O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM OS SISTEMAS DE SAÚDE?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM OS SISTEMAS DE SAÚDE?"

Transcrição

1 Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0640 Prof. Dr. Paulo Eduardo Elias 2011 Paulo Eduardo Elias Ana Luiza Viana O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM OS SISTEMAS DE SAÚDE? 1

2 SISTEMA DE SAÚDE Sistemas de saúde são construções sociais cujo objetivo é garantir meios adequados para que os indivíduos façam frente a riscos sociais, i como o de adoecer e necessitar de assistência, para os quais, por meios próprios, não teriam condições de prover. Desta forma, os sistemas de saúde têm como compromisso primordial garantir o acesso aos bens e serviços disponíveis em cada sociedade para a manutenção e a recuperação da saúde dos indivíduos. COMO SÃO FINANCIADOS OS SISTEMAS DE SAÚDE? 2

3 FINANCIAMENTO Os sistemas de saúde são financiados exclusivamente por recursos públicos (impostos)ou fundos privados (desembolso direto, co-pagamento) e, alternativamente, por um mix destas fontes. QUAIS OS COMPONENTES DE UM SISTEMA DE SAÚDE? 3

4 COMPONENTES Os sistemas de saúde são compostos de estruturas com atividades bastante distintas, porém conexas, que podem ser classificadas em Dois grandes grupos: as estruturas assistenciais e as de função do Sistema. ASSISTENCIAIS: rede de serviços (hospitais, ambulatórios, consultórios, laboratórios clínicos e radiológicos) e pessoal de saúde (profissionais e técnicos com formação específica em saúde e Trabalhadores em saúde) Função de produzir serviços de saúde. FUNÇÕES: sistemas de planejamento, informação, controle e avaliação. Atividade de organização e regulação do funcionamento do sistema. COMO FUNCIONAM OS SISTEMAS DE SAÚDE? 4

5 FUNCIONAMENTO A noção de sistema de saúde exige organização dos componentes, tendo como elemento direcionador a integração ou articulação das unidades. A organização implica diminuição do grau de entropia intra e interunidades, acarretando diminuição no grau de liberdade de instituições, profissionais e usuários. Instituições: escolha do perfil de procedimentos a realizar; Profissionais: procedimentos e rotinas adotadas como por exemplo os protocolos clínicos; Usuários: regra para acessar os serviços disponíveis (portas de entradas e saídas para se locomover no sistema) racionalizar o acesso aos serviços. SISTEMA DE SAÚDE São várias as maneiras adotadas pelos sistemas de saúde para racionalizar o acesso aos serviços de saúde. Contudo, a forma adotada inicialmente pelo NHS inglês se consagrou e passou a ser referência no debate sobre o tema. Ela adota três níveis de atenção e distribui os serviços entre eles. A lógica subjacente a esta racionalização é econômica, mas também bastante operacional ao permitir a hierarquização da tecnologia material para as ações de saúde em situações bastante diversas de sua oferta, bem como a distribuição dos eventos a serem atendidos segundo sua freqüência na população. 5

6 Pirâmide do Sistema de Saúde Terciário Esferas de Atendimento Locais de Atendimento Hospitais Especializados Secundário Hospitais Gerais e Ambulatórios Especializados Primário Centros de Saúde, UBS e Consultórios Domicilio COMO É O SISTEMA DE SAÚDE NO BRASIL? 6

7 SISTEMA DE SAÚDE NO BRASIL A Constituição Federal de 1988 consagra a saúde como Direito de todos e dever do Estado e institui o Sistema Único de Saúde mas, também legitima a atuação do setor privado de saúde que se arregimenta no Sistema Supletivo de Assistência Médica. O Sistema de Saúde Brasileiro é constituído por pelo menos dois subsistemas: um governamental (SUS) e outro privado (SSAM) QUAIS OS PRINCÍPIOS DO SUS? 7

8 PRINCÍPIOS DO SUS UNIVERSALIDADE NO ACESSO IGUALDADE NO TRATAMENTO EQUIDADE NA DISTRIBUIÇÃO DE RECURSOS COMO O SUS É FINANCIADO? 8

9 FINANCIAMENTO DO SUS Conta com recursos das três esferas de governo: União, Estados e Municípios (solidariedade dos entes federados); UNIÃO: recursos do tesouro (impostos e contribuições) ESTADOS: recursos próprios (impostos estaduais) e transferências da União (Fundo de Participação dos Estados) MUNICÍPIOS: recursos próprios (impostos municipais), transferências da União (Fundo de Participação dos Municípios). QUAL A ESTRUTURA DO SUS? 9

10 ESTRUTURA DO SUS ASSISTENCIAIS Hospitais: rede própria (principalmente, estadual e municipal) e rede contratada (segmento lucrativo e não lucrativo); Ambulatórios Especializados; Unidade Básica de Saúde/Centros de Saúde; Serviços de Diagnose e Terapêutica (radiologia e laboratórios clínicos) FUNÇÕES Ministério da Saúde e Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde (sistemas de planejamento, informação, controle e avaliação) Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) O QUE É O SISTEMA SUPLETIVO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA? 10

11 BREVE RESUMO SOBRE O SSAM Sistema privado de saúde que pela Constituição deveria ser complementar ao SUS; Financiado por meio do desembolso direto (pagamento com recursos próprios pelo adquirente do plano) ou por renúncia fiscal: abatimento do imposto de renda devido para pessoa física (integral) ou jurídica (95%). Organiza-se em várias modalidades sendo as principais: medicina de grupo, seguro saúde, cooperativas médicas e auto-gestão; Objetivam o lucro ou a prestação de serviços de saúde para comunidades fechadas. ESTRUTURA DO SSAM ASSISTENCIAIS Hospitais: rede própria e rede contratada (segmento lucrativo e não lucrativo); Serviços Clínicos Especializados e Ambulatórios Consultórios; Serviços de Diagnose e Terapêutica (radiologia e laboratórios clínicos) FUNÇÕES Operadoras de planos, unidades de auto-gestão e cooperativas *Seguro Saúde não possuí estrutura própria e apenas disponibiliza toda a rede privada de serviços disponíveis. 11

12 Quadro Resumo da Estrutura e dos Serviços SUS SSAM Modalidades: planos de saúde; seguro-saúde; cooperativa médica; auto-gestão Rede Própria Federal Estadual Municipal Rede Própria Plano de Saúde Cooperativa Médica Auto-gestão Rede Contratada Hospitais Lucrativos Hospitais Não Lucrativos (Santas Casas de Misericordia) Rede Credenciada ou Contratada Plano de Saúde Cooperativa Médica Auto-gestão Intermediação Seguro-Saúde Tipo de Equipamentos Unidades Básicas de Saúde/Centros de Saúde Ambulatórios Hospitais Serviços de Diagnósticos e Terapêutica Consultórios Médicos Ambulatórios e Serviços Clínicos Hospitais Serviços de Diagnósticos e Terapêutica 12

Grupo Técnico da Comissão Intergestores Tripartite Diretrizes para Organização das Redes de Atenção à Saúde do SUS

Grupo Técnico da Comissão Intergestores Tripartite Diretrizes para Organização das Redes de Atenção à Saúde do SUS Grupo Técnico da Comissão Intergestores Tripartite Diretrizes para Organização das Redes de Atenção à Saúde do SUS Versão/dezembro 2010 Proposta De Documento (Versão Final para Análise) 1 SUMÁRIO GRUPO

Leia mais

AGENDA ESTRATÉGICA PARA A SAÚDE NO BRASIL 1

AGENDA ESTRATÉGICA PARA A SAÚDE NO BRASIL 1 AGENDA ESTRATÉGICA PARA A SAÚDE NO BRASIL 1 A Agenda Estratégica propõe as seguintes diretrizes: Em seus 22 anos de existência, o Sistema Único de Saúde (SUS) avançou. O atendimento público no Brasil se

Leia mais

A Reforma do Sistema de Saúde no Brasil e o Programa de Saúde da Família 1

A Reforma do Sistema de Saúde no Brasil e o Programa de Saúde da Família 1 A Reforma do Sistema de Saúde no Brasil... A Reforma do Sistema de Saúde no Brasil e o Programa de Saúde da Família 1 ANA LUIZA D ÁVILA VIANA 2 MARIO ROBERTO DAL POZ 3 RESUMO O texto examina as etapas

Leia mais

NORMA OPERACIONAL BÁSICA DE RECURSOS HUMANOS DO SUAS NOB-RH/SUAS

NORMA OPERACIONAL BÁSICA DE RECURSOS HUMANOS DO SUAS NOB-RH/SUAS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional da Assistência Social NORMA OPERACIONAL BÁSICA DE RECURSOS HUMANOS DO SUAS NOB-RH/SUAS SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - SUAS

Leia mais

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NA ATENÇÃO BÁSICA

ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NA ATENÇÃO BÁSICA MINISTÉRI DA SAÚDE Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NA ATENÇÃ BÁSICA INSTRUÇÕES TÉCNICAS

Leia mais

O Papel do Estado no Sistema Único de Saúde: uma investigação teórico-bibliográfica e prática em. Minas Gerais

O Papel do Estado no Sistema Único de Saúde: uma investigação teórico-bibliográfica e prática em. Minas Gerais O Papel do Estado no Sistema Único de Saúde: uma investigação teórico-bibliográfica e prática em Minas Gerais Lêda Menezes Brant Lêda Menezes Brant O Papel do Estado no Sistema Único de Saúde: uma investigação

Leia mais

Política Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS. - material de apoio -

Política Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS. - material de apoio - Política Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS - material de apoio - Sumário 1. Documento Base para gestores e trabalhadores do SUS 03 2. Glossário HumanizaSUS 10 3. O Grupo de Trabalho

Leia mais

Documento Orientador de apoio aos debates da 15ª Conferência Nacional de Saúde

Documento Orientador de apoio aos debates da 15ª Conferência Nacional de Saúde Documento Orientador de apoio aos debates da 15ª Conferência Nacional de Saúde APRESENTAÇÃO O Conselho Nacional de Saúde (CNS), órgão vinculado ao Ministério da Saúde 1, deliberou pela realização da 15ª

Leia mais

Art. 2 O Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS é regido pelos seguintes princípios:

Art. 2 O Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS é regido pelos seguintes princípios: LEI Nº 1720/2012 Dispõe sobre o Sistema Municipal de Assistência Social de Mangueirinha SUAS (Sistema Único de Assistência Social). Faço saber, que a Câmara Municipal de Mangueirinha, Estado do Paraná

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Orientações para Contratação de Serviços no Sistema Único de Saúde

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Orientações para Contratação de Serviços no Sistema Único de Saúde MINISTÉRIO DA SAÚDE Manual de Orientações para Contratação de Serviços no Sistema Único de Saúde BRASÍLIA DF 2007 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE REGULAÇÃO, AVALIAÇÃO

Leia mais

Política de saúde nos anos 90: relações intergovernamentais e o papel das Normas Operacionais Básicas*

Política de saúde nos anos 90: relações intergovernamentais e o papel das Normas Operacionais Básicas* 269 Política de saúde nos anos 90: relações intergovernamentais e o papel das Normas Operacionais Básicas* Health policy in the 1990s: inter-governmental relations and the Basic Operational Norms DEBATE

Leia mais

GUIA DO DIREITO À SAÚDE

GUIA DO DIREITO À SAÚDE GUIA DO DIREITO À SAÚDE Sistema Público de Saúde (SUS), medicamentos e planos de saúde Abril/2006 ÍNDICE 1. Apresentação... 4 2. O sistema público de saúde... 5 2.1. Introdução... 5 2.2. Perguntas e respostas

Leia mais

VOLUME 1 DIRETRIZES OPERACIONAIS. Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão

VOLUME 1 DIRETRIZES OPERACIONAIS. Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão VOLUME 1 DIRETRIZES OPERACIONAIS Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão S É R I E PACTOS PELA SAÚDE 2006 VOLUME 1 DIRETRIZES OPERACIONAIS Pactos pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão Documento

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica. Conselho Escolar e o financiamento da educação no Brasil

Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica. Conselho Escolar e o financiamento da educação no Brasil Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica Conselho Escolar e o financiamento da educação no Brasil Brasília - DF Junho de 2006 Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro da Educação

Leia mais

O Sistema Único de Saúde

O Sistema Único de Saúde INTRODUÇÃO A Reforma Sanitária Brasileira foi proposta num momento de intensas mudanças e sempre pretendeu ser mais do que apenas uma reforma setorial. Almejava-se, desde seus primórdios, que pudesse servir

Leia mais

ATUAÇÃO Para que a atuação de uma UPA seja efetiva, a sua relação com os demais serviços de saúde do SUS, na opinião. Reportagem de Marla Cardoso

ATUAÇÃO Para que a atuação de uma UPA seja efetiva, a sua relação com os demais serviços de saúde do SUS, na opinião. Reportagem de Marla Cardoso SALVADOR SCOFANO/GOVERNO DO ESTADO RJ ATENÇÃO ÀS 20 Atuação das UPAs modifica o cenário de atendimento no país, mas necessita que a integração com outras unidades assistenciais seja melhorada iante da

Leia mais

GUIA DO CONSUMIDOR. Informações importantes para contratar e usar bem seu plano de saúde. Por Nadja Sampaio

GUIA DO CONSUMIDOR. Informações importantes para contratar e usar bem seu plano de saúde. Por Nadja Sampaio GUIA DO CONSUMIDOR Informações importantes para contratar e usar bem seu plano de saúde Por Nadja Sampaio GUIA DO CONSUMIDOR Informações importantes para contratar e usar bem seu plano de saúde 1. 2.

Leia mais

CARLA DA COSTA CAMPOS UM ESTUDO DAS RELAÇÕES ENTRE OPERADORAS DE PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E PRESTADORES DE SERVIÇO

CARLA DA COSTA CAMPOS UM ESTUDO DAS RELAÇÕES ENTRE OPERADORAS DE PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E PRESTADORES DE SERVIÇO CARLA DA COSTA CAMPOS UM ESTUDO DAS RELAÇÕES ENTRE OPERADORAS DE PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE E PRESTADORES DE SERVIÇO Trabalho de Conclusão do Curso de Mestrado Profissionalizante em Engenharia como requisito

Leia mais

PLANO NACIONAL DE SAÚDE NO SISTEMA PENITENCIÁRIO

PLANO NACIONAL DE SAÚDE NO SISTEMA PENITENCIÁRIO MINISTÉRIO DA SAÚDE PLANO NACIONAL DE SAÚDE NO SISTEMA PENITENCIÁRIO 2.ª edição Brasília DF 2005 MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas PLANO

Leia mais

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968

O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 O Suas Sistema Único da Assistência Social em perspectiva Valéria Cabral Carvalho, CRESS nº 0897 Luiza Maria Lorenzini Gerber, CRESS nº 0968 Com a Constituição Federal de 1988, a Assistência Social passa

Leia mais

O SUS pode ser seu melhor plano de saúde. Terceira Edição

O SUS pode ser seu melhor plano de saúde. Terceira Edição O SUS pode ser seu melhor plano de saúde Terceira Edição O SUS pode ser seu melhor plano de saúde São Paulo - Brasil 2006 O SUS PODE SER SEU MELHOR PLANO DE SAÚDE Organizadores: Andrea Salazar, Karina

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 8.742, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1993. Mensagem de veto Regulamento Dispõe sobre a organização da Assistência Social e dá outras providências.

Leia mais

Ficha Catalográfica. 1. Assistência farmacêutica. 2. Organização e Administração. 3. Sistema Único de Saúde. I. Título. II. Série.

Ficha Catalográfica. 1. Assistência farmacêutica. 2. Organização e Administração. 3. Sistema Único de Saúde. I. Título. II. Série. 2006 Ministério da Saúde. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial. A responsabilidade

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS FEDERAIS

GESTÃO DE RECURSOS FEDERAIS GESTÃO DE RECURSOS FEDERAIS Manual para os Agentes Municipais Secretaria Federal de Controle Interno 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...7 A ORGANIZAÇÃO POLÍTICO-ADMINISTRATIVA DO BRASIL...9 ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA...10

Leia mais

RESOLUÇÃO CNAS Nº 4, DE 13 DE MARÇO DE 2013.

RESOLUÇÃO CNAS Nº 4, DE 13 DE MARÇO DE 2013. RESOLUÇÃO CNAS Nº 4, DE 13 DE MARÇO DE 2013. Institui a Política Nacional de Educação Permanente do Sistema Único da Assistência Social PNEP/SUAS. O CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - CNAS, em reunião

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional de Assistência Social

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional de Assistência Social MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional de Assistência Social Brasília DF Julho 2007 Plano Decenal - SUAS Plano 10 2007 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM nº 2.077/14

RESOLUÇÃO CFM nº 2.077/14 RESOLUÇÃO CFM nº 2.077/14 Dispõe sobre a normatização do funcionamento dos Serviços Hospitalares de Urgência e Emergência, bem como do dimensionamento da equipe médica e do sistema de trabalho. O CONSELHO

Leia mais

NOB-RH/SUAS: ANOTADA E COMENTADA

NOB-RH/SUAS: ANOTADA E COMENTADA NOB-RH/SUAS: ANOTADA E COMENTADA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DEPARTAMENTO DE GESTÃO DO SUAS COORDENAÇÃO-GERAL DE IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO

Leia mais

Legislação e Políticas Públicas sobre Drogas no. B r a s i l

Legislação e Políticas Públicas sobre Drogas no. B r a s i l Legislação e Políticas Públicas sobre Drogas no B r a s i l Brasília - 2010 Legislação e Políticas Públicas sobre Drogas no Brasil Brasília-2010 Presidência da República Vice-Presidência da República Gabinete

Leia mais

Contatos: Coordenação-Geral de Saúde Bucal/DAD/SAS/MS Correio eletrônico: cosab@saude.gov.br

Contatos: Coordenação-Geral de Saúde Bucal/DAD/SAS/MS Correio eletrônico: cosab@saude.gov.br Figura 1 Principais ações da Política Nacional de Saúde Bucal Brasil Sorridente Fonte: Ministério da Saúde. Contatos: Coordenação-Geral de Saúde Bucal/DAD/SAS/MS Correio eletrônico: cosab@saude.gov.br

Leia mais