LEIN 5.745, de 24 de dezembro de 2008.

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1 LEIN 5.745, de 24 de dezembro de PROJETO DE LEI N 5.937/2008 AUTOR: PODER EXECUTIVO MUNICIPAL DISPOE SOBRE A INSTITUI<;AO DAS UNIDADES DE CONSERVA<;AO DA NATUREZA NO MUNICiPIO DE MACEIO E DA OUTRAS PROVIDENCIAS. o Prefeito de Macei6 faz saber que a Camara de Vereadores seguinte Lei: aprovou e ele sanciona a Capitulo DAS DISPOSI<;OES I GERAIS Art. 1.2 Esta Lei estabelece os procedimentos para a institui9ao, implanta9ao e gestao das Unidades de Conserva9ao da Natureza no ambito do municipio de Macei6, em conformidade com os principios e diretrizes do Sistema Nacional das Unidades de Conserva9ao (SNUC), criado pela Lei Federal n , de 18 de julho de Paragrafo unico. As Unidades de Conserva9ao da Natureza criadas pelo Poder Publico municipal integrarao, para todos os fins, 0 Sistema Nacional das Unidades de Conserva9ao (SNUC). Art. 2. Considera-se Unidade de Conserva9ao 0 espa90 territorial e seus recursos ambientais, incluindo as aguas jurisdicionais, com caracteristicas naturais relevantes, legalmente instituido pelo Poder Publico, com objetivos de conserva9ao e limites definidos, sob regime especial de administra9ao, ao qual se aplicam garantias adequadas de prote9ao. Capitulo II DAS DlRETRIZES E OBJETIVOS Art. 3. A institui9ao e a gestao das Unidades de Conserva9ao no ambito do municipio de Macei6 tern por diretrizes: I - a conserva9ao da natureza e sua utiliza9ao sustentavel; II - a prote9ao da diversidade biol6gica dos ecossistemas e seus complexos ecol6gicos;

2 III - a preserva9ao dos recursos ambientais atraves de usos diretos e indiretos de recursos naturais, inclusive atraves de tecnicas sustentaveis de extrativismo; IV - 0 desenvolvimento adequado de tecnicas e pianos de manejo para a conserva9ao da diversidade biol6gica e dos ecossistemas; V - a institui9ao de uso sustentavel para a explora9ao do meio ambiente visando a perenidade dos recursos ambientais renovaveis e dos processos ecol6gicos. Art. 4. Para a consecu9ao dos objetivos desta Lei, 0 Poder Publico municipal podera, em face das Unidades de Conserva9ao do Municipio, estabelecer: I- 0 zoneamento ambiental dessas unidades, atraves da defini9ao de setores ou zonas com objetivos de manejo e normas especificos, com 0 prop6sito de proporcionar os meios e as condi90es para que todos os objetivos da unidade possam ser alcan9ados de forma harmonica e eficaz; II- pianos de manejo com fundamento nos objetivos gerais de uma unidade de conserva9ao, para fins de seu zoneamento e fixa9ao das normas que devem presidir 0 usa da area e 0 manejo dos recursos naturais, inclusive a implanta9ao das estruturas fisicas necessarias a gestao da unidade; III- a cria9ao: a) de zona de amortecimento no entomo de uma Unidade de Conserva9ao, onde as atividadeshumanas estao sujeitas a normas e restri90es especificas, com 0 prop6sito de minimizar os impactos negativos sobre a unidade; ~ b) de corredores ecol6gicos, assim definidos como por90es de ecossistemas naturais ou seminaturais, ligando unidades de conserva9ao, que possibilitam entre elas 0 fluxo de genes e 0 movimento da biota, facilitando a dispersao de especies e a recoloniza9ao de areas degradadas, bem como a manuten9ao de popula90es que demandam para sua sobrevivencia areas com extensao maior do que aquela das unidades individuais. Art. 5. Sao objetivos da institui9ao e gestao das Unidades de Conserva9ao da Natureza no municipio de Macei6: I- contribuir para a manuten9ao da diversidade biol6gica e dos recursos geneticos no municipio, assim como proteger as especies amea9adas de extin9ao existentes no seu territ6rio; II- contribuir para a preserva9ao e a restaura9ao da diversidade de ecossistemas naturais no territ6rio de Macei6, atraves da prom09ao do desenvolvimento sustentavel a partir dos recursos naturais existentes; III - promover a utiliza9ao dos principios e prliticas de conserva9ao da natureza nos processos de desenvolvimento; IV - proteger as paisagens naturais e pouco alteradas de notavel beleza cenica, bem assim as caracteristicas relevantes de natureza geol6gica, geomorfol6gica, espeleol6gica, arqueol6gica, paleontol6gica e cultural;

3 v - proteger e recuperar recursos hidricos e edaficos, recuperar ou restaurar ecossistemas degradados; VI - proporcionar meios e incentivos para atividades de pesquisa cientifica, estudos e monitoramento ambiental; VII - proporcionar a valoriza~ao economica e social da diversidade biol6gica; VII - incentivar as condi~5es e promover a educa~ao e a interpreta~ao ambiental, a recrea~ao em contato com a natureza e 0 turismo ecol6gico; VIII - proteger os recursos naturais necessarios a subsistencia de popula~5es tradicionais, respeitando e valorizando seu conhecimento e sua cultura e promovendo-as social e economicamente. Art. 6. A Secretaria Municipal de Prote~ao ao Meio Ambiente (SEMPMA) e 0 6rgao executor no ambito municipal do Sistema Nacional de Unidades de Conserva~ao (SNUC), com a fun~ao de implementar 0 sistema em Macei6, mediante 0 subsidio das propostas de cria~ao e administra~ao das Unidades de Conserva~aolocais. Capitulo III DAS CATEGORIAS DE UNIDADES DE CONSERV A<;AO Art. 7. As Unidades de Conserva~ao da Natureza no municipio de Macei6 serao dos seguintes grupos: 1- Unidades de Prote~ao Integral, instituidas com 0 objetivo de preservar a natureza, sendo admitido apenas 0 uso indireto dos seus recursos naturais, com exce~ao dos casos previstos nesta Lei; II - Unidades de Uso Sustentavel, visando compatibilizar a conserva~ao da natureza com 0 uso sustentavel de parcela dos seus recursos naturais. Art. 8. Sao categorias de Unidades de Prote~ao Integral: I - Esta~ao Ecol6gica, com 0 objetivo de preserva~ao da natureza e realiza~ao de pesquisas cientificas previamente autorizadas, sendo constituida por areas de posse e dominio publicos, com visita~ao publica proibida, salvo por objetivos educacionais, em conformidade com 0 seu Plano de Manejo ou regulamento especifico; II - Reserva Biol6gica, com 0 objetivo de preserva~ao integral da biota e demais atributos naturais existentes em seus limites, sem interferencia humana direta ou modifica~5es ambientais, excetuando-se as medidas de recupera~ao de seus ecossistemas alterados e as a~5es de manejo necessarias para recuperar e preservar 0 equilibrio natural, a diversidade biol6gica e os processos ecol6gicos naturais, sendo constituida por areas de posse e dominio publicos, com visita~ao publica proibida, salvo por objetivos educacionais, admitindo-se a realiza~ao de pesquisas cientificas previamente autorizadas, em conformidade com 0 seu Plano de Manejo ou regulamento especifico;

4 III- Parque Natural Municipal, com 0 objetivo basico da preserva~ao de ecossistemas naturais de grande relevancia ecolagica e beleza cenica, possibilitando a realiza~ao de pesquisas cientificas e 0 desenvolvimento de atividades de educa~ao e interpreta~ao ambiental, de recrea~ao em contato com a natureza e de turismo ecolagico, sendo constituido por areas de posse e dominio publicos, com visita~ao publica sujeita as normas e restri~5es estabelecidas no seu Plano de Manejo, pelo argao responsavel por sua administra~ao e aquelas previstas em regulamento; IV - Monumento Natural, com 0 objetivo basico preservar shios naturais rares, singulares ou de grande beleza cenica, constituido por areas particulares onde seja possivel compatibilizar os objetivos da unidade com a utiliza~ao da terra e dos recursos naturais do local pelos proprietarios, sujeitando-se a visita~ao publica as condi~5es e restri~5es estabelecidas no Plano de Manejo da unidade, as normas estabelecidas pelo argao responsavel por sua administra~ao e aquelas previstas em regulamento; V - Refugio de Vida Silvestre, com 0 objetivo de proteger ambientes naturais onde se asseguram condi~5es para a existencia ou reprodu~ao de especies ou comunidades da Hora local e da fauna residente ou migrataria, podendo ser constituido por areas particulares, desde que seja possivel compatibilizar os objetivos da unidade com a utiliza~ao da terra e dos recursos naturais do local pelos proprietarios, sujeitando-se a visita~ao publica as norm as e restri~5es estabelecidas no Plano de Manejo da unidade, as normas estabelecidas pelo argao responsavel por sua administra~ao, e aquelas previstas em regulamento. Art. 9. Sao categorias de Unidades de Uso Sustentavel: I - Area de Prote~ao Ambiental, constituida por area em geral extensa, com urn certo grau de ocupa~ao humana, dotada de atributos abiaticos, biaticos, esteticos ou culturais especialmente importantes para a qualidade de vida eo bem-estar das popula~5es humanas, e tern como objet~vos basicos proteger a diversidade biolagica, disciplinar 0 processo de ocupa~ao e assegurar a sustentabilidade do use dos recursos naturais, observadas as seguintes condi~5es: a) e constituida por terras publicas ou privadas; b) respeitados os limites constitucionais, poderao ser estabelecidas norm as e restri~5es para a utiliza~ao de uma propriedade privada localizada em uma Area de Prote~ao Ambiental; c) as condi~5es para a realiza~ao de pesquisa cientifica e visita~ao publica nas areas sob dominio publico serao estabelecidas pelo argao gestor da unidade; d) nas areas sob propriedade privada, cabe ao proprietario estabelecer as condi~5es para pesquisa e visita~ao pelo publico, observadas as exigencias e restri~5es legais; e) a Area de Prote~ao Ambiental dispora de urn Conselho presidido pelo argao responsavel por sua administra~ao e constituido por representantes dos argaos publicos, de organiza~5es da sociedade civil e da popula~ao residente, conforme se dispuser no regulamento desta Lei; II - Area de Relevante Interesse Ecolagico, constituida por area em geral de pequena extensao, com pouca ou nenhuma ocupa~ao humana, com caracteristicas naturais

5 extraordimirias ou que abriga exemplares raros da biota regional, e tern como objetivo manter os ecossistemas naturais de importancia regional ou local e regular 0 uso admissivel dessas areas, de modo a compatibiliza-io com os objetivos de conserva~ao da natureza, observadas as seguintes condi~oes: a) e constituida por terras publicas ou privadas; b) respeitados os limites constitucionais, podem ser estabelecidas norm as e restri~5es para a utiliza~ao de urna propriedade privada localizada em urna Area de Relevante Interesse Ecol6gico; III - Floresta Municipal, constituida por area com cobertura florestal de especies predominantemente nativas, com 0 objetivo basico do usa multiplo sustentavel dos recursos florestais e a pesquisa cientifica, com enfase em metodos para explora~ao sustentavel de florestas nativas, observadas as seguintes condi~oes: a) a Floresta Municipal e de posse e dominio publicos, sendo que as areas particulares incluidas em seus limites devem ser desapropriadas de acordo com 0 que dispoe a lei; b) nas Florestas Municipais e admitida a permanencia de popula~oes tradicionais que a habitam quando de sua cria~ao, em conformidade com 0 disposto em regulamento e no Plano de Manejo da unidade; c) a visita~ao publicae permitida, condicionada as normas estabelecidas para 0 manejo da unidade pelo 6rgao responsavel por sua administra~ao; d) a pesquisa e permitida e incentivada, sujeitando-se a previa autoriza~ao do 6rgao responsavel pela administra~ao da unidade, as condi~oes e restri~oes por este estabelecidas e aquelas previstas em regulamento; e) a Flor~sta Municipal dispora de urn Conselho Consultivo, presidido pelo 6rgao responsavel por sua administra~ao e constituido por representantes de 6rgaos publicos, de organiza~oes da sociedade civil e, quando for 0 caso, das popula~oes tradicionais residentes; IV - Reserva Extrativista, constituida por urna area utilizada por popula~oes extrativistas tradicionais, cuja subsistencia baseia-se no extrativismo e, complementarmente, na agricultura de subsistencia e na cria9ao de animais de pequeno porte, e tern como objetivos basicos proteger os meios de vida e a cultura dessas popula~oes, e assegurar 0 usa sustentavel dos recursos naturais da unidade, observadas as seguintes condi~oes: a) a Reserva Extrativista e de dominio publico, com uso concedido as popula~oes extrativistas tradicionais conforme 0 disposto no art. 23 da Lei Federal n , de 18 de julho de 2000, e em regulamenta~ao especifica, sendo que as areas particulares incluidas em seus limites devem ser desapropriadas, de acordo com 0 que dispoe a lei; b) a Reserva Extrativista sera gerida por urn Conselho Deliberativo, presidido pelo 6rgao responsavel por sua administra~ao e constituido por representantes de 6rgaos publicos, de organiza~oes da sociedade civil e das popula90es tradicionais residentes na area, conforme se dispuser em regulamento e no ate de cria~ao da unidade;

6 c) a visita9ao publica e permitida, desde que compativel com os interesses locais e de acordo com 0 disposto no Plano de Manejo da area; d) a pesquisa cientifica e permitida e incentivada, sujeitando-se a previa autoriza9ao do 6rgao responsavel pela administra9ao da unidade, as condi90es e restri90es por este estabelecidas e as normas previstas em regulamento; e) 0 Plano de Manejo da unidade sera aprovado pelo seu Conselho Deliberativo; 1) sao proibidas a explora9ao de recursos minerais e a ca9a amadoristica ou profissional; g) a explora9ao comercial de recursos madeireiros s6 sera admitida em bases sustentaveis e em situa90es especiais e complementares as demais atividades desenvolvidas na Reserva Extrativista, conforme 0 disposto em regulamento e no Plano de Manejo da unidade. V - Reserva de Fauna, constituida por urna area natural com popula90es animais de especies nativas, terrestres ou aquaticas, residentes ou migrat6rias, adequadas para estudos tecnico-cientificos sobre 0 manejo economico sustentavel de recursos faunisticos, observadas as seguintes condi90es: a) a Reserva de Fauna e de posse e dominio publicos, sendo que as areas particulares incluidas em seus limites devem ser desapropriadas de acordo com 0 que dispoe a lei; b) a visita9ao publica pode ser permitida, desde que compativel com 0 manejo da unidade e de acordo com as norm as estabelecidas pelo 6rgao responsavel por sua administra9ao; c) e proibido 0 exercicio da ca9a amadoristica ou profissional; d) a com~rcializa9ao dos produtos e subprodutos resultantes das pesquisas obedeceni ao disposto nas leis sobre fauna e regulamentos. VI - Reserva de Desenvolvimento Sustentavel, constituida por urna area natural que abriga popula90es tradicionais, cuja existencia baseia-se em sistemas sustentaveis de explora9ao dos recursos naturais, desenvolvidos ao longo de gera90es e adaptados as condi90es ecol6gicas locais e que desempenham urn papel fundamental na prote9ao da natureza e na manuten9ao da diversidade biol6gica, observadas as seguintes condi90es: a) tern como objetivo basico preservar a natureza e, ao mesmo tempo, assegurar as condi90es e os meios necessarios para a reprodu9ao e a melhoria dos modos e da qualidade de vida e explora9ao dos recursos naturais das popula90es tradicionais, bem como valorizar, conservar e aperfei90ar 0 conhecimento e as tecnicas de manejo do ambiente, desenvolvido por estas popula90es; b) suas areas sao de dominio publico, sendo que as areas particulares incluidas em seus limites devem ser, quando necessario, desapropriadas, de acordo com 0 que dispoe a lei; c) 0 usa das areas ocupadas pelas popula90es tradicionais sera regulado de acordo com o disposto no art. 23 da Lei Federal n , de 18 de julho de 2000, e em regulamenta9ao especifica;

7 d) sera gerida por urn Conselho Deliberativo, presidido pelo orgao responsavel par sua administra9ao e constituido por representantes de orgaos publicos, de organiza95es da sociedade civil e das popula95es tradicionais residentes na area, conforme se dispuser em regulamento e no ate de cria9ao da unidade; e) e permitida e incentivada a visita9ao publica, desde que compativel com os interesses locais e de acordo com 0 disposto no Plano de Manejo da area; f) e permitida e incentivada a pesquisa cientifica voltada a conserva9ao da natureza, a melhor rela9ao das popula90es residentes com seu meio e a educa9ao ambiental, sujeitando-se a previa autoriza9ao do orgao responsavel pela administra9ao da unidade, as condi95es e restri95es por este estabelecidas e as normas previstas em regulamento; g) deve ser sempre considerado 0 equilibrio dinamico entre 0 tamanho da popula9ao e a conserva9ao; h) e admitida a explora9ao de componentes dos ecossistemas naturais em regime de manejo sustentavel e a substitui9ao da cobertura vegetal por especies cultivaveis, desde que sujeitas ao zoneamento, as limita95es legais e ao Plano de Manejo da area; i) 0 Plano de Manejo da Reserva de Desenvolvimento Sustentavel definira as zonas de prote9ao integral, de uso sustentavel e de amortecimento e corredares ecologicos, e sera aprovado pelo Conselho Deliberativo da unidade. VII - Reserva Particular do Patrimonio Natural, constituida por urna area privada, gravada com perpetuidade, com 0 objetivo de conservar a diversidade biologica, observadas as seguintes condi95es: a) 0 gravame da institui9ao de RPPN constara de termo de compromisso assinado perante 0 orgao ambiental, que verificara a existencia de interesse publico, e sera averbado a margem da inscri9ao no Registro Publico de Imoveis; b) so podera ser permitida, na RPPN, conforme se dispuser em regulamento, a pesquisa cientifica e a visita9ao com objetivos turisticos, recreativos e educacionais; c) a Secretaria Municipal de Prote9ao ao Meio Ambiente, sempre que possivel, prestara orienta9ao tecnica e cientifica ao proprietario de Reserva Particular do Patrimonio Natural para a elabora9ao de urn Plano de Manejo ou de Prote9ao e de Gestao da unidade. 1. As pesquisas cientificas nas Unidades de Prote9ao Integral dependerao sempre de autoriza9ao previa do orgao responsavel pela administra9ao da unidade e ficara sujeita as condi95es e restri95es por este estabelecidas, bem como aquelas previstas em regulamento. r. A inclusao de areas particulares em Esta9ao Ecologica, Reserva Biologica e Parque Municipal obedecera os procedimentos expropriatorios definidos em lei, mediante indeniza9ao. 3. Quando nao houver compatibilidade entre os objetivos da area componente de Monumento Natural ou Refugio da Vida Silvestre com as atividades privadas, ou nao havendo aquiescencia do proprietario as condi95es propostas pelo orgao responsavel pela

8 administrayao da unidade para a sua coexistencia com 0 uso da propriedade, desapropriada, de acordo com 0 que dispoe a lei. a area devera ser Capitulo DA INSTITUICAO E GESTAO DAS UNIDADES DE CONSERV ACAO IV Art. 10. As Unidades de Conservayao da Natureza previstas nesta Lei serao criadas por Decreto do Poder Executivo Municipal. Art. 11. A criayao de uma Unidade de Conservayao da Natureza no municipio de Macei6, dentre as categorias previstas nesta Lei, obedecera aos requisitos estabelecidos na legislayao do Sistema Nacional de Unidades de Conservayao (SNUC). Art. 12. A alterayao, ampliayao ou reduyao dos limites geograficos de uma Unidade de Conservayao s6 poderao ser feitas mediante Decreto do Poder Executivo Municipal, mediante 0 cumprimento dos mesmos requisitos estabelecidos para a sua implantayao. Art. 13. Na instituiyao e gestao das Unidades de Conservayao no municipio de Macei6, observar-se-a obrigatoriamente a disciplina da Lei n , de 18 de julho de Art. 14. Do Decreto de criayao da Unidade de Conservayao da Natureza constarao, obrigatoriamente, no minimo: I - a sua denominayao e localizayao, inclusive com seus limites georeferenciados; II - os objetivos da sua criayao; III- as ~edidas para a sua implantayao; IV - a definiyao das atividades restringidas e/ou proibidas no seu perimetro, hem assim as condicionantes para 0 exercicio das atividades toleradas; V - as diretrizes para a elaborayao do seu Plano de Manejo; VI - a composiyao do Conselho Consultivo referido no art. 18 desta Lei, quando a Unidade de Conservayao da Natureza instituida pertencer ao grupo de Proteyao Integral; VII - os incentivos fiscais concedidos, em se tratando de Unidade de Conservayao da Natureza em areas particulares. Paragrafo unico. A modificayao da categoria da Unidade de Conservayao, Oll quaisquer alterayoes das suas caracteristicas ou dos requisitos previstos nos incisos deste artigo, dar-se-a obrigatoriamente por Decreto do Poder Executivo Municipal. Art. 15. A Secretaria Municipal de Proteyao Ambiental (SEMPMA) sera 0 orgao responsavel pela administrayao das Unidades de Conservayao da Natureza no municipio de Macei6, sem prejuizo da gestao participativa. Art. 16. Toda Unidade de Conservayao da Natureza em Macei6 dispora de urn Plano de Manejo, abrangendo a area da unidade, sua zona de amortecimento e os corredores

9 ecol6gicos, incluindo medidas com 0 fim de promover sua integray3.o a vida economic a e social das comunidades vizinhas. 1. Na elaboray3.o, atualizay3.o e implementay3.o do Plano de Manejo das Reservas Extrativistas, das Reservas de Desenvolvimento Sustentavel, das Areas de Proteyao Ambiental e, quando couber, das Florestas Municipais e das Areas de Relevante Interesse Ecol6gico, sera assegurada a ampla participay3.o da populay3.o residente Plano de Manejo de uma unidade de conservay3.o deve ser elaborado no prazo de cinco anos a partir da data de sua criay3.o. Art. 17. Sao proibidas, nas Unidades de Conservay3.o, quaisquer alterayoes, atividades ou modalidades de utilizay3.o em desacordo com os seus objetivos, 0 seu Plano de Manejo e seus regulamentos. Paragrafo unico. Ate que seja elaborado 0 Plano de Manejo, todas as atividades e obras desenvolvidas nas unidades de conservayao de proteyao integral devem se limitar aquelas destinadas a garantir a integridade dos recursos que a unidade objetiva proteger, assegurando-se as populayoes tradicionais porventura residentes na area as condiyoes e os meios necessarios para a satisfay3.o de suas necessidades materiais, sociais e culturais. Art. 18. As Unidades de Conservay3.o do gropo de Proteyao Integral terao, cada uma, urn Conselho Consultivo, presidido pela SEMPMA e constituido par representantes de 6rgaos publicos, de organizayoes da sociedade civil, par proprietarios de terras localizadas em RefUgio de Vida Silvestre ou Monumento Natural, quando for 0 caso, bem assim das populayoes tradicionais residentes, conforme se dispuser em regulamento e no ate de criayao da unidade. Paragrafo unico. Os representantes indicados no caput deste artigo serao definidos no Decreto de instituiy3.o da Unidade de Conservayao da Natureza. Capitulo DOS INCENTIVOS V E ISENC;OES Art. 19. A instituiy3.o de Unidades de Conservayao sobre areas particulares, por iniciativa do proprietario e desde que aprovada a sua viabilidade ambiental pelos estudos previos referidos nesta Lei, podera, a criterio do Poder Executivo Municipal e observadas as disposiyoes da Lei de Responsabilidade Fiscal, implicar a reduyao da base de calculo do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) incidente sobre a respectiva area. Paragrafo unico. A reduyao de que trata 0 caput deste artigo dar-se-a entre 0 percentual de 30% (trinta por cento) a 70% (setenta par cento) da base de calculo do tributo. Art. 20. A instituiyao de Unidades de Conservayao sobre areas particulares, nos termos do art. 19 desta Lei, situadas, ainda que apenas parcialmente, nas Zonas de Interesse Ambiental e Paisagistico (ZIAPs) definidas no C6digo Municipal de Urbanismo e Edificayoes (Lei Municipal n , de 8 de 8 de fevereiro de 2007) podera, a criterio do Poder Executivo

10 Municipal, implicar a isenyao do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) incidente sobre a respectiva area, amm da remissao dos cn5ditos tributarios vencidos ate a sua instituiyao. Art. 21. as incentivos referidos nos arts. 19 e 20 desta Lei: 1- serao definidos na forma do Decreto instituidor da Unidade de Conservayao; II - poderao variar em razao do tempo, nao gerando direito adquirido ao proprietario das areas particulares; III - poderao ser suspensos ou extintos a qualquer tempo pelo Poder Executivo Municipal, bem assim sucessivamente restabelecidos; IV - nao gerarao, sob quaisquer hip6teses, beneficios fiscais aos contribuintes beneficiarios. 1. A modificayao, ampliayao, reduyao, extinyao e 0 restabelecimento dos incentivos fiscais previstos nesta Lei dar-se-ao obrigatoriamente por Decreto do Prefeito. 2. as incentivos fiscais previstos nesta Lei serao obrigatoriamente revistos no minimo a cada 5 (cinco) anos. Capitulo VI DAS PENALIDADES Art. 22. A ayao ou a omissao das pessoas fisicas ou juridicas que importem inobservancia aos preceitos desta Lei e a seus regulamentos ou resultem em dano a flora, a fauna e aos demais atributos naturais das Unidades de Conservayao, bem como as suas instalayoes e as zonas de amortecimento e corredores ecol6gicos, sujeitam os infratores as sanyoes previstas na legislayao nacional. Art. 23. Compete a Secretaria Municipal de Proteyao Ambiental (SEMPMA) fiscalizar as Unidades de Conservayao da Natureza instituidas em Macei6, sem prejuizo da competencia suplementar dos 6rgaos ambientais do Estado e da Uniao. Capitulo VII DAS DISPOSI<;OES FINAlS Art municipio de Macei6 podera firmar parcerias com 6rgaos e entidades publicas estaduais e federais, para fins de operacionalizayao desta Lei, bem assim estabelecer convenios com organizayoes nao govemamentais, organizayoes privadas, universidades e pessoas fisicas ou juridicas para 0 desenvolvimento de estudos, pesquisas cientificas, praticas de educayao ambiental, atividades de lazer e de turismo ecol6gico, monitoramento, manutenyao ou outras atividades de gestao da Unidade de Conservayao da Natureza.

11 Art cometimento de infra90es ambientais em detrimento do patrim6nio natural nas Unidades de Conserva93.0 sera imediatamente apurado pela Secretaria Municipal de Prote93.0 Ambiental (SEMPMA) e comunicado ao Ministerio Publico, para a ad093.0 das providencias de natureza criminal. Art. 26. E proibida a introdu93.0 de especies n3.o aut6ctones nas Unidades de Conserva93.0 da Natureza no municipio de Macei6. Art. 27. Ficam mantidas, na categoriza93.0 em que se encontram, as Unidades de Conserva93.0 da Natureza instituidas e ja implantadas no municipio de Macei6, sendo permitido ao Poder Executivo reformular sua institui93.0 de acordo com os ditames desta Lei. Art Poder Executivo Municipal podera expedir Decretos regulamentando Lei, no que for necessario a sua aplica93.0. Art. 29. Esta Lei entra em vigor na data de sua publica93.0, revogadas as disposiyoes em contrario. esta, em 24-6S :;: ac:: --4: JOSE CICERO SOARES DE AlMEIDA Prefeito de Macei6

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