Índice. Perguntas e Respostas 8. Matéria de Capa 18. Analgesia Inalatória 22. Entenda a CBHPM 24. Notícias CBHPM no Portal da SBA 24

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Índice. Perguntas e Respostas 8. Matéria de Capa 18. Analgesia Inalatória 22. Entenda a CBHPM 24. Notícias CBHPM no Portal da SBA 24"

Transcrição

1

2 Expediente Anestesia em revista é uma publicação da Sociedade Brasileira de Anestesiologia Departamento de Anestesiologia da Associação Médica Brasileira Rua Professor Alfredo Gomes, 36 Botafogo - Rio de Janeiro - CEP: Tel.: (21) Fax: (21) Conselho Editorial: Pedro Thadeu Galvão Vianna Roberto Bastos da Serra Freire Consuelo Plemont Maia Sergio Luiz do Logar Mattos Ismar Lima Cavalcanti João Aurílio Rodrigues Estrela Jurandir Coan Turazzi Índice Editorial 5 Cartas 6 Perguntas e Respostas 8 Matéria de Capa 18 Divulgação Diretor Responsável: João Aurílio Rodrigues Estrela Programação Visual: Ito Oliveira Lopes DRT/ Wellington Luís Rocha Lopes Capa e Ilustrações: Marcelo Marinho Rodrigo Matos Mercedes Azevedo José Bredariol Jr Impressão e Acabamento: MasterGraph Tiragem: exemplares Distribuição gratuita IMPORTANTE: Cadastre seu na SBA Visite o site da SBA na Internet: Denúncia Infração Ética 22 Analgesia Inalatória 22 Aprovados na Prova Oral do Título Superior em Anestesiologia 22 Entidades Médicas com apoio da SBA reivindicam no Congresso Nacional reconhecimento à CBHPM 23 Entenda a CBHPM 24 Notícias CBHPM no Portal da SBA 24 CBHPM - Negociações com o Grupo Unidas 25 Notícias Comissão de Normas Técnicas e Segurança em Anestesia 4 Novos Membros 7 XIX JOPAN - Jornada Paraibana de Anestesiologia 7 Secretaria 9 Regionais 10 Resoluções Aprovadas pela Assembléia de Representantes Extraordinária (ARE) 11 ARE Transfere para Assembléia Geral a responsabilidade das eleições da Diretoria e Conselho Fiscal 16 Assembléia de Representantes Extraordinária aprova normas para obtenção do Certificado de área de atuação em dor 21 Calendário Científico 26 Site da SBA - Anestesia em revista - julho/agosto,

3 Comissão de Normas Técnicas e Segurança em Anestesia Parecer técnico sobre o uso de mantas de aquecimento Sobre o uso de manta térmica para o aquecimento de pacientes informamos: 1 -O parecer seque com anexos de referências bibliográficas sobre o assunto. 2 - Conforme comprovado na literatura, a hipotermia no período pós-operatório, principalmente de crianças e idosos, aumenta o consumo de oxigênio e promove as suas conseqüências negativas para o paciente. 3 -Pelo entendido a situação é: O uso de uma manta térmica com circulação de ar forçado, embaixo do paciente. Baseado nesta situação será discutido o presente parecer. 4 -O sistema de ar forçado é realizado através de um dispositivo propulsor de ar aquecido, com temperatura regulada, para dentro de um colchão (manta) de parede dupla para formar um espaço (cavidade) com orifícios para o escape do ar, voltados para o lado do corpo do paciente. Tal sistema injeta ar aquecido no interior do colchão, que realiza a tarefa de uma superfície aquecida (que transfere calor) e isolante (que protege contra a perda de calor). O ar circulante (forçado) escapa por orifícios sob o colchão, mantendo um compartimento aquecido entre o paciente e suas partes que não encostam no colchão, ou seja, promovendo um ambiente aquecido ao redor da área coberta do paciente. 5 -O sistema, quando utilizado corretamente, transfere calor e evita a perda do mesmo para o ambiente. 6 -Se colocarmos o paciente sobre o colchão estaremos obstruindo os orifícios de escape do ar (ou parte deles), bloqueando a sua saída e diminuindo a eficiência do sistema. 7 -O sistema que força o ar não tem potencia suficiente para inflar o colchão, sob o peso do paciente, e conseqüentemente não sofrerá expansão criando a camada de ar no interior do colchão, diminuindo a eficiência do sistema. 8 -O ar quente forçado não é estéril e poderá, ao ser injetado em partes críticas promover a contaminação. O uso de campos plásticos adesivos, que isolem o campo operatório do fluxo de ar quente poderá ser uma alternativa a ser estudada. 9 -Não dispomos de condições técnicas para opinar sobre o uso conjunto (interação) de um sistema de condicionamento de ar de fluxo laminar com um sistema de ar quente forçado por manta térmica A prevenção da hipotermia deve ser realizada com um conjunto de medidas preventivas e terapêuticas, não ficando limitada a um único dispositivo. A combinação destas medidas, de modo seguro e racional, certamente trará a preservação de calor para o nosso paciente. Dentre estas medidas podemos citar: temperatura ambiente, exposição desnecessária do paciente (cobre-descobre), temperatura dos líquidos de assepsia, temperatura dos líquidos de irrigação e infusão O controle rigoroso da temperatura, de modo contínuo, ajuda a manter o alerta e pode facilitar na prevenção da hipotermia. Este é o nosso parecer Dr. Antonio Roberto Carraretto Dr. Manoel Rodrigues Medeiros Neto Dr. Oscar César Pires Membros CNTSA-SBA 2004 Acesse no Portal da SBA Parecer completo com referências bibliográficas Anestesia em revista - julho/agosto,

4 Editorial Sociedade Brasileira de Anestesiologia Um novo processo eleitoral na SBA Dr. João Aurílio Rodrigues Estrela O novo código civil brasileiro levou a profunda mudança no Estatuto, Regimentos e Regulamentos da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA). A primeira conseqüência destas mudanças, e a mais importante foi o novo processo eleitoral para a eleição da diretoria e conselho fiscal. Obrigado que foi pelo novo código civil, este processo deverá ocorrer em Assembléia Geral (AG), ou seja, com a participação de todos os sócios, e não mais pelo sistema de representação proporcional na Assembléia de Representantes. Apenas para os cargos de comissões e comitês será mantido o sistema de votação proporcional, na Assembléia de Representantes. O seu voto para eleição da diretoria e conselho fiscal será por via postal, a semelhança de órgãos como CRM, CFM e outros. Portanto, de maneira amplamente democrática, todos participarão desta escolha. Necessário se faz que cada colega seja consciente e participativo neste processo. A sua regional continuará sendo importante, nos dois processos de votação, visto que ela, por participar ativamente das ações da SBA, pode saber qual o melhor caminho para nossa SBA. Somos uma federação composta por 24 regionais, sendo Roraima a mais recente. Todas elas têm suas características e devida importância. A democracia estará presente, mas, a responsabilidade deverá também estar. Não poderemos por isto, partirmos para aventuras ou desejos pessoais, colocando em segundo plano os interesses da SBA. É muito importante se conhecer, conviver e ter a experiência administrativa em nossa sociedade, para que ela não venha sofrer as conseqüências da falta destes atributos, sob pena de solução de continuidade administrativa. Neste número do Anestesia em Revista (AR), para seu conhecimento, publicamos as resoluções da Assembléia de Representantes Extraordinária, realizada durante a JASB/2004 em São Paulo com todas as alterações, inclusões e exclusões nos Regimentos e Regulamentos da SBA, dentre eles o novo regulamento das eleições. Anteriormente você recebeu como encarte do AR o novo Estatuto da SBA. Como já disse Dr. Bello (), a SBA somos todos nós. É responsabilidade nossa mantermos este princípio. João Aurílio Rodrigues Estrela Diretor Administrativo da SBA. Anestesia em revista - julho/agosto,

5 Cartas Sociedade Brasileira de Anestesiologia SBA no Comitê Executivo da WFSA Prezado Colega Tenho a satisfação de encaminhar à Diretoria da SBA cópia da carta que recebi do Dr. John R Moyers, atual Secretário Honorário da WFSA, bem como cópia da resposta que lhe enviei na data de ontem. Informo à Diretoria que, na qualidade de Vice- Presidente, embora não sendo este um cargo executivo, procurarei manter um canal aberto com os órgãos diretivos da WFSA sempre à disposição da SBA, a fim de que, juntamente com o Dr. Gastão Fernandes Duval Neto, possamos manter e ampliar o alto nível de representatividade da SBA na entidade maior da Anestesiologia mundial. Renovando protestos de estima e apreço, subscrevome, Atenciosamente. Dr. José R. Nociti Vice-Presidente da WFSA Rua Stelio Machado Loureiro, Ribeirão Preto - Fax: Dear Jose This letter is to acknowledge and to congratulate and to congratulate your election as Vice President of the WFSA. It is also to thank you most heartily and warmly for jour service to the WFSA Executive Commityee. As you are well aware, the Federation and its Executive Committee are in better condition and optimistically looking forward after your hard work. I wish to thank you for your intense effort, diplomacy and patience during all the deliberations and wouk of the Executive Committee. It is certain that your selfless dedication has set the tone for the new and continuing members of the Executive Committee. I know Anneke Meursing, as President, has encouraged you to stay engaged and I, too, also hope that you will stay in close contact with the WFSA family ; the organization needs and welcomes your expertise and devotion. Comitê de Ressuscitação no CBA Exmo. Sr. Dr. Sérgio Timerman MD Presidente do Conselho Nacional de Ressuscitação Estimado colega A diretoria da Sociedade Brasileira de Anestesiologia, conhecedora dos recentes contatos entre V. Exa e o Presidente Científico do 52º CBA, sentiu-se honrada com a inclusão do Comitê de Ressuscitação, de forma permanente, na programação Científica dos futuros Congressos Brasileiros de Anestesilogia. Oportunamente, indicamos nosso nobre colega Dr. David Ferez, profissional renomado e grande estudioso do assunto, como membro do Conselho Nacional de Ressuscitação, sob Vossa Presidência, representando nossa especialidade. Manifestamos nosso contentamento e ressaltamos a importância significativa dessa parceria, para o crescimento qualitativo da nossa especialidade médica. Sem mais para o momento, protestos de estima e consideração. Dr. Ismar Lima Cavalcanti Diretor Científico da SBA Apoio colegas da Bahia Meus parabéns Agindo com firmeza e dignidade deixaremos de ser escravos dos senhores donos da verdade. Felicito os colegas da Bahia assim como direção SBA, pela postura ética. Jones Pavan Sincerely yours, John R. Moyers, M.D. Honorary Secretary

6 Novos Novos Membros ADJUNTO XIX JOPAN Jornada Paraibana de Anestesiologia Aconteceu nos dias 23 e 24 de julho de 2004, no auditório do Hospital Unimed - João Pessoa, a XIX Jornada Paraibana de Anestesiologia. O tema escolhido foi: Avanços e Controvérsias em Anestesia e abordou temas variados como: Anestesia em Transplantes de Órgãos; Cirurgia Bariátrica; Controvérsias em Obstetrícia e Novas Drogas. O Curso Pré Jornada em Anestesia Venosa Total ministrado pelos Drs. Fernando Squeff Nora(RS) e Marcos Aguzzoli (RS) com transmissão simultânea foi brilhante. A política de revelar novos valores da terra, foi bastante prestigiada e as aulas tiveram alto nível. Prestigiaram a XIX JOPAN os Drs. Marcius Vinicius (PE), André Beer (), Marcos Aguzzoli (RS), Nilton do Vale (RN), Rodrigo Castro (RN) e os presidentes das Regionais: Ronaldo Gurgel (SAESE), Fernando Nora (SARGS). Dr Fernando A. Florencio dos Santos Presidente Karen Anny Toda Kakizawa Lauro de Melo Pita Filho Lucius Claudius Lopes da Silva Luiz da Silva Freire Luiz Ricardo Braga Ferreira Melson Roberto M. de Souza Paulo Sérgio Santiago Rosaes Paulo Veloso Monteiro Ricardo Barros Barreto Sebastião Guimarães do Amaral Sueli Kazue Muramatsu Pereira Trifonia Lionela Trigo Castro Viviane Lúcia Barão Paixão AIRANTE André Luís Paulos de Sá Bruno Cardoso Batista Clarissa dos Santos Correia Felipe de Carvalho Roeder Fernanda Petrille Bueno Gustavo Pultrini Pereira de Oliveira PR BA MG AM AM PE MG PE DF ES PR BA Ibanes Prado Leandro Glauber Dias Milton Olaio Neto Ocilene de Cássia Pantoja Mota Roberto Camargo Quevedo Thais Sardinha dos Santos ATIVO Adecir Geraldo Neubauer Alberto de Rezende Ferreira Lima André Perillier Schneider André Teixeira Silva Bruno Serra Guida Camila Athayde Carpi Carolina Magalhães Viegas Caroline Gonçalves de Sá Fernandes Catarina Izabel Lopes Albuquerque Daniel Farias Mendes Elaine Cristina Barbosa Fabio Randal Tampelini Fábio Vinicius Benevenuto Feltrim Fernando Camargo Costa Faria Mesa de Abertura da XIX JOPAN em João Pessoa Da esquerda para Direita - Dr. José Demir - Presidente do Sindicato dos Médicos; Dr. Vinícius Formiga - Hosp.Unimed-JPA; Dr. Wilberto Trigueiro - Presidente da AMB-PB; Dr. Aurílio Estrela - Dir.Administrativo da SBA; Dr. Fernando Florencio - Presidente da SAEPB; Dr. Walter Azevedo - CRM-PB; Dr. Aucelio Gusmão - Presidente da Unimed-JPA; Dr. Romildo Montenegro - Presidente UNICRED-PB; Dr. Garibaldi - Coopanest/PB PA SC DF SC PB PE MS Isabel Ribeiro da Silva Janilson Nascimento Alencar Josiane Alves de Assis Juliana Martins Amaral Luciana Reis Ribas Marcello Pinto Magalhães Marcelo Rozatti Marcia Maria Prado Fonseca Nayara Guedes Cavalcanti Paulo Jundo Oyama Paulo Roberto Soares Pinto Pedro Akira Ishizuka Rafaela Pereira da Silva Raphael de Figueiredo Bastos Regina Helena Carvalho de Mattos Renata Buarque de Macedo Valente Renata Cordeiro Medeiros Prá Sabrina Estevez de Saules Saverio Lofiego Sérgio Vinicius Pereira de Melo Severino Alves Cardoso Neto Silvia Cristina de Albuquerque Ribeira PE MG MG Anestesia em revista - julho/agosto,

7 Perguntas e Respostas Sociedade Brasileira de Anestesiologia Pergunta Sala de recuperação pós-anestésica Eu gostaria de saber quais a normas (resoluções) que regem uma sala de recuperação pós-anestésica, principalmente no que diz respeito à monitores mínimos exigidos por lei, bem como materiais, etc. SBA responde: Recomendações da Sociedade Brasileira de Anestesiologia para a sala de recuperação pósanestésica. Anexo: Resolução SRPA Art. 1 - Todos pacientes submetidos à anestesia geral, regional, bloqueio terapêutico ou sedação deverão ser admitidos na SRPA, exceto, por ordem específica e por escrito do anestesiologista, responsável pelo cuidado do paciente. IV Os sinais vitais e a escala de recuperação pós-anestésica deverão ser registrados em relatório apropriado. Art. 5 - A supervisão, coordenação da SRPA e a alta do paciente são de responsabilidade do médico anestesiologista. Dr. Ismar Lima Cavalcanti Diretor Depto. Científico da SBA Pergunta Anestesia Regional Ajuda: onde acho norma que determina as condições mínimas para anestesia regional? SBA responde: A normatização da realização do ato anestésico está contida na Resolução do Conselho Federal de Medicina, número 1363/1993. Dr. Jurandir Coan Turazzi Dir. Depto. Defesa Profissional da SBA Art. 2 - A relação de leitos da SRPA deverá ser, no mínimo, 1,5 para cada sala cirúrgica e de dois leitos em hospital com mais de 50% de anestesias realizadas em regime ambulatorial. Pergunta Honorários em Tabela SUS Art. 3 - Deverá haver um médico anestesiologista permanentemente na SRPA, responsável pelos cuidados dos pacientes. Art. 4 - O paciente será acompanhado pelo anestesiologista que realizou o procedimento anestésico durante o transporte para a SRPA. Art 5 - Ao chegar à SRPA o paciente deverá ser reavaliado pelo médico anestesiologista. I Ao transferir a responsabilidade dos cuidados do paciente ao anestesiologista responsável pela SRPA, o anestesiologista deve fazer o relato das técnicas e medicamentos utilizados, assim como, da situação clínica e intercorrências transoperatórias. II Os pacientes serão monitorizados de acordo com o estado físico e clínico-cirúrgico. III Durante sua permanência, o paciente será periodicamente avaliado pelo anestesiologista responsável pela SRPA. Gostaria de parabenizar a Comissão de Honorários Médicos pela atuação junto ao Ministério da Saúde pelo progresso das negociações em favor dos anestesiologistas e pela recente publicação da portaria número 158 de 05 de maio de Temos encontrado algumas dificuldades e gostaria de solicitar parecer quanto à melhor conduta para solução do impasse descrito a seguir. Somos um grupo de 12 anestesiologistas e prestamos serviço em um hospital que é credenciado do SUS. Temos um número expressivo de procedimentos no setor de Hemodinâmica, seja de Radiologia Intervencionista, Eletrofisiologia, etc. A maioria desses procedimentos, na Tabela SUS, não contempla o concurso do Anestesiologista. Segue-se, consequentemente, uma remuneração de baixíssimo valor, já que o único meio de faturamento é pelos pontos da AIH. Qual a melhor conduta a seguir junto ao hospital? Podemos nos eximir da responsabilidade do atendimento aos procedimentos em questão que forem eletivos? Sendo a anestesiologia uma especialidade que pode limitar a atuação de outros profissionais, seríamos obrigados a atender tais procedimentos, mesmo que eletivos, em condições de remuneração considerada vil pelo Código de Ética Médica? Não conseguimos compreender como o Ministério da Saúde e seus técnicos podem achar ser possível realizar procedimentos como Embolização de Aneurisma Cerebral, Implante de Desfibrilador Cardíaco, ou mesmo a

8 Ablação de Feixes Anômalos sem um anestesiologista. Não acreditamos tampouco sermos os únicos a enfrentar esse tipo de problema. SBA responde: Inicialmente agradecemos suas gentis palavras. Quanto as suas observações, temos a aduzir que a Diretoria da Sociedade Brasileira de Anestesiologia está muito preocupada com a remuneração dos procedimentos realizados no Sistema Único de Saúde (SUS), seja pelo baixo valor ou pelo não pagamento de honorários em muitos procedimentos. Já estivemos presentes na Secretaria de Atenção à Saúde, onde fomos recebidos pelo Sr. Secretário, Dr. Jorge Solla. Na oportunidade fizemos várias solicitações, sendo as mais veementes quanto ao reajuste das tabelas do SUS, bem como inclusão de remuneração para diversos procedimentos. Estamos no aguardo de agendamento de nova reunião para continuarmos as conversações. Quanto ao atendimento eletivo aos procedimentos não contemplados, somos do entendimento que nenhum profissional Médico é obrigado a prestar atendimento sem remuneração ou por valores que o mesmo não aceite. Sugerimos questionar junto ao hospital o pagamento destes procedimentos por valores a serem ajustados entre os anestesiologistas, hospital e o órgão gestor. Poderia ser utilizado como parâmetro a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos, com desconto especial para os procedimentos realizados em pacientes do SUS. Temos também a acrescentar que alguns procedimentos vem sendo incluídos gradativamente na Tabela SIH/ SIA SUS. O colega poderá acessá-los no site: tabelasnet/default.asp A SBA está muito atenta e não se furtará do seu papel de defensora dos honorários dos anestesiologistas brasileiros. Dr. Jurandir Coan Turazzi Dir. Depto. Defesa Profissional da SBA Pergunta Protocolo de exames pré-operatórios Tenho me preocupado muito com o aumento do custo da assistência médica e, em especial na Anestesiologia, com os gastos desnecessários gerados pelas solicitações excessivas de exames pre-operatórios, muitos dos quais inuteis e onorosos ao paciente/convênio. Na tentativa de elaborar um protocolo de exames pre-operatórios tenho encontrado resistencia de algumas especialidades, principalmente dos cardiologistas. Diante disso resolvi recorrer a SBA com o intuito de receber acessoria para implantação de um protocolo ético e seguro e, para tanto, necessito de informações e acesso a protocolos já existentes. Aguardo resposta com urgência. SBA responde: A respeito de protocolos de exames pré-operatórios temos a aduzir que: 1- A SBA não dispõe de protocolo sobre a questão; 2- Nos últimos anos a literatura têm sido extensa sobre o assunto, fornecendo evidências científicas para que o corpo clínico do seu hospital possa, após ampla discussão, traçar condutas consensuais. 3 - Sugerimos utilizar a biblioteca virtual ou mesmo a biblioteca da SBA para a realização do levantamento bibliográfico. Dr. Ismar Lima Cavalcanti Diretor Depto. Científico da SBA Notícias da Secretaria Notícias da Secretaria Remessa de Publicações A Diretoria da SBA, visando agilidade e eficiência na entrega das publicações Revista Brasileira de Anestesiologia (RBA) e Anestesia em Revista (AR) contratou Empresa especializada para a entrega das mesmas. Para que possamos acompanhar a eficiência deste trabalho e controle de cláusulas contratuais, necessitamos de comunicação, por escrito, específica, com relação a possível não recebimento. Esclarecemos ainda que o contrato foi firmado a partir da RBA 04/ 2004 e AR 03/2004. Contamos com sua colaboração para o controle da qualidade deste serviço. Acesse nosso Portal para o envio de reclamações: Área Reservada aos Sócios - Reclamações RBA/AR - Diretoria Anestesia em revista - julho/agosto,

9 Regionais Sociedade Brasileira de Anestesiologia Solidariedade com situação vivida em Imperatriz A Sociedade de Anestesiologia do Estado do Ceará -SAEC se solidariza com os anestesiologistas maranhenses que estão enfrentando mais uma batalha da eterna luta do "rochedo contra o mar". Estamos à disposição para qualquer ajuda que se faça necessária dentro da lei e da ética. Caso algum anestesiologista cearense esteja interferindo nas negociações, favor comunicar imediatamente para que possamos alertar ao colega das implicações existentes. Atenciosaqmente, Glauco Kleming Presidente da SAEC Quero parabenizar os colegas de Imperatriz assim como ratificar que podem contar com a solidariedade dos colegas do Espírito Santo. Só somos fortes com coesão e consciência. Parabéns! Sem anestesiologista não tem hospital. Saudações Jones Pavan Presidente da Coopanest-ES A SOCIEDADE DE ANESTESIOLO- GIA DO ESTADO DO AMAZONAS, neste ato representada por seu Diretor Presidente, infra-assinado, vem, perante o colega, visando a manutenção da dignidade dos profissionais interessados em fomentar o progresso, o aperfeiçoamento e a difusão da anestesiologia no Amazonas, fazendo-o através dos fundamentos a seguir delineados: Os anestesiologistas do corpo clínico do Hospital Adventista de Manaus vêm apresentando dificuldades no exercício de sua profissão, em função da negociação pela implantação da CBHPM. Informações não oficiais por parte da direção do Hospital Adventista de Manaus ressaltam a contratação de anestesiologistas de outros estados. Oportunamente, solicitamos ao colega a gentileza de divulgar esta situação entre os demais associados, para que estes se tornem cientes das dificuldades enfrentadas por esta coirmã. Sem mais para o momento, na certeza de poder contar com a atenção do colega na resolução dos problemas enfrentados cotidianamente, externamos nossos votos de consideração e apreço. Atenciosamente Rildo Guilherme O.Gomes Presidente da SAEAM 54º aniversário Leopoldo Palheta Gonzales Vice Presidente da SAEAM A Sociedade de Anestesiologia do Rio Grande do Sul (SARGS) completa 54 anos. Para comemorar a data foi realizada, dia 14 de junho, no Hospital Mãe de Deus, um evento científico. Das 20h às 20h30min, o Dr. Pedro Paulo Tanaka, do Paraná, abordou o tema Anestesia para cirurgia de obesidade. Das 20h30min às 21h o Dr. Marcos Aguzzoli falou sobre Rocurônio uso do estimulador de nervo periférico. Em seguida o Dr. João Marcos Rizzo apresentou o tema Antiinflamatórios não esteróides. Após as explanações foi servido um coquetel de confraternização. O evento teve a coordenação do Dr. Marcos Aguzzoli, diretor social e de marketing da SARGS. Anestesia em revista - julho/agosto,

10 Resoluções Aprovadas pela Assembléia de Representantes Extraordinária (ARE) 26 de junho de 2004, por ocasião da 38 ª JASB, São Paulo/ Mesa Diretora da A.R.E. - Dra. Consuelo Plemont Maia, Dr. Pedro Thadeu Galvão Vianna e Dr. Ismar Lima Cavalcanti REGIMENTO DA ASSEMBLÉIA DE REPRESENTANTES Art. 3º, caput (Alteração). APROVADO. Art. 3 - A AR ordinária reunir-se-á em locais coincidentes com os Congressos Brasileiros de Anestesiologia, devendo ser convocada pela Diretoria da SBA por meio de circular postal a todas as suas Regionais. Art. 5º, inciso I (Alteração). APROVADO. Art. 5 o, I - Examinar e dar aprovação final aos assuntos administrativos da Sociedade, exceto os casos previstos no capítulo V do Estatuto. Art. 5º, inciso III (Alteração). APROVADO. Art. 5, III - Eleger os membros das Comissões Permanentes, o Editor- Chefe e Co-Editor da Revista Brasileira de Anestesiologia, o Secretário do Conselho de Defesa Profissional, os Comitês e criar Comissões de Estudo com prazo inferior a um ano. Art. 5º, inciso IX (Alteração). APROVADO. Art. 5 o, IX Discutir e votar as alterações aos Regulamentos e Regimentos propostos no relatório da CERR. Art. 5º, inciso XI (Alteração). APROVADO. Art. 5 - Compete à AR: XI Votar as resoluções do Conselho de Defesa Profissional encaminhadas pela Diretoria da SBA ou pelo plenário deste Conselho. Art. 5º, inciso XII (Exclusão). APRO- VADO. Art. 5º, inciso XII (Inclusão). APROVADO. Art. 5 o, XII Eleger a Comissão de Aprovação da Ata, composta por 03 (três) representantes. Art. 6º, caput (Alteração) e exclusão do parágrafo único. APROVADO. Art. 6 - Os Representantes e seus Suplentes serão Membros Ativos, quites com as suas obrigações sociais até a data da convocação da AR, indicados pelas respectivas Regionais. Art. 6º (Transformação do parágrafo único em 1º e criação do 2º e 3º). APRO- VADO. Art. 6º - Os Representantes e seus Suplentes serão Membros Ativos, quites com as suas obrigações sociais até a data da convocação da AR, indicados pelas respectivas Regionais. 1º - As Regionais deverão enviar à Secretaria da SBA, até 90 (noventa) dias da data da Sessão de Instalação da AR, lista contendo nome e número de matrícula na SBA e ano de quitação com a Regional, de todos os membros quites com a respectiva tesouraria. 2º - A Lista deverá citar expressamente que se destina ao cálculo do número de representantes. Art. 7º, 1º (Alteração). APROVADO. Art A Regional poderá indicar um Suplente para cada representante. Art. 15 (Alteração). APROVADO. Art A Agenda incluirá relatórios da Diretoria, do Conselho Superior, do Conselho de Defesa Profissional, das Comissões Permanentes, dos Comitês, do Editor-Chefe da Revista, assuntos aprovados pela Diretoria, orçamento para o ano seguinte, relação dos cargos a vagar com o nome dos respectivos titulares, exceto da Diretoria e do Conselho Fiscal, e a ata da AR do ano anterior, os quais serão incluídos em um Boletim Agenda. Art. 24, inciso XIII (Exclusão). APROVADO. Art. 24, incisos XIV, XV e XVI (Renumeração). APROVADO. Art XIII - Suspender temporariamente a Assembléia. XIV - Encerrar os trabalhos. XV - Assinar a Ata da AR. Art. 25, inciso VII (Alteração). APROVADO. Art. 25, VII - Apresentar a Ata da AR à Comissão prevista no inciso IX, artigo 5 o deste Regimento para conferência e aprova- Anestesia em revista - julho/agosto,

11 ção. Art. 28, parágrafo único (Alteração). APROVADO. Art Compete a cada Grupo de Trabalho dar parecer sobre os relatórios apresentados pelas Comissões Permanentes da Sociedade pertinentes a sua área. Parágrafo único - O Grupo de Trabalho de Assuntos Administrativos poderá apresentar emendas às propostas de alterações dos Regulamentos e Regimentos e opinará sobre a proposta orçamentária. Art. 36, inciso IV (Alteração) e inciso VI (Exclusão). APRO- VADO. Art. 36, V - Preenchimento dos cargos eletivos a vagar, através de eleições secretas, exceto para a Diretoria e Conselho Fiscal. Art. 51 (Alteração). APROVADO. Art As deliberações da AR serão gravadas e transcritas em Ata assinada pelo Presidente, 1 o e 2 o Secretários da AR. Parágrafo único A Ata da AR também será arquivada eletronicamente. Art. 52 (Alteração). APROVADO. Art As Resoluções da AR ordinária entrarão em vigor no primeiro dia do ano civil subseqüente, desde que a Ata seja aprovada e as resoluções publicadas em Órgão de Divulgação da SBA. Parágrafo único As resoluções da AR extraordinária entrarão em vigor imediatamente após a aprovação da Ata e a devida publicação em Órgão de Divulgação da SBA. Art. 54, Inciso II (alteração). APROVADO. Art II De no mínimo 20% dos Representantes da AR. REGULAMENTO DOS CONGRESSOS BRASILEIROS DE ANESTESIOLOGIA Art. 8 Inclusão Inciso IX e Renumeração Incisos IX, X. APROVA- DO. Art. 8 - IX - Marcar a data para a realização da Assembléia Geral, impedindo a coincidência da mesma com a programação Científica do Congresso. X Marcar as datas para as sessões da AR, de acordo com o artigo 3, parágrafo 1, do Regimento da AR, impedindo a coincidência das mesmas com a programação Científica do Congresso. XI - Proporcionar local, material e meios para realização das provas sob a responsabilidade das Comissões da SBA. Art. 17, Inciso II (alteração). APROVADO. Art II De no mínimo 20% dos Representantes da AR. REGIMENTO DO CONSELHO DE DEFESA PROFISSIONAL Art. 1 (alteração). APROVADO. Art. 1 - O Conselho de Defesa Profissional é um órgão da SBA, consoante o artigo 22 do Estatuto. Art. 16, Inciso II (alteração). APROVADO. Art II De no mínimo 20% dos Representantes da AR. REGIMENTO DO CONSE- LHO FISCAL - Art. 3 (alteração). APROVADO. Art. 3 - O Conselho Fiscal será composto por 03 (três) membros efetivos e 03 (três) membros suplentes, todos membros ativos da SBA, eleitos pela Assembléia Geral, com mandato de três anos, elegendose um terço a cada ano; Art. 8 o, Inciso II (alteração). APROVADO. Art. 8 O - II De no mínimo 20% dos Representantes da AR. REGIMENTO DA COMISSÃO DE ENSINO E TREINAMENTO Art. 10, Inciso III (alteração). APRO- VADO. Art III De no mínimo REGULAMENTO DOS CENTROS DE ENSINO E TREINAMENTO Art. 57, Inciso III (alteração). APRO- VADO. Art III De no mínimo REGULAMENTO PARA MUDANÇA DE CATEGORIA DE ADJUNTO PARA ATIVO Art. 11, Inciso III (alteração). APRO- VADO. Art III De no mínimo REGULAMENTO DAS PROVAS ESCRITA E ORAL PARA MÉDICOS NÃO MEMBROS DA SBA Art. 7º (alteração). APROVADO. Art. 7º - Poderão se inscrever para a prova escrita os médicos não membros da SBA que satisfaçam as exigências apresentadas neste regulamento. Art. 11, Inciso III (alteração). APROVADO.Art 11 - III De no mínimo REGIMENTO DA COMISSÃO EXAMINADORA DO TÍTULO SUPERIOR EM ANESTESIOLOGIA Art. 13, Inciso III (alteração). APRO- VADO. Art III De no mínimo REGULAMENTO DO TÍTULO SUPE- RIOR EM ANESTESIOLOGIA Art. 19, Inciso III (alteração). APRO- VADO. Art III De no mínimo REGULAMENTO DO TÍTULO DE ES- PECIALISTA EM ANESTESIOLOGIA Art. 12, Inciso III (alteração). APRO- VADO. Art III De no mínimo REGIMENTO DA COMISSÃO DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS Art. 13, Inciso III (alteração). APRO- VADO. Art III De no mínimo REGIMENTO DA COMISSÃO DE NORMAS TÉCNICAS E SEGURANÇA EM ANESTESIA Art. 21, Inciso II (alteração). APRO- VADO. Art II De no mínimo 20% dos Representantes da AR. REGIMENTO DA COMISSÃO DE HONORÁRIOS MÉDICOS Art. 10, Inciso III (alteração). APRO- VADO. Art III De no mínimo REGIMENTO DA COMISSÃO DE ESTATUTO, REGULAMENTOS E REGIMENTOS Art. 3º (Alteração, Inclusão de inciso e renumeração). APROVADO. Art. 3º - A CERR tem por finalidade: I Apresentar relatório, com parecer à AG, sobre as propostas de alterações no Estatuto, encaminhadas pela Diretoria. II - Apresentar relatório, com parecer à AR, sobre as propostas de alterações dos Regulamentos e Regimentos, que lhe tenham sido encaminhadas pela Diretoria. Parágrafo único - Os pareceres, referidos nos incisos anteriores, devem se ater aos aspectos técnicos de legislação. III - Apresentar parecer sobre dúvidas com relação à interpretação das disposições estatutárias, regulamentares ou regimentais que lhe tenham sido encaminhadas pela Diretoria. Art. 9º (Alteração). APROVADO. Art. 9 - Aprovadas as Atas da Assembléia Geral e da Assembléia de Representantes, a Comissão deverá reunir-se para proceder às alterações no Estatuto, Regulamentos e Regimentos, aprovadas pelas assembléias. Art. 10, Inciso III (alteração). APROVADO. Art III De no mínimo 20% dos Representantes da AR. REGIMENTO DA COMISSÃO DE SAÚDE OCUPACIONAL Art. 8º, Inciso III (alteração). APRO- VADO. Art. 8º - III De no mínimo Título do Capítulo V (Exclusão). APRO- VADO. Anestesia em revista - julho/agosto,

12 REGIMENTO DA COMISSÃO DE SINDICÂNCIA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO Art. 12, Inciso III (alteração). APRO- VADO. Art III De no mínimo REGIMENTO DA REVISTA BRASI- LEIRA DE ANESTESIOLOGIA Art. 28, Inciso III (alteração). APRO- VADO. Art III De no mínimo REGULAMENTO DO CALENDÁRIO CIENTÍFICO Art. 10, Inciso II (alteração). APRO- VADO. Art II De no mínimo 20% dos Representantes da AR. REGULAMENTO DE PRÊMIOS SOB JULGAMENTO DA SBA Inclusão de Capítulo e renumeração. APROVADO. Capítulo I - Dos Prêmios - Art. 1.º - A SBA conferirá, anualmente, de acordo com este Regulamento, os seguintes prêmios, que serão entregues aos seus autores durante o Congresso Brasileiro de Anestesiologia. I Dr. Alfredo Augusto Vieira Portella; II Dr. Affonso Fortis; III Dr. José Luiz Gomes do Amaral; IV Dr. Renato Ribeiro; V Dr. Zairo Eira Garcia Vieira; VI Dr. Masami Katayama; VII Dr. Walter Silva Machado; VIII Dr. Valdir Cavalcanti Medrado. Parágrafo único Havendo patrocínio, a SBA poderá ainda conferir os prêmios abaixo discriminados: I Anestesia Venosa: Dra. Eugesse Cremonesi, Dr. Aberto Caputo e Dr. Manoel Antônio Pereira Alvarez; II Anestesia Inalatória: Dr. Carlos Pereira Parsloe, Dr. Kentaro Takaoka e Dr. Renato Ângelo Saraiva; III Anestésicos Locais: Dr. José Carlos Ferraro Maia, Dr. Nélson da Rocha Falcão e Dr. Pedro Geretto; IV Relaxantes Musculares: Dr. Antonio Patury e Souza, Dr. Danilo Freire Duarte e Dr. João Batista Pereira; V Segurança em Anestesia: Dr. Roberto Simão Mathias. Art. 11, Inciso III (alteração). APROVADO. III De no mínimo CÓDIGO PROFISSIONAL E ECONÔMICO Art. 10, Inciso II (alteração). APRO- VADO. Art II De no mínimo 20% dos Representantes da AR. CÓDIGO DE PROCESSO ADMINISTRATIVO Art. 26, paragráfo 1º (alteração) e parágrafo 2º (exclusão). APROVADO. Art Parágrafo único - A aplicação da penalidade de eliminação dos quadros da SBA só poderá ser efetivada com o referendo do órgão recursal, que é o Conselho Superior da SBA, devendo a Diretoria encaminhar automaticamente o processo a esta instância. Art. 27, paragráfos 1º e 2º (inclusão). APROVADO. Art. 27-1º Decidindo o Conselho Superior pela manutenção da pena de exclusão do associado, o caso será obrigatoriamente apreciado pela AR. 2º - Da decisão da Assembléia de Representantes que decretar a exclusão, caberá ainda recurso à Assembléia Geral. Art. 44, Inciso II (alteração). APRO- VADO. Art II De no mínimo REGULAMENTO DA ADMISSÃO DE SÓCIOS. APROVADO. - Capítulo I - Da Inscrição - Art. 1.º - Serão admitidos como novos integrantes do quadro de associados da SBA todos aqueles que, atendendo aos requisitos do Estatuto e do presente Regulamento, assim o desejarem. Art. 2.º - As modalidades de associados são as previstas no Artigo 5.º, Capítulo III do Estatuto da SBA. Parágrafo único É vedada a criação de outros tipos de membros associados, salvo mudança estatutária. Art. 3.º - A inscrição de novos associados será homologada após o pagamento da anuidade do exercício vigente, cumpridas as demais exigências estatutárias e regulamentares para a admissão. Capítulo II - Dos Sócios Honorários E Beneméritos - Art. 4.º - A admissão de novos Membros Honorários e Beneméritos se fará nos termos do Capítulo III do Estatuto, ficando os mesmos isentos do pagamento de anuidades, de acordo com o que determina o Artigo 21, inciso II, do Estatuto da SBA. Capítulo III - Dos Membros Aspirantes - Art. 5.º - Os novos Membros Aspirantes terão sua inscrição homologada após a comunicação oficial do Responsável pelo CET de origem à Comissão de Ensino e Treinamento da SBA de seu ingresso no Curso de Especialização, cumprida a formalidade legal do pagamento da anuidade do exercício através de sua Regional. Capítulo IV - Dos Membros Adjuntos - Art. 6.º - Os novos Membros Adjuntos terão sua inscrição consolidada, após pagamento da anuidade pertinente à categoria, preenchidos os seguintes requisitos: I Indicação prévia e por escrito de, no mínimo, dois membros ativos da SBA; II Apresentação de Certificado de Conclusão de Residência Médica em Anestesiologia, expedido por uma instituição credenciada pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) não integrante do quadro oficial de CET s credenciados pela SBA, ou; III Comprovação do exercício da anestesia há no mínimo cinco anos no Brasil, em instituição hospitalar idônea e legalmente constituída, pública ou privada, ou; IV Apresentação de Certificado de Conclusão de Curso de Especialização realizado no exterior, assinado pelo Responsável e acompanhado de histórico detalhado do mesmo. 1.º - Este Certificado deverá ser analisado previamente e aprovado pela Comissão de Ensino e Treinamento da SBA. 2.º - Os Membros adjuntos poderão passar a integrar o quadro de Membros Ativos desde que aprovados em prova específica para mudança de categoria elaborada pela Comissão de Ensino e Treinamento da SBA. Capítulo V - Dos Membros Ativos - Art. 7.º - Os novos Membros Ativos serão oriundos, obrigatoriamente, das categorias de Aspirantes ou Adjuntos, que satisfizerem as exigências estatutárias, regulamentares e regimentais para a mudança de modalidade de associado. Art. 8.º - A mudança de categoria pleiteada pelo Membro associado será automática, uma vez paga a anuidade referente à modalidade de Membro Ativo, cumpridas as formalidades legais para o ingresso no quadro desejado. Capítulo VI - Dos Membros Estrangeiros - Art. 9.º - A inscrição de novos Membros Estrangeiros será homologada por requerimento à SBA, uma vez comprovadas as condições de médicos com residência fixa no exterior e em exercício regular da Anestesiologia ou de especialidade afim. Parágrafo único É indispensável para o ingresso nesta modalidade de associado o pagamento da anuidade prevista para a categoria. Capítulo VII - Dos Membros Remidos - Art. 10 A admissão de novos sócios remidos se fará automaticamente de acordo com o disposto no Estatuto. Capítulo VIII - Das Disposições Gerais - Art. 11 Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pela Diretoria da SBA, nos termos do Artigo 65 do Estatuto da entidade, facultada a consulta prévia às Comissões de CET e CERR. Art. 12 O presente Regula- Anestesia em revista - julho/agosto,

13 mento poderá ser reformado, no todo ou em parte, mediante proposta: I Da Diretoria, II De no mínimo 20% dos Representantes da AR. Parágrafo único As propostas deverão ser estudadas pela CERR, que emitirá parecer para a AR. REGIMENTO DO DEPARTAMENTO CIENTÍFICO APROVADO. - CAPÍTULO I - Do Departamento Científico - Art. 1º - Consoante o artigo 51 do Estatuto o Departamento Científico será regido por Regimento próprio. CAPÍTULO II - Do Diretor do Departamento Científico - Art. 2º O Diretor do Departamento Científico será eleito pela AG, com mandato de 01 (um) ano, não sendo vedada a reeleição. CAPÍTULO III - Da Composição do Departamento Científico - Art. 3º Consoante o artigo 52 do Estatuto o Departamento Científico será integrado pelas Comissões Permanentes, Comitês e Publicações relativas a sua área. Art. 4º - As Comissões Permanentes e os Comitês de Assessoramento Técnico-Científico são subordinados à Diretoria através do Diretor da área e terão regimentos próprios. Art. 5º - O Departamento Científico será integrado pela Revista Brasileira de Anestesiologia, pela Comissão de Ensino e Treinamento, pela Comissão de Normas Técnicas e Segurança em Anestesia, pela Comissão Examinadora do Título Superior em Anestesiologia e pelos Comitês. Art. 6º - A Revista Brasileira de Anestesiologia, editada no mínimo trimestralmente, será destinada, primordialmente, a publicações científicas sob a responsabilidade do Editor-Chefe e do Co-Editor, portadores do Título Superior em Anestesiologia, eleitos pela AR com mandato de três anos. Art. 7º - Os Editores poderão ser auxiliados por um Corpo Editorial Associado de três membros e por um Corpo de Conselheiros à sua escolha, selecionados entre membros ativos, portadores do Título Superior em Anestesiologia, com referendo da Diretoria da SBA. Art. 8º - A Comissão Examinadora do Título Superior em Anestesiologia, em conjunto com o Editor-Chefe da RBA, editará, anualmente, na Revista, perguntas, respostas e respectivos comentários, acompanhadas das referências bibliográficas, das questões do exame do Título Superior em Anestesiologia do ano imediatamente anterior. Parágrafo único - O Presidente da Comissão Examinadora do TSA e o Editor- Chefe da RBA serão responsáveis pelo cumprimento dessa disposição. Art. 9º - O Editor-Chefe e o Co-Editor da Revista terão mandato de três anos. Art Os membros das Comissões que compõem o Departamento Científico e os Editores da Revista Brasileira de Anestesiologia deverão possuir o Título Superior em Anestesiologia. Art Os membros da Comissão de Ensino e Treinamento, além de serem portadores do Título Superior em Anestesiologia, deverão pertencer a Centros de Ensino e Treinamento. Art. 12 Os Comitês abrangerão, basicamente as seguintes áreas: -Anestesia Ambulatorial, -Anestesia em Cirurgia Cárdio-Vascular e Torácica, - Anestesia em Obstetrícia, -Anestesia em Pediatria, -Anestesia Loco-Regional, -Anestesia Venosa, -Dor, - Hipertermia Maligna, -Reanimação e Atendimento ao Politraumatizado, - Via Aérea Difícil. CAPÍTULO IV - Das Reformas - Art Este Regimento poderá ser reformado no seu todo ou em parte, pela Assembléia de Representantes, mediante proposta: I - Da Diretoria da Sociedade. II - De no mínimo 20% dos Representantes da Assembléia de Representantes. Art As propostas deverão ser estudadas pela Comissão de Estatuto, Regulamentos e Regimentos no que se refere compatibilidade com o Estatuto e outras implicações legais. CAPÍ- TULO V - Das Disposições Gerais - Art Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria. Art Este Regimento entrará em vigor na data de aprovação pela Assembléia de Representantes. REGIMENTO DO DEPARTAMENTO DE DEFESA PROFISSIONAL APROVADO. - CAPÍTULO I - Do Departamento de Defesa Profissional - Art. 1º - Consoante o artigo 51 do Estatuto o Departamento de Defesa Profissional será regido por Regimento próprio. CAPÍTULO II - Do Diretor do Departamento de Defesa Profissional - Art. 2º O Diretor do Departamento de Defesa Profissional será eleito pela AG, com mandato de 01 (um) ano, não sendo vedada a reeleição. CAPÍTULO III - Da Composição do Departamento de Defesa Profissional - Art. 3º O Departamento de Defesa Profissional, cujo diretor é o Presidente do Conselho de Defesa Profissional, será integrado pela Comissão de Honorários Médicos, pela Comissão de Sindicância de Processo Administrativo e pela Comissão de Saúde Ocupacional. Art. 4º - O diretor do Departamento de Defesa Profissional é o Presidente do Conselho de Defesa Profissional. CAPÍTULO IV - Das Reformas - Art. 5º - Este Regimento poderá ser reformado no seu todo ou em parte, pela Assembléia de Representantes, mediante proposta: I - Da Diretoria da Sociedade. II - De no mínimo 20% dos Representantes da Assembléia de Representantes. Art. 6º - As propostas deverão ser estudadas pela Comissão de Estatuto, Regulamentos e Regimentos no que se refere a compatibilidade com o Estatuto e outras implicações legais. CAPÍ- TULO V - Das Disposições Gerais - Art. 7º - Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria. Art. 8º - Este Regimento entrará em vigor na data de aprovação pela Assembléia de Representantes. REGIMENTO DO DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO APROVADO. - CAPÍTULO I - Do Departamento Administrativo Art. 1º - Consoante o artigo 51 do Estatuto o Departamento Administrativo será regido por Regimento próprio. CAPÍ- TULO II - Do Diretor do Departamento Administrativo - Art. 2º O Diretor do Departamento Administrativo será eleito pela AG, com mandato de 01 (um) ano, não sendo vedada a reeleição. CAPÍTULO III - Da Composição do Departamento Administrativo - Art. 3º - O Departamento Administrativo será integrado pela Comissão de Estatuto, Regulamentos e Regimentos e pela Biblioteca, Videoteca e Museu. Art. 4º - A Sociedade manterá uma Biblioteca, uma Videoteca e um Museu relacionados com a especialidade. Art. 5º - Os acervos da Biblioteca, Videoteca e Museu ficarão sob responsabilidade do Diretor do Departamento Administrativo da SBA. CA- PÍTULO IV - Das Reformas - Art. 6º - Este Regimento poderá ser reformado no seu todo ou em parte, pela Assembléia de Representantes, mediante proposta: I - Da Diretoria da Sociedade. II - De no mínimo 20% dos Representantes da Assembléia de Representantes. Art. 7º - As propostas deverão ser estudadas pela Comissão de Estatuto, Regulamentos e Regimentos no que se refere compatibilidade com o Estatuto e outras implicações legais. CAPÍTULO V - Das Disposições Gerais - Art. 8º - Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria. Art. 9º - Este Anestesia em revista - julho/agosto,

14 Regimento entrará em vigor na data de aprovação pela Assembléia de Representantes. REGIMENTO DAS COMISSÕES PERMANENTES E DOS COMITÊS APROVADO. - CAPÍTULO I - Das Comissões Permanentes - Art. 1º - Consoante o artigo 53 do Estatuto as Comissões Permanentes são subordinados à Diretoria através do Diretor da área. Art. 2º Consoante o artigo 53 do Estatuto as Comissões Permanentes terão regimentos próprios. Art. 3º - A Comissão Permanente de Estatuto, Regulamentos e Regimentos está integrada no Departamento Administrativo. Art. 4º - As Comissões Permanentes de Ensino e Treinamento, de Normas Técnicas e Segurança em Anestesia, Examinadora do Título Superior em Anestesiologia estão integradas no Departamento Científico. Art. 5º - As Comissões Permanentes de Honorários Médicos, de Sindicância de Processo Administrativo e de Comissão de Saúde Ocupacional estão integradas no Departamento de Defesa Profissional. 1 A Comissão de Sindicância de Processo Administrativo tem por finalidade fazer a apuração de qualquer queixa que seja encaminhada pela Diretoria da SBA. 2 Os membros da Comissão de Sindicância de Processo Administrativo deverão pertencer a Regionais distintas. Art. 6º - A Comissão de Assuntos Internacionais reportar-se-á diretamente ao Presidente da SBA. Art. 7º - As Comissões Permanentes são compostos por 03 (três) membros cada, com mandato de 03 (três) anos, elegendo-se anualmente, um terço pela AR. Art. 8º As Comissões Examinadora do Título Superior em Anestesiologia, de Ensino e Treinamento e de Sindicância de Processo Administrativo, são compostos por 06 (seis) membros cada, com mandato de 03 (três) anos, elegendo-se anualmente, um terço pela AR. Art. 9º Anualmente será eleito entre os membros das Comissões Permanentes o Presidente da Comissão que coordenará os trabalhos e distribuirá as tarefas, que será responsável pelo bom andamento dos trabalhos da Comissão. Art. 10 Compete ao Presidente das Comissões Permanentes a elaboração de relatórios, que integrarão o Boletim Agenda. Art. 11 A Revista Brasileira de Anestesiologia integrará o Departamento Científico. Art O Editor- Chefe e o Co-Editor da Revista terão mandato de três anos. Art Os membros das Comissões que compõem o Departamento Científico e os Editores da Revista Brasileira de Anestesiologia deverão possuir o Título Superior em Anestesiologia. Art Os membros da Comissão de Ensino e Treinamento, além de serem portadores do Título Superior em Anestesiologia, deverão pertencer a Centros de Ensino e Treinamento. Art São obrigações das Comissões: I - Estudar as questões implícitas em suas denominações. II - Enviar relatórios trimestrais dos assuntos discutidos em suas reuniões, aos respectivos Diretores de Departamento. III - Enviar, anualmente, com, no mínimo 60 dias de antecedência à data da sessão de instalação da AR, relatório de suas atividades ao Diretor do respectivo Departamento a que pertence e ao Secretário-Geral da Sociedade para publicação no Boletim Agenda da AR. Art As Comissões Permanentes poderão usufruir da estrutura funcional da SBA para desempenhar suas funções, e terão suas despesas incluídas no orçamento da SBA. CAPÍTULO II - Dos Comitês - Art Consoante o artigo 53 do Estatuto os Comitês são órgãos de Assessoramento Técnico- Científico subordinados à Diretoria através do Diretor da área. Art Consoante o artigo 53 do Estatuto os Comitês de Assessoramento Técnico- Científico poderão elaborar Regimentos próprios e submetê-los ao Diretor Científico para serem enviados à Diretoria. Art Os Comitês de Assessoramento Técnico-Científico estão integrados no Departamento Científico. Art. 20 Os Comitês de Assessoramento Técnico-Científico são compostos por 03 (três) membros cada, portadores do TSA, com mandato de 03 (três) anos, elegendo-se anualmente, um terço pela AR. Art. 21 Anualmente será eleito entre os membros dos Comitês de Assessoramento Técnico-Científico o Presidente do Comitê que coordenará os trabalhos e distribuirá as tarefas, que será responsável pelo bom andamento dos trabalhos do Comitê. Art. 22 Compete ao Presidente do Comitê a elaboração de relatórios semestrais ao Diretor do Departamento Científico, que integrarão o Boletim Agenda. Art. 23 Os Comitês abrangerão, basicamente as seguintes áreas: -Anestesia Ambulatorial, -Anestesia em Cirurgia Cárdio-Vascular e Torácica, -Anestesia em Obstetrícia, - Anestesia em Pediatria, -Anestesia Loco-Regional, -Anestesia Venosa, -Dor, -Hipertermia Maligna, -Reanimação e Atendimento ao Politraumatizado, - Via Aérea Difícil. Art São atribuições dos Comitês em sua área de competência: I - Estabelecer padrões, aferir e controlar a qualidade técnica do procedimento. II - Elaborar resumos e resenhas. III - Assessorar e colaborar na programação científica dos CBA e Simpósios, sempre que solicitados. IV - Representar-se no Brasil e no exterior em eventos científicos, a critério da Diretoria. V - Enviar trabalhos e revisões para a RBA e publicações estrangeiras. VI - Fomentar a pesquisa científica. VII - Implementar normas de segurança. VIII - Coordenar programas de intercâmbio técnico-científico. Art. 25 É atribuição do Comitê de Dor participar juntamente com os representantes da Academia Brasileira de Neurologia da Comissão Examinadora para concessão do Certificado de Área de Atuação em Dor. Art Os Comitês poderão usufruir da estrutura funcional da SBA para desempenhar suas funções, mas não terão suas despesas incluídas no orçamento da SBA. Art Os Comitês não são órgãos deliberativos e suas atividades estão subordinadas à Diretoria do Departamento Científico. CAPÍTULO III - Das Reformas - Art Este Regimento poderá ser reformado no seu todo ou em parte, pela Assembléia de Representantes, mediante proposta: I - Da Diretoria da Sociedade. II - De no mínimo 20% dos Representantes da Assembléia de Representantes. Art As propostas deverão ser estudadas pela Comissão de Estatuto, Regulamentos e Regimentos no que se refere a compatibilidade com o Estatuto e outras implicações legais. CA- PÍTULO IV - Das Disposições Gerais - Art Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria. Art Este Regimento entrará em vigor na data da aprovação pela Assembléia de Representantes. Dr. Pedro Thadeu Galvão Vianna Presidente da AR Extraordinária Dra. Consuelo Plemont Maia 1 a Secretária da AR Extraordinária Dr. Ismar Lima Cavalvanti 2 o Secretário da AR Extraordinária Anestesia em revista - julho/agosto,

15 ARE transfere para Assembléia Geral a responsabilidade das eleições da Diretoria e Conselho Fiscal REGIMENTO DA ASSEMBLÉIA GERAL APROVADO. CAPÍTULO I - Da constituição, Convocação e Atribuições - Art. 1 - A Assembléia Geral (AG) é o órgão legislativo, deliberativo e soberano da Sociedade Brasileira de Anestesiologia, consoante o Capítulo V do Estatuto. Art. 2 - A AG será constituída pelos membros Ativos quites com a tesouraria da SBA na data de sua realização e os membros Remidos. Parágrafo único Os membros associados Remidos só poderão participar da AG se anteriormente tiverem pertencido à categoria de membro Ativo. Art. 3 A AG será convocada pela Diretoria, com 90 (noventa) dias de antecedência, através de Edital em circular postal a todos os membros Ativos, por proposta: I - Da Diretoria. II - Da Assembléia de Representantes. III - De pelo menos metade mais uma das Regionais. IV - De um quinto dos membros ativos. Parágrafo único A convocação deverá especificar claramente o motivo da AG. Art. 4 - Do Edital de convocação deverá constar data, horário, local e a pauta da AG. Art. 5 - A SBA reunir-se-á em AG para: I - Liquidação da Sociedade. II Eleger a Diretoria e o Conselho Fiscal. III Destituir a Diretoria e/ou o Conselho Fiscal. IV Aprovar as contas. V Alterar o Estatuto. VI Deliberar sobre assuntos de especial importância para a SBA. Art. 6 - A AG será presidida pelo Presidente da SBA e secretariada pelo Secretário-Geral. Parágrafo único O Presidente da SBA poderá convocar outros membros da diretoria para participarem da mesa diretora dos trabalhos. Art. 7 - A AG para eleição da Diretoria e do Conselho Fiscal será normatizada em regulamento próprio. CAPÍTULO II - Do Quorum - Art. 8 Na primeira convocação a AG será instalada com a presença da maioria absoluta dos membros ativos, em dia com suas obrigações sociais, e dos membros remidos. Art. 9 Na segunda convocação 30 (trinta) minutos após, será exigida a presença de 1/3 (um terço) dos membros quando a convocação for para liquidação da Sociedade, destituição da Diretoria e/ou do Conselho Fiscal e alteração do Estatuto. Parágrafo único Quando a convocação for para eleger a Diretoria e o Conselho Fiscal, aprovar as contas ou deliberar sobre assuntos de especial importância para a SBA, a AG reunir-se-á com qualquer número de sócios presentes na segunda convocação. Art. 10 Instalada a AG a lista de presenças será entregue ao Secretário da Mesa. CAPÍTULO III - Direitos E Deveres Dos Membros Da AG - Art São direitos dos membros presentes à AG: I - Solicitar esclarecimentos da Mesa. II - Levantar questões de ordem. III - Debater propostas, comunicações e relatórios, mediante inscrição prévia. IV - Apresentar comunicações dentro da pauta da AG, mediante inscrição prévia. V - Apartear oradores ou relatores, mediante solicitações Anestesia em revista - julho/agosto,

16 expressas, com o respectivo consentimento dos mesmos. VI - Requerer verificações de votações. VII - Propor votações secretas. Art São deveres dos membros remidos e ativos, quites com as obrigações sociais, que pretendam participar da AG: I - Comparecer pontualmente à sala da AG na hora programada para instalação dos trabalhos e início da sessão, assinando imediatamente a lista de presenças. II - Obedecer ao texto deste Regimento. III - Acatar as decisões da Mesa. IV - Colaborar com a mesma para o rápido andamento dos trabalhos. CAPÍTULO IV - Da Pauta - Art A pauta da AG incluirá relatórios: I - Da Diretoria. II - Do Conselho Superior. III Do Conselho Fiscal, quando tratar-se de aprovação das contas. IV Da Comissão de Estatuto, Regulamentos e Regimentos, quando se tratar de alteração no Estatuto. Art Haverá cópias das contas da SBA e das propostas a serem analisadas disponíveis no local onde será realizada a Assembléia Geral. Parágrafo único Serão utilizados recursos audiovisuais para projeção das contas e propostas a serem analisadas durante a Assembléia Geral, para pleno conhecimento dos membros presentes na AG. CAPÍTULO V- Da Mesa - Art. 15 São atribuições do Presidente da Mesa: I - Instalar e dirigir os trabalhos. II - Solucionar questões de ordem, após consultar a Mesa e de acordo com o presente Regimento. III - Conceder a palavra aos membros presentes, previamente inscritos, obedecendo rigorosamente a ordem de inscrição. IV - Retirar a palavra de qualquer orador que não acatar as decisões da Mesa, desrespeitar o presente Regimento ou pretender tumultuar os trabalhos. V - Resolver questões omissas neste Regimento, após consultar a Mesa. VI - Abrir e encerrar os debates. VII - Fiscalizar a solicitação e concessão de apartes. VIII - Encaminhar as votações. IX - Anunciar o resultado das votações. X - Suspender temporariamente a AG. XI - Encerrar os trabalhos. XII - Assinar a Ata da AG. Art São atribuições do Secretário da AG: I - Proceder a leitura da Ata da AG anterior, se solicitada pelo plenário. II - Receber as propostas já redigidas para debate. III - Contar os votos do plenário. IV - Proceder a chamada para verificação de votação. V - Superintender o processamento das votações secretas. VI - Elaborar a Ata das Resoluções da AG até 15 (quinze) dias após sua realização. VII - Apresentar a Ata da AG à Comissão de Aprovação da Ata prevista no artigo 28 deste Regimento para conferência e aprovação. VIII Assinar a ata da AG juntamente com os demais componentes da Mesa. IX - Providenciar e fiscalizar a gravação dos debates. X - Arquivar os papéis e documentos que cheguem à Mesa. XI - Anotar as propostas aprovadas em sua redação final. XII - Assinar a Ata da AG. CAPÍTULO VI - Dos Trabalhos - Art. 17 Os trabalhos processarse-ão da seguinte maneira: I - Apresentação do trabalho sob a forma de parecer, acompanhado de justificativa. Parágrafo único O parecer referente às propostas de alteração estatutária deverá ser elaborado por Grupo de Trabalho especialmente nomeado pela Diretoria da SBA, composto pelo Diretor do Departamento Administrativo, o Presidente da CERR e no mínimo mais 3 (três) membros, todos de regionais diferentes. II - Inscrição de oradores para debater os assuntos. 1 - Os debates, seguirão rigorosamente a ordem de inscrição dos oradores. 2 - Os membros presentes deverão inscrever-se, com o Secretário, para debater cada proposta. 3 - Cada orador terá direito a até três minutos. 4 - Qualquer inscrito poderá ceder o seu tempo para o orador com a palavra. 5 - Um orador não poderá utilizar mais do que seis minutos de tempo cedido. 6 - Os apartes deverão ser expressamente solicitados e não poderão ultrapassar a um minuto, que não será contado no tempo do orador. 7 - Apartes sem a devida permissão não serão considerados pela AG e deixarão de ser registrados em Ata. Art Encerrados os debates será feita a leitura das emendas ou modificações apresentadas durante os mesmos. - CAPÍTULO VII - Das Votações - Art O Assunto debatido será encaminhado à votação da seguinte maneira: I - Leitura das emendas, ou modificações das matérias apresentadas durante os debates. II - Votação das mesmas de acordo com o disposto no artigo 20 deste Regimento. III - Leitura da redação final da matéria. IV - Votação da redação final. Art As votações processar-se-ão da seguinte maneira: I - Os membros que aprovarem a matéria apresentada permanecerão sentados. II - Contagem de votos. III - Proclamação do resultado. Art Uma vez iniciada a leitura referida no artigo 19, inciso III deste Regimento, não serão mais permitidas discussões ou introduções de novos elementos para debate. Art O Presidente da AG terá voto duplo em caso de empate. Art A aprovação darse-á por maioria simples de votos, exceto quando a convocação for para liquidação da Sociedade, destituição da Diretoria e/ou do Conselho Fiscal e alteração do Estatuto, quando será exigido o voto concorde de no mínimo dois terços dos presentes. Art Em caso de pequena margem na diferença de votos ou contagem duvidosa, qualquer membro presente poderá solicitar da Mesa uma forma de votação inversa daquela que dispõe o artigo 20, inciso I deste Regimento. Art Se o resultado desta segunda contagem for oposto ao anterior, processar-se-á automaticamente uma verificação de votação. 1 - A verificação de votação será realizada mediante chamada nominal dos presentes em votação a descoberto. 2 - O Secretário anotará os votos e comunicará o resultado ao Presidente. Art Qualquer votação ou verificação de votação poderá ser secreta, desde que solicitada por um membro presente e aprovada pelo plenário. Art As votações secretas serão realizadas da seguinte forma: I - Chamada dos membros presentes. II - Assinatura em papel apropriado, devidamente rubricado pelo Presidente da AG e pelo Secretário. III - Deposição dos votos pelos membros presentes em urnas determinadas pela Mesa. IV - Apuração de votação por uma Comissão indicada pelo Presidente, que conferirá o número de assinaturas. V - Proclamação do resultado. CAPÍTULO VIII - Das Deliberações - Art As deliberações da AG serão gravadas e transcritas em Ata, assinada pelo Presidente e Secretário da AG. 1 o A Ata da AG também será arquivada eletronicamente. 2 o - A Ata depois de lavrada, será aprovada por uma comissão de 03 (três) membros eleitos pela AG. Art As Resoluções da AG entrarão em vigor após aprovação da Ata e seu respectivo registro junto ao Cartório de Títulos e Documentos de competência, devendo ainda ser publicadas, imediatamente em Órgão de Divulgação da SBA. CAPÍTULO IX - Das Disposições Gerais - Art As questões omissas neste Regimento serão resolvidas pela Mesa, cabendo recurso ao plenário. Art O presente Regimento poderá ser reformado no todo ou em parte, pela Assembléia de Representantes, mediante: I - Proposta da Diretoria. II - Proposta de no mínimo 20% dos membros ativos e remidos, quites com suas obrigações sociais. III - Proposta da CERR. Parágrafo único - As propostas deverão ser estudadas pela CERR que emitirá parecer para a AG. Anestesia em revista - julho/agosto,

17 Matéria de Capa Sociedade Brasileira de Anestesiologia Criado pela ARE Regulamento que possibilita a eleição da Diretoria e Conselho Fiscal REGULAMENTO DAS ELEIÇÕES DA DIRETORIA E DO CONSELHO FISCAL. APROVADO. - CAPÍTULO I - Das Disposições Preliminares - Art. 1 o Os membros da Diretoria e do Conselho Fiscal da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA) serão eleitos por voto direto e secreto em Assembléia Geral especialmente convocada para tal finalidade, ressalvada a hipótese de vacância. 1º O pleito eleitoral será dirigido por uma Comissão Eleitoral. 2º Somente poderá votar o associado que esteja quite com as suas obrigações sociais até a data da convocação das eleições. 3º - É vedado o voto por procuração. CAPÍTULO II - Da Convocação - Art. 2 o A convocação para as eleições de que trata este regulamento será feita pela Diretoria por meio de Edital em circular postal enviada a todos os sócios com antecedência mínima de 90 (noventa) dias da data limite para o recebimento dos votos por correspondência. Parágrafo único Do Edital deverá constar, data, horário, local das eleições, prazo para inscrição de chapas concorrentes e a data limite para o recebimento dos votos por correspondência. Art. 3º Poderão ser utilizados além dos meios previstos no artigo 2º, publicação no Anestesia em Revista, no Portal da SBA e outros instrumentos que garantam a mais ampla divulgação do processo eleitoral. CAPÍTULO II - Das Inscrições - Art. 4º As inscrições das chapas da Diretoria e do Conselho Fiscal far-se-ão independentemente na Secretaria da SBA, mediante requerimento encaminhado ao Presidente da Comissão Eleitoral, formulado pelos componentes de cada chapa com a expressa referência aos cargos a que concorrem. 1º - Cada candidato deve assinar documento de concordância à inclusão do seu nome na chapa, com referência ao cargo que pleiteia. 2º - Nenhum candidato poderá concorrer por mais de uma chapa. 3º - Nenhum candidato poderá inscrever-se para concorrer simultaneamente a cargo na Diretoria e no Conselho Fiscal. Art. 5º Serão aceitas inscrições de chapas concorrentes até 60 (sessenta) dias que antecedem a data limite para o recebimento dos votos por correspondência, respeitando-se o horário de funcionamento da secretaria da SBA. 1º As chapas serão numeradas de acordo com a ordem cronológica de registro. 2 o A Comissão Eleitoral comunicará aos requerentes, dentro de 72 (setenta e duas) horas após a apresentação do requerimento, sobre o registro das chapas: I O deferimento com o respectivo número adotado para a chapa. II O indeferimento com os motivos da decisão, fixando o prazo de 72 (setenta e duas) horas para que sejam sanadas as irregularidades que o justificaram. Art. 6º A partir do registro, cada chapa designará um representante para acompanhar os trabalhos da Comissão Eleitoral. Art. 7º Até 10 (dez) dias da homologação do registro das chapas será assegurado 01 (um) jogo de etiquetas dos membros associados em condições de votar, para divulgação do material eleitoral das chapas concorrentes. CAPÍTULO III - Da Comissão Eleitoral - Art. 8º As eleições serão coordenadas por uma Comissão Eleitoral designada por portaria da Diretoria, antes do início do prazo para o registro de chapas. 1º - A Comissão Eleitoral será constituída por 03 (três) membros ativos em dia com suas obrigações sociais, sendo um Presidente, um Primeiro Secretário e um Segundo Secretário. 2º - Nenhum membro da Comissão Eleitoral poderá figurar como candidato em quaisquer das chapas concorrentes. Art. 9º Compete à Comissão Eleitoral: I - Superintender as atividades direta e indiretamente relacionadas às eleições. II Acatar o registro de chapas, depois de cumpridas as formalidades previstas neste Regulamento. III Adaptar o local destinado à votação, de maneira a assegurar o sigilo do voto. IV Rubricar, por um de seus membros, as cédulas eleitorais antes do início da expedição para os associados eleitores. V - Realizar os atos de recepção e escrutínio dos votos, podendo a seu critério, designar respectivamente Junta Receptora e Mesa Apuradora dos votos, composta cada uma por 03 (três) membros ativos quites com as obrigações sociais, não pertencentes a quaisquer das chapas concorrentes, nem fiscais destas. Art. 10 É dever da Comissão Eleitoral pautar-se nos princípios éticos, respeitando o Estatuto da SBA e a legislação pertinente. CAPÍTU- LO IV - Dos Atos Preparatórios Art. 11 A secretaria da SBA disponibilizará todos os meios para o perfeito funcionamento do pleito eleitoral. Art. 12 Incumbe à secretaria da SBA: I Preparar as folhas de votantes. II Relacionar os membros associados na categoria ativo, em débito com a tesouraria impedidos de votar. III Suprir a Mesa Receptora de votos com material de escritório necessário ao seu trabalho. IV Suprir a Mesa Escrutinadora de papel, meios próprios para lavratura de atas, caneta,

18 lacre, goma, meios eletrônicos para apuração de votos e tudo o mais necessário ao processo eleitoral. V Providenciar a lavratura das Atas atinentes ao pleito eleitoral. VI Providenciar a confecção das cédulas eleitorais conforme modelo. VII Providenciar sobrecarta opaca para voto em separado. VIII Providenciar urnas coletoras de votos. Parágrafo único Todo o material deverá ser entregue ao Presidente da Comissão Eleitoral até as 48 (quarenta e oito) horas que antecederem a expedição das cédulas eleitorais. Art. 13 As cédulas eleitorais serão confeccionadas em papel branco e opaco, sendo a impressão na cor preta, com tipos uniformes de letra. Parágrafo único - As cédulas quando dobradas deverão resguardar o sigilo do voto. CAPÍTU- LO V - Das Elegibilidades - Art. 14 São elegíveis para os cargos da Diretoria e do Conselho Fiscal, os membros associados da Sociedade Brasileira de Anestesiologia que: I Sejam brasileiros natos ou naturalizados. II Sejam membros associados nas categorias Ativo ou Remido. Parágrafo único Os membros associados Remidos só poderão candidatar-se se anteriormente tiverem pertencido à categoria de membro Ativo. III - Sejam membros de uma Regional, na mesma categoria que a da SBA. IV Estejam quites com as anuidades da SBA e da regional a qual pertencem, até a data da convocação das eleições. V Sejam portadores do Título Superior em Anestesiologia, quando candidatos a cargos na Diretoria. CAPÍTULO VI - Dos Impedimentos - Art. 15 São impedimentos para a candidatura a cargo na Diretoria e no Conselho Fiscal: I Ser membro associado de origem estrangeira, ainda que seja portador de inscrição no Conselho Regional de sua jurisdição. Parágrafo único - Ao membro associado de nacionalidade portuguesa, regularmente inscrito no Conselho Regional de sua jurisdição, será assegurado o direito de participar das eleições desde que comprovada, mediante a apresentação de documento de identidade, a aquisição também dos direitos políticos (igualdade especial), ressalvadas as disposições previstas nos artigos 13 e 19 do Estatuto. II Ter débito financeiro com a tesouraria da SBA ou da regional à qual esteja filiado. III Não pertencer a qualquer uma das regionais da SBA. IV Ser penalizado com as penas de suspensão do exercício profissional ou cassação do registro pelo Conselho Regional de Medicina no qual esteja jurisdicionado. V - Sofrer penalidade de suspensão dos direitos de membro ou exclusão da Sociedade, aplicadas dentro do previsto no Código de Processo Administrativo da SBA. VI Os membros da Diretoria não poderão inscrever-se como candidatos a membros do Conselho Fiscal. CAPÍTULO VII - Da Votação - Art Imediatamente após o encerramento do prazo para registro de chapas de candidatos, o presidente da Comissão Eleitoral enviará aos membros associados ativos e remidos em pleno gozo de seus direitos, o material necessário ao exercício do voto por correspondência, acompanhado de carta, esclarecendo-lhes como devem proceder. Art. 17 O material a que se refere o artigo 16 é o seguinte: I - Duas sobrecartas de papel opaco, de tamanhos diferentes. 1 o A sobrecarta maior deverá seguir previamente endereçada para a Comissão Eleitoral tendo como remetente o eleitor. 2 o A sobrecarta menor deverá seguir rubricada por um dos membros da Comissão Eleitoral pelo Presidente da Comissão Eleitoral. II - Um exemplar da cédula de votação rubricada por um dos membros da Comissão Eleitoral. Art. 18 O endereço da Comissão Eleitoral para o qual os votos serão remetidos pelos eleitores, será uma caixa postal locada exclusivamente com este objetivo na cidade onde será realizada a Assembléia Geral (AG). Art. 19 A data limite para o recebimento dos votos por correspondência será definida no Edital de convocação das eleições. Parágrafo único - Só serão válidos os votos por correspondência cuja sobrecarta maior contiver a chancela dos correios. CAPÍTULO VIII - Da Apuração do Pleito - Art. 20 A apuração do pleito eleitoral será realizada durante a Assembléia Geral. Art. 21 A Comissão Eleitoral se encarregará da apuração dos votos, salvo o previsto no artigo 9 o, inciso V, deste Regulamento. Art. 22 Cada chapa concorrente poderá designar um fiscal para acompanhar os trabalhos de escrutínio eleitoral. Art. 23 A Comissão Eleitoral tomará uma por uma as sobrecartas, abrindo-as e delas retirando o envelope menor rubricado, que deverá estar devidamente fechado e conter a cédula eleitoral. Art. 24 Caso o eleitor que votou por correspondência não esteja em pleno gozo de seus direitos ou não tenha seu nome incluído na folha de votantes, o presidente da Comissão Eleitoral não considerará o voto. Art. 25 Preenchidas as formalidades do artigo 23, o presidente da Comissão Eleitoral lançará a sobrecarta menor nas urnas, que serão previamente inspecionadas, na presença dos fiscais das chapas concorrentes, para confirmação de que estejam vazias. Art. 26 A apuração de votos de cada urna terá início pela contagem das cédulas, visando verificar se seu número coincide com o de votantes. 1º - Correspondendo o número de cédulas ao de votantes, proceder-se-á a contagem dos votos. 2º - A não coincidência entre o número de votantes e o de cédulas encontradas na urna não constituirá motivo de nulidade da votação, desde que não resulte de fraude comprovada. 3º - Serão considerados nulos os votos cujas cédulas contiverem rasuras ou anotações e que não estejam rubricadas pelo Presidente da Comissão Eleitoral. Art. 27 Seguirse-á a contagem dos votos atribuídos a cada uma das chapas registradas, dos brancos e dos nulos, considerando-se eleita a que obtiver maioria simples de votos. Art O presidente da Comissão Eleitoral proclamará o resultado do pleito, fazendo lavrar a ata em duas vias, que assinará juntamente com os demais membros da Comissão e os fiscais das chapas. Art. 29 Os trabalhos de recepção e apuração dos votos serão lavrados em atas próprias, devendo ser assinadas pelos responsáveis e pelos fiscais das chapas concorrentes. Parágrafo único Respeitando as especificidades de cada uma, as atas deverão conter: I Data, horário, local da votação e apuração dos votos. II - Número de votantes. III Total de cédulas apuradas, anuladas e em branco.iv O número de votos atribuídos a cada chapa concorrente com os nomes dos respectivos candidatos. V Protestos e anormalidades eventualmente surgidos. VI A relação nominal dos candidatos eleitos. Art. 30 Encerrada a apuração dos votos o Presidente da Comissão Eleitoral proclamará o resultado do pleito, comunicando imediatamente à Diretoria da Sociedade. CAPÍTULO IX - Das Disposições Gerais - Art. 31 Havendo condições poderá ser realizada eleição informatizada. Parágrafo único Na hipótese de utilização de meios eletrônicos serão praticadas as medidas de segurança pertinentes. Art. 32 Anestesia em revista - julho/agosto,

19 Os protestos referentes ao pleito, em qualquer das suas fases, deverão ser apresentados sucintamente e por escrito, por qualquer integrante de chapa concorrente ou seus fiscais ou por qualquer membro associado da SBA, no uso de seu direito, até o encerramento do pleito. Art. 33 Após a posse dos membros eleitos os votos serão triturados ou incinerados na presença da Diretoria e do Presidente do Conselho Superior da SBA, sendo devidamente consignado em ata. Art. 34 A secretaria manterá em arquivo: I Edital de convocação da eleição (publicação e circular postal). II Designação da Comissão Eleitoral. III Requerimento de inscrição das chapas, contendo a relação nominal dos candidatos e a declaração de concordância à inclusão do seu nome na chapa. IV Protestos apresentados. V Mapa da mesa receptora de votos. VI Mapa geral da apuração. VII Modelo da cédula eleitoral. VIII Atas relativas ao pleito. Art. 35 O Presidente da Comissão Eleitoral entregará, imediatamente ao final do pleito, as urnas, atas, lista de votantes, protestos apresentados e tudo o mais utilizado no processo eleitoral à secretaria da SBA. Art. 36 Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Eleitoral, observadas as normas gerais do Direito e o Estatuto da SBA. Art. 37 Este Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação. Art. 38 O presente Regulamento poderá ser reformado no todo ou em parte, pela Assembléia de Representantes, mediante: I - Proposta da Diretoria. II - Proposta de no mínimo 20% dos Representantes da Assembléia de Representantes. III - Proposta da CERR. Parágrafo único As propostas deverão ser estudadas pela CERR que emitirá parecer para a Assembléia. Atenção Após o vencimento do prazo para inscrição de chapas, a secretaria da SBA, encaminhará à todos associados aptos a exercerem o direito de voto, cédulas e envelopes para votação acompanhados de instruções. Aguardem! Participem! Votem! Anestesia em revista - julho/agosto,

20 Assembléia de representantes extraordinária aprova normas para obtenção do certificado de área de atuação em dor Capítulo I Do Certificado Art. 1º - A Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA), em conjunto com a Associação Médica Brasileira (AMB), concederá o Certificado de Área em Dor aos membros ativos portadores do Título de Especialista em Anestesiologia (TEA-SBA-AMB), devidamen- te aprovados em concursos de acordo com normas específicas. Art. 2 o - O Comitê de Dor ficará encarregado de adotar todas as medidas necessárias ao cumprimento do caput do artigo anterior. Capítulo II Dos Pré-requisitos para Certificação Art. 3 o - Os candidatos ao certificado deverão cumprir os seguintes pré-requisitos: I Estar regularmente escrito no Conselho Regional de Medicina. II Possuir o Título de Especialista em Anestesiologia concedido pela SBA em convênio com a AMB (TEA/SBA/AMB). III Comprovar ter concluído curso de formação em Dor credenciado pela SBA, com duração mínima de 1 (um) ano; ou, IV - Para os graduados em medicina até 2002, comprovar atividade na área de dor, por no mínimo 1 (um) ano, não computado o período de especialização em Anestesiologia. Capítulo III Das Inscrições Art. 4 o - A inscrição para a prova escrita será feita por meio de requerimento ao Secretário-Geral da SBA até 90 (noventa) dias antes do dia da abertura do CBA do ano em curso, acompanhado da prova de recolhimento à tesouraria de taxa igual a uma anuidade de membro ativo estabelecida para o exercício e de cópia dos seguintes documentos: I - Diploma de médico. II - Carteira do CRM. III - Comprovante de Título de Especialista em Anestesiologia (TEA/SBA/AMB). Capítulo IV Do Concurso de Habilitação Art. 5º - O concurso constará de prova escrita, que será realizada anualmente. Parágrafo único Não será permitida a entrada no recinto da prova qualquer instrumento que permita a quebra de sigilo. O descumprimento deste dispositivo propiciará a abertura de processo administrativo, a critério da Diretoria. Art. 6º - Será considerado aprovado na prova escrita, o candidato que obtiver nota igual ou superior a sessenta (60), numa escala de zero a cem (0-100). Art. 7º - A data, o horário e o programa da prova escrita serão divulgados em edital específico. Capítulo V Da comissão Examinadora Art. 8º - Os membros do Comitê de Dor integrarão a comissão examinadora juntamente com os 3 (três) membros da Academia Brasileira de Neurologia, parágrafo único A aplicação da prova escrita elaborada pela Comissão Examinadora para os candidatos membros da SBA ficará sob responsabilidade do Comitê de Dor da SBA. Capítulo VI Das Disposições Gerais Art. 9º - Este Regulamento poderá ser reformado, no todo ou em parte, pela Assembléia de Representantes, mediante proposta: I Da Diretoria. II De no mínimo 20% dos Representantes da AR. Art. 10º - As propostas deverão ser estudadas pela CERR que permitirá parecer a AR. Art. 11º - Este Regulamento entrará em vigor na data de sua aprovação pela Ar. Data da prova para obtenção do Certificado de DOR 12/11/ :00 horas Curitiba/PR Anestesia em revista - julho/agosto,

21 Divulgação Sociedade Brasileira de Anestesiologia Denúncia Infração Ética Por solicitação da plenária da reunião da Diretoria da Sociedade Brasileira de Anestesiologia com os Presidentes de Regionais, realizada em 26 de junho de 2004, por ocasião da realização da 38ª Jornada de Anestesiologia do Sudeste Brasileiro, vimos através desta manifestar aos Anestesiologistas que poderá ser denunciado, por cometer infração ética, todo aquele que aceitar remuneração através de pacotes entre clínicas e/ou hospitais e pacientes, em valores abaixo do que preceitua a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) através da Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 1673/2003. Diretoria SBA The Cochrane Anaesthesia Review Group disponível no portal da SBA Analgesia inalatória Há dois anos a Diretoria da Sociedade Brasileira de Anestesiologia vem dispensando atenção redobrada com relação à sedação consciente em odontologia. Houve participação de renomados colegas anestesiologistas nas discussões com a ANVISA de São Paulo visando criação de norma definitiva sobre o uso do Óxido Nitroso em odontologia, a qual culminou com o lançamento de consulta pública para a publicação de uma norma final, fato este amplamente divulgado por esta Diretoria. A odontologia é regulamentada por Lei Federal - nº5081 de 24 de agosto de a qual lhes permite a utilização de fármacos depressores do Sistema Nervoso Central. Por fim, em 12 de maio de 2004 foi publicado no Diário Oficial da União a Resolução do Conselho Federal de Odontologia nº 051/ 2004, a qual normatiza a utilização da sedação consciente em odontologia. Infelizmente, não cabe à Sociedade Brasileira de Anestesiologia normatizar o uso de fármacos por odontólogos. Atenciosamente Diretoria SBA Aprovados na prova oral do Título Superior em Anestesiologia Junho de 2004 Rio de Janeiro/ Novos portadores TSA Alexandre Palmeira Goulart - BA Ana Tereza Moreira D. de Andrade Pinto - MG Andrea Stolf Eberle - Artur Abel Tavares Fernandes Cavaco - PA Beatriz Garcia Sluminsky - PR Cézar Fontenelle Neto - BA Eduardo Soares Rodrigues - Emerson Alexandre Penteado de Carvalho - Fábio Ferrari - Fernando José Gonçalves do Prado - PE Flávio Silva Ferreira - Gislaine Mauro Amaro Rodrigues - Gleicy Keli Barcelos - Gustavo Gomes Pereira França - BA Leandro Mamede Braun - PE Luís Cláudio de Araújo Ladeira - DF Luiz Fernando Ribeiro de Menez - RS Marcos Rodrigues Furtado de Mendonça - Pablo Maurício N.Amado dos Santos - Paula Nocera - Renato Frederico Fernandes Picarelli - Roberto Sodré Farias - DF Rodrigo Leal Alves - BA Rodrigo Machado Saldanha - MG Sérgio Gelbvaks - Parabéns

22 Entidades Médicas com apoio da SBA reivindicam no Congresso Nacional reconhecimento à CBHPM Projeto de Lei 3466/2004, de autoria do Dep. Inocêncio Oliveira, que estabelece critérios para a edição de lista referencial de honorários médicos, no âmbito nacional, e dá outras providências, ou seja, implanta a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos em todo o território nacional. O projeto em tela foi apensado ao PL 4732/2001, de autoria do Dep. Serafim Venzon, que dispõe sobre a elaboração de tabela de honorários médicos, e está aguardando parecer da relatora Dep. Sandra Rosado na Comissão de constituição, Justiça e Redação da Câmara dos Deputados. A anexação ao PL 4732/2001 foi benéfica ao andamento do projeto, pois este último já está com andamento adiantado, e levará de carona o PL 3466/2004, que já conta com as assinaturas necessárias dos líderes partidários para pedido de urgência. Seria de muita importância que as entidades médicas fizessem contato com a Deputada Sandra Rosado (PMDB/RN). Projeto de Lei Nº 3466, de 2004 (do Sr. Inocêncio Oliveira) Estabelece critérios para a edição de lista referencial de honorários médicos, no âmbito nacional, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art. 1 A lista referencial de honorários e serviços para os procedimentos médicos a serem adotados pelos médicos e pelas instituições de saúde privadas, filantrópicas e outras, bem como, pelas Operadoras de Planos e Seguros de Saúde que mantêm convênios e contratos no âmbito nacional, regional ou local será editada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar ANS, a partir do dia 1 de julho de cada ano. Art. 2 A lista referencial de que trata o art. 1. será homologada pela ANS. 1º Para a sua edição deverá haver um acordo entre as Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde e de Seguros Privados de assistência à Saúde, representadas pela Associação Brasileira de Medicina de Grupo - ABRAMGE e pela Federação Nacional dos Seguros Privados e de Capitalização - FENASEG, e a Comissão de Honorários das Entidades Médicas, representada pelo Conselho Federal de Medicina - CFM, entre outros a serem definidos pela regulamentação. 2 0 acordo de que trata este artigo será precedido de negociações que se iniciarão a partir do dia 1 de junho de cada ano, tendo como referência a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos - CBHPM. 3 Expirado o prazo de 30 (trinta) dias da data prevista no 1 deste artigo, não havendo consenso entre as partes, a definição dos valores será feita por uma Câmara Arbitral, formada por 12 (doze) membros, indicados pelos seguintes órgãos e instituições: I Câmara dos Deputados e o Senado Federal: Dois representantes II Advocacia Geral da União: um representante Ill Entidades Médicas (CFM/ AMB): dois representantes; IV Operadoras de Saúde: (ABRAMGE/FENASEG): dois representantes; V Ministério Público: um representante; VI Ministério da Saúde: um representante; VII Conselho Nacional de Saúde: um representante; VIII Entidade de Defesa do Consumidor na área dos Planos e Seguros de Saúde: um representante; IX Entidade especializada em Negociação, Mediação e Arbitragem : um representante. Art. 3 Sempre que houver reajuste dos valores cobrados pelas Operadoras de Pianos e Seguros de Saúde ao consumidor, haverá igual ou superior reajuste a ser repassado aos prestadores de serviços médicos. Art. 4 0 prazo máximo para pagamento dos honorários e serviços médicos pelas Operadoras de Planos e Seguros de Saúde aos profissionais e entidades hospitalares contratados ou credenciados é de 30 (trinta) dias, a partir da data da apresentação da fatura, com desconto na rede bancária oficial. Art. 5 0 prazo limite para que as Operadoras de Planos de Assistência à Saúde apresentem as contas em divergência, para que sejam corrigidas em comum acordo com os prestadores, é de 15 (quinze) dias. Art. 6 Todo procedimento previamente autorizado pelas operadoras de Planos de Assistência à Saúde, depois de realizado, será considerado dívida líquida e certa, não cabendo, para esses casos, os recursos de glosa ou suspensão de pagamentos. Art. 7 0 descumprimento do disposto nesta Lei implicará em medidas administrativas e outras punitivas a serem aplicadas, nos termos da legislação vigente, por órgão indicado pelo Poder Executivo. Art. 8 Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação, produzindo efeitos após a regulamentação. JUSTIFICATIVA Toda desavença entre operadoras e prestadores de serviços no plano de saúde em relação aos preços praticados afeta o usuário, chegando a prejudicar usuários de seguradoras, pela suspensão do atendimento mé- Anestesia em revista - julho/agosto,

23 dico ou cobrança das consultas diretamente dos usuários em vários estados. Em que pese os esforços da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para regulamentar as relações entre empresas e médicos, o impasse ainda está longe de ser solucionado: Os médicos alegam que as empresas de planos de saúde se recusa de adotar uma nova tabela de procedimentos com preços atualizados e as empresas garantem à impossibilidade de reajustamento de preços, porque a planilha de custo não suporta e as mensalidades são controladas pelo governo. Segundo informações do Conselho Federal de Medicina, durante os últimos doze anos, as remunerações dos procedimentos médicos por parte dessas empresas não apresentaram nenhum realinhamento de valores, além da discrepância dos valores praticados entre essas operadoras. Dando como exemplo a consulta, em que os médicos recebem valores entre R$ 15,00 a R$ 29,00 por atendimento. Alega também, que os planos de saúde deram aumentos exorbitantes aos usuários, chegando a 250% para o mesmo período. São 38 milhões de usuários de planos de saúde e das demais empresas ligadas ao Sistema da Saúde suplementar que estão no meio dessa discórdia, assistindo o processo de deterioração da qualidade da assistência à saúde e o maior comprometimento do salário com despesas médica. Para superar esse impasse que coloca em cheque o futuro da saúde privada, com ganho para a sociedade em geral, é preciso que todos os atores envolvidos na questão governo, prestadores de serviços, operadoras, fornecedores e sociedade dêem sua contribuição. Como não existem regras sobre a questão na Lei Federal Nº 9.656, de 03 de junho de 1998 Lei de Planos de Saúde e na Admissibilidade de intervenção do Estado no domínio econômico com o fim de assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, apresentamos proposição que visa estabelecer critérios para a edição de lista referencial de honorários médicos, matéria inserta nas esferas de competência legislativa concorrente art. 24 da CF/88. Cremos que dessa forma estaremos contribuindo decisivamente para o fortalecimento do controle social nessa área tão problemática e a melhoria da assistência à saúde no Brasil. Ante a relevância e oportunidade da matéria, esperamos contar com o apoio de nossos ilustres pares no Congresso Nacional para sua aprovação. Sala das Sessões, em de de Deputado Inocêncio Oliveira PFL-PE Entenda a CBHPM Classifica, por ordem de complexidade, tempo de execução, cognição e risco os procedimentos médicos (1.062 novos procedimentos em relação a tabelas anteriores); Cria 14 portes, identificados por números de 1 a 14 e três sub-portes, identificados pelas letras A, B e C; A consulta médica é o procedimento usado como referência e recebe o mesmo valor, independentemente da especialidade; O valor médio da consulta é R$ 42,00, podendo variar entre R$ 33,60 e R$ 50,40; Procedimentos mais complexos e que exigem maior remuneração, como o transplante cardiopulmonar, recebem o porte máximo: 14C; Procedimentos mais simples, como remoção de cerumem e eletrocardiograma de repouso, são classificados no porte mínimo: 1A; A remuneração dos portes varia de R$ 8,00 a R$ 2.100,00 podendo sofrer acréscimo ou decréscimo de 20%, dependendo das negociações nas diferentes regiões do País; Através da Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 1673, a CBHPM é considerada o referencial mínimo e ético para remuneração de atendimento médico no sistema de saúde suplementar; Mais informações sobre o movimento pela implantação da CBHPM em todo o País nos sites da Associação Médica Brasileira (www.amb.org.br) e Conselho Federal de Medicina (www.portalmedico.org.br). Notícias CBHPM no Portal SBA Acompanhe o movimento de implantação da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos através do Portal da SBA. O Departamento de Defesa Profissional da SBA mantém uma página com constante atualização, trazendo informações relevantes sobre o movimento em todo território nacional. Acesse: Anestesia em revista - julho/agosto,

24 CBHPM - Negociações com o Grupo Unidas Acre q consulta R$ 33,60 desde 01/03/2004 q CBHPM com redutor de 20% desde 01/ 04/2004 Alagoas q consulta R$ 33,60 desde 01/06/2004 q CBHPM com redutor de 25% a partir de 01/09/2004 q CBHPM com redutor de 20% a partir de 01/01/2005 Amapá q A Unidas informou que está negociando nacionalmente e enviará uma proposta em nível nacional Amazonas q Os médicos estão analisando a proposta do Grupo Unidas q Os anestesistas já suspenderam o atendimento, medida que deve ser seguida pelos otorrinolaringologistas, ginecologistas e obstetras em breve Bahia q consulta R$ 33,60 e CH 0,30 a partir de 01/08/2004 q CBHPM com redutor de 20% a partir de 01/12/2004 q revisão do valor da consulta em 01/04/2005 q revisão dos demais valores em 01/12/ 2005 Ceará q consulta R$ 33,60 desde 01/05/2004 q CBHPM com redutor de 20% para os procedimentos e de 30% para UCO a partir de 01/10/2004 Distrito Federal q Os médicos propuseram a adoção imediata da CBHPM com redutor de 10%, adoção plena depois de 6 meses e reajuste de 10% depois de 1 ano q A Unidas propôs a adoção imediata com redutor de 25% nos procedimentos e 30% na UCO, proposta rejeitada em assembléia q Na assembléia de 27 de julho, os médicos devem decidir por suspender o atendimento ao Grupo Unidas Espírito Santo q Os anestesistas e os bancos de sangue reconhecem a CBHPM e lutam pela sua implantação, com a diferença de que já negociavam com a Unidas antes do lançamento da Classificação q Os médicos rejeitaram uma proposta em 26 de julho e aguardam uma nova Goiás q aumento gradativo do CH até 31/12/2004 q CBHPM a partir de 01/01/2005 com banda a ser definida Maranhão q consulta R$ 32,00 desde 01/04/2004 q consulta R$ 33,60 a partir de 01/09/2004 q CBHPM com redutor de 25% para os procedimentos e de 30% para UCO a partir de 01/09/2004 q CBHPM com redutor de 20% para os procedimentos e de 25% para UCO a partir de 01/01/2005 q CBHPM com redutor de 20% também para UCO a partir de 01/04/2005 Mato Grosso q No dia 15 de junho, os médicos rejeitaram proposta da Unidas por conter redutores maiores do que os previstos pela Resolução 1.673/03 do CFM q Os médicos encaminharam uma contraproposta nos termos dos acordos já aprovados em outros Estados q Se não houver acordo até 1º de setembro, os médicos prometem suspender o atendimento Mato Grosso do Sul q A proposta em discussão é a implantação da CBHPM com redutor de 20% em janeiro, com reajuste da consulta para R$ 33,60 e do CH para 0,30 imediatamente Minas Gerais q consulta R$ 32,00 desde 1º de agosto e R$ 34,00 em 1º de outubro q reajuste de 8% a 12% dos procedimentos médicos q CBHPM com redutor de 20% em 1º de janeiro de 2005 Pará q consulta R$ 31,50 desde 01/06/2004 q consulta R$ 33,60, CBHPM com UCO integral e procedimentos com redutor de 25% a partir de 01/09/2004 q CBHPM na banda mínima a partir de 01/ 01/2005 Paraíba q consulta R$ 33,60 desde 1º de julho q procedimentos com redutor de 25% a partir de outubro e de 20% a partir de janeiro de 2005 q UCO com redutor de 20% a partir de outubro para os laboratórios q UCO com redutor de 30% a partir de outubro e de 25% a partir de janeiro de 2005 para a radiologia q renegociação em junho de 2005 q Os anestesistas fecharam acordo de implantação da CBHPM com redutor de 20% a partir de outubro Paraná q Todas as propostas enviadas pela Unidas foram rejeitadas q O mínimo que a Comissão exige é consulta R$ 33,60 desde 1º de junho, R$ 37,80 em 1º de janeiro de 2005 (correção 10%) e R$ 42,00 em 1º de janeiro de 2006 (correção 10%); procedimentos UCO e SADT: implantação com redutor de 20% desde 1º de julho, com correções de 10% em 1º de janeiro de 2005 e de 2006 q A Comissão estabeleceu prazo até 20 de agosto para que a Unidas assine o acordo, caso contrário os usuários serão atendidos apenas pelo sistema de reembolso Pernambuco q consulta R$ 31,50 desde abril q CBHPM com redutor de 20% a partir de 01/01/2005 Piauí q consulta R$ 33,60 a partir de 01/07/2004 q CBHPM com redutor de 20% para procedimentos e 30% para UCO a partir de 01/10/2004 Rio de Janeiro q A Unidas propôs consulta a R$ 31,50 a partir de julho; R$ 32,50 a partir de outubro; e R$ 33,60 a partir de 2005, com CH 0,315 e UCO com redutor de 25%, proposta negada em assembléia no dia 21 de junho q A Unidas não apresentou nova proposta e afirma só negociar nacionalmente Rio Grande do Norte q No dia 22 de julho, foi aprovada a proposta da Unidas de reajustar a consulta para R$ 33,60, adotar a CBHPM com redutor de 20% para procedimentos e 25% para UCO em 1º de outubro, e diminuir o redutor da UCO também para 20% em 1º de janeiro de 2005 Rio Grande do Sul q A primeira rodada de negociação com a Unidas está agendada para 27 de julho q Os médicos deram prazo para todas as operadoras até 20 de agosto para iniciarem as negociações, caso contrário pode haver suspensão do atendimento Rondônia q consulta R$ 36,00 desde 01/05/2004 q CBHPM com redutor de 20% desde 01/ 05/2004 q CBHPM sem redutor a partir 01/01/2005 Roraima q A Unidas não tem participação no Estado Santa Catarina q A proposta da Comissão Estadual é a implantação da CBHPM plena em janeiro de 2005, com quaisquer escalonamentos de reajustes q A Unidas promoveu reajuste correspondente à CBHPM com redutor de 25%, mas não implanta a Classificação q A única proposta por escrito da Unidas, sem assinatura, não aceitava os portes e queria determinar valores fixos, o que foi rejeitado pela Comissão q Todos os planos têm prazo até 30 de julho para responderem sobre a CBHPM q Os médicos farão assembléia em agosto para decidir as próximas estratégias conforme essas respostas São Paulo q A Comissão Estadual está analisando a proposta do Grupo Unidas Sergipe q consulta R$ 33,60 desde 01/05/2004 q CBHPM com redutor de 20% para os procedimentos e de 30% para UCO a partir de 01/10/2004 q CBHPM com redutor de 20% também para UCO a partir de 01/01/2005 q renegociação anual em 01/05/2005 Tocantins q A Comissão está aguardando as negociações nacionais para seguir um modelo de implantação q Os anestesistas trabalham isolados da Comissão RESUMO: Acordo em 14 Estados (Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande Norte, Rondônia e Sergipe). Anestesia em revista - julho/agosto,

25 Calendário Científico Sociedade Brasileira de Anestesiologia AGOSTO 19 A 21 7º SIMPÓSIO PAN-AMERICANO DE ANESTESIA REGIONAL E CONTROLE DA DOR 11º TEORIA E PRÁTICA DA ANESTESIA REGIONAL E CONTROLE DA DOR RECIFE/PE 26 A 28 - XXXV JORNADA DE ANESTESIOLOGIA DO BRASIL CENTRAL - HOTEL NACIONAL BRASÍLIA/DF 21-37ª JORNADA FLUMINENSE DE ANESTESIOLOGIA PENEDO / Informações: (21) ou 26 A 27 XXI CURSO SAVA 35ª JABC CARLTON HOTEL BRASÍLIA/DF 26 A 28 - XXXV JORNADA DE ANESTESIOLOGIA DO BRASIL CENTRAL - CARLTON HOTEL BRASÍLIA/DF 27 - IV SIMPÓSIO DE DOR DA SBA - 35ª JORNADA DE ANESTESIOLOGIA DO BRASIL CENTRAL - CARLTON HOTEL - BRASÍLIA/DF. SETEMBRO 1 A 4 - VIII CONGRESSO DA FASA E XXXIII CONGRESSO ARGENTINO DE ANESTESIOLOGIA GRAN HOTEL DE TUCUMÁN E GARDEN PARK HOTEL E EVENTOS SAN MIGUEL DE TUCUMÁN / ARGENTINA - COMISSÃO EXECUTIVA: PRESIDENTE - DRA. PERLA WEISSBROD; SECRETÁRIO GERAL - DR. JORGE FERRO E SECRETÁRIO CIENTÍFICO - DR. ALFREDO CATTANEO. SITE: 3 A 5 - XV JORNADA MINEIRA DE ANESTESIOLOGIA - TIRADENTES/MG Informações: (31) OU 23 A 25 18ª JORBA JORNADA BAIANA DE ANESTESIOLOGIA SALVADOR/BA 30 DE SETEMBRO A 01 DE OUTUBRO - XXXVI CURSO FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS DA ANESTESIOLOGIA 30 DE SETEMBRO A 02 DE OUTUBRO ALAGIPE II OUTUBRO 06 A 10 - BODAS DE ORO DE LA SOCIEDAD PERUANA DE ANESTESIOLOGIA E XX CONGRESO INTERNACIONAL DE ANESTESIOLOGIA - TEMA: CIENCIA MEDICA POR LA DEFENSA DE LA VIDA Y EL ALIVIO DEL DOLOR 23 A 27 ASA ANNUAL MEETING LAS VEGAS USA Contact: NOVEMBRO 12 E 13 CURSO SAVA 51º CBA 13 A 17 51º CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA CURITIBA/PR 24 A 27 - XVII CONGRESO VENEZOELANO DE ANESTESIOLOGIA PTO LA CRUZ HOTEL MAREMARES OUTUBRO 3 A 8 XXVIII CONGRESO LATINOAMERICANO DE ANESTESIOLOGIA XXIII ASAMBLEA GENERAL CLASA V CONGRESO NACIONAL SHARD TEGUCIGALPA, HONDURAS CA 52º CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA - GOIÂNIA/GO º CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA RIO DE JANEIRO/ º CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA NATAL/RN 2008 XIV CONGRESSO MUNDIAL DE ANESTESIOLOGIA DURBAN/AFRICA DO SUL 55º CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA SÃO PAULO/ 14 TH WORLD CONGRESS OF ANAESTHESIOLOGISTS - DURBAN SOUTH AFRICA Contact: º CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA SALVADOR/BA º CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA GRAMADO/RS º CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA FORTALEZA/CE º CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA A DEFINIR º CONGRESSO BRASILEIRO DE ANESTESIOLOGIA ARACAJU/SE

Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis Regimento Interno

Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis Regimento Interno Página1 Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis Regimento Interno Título I Da definição Art. 1º - O Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis é uma das entidades

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO APRESENTAÇÃO A Casa de Saúde São José foi fundada em 1923 e tem como missão Servir à Vida, promovendo Saúde. É uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, católica,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPITULO I

REGIMENTO INTERNO CAPITULO I 1 Conselho Municipal do Idoso de São Caetano do Sul Lei n 4.179 de 23/10/2003. R. Heloísa Pamplona, 304 B. Fundação CEP 09520-310 São Caetano do Sul/SP. cmi@saocaetanodosul.sp.gov.br REGIMENTO INTERNO

Leia mais

ABROVET ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ONCOLOGIA VETERINÁRIA

ABROVET ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ONCOLOGIA VETERINÁRIA ABROVET ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ONCOLOGIA VETERINÁRIA Comissão de Elaboração Adriana Tomoko Nishiya Carolina Scarpa Carneiro Katia Cristina Kimura Lucas Campos Rodrigues Luiz Roberto Biondi Maria Lucia

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO HOSPITAL SANTA HELENA

REGIMENTO INTERNO DO HOSPITAL SANTA HELENA 20//2013 1 REGIMENTO INTERNO DO HOSPITAL SANTA HELENA CAPÍTULO I Princípios e Objetivos ARTIGO 1 O regimento interno do corpo clínico visa disciplinar a constituição, ações, relações, avaliações e direção

Leia mais

REGIMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MANUTENÇÃO

REGIMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MANUTENÇÃO REGIMENTO INTERNO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE MANUTENÇÃO Capítulo I da Finalidade Art. 1o. - Este Regimento Interno complementa e disciplina disposições do Estatuto da Associação Brasileira de Manutenção

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 86/11-CEPE

RESOLUÇÃO Nº 86/11-CEPE RESOLUÇÃO Nº 86/11-CEPE Cria as Comissões de Ética no Uso de Animais da Universidade Federal do Paraná. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO, órgão normativo, consultivo e deliberativo da administração

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ

ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ ESTATUTO SOCIAL DA COMISSÃO ESTADUAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO ESTADO DO PARANÁ CAPÍTULO I DA SOCIEDADE, DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE, PRAZO E FINALIDADES Artigo 1 - A Comissão Estadual de Residência Médica

Leia mais

Do Colegiado de Curso. Da Constituição do Colegiado

Do Colegiado de Curso. Da Constituição do Colegiado REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS - UNITINS Do Colegiado de Curso Art. 1º. O Colegiado de Curso é a instância básica dos cursos de graduação, responsável

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E DA SAÚDE DE JUIZ DE FORA. SUPREMA. Regimento Interno da Comissão de Ética no Uso de Animais CEUA CAPÍTULO I

FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E DA SAÚDE DE JUIZ DE FORA. SUPREMA. Regimento Interno da Comissão de Ética no Uso de Animais CEUA CAPÍTULO I FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS E DA SAÚDE DE JUIZ DE FORA. SUPREMA Regimento Interno da Comissão de Ética no Uso de Animais CEUA CAPÍTULO I Da Natureza e Finalidade Art.1º A Comissão de Ética no Uso de

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E ASSUNTOS DO MERCOSUL.

SECRETARIA DE ESTADO DA INDÚSTRIA, DO COMÉRCIO E ASSUNTOS DO MERCOSUL. ANEXO REGIMENTO INTERNO DO FÓRUM REGIONAL PERMANENTE DAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE DO ESTADO DO PARANÁ CAPÍTULO I NATUREZA E COMPETÊNCIAS Art. 1º. Ao Fórum Regional Permanente das Microempresas

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL PRESIDENTE VARGAS. Capítulo I Da denominação e sede

REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL PRESIDENTE VARGAS. Capítulo I Da denominação e sede REGIMENTO INTERNO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO HOSPITAL MATERNO INFANTIL PRESIDENTE VARGAS Capítulo I Da denominação e sede Art. 1º A Associação dos Amigos do Hospital Materno-Infantil Presidente Vargas,

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DAS MULHERES REGIMENTO INTERNO CAPITULO I DA CATEGORIA E FINALIDADE

CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DAS MULHERES REGIMENTO INTERNO CAPITULO I DA CATEGORIA E FINALIDADE CONSELHO NACIONAL DOS DIREITOS DAS MULHERES REGIMENTO INTERNO CAPITULO I DA CATEGORIA E FINALIDADE Art.1º _ O Conselho Nacional dos Direitos da Mulher CNDM, é órgão colegiado de natureza consultiva e deliberativa,

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DO CONSELHO, ATRIBUIÇÕES E SUA COMPOSIÇÃO Art. 1.º- O Conselho Municipal de Educação de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº1.176 de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO DO HOSPITAL SANTA CRUZ

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO DO HOSPITAL SANTA CRUZ REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO DO HOSPITAL SANTA CRUZ 1. DOS PRINCÍPIOS E OBJETIVOS O presente Regimento Interno visa disciplinar a constituição, ações, relações, avaliação e direção dos profissionais

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DELIBERATIVO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DELIBERATIVO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DELIBERATIVO Art. 1º - O presente Regimento tem por finalidade estabelecer normas para o funcionamento do Conselho Deliberativo da Associação Atlética Banco do Brasil São

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO CONSULTIVO DOS JOVENS ADVOGADOS DA OAB/BA. Art. 1º - O Conselho Consultivo dos Jovens Advogados compõe a estrutura

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO CONSULTIVO DOS JOVENS ADVOGADOS DA OAB/BA. Art. 1º - O Conselho Consultivo dos Jovens Advogados compõe a estrutura REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO CONSULTIVO DOS JOVENS ADVOGADOS DA OAB/BA CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1º - O Conselho Consultivo dos Jovens Advogados compõe a estrutura organizacional da Ordem

Leia mais

Cadastro Organizacional/PMS CMI/SETAD CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO - CMI

Cadastro Organizacional/PMS CMI/SETAD CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO - CMI CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO Órgão/Sigla: Natureza Jurídica: Vinculação: Finalidade: CONSELHO MUNICIPAL DO IDOSO - CMI ÓRGÃO COLEGIADO SECRETARIA MUNICIPAL DO TRABALHO, ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS DO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010 Aprova o Regimento Interno da Comissão Interna de Supervisão da Carreira dos Cargos

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DOS COLEGIADOS DE CURSOS DE GRADUAÇÃO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SETE LAGOAS UNIFEMM

REGIMENTO INTERNO DOS COLEGIADOS DE CURSOS DE GRADUAÇÃO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SETE LAGOAS UNIFEMM REGIMENTO INTERNO DOS COLEGIADOS DE CURSOS DE GRADUAÇÃO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE SETE LAGOAS UNIFEMM Sete Lagoas, 2010 2 REGIMENTO INTERNO DOS COLEGIADOS DE CURSOS DE GRADUAÇÃO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA DE LONDRINA CMDPD REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA DE LONDRINA CMDPD REGIMENTO INTERNO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA DE LONDRINA CMDPD REGIMENTO INTERNO O Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Londrina CMDPD, criado pela Lei Municipal nº

Leia mais

PATRONATO DE PRESOS E EGRESSOS DO ESTADO DA BAHIA ESTATUTO

PATRONATO DE PRESOS E EGRESSOS DO ESTADO DA BAHIA ESTATUTO PATRONATO DE PRESOS E EGRESSOS DO ESTADO DA BAHIA ESTATUTO TÍTULO I DA INSTITUIÇÃO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º - O Patronato de Presos e Egressos da Bahia, fundado em 29 de maio de

Leia mais

Regimento Interno de Atuação do Conselho Fiscal da Fundação das Escolas Unidas do Planalto Catarinense Fundação UNIPLAC

Regimento Interno de Atuação do Conselho Fiscal da Fundação das Escolas Unidas do Planalto Catarinense Fundação UNIPLAC 1 Regimento Interno de Atuação do Conselho Fiscal da Fundação das Escolas Unidas do Planalto Catarinense Fundação UNIPLAC Capítulo I Da Natureza, Finalidade e Composição Art. 1 - O Conselho Fiscal é o

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CONSELHO DELIBERATIVO SANTOS ATLÉTICO CLUBE

REGIMENTO INTERNO CONSELHO DELIBERATIVO SANTOS ATLÉTICO CLUBE REGIMENTO INTERNO CONSELHO DELIBERATIVO SANTOS ATLÉTICO CLUBE CAPITULO I - DA MESA DIRETIVA Art. 01 - A Mesa Diretiva do Conselho Deliberativo será composta pelo Presidente, Vice-Presidente e Secretário,

Leia mais

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAPÍTULO I DA RESIDÊNCIA MÉDICA E SEUS OBJETIVOS Art. 1º - O Curso de Residência Médica da Faculdade de Medicina de Marília constitui modalidade de ensino de pós-graduação, lato sensu, caracterizado por

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO Art. 1º - O Conselho Municipal de Planejamento Urbano, criado pela Lei Complementar nº 510,

Leia mais

CENTRO DE ESTUDOS DE ARTES MARCIAIS CHINESAS CEAMC ESTATUTO

CENTRO DE ESTUDOS DE ARTES MARCIAIS CHINESAS CEAMC ESTATUTO CENTRO DE ESTUDOS DE ARTES MARCIAIS CHINESAS CEAMC ESTATUTO Capítulo I - Do Centro e Seus Fins Artigo 1º - O Centro de Estudos de Artes Marciais Chinesas, representado pelas iniciais CEAMC, fundado em

Leia mais

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 A PRESIDENTE DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA (CNRM), no uso de sua atribuições previstas no art. 5.º do Decreto n.º 80.281, de 05 de setembro de 1977, e considerando o

Leia mais

CAPÍTULO III - DA ORGANIZAÇÃO Art. 3º. - O CEMACT funciona através do Plenário, das Câmaras Técnicas, comissões e Secretaria Administrativa.

CAPÍTULO III - DA ORGANIZAÇÃO Art. 3º. - O CEMACT funciona através do Plenário, das Câmaras Técnicas, comissões e Secretaria Administrativa. REGIMENTO DO CEMACT REGIMENTO INTERNO DO CEMACT CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º. - Este Regimento estabelece as formas de organização e funcionamento do conselho Estadual de Meio Ambiente,

Leia mais

Regimento Interno do Corpo Clínico do Hospital São Mateus.

Regimento Interno do Corpo Clínico do Hospital São Mateus. São Mateus. REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO HOSPITAL SÃO MATEUS LTDA [Digite EMISSÃO texto] Nº: 01 REVISÃO Nº: 02 DATA: 10/08/1998 DATA: 28/04/2011 Sumário Capitulo I : Das Definições e Objetivos do

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL RESOLUÇÃO Nº. 073/12-COGEP de 07/12/12 Curitiba

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA DA FACE - ABCPF

ESTATUTO SOCIAL DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA DA FACE - ABCPF ESTATUTO SOCIAL DA ACADEMIA BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA DA FACE - ABCPF TÍTULO I Denominação, Prazo de duração, Sede e Finalidades Art. 1º - A ACADEMIA BRASILEIRA DE CIRURGIA PLÁSTICA DA FACE, denominada

Leia mais

Professor Rodrigo Marques de Oliveira Presidente do Conselho Acadêmico do IFMG - Campus Governador Valadares

Professor Rodrigo Marques de Oliveira Presidente do Conselho Acadêmico do IFMG - Campus Governador Valadares SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS CAMPUS GOVERNADOR VALADARES - CONSELHO ACADÊMICO Av. Minas Gerais, 5.189 - Bairro Ouro

Leia mais

ESTATUTO DA SOCIEDADE PARANAENSE DE ANESTESIOLOGIA. CAPÍTULO I Composição e finalidade:

ESTATUTO DA SOCIEDADE PARANAENSE DE ANESTESIOLOGIA. CAPÍTULO I Composição e finalidade: ESTATUTO DA SOCIEDADE PARANAENSE DE ANESTESIOLOGIA CAPÍTULO I Composição e finalidade: Art. 1º - A Sociedade Paranaense de Anestesiologia (SPA) é uma associação civil, sem fins econômicos, fundada em dezesseis

Leia mais

REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I. Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos

REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I. Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos REGIMENTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DIRETORIA RIO GRANDE DO NORTE CAPITULO I Da Caracterização, Sede, Foro e Objetivos Art.1º A Diretoria Regional (DR) da SBEM-RN é órgão executivo

Leia mais

Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores. Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos

Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores. Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos São Luís de Montes Belos, novembro de 2011 REGULAMENTO COLEGIADO DE CURSOS REGULAMENTO INTERNO

Leia mais

Portaria Interministerial N 416, de 23 de Abril de 2004

Portaria Interministerial N 416, de 23 de Abril de 2004 Portaria Interministerial N 416, de 23 de Abril de 2004 Portaria Interministerial N 416, de 23 de abril de 2004 Presidência da República Casa Civil OS MINISTROS DE ESTADO CHEFE DA CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA

Leia mais

Regimento Interno do Conselho Municipal do Idoso de Passo Fundo COMUI Capitulo I Da Natureza e Finalidade

Regimento Interno do Conselho Municipal do Idoso de Passo Fundo COMUI Capitulo I Da Natureza e Finalidade Regimento Interno do Conselho Municipal do Idoso de Passo Fundo COMUI Capitulo I Da Natureza e Finalidade Art. 1º - O Conselho Municipal do Idoso de Passo Fundo COMUI- possui atribuições de caráter propositivo

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES FACULDADE DE MATEMÁTICA REGIMENTO INTERNO DA FACULDADE DE MATEMÁTICA, CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ BREVES, UFPA.

Leia mais

CAPÍTULO I. Do Conselho, sua Finalidade e suas Atribuições

CAPÍTULO I. Do Conselho, sua Finalidade e suas Atribuições REGIMENTO INTERNO - ANTIGO CAPÍTULO I Do Conselho, sua Finalidade e suas Atribuições Art. 1º O Conselho Municipal de Educação de Concórdia (CME), órgão deliberativo e consultivo da Administração no setor

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO DO AISI-FMIt-HE

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO DO AISI-FMIt-HE REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO DO AISI-FMIt-HE CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO, SUBORDINAÇÃO E CARACTERÍSTICA CAPÍTULO II DA CONSTITUIÇÃO DO CORPO CLÍNICO E SEUS OBJETIVOS CAPÍTULO III DOS OBJETIVOS CAPÍTULO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Aprovado pelo Conselho Universitário em sessão realizada no dia 29 de março de 1983 Resolução No. 09/83.

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Aprovado pelo Conselho Universitário em sessão realizada no dia 29 de março de 1983 Resolução No. 09/83. REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO Aprovado pelo Conselho Universitário em sessão realizada no dia 29 de março de 1983 Resolução No. 09/83. REGIMENTO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES

Leia mais

RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015

RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015 RESOLUÇÃO CSA N.º 05, DE 14 DE ABRIL DE 2015 Altera o Regimento Interno da Comissão Própria de Avaliação (CPA) das Faculdades Ponta Grossa. A Presidente do Conselho Superior de Administração das Faculdades

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA ADIBERJ

ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA ADIBERJ ASSOCIAÇÃO DOS DIÁCONOS BATISTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO INTERNO DA ADIBERJ Capítulo I Nome, Constituição e Objetivo Art. 1º - A ADIBERJ é uma sociedade civil de natureza religiosa constituída

Leia mais

Aprovado pelo CONSUNI - UFRJ - 25 de agosto de 2011

Aprovado pelo CONSUNI - UFRJ - 25 de agosto de 2011 REGIMENTO DO INSTITUTO ALBERTO LUIZ COIMBRA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA DE ENGENHARIA (COPPE) DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. Aprovado por unanimidade pelo Conselho Deliberativo da COPPE em

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA GERIATRIA E GERONTOLOGIA - LIG Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob a supervisão

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE ESPORTES E SAÚDE - LIES Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A Liga Acadêmica de Esportes e Saúde é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ARTE FOTOGRÁFICA CAPÍTULO I. Da Associação e seus fins

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ARTE FOTOGRÁFICA CAPÍTULO I. Da Associação e seus fins ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ARTE FOTOGRÁFICA CAPÍTULO I Da Associação e seus fins Art. 1º - A Associação Brasileira de Arte Fotográfica, ABAF, fundada em 9 de fevereiro de 1951, no Rio de Janeiro

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGROECOLOGIA - ABA

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGROECOLOGIA - ABA ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGROECOLOGIA - ABA Capítulo I - DENOMINAÇÃO E NATUREZA Art. 1º - A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGROECOLOGIA (ABA) é uma sociedade cultural e técnico-científica sem fins

Leia mais

MENSAGEM Nº, de 2008.

MENSAGEM Nº, de 2008. MENSAGEM Nº, de 2008. = Tenho a honra de submeter à elevada consideração de Vossas Excelências o projeto de Lei anexo, que objetiva criar o Conselho Municipal Antidrogas COMAD. Um dos mais graves problemas

Leia mais

CONVOCAÇÂO. Votação da criação e texto normativo para: CLOSED MEETING

CONVOCAÇÂO. Votação da criação e texto normativo para: CLOSED MEETING CONVOCAÇÂO Prezado Sócio, Conforme determina o estatuto social da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo, convocamos V.Sa. para participar da Assembléia Geral Ordinária e em seguida a Assembléia

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO. A seguir, o conteúdo na íntegra do Regimento Interno do Corpo Clínico da AACD.

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO. A seguir, o conteúdo na íntegra do Regimento Interno do Corpo Clínico da AACD. ASSOCIAÇÃO DE ASSISTÊNCIA À CRIANÇA DEFICIENTE Rev. 00 Pág. 1/15 1. Objetivo Estabelecer e divulgar o Regimento Interno do Corpo Clínico. 2. Introdução Não aplicável. 3. Aplicação AACD/ Hospital Abreu

Leia mais

FENAJ - FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS COMISSÃO NACIONAL DE ÉTICA

FENAJ - FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS COMISSÃO NACIONAL DE ÉTICA FENAJ - FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS COMISSÃO NACIONAL DE ÉTICA RESOLUÇÃO CNE Nº 01/2008, REPUBLICADA (*), DE 07/07/2008 Artigo 1º Este Regimento Interno contém as normas que regulam o funcionamento

Leia mais

AGUARDANDO APROVAÇÃO DO COUNI

AGUARDANDO APROVAÇÃO DO COUNI Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO DE GRADUAÇÃO E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DA UTFPR RESOLUÇÃO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA E PESQUISA - CEC

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA E PESQUISA - CEC REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA E PESQUISA - CEC CAPÍTULO I - DA COMISSÃO E DE SUAS ATIVIDADES CAPÍTULO I DA COMISSÃO E DE SUAS ATIVIDADES Art.1º - A Comissão de Educação Continuada

Leia mais

ESTATUTO SOCIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL SBFV

ESTATUTO SOCIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL SBFV Estatuto ESTATUTO SOCIAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE FISIOLOGIA VEGETAL SBFV CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, OS FINS E A SEDE DA ASSOCIAÇÃO. Art. 1º - A associação é denominada Sociedade Brasileira de Fisiologia

Leia mais

SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEUROFISIOLOGIA CLINICA (SBNC)

SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEUROFISIOLOGIA CLINICA (SBNC) ESTATUTO 2013 SOCIEDADE BRASILEIRA DE NEUROFISIOLOGIA CLÍNICA 1 CAPÍTULO I DEFINIÇÃO ARTIGO 1 - Define-se com o nome de Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica uma associação médica com sede física

Leia mais

REGIMENTO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE HISTÓRIA SEÇÃO BAHIA

REGIMENTO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE HISTÓRIA SEÇÃO BAHIA REGIMENTO DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE HISTÓRIA SEÇÃO BAHIA TÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, FORO E SEDE Art. 1º A Associação Nacional de História Seção Bahia, reorganizada na Assembléia Geral de Associados realizada

Leia mais

COMPARTILHAMENTO ENTRE BIBLIOTECAS DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO

COMPARTILHAMENTO ENTRE BIBLIOTECAS DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO COMPARTILHAMENTO ENTRE BIBLIOTECAS DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO CAPÍTULO I Da denominação, localização e finalidades Art. 1º O Compartilhamento entre Bibliotecas

Leia mais

PORTARIA Nº 486, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2012

PORTARIA Nº 486, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2012 Ministério da Cultura Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional Gabinete da Presidência PORTARIA Nº 486, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2012 Aprova o Regimento Interno do Conselho Consultivo do Patrimônio

Leia mais

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS. Regimento Interno da ANPAP

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS. Regimento Interno da ANPAP ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS Regimento Interno da ANPAP Aprovado na Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 19 de outubro de 2013, durante o XXII Encontro Nacional

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS (ABRACE) CAPÍTULO I Da Natureza, Sede e Duração

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS (ABRACE) CAPÍTULO I Da Natureza, Sede e Duração ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS (ABRACE) CAPÍTULO I Da Natureza, Sede e Duração Art. 1º - A Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas,

Leia mais

Regimento Interno do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix

Regimento Interno do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix Regimento Interno do Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista Izabela Hendrix I - Do Objeto e suas finalidades Art. 1º - O Comitê de Ética em Pesquisa do Centro Universitário Metodista

Leia mais

COMITÊ BRASILEIRO DE ACROBACIA E COMPETIÇÕES AÉREAS CBA ESTATUTO SOCIAL

COMITÊ BRASILEIRO DE ACROBACIA E COMPETIÇÕES AÉREAS CBA ESTATUTO SOCIAL COMITÊ BRASILEIRO DE ACROBACIA E COMPETIÇÕES AÉREAS CBA ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art. 1º. O COMITÊ BRASILEIRO DE ACROBACIA E COMPETIÇÕES AÉREAS também designado pela sigla,

Leia mais

Regimento Interno COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA - HUMANOS CEP - UNIFEB. Composição. Membros

Regimento Interno COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA - HUMANOS CEP - UNIFEB. Composição. Membros Regimento Interno COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA - HUMANOS CEP - UNIFEB Composição Coordenador Prof. Gilmárcio Martins Zimmermann Ciências da Saúde [Farmácia] Vice-Coordenador Fábio Luiz Ferreira Scannavino

Leia mais

Comissões de Ética Médica*

Comissões de Ética Médica* Espaço CREMERS Comissões de Ética Médica* DR. FERNANDO WEBER MATOS Primeiro-secretário do Cremers. * Texto extraído do Manual Técnico Disciplinar do Cremers, 5 a edição. 78 Revista da AMRIGS, Porto Alegre,

Leia mais

"DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta

DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta "DIAGNÓSTICOS DA AMÉRICA S.A. NIRE nº 35.300.172.507 CNPJ/MF nº 61.486.650/0001-83 Companhia Aberta REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO Este Regimento Interno dispõe sobre os procedimentos

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO CONDOMÍNIO RESIDENCIAL MARIA MADALENA Rua Beija-flor, 103 Bombas Bombinhas/SC.

ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO CONDOMÍNIO RESIDENCIAL MARIA MADALENA Rua Beija-flor, 103 Bombas Bombinhas/SC. ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO CONDOMÍNIO CAPÍTULO I Do nome, da Sede, Duração e Objetivo. Art. 1º A Associação de Moradores do Condomínio Residencial Maria Madalena, é uma associação sem fins

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO UNIVERSITÁRIO INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA REGIMENTO TÍTULO I DA INSTITUIÇÃO E SEUS FINS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO UNIVERSITÁRIO INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA REGIMENTO TÍTULO I DA INSTITUIÇÃO E SEUS FINS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO UNIVERSITÁRIO Aprova o Regimento do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da UFRJ. INSTITUTO DE ESTUDOS EM SAÚDE COLETIVA REGIMENTO TÍTULO I DA INSTITUIÇÃO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO. - Associação Brasileira de Energia Nuclear - (Aben)

REGIMENTO INTERNO. - Associação Brasileira de Energia Nuclear - (Aben) REGIMENTO INTERNO - Associação Brasileira de Energia Nuclear - (Aben) Este Regimento Interno, aprovado na Assembléia Geral Ordinária da Associação Brasileira de Energia Nuclear (ABEN), realizada em 29

Leia mais

FEDERAÇÃO CAPIXABA DE PEBOLIM

FEDERAÇÃO CAPIXABA DE PEBOLIM ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO CAPIXABA DE PEBOLIM CAPITULO I DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINS, DURAÇÃO E FÓRUM. Art. 1º A Associação Capixaba de Pebolim também chamada em sua forma abreviada de ACP, sediada à rua Prefeito

Leia mais

ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE

ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE ESTATUTO DA EMPRESA JÚNIOR DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE PRAIA GRANDE FATEC JÚNIOR PRAIA GRANDE CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE E DURAÇÃO. Artigo 1º - A Empresa Júnior dos alunos da Faculdade

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO - UNISEB COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNISEB REGIMENTO INTERNO

CENTRO UNIVERSITÁRIO - UNISEB COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNISEB REGIMENTO INTERNO CENTRO UNIVERSITÁRIO - UNISEB COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS DA UNISEB REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º A Comissão de Ética no Uso de Animais da UNISEB é um órgão deliberativo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL RESOLUÇÃO Nº 001, DE 16 DE MAIO DE 2011.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL RESOLUÇÃO Nº 001, DE 16 DE MAIO DE 2011. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE FACULDADE DE FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL RESOLUÇÃO Nº 001, DE 16 DE MAIO DE 2011. Dispõe sobre a normativa de organização e funcionamento

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CONSELHO DE GRADUAÇÃO R E G I M E N T O I N T E R N O CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CONSELHO DE GRADUAÇÃO R E G I M E N T O I N T E R N O CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CONSELHO DE GRADUAÇÃO R E G I M E N T O I N T E R N O CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1. Este Regimento dispõe sobre a composição, competências e funcionamento

Leia mais

Ao Conselho Deliberativo, como órgão que estabelece as diretrizes de atuação da ASBERGS competem:

Ao Conselho Deliberativo, como órgão que estabelece as diretrizes de atuação da ASBERGS competem: Regimento Interno Objeto Composição e Competência Presidência Reuniões Ordem dos Trabalhos Disposições Gerais Capítulo I Objeto Art. 1.º - Em cumprimento ao Estatuto Social da Associação dos Funcionários

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE JOGADORES DE BEACHTENNIS ESTATUTO SOCIAL DOS JOGADORES DE BEACHTENNIS. CAPÍTULO l DENOMINAÇÃO, CONSTITUIÇÃO, SEDE E FINALIDADES

ASSOCIAÇÃO DE JOGADORES DE BEACHTENNIS ESTATUTO SOCIAL DOS JOGADORES DE BEACHTENNIS. CAPÍTULO l DENOMINAÇÃO, CONSTITUIÇÃO, SEDE E FINALIDADES 1 ESTATUTO SOCIAL DOS JOGADORES DE BEACHTENNIS CAPÍTULO l DENOMINAÇÃO, CONSTITUIÇÃO, SEDE E FINALIDADES CAPÍTULO II INDEPENDÊNCIA CAPÍTULO III ADMISSÃO, DIREITOS, DEVERES E PENALIDADES CAPÍTULO IV DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982

REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982 REGIMENTO INTERNO Aprovado dia 02 de julho de 1982 Artigo 1º. - A FUNDAÇÃO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM AGRONOMIA, MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - FUNEP, além das disposições constantes de seu Estatuto

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP

REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP 205 ANEXO B Regulamento Interno do Colegiado do Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DA FACULDADE DE APUCARANA - FAP 206 CAPÍTULO

Leia mais

Perguntas e Respostas Conselho de Usuários VIVO

Perguntas e Respostas Conselho de Usuários VIVO Perguntas e Respostas Conselho de Usuários VIVO Resolução n o 623, de 18 de Outubro de 2013 1. Qual a Resolução que trata sobre Conselho de Usuários e onde ela está disponível? Trata-se da Resolução n

Leia mais

Resolução CNRM Nº 02, de 07 de julho de 2005

Resolução CNRM Nº 02, de 07 de julho de 2005 Resolução CNRM Nº 02, de 07 de julho de 2005 Dispõe sobre a estrutura, organização e funcionamento da Comissão Nacional de Residência Médica. O Presidente da Comissão Nacional de Residência Médica, no

Leia mais

EDITAL DE COMPOSIÇÃO DO COMITÊ GESTOR DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS

EDITAL DE COMPOSIÇÃO DO COMITÊ GESTOR DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS EDITAL DE COMPOSIÇÃO DO COMITÊ GESTOR DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS A Secretaria Municipal de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente convida os Órgãos Públicos

Leia mais

REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES

REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES Art. 1º O Colegiado de Curso é órgão consultivo, normativo, de planejamento acadêmico e executivo, para os assuntos de política de

Leia mais

EDITAL Nº001, DE 13 DE JANEIRO DE 2015.

EDITAL Nº001, DE 13 DE JANEIRO DE 2015. EDITAL Nº001, DE 13 DE JANEIRO DE 2015. A Presidente do no uso de suas atribuições legais e regulamentadas pela Lei Nº 2.750 de 31 de Dezembro publica as normas para o processo eleitoral das entidades

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 008, de 30 de junho de 2003

RESOLUÇÃO N o 008, de 30 de junho de 2003 RESOLUÇÃO N o 008, de 30 de junho de 2003 Aprova Regimento do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Letras Teoria Literária e Crítica da Cultura da UFSJ O PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO SUPERIOR

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E MISSÃO

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E MISSÃO Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA NATUREZA E MISSÃO Art. 1º O CENTRO BRASILEIRO DE PESQUISA EM AVALIAÇÃO E SELEÇÃO

Leia mais

MODELO DE ESTATUTO DA SOCIEDADE DE AMIGOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA (Este modelo deverá ser adaptado às situações locais)

MODELO DE ESTATUTO DA SOCIEDADE DE AMIGOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA (Este modelo deverá ser adaptado às situações locais) MODELO DE ESTATUTO DA SOCIEDADE DE AMIGOS DA BIBLIOTECA PÚBLICA (Este modelo deverá ser adaptado às situações locais) CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE, DURAÇÃO Art. 1.º A SOCIEDADE DE AMIGOS DA

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSELHO DIRETOR RESOLUÇÃO No- 623, DE 18 DE OUTUBRO DE 2013 Aprova o Regulamento de Conselho de Usuários. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO GESTOR DA UNICEASA CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO GESTOR DA UNICEASA CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO GESTOR DA UNICEASA CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Sete Lagoas 2012 REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO GESTOR DA UNICEASA CENTRO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL SUMÁRIO TÍTULO PÁGINA

Leia mais

MINUTA DE REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DE CÂMPUS

MINUTA DE REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DE CÂMPUS MINUTA DE REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DE CÂMPUS CAPÍTULO I Das Disposições Iniciais, Categoria e Finalidades Art. 1º - O Conselho de Câmpus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de

Leia mais

ESTATUTO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (ANPARQ)

ESTATUTO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (ANPARQ) ESTATUTO ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO (ANPARQ) CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, REGIME JURÍDICO, DURAÇÃO, SEDE E FORO Art. 1 - A Associação Nacional de Pesquisa

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA FE/FFCL

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA FE/FFCL REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA FE/FFCL 2 CAPÍTULO I DAS FINALIDADES Art. 1º O Comitê de Ética em Pesquisa, multidisciplinar, é um órgão colegiado, instituído através da Portaria n.03/2008,

Leia mais

DECISÃO COREN/RJ N.º 1821/2012

DECISÃO COREN/RJ N.º 1821/2012 DECISÃO COREN/RJ N.º 1821/2012 Dispõe sobre a criação de Comissão de Ética de Enfermagem Institucional. CONSIDERANDO o disposto no artigo 8º, I, da Lei 5.905/73, que possibilita ao COFEN aprovar seu regimento

Leia mais

CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL

CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CLUBE DE SEGUROS DE PESSOAS E BENEFÍCIOS DO ESTADO DO PARANÁ CVG/PR ESTATUTO SOCIAL CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, SEUS FINS, SEDE E DURAÇÃO ARTIGO 1º O Clube de Seguros de Pessoas e Benefícios do Estado

Leia mais

ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ. Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO

ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ. Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO ESTATUTO da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA de PATCHWORK e QUILT ABPQ Capítulo I. DENOMINAÇÃO, OBJETIVOS, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º A Associação Brasileira de Patchwork e Quilt, doravante designada ABPQ, é uma sociedade

Leia mais

R E G I M E N T O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA INSTITUTO DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

R E G I M E N T O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA INSTITUTO DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ R E G I M E N T O DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA DO INSTITUTO DE TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ 2 SUMÁRIO CAPÍTULO I - DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA QUÍMICA

Leia mais

ASEC ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DE CUMBICA CNPJ Nº

ASEC ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DE CUMBICA CNPJ Nº ASEC ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DE CUMBICA CNPJ Nº 54.796.016/0001-81 ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA ASSOCIAÇÃO DOS EMPRESÁRIOS DE CUMBICA REALIZADA EM 06 DE OUTUBRO DE 2004. Aos (6) seis dias

Leia mais

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO PORTARIA Nº 2.588, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições previstas nos incisos I e II do parágrafo

Leia mais

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO CATARINENESE DE PRESERVAÇÃO DA NATUREZA - ACAPRENA

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO CATARINENESE DE PRESERVAÇÃO DA NATUREZA - ACAPRENA ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO CATARINENESE DE PRESERVAÇÃO DA NATUREZA - ACAPRENA CAPÍTULO I - DA INSTITUIÇÃO Art. 1 - Fundada em 05 de maio de 1973, por prazo indeterminado, a ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE PRESERVAÇÃO

Leia mais