Guia de Conduta Ética

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Guia de Conduta Ética"

Transcrição

1 Guia de Conduta Ética "Vigie seus pensamentos, porque eles se tornarão palavras. Vigie suas palavras, pois elas se tornarão atos. Vigie seus atos, pois eles se tornarão seus hábitos. Vigie seus hábitos, pois eles se tornarão seu caráter. Vigie seu caráter porque ele será o seu destino." (Autor desconhecido)

2 SISTEMA FINANCEIRO BANESTES Capítulo I 1. Apresentação GUIA DE CONDUTA ÉTICA Apresentamos o Guia de Conduta Ética do Sistema Financeiro BANESTES, elaborado com a participação de todos os empregados. Ele nasce da realidade profissional em que estamos inseridos, bem como do desejo de aprimorarmos continuamente a nossa conduta e, assim, consolidar a imagem de nossa Instituição na sociedade. Um Guia de Conduta Ética deve visar ao bem comum e reunir os princípios que deverão orientar a conduta humana dentro das Organizações, a tomada de decisão, a forma de ser e de agir, respeitando as diferenças individuais e as diversidades culturais. Mais do que uma ferramenta de trabalho, este guia deve ser a nossa inspiração e fonte incessante geradora de reflexão para o exercício profissional ético. Por meio de um diálogo coletivo nas unidades, pretende-se facilitar a disseminação deste Guia para que ele cumpra o seu propósito de orientar a conduta de todos. Uma Organização forte, saudável e duradoura é construída pelas pessoas que nela trabalha e em todos os âmbitos de atuação. Estamos indo além da redação de um texto de intenções para o bem comum, ao instituirmos paralelamente a este Guia, um Conselho de Conduta Ética no Sistema Banestes, que deverá ter um papel preventivo e ser um suporte para orientar e harmonizar as posturas individuais e coletivas. Este Guia de Conduta Ética, além de uma exigência da Resolução 2554/98, do Banco Central do Brasil, deve ser um compromisso individual de cada profissional em construir diariamente a Instituição. Em cada gesto, em cada atitude e em cada silêncio desenhamos a imagem de nossa Instituição. Por isso, aceite o nosso convite de subordinar-se aos princípios de conduta ética aqui descritos. A Diretoria.

3 GUIA DE CONDUTA ÉTICA Índice Capítulo - I 1. Apresentação Objetivo Abrangência Princípios Éticos Gerais Probidade Prudência Idoneidade Temperança Respeito Responsabilidade Princípios Éticos Funcionais Lealdade Aptidão Capacitação Legalidade Transparência Discrição Sigilo Hierarquia Imparcialidade Igualdade de Tratamento Exercício Adequado do Cargo ou Função Zelo Uso Apropriado do Tempo de Trabalho Cooperação Tolerância Liberdade de Expressão Conflito de Interesse Administração Financeira Pessoal Nepotismo ou Favoritismo Acumulação de Cargos/Funções Princípios de Conduta ao Relacionar-se com os Diversos Setores da Sociedade Relacionamento com os Clientes Relacionamento com a Comunidade Relacionamento com os Acionistas Relacionamento com os Prestadores de Serviços Relacionamento com os Concorrentes Relacionamento com o Setor Público Relacionamento com Associações, Entidades de Classe e Instituto de Defesa do Consumidor Relacionamento com a Mídia Relacionamento via Internet, Intranet e Correio Eletrônico Regime de Presentes e outros Benefícios Conselho de Conduta Ética Coordenação Membros Impedimento Deliberação Principal Objetivo Principais Funções Processo Eleitoral Conduta Diante de Dúvidas e Ações Contrárias ao Guia Gestão do Guia de Conduta Ética...20 Apêndice 1. Alguns Pensadores e Alguns Pensamentos sobre Ética Ética e Moral Refletindo a Ética Perguntas e Respostas Capítulo II Conduta Ética do Profissional de Mercado Financeiro e de Capitais do sistema Financeiro Banestes

4 2. Objetivo 2.1. Reunir os princípios éticos que norteiam as atividades e que devem, continuamente, ser observados em todos os níveis funcionais do Sistema Financeiro Banestes, bem como em cada ação profissional, visando ao aprimoramento da conduta humana Promover a educação ética e prevenir condutas disfuncionais Fortalecer a imagem da Instituição e dos seus profissionais junto à sociedade. 3. Abrangência 3.1. Este Guia de Conduta Ética aplica-se a todos os dirigentes, empregados, estagiários e prestadores de serviço do Sistema Financeiro Banestes, os quais, doravante, serão denominados de profissionais Para efeito deste Guia de Conduta Ética, considera-se que o Sistema Financeiro Banestes é composto pelas empresas: Banestes S.A Banco do Estado do Espírito Santo S.A Banestes Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A Banestes Seguros S.A Banestes Leasing S.A. Arrendamento Mercantil Banescard - Administração de Cartões de Crédito e Serviços Ltda Banestes Corretora, Administração e Corretagem de Seguros, Previdência e Capitalização Ltda Baneses Clube de Seguros Banescaixa Caixa de Assistência dos Empregados do Sistema Financeiro Banestes 4. Princípios Éticos Gerais Dentre os princípios éticos que fundamentam a conduta humana, o Sistema Financeiro Banestes adota os seguintes como prioritários e comum a todos os relacionamentos: 4.1. Probidade O profissional deve exteriorizar uma conduta honesta e justa. Deve agir com integridade de caráter, retidão e honradez, procurando satisfazer o interesse geral e descartando toda a vantagem pessoal, quer para si, quer para terceiros. 4

5 4.2. Prudência O profissional deve agir com capacidade sobre assuntos submetidos à sua consideração O profissional, no exercício das atribuições, deve inspirar confiança nos superiores hierárquicos e na comunidade Evitar ações que possam pôr em risco a finalidade de suas atribuições, o patrimônio das empresas que compõem o Sistema Financeiro Banestes e a boa imagem que deve ter a sociedade sobre os profissionais desta Instituição Idoneidade Ser idôneo é ter competência técnica, legal e moral e é condição essencial para o acesso e exercício das atribuições exigidas pelo cargo/função no Sistema Financeiro Banestes Temperança O profissional deve desempenhar suas atribuições com moderação e sobriedade, utilizando-se das prerrogativas inerentes ao cargo/função e os meios de que dispõe unicamente para a execução ou cumprimento de seus deveres Evitar qualquer ostentação que possa pôr em dúvida sua honestidade ou sua disposição para o cumprimento dos deveres próprios do cargo/função Respeito O profissional deve tratar as pessoas com respeito. Tratar as pessoas com respeito significa não discriminar ou permitir a discriminação; não destratar, ameaçar, oprimir, constranger, caluniar ou desqualificar quem quer que seja Respeitar o outro é também proporcionar autonomia e dar as informações de que os outros precisam para tomar decisões. 5

6 4.6. Responsabilidade O profissional deve cumprir seus deveres e atribuições com responsabilidade Quanto mais elevado for o cargo ou função que o profissional ocupa, maior é a sua responsabilidade para divulgar e propagar as diretrizes deste Guia, a fim de que ele seja cumprido. 5. Princípios Éticos Funcionais O profissional, no exercício de suas atribuições, em qualquer área de atuação ou de atividades no Sistema Financeiro Banestes, deverá agir dentro dos seguintes princípios e condutas recomendáveis, observando também a consonância com os demais normativos internos Lealdade O profissional do Sistema Financeiro Banestes tem o dever de lealdade para com os compromissos de sua Instituição Os produtos e serviços oferecidos pelo Sistema Banestes são o resultado do trabalho de seus profissionais. Ninguém melhor que esses mesmos profissionais para reconhecer isso, comprando e utilizando prioritariamente esses produtos e serviços. Eventuais motivos para não utilizá-los/comprá-los devem ser informados aos gestores do produto ou serviço, para análise e reavaliação Aptidão Os responsáveis pela designação ou indicação de pessoas para ocupar funções de confiança têm o dever de verificar o atendimento, pelo candidato, dos requisitos de idoneidade Nenhum profissional deve aceitar assumir função para a qual não tenha aptidão, ou não esteja ou não se sinta preparado e habilitado. 6

7 5.3. Capacitação O profissional deve capacitar-se para desempenhar as suas atribuições, mantendo-se atualizado, quer pela leitura dos normativos internos e de matérias especializadas, quer pela participação em treinamentos ofertados ou não pelo Sistema Financeiro Banestes Legalidade O profissional deve: Conhecer e cumprir os normativos do Sistema Financeiro Banestes, a legislação que regula a atividade bancária, e outros necessários ou relacionados ao cumprimento das atribuições Avaliar a conformidade dos normativos internos com os normativos externos e buscar soluções para a atualização, caso necessário Transparência O profissional deve: Expressar-se com veracidade em suas relações funcionais e contribuir para clarificação da verdade Ajustar sua conduta ao direito que tem o seu colega de trabalho de estar informado sobre as atividades da empresa Enviar, quando solicitado, à Gerência de Controles Internos, a Declaração de Bens e Rendas Discrição O profissional deve manter reserva em relação a fatos ou informações de que tenha conhecimento no exercício de suas atribuições e em conseqüência delas O profissional não deve contribuir com a divulgação de informações não verídicas, fomentando possíveis intrigas entre colegas. 7

8 5.7. Sigilo O profissional tem o dever e a responsabilidade de manter e garantir o sigilo em suas operações de cunho bancário e cumprir sempre as condições previamente pactuadas, em conformidade com o que determina o regulamento e a legislação da atividade bancária O profissional deve ser guardião do sigilo e das informações e opções estratégicas do Sistema Financeiro Banestes Hierarquia O profissional deve cumprir as ordens de serviço recebidas de seus superiores hierárquicos competentes, respeitando as obrigações decorrentes dos Estatutos e Normas Internas, bem como deste Guia de Conduta Ética Imparcialidade O profissional deve apresentar conduta de imparcialidade no desempenho de suas atribuições O profissional não deve se envolver em situações, atividades ou interesses incompatíveis com o cargo/função que exerce Igualdade de Tratamento O profissional deve evitar atitudes discriminatórias nas suas relações funcionais, procurando dar a todos tratamento igualitário em situações similares É inaceitável qualquer atitude que discrimine as pessoas em função de cor, sexo, religião, origem, classe social, estado civil, idade, orientação sexual ou incapacidade física Exercício Adequado do Cargo ou Função O profissional, por meio do uso de seu cargo, função, autoridade, influências ou aparência de influência, não deve obter nem procurar benefícios ou vantagens indevidas, para si ou para outros. 8

9 O profissional não deve adotar represália de nenhum tipo ou exercer coerção alguma contra outros profissionais, ou ainda, adotar atitudes que possam configurar assédio moral O profissional deve abster-se de condutas ou atitudes que possam configurar assédio sexual. Entende-se assédio sexual no trabalho como sendo uma insinuação ou proposta sexual repetida e não desejada por uma das partes, podendo ser verbal, subentendida, gestual ou física Zelo O profissional deve: Proteger e conservar os bens do Sistema Financeiro Banestes, utilizando de maneira racional os que forem destinados ao exercício das suas atividades Esforçar-se para, no exercício de suas atribuições, executá-las com qualidade O profissional não poderá utilizar os bens da Instituição ou permitir que terceiros os usem para fins particulares ou propósitos que não sejam aqueles para os quais tenham sido destinados Não se considera para fins particulares a guarda de bens do Sistema Financeiro Banestes que, por relevantes razões de serviço, o profissional tenha que utilizá-los fora do local de trabalho Uso Apropriado do Tempo de Trabalho O profissional deve usar, com responsabilidade, o tempo oficial de trabalho para cumprir as suas atribuições O profissional não deve solicitar a seus subordinados que empreguem o tempo oficial de trabalho para realizar atividades que não sejam as requeridas para o desempenho de suas tarefas ou deveres do cargo. 9

10 5.14. Cooperação Visando minimizar, neutralizar ou superar as dificuldades que se apresentam no cotidiano da empresa, o profissional pode, em situações extraordinárias, realizar tarefas que, por sua natureza ou modalidade, não são as estritamente inerentes ao seu cargo ou função O profissional ao qual seja atribuído o cometimento de alguma irregularidade, fraude ou crime, deve cooperar com a investigação e implementar ações necessárias para clarificar a situação Tolerância Frente a críticas de clientes, público em geral e colegas de trabalho, o profissional deve ser paciente e manter um elevado grau de tolerância Liberdade de Expressão O profissional deve sentir-se livre para dar sugestões e fazer críticas, bem como ser receptivo às sugestões e críticas fornecidas pelos colegas, superiores hierárquicos e pelos profissionais sob sua subordinação, sempre que isso se reverter em benefícios para a empresa Conflito de Interesse Conflito de interesse significa qualquer situação em que o profissional possa ter sua capacidade de julgamento e decisão afetada, podendo incorrer ou sugerir quebra do princípio da imparcialidade e favorecer interesses pessoais e/ou de terceiros, em detrimento do interesse maior do Sistema Financeiro Banestes. O profissional não deve: Manter relações nem aceitar situações em cujo contexto seus interesses pessoais, profissionais, econômicos ou financeiros poderiam estar em conflito com a execução ou cumprimento das atribuições e deveres sob sua responsabilidade e/ou com os objetivos do Sistema Financeiro Banestes. Essa conduta visa preservar a independência de critério e o princípio de justiça Dirigir, administrar, assessorar, patrocinar, representar ou prestar serviços, remunerados ou não, para pessoas que negociam, fornecem bens ou serviços ou exploram concessões do Sistema Financeiro Banestes. 10

11 Manter vínculos que signifiquem benefícios ou obrigações com entidades investigadas pela unidade na qual esteja desenvolvendo suas atribuições Administração Financeira Pessoal Ao contrair dívidas pessoais, o profissional deve observar sua capacidade de endividamento e cumprir o compromisso assumido, evitando a inadimplência Nepotismo ou Favoritismo O profissional não deve designar parentes, cônjuge/companheiro(a) para prestação de serviços e nem para ocupar cargo e/ou função no Sistema Financeiro Banestes Acumulação de Cargos/Funções O profissional que ocupa função de confiança não deve exercer outras atividades remuneradas que possam prejudicar o desempenho de suas atribuições na Instituição ou que possam gerar conflito de interesse. 6. Princípios de Condutas ao Relacionar-se com os Diversos Setores da Sociedade O Sistema Financeiro Banestes, por meio dos seus profissionais, ao relacionar-se com os diversos setores da sociedade, deverá espelhar suas ações nos seguintes padrões de conduta: 6.1. Relacionamento com os Clientes Satisfação dos clientes e respeito aos seus direitos, buscando soluções que atendam aos interesses e necessidades sempre em conformidade com os objetivos de desenvolvimento, segurança e rentabilidade da Instituição Atendimento digno, com cortesia, eficiência e respeito, oferecendo informações claras, precisas e transparentes. O cliente deve obter respostas, mesmo que negativas, às suas solicitações, de maneira adequada e tempestiva. 11

12 Receptividade às opiniões dos clientes para a melhoria do atendimento, dos produtos e dos serviços Ausência de tratamento preferencial a quem quer que seja por interesse ou sentimento pessoal Ausência de vínculos de qualquer natureza com organizações ou clientes cujas condutas não sejam compatíveis com padrões éticos e de responsabilidade, bem como contribuir para prevenção de crimes de lavagem de dinheiro Ausência de atitudes que estimulam a transferência de contas de clientes por motivo do relacionamento Gerente x Cliente sobrepor ao relacionamento Banestes x Cliente Relacionamento com a Comunidade Respeito aos valores culturais, esportivos, religiosos, políticos ou quaisquer outros reconhecidos pela comunidade Reconhecimento da importância das comunidades para o sucesso da empresa e apoio às ações desenvolvimentistas que promovam a melhoria das condições sociais da comunidade, bem como do meio ambiente Relacionamento com os Acionistas Pro-atividade, agilidade e fidedignidade no fornecimento de informações aos acionistas Administração dos negócios com eficácia, visando ao fortalecimento de sua situação financeira e zelo pela imagem e patrimônio Relacionamento com os Prestadores de Serviços A idoneidade é um critério primordial no relacionamento com prestadores de serviços e fornecedores Contratação de prestadores de serviços baseada em critérios técnicos, conduzindo os processos dentro dos princípios da legalidade, imparcialidade e transparência, bem como zelando pela qualidade e viabilidade econômica dos serviços contratados e dos produtos adquiridos. 12

13 6.5. Relacionamento com os Concorrentes Competitividade exercida com base no princípio da lealdade e manutenção de um relacionamento pautado na civilidade Obtenção de informações de maneira lícita e transparente, preservando o sigilo dessas informações Disponibilização de informações fidedignas por meio de fontes autorizadas Relacionamento com o Setor Público Orientado nos princípios de legalidade, impessoalidade, honestidade e integridade em todos os contatos com o setor público, atendendo às solicitações com informações fidedignas e tempestivas Abstenção de comentários sobre atos ou atitudes de servidores públicos ou comentário de natureza político-partidária Relacionamento com Associações, Entidades de Classe e Institutos de Defesa do Consumidor Reconhecimento das associações e entidades de classe legalmente constituídas e institutos de defesa do consumidor, com prioridade para negociar a resolução de conflitos e interesses Apoio às iniciativas que resultem em benefícios e melhoria da qualidade de vida dos profissionais e de seus familiares Relacionamento com a Mídia O Sistema Financeiro Banestes relaciona-se com a Mídia somente por meio de profissionais autorizados formalmente O Sistema Financeiro Banestes fornece informações claras e tempestivas de caráter societário e de fatos relevantes aos seus clientes, aos investidores, à imprensa e ao público em geral por meio de fontes autorizadas. 13

14 6.9. Relacionamento via Internet, Intranet e Correio Eletrônico Considerando o avanço tecnológico nos meios de comunicação que possibilita a busca ou a veiculação de informações através da rede internet, intranet e correio eletrônico, os profissionais do Sistema Financeiro Banestes deverão orientar-se pelos princípios éticos definidos neste Guia e respeitar as normas específicas É vedado o acesso, a busca, o repasse ou a inserção de informações nos meios de comunicação acima referidos, que possam prejudicar as empresas que compõem o sistema e seus profissionais, acionistas e clientes, do ponto de vista financeiro, social, de imagem e da concorrência. 7. Regime de Presentes e Outros Benefícios 7.1. O profissional não deve, direta ou indiretamente, nem para si nem para os outros, solicitar, aceitar ou admitir dinheiro, benefícios, presentes, favores, promessas ou outras vantagens, nas seguintes situações: Para fazer, retardar ou deixar de fazer as atividades inerentes às suas funções Para fazer valer sua influência perante outro profissional, a fim de que este faça, retarde ou deixe de fazer tarefas inerentes a seu cargo/ função Presume-se que o benefício está proibido, se proveniente de pessoa ou entidade que: Desempenhe atividades reguladas ou fiscalizadas pela unidade ou entidade em que trabalha Presta serviços na unidade do Sistema Financeiro Banestes na qual o empregado desempenha suas atividades Seja ou pretenda ser contratante ou prestador de serviços no Sistema Financeiro Banestes Espere uma decisão ou ação da unidade ou entidade em que o empregado desempenha suas atividades. 14

15 Existam interesses que podem ser significativamente afetados pela decisão, ação, retardo ou omissão da unidade ou entidade na qual o empregado desempenha suas atividades Ficam excluídos da proibição, os presentes de valor abaixo de R$100,00 (cem reais), dados por motivo de amizade ou relações pessoais, por ocasião de eventos ou do transcurso de eventos em que é usual oferecer presentes (natal, aniversários etc.) Presentes que excedam o valor-limite de R$100,00 (cem reais) devem ser informados, por escrito, ao Conselho de Conduta Ética. 8. Conselho de Conduta Ética As inobservâncias a este Guia de Conduta Ética serão avaliadas por um Conselho de Conduta Ética, que se reportará à Diretoria de Administração e Tecnologia DIRAD, e terá dimensionamento paritário. Será composto por membros indicados pela Diretoria e membros eleitos pelos empregados do Sistema Financeiro Banestes Coordenação O Coordenador do Conselho de Conduta Ética será designado pela Diretoria, dentre os membros titulares, e terá mandato de 01 ano, permitida a sua recondução Membros O Conselho de Conduta Ética é composto por 03 membros titulares e 03 membros suplentes, indicados pela Diretoria e 03 membros titulares e 03 membros suplentes, eleitos pelos empregados do Sistema Financeiro Banestes A indicação pela Diretoria, bem como a organização do processo de eleição dos membros para compor o Conselho de Conduta Ética deverá assegurar profissionais que estejam em conformidade com os princípios éticos prescritos nesse Guia O mandato dos membros eleitos do Conselho terá duração de 02 anos, permitida uma reeleição. O membro, se reeleito, não poderá candidatar-se para uma 2ª reeleição, devendo aguardar nova eleição para candidatar-se novamente ao Conselho. 15

16 Aos membros do Conselho serão garantidas condições que não descaracterizem suas atividades normais na empresa e os trabalhos por eles desenvolvidos, no Conselho, são considerados prestação de relevante serviço ao Sistema Financeiro Banestes e não terão remuneração É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para compor o Conselho, desde o registro de sua candidatura até o final de seu mandato As despesas com viagens, alimentação, estada e inscrição em eventos dos membros do Conselho serão autorizadas pela Diretoria, quando relacionadas com as atividades do Conselho, e levadas a débito do CID da Gerência de Controles Internos - GECOI Impedimento Durante o período de mandato, se houver envolvimento de qualquer um dos membros do Conselho em processo de apuração de faltas administrativas ou qualquer outro tipo de irregularidade no Sistema Financeiro Banestes, o membro envolvido ficará impedido de participar temporariamente, até que se conclua o processo. Em caso de recebimento de qualquer tipo de penalidade o membro ficará impedido de participar do Conselho por um período de 01 ano, devendo assumir um dos membros suplentes, atendendo sempre o princípio da paridade do Conselho Os membros do Conselho deverão ficar atentos também para os casos de impedimento, quando houver por parte de um de seus membros e de modo comprovado, laços de parentesco ou qualquer tipo de relacionamento afetivo diferenciado com o empregado envolvido, a ponto de ferir o princípio da imparcialidade que requer o processo de análise e decisão Deliberação A aprovação de qualquer matéria submetida ao Conselho exigirá voto favorável da maioria da totalidade de seus membros Quando não houver consenso dos integrantes, deverá ser efetuado em ata, o registro das discordâncias, com as devidas justificativas. 16

17 8.5. Principal Objetivo Assegurar a observância e aplicação do Guia de Conduta Ética a todos os dirigentes, empregados, estagiários e prestadores de serviço do Sistema Financeiro Banestes Principais Funções Avaliar permanentemente a contemporaneidade e pertinência do Guia de Conduta Ética Determinar as ações necessárias a disseminação do Guia de Conduta Ética visando ao aprimoramento da conduta ética dentro do Sistema Financeiro Banestes Apurar, de ofício ou em razão de denúncia, condutas que possam configurar a não observância dos princípios éticos previstos no Guia de Conduta Ética, podendo para tanto, requisitar a colaboração dos órgãos competentes para a apuração, bem como recomendar medidas de correção de conduta. O Conselho terá 15 dias para manifestar-se, contados desde o recebimento da demanda até a conclusão de seus trabalhos visando a apuração que cada caso requer, seja através de análises e esclarecimentos diversos; entrevistas; junção de dados, informações e documentos e/ou através de qualquer outra ação que o Conselho entender necessário para a sua manifestação e/ou encerramento e arquivamento do caso Colaborar, quando solicitado, com Órgãos internos e Órgãos externos legais quanto às questões éticas Analisar e manifestar sobre as questões que lhe forem submetidas, encaminhando-as aos Órgãos internos, quando não estiverem no âmbito de sua competência Submeter aos Órgãos internos competentes sugestões de aprimoramento do Guia de Conduta Ética Subsidiar aos Órgãos internos na formulação e implementação de políticas de aperfeiçoamento e cumprimento de condutas éticas Analisar, deliberar e manifestar sobre dúvidas de interpretação do texto deste Guia Dar ampla divulgação deste Guia, em conjunto com a Gerência de Controles Internos. 17

18 8.7. Processo Eleitoral Compete à Diretoria Administrativa constituir uma comissão eleitoral que será responsável pela organização e acompanhamento do processo eleitoral, bem como por estabelecer mecanismos para comunicar o início da eleição para a escolha dos membros do Conselho, que serão eleitos pelos empregados O processo eleitoral observará as seguintes condições: Publicação e divulgação de edital, em locais de fácil acesso e visualização Inscrição e eleição individual, sendo que o período mínimo para inscrição será de quinze dias Assegurar a liberdade de inscrição para todos os empregados do Sistema Financeiro Banestes, independente de cargo, função, lotação e localização, desde que não tenha sofrido penalidade nos últimos seis meses Garantia de emprego para todos os inscritos até a eleição Realização da eleição em dia normal de trabalho, respeitando os horários de turnos e em horário que possibilite a participação da maioria dos empregados Voto secreto Apuração dos votos, em horário normal de trabalho, sendo definido pela Comissão Eleitoral a necessidade de acompanhamento de representantes de Sindicatos, Associações da Categoria etc Faculdade de eleição por meios eletrônicos Guarda, pelo empregador, dos documentos relacionados ao processo eleitoral por um período mínimo de 2 anos Os casos de denúncias sobre o processo eleitoral deverão ser enviados à Comissão Eleitoral até 15 dias, após a publicação do resultado da eleição. Em caso de anulação a empresa convocará nova eleição no prazo máximo de 05 dias, garantindo as inscrições anteriores e observados todos os prazos e regras estabelecidas para o processo eleitoral. 18

19 Assumirão a condição de membros titulares e suplentes, os candidatos mais votados Em caso de empate, assumirá aquele que tiver maior tempo de serviços prestados ao BANESTES S.A Os candidatos votados e não eleitos serão relacionados na ata de eleição e apuração, em ordem decrescente de votos, possibilitando nomeação posterior, em caso de vacância de suplentes Os casos omissos não contemplados neste regulamento, referentes ao processo eleitoral, serão analisados, decididos e conduzidos pela Comissão Eleitoral. 9. Conduta Diante de Dúvidas ou de Ações Contrárias ao Guia de Conduta Ética 9.1. Quando sentir-se ou estiver em situação de conflito de interesses, suspeitar ou tiver conhecimento de fatos que possam prejudicar a empresa ou que contrariem ou pareçam contrariar os princípios deste Guia, comunique imediatamente ao seu superior hierárquico. Não sendo possível esta comunicação, reportar-se ao Conselho de Ética Este Guia de Conduta Ética não detalha, necessariamente, todos os problemas que possam surgir no dia-a-dia. Entretanto, as linhas gerais aqui apresentadas permitem avaliar grande parte das situações. Surgindo dúvidas sobre qual deve ser a conduta mais correta a ser adotada procure ajuda de forma transparente Está disponível também o canal de comunicação 10. Gestão do Guia de Conduta Ética A gestão administrativa do Guia de Conduta Ética cabe a Gerência de Controles Internos. "Uma vida sem reflexão não vale a pena" (Sócrates) 19

20 Guia de Conduta Ética Apêndice "Nada podes ensinar ao homem. Podes somente ajudá-lo a descobrir o caminho dentro de si." (Galileu Galilei) 20

Código de Ética e Princípios de Negócios

Código de Ética e Princípios de Negócios Código de Ética e rincípios de Negócios Garantindo o desempenho com integridade Sumário Declaração do residente do Conselho de Administração e do Chefe Executivo Nossos Valores rincípios Básicos Administração

Leia mais

Página 3 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS. 4ª edição revista e ampliada. Página 4 DIREITOS RESERVADOS:

Página 3 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS. 4ª edição revista e ampliada. Página 4 DIREITOS RESERVADOS: Página 3 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS 4ª edição revista e ampliada Página 4 DIREITOS RESERVADOS: FENAJ - FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS HIGS 707 Bloco R, CASA 54. 70.351-718 Brasília - DF Fone:

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA NOS NEGÓCIOS

CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA NOS NEGÓCIOS CÓDIGO DE CONDUTA E ÉTICA NOS NEGÓCIOS ÍNDICE USO ADEQUADO DE BENS E INFORMAÇÕES Nosso compromisso 3 Nosso objetivo e nossos valores 4 A quem o código se aplica 5 O que os funcionários devem fazer 6 O

Leia mais

CPA-10 EDGAR ABREU. Edição: Julho/2014. cursos. Professor Edgar Abreu. edgarabreu@yahoo.com.br www.edgarabreu.com.br. prof.

CPA-10 EDGAR ABREU. Edição: Julho/2014. cursos. Professor Edgar Abreu. edgarabreu@yahoo.com.br www.edgarabreu.com.br. prof. cursos prof. EDGAR ABREU prepara você para CERTIFICAÇÕES CPA-10 Edição: Julho/2014 Professor Edgar Abreu edgarabreu@yahoo.com.br www.edgarabreu.com.br Sobre o autor Professor Edgar Abreu é mestrando em

Leia mais

DICAS PRÁTICAS PARA QUEM PENSA EM INVESTIR NUMA FRANQUIA

DICAS PRÁTICAS PARA QUEM PENSA EM INVESTIR NUMA FRANQUIA Marcelo Cherto PRESIDENTE DO GRUPO CHERTO www.cherto.com.br www.franchisestore.com.br DICAS PRÁTICAS PARA QUEM PENSA EM INVESTIR NUMA FRANQUIA O emprego é um animal em extinção Some-se à Globalização

Leia mais

4º C.C.O. Caderno de Comunicação Organizacional [ ] Por que investir em Comunicação Interna

4º C.C.O. Caderno de Comunicação Organizacional [ ] Por que investir em Comunicação Interna 4º C.C.O. Caderno de Comunicação Organizacional [ ] Por que investir em Comunicação Interna 2 C.C.O. Caderno de Comunicação Organizacional Por que investir em Comunicação Interna PREFÁCIO Em pouco mais

Leia mais

#$%&'()%*)+,&-. !"!#$%&'$()*)+,--'!"!

#$%&'()%*)+,&-. !!#$%&'$()*)+,--'!! Apresentar este Código de Ética das Empresas Eletrobras é, para nós e para todos e todas que participaram do seu processo de elaboração, motivo de grande orgulho. Trata-se de um feito histórico. Pela primeira

Leia mais

ESTUDO DE CASO A EXPERIÊNCIA DO BRASIL NA ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITO DE INTERESSES NO SERVIÇO PÚBLICO

ESTUDO DE CASO A EXPERIÊNCIA DO BRASIL NA ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITO DE INTERESSES NO SERVIÇO PÚBLICO ESTUDO DE CASO A EXPERIÊNCIA DO BRASIL NA ADMINISTRAÇÃO DE CONFLITO DE INTERESSES NO SERVIÇO PÚBLICO 1. Introdução O presente estudo objetiva identificar a estrutura legal e os mecanismos institucionais

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE PROJETOS DA PAISAGEM PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES

SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE PROJETOS DA PAISAGEM PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE DEPARTAMENTO DE PROJETOS DA PAISAGEM PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE MATAS CILIARES Currso:: Gesttão de Prrojjettos APOSTIILA maio, 2006 Introdução Conseguir terminar o

Leia mais

A RESPONSABILIDADE DOS ADMINISTRADORES E O DEVER DE DILIGÊNCIA. GT Interagentes

A RESPONSABILIDADE DOS ADMINISTRADORES E O DEVER DE DILIGÊNCIA. GT Interagentes A RESPONSABILIDADE DOS ADMINISTRADORES E O DEVER DE DILIGÊNCIA GT Interagentes A RESPONSABILIDADE DOS ADMINISTRADORES E O DEVER DE DILIGÊNCIA GT Interagentes 2014 2 A RESPONSABILIDADE DOS ADMINISTRADORES

Leia mais

Relações Governamentais Estrutura Organizacional

Relações Governamentais Estrutura Organizacional Site Alcoa Política de Relações Governamentais Alcoa América Latina Por que Relações Governamentais? A Alcoa é uma das maiores e mais destacadas empresas da América Latina e uma das maiores investidoras

Leia mais

Código de Conduta Ética do Servidor Público e da Alta Administração Estadual

Código de Conduta Ética do Servidor Público e da Alta Administração Estadual GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Código de Conduta Ética do Servidor Público e da Alta Administração Estadual ABRIL-2005 CONSELHO DE ÉTICA PÚBLICA ESTADO DE MINAS GERAIS G O V E R N O D O E S T A D O

Leia mais

É uma Questão de Ética. Política de Ética da Borealis

É uma Questão de Ética. Política de Ética da Borealis É uma Questão de Ética Política de Ética da Borealis 2 É uma Questão de Ética Introdução Ao vivenciar os nossos valores, asseguramos que a Política de Ética da Borealis não seja simplesmente palavras em

Leia mais

Como criar uma ONG. A) LEI DO TERCEIRO SETOR: AS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO (OSCIPs)

Como criar uma ONG. A) LEI DO TERCEIRO SETOR: AS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO (OSCIPs) Como criar uma ONG Esta publicação foi editada pela Revista IntegrAção - CETS/EAESP/FGV em abril de 2000. Tem como principal fonte de informação o Programa Estadual de Apoio às ONGs PROAONG, da Secretaria

Leia mais

SUMÁRIO. Normas Aplicáveis aos Servidores Públicos Federais

SUMÁRIO. Normas Aplicáveis aos Servidores Públicos Federais TRE-RJ SUMÁRIO Normas Aplicáveis aos Servidores Públicos Federais É ca no Serviço Público Código de é ca profissional do servidor público civil do poder execu vo federal (Decreto nº 1.171/1994)...3/5 Comportamento

Leia mais

Código ABVCAP ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para o Mercado de FIP e FIEE

Código ABVCAP ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para o Mercado de FIP e FIEE Código ABVCAP ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para o Mercado de FIP e FIEE TÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I PROPÓSITO E ABRANGÊNCIA CAPÍTULO II PRINCÍPIOS GERAIS 3 3 7 TÍTULO II FIP/FIEE

Leia mais

Essa publicação faz parte do AMIGO DA PEQUENA EMPRESA, um projeto do SEBRAE-SP em parceria com

Essa publicação faz parte do AMIGO DA PEQUENA EMPRESA, um projeto do SEBRAE-SP em parceria com Essa publicação faz parte do AMIGO DA PEQUENA EMPRESA, um projeto do SEBRAE-SP em parceria com a Casa do Contabilista de Ribeirão Preto Conselho Deliberativo Presidente: Fábio Meirelles (FAESP) ACSP Associação

Leia mais

Código de ética e conduta nos negócios. Julho de 2009

Código de ética e conduta nos negócios. Julho de 2009 Código de ética e conduta nos negócios Julho de 2009 Índice 3 Mensagem do diretor executivo da Flextronics 4 Cultura da Flextronics 5 Introdução 5 Autorizações, alterações e exceções 6 Comunicação imediata

Leia mais

Fatores organizacionais que geram insatisfação no servidor público e comprometem a qualidade dos serviços prestados

Fatores organizacionais que geram insatisfação no servidor público e comprometem a qualidade dos serviços prestados Fatores organizacionais que geram insatisfação no servidor público e comprometem a qualidade dos serviços prestados Ligia Maria Fonseca Affonso (AEDB) ligia.affonso@yahoo.com.br Henrique Martins Rocha

Leia mais

GUIA DO DIREITO À SAÚDE

GUIA DO DIREITO À SAÚDE GUIA DO DIREITO À SAÚDE Sistema Público de Saúde (SUS), medicamentos e planos de saúde Abril/2006 ÍNDICE 1. Apresentação... 4 2. O sistema público de saúde... 5 2.1. Introdução... 5 2.2. Perguntas e respostas

Leia mais

Gestão por competências em organizações de governo. Mesa-redonda de pesquisa-ação

Gestão por competências em organizações de governo. Mesa-redonda de pesquisa-ação Gestão por competências em organizações de governo Mesa-redonda de pesquisa-ação A Mesa-Redonda de Pesquisa-Ação em Gestão por Competências ocorreu no período de 9 de novembro de 2004 a 28 de março de

Leia mais

MANUAL OPERACIONAL PARA COMITÊS DE ÉTICA EM PESQUISA

MANUAL OPERACIONAL PARA COMITÊS DE ÉTICA EM PESQUISA Série CNS Cadernos Técnicos MANUAL OPERACIONAL PARA COMITÊS DE ÉTICA EM PESQUISA a)em pesquisas envolvendo crianças e adolescentes, portadores de perturbação ou doença mental e sujeitos em situação de

Leia mais

MUNICÍPIO QUE RESPEITA A CRIANÇA

MUNICÍPIO QUE RESPEITA A CRIANÇA MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Criança e do Adolescente MUNICÍPIO QUE RESPEITA A CRIANÇA MANUAL DE ORIENTAÇÃO AOS GESTORES MUNICIPAIS APRESENTAÇÃO:

Leia mais

A cultura da comunicação interna está cada vez mais consolidada em nosso mercado e as organizações sensíveis para o tema colocam-se com destaque em

A cultura da comunicação interna está cada vez mais consolidada em nosso mercado e as organizações sensíveis para o tema colocam-se com destaque em 2 Abertura O Caderno de Comunicação Organizacional intitulado Como entender a Comunicação Interna é uma contribuição da Associação Brasileira das Agências de Comunicação Abracom ao mercado. Neste caderno,

Leia mais

MPE MPE MPE O CAMINHO PARA TER SUCESSO NA CONTRATAÇÃO PÚBLICA DE RISCO AVALIAÇÃO ESCLARECIMENTO PEDIDO DE

MPE MPE MPE O CAMINHO PARA TER SUCESSO NA CONTRATAÇÃO PÚBLICA DE RISCO AVALIAÇÃO ESCLARECIMENTO PEDIDO DE O CAMINHO PARA TER SUCESSO NA CONTRATAÇÃO PÚBLICA PASSO A PASSO PARA MONTAR UMA LICITAÇÃO 1º - Procure o Sebrae AVALIAÇÃO DE RISCO SUBCONTRATAÇÃO COMPULSÓRIA DE COM PAGAMENTO DIRETO REGULAMENTAÇÃO LOCAL

Leia mais

MENSAGEM DOS PRESIDENTES DAS EMPRESAS DO COMPLEXO UNIMED...03 APRESENTAÇÃO...05 AS EMPRESAS DO COMPLEXO UNIMED...06

MENSAGEM DOS PRESIDENTES DAS EMPRESAS DO COMPLEXO UNIMED...03 APRESENTAÇÃO...05 AS EMPRESAS DO COMPLEXO UNIMED...06 MENSAGEM DOS PRESIDENTES DAS EMPRESAS DO COMPLEXO UNIMED...03 APRESENTAÇÃO...05 AS EMPRESAS DO COMPLEXO UNIMED...06 CÓDIGO DE CONDUTA ÉTICA DO COMPLEXO UNIMED... 08 1. Abrangência...08 2. Compromisso com

Leia mais

TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO ABAIXO AS PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO ABAIXO AS PERGUNTAS MAIS FREQUENTES TIRE SUAS DÚVIDAS SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO ABAIXO AS PERGUNTAS MAIS FREQUENTES Qual o benefício por registrar no CREF? O benefício é para a sociedade. O CREF é um órgão do serviço público federal

Leia mais

A responsabilidade social e o Serviço Social nas organizações empresariais

A responsabilidade social e o Serviço Social nas organizações empresariais A responsabilidade social e o Serviço Social nas organizações empresariais Maria José de Oliveira Lima SciELO Books / SciELO Livros / SciELO Libros LIMA, MJO. As empresas familiares da cidade de Franca:

Leia mais

Manual de Responsabilidade Técnica do Administrador

Manual de Responsabilidade Técnica do Administrador Manual de Responsabilidade Técnica do Administrador 1ª EDIÇÃO - 2007 CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO CONSELHOS REGIONAIS DE ADMINISTRAÇÃO CÂMARA DE FISCALIZAÇÃO E REGISTRO SAUS Qd. 01, Bl L, Ed. CFA

Leia mais