ATUAÇÃO Para que a atuação de uma UPA seja efetiva, a sua relação com os demais serviços de saúde do SUS, na opinião. Reportagem de Marla Cardoso

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ATUAÇÃO Para que a atuação de uma UPA seja efetiva, a sua relação com os demais serviços de saúde do SUS, na opinião. Reportagem de Marla Cardoso"

Transcrição

1 SALVADOR SCOFANO/GOVERNO DO ESTADO RJ ATENÇÃO ÀS 20 Atuação das UPAs modifica o cenário de atendimento no país, mas necessita que a integração com outras unidades assistenciais seja melhorada iante da necessidade de expandir a rede de assistência às urgências e regionalizar esses atendi- Dmentos no país, o MS (Ministério da Saúde) insti- tuiu as UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), definidas como estruturas de complexidade intermediária entre as Unidades Básicas de Saúde e as portas de urgência hospitalares, compondo uma rede organizada de atenção às urgências. A Política Nacional de Atenção às Urgências foi uma prioridade do governo Lula e a atribuição das UPAs surgiu como suporte da atenção básica para o atendimento às urgências menos graves, por isso sua implantação é dependente da integração com a rede de atenção básica, explica a médica e pesquisadora na área de Urgências, Gisele O dwyer. Desde a instituição das Unidades e com a publicação de portarias que estabeleceram pré-requisitos para a implantação destes centros, o atendimento às urgências no Brasil começou a ganhar um novo contorno. As UPAs completam o sistema de saúde com atendimento de Urgência e Emergência, servindo de retaguarda para as Unidades Básicas de Saúde e aliviando a pressão de demanda sobre os hospitais. Além disso, e talvez a mais importante vantagem das Unidades, é sua função enquanto Observatório do Sistema, aumentando a capacidade de captação de usuários para o cuidado integral com a saúde, afirma o secretário de Saúde de São Bernardo do Campo/SP, Arthur Chioro. A opinião do secretário é compartilhada com a visão de dirigentes de Unidades que têm implantado e acompanhado o desenvolvimento das UPAs em diferentes regiões do Brasil. Ao longo da reportagem é possível conhecer como essas Unidades estão se desenvolvendo no país, como sua implantação é definida, quais as suas prioridades e dificuldades de atuação e a importância das UPAs para a assistência à saúde pública brasileira. 20 Emergência

2 URGÊNCIAS HISTÓRICO As UPAs são integrantes do componente pré-hospitalar fixo e devem ser implantadas em locais estratégicos para a configuração das redes de atenção à urgência, com acolhimento e classificação de risco em todas as unidades, em conformidade com a Política Nacional de Atenção às Urgências. Sua estratégia de atendimento está diretamente relacionada ao trabalho do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que organiza o fluxo de atendimento e encaminha o paciente ao serviço de saúde adequado à situação. Para estabelecer as diretrizes para a implantação do componente pré-hospitalar fixo, indicando as competências e responsabilidades das UPAs, bem como detalhes sobre a estrutura física mínima para uma Unidade, o Ministério da Saúde publicou, no dia 13 de maio de 2009, a portaria nº Em julho de 2011, a portaria nº 1.601, revogada pela de nº 2648, estabeleceu novos critérios para a implantação do componente Unidades de Pronto Atendimento e o conjunto de serviços de urgência 24h da Rede de Atenção às Urgências. A proposta de integrar as UPAs à rede de atenção básica de saúde foi importante na visão da pesquisadora Gisele O dwyer para diferenciá-las dos antigos centros de pronto atendimento. Eles produziam atendimento de baixa qualidade e pequena resolutividade com repetidos retornos e enorme produção de consultas de urgência, destaca. Por outro lado, a pesquisadora defende que a atuação das Unidades ainda funciona como escoamento para a atenção básica, que tem dificuldade com a demanda espontânea, e para as emergências hospitalares, que têm dificuldade com a pequena urgência. Se pensarmos no exemplo do Rio de Janeiro, as UPAs foram implantadas como estratégia compensatória da insuficiência da atenção básica e da superlotação das emergências hospitalares no município, em especial entre os anos de 2007 e O Rio é um caso emblemático, já que tem a maior rede de UPAs do Brasil, enfatiza. ATUAÇÃO Para que a atuação de uma UPA seja efetiva, a sua relação com os demais serviços de saúde do SUS, na opinião Reportagem de Marla Cardoso Emergência 21

3 VANOR CORREIA/GOVERNO DO ESTADO RJ de Gisele, deve construir fluxos de atendimento, preferencialmente pactuados e que produza informação para a gestão. As UPAs são informatizadas, mas, em geral, não produzem informação para o planejamento. Elas devem se somar à atenção primária a fim de favorecer a regionalização, sugere. Já para o diretor técnico do Sistema de Urgência e Emergência de Curitiba/ PR, Eduardo Mischiatti, para que a atuação das Unidades seja efetiva, deve haver uma política de consolidação do binômio UPA/unidades básicas, para que se possa implementar mecanismos de integração com todos os demais pontos de atenção, incluindo os hospitais, por meio de um complexo regulador efetivo. Na visão do secretário de Saúde de São Bernardo do Campo/SP, Arthur Chioro, as Unidades também devem conseguir funcionar como Observatório do Sistema de Saúde, referenciando os pacientes para a Unidade Básica de Saúde de referência de seu território, para que a atenção básica consiga fazer a UPAs são estruturas de complexidade intermediária entre Unidades Básicas de Saúde e as portas de urgência hospitalares gestão do cuidado de cada usuário. Além disso, esses fluxos devem ter um espaço real de discussão, com participação de todos os serviços em reuniões territoriais respaldadas pelo nível central, que garantam que todos os pontos dessa rede entendam a missão de cada unidade, suas necessidades, dificuldades e potencialidades, opina Chioro. DIRETRIZES A portaria que redefiniu as diretrizes para implementação das Unidades estabelece que a UPA deve ser implantada em locais e unidades estratégicas para a configuração da Rede de Atenção às Urgências, em conformidade com a lógica de acolhimento e a classificação de risco, funcionando 24h do dia e em todos os dias da semana, além de possuir equipe multiprofissional interdisciplinar compatível com o seu porte. O ideal seria que estas Unidades estivessem inseridas em uma rede de serviços de saúde, hierarquizada com fluxos multidirecionais que permitam a construção de projetos terapêuticos adequados para os usuários, apoiados na gestão do cuidado no nível da atenção básica, opina Chioro. Já Mischiatti acredita que o Ministério da Saúde vem condicionando algumas contrapartidas que favorecem a racionalização de utilização das UPAs. A recomendação de inserção da atenção básica como ponto de entrada na Rede da Urgência e Emergência, bem como a resolubilidade de cada ponto, hierarquizado e regulado pelo Complexo Regulador, fará com que o dimensionamento de uma UPA não sofra a sobrecarga por ser esta a única alternativa ao cidadão, indica. COMPETÊNCIAS Em relação às competências da UPA na Rede de Atenção às Urgências, a portaria indica que à Unidade cabe acolher os usuários e seus familiares sempre que buscarem atendimento, articular-se com a atenção básica à saúde, SAMU 192, unidades hospitalares, unidades de apoio diagnóstico e terapêutico e com outros serviços de atenção à saúde. As Unidades devem prestar atendimento resolutivo e qualificado aos pacientes acometidos por quadros agudos de natureza clínica, e prestar primeiro atendimento aos casos de natureza cirúrgica e de trauma, estabilizando os pacientes e realizando a investigação diagnóstica inicial, de modo a definir, em todos os casos, a necessidade ou não de encaminhamento a serviços hospitalares de maior complexidade. Ainda é indicado fornecer retaguarda às urgências a- tendidas pela Rede de Atenção Básica à Saúde e funcionar como local de estabilização de pacientes atendidos pelo SA- MU 192. Também cabe às UPAs realizar consulta médica em regime de pronto atendimento aos casos de menor gravidade; realizar atendimentos e procedimentos DEFINIÇÃO DOS PORTES APLICÁVEIS ÀS UPAs 24h UPA População da Área Área Física Número de Número Mínimo Número Mínimo 24h de Abrangência Mínima Atendimentos de Médicos de Leitos de da UPA Médicos em 24 horas por Plantão Observação Porte I a m² até 150 pacientes 2 médicos 7 leitos habitantes Porte II a m² até 300 pacientes 4 médicos 11 leitos habitantes Porte III a m² até 450 pacientes 6 médicos 15 leitos habitantes Fonte: portaria nº 2.648, de 7 de novembro de 2011 VANOR CORREIAG/OVERNO DO ESTADO RJ 22 Emergência

4 LUÍS OLIVEIRA/MS 24 Emergência SECOM/PMSBC Chioro: observatório do sistema Desafios das UPAs Profissionais de saúde refletem sobre a atuação das Unidades de Pronto Atendimento no país médicos e de Enfermagem adequados aos casos demandados à Unidade; prestar apoio diagnóstico e terapêutico ininterrupto; manter pacientes em observação, por período de até 24h, para elucidação diagnóstica e/ou estabilização clínica; e encaminhar para internação em serviços hospitalares, por meio das centrais reguladoras, os pacientes que não tiverem suas queixas resolvidas nas 24h de observação. Ainda é de competência das Unidades contrarreferenciar para os demais serviços de atenção integrantes da Rede de Atenção às Urgências, proporcionando continuidade ao tratamento com impacto positivo no quadro de saúde individual e coletivo; além de solicitar retaguarda técnica ao SAMU 192, sempre que a gravidade/complexidade dos casos ultrapassarem a capacidade instalada da Unidade. O documento ainda define que as Unidades são classificadas em Portes I, II e III (ver Definição dos Portes Aplicáveis às UPAs 24h). Até 2014 a perspectiva é atingir a marca de mil Unidades Mesmo com a implantação e consolidação das UPAs em diferentes regiões do país - hoje são 650 Unidades em andamento, considerando as que estão em construção, sendo que 156 realizam atendimento - e com a perspectiva de atingir a marca de mil Unidades até a Copa de 2014, quem está à frente desses centros aponta alguns aspectos que ainda precisam melhorar para o pleno funcionamento das Unidades. Entre eles, está a falta de recursos para o seu custeio. A UPA tem sua construção financiada pelo Ministério da Saúde, mas para a manutenção, os repasses não cobrem nem a metade das despesas. Estados e municípios acabam se comprometendo com os altos custos demandados, principalmente, com a contratação de pessoas, em especial os médicos, pontua o secretário de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte, Domício Arruda da Câmara Sobrinho. Para Eduardo Mischiatti, diretor técnico do Sistema de Urgência e Emergência de Curitiba/PR, o financiamento do Minis- tério também fica aquém do necessário para o custeio de uma Unidade. FRAGILIDADES Para a pesquisadora Gisele O dwyer, uma fragilidade importante das urgências é a gestão de pessoal. Destaco o pequeno investimento no profissional médico. Este profissional precisa ser capacitado (uma necessidade identificada pela Política Nacional de Urgência). Para ser um bom profissional, o médico deve se sentir vinculado ao serviço, diferente do que acontece com muitos profissionais que atribuem ao seu trabalho um caráter temporário e secundário. Esse é um problema também da atenção básica e do hospital, critica. Outra grande fragilidade, na visão da pesquisadora, é estrutural. O SUS, de a- cordo com Gisele, ainda é muito deficiente em leitos hospitalares e de UTI. Principalmente no atendimento ambulatorial nas especialidades médicas e nas unidades de investigação diagnóstica, como a de imagem. Os serviços de urgência (SAMU, UPA, urgência hospitalar) refletem essa precariedade estrutural, finaliza. Algumas Unidades ainda sofrem dificuldades na composição de profissionais para os quadros das UPAs. Para o secretário de Saúde de São Bernardo/SP, a falta de profissionais médicos para as unidades de urgência e emergência é um problema crônico no Brasil. Devido a diversos fatores relacionados ao processo de formação do médico, nuances do mercado de trabalho e até número e distribuição deste profissional, algumas especialidades não possuem médicos em número suficiente para cobrir todos os postos de trabalho. Esse problema, especialmente para a área de Pediatria, é extremamente preocupante, ressalta Arthur Chioro. No município paulista, para não conviver com a falta destes profissionais, a Secretaria de Saúde desenvolveu um estudo de demanda em suas unidades, dimensionando os atendimentos pediátricos. A partir deste estudo, nas quatro unidades que ocorriam o menor número de atendimentos, o pediatra foi retirado da escala regular de plantões, sendo deslocado para a composição completa da grade das outras unidades. Com tal medida, equacionamos a problemática da escala das unidades de maior fluxo de atendimento, explica o secretário.

5 Para não perder a capacidade de atendimento nestas outras unidades e manter o nível de atendimento, o órgão estabeleceu os chamados Cinturões de Proteção à Criança. Nestas unidades, o médico clínico está sendo treinado como médico socorrista de UPA, com a tarefa de identificar e atuar nas principais questões de baixa e média complexidade em Pediatria. Este profissional está amparado por uma Unidade de Pronto Atendimento que conta com o pediatra 24 horas como referência, bem como o matriciamento à distância, por telefone, de profissionais experientes e um fluxo diferenciado para remoção dos casos mais complexos para o Pronto-Socorro Central, principal referência de urgência e emergência no município, completa. A estratégia, de acordo com Chioro, não pretende que este profissional substitua o Pediatra. Apenas permite que um médico treinado possa dar resposta aos casos de baixa complexidade, identificar as questões de maior gravidade e servir de porta de entrada mais qualificada do que uma negativa de atendimento. Diversos médicos já entenderam a proposta e aderiram à estratégia. É interessante ressaltar que, atualmente, o quadro destes profissionais está composto, na sua maioria, por clínicos, mas também por outros especialistas, inclusive pediatras, reforça. OFERTA Outra questão aponta para o caso de UPAs no país que atendem muitos cidadãos que se encontram em vazios assistenciais, ou seja, em municípios vizinhos sem serviço na área de saúde, fazendo com que muitos pacientes procurem a- tendimento em uma única Unidade. Curitiba é uma das cidades que possui uma região metropolitana que se apresenta com uma desigualdade de oferta de assistência bastante significativa, de cidades com hospitais de alta complexidade a outros com vazios assistenciais ainda na atenção básica, como chama a atenção Eduardo Mischiatti. Como a distribuição das Unidades foi planejada em pontos geográficos estratégicos de Curitiba, inclusive por serem bases descentralizadas do SAMU, temos uma demanda heterogênea com algumas Unidades sofrendo uma grande pressão dos municípios da região, completa. Para o coordenador das UPAs da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, Flávio Monteiro, historicamente, as redes de atenção à saúde da população no Brasil são deficitárias e não conseguem abarcar adequadamente todo o volume de atendimentos que deveriam. Isso acontece tanto no nível primário de atenção quanto na atenção especializada e é, especialmente, delicado em pequenos municípios. As UPAs vêm para reduzir esse vazio assistencial em um dos aspectos, o do atendimento a casos de urgência clínica, mas para que o cidadão seja assistido integralmente é necessário esforço no sentido de fortalecer o nível básico de assistência, assim como a atenção especializada, recomenda. Conforme Monteiro, a rede deve se formar com a participação de unidades de atenção básica (saúde da família, postos de saúde etc.), unidades de pronto atendimento (tais como as UPAs) e unidades hospitalares de urgência e de casos que não sejam urgentes, mas que necessitem de internação hospitalar (tais como cirurgias de rotina). Em suma, as UPAs devem fazer parte da rede de atenção à saúde e devem trabalhar integradas a todos os níveis de assistência. As Unidades no Rio de Janeiro trabalham dentro dessa filosofia, explica. Emergência 25

6 Dia a dia nas UPAs Como funcionam algumas Unidades de Pronto Atendimento instaladas no país O Estado pioneiro na implantação das Unidades de Pronto Atendimento no Brasil foi o Rio de Janeiro, com a inauguração da Unidade da Maré, no dia 30 de maio de A Unidade atende, hoje, cerca de 300 pacientes por dia. De lá pra cá, o Estado carioca já inaugurou 48 Unidades, que contabilizam mais de 11 milhões de pacientes atendidos. Para o secretário de Estado de Saúde, Sérgio Côrtes, um dos méritos do projeto é que foi possível instalar as Unidades dentro de comunidades. Essa é uma alternativa eficiente para diminuir a demanda dos hospitais da região. Hoje, estes pacientes que recorriam às grandes emergências têm a garantia de serem atendidos nas UPAs próximas de suas casas, comemora. Aproveitando o pioneirismo, o Estado carioca sempre procurou exceder o preconizado pela portaria do Ministério da Saúde em relação à estrutura das Unidades. Um desses exemplos diz respeito ao número de profissionais envolvidos em cada plantão das UPAs. Nossas Unidades também estão equipadas com todo o equipamento necessário para dar suporte à vida do paciente, caso necessário, como uma unidade de terapia intensiva, reforça o coordenador das UPAs da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, Flávio Monteiro. MODELO Muito antes da publicação da portaria do MS que estabelece as diretrizes para o funcionamento das UPAs, em Curitiba, em 1992, foi inaugurada a Primeira Unidade de Saúde 24h. Na capital paranaense elas são denominadas Centro Municipal de Urgências Médicas e já somam oito unidades. De acordo com o diretor técnico do Sistema de Urgência e Emergência de Curitiba, E- duardo Mischiatti, a cidade já tem projeto arquitetônico e local para dois novos Centros autorizados pelo Ministério como UPA 24h porte III, com cronograma de implementação até Uma delas será a UPA de referência para os jogos da Copa 2014, por sua proximidade com o estádio, explica o dirigente. Pelos critérios do MS portaria nº 2.648/2011 as Unidades de Curitiba se enquadram no porte III, superando o mínimo exigido em área física (média dos Centros de m²), número de atendimentos médicos/dia (média de 550 atendimentos médicos/dia), número de médicos (10 médicos por plantão) e leitos de observação (média de 18 leitos clínicos e seis pediátricos para observação e internamento). Contamos com uma infraestrutura de hospital de pequeno porte, com internação clínica de pacientes que necessitem inclusive de manejo em ventilação assistida, acrescenta Mischiatti. ESTRUTURA As UPAs criadas no Rio Grande do Norte também são anteriores ao programa do Ministério da Saúde. Há cerca de 26 Emergência

7 12 anos duas Unidades foram criadas pelo governo municipal na cidade de Mossoró. A Prefeitura de Natal também inaugurou há dois anos a única Unidade da capital do Estado em funcionamento. Outras 12 Unidades estão previstas para serem construídas. Nosso principal problema nas urgências e emergências na região metropolitana é o pequeno número de portas de entrada, praticamente com uma única unidade, o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, que concentra quase todos os atendimentos clínicos e os traumas. As UPAs ajudam a melhor distribuição dos atendimentos, reservando aos hospitais os atendimentos somente dos casos de maior complexidade, afirma o secretário de Estado da Saúde Pública do Rio Grande do Norte, Domício Arruda da Câmara Sobrinho. ASSISTÊNCIA No final de dezembro de 2009, em São Bernardo do Campo/SP, foi inaugurada a primeira Unidade da cidade paulista. Em dois anos, outras cinco Unidades foram construídas e a previsão é inaugurar, ainda nesse ano, outras três novas Unidades. A cidade comporta Unidades Tipo I e II, atendendo em Clínica Médica e Pediatria, incorporando o atendimento com classificação de risco em sua estrutura, com capacidade de resposta para atendimento de urgências e emergências de baixa e média complexidade/gravidade. Nossa estrutura possui de dois a quatro consultórios, laboratórios de análises clínicas, radiologia simples, eletrocardiografia, bem como leitos de observação com equipe de Enfermagem exclusiva e monitorização. Os casos mais graves são atendidos em uma sala que possui dois leitos com infraestrutura similar a uma unidade de terapia intensiva, com ventilador mecânico, desfibrilador e EGC exclusivo, revela o secretário de Saúde, Arthur Chioro. O principal diferencial das UPAs de São Bernardo está no fato das Unidades funcionarem como Observatórios do Sistema de Saúde. Os pacientes hipertensos e diabéticos descompensados, as crianças menores de um ano e as gestantes que buscam atendimento nas UPAs, após a resolução de sua queixa atual e alta da unidade, são referenciados à a- tenção básica para realizarem o acompanhamento horizontal de suas necessidades em saúde. Em Pernambuco, as UPAs têm como diferencial a inclusão do Traumato-ortopedista no elenco de profissionais médicos na maioria das 14 unidades do estado, descentralizando o atendimento da especialidade de média complexidade, deixando as grandes emergências para os casos mais graves. Em conformidade com a Política Nacional de Atenção às Urgências, as outras cidades do estado também começaram a se mobilizar para a implantação de UPAs 24h municipais. O projeto está ocorrendo a partir da construção dos Planos de Ação Regionais, coordenado pela Secretaria Estadual de Saúde, sendo prevista a implantação de, aproximadamente, 27 Unidades, afirma Danielle Ducca, diretora-geral de Modernização e Monitoramento da Assistência à Saúde da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco. MELHORIAS Para melhorar a qualidade do atendimento prestado, algumas Unidades têm buscado certificações ou implantado sistemas como o Protocolo de Manchester, reconhecido como o grande diferencial das UPAs em Curitiba. Implantada desde o ano passado, a metodologia de tra- Emergência 27

8 balho visa estabelecer um tempo de espera pela atenção médica e não de estabelecer diagnóstico. O método consiste em identificar a queixa inicial e seguir o fluxograma de decisão e, por fim, estabelecer o tempo de espera que varia conforme a gravidade. Com isso, garantimos uma espera segura ao atendimento médico, reforça Mischiatti. Cinco Unidades do Rio de Janeiro também vem passando pelo processo de acreditação da Joint Comission International (JCI), grande referência quando o assunto é qualidade em instituições de saúde. O objetivo da Secretaria de Saúde do RJ é levar o projeto para todas as demais Unidades. TECNOLOGIA Algumas Unidades ainda têm investido em soluções tecnológicas desenvolvidas, especialmente, para o seu gerenciamento. A ECO Sistemas, empresa que atua na implantação de UPAs no país, está presente em 46 unidades do Estado do Rio de Janeiro, em quatro Unidades na Argentina, além de ter atuado na primeira UPA de Salvador, na Bahia. Entre as soluções tecnológicas desenvolvidas pela empresa está uma ferramenta que integra por meio de um sistema todos os processos da unidade envolvendo os aspectos clínico, operacional, administrativo e gerencial. A empresa também criou uma ferramenta web para atender as necessidades de administração de materiais. Permite ao gestor avaliar, a qualquer momento, a necessidade de reposição, o saldo e valores financeiros, além de acompanhar a validade dos estoques, eliminando desperdícios. Ainda é possível gerenciar várias unidades com total independência, controlando, assim, diversos depósitos individualmente. Conseguimos eliminar quase que por completo o fluxo de papéis impressos, o que também é um fator ecológico, explica o analista de negócios da ECO Sistemas, Fernando Ferreira. Entre as principais vantagens que as ferramentas têm trazido para o atendimento das Unidades está no fato de ajudarem na missão de organizar os atendimentos nas UPAs e também seu fluxo de materiais. No sistema de acolhimento e seleção, por exemplo, o número de pacientes encaminhados para hospitais diminui muito em todos os lugares onde nossos sistemas foram empregados. O projeto de implantação das UPAs demonstra um esforço do Ministério da Saúde para melhorar o cenário de atendimento às urgências no país. Como foi possível observar ao longo da reportagem, alguns modelos vêm se desenvolvendo positivamente, e mesmo enfrentando desafios, têm conseguido contribuir para a melhoria da Saúde Pública no Brasil. O que ainda precisa ser aprimorada é a integração do sistema com as outras unidades assistenciais que compõe a rede de urgência, fazendo com que o papel das UPAs seja cumprido integralmente. Palavra oficial ANTONIO LEDES m entrevista exclusiva à Emergência, o coordenador-geral de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde, Paulo de Tarso, fala dos investimentos do órgão para a implantação e manutenção das UPAs do país e do projeto para a abertura de novas Unidades até De Eacordo com o dirigente, para que o trabalho das UPAs seja mais efetivo é preciso que os municípios invistam na atenção básica à saúde. QUANTAS UPAs JÁ FORAM IMPLANTADAS E QUAL A META DO MS PARA NOVAS UNIDADES? Hoje, existem 650 UPAs em andamento, contando as que estão em construção. Dessas, 156 estão em funcionamento. Nossa meta é chegar a mil Unidades até COMO O MS AVALIA A ATUAÇÃO DAS UPAs QUE ESTÃO OPERANDO HOJE NO PAÍS? A UPA é um dos componentes da Rede de Atenção às Urgências e Emergências, que começa na promoção e prevenção à saúde, com ações que previnam ocorrências de urgência, a exemplo da violência no trânsito. Um outro componente é as salas de estabilização. Os municípios com até 50 mil habitantes oferecem nas unidades de saúde as salas de estabilização, que criamos com todos os equipamentos e protocolos necessários para a manutenção da vida. Já nas cidades acima de 50 mil habitantes, contamos com as UPAs, o SAMU e a rede hospitalar. A UPA é apenas um desses componentes, que deve ser encarada como um apoio para as Unidades Básicas de Saúde e não para desafogar as portas hospitalares. A ideia é que realizem o atendimento às urgências quando as unidades de saúde estiverem fechadas. QUAIS OS INVESTIMENTOS DO GOVERNO FEITOS NESSE PROJETO? O Governo Federal já investiu R$ 1,3 bilhão nas UPAs, contemplando a construção das Unidades, equipamentos e seu custeio. As UPAs de Porte I recebem para a implantação recurso de R$ 1,4 milhão, as de Porte II, R$ 2 milhões e as de Porte III, R$ 2,6 milhões. Além disso, as Unidades recebem um custeio mensal para a manutenção, variando também de acordo com o porte da Unidade. A de porte I recebe R$ 100 mil por mês, a de porte II, R$ 175 mil e a de porte III, R$ 250 mil. Todas as UPAs habilitadas recebem este recurso e a portaria também determina que as UPAs qualificadas, aquelas que atenderem critérios de qualidade da atenção, ainda são contempladas com um valor/custeio mês diferenciado. As unidades de saúde já existentes, mas que ainda não se enquadram no perfil de UPAs, podem ser reformadas ou ampliadas e, para isso, também são contempladas com recurso financeiro. A FALTA DE ESTRUTURAÇÃO DA ATENÇÃO Paulo: atenção básica é alicerce da Rede de Saúde BÁSICA DE SAÚDE FOI APONTADA COMO UM FATOR QUE PREJUDICA AS UNIDADES. COMO O MS AVALIA ESSA QUESTÃO? Toda a estrutura da Rede de Saúde, não só das Emergências, mas de toda a Rede, tem como alicerce a atenção básica à saúde. Se os municípios não contarem com uma boa cobertura na atenção básica, todos os demais equipamentos da Rede não darão conta do atendimento. Por isso, é preciso investir em prevenção, atenção e cuidado à saúde. O nosso discurso e empenho é para que todas as Secretarias Municipais de Saúde possam dar 100% de cobertura na atenção básica. 28 Emergência

RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DO CONTRATO DE GESTÃO

RELATÓRIO DE MONITORAMENTO DO CONTRATO DE GESTÃO GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE DIRETORIA DE MODERNIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA ASSISTÊNCIA Á SAÚDE UPA ENGENHO VELHO RELATÓRIO

Leia mais

Grupo de Trabalho da PPI. Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP

Grupo de Trabalho da PPI. Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP Grupo de Trabalho da PPI Política Estadual para Contratualização de Hospitais de Pequeno Porte HPP 29 de março de 2011 Considerando: O processo de regionalização dos Municípios, que objetiva a organização

Leia mais

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 AUDITORIA NA SAÚDE Na saúde, historicamente, as práticas, as estruturas e os instrumentos de controle, avaliação e auditoria das ações estiveram,

Leia mais

Sumário: 1. Saúde 1.1. Estratégia da Saúde da Família no território 2.1 (Rio de Janeiro);

Sumário: 1. Saúde 1.1. Estratégia da Saúde da Família no território 2.1 (Rio de Janeiro); PLANO DE TRABALHO 2014 Sumário: 1. Saúde 1.1. Estratégia da Saúde da Família no território 2.1 (Rio de Janeiro); 1.2. Estratégia da Saúde da Família no território 3.1 (Rio de Janeiro); 1.3. Estratégia

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

PORTARIA 1.600, DE 7 DE JULHO DE

PORTARIA 1.600, DE 7 DE JULHO DE PORTARIA No- 1.600, DE 7 DE JULHO DE 2011 Reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no Sistema Único de Saúde (SUS). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE,

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA

RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA NORMA TÉCNICA PARA FLUXO DE PACIENTES CIRÚRGICOS ENTRE HOSPITAIS GERAIS ESTADUAIS DE REFERÊNCIA DA REGIÃO METROPOLITANA E MOSSORÓ E AS UNIDADES

Leia mais

Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo

Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo Experiências Nacionais na Abordagem de Hipertensão e Diabetes na Rede de Atenção Primária A Experiência de São Bernardo do Campo VIII Encontro Nacional de Prevenção da Doença Renal Crônica Dra. Patrícia

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE UPA ENGENHO VELHO

GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE UPA ENGENHO VELHO GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO UPA ENGENHO VELHO RELATÓRIO DE EXECUÇÃO 2º TRIMESTRE DO 2º ANO DO CONTRATO DE GESTÃO Período de Dezembro de 2012 à Fevereiro de 2013 2 INTRODUÇÃO O presente relatório apresenta

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

O CUIDADO QUE EU PRECISO

O CUIDADO QUE EU PRECISO O CUIDADO QUE EU PRECISO GOVERNO FEDERAL GOVERNO ESTADUAL GOVERNO MUNICIPAL MOVIMENTOS SOCIAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O CUIDADO QUE EU PRECISO Serviço Hospitalar de Referência AD CAPS AD III Pronto Atendimento

Leia mais

Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde

Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde Smartcity Business América 2015 Curitiba PR Brazil Maio de 2015 Sociedades Inteligentes e Governaça Airton Coelho, MsC, PMP Secretário de Ciência e

Leia mais

PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013)

PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013) PARECER CREMEB Nº 28/13 (Aprovado em Sessão Plenária de 23/07/2013) EXPEDIENTE CONSULTA Nº 011.881/13 ASSUNTO: Relação de proporcionalidade: Número de profissionais médicos e número de atendimentos. RELATORA:

Leia mais

b. Completar a implantação da Rede com a construção de hospitais regionais para atendimentos de alta complexidade.

b. Completar a implantação da Rede com a construção de hospitais regionais para atendimentos de alta complexidade. No programa de governo do senador Roberto Requião, candidato ao governo do estado pela coligação Paraná Com Governo (PMDB/PV/PPL), consta um capítulo destinado apenas à universalização do acesso à Saúde.

Leia mais

PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE REGIONALIZAÇÃO NAS DIFERENTES REDES DE ATENÇÃO: COAP E REGIONALIZAÇÃO FERNANDO RITTER SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE PREFEITURA DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE CONTRATO ORGANIZATIVO DA AÇÃO

Leia mais

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES DIRETORIA GERAL DE MODERNIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA ASSISTÊNCIA À SAÚDE RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES Período Junho a Agosto de 2013 Novembro 2013 2 INTRODUÇÃO O excesso de pacientes com problemas médicos

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE UPA CARUARU RELATÓRIO DE EXECUÇÃO

GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO SECRETARIA EXECUTIVA DE ATENÇÃO À SAÚDE UPA CARUARU RELATÓRIO DE EXECUÇÃO GOVERNO DO ESTADO DE PERNAMBUCO SECRETARIA ESTADUAL DE SAÚDE DE PERNAMBUCO UPA CARUARU RELATÓRIO DE EXECUÇÃO 1º TRIMESTRE DO 4º ANO DO CONTRATO DE GESTÃO Período de outubro à dezembro de 2013 fevereiro

Leia mais

XXVII Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS RUE

XXVII Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS RUE XXVII Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS RUE Marcos Calvo Secretário de Saúde de Santos A organização da Rede de Atenção às Urgências

Leia mais

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS

ÍNDICE. Foto: João Borges. 2 Hospital Universitário Cajuru - 100% SUS ÍNDICE Apresentação...03 Hospital Universitário Cajuru...04 Estrutura...04 Especialidades Atendidas...05 Diferenças entre atendimento de urgência, emergência e eletivo...06 Protocolo de Atendimento...07

Leia mais

ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE

ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE ASSISTÊNCIA HOSPITALAR E AS REDES DE ATENÇÃO À SAÚDE O MODELO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO SUS A FRAGMENTAÇÃO DO SISTEMA A CONCEPÇÃO HIERÁRQUICA DO SISTEMA O DESALINHAMENTO DOS INCENTIVOS ECONÔMICOS A INEFICIÊNCIA

Leia mais

A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná. Coordenação Estadual de Saúde Mental Abril 2014

A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná. Coordenação Estadual de Saúde Mental Abril 2014 A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná Coordenação Estadual de Saúde Mental Abril 2014 Da segregação à conquista da cidadania 1980 mobilização dos usuários, familiares e trabalhadores de saúde visando

Leia mais

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014 PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP Maio de 2014 UMA RÁPIDA VISÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL HOJE Estrutura com grandes dimensões, complexa, onerosa e com falta de

Leia mais

Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul

Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio Grande do Sul CARTA DE PORTO ALEGRE A crise nas Emergências agrava-se a cada ano e hoje constitui um dos grandes problemas de saúde no Estado. Os enfermos que acorrem às Emergências aumentam progressivamente; em contrapartida,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004

MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004 MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS) - 2004 INTRODUÇÃO Última edição do Manual (revista e atualizada): 2006 Objetivo: Implantação do Serviço de Atendimento Móvel às Urgências Atende aos princípios e diretrizes do

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

CAPACITAÇÃO PARA MULTIPLICADORES EM TESTES RÁPIDOS HIV E SÍFILIS, NO ÂMBITO DA RC

CAPACITAÇÃO PARA MULTIPLICADORES EM TESTES RÁPIDOS HIV E SÍFILIS, NO ÂMBITO DA RC MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA DE SAÚDE DA MULHER CAPACITAÇÃO PARA MULTIPLICADORES EM TESTES RÁPIDOS HIV E SÍFILIS, NO ÂMBITO

Leia mais

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello Coordenador: Liliane Espinosa de Mello SAÚDE Visão: Que Santa Maria seja o principal Polo na Área de Saúde do interior do Rio Grande do Sul, contribuindo para a melhor qualidade de vida da população da

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA Quando da apresentação de protocolos, manual de normas e rotinas, procedimento operacional padrão (POP) e/ou outros documentos,

Leia mais

LUTA MÉDICA ENTREVISTA: JORGE SOLLA Entrevista publicada na Revista Luta Médica nº 02 (janeiro/fevereiro de 2007)

LUTA MÉDICA ENTREVISTA: JORGE SOLLA Entrevista publicada na Revista Luta Médica nº 02 (janeiro/fevereiro de 2007) LUTA MÉDICA ENTREVISTA: JORGE SOLLA Entrevista publicada na Revista Luta Médica nº 02 (janeiro/fevereiro de 2007) Médico Pesquisador do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da Universidade Federal da Bahia.Ex-Coordenador

Leia mais

Política de humanização no estado de São Paulo

Política de humanização no estado de São Paulo Artigo Política de humanização no estado de São Paulo Por Eliana Ribas A autora é psicanalista e doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como coordenadora

Leia mais

Curso de Medicina no GHC: A base para nossos desafios

Curso de Medicina no GHC: A base para nossos desafios Curso de Medicina no GHC: A base para nossos desafios Objetivos do Programa a) Diminuir a carência de médicos em regiões prioritárias; b) Reduzir as desigualdades regionais na área da saúde;

Leia mais

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso Como se Tornar um Município Amigo do Idoso Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso 2 3 GERALDO ALCKMIN Governador do Estado de São Paulo ROGERIO HAMAM Secretário de Estado de Desenvolvimento

Leia mais

POLÍTICA ESTADUAL DE ATENÇÃO INTEGRAL ÀS PESSOAS COM DOENÇA FALCIFORME E OUTRAS HEMOGLOBINOPATIAS

POLÍTICA ESTADUAL DE ATENÇÃO INTEGRAL ÀS PESSOAS COM DOENÇA FALCIFORME E OUTRAS HEMOGLOBINOPATIAS POLÍTICA ESTADUAL DE ATENÇÃO INTEGRAL ÀS PESSOAS COM DOENÇA FALCIFORME E OUTRAS HEMOGLOBINOPATIAS Introdução As Hemoglobinopatias compreendem um grupo de distúrbios hereditários que afetam a síntese de

Leia mais

Processo de contratualização ao PMAQ 1º Ciclo 2011/2012

Processo de contratualização ao PMAQ 1º Ciclo 2011/2012 Processo de contratualização ao PMAQ 1º Ciclo 2011/2012 Departamento de Atenção Básica e Gestão do Cuidado. Secretaria de Saúde de São Bernardo do Campo/SP São Bernardo do Campo/SP População IBGE (estimativa

Leia mais

GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS

GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS GUIA DE ARGUMENTOS DE VENDAS O Plano Diretor é uma lei municipal que estabelece diretrizes para a ocupação da cidade. Ele deve identificar e analisar as características físicas, as atividades predominantes

Leia mais

Boas Práticas de Humanização na Atenção e Gestão do Sistema Único de Saúde - SUS

Boas Práticas de Humanização na Atenção e Gestão do Sistema Único de Saúde - SUS 2006 Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Política Nacional de Humanização Permitida a reprodução, no todo ou em parte, sem alteração do conteúdo e com a citação obrigatória da fonte: Política

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP

POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP POLITICA NACIONAL DE ATENÇÃO HOSPITALAR - PNHOSP Macro estratégias Discussão, pactuação tripartite, e publicação de portaria da Politica Nacional de Atenção Hospitalar/PNHOSP no SUS, estabelecendo as diretrizes

Leia mais

Uma Nova Agenda para a Reforma do

Uma Nova Agenda para a Reforma do Uma Nova Agenda para a Reforma do Setor Saúde: Fortalecimento das Funções Essenciais da Saúde Pública e dos Sistemas de Saúde FORO REGIONAL ANTIGUA/GUATEMALA 19-22 DE JULHO DE 2004 PERSPECTIVAS NACIONAIS

Leia mais

CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002 Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002 Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Ao Ministério da Saúde Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde Departamento de Gestão da Educação na Saúde E-mail: deges@saude.gov.br - prosaude@saude.gov.br CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002

Leia mais

F n i a n n a c n i c a i m a en e t n o Foco: Objetivo:

F n i a n n a c n i c a i m a en e t n o Foco: Objetivo: FINANCIAMENTO DO SUAS: GESTÃO MUNICIPAL E AS DESIGUALDADES REGIONAIS Financiamento Foco: competências da gestão municipal, especialmente no enfrentamento das desigualdades regionais exige o debate sobre

Leia mais

O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde. Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde

O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde. Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde O COAP na perspectiva da gestão da Vigilância em Saúde Sonia Brito Secretaria de Vigilância em Saúde Decreto 7.508/11 Regulamenta a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização

Leia mais

Programa Nacional de Controle da Dengue - PNCD PLANO DE CONTINGÊNCIA AREA DA ASSISTÊNCIA

Programa Nacional de Controle da Dengue - PNCD PLANO DE CONTINGÊNCIA AREA DA ASSISTÊNCIA Programa Nacional de Controle da Dengue - PNCD PLANO DE CONTINGÊNCIA AREA DA DENGUE: PLANO DE CONTINGÊNCIA - AREA DA DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DO PLANO DE CONTIGÊNCIA Apoio Ministério

Leia mais

As escolas podem transformar os cenários de atuação?

As escolas podem transformar os cenários de atuação? As escolas podem transformar os cenários de atuação? Jorge Harada COSEMS/SP Premissas Relação da Instituição de Ensino com o serviço... com a gestão local é mais amplo do que a autorização ou disponibilização

Leia mais

Agosto, 2012 VI Seminário Internacional de Atenção Básica Universalização com Qualidade

Agosto, 2012 VI Seminário Internacional de Atenção Básica Universalização com Qualidade PREFEITURA DO RECIFE SECRETARIA DE SAÚDE DIRETORIA GERAL DE REGULAÇÃO DO SISTEMA GERÊNCIA DE ATENÇÃO BÁSICA Recife em Defesa da Vida Agosto, 2012 VI Seminário Internacional de Atenção Básica Universalização

Leia mais

GLOSSÁRIO DO PORTAL SAÚDE TRANSPARENTE

GLOSSÁRIO DO PORTAL SAÚDE TRANSPARENTE GLOSSÁRIO DO PORTAL SAÚDE TRANSPARENTE Blocos de financiamento: Com a implementação do Pacto pela Saúde, os recursos federais, destinados ao custeio de ações e serviços da saúde, passaram a ser divididos

Leia mais

Mesa VI: Brasil Sorridente na Redes Prioritárias do Ministério da Saúde

Mesa VI: Brasil Sorridente na Redes Prioritárias do Ministério da Saúde Mesa VI: Brasil Sorridente na Redes Prioritárias do Ministério da Saúde Gilberto Alfredo Pucca Júnior Coordenador-Geral de Saúde Bucal Janeiro, 2014 Universalidade Descentralização políticoadministrativa

Leia mais

TÍTULO DO PROJETO. Programa de Formação em Saúde e Trabalho (PFST) no HMU. Dário Nunes dos Santos

TÍTULO DO PROJETO. Programa de Formação em Saúde e Trabalho (PFST) no HMU. Dário Nunes dos Santos CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde TÍTULO DO PROJETO Programa de Formação em Saúde e Trabalho (PFST) no HMU Dário Nunes dos Santos Guarulhos Agosto/2012

Leia mais

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR Pelo presente termo de compromisso, de um lado a Secretaria de Estado da Saúde do Estado do Rio de Janeiro/ Fundo Estadual de Saúde, com endereço

Leia mais

Rede de Atenção Psicossocial

Rede de Atenção Psicossocial NOTA TÉCNICA 60 2011 Rede de Atenção Psicossocial Minuta de portaria que aprova as normas de funcionamento e habilitação do Serviço Hospitalar de Referência para atenção às pessoas com sofrimento ou transtorno

Leia mais

O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde

O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde O Nutricionista nas Políticas Públicas: atuação no Sistema Único de Saúde Patrícia Constante Jaime CGAN/DAB/SAS/MS Encontro sobre Qualidade na Formação e Exercício Profissional do Nutricionista Brasília,

Leia mais

PROPOSTA DE UM MODELO DE IMPLANTAÇÃO DA REGULAÇÃO ONCOLÓGICA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Dra. Daiane da Silva Oliveira

PROPOSTA DE UM MODELO DE IMPLANTAÇÃO DA REGULAÇÃO ONCOLÓGICA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Dra. Daiane da Silva Oliveira PROPOSTA DE UM MODELO DE IMPLANTAÇÃO DA REGULAÇÃO ONCOLÓGICA DO ESTADO DE SÃO PAULO Dra. Daiane da Silva Oliveira INTRODUÇÃO Publicação da Lei 12.732; Com a Publicação da Lei 12.732, que fixa o prazo máximo

Leia mais

4 Quando o número de vagas proposto corresponde adequadamente à dimensão do corpo

4 Quando o número de vagas proposto corresponde adequadamente à dimensão do corpo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Superior SESu Diretoria de Regulação e Supervisão da Educação Superior - Desup Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira Inep

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00

PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00 PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00 PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento

Leia mais

Decreto 7.508 de 28/06/2011. - Resumo -

Decreto 7.508 de 28/06/2011. - Resumo - Decreto 7.508 de 28/06/2011 - Resumo - GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ Secretaria de Estado de Saúde Pública Sistema Único de Saúde SIMÃO ROBISON DE OLIVEIRA JATENE Governador do Estado do Pará HELENILSON PONTES

Leia mais

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE

DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE DISCIPLINA DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE I MSP 0670/2011. SISTEMAS DE SAÚDE Paulo Eduardo Elias* Alguns países constroem estruturas de saúde com a finalidade de garantir meios adequados para que as necessidades

Leia mais

DECRETO 7.508 E O PLANEJAMENTO REGIONAL INTEGRADO DANTE GARCIA 2015

DECRETO 7.508 E O PLANEJAMENTO REGIONAL INTEGRADO DANTE GARCIA 2015 DECRETO 7.508 E O PLANEJAMENTO REGIONAL INTEGRADO DANTE GARCIA 2015 Região de Saúde [...] espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades

Leia mais

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011.

DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. DECRETO Nº 7.508, DE 28 DE JUNHO DE 2011. Regulamenta a Lei n o 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da saúde, a assistência

Leia mais

- organização de serviços baseada nos princípios de universalidade, hierarquização, regionalização e integralidade das ações;

- organização de serviços baseada nos princípios de universalidade, hierarquização, regionalização e integralidade das ações; PORTARIA N 224/MS, DE 29 DE JANEIRO DE 1992. item 4.2 alterada(o) por: Portaria nº 147, de 25 de agosto de 1994 O Secretário Nacional de Assistência à Saúde e Presidente do INAMPS, no uso das atribuições

Leia mais

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas 1. APRESENTAÇÃO e JUSTIFICATIVA: O consumo de crack vem aumentando nas grandes metrópoles, constituindo hoje um problema

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM Dispõe sobre a normatização do funcionamento dos prontos-socorros hospitalares, assim como do dimensionamento da equipe médica e do sistema de trabalho. O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

Atenção de Média e Alta Complexidade Hospitalar: Financiamento, Informação e Qualidade. Experiência da Contratualização no Município de Curitiba

Atenção de Média e Alta Complexidade Hospitalar: Financiamento, Informação e Qualidade. Experiência da Contratualização no Município de Curitiba Atenção de Média e Alta Complexidade Hospitalar: Financiamento, Informação e Qualidade Experiência da Contratualização no Município de Curitiba 9º - AUDHOSP Águas de Lindóia Setembro/2010 Curitiba População:1.818.948

Leia mais

Aplicabilidade do Tele Eletrocardiograma nos serviços públicos de saúde

Aplicabilidade do Tele Eletrocardiograma nos serviços públicos de saúde Aplicabilidade do Tele Eletrocardiograma nos serviços públicos de saúde Franco, SOB - Sidnei Otávio Vicente Franco SMSDC RJ Rendeiro, MMP Márcia Maria Pereira Rendeiro SMSDC RJ / UERJ Maia ER - Eduardo

Leia mais

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL

NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL NÚCLEO TÉCNICO FEDERAL Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte PPCAAM Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Secretaria de Direitos Humanos Presidência

Leia mais

Emergências saem do preto e branco

Emergências saem do preto e branco Triagem Emergências saem do preto e branco Evolução dos prontos-socorros envolve a implantação da triagem, que utiliza cores para distinguir as prioridades de atendimento 26 A complicada situação dos prontos-socorros

Leia mais

Crack, é possível vencer

Crack, é possível vencer Crack, é possível vencer Prevenção Educação, Informação e Capacitação Aumento da oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários Autoridade Enfrentamento ao tráfico de drogas e às organizações criminosas

Leia mais

A TOXICOLOGIA NO SUS: EXPERIÊCIAS, DESAFIOS E PERSPECTIVAS. Sérgio Yoshimasa Okane CGMAC/DAET/SAS/MS CGUE E CGFM-SUS/DAHU/SAS/MS

A TOXICOLOGIA NO SUS: EXPERIÊCIAS, DESAFIOS E PERSPECTIVAS. Sérgio Yoshimasa Okane CGMAC/DAET/SAS/MS CGUE E CGFM-SUS/DAHU/SAS/MS A TOXICOLOGIA NO SUS: EXPERIÊCIAS, DESAFIOS E PERSPECTIVAS Sérgio Yoshimasa Okane CGMAC/DAET/SAS/MS CGUE E CGFM-SUS/DAHU/SAS/MS Sumário de Apresentação Contexto de Criação da FN-SUS Escopo de atuação,

Leia mais

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada 25/11/2015 HISTÓRICO: Período anterior a CF de 1988 INAMPS População e procedimentos restritos Movimento

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

A regulação médico-hospitalar nos sistemas de saúde público e privado

A regulação médico-hospitalar nos sistemas de saúde público e privado HUMANIZAÇÃO E ACESSO DE QUALIDADE A regulação médico-hospitalar nos sistemas de saúde público e privado Alexandre Mont Alverne 25/11/2015 Regulação Significado: Michaelis: Regular+ção: ato ou efeito de

Leia mais

COMUNICAÇÃO NA LINHA ASSISTENCIAL

COMUNICAÇÃO NA LINHA ASSISTENCIAL COMUNICAÇÃO NA LINHA ASSISTENCIAL Ministério da Saúde QUALIHOSP 2011 São Paulo, abril de 2011 A Secretaria de Atenção à Saúde/MS e a Construção das Redes de Atenção à Saúde (RAS) As Redes de Atenção à

Leia mais

REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL. Patricia Maia von Flach

REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL. Patricia Maia von Flach REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL Patricia Maia von Flach Rede de Atenção Psicossocial PORTARIA 3088 DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 OBJETIVOS: I - Ampliar o acesso à atenção psicossocial da população em geral; II

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES

SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR SINAES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior - Conaes Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - Inep SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

Carta de Joinville 1) Sobre o Financiamento

Carta de Joinville 1) Sobre o Financiamento Carta de Joinville Os Secretários e Secretárias Municipais de Saúde, reunidos no XXIII Congresso Nacional das Secretarias Municipais de Saúde e IV Congresso Brasileiro de Saúde, Cultura de Paz e Não-Violência,

Leia mais

ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS

ANEXO II AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS EQUIPE DE DESINSTITCUIONALIZAÇÃO - MODALIDADE: VALOR DO PROJETO: 1. DADOS

Leia mais

GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL

GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL MERCOSUL/GMC/RES. N 21/00 GLOSSÁRIO DE TERMOS COMUNS NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: o Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Resolução N 91/93 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR Regulamento do Programa de Assistência Domiciliar aprovado pelo Conselho REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMILICIAR CAPITULO I DEFINIÇÕES GERAIS

Leia mais

Sistema Integrado de Saúde

Sistema Integrado de Saúde Sistema Integrado de Saúde Além de gerar automaticamente todas as informações obrigatórias para o SUS, o sistema permite a identificação de cada pessoa dentro da sua família, com seu histórico de saúde,

Leia mais

Hospital Universitário Ana Bezerra HUAB/UFRN

Hospital Universitário Ana Bezerra HUAB/UFRN Hospital Universitário Ana Bezerra HUAB/UFRN DIMENSIONAMENTO DE SERVIÇOS ASSISTENCIAIS E DA GERÊNCIA DE ENSINO E PESQUISA BRASÍLIA-DF, 27 DE MARÇO DE 2013. Página 1 de 20 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 1.1.

Leia mais

A Tecnologia da Informação e a saúde em Campinas.

A Tecnologia da Informação e a saúde em Campinas. A Tecnologia da Informação e a saúde em Campinas. BENATO, L. Informática dos Municípios Associados (IMA) Resumo Campinas-SP conta com mais de 1 milhão de usuários do SUS, incluindo os munícipes de Campinas

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO PARA ENFRENTAMENTO DA DENGUE NO CEARÁ 2011

PLANO ESTRATÉGICO PARA ENFRENTAMENTO DA DENGUE NO CEARÁ 2011 2 PLANO ESTRATÉGICO PARA ENFRENTAMENTO DA DENGUE NO CEARÁ 2011 RISCO Pico Abril e Maio Desafios identificados na assistência Superlotação nas emergências dos hospitais (municípios estão concentrando o

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE MINAS GERAIS PARECER TÉCNICO Nº. 136 / 2011 REFERÊNCIA: Competência do enfermeiro para realizar a Classificação de Risco nos diversos pontos de atenção à saúde da população. HISTÓRICO Recebemos da Presidente do Coren-MG

Leia mais

SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL -Principais serviços que a Assistência Social possui para atendimento de idosos: - Proteção Social Básica (atendimento preventivo) - Centro de Convivência do Idoso - atualmente

Leia mais

II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo

II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo II Seminário de Hospitais de Ensino do Estado de São Paulo Conhecendo o Grupo 18 COLÉGIOS - PR / SC / RJ / SP/ RS 1 HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - HUSF FUNCLAR FUNDAÇÃO CLARA DE ASSIS UNIFAG UNIDADE DE PESQUISA

Leia mais

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013

AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO 2013 1 AVALIAÇÃO DOS PLANOS DE SAÚDE PELOS USUÁRIOS ANO II SÃO PAULO Temas 2 Objetivo e metodologia Utilização dos serviços do plano de saúde e ocorrência de problemas Reclamação ou recurso contra o plano de

Leia mais

XXVI Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo

XXVI Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo XXVI Congresso de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo Marília Março 2012 A Cidade de Guarulhos A cidade de Guarulhos Brasil -190 milhões de habitantes Região Metropolitana de São Paulo

Leia mais

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico Presidência da República Secretaria de Imprensa. Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico Em resposta aos desafios

Leia mais

NOTA TÉCNICA 55 2011

NOTA TÉCNICA 55 2011 Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com transtornos mentais e com necessidades decorrentes do uso prejudicial de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do SUS. Minuta de portaria: Institui a Rede

Leia mais

Rede de Atenção Psicossocial

Rede de Atenção Psicossocial NOTA TÉCNICA 62 2011 Rede de Atenção Psicossocial Altera a portaria GM nº 1.169 de 07 de julho de 2005 que destina incentivo financeiro para municípios que desenvolvem Projetos de Inclusão Social pelo

Leia mais

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013 Seminário estratégico de enfrentamento da Tuberculose e Aids no Estado do Rio de Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS Maio, 2013 1.Detecção de casos e tratamento da tuberculose 1.1. Descentralizar

Leia mais

Pacto Nacional pela Saúde. Mais hospitais e unidades de saúde Mais Médicos Mais Formação

Pacto Nacional pela Saúde. Mais hospitais e unidades de saúde Mais Médicos Mais Formação Pacto Nacional pela Saúde Mais hospitais e unidades de saúde Mais Médicos Mais Formação 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Conheça mais: Programa Mais Médicos Faltam médicos no Brasil De 2003 a 2011, o número de postos

Leia mais

Melhor em Casa Curitiba-PR

Melhor em Casa Curitiba-PR Melhor em Casa Curitiba-PR ATENÇÃO DOMICILIAR Modalidade de Atenção à Saúde, substitutiva ou complementar às já existentes, caracterizada por um conjunto de ações de promoção à saúde, prevenção e tratamento

Leia mais

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de 2008 Apoio Matricial em Saúde Mental: a Iniciativa de

Leia mais

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS Brasília, 08 de junho de 2010. Cumprimento de Contratos das Operadoras com os Laboratórios Clínicos. DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO SETORIAL - DIDES Gerência de

Leia mais

CICLO DE INOVAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA 14/07/2014. Infrahosp

CICLO DE INOVAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA 14/07/2014. Infrahosp Infrahosp Julho 2014 1 Sumário Categoria:... 3 Temática... 3 Ementa... 3 Ideia... 4 Infrahosp... 4 Nome do Pré-Projeto:... 4 Órgão executor:... 4 Início / Término da implementação:... 4 Público-alvo:...

Leia mais