JESUS CRISTO PADECEU SOB PÔNCIO PILATOS, FOI CRUCIFICADO, MORTO E SEPULTADO

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1 JESUS CRISTO PADECEU SOB PÔNCIO PILATOS, FOI CRUCIFICADO, MORTO E SEPULTADO Catequese com adultos Chave de Bronze

2 Como se deu a entrada messiânica em Jerusalém? No tempo estabelecido, Jesus decide subir a Jerusalém para sofrer a sua paixão, morrer e ressuscitar. Como Rei Messias que manifesta a vinda do reino, Ele entra na sua cidade montado num jumento. É acolhido pelos humildes, cuja aclamação é retomada no Sanctus eucarístico: «Bendito aquele que vem no nome do Senhor! Hossana (salva-nos)» (Mt 21,9). A liturgia da Igreja inicia a Semana Santa com a celebração desta entrada em Jerusalém.

3 Qual é a importância do Mistério pascal de Jesus? O Mistério pascal de Jesus, que compreende a sua paixão, morte, ressurreição e glorificação, está no centro da fé cristã, porque o desígnio salvífico de Deus se realizou uma vez por todas com a morte redentora do seu Filho, Jesus Cristo.

4 Porque escolheu Jesus a ocasião da festa da Páscoa judaica para a Sua morte e a Sua ressurreição? Jesus escolheu a festa da Páscoa do Seu povo Israel para indicar simbolicamente o que aconteceria na Sua morte e ressurreição: tal como o povo de Israel foi libertado da escravidão do Egito, também Cristo nos libertaria da escravidão do pecado e do poder da morte.

5 Quais as acusações para a condenação de Jesus? Alguns chefes de Israel acusaram Jesus de agir contra a Lei, contra o templo de Jerusalém, e em particular contra a fé no Deus único, porque Ele se proclamava Filho de Deus. Por isso, O entregaram a Pilatos, para que O condenasse à morte.

6 Qual o comportamento de Jesus, em relação à Lei de Israel? Jesus não aboliu a Lei, dada por Deus a Moisés no Sinai, mas levou-a à plenitude dando-lhe a interpretação definitiva. É o Legislador divino que cumpre integralmente esta Lei. Além disso, Ele, o Servo fiel, oferece mediante a sua morte expiadora o único sacrifício capaz de redimir todas «as faltas cometidas durante a primeira Aliança» (Heb 9,15).

7 Qual a atitude de Jesus em relação ao templo de Jerusalém? Jesus foi acusado de hostilidade em relação ao Templo. Contudo Ele venerou-o como «a morada do seu Pai» (Jo 2,16) e consagrou-lhe uma parte importante do seu ensino. Mas predisse também a sua destruição, em relação com a sua própria morte, e Ele mesmo se apresentou como a morada definitiva de Deus entre os homens.

8 Jesus contradisse a fé de Israel no Deus único e salvador? Jesus nunca contradisse a fé num Deus único, nem sequer quando realizava a obra divina por excelência que cumpria as promessas messiânicas e o revelava igual a Deus: o perdão dos pecados. A exigência feita por Jesus de fé na sua pessoa e de conversão permite compreender a trágica incompreensão do Sinédrio que considerou Jesus merecedor de morte porque blasfemo.

9 Quem é responsável pela morte de Jesus? A paixão e a morte de Jesus não podem ser imputadas indistintamente nem a todos os judeus então vivos, nem aos outros judeus que depois viveram no tempo e no espaço. Cada pecador, isto é, cada homem, é realmente causa e instrumento dos sofrimentos do Redentor, e culpa maior têm aqueles, sobretudo se são cristãos, que mais frequentemente caem no pecado ou se deleitam nos vícios.

10 Porque é que a morte de Cristo faz parte do desígnio de Deus? Para reconciliar consigo todos os homens votados à morte por causa do pecado, Deus tomou a iniciativa amorosa de enviar o Seu Filho para que se entregasse à morte pelos pecadores. Anunciada no Antigo Testamento, em particular como sacrifício do Servo sofredor, a morte de Jesus acontece «segundo as Escrituras».

11 Como é que Cristo se ofereceu ao Pai? Toda a vida de Cristo é oferta livre ao Pai para realizar o seu desígnio de salvação. Ele dá «a sua vida em resgate por muitos» (Mc 10,45) e deste modo reconcilia com Deus toda a humanidade. O seu sofrimento e a sua morte manifestam como a sua humanidade é o instrumento livre e perfeito do Amor divino que quer a salvação de todos os homens.

12 Como se manifesta na última Ceia a oferta de Jesus? Na última Ceia com os Apóstolos, na vigília da paixão, Jesus antecipa, isto é, significa e realiza antecipadamente a oferta voluntária de Si mesmo: «este é o meu corpo entregue por vós» (Lc 22,19), «este é o meu sangue, que é derramado» (Mt 26,28). Ele institui assim ao mesmo tempo a Eucaristia como «memorial» (1 Cor 11,25) do seu sacrifício e os seus Apóstolos como sacerdotes da nova Aliança.

13 Que acontece na agonia do horto do Getsemani? Apesar do horror que a morte provoca na humanidade santíssima d' Aquele que é o próprio «Autor da vida» (Act 3,15), a vontade humana do Filho de Deus adere à vontade do Pai: para nos salvar, Jesus aceita carregar sobre Si os nossos pecados no seu corpo, «fazendo-se obediente até à morte» (Fil 2,8).

14 Quais os efeitos do sacrifício de Cristo na cruz? Jesus ofereceu livremente a Sua vida em sacrifício de expiação, isto é, reparou as nossas culpas com a plena obediência do Seu amor até à morte. Este «amor até ao fim» (Jo 13,1) do Filho de Deus reconcilia com o Pai toda a humanidade. O Sacrifício pascal de Cristo resgata portanto os homens num modo único, perfeito e definitivo, e abre-lhes a comunhão com Deus.

15 Porque é que Jesus convida os discípulos a tomar a sua cruz? Chamando os discípulos a tomar a sua cruz e a segui- Lo, Jesus quer associar ao seu sacrifício redentor aqueles mesmos que dele sãos os primeiros beneficiários.

16 Em que condições estava o corpo de Cristo no sepulcro? Cristo conheceu uma verdadeira morte e uma verdadeira sepultura. Mas o poder divino preservou o seu corpo da corrupção.

17 Oração

18 Quanto esperei este momento, quanto esperei que es0vesses assim. Quanto esperei que Me falasses, quanto esperei que viesses a Mim.

19 Sei bem o que tens vivido, sei também porque tens chorado. Eu sei bem o que tens sofrido pois permaneço a teu lado.

20 Ninguém te ama como Eu. Ninguém te ama como Eu. Olha p ra Cruz esta é a minha maior prova. Ninguém te ama como Eu. Ninguém te ama como Eu. Ninguém te ama como Eu. Olha p ra Cruz, foi por < porque te amo.

21 Eu sei bem o que me dizes mesmo que às vezes não Me fales. Eu sei bem o que tu sentes mesmo que nunca o par0lhes.

22 Tenho andado a teu lado, junto a 0 permanecido. Eu te levo nos meus braços, Pois sou o teu melhor amigo.

23 Ninguém te ama como Eu. Ninguém te ama como Eu. Olha p ra Cruz esta é a minha maior prova. Ninguém te ama como Eu. Ninguém te ama como Eu. Ninguém te ama como Eu. Olha p ra Cruz, foi por < porque te amo.

24 Chave da semana

25 BOA SEMANA Catequese com adultos Chave de Bronze

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