Software de Telecomunicações. Tópicos de Assembly86

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Software de Telecomunicações. Tópicos de Assembly86"

Transcrição

1 Software de Telecomunicações Tópicos de Assembly86 Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 1/79 Lista processadores Intel (1) Processadores IA : K transistores, 0.33 MIPS endereça 1MB 1982: K transistores (MMU incorporado), 0.9 MIPS endereça 16MB de memória Processadores IA : K transistores, 5 MIPS endereça 4GB de memória 1989: M transistores (FPU incorporado), 50 MIPS 1993: Pentium-3.1M transistores, 60 MIPS [introduz SIMD instruções em registos de 64 bits] 1997: Pentium II- 9.5M transistores, 300 MIPS 1999: Pentium III-9.5M transistores, 500 MIPS [introduz Streaming SIMD instruções em registos de 128 bits] 2000: Pentium 4-42M transistores, 1500 MIPS endereça 64GB de memória Processadores IA : Core 2-151M transistores, 20_000 MIPS Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 2/79

2 Lista processadores Intel (2) Na passagem de 32 bits para 64 bits, os fabricantes seguiram abordagens distintas: Intel associou-se à HP para desenvolver processador Itanium dedicado a servidores e a estações de trabalho de elevado desempenho. O processador emulava o IA-32, mas com significativa degradação no desempenho. Advanced Micro Devices desenvolveu AMD64, estendendo o IA-32 (16 registos de uso geral de 64 bits) Vendas do AMD64 muito superiores levaram a Intel a adoptar a arquitectura AMD64, sob a designação EM64T. Informação complementar do IA32 e IA64 disponível em Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 3/79 Pentium arquitectura (1) O Pentium adopta arquitectura CISC reduzido número de registos de uso geral elevado número de instruções do tipo registo-memória (uma dos argumentos pode ser memória) Por compatibilidade, o Pentium mantém as características dos antecessores (8086/8,80286, ) Segmentação de memória, em dois modos Registos de uso geral acedidos a 8, 16 e 32 bits. A inércia (foi único processador de 16 bits durante 2 anos) e ter sido adoptado pelo IBM-PC levaram vendas muito superiors aos competidores tecnologicamente superiores. Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 4/79

3 Pentium arquitectura (2) Core incorpora a arquitectura RISC. Maior número de registos de uso geral (16 contra 8 do IA-32). Registos passam a ortogonais Multiplicação deixa de ser restrita a EDX:EAX. Acesso na parte inferior de 8 bits a todos os registos (ex: DIL, SIL, SPL, R8L) Nota: alguns registos continuam a ser dedicados, como o SP. Para continuar a executar imenso código desenvolvido, Core disponibiliza dois modos: Compatível IA-32, com aplicações a aceder espaço de 4GB. 64 bits, com instruções de prefixo REX a aceder às extensões de registos. Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 5/79 Pentium arquitectura (3) Distribuição das componentes de um programa no Pentium EBP SP Pilha Registos segmento SS DS EIP Arena Dados estáticos Código Registos uso geral CS EAX EBX ECX EDX EDI ESI Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 6/79

4 Pentium: registos O Pentium possui registos dedicados a funções diversas 8 de uso geral ( genereal purpose ), para operações aritméticas e lógicas e de endereçamento. 1 contador de programa ( program counter ) 6 de segmento ( segment ), para organização de memória 1 de bandeiras ( flags ) 8 de vírgula flutuante ( floating point ) 8 de multimedia Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 7/79 Registos: uso geral (1) IA-32: Os registos de uso geral podem ser acedidos individualmente na parte inferior 16-bit 32-bit AH AL AX EAX BH BL BX EBX CH CL CX ECX DH DL DX EDX Deslocamentos de blocos de memória{ BP SI DI SP EBP ESI EDI ESP Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 8/79

5 Registos: uso geral (2) Os registos de uso geral usados para guarda temporária de expressões execução de operações aritméticas (soma, ) e lógicas (e lógico, "shifts", ) As operações de multiplicação e de divisão trabalham com valores de comprimento duplo (8086/8: 2*16=32 bits, Pentium: 2*32=64 bits), que são guardados no par de registos EDX:EAX (EDX contém dígitos mais significativos). Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 9/79 Registos: uso geral (3) EIP: utilizado como ponteiro para a próxima instrução a executar: este registo não é controlável directamente pelo programador. EBX,EBP: utilizados como endereço base de tabela (EBX no segmento de dados, EBP na pilha). ESI,EDI: utilizados como deslocamentos a partir de um registo base (ESI indica deslocamento de uma fonte e EDI indica deslocamento de um destino). Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 10/79

6 Registos: uso geral (4) ESP: utilizado como ponteiro base da pilha (endereço da primeira posição ocupada da pilha). EBP: utilizado como ponteiro topo da pilha, para acesso a parâmetros e variáveis locais. Parâmetros Sentido do PUSH EBP ESP End. retorno Registos Variáveis locais Posições livres Espaço obtido por subtracção de SP Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 11/79 Registos: uso geral (5) IA-64: Os registos de uso geral dependem do modo Compatível IA32 8 registos iguais aos IA32: EAX-EDX, EDI,ESI, EBP, ESP 8 registos extra: R8D-R15D 64 bits 8 registos iguais aos IA32, mas com prefixo R: RAX-RDX, RDI,RSI, RBP, RSP 8 registos extra: R8-R15 Todos os registos podem ser acedidos ao Byte, Word, Double e Quad (só em modo compatível 64-bit) Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 12/79

7 Registos: uso geral (6) Tipo registo Modo compatível IA32 Modo 64-bit Byte Word Double AL,BL,CL,DL, AH,BH,CH,DH AX,BX,CX,DX, DI,SI, BP,SP EAX,EBX,ECX,EDX, EDI,ESI, EBP,ESP AL,BL,CL,DL, DIL,SIL, BPL,SPL, R8L-R15L AX,BX,CX,DX, DI,SI, BP,SP, R8W-R15W EAX,EBX,ECX,EDX, EDI,ESI, EBP,ESP, R8D-R15D Quad -- RAX,RBX,RCX,RDX, RDI,RSI, RBP,RSP, R8-R15 Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 13/79 Registo: bandeiras (1) O Pentium possui o registo EPFLAG, com 17 bandeiras ("flags"). Alguns dos bits são modificados pelo CPU por forma a refletir o estado ("status") da ultima instrução lógica ou aritmética. Há instruções específicas para alterar valor de algumas bandeiras (ex: CLD limpa registo DF) Diversas instruções permitem transferir o controlo do programa de acordo com o valor de bandeiras (ex: salto condicional). Bandeiras DF, IF e TF permitem controlar a operação do processador (ex: DF incrementa/decrementa valor de EDI:ESI na instrução MOVSx). Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 14/79

8 Registo: bandeiras (2) Nome CF PF AF ZF SF TF IF DF OF Função Carry flag. Colocado a 1 se houver transporte ou empréstimo. Parity flag. Colocado a 1 se os 8 bits inferiores tiverem número par de 1's. Auxiliary carry flag. Colocado a 1 se houver transporte ou empréstimo dos 4 bits inferiores de AL Zero flag. Colocado a 1 se o resultado for nulo Sign flag. Igual ao bit mais significativo Trap flag. Interrupt flag. Direction flag. Overflow flag. Colocado a 1 se o resultado não puder ser expresso dentro do numero de bits do destino. Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 15/79 Registos: vírgula flutuante O Pentium possui o conjunto ST de 8 registos de 80 bits, para vírgula flutuante ST manipulado como pilha Registo FPUstatus indica estado corrente da unidade de processamento Números representados pela norma IEEE 754 Zero Infinito Denormais (próximos do zero) NAN ( Not A Number ) - ex: -1 Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 16/79

9 Modos de acesso à memória (1) Os registos 8086/8 têm 16 bits, endereçando apenas 64KB. Os registos de segmentos permitiram aumentar o espaço de memória CS (Code Segment) para instruções DS (Data Segment) para variáveis globais SS (Stack Segment) para pilha (parâmetros de rotinas e variáveis locais) ES (Extra Segment) Pentium possui dois registos extra de segmento: FS e GS Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 17/79 Modos de acesso à memória (2) A. Modo real Único disponibilizado pelo 8086 Endereço efectivo EA- Effective address, determinado por: 1. Deslocar segmento 4 bits para a esquerda 2. Somar deslocamento ( offset ) 0fffffh Ex: CS=01200h, IP=03f7h Endereço efectivo = h+03f7h = 0123f7h Segmento offset EA 64KB 00000h Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 18/79

10 Modos de acesso à memória (3) Por omissão, as instruções usam determinado registo de segmento para cálculo do endereço efectivo Acesso a instrução: CS PUSH/POP: SS para endereço efectivo de memória MOV: DS para endereço efectivo de memória [BX]: DS para endereço efectivo de memória [BP]: SS para endereço efectivo de memória Pode-se indicar outro registo na forma xs: Ex: MOV AX,ES:[$var] Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 19/79 Modos de acesso à memória (4) Para 16 bits, o Asm86 disponibiliza modos de programação de acordo com a distribuição dos segmentos Tiny: CS=DS=SS (ficheiro de tipo.com) Small: CS=DS=SS Medium: DS=SS e distinto de CS Large: segmentos separados Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 20/79

11 Modos de acesso à memória (5) B. Modo protegido Disponibilizado pelo 80286, com CS=DS=SS. O registo de segmento indexa tabela, LDT ou GDT, com entradas a 64 bits que contêm Endereço base Limite superior Descritores Descritores Segmento 13 bits Endereço Limite superior Endereço base 32bits 32bits EA LDT- Local Descriptor Table, uma por processo GDT- Global Descriptor Table, uma para o sistema operativo Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 21/79 Modos de acesso à memória (6) No Pentium, o limite é indicado por 20 bits Descritores determinam diversas propriedades: Modo de acesso à memória Bit D : dimensão dos dados D=0 : instruções de 16 bit D=1 : instruções de 32 bit Bit de granularidade G=0 : o processo pode aceder entre 1B e 1 MB. G=1 : o processo pode aceder entre 4KB e 4GB Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 22/79

12 Modos de acesso à memória (7) C. Modo plano ( flat ) Disponibilizado pelo 80386, com CS=DS=SS. Os registos de 32 bits acedem ao espaço, designado endereçamento linear, de 2 32 = 4GB. No IA64, modo 64-bit, o endereçamento linear depende da implementação (a primeira cobre 48 bits). O endereço deve ser canónico, com bits mais significativos fora do endereçamento linear inverso do bit mais significativo do endereçamento linear. Endereço Endereçamento Linear (virtual) Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 23/79 Modos de acesso à memória (8) Na realidade, o endereço virtual é transcrito para endereço físico por paginação Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 24/79

13 Endereçamento operandos (1) Pentium disponibiliza 5 modos de endereçamento de operandos e 9 derivados. 1. Imediato: valor indicado na própria instrução (para literais, tamanho indicado por directiva Byte-1, Word-2, Dword-4): MOV EAX,0h PUSH Byte PTR 0 ; 32 bits ; 8 bits 2. Registo PUSH CX POP EAX ; 16 bits ; 32 bits Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 25/79 Endereçamento operandos (2) 3. Directo: localização por identificador de variável A localização pode ser deslocada [var + Base + índice*escala + deslocamento] Reg base: {EAX,EBX,ECX,EDX,ESP,EBP,ESI,EDI} Reg índice: diferente registo base, excluindo ESP Escala: {1,2,4,8}, 1 por omissão (modo suportado a partir do 386) Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 26/79

14 Endereçamento operandos (3) Exemplos: Instrução PUSH Byte PTR [$m+1] PUSH Word PTR [$m+eax*2] PUSH Byte PTR [$m+edx+ebp] Significado Insere na pilha Byte de endereço seguinte a $m Insere na pilha Word de uma tabela $m no índice indicado em EAX*2 Insere na pilha Byte de endereço $m mais soma dos conteúdos de EDX e de EBP Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 27/79 Endereçamento operandos (4) 4. Indirecto: endereço determinado a partir de registos não sendo indicada variável. Há 3 designações de endereçamento indirecto, conforme os registos usados: Base: apenas {EBX,EBP}, com eventual deslocamento. Indexado: apenas {EDI, ESI}, com eventual deslocamento. Base indexada: indicados registos base e índice, com eventual deslocamento. Podendo o mesmo registo ser base ou índice, que designação usar no endereçamento indirecto quando apenas se usa 1 registo? Se for indicada escala, ex: PUSH [EBX*2], o modo é indexado. Para os registos ESI e EDI, ex: PUSH [ESI+1], o modo é indexado. Os restantes casos são designados por modo base. Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 28/79

15 Endereçamento operandos (5) 5. Bloco: usado no deslocamento de sequências de dados de grande dimensão. Cadeia fonte apontada por DS:SI Cadeia destino apontada por ES:DI Mnemónica Código Segmento Operação simbólica MOVSB A4 ES,DS [ES:EDI] < [DS:ESI] If DF=0 then ESI<-ESI+1;EDI<-EDI+1; If DF=1 then ESI<-ESI-1;EDI<-EDI-1; Controlo exercido por instrução de repetição (ex: LOOP label) Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 29/79 Formato de instruções As instruções variam entre 1 e 5 B Prefixo Opcode Mode SIB disp-low disp-high Operação Destino Byte/Word Mod Reg r/m Scale Index Base Byte/Word Mod Reg r/m 0-Byte 00-disp ausente 00-ES 000-EA=(EBX)+(ESI)+Disp 1-Word 01-disp low estendido 01-CS 001-EA=(EBX)+(EDI)+Disp 10-disp high/low presentes 10-SS 010-EA=(EBP)+(ESI)+Disp 11-DS 011-EA=(EBP)+(EDI)+Disp 100-EA=(ESI)+Disp 101-EA=(EDI)+Disp 110-EA=(EBP)+Disp 111-EA=(EBX)+Disp Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 30/79

16 Estrutura do programa As instruções do programa Asm86 possuem a forma [nome] mnemónica [operandos] As instruções podem começar em qualquer coluna e terminam obrigatoriamente por um NEWLINE. Comentários podem ser colocados a seguir a ; Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 31/79 Directivas (1) Segmento lógico Um segmento lógico 1 é um módulo que pode conter até os 3 componentes físicos de um programa (código, dados e pilha). name SEGMENT align combine 'class' name ENDS As opções align, combine e class definem instruções de ``loading 1 não confundir com registo de segmento Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 32/79

17 Directivas (2) align define o alinhamento do segmento lógico, i.e., a gama de endereços de memória a partir dos quais se poderá colocar o início do segmento de programa BYTE qualquer endereço WORD qualquer endereço de palavra (i.e., endereço par) PARA endereço de parágrafo (16 Bytes/parágrafo) PAGE endereço de página (1024 Bytes/página) Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 33/79 Directivas (3) combine define o critério de combinação dos segmentos lógicos que possuem o mesmo nome PUBLIC Concatena todos os segmentos lógicos com o mesmo nome. Todos os endereços de código e dados são relacionados no mesmo registo de segmento. STACK Concatena todos os segmentos lógicos com o mesmo nome. Todos os endereços são relacionados com SS COMMON Cria segmentos sobrepostos colocando o início de todos os segmentos que possuem o mesmo nome no mesmo endereço Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 34/79

18 Directivas (4) MEMORY Coloca todos os segmentos que possuem o mesmo nome no maior segmento físico possível. AT addr Todas as etiquetas e endereços de variáveis são relacionados para o dado endereço: os segmentos AT não contêm código ou dados inicializados e representam acessos a ROM class determina os segmentos de programa que devem ser colocados uns a seguir aos outros quando o editor de ligações agrupar todos os módulos. Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 35/79 Directivas (5) END Todos os programas devem terminar por um END. Se na directiva END for indicado um nome, ele é considerado como o módulo principal. _code SEGMENT PARA PUBLIC 'CODE' main PROC FAR MOV EAX,data ; ponto entrada do programa ; inicialização do DS MOV DS,EAX ; // LEA ESP,_top ; inicialização do SP ; _code ENDS END main Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 36/79

19 Directivas (6) ASSUME Identifica registo de segmento seg-reg a usar como registo de omissão para as etiquetas e variáveis definidas no segmento de programa seg-name. ASSUME seg-reg:seg-name, ASSUME NOTHING Cancela selecção existente Exemplo: ASSUME CS:_code, DS:_code, SS: _code Todos os segmentos dentro do mesmo segmento lógico Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 37/79 Directivas (7) PROC, ENDP Delimitam rotinas name PROC type name ENDP O tipo da rotina pode ser NEAR (rotina chamada dentro do segmento) ou FAR. O nome da rotina pode ser usado como operando de instruções jump, call ou loop. No corpo da rotina deve existir pelo menos uma instrução ret. Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 38/79

20 Directivas (8) ORG Inicializa o contador para a expressão (que deve ser um numero absoluto). _code SEGMENT PARA PUBLIC 'CODE' ORG 0100h ASSUME CS:_code, DS:_code, SS:_code _main PROC NEAR ; ; programa e dados ; _code ENDS ; ponto entrada do programa END _main Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 39/79 Directivas (9) EQU Constante na forma name EQU valor CR EQU 0dh LF EQU 0ah DIM EQU 100 _newline DB CR,LF, $ _data DB DIM DUP(0) Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 40/79

21 Directivas (10) macro Inserção inline de código, delimitado por macro endm $pushr MACRO push push push push ENDM $pushr ; salvaguarda registos na pilha bp bx cx dx Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 41/79 Inteiros, Cadeias caracteres Literais expressos na forma digitosr B (binários: 01b) Q,O (octal) D (decimal, opção por omissão) H (hexadecimal, obrigatoriamente iniciado por dígito 0-9: 0ffh, 42h) Cadeias de caracteres delimitas por plicas ou aspas. O carácter delimitador pode ser inserido na string através da sua duplicação (ex: 'don''t' ) Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 42/79

22 Identificadores Iniciados por uma letra, _,?, $ Os compiladores geram identificadores próprios (ex: etiquetas) com prefixo inexistente na linguagem (ex: _) Os compiladores inserem prefixos extra (ex: $) nos identificadores de programas (variáveis, rotinas) para evitar conflitos com instruções do Assembly Letras minúsculas convertidas para maiúsculas. Apenas são considerados os primeiros 31 caracteres. Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 43/79 Declaração de dados (1) O Asm86 disponibiliza 2 tipos de dados, básicos e compostos [name] ESP valor-inicial, Tipo ESP Espaço (bits) Tipo em C Byte DB 8 char(ascii) Palavra DW 16 short, char(unicode) Duplo DD 32 int Quádruplo DQ 64 double Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 44/79

23 Declaração de dados (2) O valor inicial pode ser literal (inteiro, real,, string), ponto de interrogação - valor inicial é indefinido count DUP(value, ) - multiplas ocorrências de um, ou mais, valores iniciais empty db? ; Byte com valor indefinido integer dw ; Word inicializada a db 100 DUP(1); 100 Bytes inicializados a 1 msg1 db Resultado=$ No MS-DOS as cadeias terminam por $ Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 45/79 Visibilidade Directivas para controlar a visibilidade de nomes entre módulos de programas PUBLIC name, EXTRN name:type, Tipos possiveis: Variáveis externas: BYTE, WORD, DWORD, QWORD Rotinas: FAR, NEAR Números absolutos: ABS Exemplos EXTRN _printf: FAR ; localização da rotina_printf EXTRN var1: BYTE ; localização da variável de 1 BYTE var1 Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 46/79

24 Operadores (1) Operadores do Asm86 para cálculo de expressões: 1. LABEL: localização do topo da zona de memória declarada imediatamente atrás _top dw 4096 dup(?) LABEL WORD ; mov ax, offset _top ; inicializar pilha mov sp,ax ; // 2. OFFSET: deslocamento de variável ou etiqueta em relação ao segmento MOV LEA EAX, OFFSET _hello EAX, _hello Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 47/79 Operadores (2) 3. PTR: imposição de espaço CALL FAR PTR subrot3 PUSH BYTE PTR [EBP]; carrega Byte endereçado por EBP 4. LENGTH: número de elementos de um array 5. SIZE: espaço ocupado (em Bytes) array DW 100 DUP(1) MOV EBX, LENGTH array ; EBX <- 100 MOV ECX,SIZE array ; ECX <- 200 Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 48/79

25 Programa tipo (1) Formato típico de um programa MASM.model medium ;modelo DIM equ 40 ;constantes extrn _print:near ;visibilidade $pushr macro endm ;macros _data segment word public 'DATA' _data ends ;declarações dados Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 49/79 Programa tipo (2) _stack segment para stack 'STACK' stk dw 1024 dup(?) _top label word _stack ends _code segment word public 'CODE' assume cs:_code,ds:_data,ss:_stack _start: ; programa _code ends end _start Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 50/79

26 Instruções (1) Instruções do IA-32 divididas em 9 classes Classe Aritméticas Conversão Lógicas Movimentação Pilha Processador Repetição Salto Teste Objectivos Conversão de dados Deslocamento de informação de um local para outro Manipulação da pilha Ciclos Alteração do registo IP Modificação do registo de bandeiras Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 51/79 Instruções (2) As seguintes abreviaturas são usadas: Abreviatura accum reg segreg r/m immed mem label acumulador (EAX,AX ou AL) Significado registo Byte (AL, ), Word (AX, ) ou Dword (EAX ) registo segmento operando geral: registo, endereço de memória, operando indexado, operando baseado ou operando indexado baseado valor imediato (8 ou 16 bits) operando de memória (etiqueta, variável ou símbolo) etiqueta de instrução Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 52/79

27 Instruções (3) A. Aritméticas ADC accum,immed ADC r/m,immed ADC r/m,reg ADC reg,r/m ADD accum,immed ADD r/m,immed ADD r/m,reg ADD reg,r/m DEC r/m DEC reg DIV r/m IDIV r/m IMUL r/m Add immediate with carry to accumulator Add immediate with carry to operand Add register with carry to operand Add operand with carry to register Add immediate to accumulator Add immediate to operand Add register to operand Add operand to reg Decrement operand Decrement 16-bit register Divide accumulator by operand Integer divide accumulator by operand Integer multiply accumulator by operand Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 53/79 Instruções (4) INC r/m INC reg MUL r/m NEG r/m SBB accum,immed SBB r/m,immed SBB r/m,reg SBB reg,r/m SUB accum,immed SUB r/m,immed SUB r/m,reg SUB reg,r/m Increment operand Increment 16-bit register Multiply accumulator by operand Negate operand Subtract immediate with borrow Subtract immediate with borrow Subtract register with borrow Subtract operand and carry flag Subtract immediate from accumulator Subtract immediate from operand Subtract register from operand Subtract operand from register Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 54/79

28 Instruções (5) B. Conversão AAA AAD AAM AAS CBW CDQ CWD DAA DAS ASCII adjust for addition ASCII adjust for division ASCII adjust for multiplication ASCII adjust for subtraction Convert byte to word Convert double word to quad word Convert word to double word Decimal adjust for addition Decimal adjust for substraction Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 55/79 Instruções (6) Exemplos i. Multiplicação de inteiros [DX:AX] <- AX * r/m O resultado de uma multiplicação de dois inteiros de 16 bits é um inteiro de 32 bits, residente no par DX:AX Normalmente, o multiplicador é colocado no registo DX MOV AX,y ; carrega multiplicando MOV DX,5 ; carrega multiplicador IMUL DX ; DX:AX <- y*5 Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 56/79

29 Instruções (7) ii. Divisão de inteiros AX <- [DX:AX] / r/m A instrução IDIV r/m exige um dividendo com 32 bits A conversão de um inteiro de 16 bits para inteiro de 32 bits é efectuada pela instrução CWD MOV AX,y ; carrega dividendo CWD MOV BX,5 ; carrega divisor IDIV BX ; AX <- y/5, DX <- resto divisão Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 57/79 Instruções (8) C. Lógicas AND accum,immed AND r/m,immed AND r/m,reg AND reg,r/m NOT r/m OR accum,immed OR r/m,immed OR r/m,reg OR reg,r/m RCL r/m,1 RCL r/m,cl RCR r/m,1 RCR r/m,cl Bitwise And immediate with accumulator Bitwise And immediate with operand Bitwise And register with operand Bitwise And operand with register Invert operand bits Bitwise Or immediate with accumulator Bitwise Or immediate with operand Bitwise Or register with operand Bitwise Or operand with register Rotate left through carry by 1 bit Rotate left through carry by CL Rotate right through carry by 1 bit Rotate right through carry by CL Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 58/79

30 Instruções (9) ROL r/m,1 ROL r/m,cl ROR r/m,1 ROR r/m,cl ROR r/m,cl SAL r/m,1 SAL r/m,cl SAR r/m,1 SAR r/m,cl SHL r/m,1 SHL r/m,cl SHL r/m,1 SHL r/m,cl XOR accum,immed XOR r/m,immed XOR r/m,reg XOR reg,r/m Rotate left by 1 bit Rotate left by CL Rotate right by 1 bit Rotate right by CL Rotate right by CL Shift arithmetic left by 1 bit Shift arithmetic left by CL Shift arithmetic right by 1 bit Shift arithmetic right by CL Shift left by 1 bit Shift left by CL Shift right by 1 bit Shift right by CL Bitwise Xor immediate with accumulator Bitwise Xor immediate with operand Bitwise Xor register with operand Bitwise Xor operand with register Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 59/79 Instruções (10) D.Movimentação de dados IN accum,immed Input from port (8-bit immediate) IN accum,dx Input from port given by DX LAHF Load AH with flags LDS r/m Load operand into DS LEA r/m Load effective address of operand LES r/m Load operand into ES LODS src Load string LODSB Load byte from string into AL LODSW Load word from string into AH MOV accum,mem Move memory to accumulator MOV mem,accum Move accumulator to memory MOV r/m,immed Move immediate to operand MOV r/m,reg Move register to operand MOV r/m,segreg Move segment register to operand MOV reg,immed Move immediate to register Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 60/79

31 Instruções (11) MOV reg,r/m Move operand to register MOV segreg, r/m Move operand to segment register MOVS dest,src Move string MOVSB Move string byte by byte MOVSW Move string word by word bit OUT DX,accum Output to port given by DX OUT immed,accum Output to port (8-bit immediate SAHF Store AH into flags STOS dest Store string STOSB Store byte in AL at string STOSW Store word in AX at string XCHG accum,reg Exchange accumulator with register XCHG r/m,reg Exchange operand with register XCHG r/reg,accum Exchange register with accumulator XCHG reg,r/m Exchange register with operand XLAT mem Translate Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 61/79 Instruções (12) E. Pilha CALL label Call instruction at label CALL r/m Call instruction indirect INT3 Software interrupt 3 (encoded as one byte) INT immed Software Interrupt 0 through 255 INTO Interrupt on overflow IRET Return from interrupt POP r/m Pop 16-bit operand POP reg Pop 16-bit register from stack POP segreg Pop segment register POPA Pop todos os registos POPF Pop flags Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 62/79

32 Instruções (13) PUSH r/m PUSH reg PUSH segreg PUSHA PUSHF RET [immed] F.Processador ESC immed,r/m HLT LOCK NOP WAIT Push 16-bit operand Push 16-bit register onto stack Push segment register Push all registers Push flags Return after popping bytes from stack Escape with 6-bit immediate and operand Halt Lock bus No operation Wait Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 63/79 Instruções (14) G.Repetição LOOP label LOOPE label LOOPNE label LOOPNZ label LOOPZ label REPE REPNE REPNZ REPZ SCAS dest Loop Loop while equal Loop while not equal Loop while not zero Loop while zero Repeat if equal Repeat if not equal Repeat if not zero Repeat if zero Scan string Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 64/79

33 Instruções (15) H.Salto JA label JAE label JB label JBE label JC label JCE label JCXZ label JE label JGE label JL label JLE label JMP label JMP r/m Jump on above Jump on above or equal Jump on below Jump on below or equal Jump on carry Jump on carry or equal Jump on CX zero Jump on equal Jump on greater or equal Jump on less then Jump on less then or equal Jump to instruction at label Jump to instruction indirect Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 65/79 Instruções (16) JNA label JNAE label JNB label JNBE label JNC label JNE label JNG label JNGE label JNL label JNLE label JNO label JP label JPE label JPO label JS label JZ label Jump on not above Jump on not above or equal Jump on not below Jump on not below or equal Jump on not carry Jump on not equal Jump on not greater Jump on not greater or equal Jump on not less than Jump on not less than or equal Jump on not overflow Jump on parity Jump on parity even Jump on parity odd Jump on sign Jump on zero Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 66/79

34 Instruções (17) I. Teste CLC CLD CLI CMC CMP accum,immed CMP r/m,immed CMP r/m,reg CMP reg,r/m CMPS src,dest CMPSB CMPSW STC STD STI TEST accum,immed TEST r/m,immed TEST r/m,reg TEST reg,r/m Clear carry flag Clear direction flag Clear interrupt flag Complement carry flag Compare immediate with accumulator Compare immediate with operand Compare register with operand Compare operand with register Compare strings Compare strings byte for byte Compare strings word for word Set carry flag Set direction flag Set interrupt flag Compare immediate bits with accumulator Compare immediate bits with operand Compare register bits with operand Compare operand bits with register Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 67/79 Transcrição de Expressões (1) Uma expressão em C é transcrita para Asm86 pela sequência de instruções 1. Identificar a árvore de expressões, em profundidade 2. Para cada subexpressão E 1 op E 2 1. Se operando E 1 não estiver no registo, carregá-lo. 2. Gerar instrução op E 1,E 2 (modo imediato, directo ou registo depende do operando E 2 ) 3. Resultado encontra-se disponível no registo E 1 Nota 1: selecção dos registos pode depender da operação. Se necessário deslocar conteúdo de registos Nota 2: registos devem ser seleccionados de forma criteriosa, para minimizar deslocamentos. Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 68/79

35 Transcrição de Expressões (2) Exemplos: ; x+5 MOV EAX,[$x] ADD EAX,5 ; resultado colocado em [EAX] ; z*y MOV EAX,[$z] MOV EDX,[$y] IMUL EDX ; resultado colocado em [EDX:EAX] ; 7*(x+1) // subexpressões: E 1 =x+1 e E 2 =7*E 1 MOV EAX,[$x] INC EAX ; resultado colocado em [EAX] MOV EDX,7 IMUL EDX Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 69/79 Transcrição de Execução condicional (1) Um if em C é transcrito para Asm86 pela seguinte sequência de instruções 1. Gerar instruções de cálculo da expressão de teste 2. Gerar comparação CMP 3. Inserir teste curto para ramo mais próximo (THEN) 4. Inserir salto para ramo mais afastado (ELSE) 5. No final do ramo mais próximo, inserir salto para depois do ramo mais afastado. Nota: Lembrar que na instrução de teste curto (J ), o destino tem de estar a meio Byte de distância Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 70/79

36 Transcrição de Execução condicional (2) Exemplo: ; if((x+y)>=10) MOV EAX,[$x] ADD EAX,[$y] ; subexpressão colocada em [EAX] CMP EAX,10 JGE lbl_if JMP lbl_else lbl_if: ; bloco do IF JMP lbl_after lbl_else: ; bloco do ELSE lbl_after: Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 71/79 Transcrição de Ciclo (1) Um while em C é transcrito para Asm86 pela seguinte sequência de instruções 1. Gerar instruções de cálculo da expressão de teste. 2. Gerar comparação CMP. 3. Inserir teste curto para corpo (caso TRUE). 4. Inserir salto para fora do corpo (caso FALSE). 5. No final do corpo, inserir salto para cálculo da expressão de teste. Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 72/79

37 Transcrição de Ciclo (2) Exemplo: ; while (x<100) lbl_cycle: MOV EAX,[$x] CMP EAX,100 JL lbl_block JMP lbl_after lbl_block: ; bloco corpo JMP lbl_cycle lbl_after: Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 73/79 Transcrição de rotinas (1) Rotinas chamadora e chamada usam pilha para guardar parâmetros, endereço de retorno, e espaço de variáveis locais. Valor de retorno pode ser armazenado num registo (tipicamente EAX) ou na pilha. EBP ESP Parâmetros end. retorno Registos Variáveis locais Rotina chamadora Rotina chamada Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 74/79

38 Transcrição de rotinas (2) Passos na execução de rotinas Rotina chamadora 1. Carregar parâmetros, pela instrução PUSH. 2. Chamar rotina pela instrução CALL (o processador insere automaticamente na pilha o endereço de retorno). Início da rotina chamada 1. Salvaguardar registos (pelo menos, EBP). 2. Copiar ESP para EBP (que passa a referenciar o registo de activação- frame register ). 3. Subtrair a ESP espaço para as variáveis locais. Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 75/79 Transcrição de rotinas (3) Variáveis locais acedidas pelo endereço [EBP-desl] Parâmetros acedidos pelo endereço [EBP+desl]: se forem salvaguardados 4 registos num processador de 16 bits, o último parâmetro está deslocado de 4*2+2=10 Bytes. Fim da rotina chamada 1. Instalar no EAX o valor de retorno. 2. Incrementar em ESP o espaço de variáveis locais. 3. Recuperar da pilha os registos, pela ordem inversa de salvaguarda. 4. Executar instrução RET nn (nn - espaço dos parâmetros). Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 76/79

39 Ferramentas (1) Ferramentas suportadas pela Microsoft masm fich.asm Gera ficheiro objecto de extensão.obj link fich1+fich2,,,,, Por omissão, os ficheiros de entrada possuem extensão.com Por omissão, gera fich1.exe Opção /t gera ficheiro.com Ambiente: No MSDOS, acrescentar no autoexec.bat No Windows XP ou Vista executar na janela de comandos o ficheiro C:\PROGRAMF\MASM611\BINR\NEW-VARS.BAT SET PATH=C:\PROGRAMF\MASM611\BIN;C:\PROGRAMF\MASM611\BINR;%PATH% SET LIB=C:\PROGRAMF\MASM611\LIB SET INCLUDE=C:\PROGRAMF\MASM611\INCLUDE;%INCLUDE% SET INIT=C:\PROGRAMF\MASM611\INIT SET HELPFILES=C:\PROGRAMF\MASM611\HELP\*.HLP SET TMP=C:\USERS\CRESPO\APPDATA\LOCAL\TEMP Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 77/79 Ferramentas (2) Outras ferramentas NASM ( Corre no Linux YASM ( Suporta x86 e AMD64 Gera ficheiros objecto elf (Unix), win32 e win64 Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 78/79

40 Exemplo em MSDOS.model tiny CR equ 0DH LF equ 0AH code segment word public 'CODE' org 0100H assume cs:_code,ds:_code,ss:_code start: mov dx, offset msg1 ; imprime mensagem introducao mov ah,09h int 21h _close: mov al,00 ; termina programa mov ah,04ch int 21h msg1 db "Sou o programa 1",CR,LF,"$" code ends end _start Prof RG Crespo Software de Telecomunicações Assembly86 : 79/79

Software de Telecomunicações Tópicos de Assembly86

Software de Telecomunicações Tópicos de Assembly86 Software de Telecomunicações Tópicos de Assembly86 Rui Gustavo Crespo IST/DEEC@2005 Software de Telecomunicações Asm86 : 1/69 Pentium arquitectura (1) O Pentium adopta arquitectura CISC reduzido número

Leia mais

Laboratório de Sistemas Processadores e Periféricos Lista de comandos de Assembly

Laboratório de Sistemas Processadores e Periféricos Lista de comandos de Assembly Laboratório de Sistemas Processadores e Periféricos Lista de comandos de Assembly Gustavo G. Parma Lista dos comandos assembly que serão utilizados ao longo das práticas. 1 Comandos 1. ADD destino, fonte

Leia mais

Criptografia e Segurança das Comunicações

Criptografia e Segurança das Comunicações Criptografia e Segurança das Comunicações Tópicos de Assembly86 Assembly86 : 1/87 Introdução (1) Curiosidade, não faz parte da avaliação As linguagens Assembly, desenvolvidas a partir dos anos 50, são

Leia mais

INSTRUÇÕES DE TRANSFERÊNCIA

INSTRUÇÕES DE TRANSFERÊNCIA INSTRUÇÕES DE TRANSFERÊNCIA Transferência de dados MOV destino, fonte move fonte para destino (byte, word ou double word) PUSH fonte coloca fonte na pilha (word ou double word) POP destino retira topo

Leia mais

x86 arquitetura e instruções básicas

x86 arquitetura e instruções básicas x86 arquitetura e instruções básicas 1 Família x86 Data CPU Palavra Endereço (bits) 1978 8086, 8088 1982 80186, 80188 1985 80386 1989 80486 1993 Pentium, Pentium MMX 1995 Pentium Pro 1997 Pentium II/III,

Leia mais

Programação ao nível da máquina. Operações lógicas e aritméticas

Programação ao nível da máquina. Operações lógicas e aritméticas Programação ao nível da máquina Operações lógicas e aritméticas Operações lógicas e aritméticas Operações: aritméticas: add, sub, inc, dec, cmp lógicas: and, or, xor, not Realizadas pela ALU (Arithmetic

Leia mais

Microprocessadores. Família x86 - Programação do i8086

Microprocessadores. Família x86 - Programação do i8086 Família x86 - António M. Gonçalves Pinheiro Departamento de Física Covilhã - Portugal [email protected] Estudo Genérico de Microprocessador Microprocessadores i8086 1. Modelo de Programação; 2. Espaço de

Leia mais

Operadores lógicos (bit a bit)

Operadores lógicos (bit a bit) Operadores lógicos (bit a bit) Instrução AND Instruções: AND OR XOR NOT Os operandos destas instruções podem ser de 8 ou 16 bits 10010011

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Prof. João Bosco Jr.

Arquitetura de Computadores. Prof. João Bosco Jr. Arquitetura de Computadores Prof. João Bosco Jr. Unidade II Aula 1 Nível ISA Posicionado entre a microarquitetura e o SO Define a arquitetura (Conjunto de Instruções) É a interface entre o Software e o

Leia mais

8. Instruções de multiplicação e divisão

8. Instruções de multiplicação e divisão Cap8.1 8. Instruções de multiplicação e divisão 8.1 Instruções de multiplicação MUL fonte IMUL fonte MUL (multiply) -> usada com números em representação não-sinalizada IMUL (integer multiply) -> usada

Leia mais

Introdução à Arquitetura e Linguagem Assembly de Processadores IA-32

Introdução à Arquitetura e Linguagem Assembly de Processadores IA-32 Introdução à Arquitetura e Linguagem Assembly de Processadores IA-32 Sistemas da Computação Prof. Rossano Pablo Pinto, Msc. rossano at gmail com 2 semestre 2007 CHIP Ano MHz Transistors Mem 8086 1978 5

Leia mais

7. Instruções lógicas, de deslocamento e de rotação

7. Instruções lógicas, de deslocamento e de rotação 7. Instruções lógicas, de deslocamento e de rotação São instruções que permitem mudar o padrão de bits num byte (8 bits) ou numa palavra (16 bits). Linguagens de alto nível (exceto C) não permitem manipular

Leia mais

Conjunto de instruções. O Conjunto de Instruções. Conjunto de instruções. Instruções típicas. Instruções típicas. Instruções típicas

Conjunto de instruções. O Conjunto de Instruções. Conjunto de instruções. Instruções típicas. Instruções típicas. Instruções típicas Conjunto de instruções O Conjunto de Instruções ISA Instruction Set Architecture Alguns conceitos... Linguagem máquina Combinação de 0 s e 1 s organizados segundo palavras que são as instruções que o processador

Leia mais

Conjunto de instruções do CPU. Arquitectura de um computador. Definição das instruções (1) Definição das instruções (2)

Conjunto de instruções do CPU. Arquitectura de um computador. Definição das instruções (1) Definição das instruções (2) Arquitectura de um computador Caracterizada por: Conjunto de instruções do processador (ISA Estrutura interna do processador (que registadores existem, etc Modelo de memória (dimensão endereçável, alcance

Leia mais

CPU. CPU Unidade Central de Processamento. Função: leitura, escrita e processamento de dados

CPU. CPU Unidade Central de Processamento. Função: leitura, escrita e processamento de dados CPU CPU Unidade Central de Processamento Função: leitura, escrita e processamento de dados Constituída por: dispositivos que gerem a entrada (leitura) e saída (escrita) de dados; registos (memórias auxiliares)

Leia mais

Linguagem de Montagem

Linguagem de Montagem Linguagem de Montagem Organização do PC Slides baseados em material associado ao livro Introduction to Assembly Language Programming, Sivarama Dandamudi 1 Processador Pentium Lançado em 1993 Versão melhorada

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 5 CONJUNTO DE INSTRUÇÕES Prof. Luiz Gustavo A. Martins Introdução O que é um conjunto de instruções? Coleção completa das instruções que a CPU é capaz de executar (entende).

Leia mais

1. SINTAXE DA LINGUAGEM ASSEMBLY

1. SINTAXE DA LINGUAGEM ASSEMBLY 1. SINTAXE DA LINGUAGEM ASSEMBLY Antes de se escrever em assembly, é conveniente construir um fluxograma do programa. Um fluxograma não faz referência à linguagem a utilizar, pelo que pode ser utilizado

Leia mais

Aula 14: Instruções e Seus Tipos

Aula 14: Instruções e Seus Tipos Aula 14: Instruções e Seus Tipos Diego Passos Universidade Federal Fluminense Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Diego Passos (UFF) Instruções e Seus Tipos FAC 1 / 35 Conceitos Básicos Diego Passos

Leia mais

CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM

CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM CAPÍTULO 7 NÍVEL DE LINGUAGEM DE MONTAGEM 71 Introdução Difere dos níveis inferiores por ser implementado por tradução A tradução é usada quando um processador está disponível para uma mensagem fonte mas

Leia mais

28/3/2011. Família Intel 80x86. Arquitetura dos Processadores Intel 80x86

28/3/2011. Família Intel 80x86. Arquitetura dos Processadores Intel 80x86 Arquitetura de Computadores Arquitetura dos Processadores Intel 80x86 Prof. Marcos Quinet Universidade Federal Fluminense UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO Família Intel 80x86 Ao se falar

Leia mais

Evolução dos Processadores

Evolução dos Processadores Evolução dos Processadores Arquitetura Intel Arquitetura x86 Micro Arquitetura P5 P6 NetBurst Core Processador Pentium Pentium Pro Pentium II Pentium III Pentium 4 Pentium D Xeon Xeon Sequence Core 2 Duo

Leia mais

x86 Assembly Mini-Course

x86 Assembly Mini-Course x86 Assembly Mini-Course Part 1 Bruno P. Evangelista [email protected] Introdução Assembly é uma linguagem de programação de baixo nível em formato mnemonico Ela possibilita trabalhar diretamente

Leia mais

Os 3 principais tipos de Instruções (INSTRUTION SET) dos up são:

Os 3 principais tipos de Instruções (INSTRUTION SET) dos up são: Linguagem Assembly Os 3 principais tipos de Instruções (INSTRUTION SET) dos up são: INSTRUÇÕES DE TRANSFERÊNCIA DE DADOS - Movem dados entre Registradores, Registradores e Memória e Valores Fixos para

Leia mais

Microprocessador Intel 8086

Microprocessador Intel 8086 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul Microprocessador Intel 8086 Disciplina: Arquitetura de Computadores I Professor: Eduardo Augusto Bezerra Alunos: Fabiano Klein Franklin Mota Amormino

Leia mais

Arquitectura de Computadores II. Medição de desempenho

Arquitectura de Computadores II. Medição de desempenho Arquitectura de Computadores II LESI - 3º Ano Medição de desempenho João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho Abril 2002 1. Introdução A medição de desempenho pretende

Leia mais

O Nível ISA. Modelo de programação Arquitecturas CISC e RISC Introdução ao IA-32 da Intel

O Nível ISA. Modelo de programação Arquitecturas CISC e RISC Introdução ao IA-32 da Intel O Nível ISA Modelo de programação Arquitecturas CISC e RISC Introdução ao IA-32 da Intel Nível ISA (Instruction Set Architecture) Tipos de dados Inteiros (1, 2, 4 ou 8 bytes) Servem também para representar

Leia mais

Programação de Sistemas

Programação de Sistemas Programação de Sistemas Segmentação e Protecção de memória nos µp Intel Programação de Sistemas Segmentação e Protecção : 1/49 Introdução (1) Lista dos processadores de uso geral da Intel 4004: Nov 1971,

Leia mais

LABORATÓRIO DE LINGUAGEM DE MONTAGEM INTERRUPÇÕES DO DOS E DA BIOS

LABORATÓRIO DE LINGUAGEM DE MONTAGEM INTERRUPÇÕES DO DOS E DA BIOS LABORATÓRIO DE LINGUAGEM DE MONTAGEM INTERRUPÇÕES DO DOS E DA BIOS Capítulo 15 do livro-texto, págs. 309 a 330 Impressora Scanner Monitor Flop Disk Modem Floppy drive "CPU" HD CD ROM Teclado Mouse Dispositivos

Leia mais

A arquitectura IA32. A arquitectura de um processador é caracterizada pelo conjunto de atributos que são visíveis ao programador.

A arquitectura IA32. A arquitectura de um processador é caracterizada pelo conjunto de atributos que são visíveis ao programador. A arquitectura IA32 A arquitectura de um processador é caracterizada pelo conjunto de atributos que são visíveis ao programador. Tamanho da palavra Número de registos visíveis Número de operandos Endereçamento

Leia mais

Sistemas de Computação

Sistemas de Computação Sistemas de Computação Introdução a programação Assembly Haroldo Gambini Santos Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP 5 de novembro de 2009 Haroldo Gambini Santos Sistemas de Computação 1/30 Assembly

Leia mais

Linguagem de Montagem

Linguagem de Montagem Linguagem de Montagem Procedimentos e a Pilha Slides baseados em material associado ao livro Introduction to Assembly Language Programming, Sivarama Dandamudi 1 O que é a pilha? A pilha é uma estrutura

Leia mais

Capítulo 4. MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy)

Capítulo 4. MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy) Capítulo 4 João Lourenço [email protected] Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade Nova de Lisboa 2007-2008 MARIE (Machine Architecture Really Intuitive and Easy) Adaptado dos transparentes

Leia mais

Arquitetura de Computadores

Arquitetura de Computadores Arquitetura de Computadores Prof. Fábio M. Costa Instituto de Informática UFG 1S/2004 ISA: Arquitetura de Conjunto de Instruções Roteiro Introdução Classificação de conjuntos de instruções Endereçamento

Leia mais

Unidade: Unidade Lógica e Aritmética e Registradores. Unidade I:

Unidade: Unidade Lógica e Aritmética e Registradores. Unidade I: Unidade: Unidade Lógica e Aritmética e Registradores Unidade I: 0 Unidade: Unidade Lógica e Aritmética e Registradores UNIDADE LÓGICA E ARITMÉTICA E REGISTRADORES O Processador é um chip com milhares de

Leia mais

7. A pilha e subrotinas

7. A pilha e subrotinas Cap7.1 7. A pilha e subrotinas 7.1 Organização da Pilha (stack) Stack: estrutura de dados de uma dimensão organizada em algum trecho (segmento) da Memória; o primeiro item adicionado é o último a ser removido

Leia mais

Sistemas de Computação para Controle e Automação CIC132. Assembly. Assembly. Notas. Décima quarta aula: Introdução a programação Assembly

Sistemas de Computação para Controle e Automação CIC132. Assembly. Assembly. Notas. Décima quarta aula: Introdução a programação Assembly Sistemas de Computação para Controle e Automação CIC132 Décima quarta aula: Introdução a programação Assembly Haroldo Gambini Santos Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP 5 de novembro de 2009 Haroldo

Leia mais

PROJETO LÓGICO DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

PROJETO LÓGICO DE COMPUTADORES Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - Aula 3 - O NÍVEL DA ARQUITETURA DO CONJUNTO DAS INSTRUÇÕES (ISA) (Nível Convencional de Máquina) 1. INTRODUÇÃO Este é o nível responsável por fazer a ligação entra a parte de hardware e a parte de software

Leia mais

****************************************************************************

**************************************************************************** **************************************************************************** T U T O R I A L D E L I N G U A G E M A S S E M B L Y --------------- --- ----------------- --------------- Conteúdo: 1.Introdução

Leia mais

Interrupções. As interrupções são casos especiais de chamadas de procedimentos.

Interrupções. As interrupções são casos especiais de chamadas de procedimentos. Interrupções Uma interrupção é equivalente a uma chamada de procedimento. A chamada é equivalente a um CALL gerado pela execução de uma instrução. As interrupções são casos especiais de chamadas de procedimentos.

Leia mais

ARQUITETURA DE COMPUTADORES

ARQUITETURA DE COMPUTADORES 01001111 01110010 01100111 01100001 01101110 01101001 01111010 01100001 11100111 11100011 01101111 00100000 01100100 01100101 00100000 01000011 01101111 01101101 01110000 01110101 01110100 01100001 01100100

Leia mais

CAPÍTULO 3 NÍVEL ISA. 3.1 Introdução ao Nível de Arquitetura do Conjunto de Instruções

CAPÍTULO 3 NÍVEL ISA. 3.1 Introdução ao Nível de Arquitetura do Conjunto de Instruções CAPÍTULO 3 NÍVEL ISA 3.1 Introdução ao Nível de Arquitetura do Conjunto de Instruções O Nível de Arquitetura do Conjunto de Instruções (ISA - Instruction Set Architecture) é a interface entre software

Leia mais

2 - Processadores. CEFET-RS Curso de Eletrônica. Organização de Computadores. Profs. Roberta Nobre & Sandro Silva

2 - Processadores. CEFET-RS Curso de Eletrônica. Organização de Computadores. Profs. Roberta Nobre & Sandro Silva CEFET-RS Curso de Eletrônica 2 - Processadores Profs. Roberta Nobre & Sandro Silva [email protected] e [email protected] Microprocessador 8086 FX ULA AH AL BH BL CH CL DH DL BP SI DI SP (AX)

Leia mais

Universidade Federal da Bahia Instituto de Matemática Departamento de Ciência da Computação MATA49 Programação de software básico Arquitetura Intel

Universidade Federal da Bahia Instituto de Matemática Departamento de Ciência da Computação MATA49 Programação de software básico Arquitetura Intel Universidade Federal da Bahia Instituto de Matemática Departamento de Ciência da Computação MATA49 Programação de software básico Arquitetura Intel Processadores 8086 Registradores: 16 bits 1978 Data bus:

Leia mais

2 Formalidades referentes ao trabalho

2 Formalidades referentes ao trabalho Bacharelado em Ciência da Computação DINF / UFPR Projetos Digitais e Microprocessadores 1 o Semestre de 2006 MICO-v12.r0 07/03/2006 Profs. Luis Allan Künzle e Armando Luiz Nicolini Delgado Atenção: Este

Leia mais

Introdução à programação em linguagem assembly

Introdução à programação em linguagem assembly Introdução à programação em linguagem assembly Espaço de endereçamento Instruções de acesso à memória Modos de endereçamento Diretivas Tabelas Pilha Rotinas Arquitetura de Computadores Introdução à programação

Leia mais

Linguagem de Montagem e Assembly. André Luiz da Costa Carvalho

Linguagem de Montagem e Assembly. André Luiz da Costa Carvalho Linguagem de Montagem e Assembly André Luiz da Costa Carvalho Linguagem de Montagem Todo programa para ser executado precisar ser convertido de linguagem fonte (alto nível) para um programa equivalente

Leia mais

Introdução. Programando em Assembly. Primeiro Exemplo (2) Primeiro Exemplo (1) Linguagem Assembly do 8086/8088

Introdução. Programando em Assembly. Primeiro Exemplo (2) Primeiro Exemplo (1) Linguagem Assembly do 8086/8088 Introdução Programando em Assembly (Aula 16) Linguagem Assembly do 8086/8088 Para construirmos os programas em Assembly, devemos estruturar o fonte da seguinte forma (usando TASM como montador) Define

Leia mais

INT 5h - Print screen Modo Resolução Caract. INT 10h - Vídeo INT 10h - Vídeo

INT 5h - Print screen Modo Resolução Caract. INT 10h - Vídeo INT 10h - Vídeo BIOS Basic Input/Output System BIOS e System Calls Prof. Eduardo Tavares [email protected] Primeira instrução a ser executada (0xFFFF0-0xFFFFF) Configuração inicial do sistema Inicialização do boot loader

Leia mais

2. OPERADORES... 6 3. ALGORITMOS, FLUXOGRAMAS E PROGRAMAS... 8 4. FUNÇÕES... 10

2. OPERADORES... 6 3. ALGORITMOS, FLUXOGRAMAS E PROGRAMAS... 8 4. FUNÇÕES... 10 1. TIPOS DE DADOS... 3 1.1 DEFINIÇÃO DE DADOS... 3 1.2 - DEFINIÇÃO DE VARIÁVEIS... 3 1.3 - VARIÁVEIS EM C... 3 1.3.1. NOME DAS VARIÁVEIS... 3 1.3.2 - TIPOS BÁSICOS... 3 1.3.3 DECLARAÇÃO DE VARIÁVEIS...

Leia mais

Linguagem de Montagem 2. Operações e Operandos

Linguagem de Montagem 2. Operações e Operandos Linguagem de Montagem 2 Operações e Operandos Revisão Para executar uma tarefa qualquer, um computador precisa receber instruções precisas sobre o que fazer Esse conjunto de instruções chamamos de algoritmo

Leia mais

Universidade da Beira Interior Cursos: Matemática /Informática e Ensino da Informática

Universidade da Beira Interior Cursos: Matemática /Informática e Ensino da Informática Folha 1-1 Introdução à Linguagem de Programação JAVA 1 Usando o editor do ambiente de desenvolvimento JBUILDER pretende-se construir e executar o programa abaixo. class Primeiro { public static void main(string[]

Leia mais

Organização Funcional

Organização Funcional Organização Funcional Modelo de Arquitectura de Von Neuman 26 Organização Funcional Modelo de Arquitectura de Von Neuman CPU Unidade Central de processamento (central process unit) Onde tudo se passa ;

Leia mais

Organização de Computadores 1

Organização de Computadores 1 Organização de Computadores 1 5.1 Linguagem de Montagem (Assembly) Prof. Luiz Gustavo A. Martins Sistema Decimal: sistema natural do homem. No assembly um número decimal pode terminar com um d. Ex: 64223

Leia mais

ULA- Unidade Lógica Aritmética. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara. Carga Horária: 60h

ULA- Unidade Lógica Aritmética. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara. Carga Horária: 60h ULA- Unidade Lógica Aritmética. Prof. Rômulo Calado Pantaleão Camara Carga Horária: 60h Sumário Unidade Lógica Aritmetrica Registradores Unidade Lógica Operações da ULA Unidade de Ponto Flutuante Representação

Leia mais

Conjunto de Instruções e Arquitectura p.1

Conjunto de Instruções e Arquitectura p.1 Conjunto de Instruções e Arquitectura Luís Nogueira [email protected] Departamento Engenharia Informática Instituto Superior de Engenharia do Porto Conjunto de Instruções e Arquitectura p.1 Organização

Leia mais

Primeiro nível desenvolvido, historicamente Atualmente existente entre o nível da microarquitetura e do sistema operacional

Primeiro nível desenvolvido, historicamente Atualmente existente entre o nível da microarquitetura e do sistema operacional Capítulo 5 Nível ISA Primeiro nível desenvolvido, historicamente Atualmente existente entre o nível da microarquitetura e do sistema operacional Compatibilidade com os níveis ISA anteriores!! => Pressão

Leia mais

Nível da Arquitetura do Conjunto de Instruções. Ronaldo de Freitas Zampolo

Nível da Arquitetura do Conjunto de Instruções. Ronaldo de Freitas Zampolo Nível da Arquitetura do Conjunto de Instruções Ronaldo de Freitas Zampolo Tópicos Introdução Visão geral do nível ISA Tipos de dados Formatos de instruções Endereçamento Tipos de instruções Fluxo de controle

Leia mais

Projeto 1 - Bootloader

Projeto 1 - Bootloader Projeto 1 - Bootloader IF677 - Infra-Estrutura de Software Centro de Informática - UFPE Autor: Thyago Porpino (tnp) Objetivos Desmistificar o processo de inicialização de um computador. Entender como um

Leia mais

ArchC. Wesley Nunes Gonçalves

ArchC. Wesley Nunes Gonçalves Implementação do Processador ARM7 em ArchC Wesley Nunes Gonçalves 23 de novembro de 2007 ARM7 Instruções Implementadas O ARM possui 37 registradores, sendo 31 registradores de propósito geral e 6 registradores

Leia mais

Conceitos Básicos de C

Conceitos Básicos de C Conceitos Básicos de C Bibliografia Problem Solving & Program design in C, Jeri R. Hanly e Elliot B. Kpffman, 3 a edição Data Structures and Algorithm Analysis in C, Mark Allen Weiss, 2 a edição, Addison-Wesley,

Leia mais

A linguagem ASSEMBLY

A linguagem ASSEMBLY A linguagem ASSEMBLY Assembly é uma linguagem de baixo nível, chamada freqüentemente de linguagem de montagem É uma linguagem considerada difícil, principalmente porque o programador precisa conhecer a

Leia mais

Laboratório de Sistemas Processadores e Periféricos

Laboratório de Sistemas Processadores e Periféricos Laboratório de Sistemas Processadores e Periféricos Sistema de Interrupções do 8086 Prática 11 Gustavo G. Parma Assunto: sistema de interrupcões do 8086. Interrupções do DOS Objetivos: Apresentação do

Leia mais

Arquitetura de Computadores

Arquitetura de Computadores Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Curso de Pós-Graduação em Ciência da Computação Aula 2 Arquitetura do Processador MIPS: características gerais, registradores, formatos de instrução,

Leia mais

http://www.risesecurity.org Rodrigo Rubira Branco [email protected] [email protected]

http://www.risesecurity.org Rodrigo Rubira Branco rodrigo@kernelhacking.com rodrigo@risesecurity.org Ataques Polimórficos Rodrigo Rubira Branco [email protected] [email protected] A idéia - Detectores de intrusos utilizam-se de assinaturas de ataques para identificação dos mesmos - Sistemas

Leia mais

Software Básico. Conceito de Linguagem de Máquina e Montagem: introdução ao Assembly. Prof. MSc. Hugo Vieira L. Souza

Software Básico. Conceito de Linguagem de Máquina e Montagem: introdução ao Assembly. Prof. MSc. Hugo Vieira L. Souza Software Básico Conceito de Linguagem de Máquina e Montagem: introdução ao Assembly Prof. MSc. Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos estão reservados para o todo

Leia mais

Programação de Sistemas

Programação de Sistemas Programação de Sistemas Introdução à gestão de memória Programação de Sistemas Gestão de memória : 1/16 Introdução (1) A memória central de um computador é escassa. [1981] IBM PC lançado com 64KB na motherboard,

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Tipos de Instruções

Arquitetura de Computadores. Tipos de Instruções Arquitetura de Computadores Tipos de Instruções Tipos de instruções Instruções de movimento de dados Operações diádicas Operações monádicas Instruções de comparação e desvio condicional Instruções de chamada

Leia mais

Conjunto de instruções e modos de. aula 4. Profa. Débora Matos

Conjunto de instruções e modos de. aula 4. Profa. Débora Matos Conjunto de instruções e modos de endereçamento aula 4 Profa. Débora Matos Conjunto de Instruções A = ((B + C) x D + E F)/(G x H) A H denotam posições da memória endereços As arquiteturas possuem as seguintes

Leia mais

Memória. Espaço de endereçamento de um programa Endereços reais e virtuais Recolocação dinâmica Segmentação

Memória. Espaço de endereçamento de um programa Endereços reais e virtuais Recolocação dinâmica Segmentação Memória Espaço de endereçamento de um programa Endereços reais e virtuais Recolocação dinâmica Segmentação Espaço de endereçamento de um programa Para ser executado, um programa tem de ser trazido para

Leia mais

ULA Sinais de Controle enviados pela UC

ULA Sinais de Controle enviados pela UC Solução - Exercícios Processadores 1- Qual as funções da Unidade Aritmética e Lógica (ULA)? A ULA é o dispositivo da CPU que executa operações tais como: Adição Subtração Multiplicação Divisão Incremento

Leia mais

Linguagem C Tipos de Dados. void; escalares; sizeof Vectores; strings em C Estruturas Introdução ao pré-processador

Linguagem C Tipos de Dados. void; escalares; sizeof Vectores; strings em C Estruturas Introdução ao pré-processador Linguagem C Tipos de Dados void; escalares; sizeof Vectores; strings em C Estruturas Introdução ao pré-processador Funções void void pode ser usado em lugar de um tipo, para indicar a ausência de valor

Leia mais

Capítulo 2: Introdução à Linguagem C

Capítulo 2: Introdução à Linguagem C Capítulo 2: Introdução à Linguagem C INF1005 Programação 1 Pontifícia Universidade Católica Departamento de Informática Programa Programa é um algoritmo escrito em uma linguagem de programação. No nosso

Leia mais

Arquitectura de Computadores II. Máquinas Virtuais

Arquitectura de Computadores II. Máquinas Virtuais Arquitectura de Computadores II 3º Ano Máquinas Virtuais João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho Março 2003 Máquinas Virtuais Questões que levaram à introdução de máquinas

Leia mais

Os objetivos indicados aplicam-se a duas linguagens de programação: C e PHP

Os objetivos indicados aplicam-se a duas linguagens de programação: C e PHP AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SANTA COMBA DÃO CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE GESTÃO E PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS 2012-2015 PROGRAMAÇÃO E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO MÓDULO 2 Mecanismos de Controlo de

Leia mais

Assembly na arquitetura IA-32 com NASM no Linux

Assembly na arquitetura IA-32 com NASM no Linux Assembly na arquitetura IA-32 com NASM no Linux Prof. Dr. Luciano José Senger 1 Introdução A Figura 1 mostra os registradores principais para a arquitetura IA-32. Essa arquitetura trabalha com palavras

Leia mais

O processador é composto por: Unidade de controlo - Interpreta as instruções armazenadas; - Dá comandos a todos os elementos do sistema.

O processador é composto por: Unidade de controlo - Interpreta as instruções armazenadas; - Dá comandos a todos os elementos do sistema. O processador é composto por: Unidade de controlo - Interpreta as instruções armazenadas; - Dá comandos a todos os elementos do sistema. Unidade aritmética e lógica - Executa operações aritméticas (cálculos);

Leia mais

Objetivos Gerais. Arquitetura de Computadores. Arquiteturas estudadas. O Computador Neander

Objetivos Gerais. Arquitetura de Computadores. Arquiteturas estudadas. O Computador Neander Objetivos Gerais Arquitetura de Computadores Prof. Fábio M. Costa Instituto de Informática UFG 1S/2005 ISA Parte II: Arquiteturas-Exemplo Simuladores e Máquinas Reais Demonstrar os conceitos genéricos

Leia mais

Disciplina de. Organização de Computadores Digitais

Disciplina de. Organização de Computadores Digitais USP - ICMC - SSC SSC 0511 - Sist. Informação - 2o. Semestre 2014 Disciplina de Prof. Fernando Santos Osório Email: fosorio [at] { icmc. usp. br, gmail. com } Página Pessoal: http://www.icmc.usp.br/~fosorio/

Leia mais

MODELO DE S.O. DEFINIÇÕES

MODELO DE S.O. DEFINIÇÕES MODELO DE S.O. Organização em camadas A: hardware B: núcleo (kernel) drivers, gerenciador de tarefas, controlador de interrupções, gerenciador de memória C: Gerenciador de arquivos e controle de I/O D:

Leia mais

Assembly. Prof. Jorge Cavalcanti. Prof. Sérgio Faustino.

Assembly. Prof. Jorge Cavalcanti. Prof. Sérgio Faustino. F A C A P E FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS E SOCIAIS DE PETROLINA CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Assembly MANUAL DE REFERÊNCIA Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] Prof. Sérgio Faustino [email protected]

Leia mais

MC102 Algoritmos e programação de computadores Aula 3: Variáveis

MC102 Algoritmos e programação de computadores Aula 3: Variáveis MC102 Algoritmos e programação de computadores Aula 3: Variáveis Variáveis Variáveis são locais onde armazenamos valores na memória. Toda variável é caracterizada por um nome, que a identifica em um programa,

Leia mais

Programação Básica em Arduino Aula 2

Programação Básica em Arduino Aula 2 Programação Básica em Arduino Aula 2 Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel Variáveis são lugares (posições) na memória principal que servem para armazenar dados. As variáveis são acessadas

Leia mais

Sistemas Lógicos II. Aula 10

Sistemas Lógicos II. Aula 10 Sistemas Lógicos II Aula 10 1 2 rbh rbl wbh wbl Arquitectura Corrente + IPC Increment Program Counter Transfer from PC - TPC Transfer from IR - TIRH Transfer from IR - TIRL Transfer from C - TC rch rcl

Leia mais

NOTAS DE AULA Prof. Antonio Carlos Schneider Beck Filho (UFSM) Prof. Júlio Carlos Balzano de Mattos (UFPel) Arquitetura de Von Neumann

NOTAS DE AULA Prof. Antonio Carlos Schneider Beck Filho (UFSM) Prof. Júlio Carlos Balzano de Mattos (UFPel) Arquitetura de Von Neumann Universidade Federal de Santa Maria NOTAS DE AULA Prof. Antonio Carlos Schneider Beck Filho (UFSM) Prof. Júlio Carlos Balzano de Mattos (UFPel) Arquitetura de Von Neumann O modelo (ou arquitetura) de von

Leia mais

Funcionamento básico de um computador

Funcionamento básico de um computador Funcionamento básico de um computador Processador Unidade de dados Unidade de controlo Arquitetura de computador básica Linguagem assembly Exemplos Arquitetura de Computadores Funcionamento básico de um

Leia mais

LABORATÓRIO DE LINGUAGEM DE MONTAGEM. MACROS e GERENCIAMENTO DE MEMÓRIA

LABORATÓRIO DE LINGUAGEM DE MONTAGEM. MACROS e GERENCIAMENTO DE MEMÓRIA LABORATÓRIO DE LINGUAGEM DE MONTAGEM MACRO: MACROS e GERENCIAMENTO DE MEMÓRIA Capítulos 13 e 14 do livro-texto, págs. 257 a 308 é um bloco de texto que recebe um nome especial consiste de instruções, diretivas,

Leia mais

Unidade 10: A Unidade Lógica Aritmética e as Instruções em Linguagem de Máquina Prof. Daniel Caetano

Unidade 10: A Unidade Lógica Aritmética e as Instruções em Linguagem de Máquina Prof. Daniel Caetano Arquitetura e Organização de Computadores 1 Unidade 10: A Unidade Lógica Aritmética e as Instruções em Linguagem de Máquina Prof. Daniel Caetano Objetivo: Apresentar as funções o mecanismo de atuação da

Leia mais

EEL Microprocessadores

EEL Microprocessadores EEL7030 - Microprocessadores 8086 Primeiro (1980) da família do Pentium (80x86). Componente com arquitetura similar (8088) utilizado no primeiro IBM PC. Cada descendente executa código dos antepassados

Leia mais