GPE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais. Boletim Mensal de Economia Portuguesa. N.

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1 Boletim Mensal de Economia Portuguesa N.º 01 janeiro 2017 Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia GPE AR I Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais Ministério das Finanças

2 Ficha Técnica Título: Boletim Mensal de Economia Portuguesa Data: janeiro de 2017 Elaborado com informação disponível até ao dia 27 de janeiro. Editores: Gabinete de Estratégia e Estudos Ministério da Economia Rua da Prata, Lisboa Telefone: Fax: URL: Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais Ministério das Finanças Av. Infante D. Henrique nº. 1 1.º Lisboa Telefone: Fax: URL: ISSN: (Esta publicação respeita as regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa)

3 GEE GPEARI 1. Enquadramento Internacional Atividade Económica Mundial No conjunto dos meses de outubro e novembro de, a produção industrial mundial acelerou para 2,2% em termos homólogos (1,6% no 3.º trimestre) devido sobretudo à melhoria das economias avançadas (particularmente significativa no Japão). 4,5 3,5 Figura 1.1.Produção Industrial (VH, em %) 1 6,0 Figura 1.2. Importações de Mercadorias (VH em volume, em %) 0,5-0,5 - Economia Mundial Economias Emergentes Fonte: CPB. * Média de outubro e novembro. Economias Avançadas Igualmente, o comércio mundial de mercadorias também acelerou, em resultado do maior dinamismo das exportações mundiais; já que as importações mundiais desaceleraram. De facto, no conjunto dos meses de outubro e novembro de e, em termos homólogos reais: - Economias Avançadas Economias Emergentes Ásia Fonte: CPB. * Média de outubro e novembro. Os dados disponíveis para o 4.º trimestre de, indicam um reforço das trocas comerciais dos países emergentes e em desenvolvimento (especialmente asiáticos). Já relativamente às economias avançadas, assistiu-se a uma desaceleração das importações, contrastando com uma melhoria das exportações. 1 6,0 Figura 1.3. Exportações de Mercadorias (VH em volume, em %) o comércio mundial aumentou 1,2% (1,1% no 3.º trimestre); as exportações mundiais reforçaram o seu crescimento para 1,8% (% no 3.º trimestre); enquanto as importações abrandaram para 0,7% (1,2% no 3.º trimestre). - Economias Avançadas Economias Emergentes Ásia Fonte: CPB. * Média de outubro e novembro. Quadro 1.1. Indicadores de Atividade Económica Mundial Indicador Unidade Fonte T 4T 1T 2T 3T ago set out nov Índice de Produção Industrial Mundial VH CPB 1,8 1,9 1,2 1,2 1,6 1,9 1,6 1,6 2,7 Economias Avançadas VH CPB 0,8-0,3-0,1 0,1 0,6 0,2 0,2 1,4 Economias Emergentes VH CPB 2,8 2,8 2,4 2,7 3,0 3,1 3,2 2,9 2,9 Comércio Mundial de Mercadorias VH CPB 1,6 1,3 0,9 1,4 1,1 2,1 1,2-0,3 2,7 Importações M undiais VH CPB 1,9 1,8 1,7 1,6 1,2 2,1 1,6-0,4 1,7 Economias Avançadas VH CPB 3,7 3,2 3,1 1,9 1,9 1,7 2,7-0,2 1,4 Economias Emergentes VH CPB -0,5-0,1-0,1-0,3 0,5 1,3-0,6 2,1 Exportações M undiais VH CPB 2,1 0,7 1,3 2,1 0,7-0,2 3,8 Economias Avançadas VH CPB 1,9 1,7 0,3 0,8 0,1 0,9 1,9 0,3 2,4 Economias Emergentes VH CPB 2,4 1,2 1,7 0,6 2,7 1,1 0,3-0,8 5,4 BMEP N.º Enquadramento Internacional 11

4 GEE GPEARI Atividade Económica Extra-UE No 4.º trimestre de, assistiu-se a um crescimento mais dinâmico das economias avançadas (tendo o PIB dos EUA acelerado) acompanhado por uma melhoria da produção industrial tanto do Japão como da União Europeia. A taxa de inflação homóloga das economias avançadas e da China acelerou na parte final do ano. Figura 1.4. PIB e componentes da Despesa em volume nos EUA (VH, em %) 3,0 III IV Figura 1.5. Consumo Privado e Vendas a Retalho dos EUA (VH, em %) 3,5 3,0 5,0 4,5 3,5 3,0 I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV Consumo Privado (real, escala da esquerda) Vendas a retalho (nominal, escala da direita) Fontes: Bureau of Economic Analysis; Census Bureau. - - PIB Consumo Privado Investim. Resid. Investim. não Resid. Export. Import. No 4.º trimestre de, o PIB da China aumentou para 6,8% em termos homólogos reais (6,7% no 3.º trimestre). Neste período, as trocas comerciais de bens melhoraram; embora as exportações tenham continuado a registar uma variação homóloga negativa em termos nominais. Fonte: Bureau of Economic Analysis. Nos EUA, o PIB acelerou para 1,9% em termos homólogos reais, no 4.º trimestre de (1,7% no 3.º trimestre) associado à melhoria da procura interna. Com efeito, o investimento privado recuperou, nomeadamente do segmento não residencial e o consumo privado manteve um forte crescimento (2,8%). O contributo das exportações líquidas para o crescimento do PIB tornou-se negativo associado ao abrandamento das exportações e ao forte crescimento das importações. Para o conjunto do ano de, o PIB desacelerou para 6,7% (o valor mais baixo dos últimos 25 anos) e, tanto as exportações como as importações de bens caíram para -7,2% e -5,3%, respetivamente (-2,9% e -14,3%, designadamente, em 2015). 7,8 7,6 Figura 1.6. PIB e Taxa de Inflação da China 3,1 2,8 No 4.º trimestre de, a taxa de desemprego desceu para 4,7% (4,9% no período precedente) e a taxa de inflação homóloga subiu para 1,8% (1,1% no 3.º trimestre). 7,4 7,2 7,0 6,8 2,2 1,9 1,6 1,3 6,6 I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV PIB, VH real (escala da esquerda) Taxa de Inflação Fonte: Instituto de Estatística da China. Quadro 1.2. Indicadores de Atividade Económica Extra-UE Indicador Unidade Fonte T 1T 2T 3T 4T set out nov dez EUA PIB real VH BEA 1,6 1,9 1,6 1,3 1,7 1, Índice de Produção Industrial VH BGFRS - -1,6-1,6-1,1 - -0,3-1,1-0,7-0,8 0,5 Índice ISM da Indústria Transformadora % ISM 5 48,6 49,8 51,8 51,2 53,3 5 51,9 53,2 54,7 Índice ISM dos Serviços % 58,1 60,2 57,2 57,8 57,1 60,3 60,3 57,7 61,7 61,4 Indicador de Confiança dos Consumidores SRE Michigan 91,8 91,3 91,6 92,4 90,3 93,1 91,2 87,2 93,8 98,2 Taxa de Desemprego % BLS 4,9 5,0 4,9 4,9 4,9 4,7 4,9 4,8 4,6 4,7 China PIB real VH NBSC 6,7 6,8 6,7 6,7 6,7 6, Expo rtações VH MC -7,2-5,3-11,3-6,0-6,7-4,5-10,2-7,5 0,1-6,1 Japão PIB real VH COGJ : 1,2 0,3 0,9 : BMEP N.º Enquadramento Internacional

5 dez-14 jun-15 dez-15 jun-16 dez-16 GEE GPEARI Atividade Económica da UE No 4.º trimestre de, o indicador de sentimento económico teve uma recuperação significativa tanto para a União Europeia (UE) como para a área do euro (AE), resultando da melhoria de todos os indicadores de confiança. De acordo com o indicador previsional do Banco de Itália, de dezembro de, o PIB trimestral em cadeia da área do euro aumentou para o valor mais elevado desde a primavera de 2011 (+0,3%, no 3.º trimestre de ). Figura 1.7. PIB e Indicador de Sentimento Económico 109 Em novembro de, a taxa de desemprego desceu para 8,3% na UE (8,4% em outubro); enquanto se manteve em 9,8% para a AE. Em dezembro de, as expectativas dos empresários da área do euro quanto à criação de emprego pioraram para os setores da indústria transformadora, serviços e comércio a retalho; enquanto melhoraram para o ramo da construção. Figura 1.9. Mercado de Trabalho da Área do Euro 11, ,3 2 0,5-0,5 - - I II III IV I II III IV I II III IV I II III IV ,7 10,4 10,1 9,8 9, AE-19: PIB (VH real, escala da esquerda) Fontes: Comissão Europeia; Eurostat. UE-28: PIB (VH real, escala da esquerda) AE-19: Indicador de Sentimento Económico UE-28: Indicador de Sentimento Económico Os indicadores quantitativos para a área do euro, no conjunto dos meses de outubro e novembro de, indicam um reforço da atividade económica (produção industrial; vendas a retalho e exportações de bens em termos nominais). Figura 1.8. Exportações e Encomendas externas da Área do Euro 6, Taxa de Desemprego (Em %, escala da esquerda) Expectativas de Emprego na Ind.Transf. (SRE-VCS) Fontes: Comissão Europeia; Eurostat. Em dezembro de, a taxa de inflação homóloga da área do euro subiu para 1,1% (o valor mais elevado desde outubro de 2013) devido sobretudo à recuperação dos preços de energia e à aceleração dos preços de bens alimentares não transformados. No entanto, para o conjunto do ano de, a taxa de inflação aumentou apenas para 0,2% em média anual (% em 2015) refletindo uma quebra menos acentuada dos preços de energia, para -5,0%, em média (-6,9%, no ano de 2015); já que a inflação subjacente manteve-se em 0,8%. - - Exportações (VH nominal, escala da esquerda) -16, ,0 Carteira de Encomendas Externa (SRE-VCS, escala da direita) Fontes: Comissão Europeia; Eurostat. * P/Exportações, média de outubro e novembro. Quadro 1.3. Indicadores de Atividade Económica da UE Indicador Unidade Fonte T 1T 2T 3T 4T set out nov dez União Europeia (UE-28) PIB real VH Eurostat : 2,1 1,9 1,9 1,9 : Indicador de Sentimento Económico Índice CE 105,9 107,7 105,5 105,5 104,7 107,8 105,5 106,9 107,3 109,1 Área do Euro (AE-19) PIB real VH Eurostat : 1,7 1,7 1,7 : Indicador de Sentimento Económico Índice CE 104,9 106, ,3 104,3 106,9 104,9 106,4 106,6 107,8 Índice de Produção Industrial VH Eurostat : 1,4 1,1 1,2 : 1,4 0,8 3,0 : Índice de Vendas a Retalho VH real : 2,4 2,2 1,8 1,4 : 1,1 2,7 2,2 : Taxa de Desemprego % : 10,5 10,3 10,1 1 : 9,9 9,8 9,8 : IHPC VH 0,2 0,2-0,1 0,3 0,7 0,4 0,5 0,6 1,1 BMEP N.º Enquadramento Internacional 13

6 jan-15 mai-15 jul-15 nov-15 jan-16 mai-16 jul-16 nov-16 jan-17 jan-15 mai-15 jul-15 nov-15 jan-16 mai-16 jul-16 nov-16 jan-17* jan-15 mai-15 jul-15 nov-15 jan-16 mai-16 jul-16 nov-16 jan-17* GEE GPEARI Mercados Financeiros e Matérias-Primas Em janeiro de 2017, as taxas de juro de curto prazo prosseguiram o seu movimento descendente para a área do euro, renovando níveis historicamente baixos, para -0,33%, em média, até ao dia 27 (-0,26%, em média para o ano de ). Nos EUA, as taxas de juro a 3 meses acentuaram o movimento de subida no inívio do ano, sendo de 2%, em média, até dia 27 (0,74%, em média, no ano de ). Figura Taxa de Juro a 3 meses do mercado monetário (Média mensal, em %) 4 0,86 0,68 0,50 0,32 0,14 Área do euro EUA Em janeiro de 2017, o euro apreciou-se face ao dólar, tendo atingido 7 no dia 27. Mas, ao longo do ano de, o euro face ao dólar seguiu uma trajetória marcadamente descendente, para se situar em 5 no final de, representando uma depreciação de 3,2% face ao final de 2015 (9). Esta evolução deu-se num contexto de políticas monetárias divergentes entre os dois lados do Atlântico. Em dezembro de, o índice de preços relativo ao preço do petróleo importado subiu para 44,8 (por memória atingiu o valor 100 durante a crise petrolífera de 1979). Em janeiro de 2017 e, até ao dia 27, o preço do petróleo Brent continuou a aumentar, para se situar, em média, em 56 USD/bbl (52 /bbl), influenciado pelo recente acordo alcançado entre países membros e não membros da OPEP para um corte na produção, a partir do início de ,22-0,40 Figura Preço médio Spot do Petróleo Brent 70 (Em USD e euros) Fonte: BCE; IGCP. * Média até ao dia 27. Em dezembro de, as taxas de juro de longo prazo subiram tanto para os EUA como para a área do euro, embora de forma mais acentuada para o primeiro caso. Também, os investidores penalizaram alguns mercados obrigacionistas (Portugal, Itália) resultando num aumento do diferencial face à Alemanha, devido, em parte, à fragilidade do setor bancário de ambos. Figura Taxa de Câmbio do Euro face ao Dólar (fim do período) 1,15 65 US dólares Fontes: DGEG, IGCP e BP. * Média até ao dia 27. eur/barril 1,13 1,11 9 No 4.º trimestre de, o preço das matérias-primas não energéticas acelerou, tendo aumentado 9,8% em termos homólogos (1,3% no 3.º trimestre) tendência que se estendeu a todos os produtos, com destaque para os metais e os inputs industriais. 7 5 Fonte: Banco de Portugal. Para janeiro, o valor é do dia 27. Quadro 1.4. Indicadores Monetários e Financeiros Internacionais Indicador Unidade Fonte T 1T 2T 3T 4T set out nov dez Taxa Euribor a 3 meses* % BP -0,32-0,13-0,24-0,28-0,30-0,32-0,30-0,31-0,31-0,32 Yield OT 10 anos EUA** % Eurostat 1,84 2,18 1,91 1,75 6 2,13 1,63 1,76 2,14 2,49 Yield OT 10 anos Área do euro** % 0,93 1,18 3 0,94 0,66 1,10 0,74 0,78 1,23 1,29 Taxa de Câmbio* Eur/USD BP ,139 1,110 1, , Dow Jones* VC Yahoo 13,4 7,0 1,4 2,1 7,9-0,5-0,9 5,4 3,3 DJ Euro Stoxx50* VC 0,7 5,4 - -4,7 4,8 9,6-0,7 1,8-0,1 7,8 Spot do Petróleo Brent em USD/bbl** USD/bbl DGEG 45,06 44,78 35,14 46,96 46,97 51,16 47,30 51,39 47,13 54,95 Spot do Petróleo Brent em USD/bbl** VH -16,0-41,9-36,2-26,0-8,3 14,3-2,7 4,2 2,4 4 Spot do Petróleo Brent em euros/bbl** VH DGEG e BP -15,8-33,7-34,8-27,6-8,7 16,1-2,6 6,1 1,8 45,5 Preço Relativo do Petróleo em euros*** 1979=100 GEE 34,4 36,8 25,3 35,4 36,3 40,8 36,6 39,7 37,8 44,8 * Fim de período; ** Valores médios; *** Preço Relativo do Petróleo é o rácio entre o preço de importação de ramas de petróleo bruto em euros e o deflator do PIB em Portugal. 14 BMEP N.º Enquadramento Internacional

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