRO DE ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA INSTITUCIONALIZADA DO INSTITUTO DOS VALORES MOBILIÁRIOS Capítulo I Disposições gerais Artigo 1º O presente Regulamento aplica-se às arbitragens que decorram
INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986.
INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986. Regulamenta a concessão de financiamento para compra de ações pelas Sociedades Corretoras e Distribuidoras. O Presidente da Comissão de Valores Mobiliários
PROTOCOLO DE CRIAÇÃO. 10 de Maio de 2006
PROTOCOLO DE CRIAÇÃO 10 de Maio de 2006 Quem é parte no Protocolo? A criação do Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Dívidas Hospitalares CIMADH é iniciada através de um Protocolo promovido pelo
COMPANHIA PROVIDÊNCIA INDÚSTRIA E COMÉRCIO Companhia Aberta. CNPJ/MF n. 76.500.180/0001-32 NIRE 41.3.000.5081-3
COMPANHIA PROVIDÊNCIA INDÚSTRIA E COMÉRCIO Companhia Aberta CNPJ/MF n. 76.500.180/0001-32 NIRE 41.3.000.5081-3 PLANO DE OPÇÕES DE COMPRA DE AÇÕES DA COMPANHIA CAPÍTULO I OBJETIVOS DO PLANO Cláusula 1.ª
Proposta de adesão ao Programa de Comparticipação nos Cuidados de Saúde 2012
澳 門 衛 特 別 生 行 政 局 區 政 府 Governo da Região Administrativa de Macau Serviços de Saúde Proposta de adesão ao Programa de Comparticipação nos Cuidados de Saúde 2012 (1.ª Parte) Unidades Privadas de Saúde que
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre Brasil University of New South Wales Sydney Austrália Universidade do Povo Macau - China
CONVENÇÃO SOBRE A LEI APLICÁVEL AOS CONTRATOS DE COMPRA E VENDA INTERNACIONAL DE MERCADORIAS (Concluída em 22 de dezembro de 1986) Os Estados-Partes da presente Convenção, Desejando unificar as regras
AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC)
AULA 06 DA ADOÇÃO (ART. 1618 A 1629 CC) DO CONCEITO A ADOÇÃO É UM ATO JURÍDICO EM SENTIDO ESTRITO, CUJA EFICACIA É DEPENDENTE DA AUTORIZAÇÃO JUDICIAL. NESSE CASO, CRIA UM VÍNCULO FICTÍCIO DE PATERNIDADE-
Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto
Mediação Familiar Lei n.º 133/99 de 28 de Agosto Altera a Organização Tutelar de Menores, nomeadamente através da introdução de novos artigos de que destacamos aquele que se refere à mediação Artigo 147.º
CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA DA NEFAB (tradução para Português)
CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA DA NEFAB (tradução para Português) Válidas desde 10-10-2005 Em caso de discrepância entre a versão inglesa e a tradução portuguesa das condições gerais de venda, ou em caso de
SECRETARIA GERAL DAS RELAÇÕES EXTERIORES INSTITUTO RIO BRANCO LXIV CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE DIPLOMATAS
SECRETARIA GERAL DAS RELAÇÕES EXTERIORES INSTITUTO RIO BRANCO EDITAL DE 25 DE MARÇO DE 2014 LXIV CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE DIPLOMATAS O DIRETOR-GERAL DO INSTITUTO RIO BRANCO, no uso de suas atribuições,
TOTVS S.A. CNPJ/MF 53.113.791/0001-22 NIRE 35.300.153.171 ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 28 DE OUTUBRO DE 2014
TOTVS S.A. CNPJ/MF 53.113.791/0001-22 NIRE 35.300.153.171 ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 28 DE OUTUBRO DE 2014 1. - DATA, HORA E LOCAL DA REUNIÃO: Realizada no dia 28 de outubro
ANEXO 5 TERMO DE CONSTITUIÇÃO DE CONSÓRCIO
ANEXO 5 TERMO DE CONSTITUIÇÃO DE CONSÓRCIO Termo de Constituição de Consórcio 1 As Partes: A empresa (Nome da Empresa)..., com sede na cidade de..., (Endereço)..., com CNPJ n o..., Inscrição Estadual...,
O Dever de Consulta Prévia do Estado Brasileiro aos Povos Indígenas.
O Dever de Consulta Prévia do Estado Brasileiro aos Povos Indígenas. O que é o dever de Consulta Prévia? O dever de consulta prévia é a obrigação do Estado (tanto do Poder Executivo, como do Poder Legislativo)
PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA GENERAL SHOPPING BRASIL S.A CNPJ/MF nº 08.764.621/0001-53 NIRE 35.300.340.833
PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DA GENERAL SHOPPING BRASIL S.A CNPJ/MF nº 08.764.621/0001-53 NIRE 35.300.340.833 CLÁUSULA 1. OBJETIVOS DA OUTORGA DE OPÇÕES 1.1 Os objetivos do Plano de Opção de Compra
SOBRE PROTEÇÃO E FACILIDADES A SEREM DISPENSADAS A REPRESENTANTES DE TRABALHADORES NA EMPRESA
Convenção 135 SOBRE PROTEÇÃO E FACILIDADES A SEREM DISPENSADAS A REPRESENTANTES DE TRABALHADORES NA EMPRESA A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, Convocada em Genebra pelo Conselho
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE DIREITO ECONÔMICO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR Escola Nacional de Defesa do Consumidor Oficina Desafios da Sociedade da Informação: comércio eletrônico
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Porto Alegre Brasil University of New South Wales Sydney Austrália Universidade do Povo Macau - China
CONVENÇÃO SOBRE A JURISDIÇÃO, LEI APLICÁVEL E RECONHECIMENTO DE DECISÕES EM MATÉRIA DE ADOÇÃO (Concluída em 15 de novembro de 1965) (Conforme o seu artigo 23, esta Convenção teve vigência limitada até
Normas de regulamentação para a certificação de. atualização profissional de títulos de especialista e certificados de área de atuação.
Normas de regulamentação para a certificação de atualização profissional de título de especialista e certificado de área de atuação Em decorrência do convênio celebrado entre a Associação Médica Brasileira
MINUTA DE RESOLUÇÃO Nº 00, DE XX DE XXXXX DE 2015.
MINUTA DE RESOLUÇÃO Nº 00, DE XX DE XXXXX DE 2015. O CONSELHO DE ENSINO DE GRADUAÇÃO da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, no uso de suas atribuições legais, resolve: Art. 1 Aprovar as
PORTARIAN 4536/2013. gusto Viana Neto Presidente. José Is.
- 2" REGIAO Serviço Público Federal PORTARIAN 4536/2013 Altera o Regulamento Executivo das Delegacias Sub. regionais o Presidente do da 2 Região, no exercício regular de suas atribuições legais e regimentais,
PEDIDOS DE AUTORIZAÇÃO PARA RETIRADA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES ACOLHIDAS DAS ENTIDADES ORIENTAÇÕES TÉCNICAS DO CAOPCAE/PR
PEDIDOS DE AUTORIZAÇÃO PARA RETIRADA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES ACOLHIDAS DAS ENTIDADES ORIENTAÇÕES TÉCNICAS DO CAOPCAE/PR 1 - A autorização para que crianças e adolescentes passem as festas de final de
REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR. Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES
REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES Art. 1º - O Estágio Curricular, baseado na lei nº 6.494,
Guia prático. Rede Judiciária Europeia em matéria civil e comercial
Utilização da videoconferência para obtenção de provas em matéria civil e comercial, ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 1206/2001 do Conselho, de 28 de Maio de 2001 Guia prático Rede Judiciária Europeia
SEQÜESTRO INTERNACIONAL DE CRIANÇAS E SUA APLICAÇÃO NO BRASIL. Autoridade Central Administrativa Federal/SDH
A CONVENÇÃO SOBRE OS ASPECTOS CIVIS DO SEQÜESTRO INTERNACIONAL DE CRIANÇAS E SUA APLICAÇÃO NO BRASIL Autoridade Central Administrativa Federal/SDH Considerações Gerais A Convenção foi concluída em Haia,
ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA
(Até às alterações do Decreto Lei n.º 38/2003, de 08 de Março) ARBITRAGEM VOLUNTÁRIA CAPÍTULO I Artigo 1.º Convenção de arbitragem 1 - Desde que por lei especial não esteja submetido exclusivamente a tribunal
Com a citada modificação, o artigo 544, do CPC, passa a vigorar com a seguinte redação:
O NOVO AGRAVO CONTRA DESPACHO DENEGATÓRIO DE RECURSO EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL 2011-06-15 Alexandre Poletti A Lei nº 12.322/2010, que alterou os artigos 544 e 545 do CPC, acabou com o tão conhecido e utilizado
RESOLVEU: I - probidade na condução das atividades no melhor interesse de seus clientes e na integridade do mercado;
Estabelece normas e procedimentos a serem observados nas operações em bolsas de valores e dá outras providências. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS torna público que o Colegiado, em sessão
O empregado caminhando na empresa, cai e se machuca vai pedir uma indenização na justiça do trabalho. (empregado x empregador);
Turma e Ano: Flex B (2014) Matéria / Aula: Processo do Trabalho / Aula 04 Professor: Leandro Antunes Conteúdo: Procedimento Sumário, Procedimento Sumaríssimo. A competência para julgar acidente de trabalho:
ESTATUTOS da Concórdia - Centro de Conciliação, Mediação de Conflitos e Arbitragem. Capítulo I. Denominação, sede e objeto.
ESTATUTOS da Concórdia - Centro de Conciliação, Mediação de Conflitos e Arbitragem Capítulo I Denominação, sede e objeto Artigo 1 É constituída por tempo indeterminado, com sede em Lisboa, na Rua Rodrigo
www.santahelenasuade.com.brmecanismos de
1 www.santahelenasuade.com.brmecanismos de Regulação 2 A CONTRATADA colocará à disposição dos beneficiários do Plano Privado de Assistência à Saúde, a que alude o Contrato, para a cobertura assistencial
PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DE EMISSÃO DA VIA VAREJO S.A.
PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES DE EMISSÃO DA VIA VAREJO S.A. 1 ÍNDICE 1 OBJETIVOS... 3 2 PARTICIPANTES... 3 3 ADMINISTRAÇÃO DO PLANO... 3 4 AÇÕES OBJETO DESTE PLANO... 5 5 OUTORGA DA OPÇÃO... 5 6 EXERCÍCIO
Política de Divulgação de Informações Relevantes e Preservação de Sigilo
Índice 1. Definições... 2 2. Objetivos e Princípios... 3 3. Definição de Ato ou Fato Relevante... 4 4. Deveres e Responsabilidade... 5 5. Exceção à Imediata Divulgação... 7 6. Dever de Guardar Sigilo...
EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2015
EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2015 1. DO OBJETO 1.1. O presente edital tem por objeto realizar uma chamada pública nacional para seleção de projetos que contribuam para o empoderamento das mulheres
10. Convenção Relativa à Competência das Autoridades e à Lei Aplicável em Matéria de Protecção de Menores
10. Convenção Relativa à Competência das Autoridades e à Lei Aplicável em Matéria de Protecção de Menores Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando estabelecer disposições comuns relativas
ARBITRAGEM NO CAMPO IMOBILIÁRIO LOCAÇÃO DE IMÓVEIS
ARBITRAGEM NO CAMPO IMOBILIÁRIO LOCAÇÃO DE IMÓVEIS ADEVANIR TURA Considerando que a Arbitragem cuida de bens disponíveis, a locação de imóveis se enquadra nesta modalidade. Assim, não podemos descaracterizar,
Cartilha de Extensão de Benefício do Plano Empresarial aos Beneficiários.
Cartilha de Extensão de Benefício do Plano Empresarial aos Beneficiários. Contributários demitidos ou exonerados sem justa causa e/ou aposentados. www.saolucassaude.com.br 01_ DIREITOS E DEVERES DO BENEFICIÁRIO
Política Uniforme de Solução de Disputas Relativas a Nomes de Domínio
Política Uniforme de Solução de Disputas Relativas a Nomes de Domínio Política aprovada em 26 de agosto de 1999 Documentos de implementação aprovados em 24 de outubro de 1999 Versão em português da Organização
Anexo 1.2.7 : Modelo de instrumento de cessão de crédito sem coobrigação
Anexo 1.2.7 : Modelo de instrumento de cessão de crédito sem coobrigação INSTRUMENTO PARTICULAR DE CESSÃO DE CRÉDITOS SEM COOBRIGAÇÃO Por este instrumento, as partes a seguir designadas e qualificadas,
TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA SPIROL SOLUÇÕES EM FIXAÇÃO LTDA
TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE VENDA SPIROL SOLUÇÕES EM FIXAÇÃO LTDA Os Termos e Condições Gerais de Venda definidos abaixo e a Confirmação de Pedido enviada por SPIROL SOLUÇÕES EM FIXAÇÃO LTDA., sociedade
ESTATUTOS. Artigo 1.º Denominação e sede
ESTATUTOS Artigo 1.º Denominação e sede 1. A associação adopta a denominação CAAD Centro de Arbitragem Administrativa. 2. A associação tem a sua sede na Avenida Duque de Loulé, n.º 72 A, freguesia de Santo
BRASIL BROKERS PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF nº 08.613.550/0001-98 NIRE 33.3.0028096-1 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES
BRASIL BROKERS PARTICIPAÇÕES S.A. CNPJ/MF nº 08.613.550/0001-98 NIRE 33.3.0028096-1 PLANO DE OPÇÃO DE COMPRA DE AÇÕES 1. Objetivo da Outorga de Opções 1.1. O Plano de Opção de Compra de Ações da Brasil
Excelentíssimo Dr. Roberto Monteiro Gurgel Santos, DD. Presidente do Conselho Nacional do Ministério Público:
Excelentíssimo Dr. Roberto Monteiro Gurgel Santos, DD. Presidente do Conselho Nacional do Ministério Público: Venho à presença de Vossa Excelência, nos termos do Regimento Interno deste Conselho, apresentar
OCUPAÇÃO CIENTÍFICA DE JOVENS NAS FÉRIAS
OCUPAÇÃO CIENTÍFICA DE JOVENS NAS FÉRIAS 2015 REGULAMENTO Artigo 1º Âmbito e Enquadramento A Ciência Viva Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica promove o programa Ocupação Científica
(85/577/CEE) Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia e, nomeadamente, o seu artigo 100º,
DIRECTIVA DO CONSELHO de 20 de Dezembro de 1985 relativa à protecção dos consumidores no caso de contratos negociados fora dos estabelecimentos comerciais (85/577/CEE) O CONSELHO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,
Validade, Vigência, Eficácia e Vigor. 38. Validade, vigência, eficácia, vigor
Validade, Vigência, Eficácia e Vigor 38. Validade, vigência, eficácia, vigor Validade Sob o ponto de vista dogmático, a validade de uma norma significa que ela está integrada ao ordenamento jurídico Ela
LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas
LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas APRESENTAÇÃO A Federação Baiana de Hospitais e a Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia, cumprindo com a função de orientar e assessorar hospitais,
BANCO LATINO-AMERICANO DE COMÉRCIO EXTERIOR S.A. ESTATUTOS DO COMITÊ DE NOMEAÇÃO E REMUNERAÇÃO
BANCO LATINO-AMERICANO DE COMÉRCIO EXTERIOR S.A. ESTATUTOS DO COMITÊ DE NOMEAÇÃO E REMUNERAÇÃO I. Objetivos O Comitê de Nomeação e Remuneração (o Comitê ) do Banco Latino-Americano de Comércio Exterior
PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO CART AXO. 1. Preâmbulo
PROTOCOLO ENTRE O EXÉRCITO PORTUGUÊS E A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DO CART AXO 1. Preâmbulo A celebração do presente protocolo tem como objetivo assegurar aos militares e aos trabalhadores do mapa de
Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis Imobiliários CRI. Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI
Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI Certificado de Recebíveis Imobiliários Instrumento de captação de recursos e de investimentos no mercado imobiliário O produto O Certificado
1 C O N S E L H O R E G I O N A L D E E C O N O M I A 2ª REGIÃO - SP VIADUTO 9 DE JULHO, 26 - TÉRREO - CEP 01050-060 - TEL.:3291-8700 - FAX.
1 RESOLUÇÃO nº 468/2006 Fixa procedimentos para a emissão de ATESTADO DE CADASTRAMENTO dos profissionais legalmente inscritos no Conselho Regional de Economia CORECON 2ª Região SP, para atuarem como Peritos
São Paulo, 04 de Maio de 2015 Ofício SINOG 022/2015
São Paulo, 04 de Maio de 2015 Ofício SINOG 022/2015 À Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS Diretoria de Normas e Habilitação dos Produtos - DIPRO Gerente-Geral de Estrutura e Operação dos Produtos
