Protocolo de Colaboração. entre o. Instituto Superior de Comunicação Empresarial (ISCEM) e as

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1 Protocolo de Colaboração entre o Instituto Superior de Comunicação Empresarial (ISCEM) e as Faculdades Católicas - Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

2 Protocolo de colaboração entre o Instituto Superior de Comunicação Empresarial- ISCEM e Faculdades Católicas o Centro Europeu de Estudos Superiores de Comunicação Empresarial, CEESCE, entidade instituidora do Instituto Superior de Comunicação Empresarial (ISCEM), estabelecimento de ensino superior particular, cuja criação e funcionamento estão autorizados pela Portaria n.? 1072/90 de 24 de Outubro, do Ministério da Educação, que aprovou também os seus planos de estudos de ensino superior e procedeu ao reconhecimento do valor dos diplomas conferidos pelo curso nele ministrado, com efeitos correspondentes ao de titularidade do grau de Licenciatura do ensino publico, e as FACULDADES CATÓLICAS, Associação sem fins lucrativos, declarada de utilidade pública pelo Decreto Federal, número /58 e reconhecida como de fins filantrópicos pelo Conselho Nacional de Assistência Social, Mantenedora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, registrada sob n , em 15 de janeiro de 2004, no Registro de Pessoas Jurídicas, inscrita no CNPJ-MF sob o número / , inscrição estadual número , inscrição municipal número , com sede na Rua Marquês de São Vicente número 225, doravante denominada PUC-Rio, celebram o presente protocolo com o objectivo de reunir esforços tendentes à cooperação e ao reforço de colaboração nas áreas do ensino e de investigação que se rege pelas seguintes cláusulas: 1. Na base do mútuo reconhecimento e interesse, o ISCEM e a PUC-Rio estabelecem os seguintes domínios principais de colaboração: prestação de serviço de docentes; ensino de graduação; pós-graduação e formação profissional (Long Life Learning), parcerias em projectos de cooperação internacional. Prestação de serviço de docente 2. Os docentes de uma das partes podem prestar serviço docente na outra, nos termos legais permitidos, mediante aprovação dos respectivos órgãos competentes e em condições remuneratórias a acordar pelas instituições; 3. Os Termos Aditivos referentes a estas prestações de serviços devem definir os prazos e modos de extinção dos mesmos.., I

3 Ensino pós-graduado 4. As instituições aceitarão a inscrição de docentes da outra para a realização de cursos de mestrado e outros cursos pós-graduados de doutoramento, nos termos regularmente em vigor; 5. Os professores devidamente qualificados de uma das partes poderão ser solicitados a orientar dissertação de mestrado e doutoramento de docentes pertencentes à outra parte; 6. As instituições estabelecerão de comum acordo o modo de financiar estas formas de intercâmbio. Formação profissional 7. As instituições podem partilhar mutuamente recursos didáticos específicos para a formação profissional presencial ou à distância; 8. Os termos dos contratos de exploração dos recursos didáticos e tecnológicos devem definir as condições e direitos de ambas as partes. Outros domínios de cooperação 9. As partes podem, por comum acordo, vir a desenvolver colaboração em outros domínios, como parcerias em projectos de cooperação internacional; 10. O objectivo primeiro das parcerias de cooperação é o concurso a programas de financiamento Europeus e Internacionais, destinados ao desenvolvimento da Cooperação Internacional nos domínios do Ensino, Investigação e Desenvolvimento; 11. As parcerias de cooperação podem tomar a forma acordo de consórcio, ou uma forma jurídica específica, em termos a definir por ambas as partes, sempre que o programa objecto de candidatura assim o exija; 12. As instituições estabelecerão de comum acordo a forma de satisfação dos requisitos de gestão de projectos e financeiros envolvidos nestas colaborações.

4 Disposições finais 13. O presente protocolo tem a duração de três anos lectivos, contados a partir do início do ano lectivo imediato à sua celebração, e será prorrogado sucessivamente, por iguais períodos, salvo denúncia de qualquer das partes, até 90 dias antes dos eu termo. Lisboa, 10 de Janeiro de 2005 Rio de Janeiro, 13 de Janeiro de Faculdades Católicas Director Magnífico Reitor -- " (Dr. Pedro Horta e Costa) Administração do C.E.E.S.C:E.,S.A. ADMINISTRAÇÃO CENTRO EUROPEU DE ESTUDOS SUPERIORES DE COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL. SoA.. C. N! Praça do Principe Real LISBOA If" r:..{.. {2.. i\- ~ 4-. Paulo Fernando Carneiro de Andrade Coordenador Centbal de Educação a distân~ll }tr OI L~eo4 "p, 4q. ~"'1.!fo/, p. CCEAD PUC- Rio ('~4f /!!'/''J /' rt. p~ q ;;-0" c'ii: :11~ 0'(' 'o C'~ "'I "<lo <'Pc? q!).o'(." ''''4 1.I{'t/"

5 . PONTIFíCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO Rio de Janeiro, 16 de março de Dra. Regina Moreira Instituto Superior de Comunicação Empresarial Praça do Príncipe Real, n" 27 Lisboa PORTUGAL Prezada Diretora, Estou enviando em anexo a versão original do termo aditivo ao acordo de cooperação estabelecido entre a PUC-Rio e o ISCE, já assinada pelo nosso Reitor, Pe. Jesus Hortal Sanchez. Espero que esta seja o começo de uma relação profunda e vantajosa com a cooperação internacional nossas instituições. entre Atenciosamente, Profa. Dra. Rosa M Coordenadora Central PUC-Rio Rua Marquês de São Vicente, 225 Ed. Pe. Leonel Franca, 8" andar CEP Rio de Janeiro - RI - Brasil TeVFax. (55-21) / httpj/www.vuc-rio.br/=íi ínt~=i.vuc-rio.br CCCI Coordenaçlo Central de Cooperaç:lo Internacional lnternaf,fnnlll ProtJram" C:entr1l1 C"nnrtfln1ltlnn Offit"p.

6 Primeiro Termo Aditivo ao Acordo de Cooperação Cultural, Educacional e Científica entre A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e Instituto Superior de Comunicação Empresarial Com o objetivo de aprofundar os laços de cooperação entre o Brasil e Portugal, as Faculdades Católicas, Associação sem fins lucrativos e reconhecida como de fins filantrópicos, Mantenedora da Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro, inscrita no CNPJ-MF sob O número / , inscrição estadual número , de agora em diante mencionada como PUC-Rio, representada pelo seu Reitor, Pe. Jesus Hortal Sánchez, SJ, identidade W (RNE- SEIDPMAFIDPF), ele , e o Instituto Superior de Comunicação Empresarial, de que é titular o Centro Europeu de Estudos Superiores de Comunicação Empresarial, S.A., cuja criação e funcionamento assentam na Portaria n 1072/90 de 24 de Outubro, do Ministério da Educação, que aprova os seus planos de estudos no âmbito do ensino superior universitário e que reconhece o valor dos diplomas conferidos com efeitos correspondentes aos da titularidade do grau de licenciatura do ensino público, representado pelo seu Director Dra. Regina Campos Moreira de agora em diante mencionada como ISCEM, assinam esse presente Termo Aditivo ao referido contrato. As duas instituições se comprometem a promover e encorajar o intercâmbio entre seus estudantes. Os princípios gerais desse programa são: 1. Terminologia Nesse Acordo, a Universidade onde o aluno de intercâmbio está regularmente matriculado como um aluno regular com a possibilidade de obtenção de diploma será denominada como instituição de origem, e a instituição aonde o aluno permanece temporariamente como um estudante não destinado ao recebimento de diploma através do programa de intercâmbio será denominada como instituição de destino. O estudante que participa no programa de intercâmbio será denominado aluno de intercâmbio. 2.0bjetivo O objetivo desse Programa é promover e tomar possível o intercâmbio de estudantes graduandos e pós-graduandos em base contínua entre as duas instituições.

7 3. Seleção dos Estudantes Participantes e Número de Vagas Os seguintes princípios deverão ser observados: A) A instituição de origem se encarregará de selecionar os participantes desse Programa, possuindo a liberdade de definir internamente os critérios acadêmicos e administrativos que serão utilizados como parâmetros; B) Cada uma das instituições se compromete a, quando na condição de instituição de destino, a respeitar a seleção efetuada pela instituição de origem; C) A instituição de destino se reserva ao direito de tomar decisões finais no que concerne aos estudantes de intercâmbio; esta fará suas admissões baseadas na preparação acadêmica, disponibilidade de vagas, e / ou de supervisores para as áreas de estudo propostas; D) Cada instituição deverá conceder 5 vagas por semestre para esse Programa, perfazendo um total de 10 vagas anuais; E) Ambas as instituições se comprometem a buscar maneiras de manter o equilíbrio no número de estudantes trocados, dentro de uma base de um- para- um. Qualquer desigualdade deverá ser compensada pelo controle do número de estudantes trocados nos períodos subseqüentes 4. Procedimentos Os seguintes procedimentos serão aplicados ao Programa: A) Cada estudante pode apresentar-se como candidato(a) para qualquer curso de graduação ou pós-graduação na instituição de destino; B) Para participar no Programa, o aluno de intercâmbio deve ter completado pelo menos um (1) ano de estudos regulares na instituição de origem; C) Cada estudante poderá permanecer um mínimo de um (1) período de estudo (semestre) e um máximo de dois (2) períodos de estudo na instituição de destino, com exceção para o caso de participação em projetos específicos ou eventos de caráter científico de menor duração; D) Cada estudante do ISCEM terá, na PUC-Rio, o status de Aluno Especial, em outras palavras, um estudante temporário e não sujeito a diploma; E) Cada estudante da PUC-Rio terá, no ISCEM, a condição de Aluno Especial, em outras palavras, um estudante temporário e não sujeito a diploma; F) Todos os estudantes de intercâmbio farão um teste de nivelamento em língua portuguesa no primeiro dia de aulas e devendo então matricular-se no nível de português indicado, a exceção dos que daqueles considerados proficientes; G) Os créditos obtidos por cada aluno de intercâmbio na instituição de destino deverão ser aprovados em sua instituição de origem e incorporados aos seus históricos escolares de acordo com os critérios internos da instituição; H) Após o término do período de intercâmbio, o/a aluno (a) participante do programa deverá retomar para sua instituição de origem. Qualquer extensão do tempo de permanência deverá ser previamente aprovada por ambas as instituições; I) Todas as questões financeiras serão cobertas pelos itens 6 A) a F), abaixo;

8 J) Todos os alunos de intercâmbio deverão submeter-se aos procedimentos acadêmicos e as normas e regulamentos de conduta da instituição de destino, estando sujeitos as sanções por esta previstas. 5. Responsabilidades Ambas as instituições se comprometem a: A) Prover orientação ao futuro candidato a intercâmbio de como obter um visto de estudante, essencial para sua participação no programa; B) Oferecer ao aluno de intercâmbio orientação acadêmica adequada; C) Dar ao aluno de intercâmbio orientação sobre acomodação, alimentação, transporte etc.; D) Assegurar ao aluno de intercâmbio o acesso a todas as facilidades oferecidas aos alunos regulares da instituição de destino, assim como o uso de computadores, da biblioteca, a obtenção de uma carteira de estudante, etc.; E) Fornecer ao aluno de intercâmbio, ao final de cada semestre, um histórico oficial contendo a listagerri dos resultados acadêmicos auferidos nas disciplinas cursadas e, para cada uma delas, o total de horas-aula, o número de créditos acadêmicos correspondentes e o grau final obtido; F) Indicar um membro do staff acadêmico que será responsável pelo convênio como Coordenador do Programa de Intercâmbio PUC-Rio/ ISCEM-Lisboa. 6. Disposições Financeiras Os seguintes procedimentos devem ser seguidos: A) Durante o período de intercâmbio, cada estudante de participante do Programa pagará mensalidades ou taxas administrativas em sua instituição de origem, não incorrendo em cobrança de taxas adicionais ou de outras taxas acadêmicas ou administrativas por parte da instituição de destino, a exceção de taxas associadas a cursos específicos ou orientação específica; B) Qualquer quantia relacionada a participação do estudante no programa será estipulada pela instituição de origem; C) A PUC-Rio cobrará de todos os alunos internacionais uma taxa de orientação (atualmente no valor de US$ ) quando de sua chegada a universidade; alunos matriculados pelo período de 1 ano ou aqueles que solicitarem extensão do período de intercâmbio de seis meses para 1 ano, pagarão a renovação da taxa de orientação/atividades cobrada durante o prazo de solicitação da extensão do período de intercâmbio (atualmente no valor de US$50); D)O ISCEM-Lisboa cobrará de todos os alunos internacionais uma taxa de orientação (atualmente no valor de US$ ) quando de sua chegada ao Instituto; alunos matriculados pelo período de 1 ano ou aqueles que solicitarem extensão do período de intercâmbio de seis meses para 1 ano, pagarão a renovação da taxa de orientação/atividades cobrada durante o prazo de solicitação da extensão do período de intercâmbio (atualmente no valor de US$50) E) Os pagamentos por cursos de extensão, aulas extraordinárias, atividades culturais e qualquer outra atividade que não for um curso regularmente oferecido pela instituição de destino na qual o estudante esteja oficialmente registrado não serão cobertos pelos itens 6A) e B) do Termo Aditivo, acima; F) Qualquer curso oferecido pela instituição de destino a pedido da instituição de origem e restrito a seus estudantes estará sujeito a cobrança extra;

9 G) Cada estudante de intercâmbio será responsável pelos custos com o visa, viagem, alojamento, comida, transporte local, aquisição de materiais de estudo e qualquer despesa pessoal que veja como desejável ou necessária durante o período de intercâmbio; H) Os alunos advindos do exterior para a PUC-Rio, e os que vierem do Brasil para o ISCEM-Lisboa, devem comprovar estar de posse de um seguro de saúde internacional adquirido anteriormente a data da partida de seu país de origem. 7. Validade Esse Termo Aditivo será válido pelo mesmo período do Acordo Geral, sendo automaticamente renovado pelo mesmo período deste, salvo por comunicação efetivada através de uma das partes até noventa (90) dias antes da data de seu término. ~~ia #" ~~. Universidade Católica...~~~~'tó~ Janeiro <.. " 1-e,.?;\ ~\J '«;~, ~ ~~ ~(j ç:,' 'JfJ /J~ // ~ \) ~~~f:)~;~,o~e,b' t /' < p~ ===._ ~ ~~ Instituto Superior de Comunicação Empresarial ~~. ~C~~ Pe. JeTu;~rtal Sánchez,."'..~. -- Dra.egillacanq; Moreira Reitor Director INSTITUTO SUPERIOR DE COMUNICAÇÃO EMPRESARIAl Rosa Marina e B ito Meyer Coordenadora Çentral de Cooperação Internacional

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