Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos

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1 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos

2 Reitor João Paulo do Valle Mendes Vice-Reitor Sérgio Fiúza de Mello Mendes Pró-Reitor Acadêmico João Paulo Mendes Filho Pró-Reitora Administrativa Lílian Mendes Acatauassú Nunes

3 CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ SISTEMA INTEGRADO DE BIBLIOTECAS DO CESUPA SIBIC SETOR DE DOCUMENTAÇÃO E EDITORAÇÃO Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos TRABALHOS ACADÊMICOS, MONOGRAFIAS, DISSERTAÇÕES E TESES Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo 2ª edição Belém

4 Editor: João Paulo do Vale Mendes Produção gráfica: Maria Cristina Montenegro Duarte Lira (Coordenadora do SIBIC) Hilma Celeste Alves Melo (Setor de Documentação e Editoração) Capa: Laïs Zumero Editoração eletrônica: Karla Coutinho Lelis dos Santos Israel Gutemberg / Ione Sena Revisão: Antonio Augusto Montenegro Duarte Lira Marina Cardoso de Sá Ribeiro Impressão: Gráfica Supercores Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Biblioteca do CESUPA L768n Lira, Maria Cristina Montenegro Duarte Normas para apresentações de trabalhos técnicos e científicos: trabalhos acadêmicos, monografias, dissertações e teses / Maria Cristina Montenegro Duarte Lira, Hilma Celeste Alves Melo. 2.ed. Belém: Editora CESUPA, p.: il. ISBN: Trabalhos Técnicos e Científicos Normas I. Melo, Hilma Celeste Alves. II. Título. Direitos desta edição reservados à Editora CESUPA Av. Governador José Malcher, 1963 CEP: Belém PA Tel: (91) / / CDD

5 Apresentação Em agosto de 2003, Cristina Lira e Hilma Melo apresentaram à Editora CESUPA proposta de edição de um manual de Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos, a fim de orientar nossos usuários na elaboração de sua produção científica. Após uma relutância inicial, acolhi as razões de nossas bibliotecárias, que assumiram a responsabilidade de organizar a publicação. Nossa Editora vinha de ser inaugurada em maio e já estava prestes a lançar sua segunda obra. Hoje, decorrido menos de um ano, o manual se esgotou e há expressiva procura de professores e alunos pelo trabalho de Cristina e Hilma. Ao lado disso, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), mediante as Normas 6024 e 6027, recomendou a reestruturação dos indicativos das sessões e a retirada das partes pré-textuais, alterações que se incorporam à 2ª edição de nosso manual, a primeira obra da Editora CESUPA a ser reeditada. Por tudo isso, estão de parabéns as autoras, a quem felicitamos com entusiasmo. Alvíssaras. João Paulo do Valle Mendes Reitor

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7 LISTA DE FIGURAS figura 11 modelo de capa figura 12 modelo de errata figura 13 modelo de folha de rosto de TCC figura 14 modelo de folha de rosto de monografia figura 15 modelo de folha de rosto de dissertação figura 16 modelo de folha de rosto de tese figura 17 modelo de verso da folha de rosto figura 18 modelo de folha de aprovação figura 19 modelo de dedicatória figura 10 modelo de agradecimentos figura 11 modelo de epígrafe figura 12 modelo de sumário figura 13 modelo de lista figura 14 modelo de lista figura 15 modelo de lista figura 16 modelo de lista figura 17 modelo de lista figura 18 modelo de resumo... 34

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9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO DEFINIÇÕES TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) MONOGRAFIA DISSERTAÇÃO TESE ESTRUTURA ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Capa Errata Folha de rosto Verso de folha de rosto Folha de aprovação Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Sumário Lista de ilustrações Lista de abreviaturas, siglas e símbolos Resumo ELEMENTOS TEXTUAIS Texto Introdução Desenvolvimento Conclusão ELEMENTOS DE APOIO Citações Sistemas de chamada Notas de rodapé Notas explicativas Notas de referência... 39

10 3.4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Referências Modelos de referências Livros no todo e capítulos de livros Trabalhos acadêmicos, Monografias, Dissertações e Teses Publicações Periódicas Separatas Resenhas Congressos, Conferências, Simpósios, Workshops, Jornadas e outros Eventos Científicos Referências Legislativas Materiais especiais (Discos, CDS, Fitas, etc.) Documentos Eletrônicos Glossário Apêndices Anexos Índices APRESENTAÇÃO GRÁFICA FORMATO LETRA MARGENS ESPAÇAMENTO PAGINAÇÃO ALINHAMENTO ENCADERNAÇÃO BIBLIOGRAFIA... 59

11 1 INTRODUÇÃO Este manual procura expor o modo como trabalhos acadêmicos, monografias, dissertações e teses devem ser apresentados e estruturados, trazendo exemplos relativos à apresentação, referências, citações, tabelas, gráficos, volumes, separatas, entre outros, visando a facilitar a normalização das referidas obras. A elaboração do documento tem como base os preceitos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), além de vários trabalhos consultados, dos quais foram extraídos alguns importantes exemplos. Com este manual, o Sistema Integrado de Bibliotecas do CESUPA - SIBIC tornou propício que sua produção documentária obedeça a uma normalização, qualificando, assim, a elaboração técnico-científica dos trabalhos. O presente documento surgiu, também, como resposta à demanda da comunidade acadêmica, que procura apoio das bibliotecas na elaboração de seus trabalhos técnicos e científicos.

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13 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos 2 DEFINIÇÕES 2.1 TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) Exigido para o término da graduação. Não é considerado trabalho científico. 2.2 MONOGRAFIA Consiste em uma detalhada descrição, proveniente de uma investigação científica, a respeito de um determinado tema. É adotada ao final de cursos de especialização para a obtenção de seus certificados. 2.3 DISSERTAÇÃO A dissertação resulta de um minucioso trabalho científico, que reúne, analisa e interpreta todos os dados pesquisados a respeito de um determinado tema, o qual deverá ser único e precisamente delimitado em sua extensão. A dissertação é elaborada sob a supervisão de um pesquisador e é necessária para adquirir o título de mestre. 2.4 TESE Trabalho proveniente de estudos de cunho científico ou de pesquisa, a respeito de um tema perfeitamente delimitado e específico. Orientada por um pesquisador, deve a tese ser organizada com base em uma investigação singular, ou seja, de caráter próprio e inédito, para que realmente possa proporcionar um significativo ganho na área em que for elaborada. 13

14 Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo A título de conhecimento, Teses são exigidas para se alcançar títulos acadêmicos de livre docência e professor titular, além do doutorado. OBS: TCCs, Monografias, Dissertações e Teses são sustentadas e defendidas em público diante de bancas acadêmicas. 3 ESTRUTURA As estruturas dos TCCs, Monografias, Dissertações e Teses devem apresentar as ordens descritas a seguir: 3.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Capa (obrigatória) Errata (opcional) Folha de rosto (obrigatória) Verso da folha de rosto (obrigatório) Folha de aprovação (obrigatória) Dedicatória (opcional) Agradecimentos (opcional) Epígrafe (opcional) Sumário (obrigatório) Lista de ilustrações (opcional) Lista de abreviaturas, siglas e símbolos (opcional) Resumo na língua vernácula (obrigatório) Resumo em língua estrangeira (opcional) 14

15 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos Capa É o revestimento externo do trabalho, o qual deve ser em capa dura, segundo recomendação da Instituição, tornando possível a padronização (fig. 1). Deve trazer elementos, tais como os descritos abaixo: Instituição; autor; título; subtítulo (se houver); local (cidade); ano Errata Consiste em uma relação de erros tipográficos ou de outra espécie, que objetiva corrigir eventuais imperfeições, indicando, para isso, as folhas e linhas nas quais aqueles aparecem e a referência do trabalho. O autor deve, sempre que possível, evitar cometer erros, para que não seja necessária a elaboração da errata. Todavia quando inevitável, poderá ser encadernada junto à parte principal do trabalho ou, quando feita após esta, terá a possibilidade de ser inserida logo em seguida à folha de rosto. Se desta forma ocorrer, constará a errata em papel avulso, caso que se fará de maior relevância, facilitando sobremaneira sua identificação (fig. 2). 15

16 Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo FIGURA 1 MODELO DE CAPA CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA CURSO DE TECNOLOGIA EM PROCESSAMENTO DE DADOS Franco de Miranda Sério Neto Proposta de aplicação da teoria de aprendizagem construtivista na criação de um software criativo Belém

17 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos FIGURA 2 MODELO DE ERRATA ERRATA Folha Linha Onde se lê Leia-se 19 3 ensejou ensejaram oportuniza Favorece Uma competência que o Uma competência que lhe sistematizar sistematizaram O uso de língua O uso da língua exlusively exclusively TOSCANO, Maria Eulália Sobral. Para uma metodologia de aprendizagem do inglês na Universidade Federal do Pará f. Dissertação (Mestrado em Lingüística) Centro de Letras e artes, Universidade Federal do Pará, Folha de rosto (Obrigatória) É a folha que contém os principais dados identificadores do trabalho (figs. 3, 4, 5 e 6). Nela devem constar: Instituição; autor; título; subtítulo (se houver); nota indicando a natureza acadêmica do trabalho (grau, área e/ ou disciplina); nome (s) do(s) orientador (es); local (cidade da Instituição em que o trabalho foi defendido); ano (referente a defesa do trabalho). 17

18 Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo FIGURA 3 MODELO DE FOLHA DE ROSTO DE TCC CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA CURSO DE TECNOLOGIA EM PROCESSAMENTO DE DADOS Franco de Miranda Sério Neto Proposta de aplicação da teoria de aprendizagem construtivista na criação de um software criativo Trabalho de conclusão de curso para obtenção do grau de Tecnológo em Processamento de Dados do Centro Universitário do Estado do Pará - CESUPA. Orientador: Prof. Marcos Douglas da Silva Gomes. Belém

19 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos FIGURA 4 MODELO DE FOLHA DE ROSTO DE MONOGRAFIA CENTRO UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DO PARÁ ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA CURSO DE TECNOLOGIA EM PROCESSAMENTO DE DADOS José Benevenuto de Andrade Vieira GESTÃO INFORMATIZADA DAS INFORMAÇÕES ENFITÊUTICAS NO MUNICÍPIO DE BELÉM Monografia apresentada para obtenção do grau de especialista em, do Curso de Tecnologia em Processamento de Dados do Centro Universitário do Estado do Pará CESUPA. Orientadora: Prof.ª Msc. Maria de Fátima Fraya de Souza Belém

20 Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo FIGURA 5 MODELO DE FOLHA DE ROSTO DE DISSERTAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CENTRO DE EDUCAÇÃO CURSO DE MESTRADO EM EDUCAÇÃO Elisa Maria Gomes Schiochet Informática no ensino: o que interessa saber? Dissertação apresentada para obtenção do grau de mestre em Ciência da Computação do Curso de Mestrado em Educação da Universidade Federal do Paraná - UFPR. Orientadora: Prof.ª Dra. Rejane Medeiros Coeli Curitiba

21 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos FIGURA 6 MODELO DE FOLHA DE ROSTO DE TESE UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Ivandi Silva Teixeira UM MODELO DE EVIDÊNCIAS SOBRE RISCOS AMBIENTAIS PARA A GESTÃO PÚBLICA EM BELÉM DO PARÁ FUNDAMENTADO NA AUDITORIA INTERNA E AMBIENTAL Tese apresentada para obtenção do grau de Doutor em Engenharia do Curso de Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Orientador: Prof. Dr. Carlos Loch Florianópolis

22 Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo Verso de folha de rosto Em TCCs, Monografias de Especialização, Dissertações e Teses, recomenda-se a inclusão de ficha catalográfica no verso da folha de rosto, com os dados de identificação do trabalho, segundo as normas de catalogação em vigor ACCR2. Deve ser feita pelo bibliotecário, que utilizará os códigos específicos para a sua elaboração, e ser impressa na parte inferior da página, medindo 7,5cm por 12,5cm (fig.7) Folha de Aprovação Os trabalhos apresentados, depois de aprovados e corrigidos, deverão incluir a folha de aprovação separadamente, logo após a folha de rosto, com o devido conceito (fig.8). Consta no termo de aprovação: Nome da Instituição; autor; título; subtítulo (se houver); nota; data da aprovação ou defesa (dia, mês e ano); conceito; nome do professor, orientador e dos examinadores, com as respectivas assinaturas; instituições a que são filiados. 22

23 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos FIGURA 7 MODELO DE VERSO DA FOLHA DE ROSTO S729e Sousa, Josyane Barros de Em direção a uma abordagem para a modelagem de um sistema multiagente / Josyane Barros de Souza. Porto Alegre, Dissertação (Mestrado) Fac. de Informática, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS, Sistemas multiagentes. 2. Linguagens de programação. 3. UML (informática). 4. Sistemas de Informação Empresarial. I. Título. CDD

24 Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo FIGURA 8 MODELO DE FOLHA DE APROVAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ ELISA MARIA GOMES SCHIOCHET INFORMÁTICA NO ENSINO: O QUE INTERESSA SABER? Dissertação apresentada para obtenção do grau de mestre em Educação. Data da defesa: Conceito: Banca Examinadora Profª. Dr.ª Rejane de Medeiros Cervi Orientadora Universidade Federal do Paraná Profª. Dr.ª Zélia Milléo Pavão Membro Universidade Federal do Paraná Prof. M.SC. Archimedes Peres Maranhão Membro Universidade Federal do Paraná 24

25 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos Dedicatória (Opcional) É a homenagem do autor do trabalho a pessoas que foram de vital importância para a consecução da obra. É disposto em página própria, logo após a folha de aprovação (fig. 9), não devendo constar a palavra DEDICATÓRIA. FIGURA 9 MODELO DE DEDICATÓRIA Aos meus pais e mestres, minha eterna gratidão. 25

26 Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo Agradecimentos (Opcional) Gratidão aos que auxiliaram na preparação do trabalho. A palavra AGRADECIMENTOS deve ser colocada no alto da folha (fig. 10). FIGURA 10 MODELO DE AGRADECIMENTOS AGRADECIMENTOS Ao Centro Universitário do Estado do Pará; Ao Prof. Dr...., pela orientação na elaboração deste trabalho; À CAPES pelo apoio financeiro na concessão de bolsa de estudo; Ao Prof. Dr...., pelo auxilio na aplicação dos dados; Às Sras.... e..., pela revisão bibliográfica e digitação. E a todos que contribuíram na elaboração deste trabalho. 26

27 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos Epígrafe (Opcional) É a transcrição de pensamentos de outro autor, relacionada com o tema do trabalho (fig. 11). Deve aparecer em folha própria, entre aspas, e com a indicação de autoria. FIGURA 11 - MODELO DE EPÍGRAFE Não é a conscientização que pode levar o povo à fanatismos destrutivos. Pelo contrário, a conscientização que lhe possibilita inserir-se no processo histórico, como sujeito, evita os fanatismos e o inscrevem na busca de sua afirmação. Paulo Freire 27

28 Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo Sumário É a relação das principais divisões e seções de um trabalho, da mesma maneira em que são dispostas no texto (fig. 12). Deve ser apresentado da seguinte forma: - Após a folha de rosto, folha de aprovação, dedicatória, agradecimentos e epígrafe; - arrolando as partes textuais e pós-textuais, com o mesmo padrão gráfico adotado no texto; - as divisões e seções da parte textual devem apresentar indicativos numéricos antes do título, enquanto na pós-textual, devem mostrar apenas a numeração das folhas; - as seções primárias, secundárias, terciárias e quaternárias, devem ser ligadas do título até o número da página, mediante linhas pontilhadas. A numeração do sumário obedece sempre às seguintes regras: 1 à SEÇÃO PRIMÁRIA: Caixa alta (maiúscula) com negrito; 1.1 à SEÇÃO SECUNDÁRIA: Caixa alta (maiúscula) sem negrito; à Seção Terciária: Somente as primeiras letras em maiúscula e negrito; à Seção Quaternária: Somente as primeiras letras em maiúscula e sem negrito; OBS: O sumário não deve ser confundido com o índice. 28

29 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos FIGURA 12 - MODELO DE SUMÁRIO SUMÁRIO (CAIXA ALTA E NEGRITO) 1 INTRODUÇÃO... p. (CAIXA ALTA E NEGRITO) 2 OBJETIVOS... p. (CAIXA ALTA E NEGRITO) 3 REVISÃO DA LITERATURA... p. (CAIXA ALTA E NEGRITO) 3.1 CONTEXTO HISTÓRICO... p. (CAIXA ALTA SEM NEGRITO) 3.2 CICLOSPORINA... p. (CAIXA ALTA SEM NEGRITO) 3.3 SISTEMA IMUNE... p. (CAIXA ALTA SEM NEGRITO) 4 MATERIAL E MÉTODOS... p. (CAIXA ALTA E NEGRITO) 4.1 ANIMAIS... p. (CAIXA ALTA SEM NEGRITO) Gatos... p. (CAIXA ALTA E BAIXA E NEGRITO) Cachorro... p. (CAIXA ALTA E BAIXA E NEGRITO) 4.2 ESTATÍSTICA... p. (CAIXA ALTA SEM NEGRITO) 5 RESULTADOS... p. (CAIXA ALTA E NEGRITO) 6 CONCLUSÃO... p. (CAIXA ALTA E NEGRITO) REFERÊNCIAS... p. ANEXOS... p. (CAIXA ALTA E NEGRITO) (CAIXA ALTA E NEGRITO) 29

30 Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo Lista de ilustrações Contém todas as tabelas, quadros e figuras presentes no texto. Deve ser feita uma lista própria para cada tipo de ilustração, sendo exigido o mínimo de dez itens. Excluindo as tabelas e quadros, todas as outras ilustrações devem ser denominadas como figuras (fig. 13, 14 e 15). Apresenta-se em folha própria, antecedendo o sumário. As seções devem conter: Ilustração com indicativo numérico; título. A numeração da folha, que contém as figuras, quadros e tabelas, é ligada ao título por uma linha pontilhada. FIGURA 13 MODELO DE LISTA LISTA DE TABELAS TABELA 11 TÍTULO TABELA 12 TÍTULO TABELA 13 TÍTULO TABELA 14 TÍTULO TABELA 15 TÍTULO TABELA 16 TÍTULO TABELA 17 TÍTULO TABELA 18 TÍTULO TABELA 19 TÍTULO TABELA 10 TÍTULO TABELA 11 TÍTULO P. 30

31 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos FIGURA 14 MODELO DE LISTA LISTA DE QUADROS QUADRO 11 TÍTULO QUADRO 12 TÍTULO QUADRO 13 TÍTULO QUADRO 14 TÍTULO QUADRO 15 TÍTULO QUADRO 16 TÍTULO QUADRO 17 TÍTULO QUADRO 18 TÍTULO QUADRO 19 TÍTULO QUADRO 10 TÍTULO QUADRO 11 TÍTULO P. FIGURA 15 MODELO DE LISTA LISTA DE FIGURAS FIGURA 11 TÍTULO FIGURA 12 TÍTULO FIGURA 13 TÍTULO FIGURA 14 TÍTULO FIGURA 15 TÍTULO FIGURA 16 TÍTULO FIGURA 17 TÍTULO FIGURA 18 TÍTULO FIGURA 19 TÍTULO FIGURA 10 TÍTULO FIGURA 11 TÍTULO P. 31

32 Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo Lista de abreviaturas, siglas e símbolos (opcional) Devem arrolar as abreviaturas, siglas e símbolos contidos no trabalho com a respectiva denominação. Recomenda-se listar somente a partir de dez itens (fig. 16 e 17). Relacionar os símbolos preferencialmente em ordem alfabética ou da mesma maneira em que estão dispostos no trabalho. Para as siglas em outra língua, usar o significado correlato à sigla no seu original. As traduções não são recomendadas. FIGURA 16 MODELO DE LISTA LISTA DE SIGLAS ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas CCN - Catálogo Coletivo Nacional CEFET - Centro Federal de Educação Tecnológica do Pará CESUPA - Centro Universitário do Estado do Pará CNPQ - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBICT - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia UFPA - Universidade Federal do Pará UFRA - Universidade Federal Rural da Amazônia UNAMA - Universidade da Amazônia 32

33 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos FIGURA 17 MODELO DE LISTA LISTA DE SÍMBOLOS AC Corrente alternada DC Corrente contínua Kg Kilograma KVA Quilovolt ampére KW Quilowatt m Metro m² Metro quadrado s Segundo t Tonelada V Volt Resumo É a apresentação concisa do texto, destacando os pontos mais importantes (fig. 18). Deve ser redigido em um único parágrafo, com no máximo 250 palavras, para TCCs, e monografias, e até 500 palavras para dissertações e teses. É fundamental que seja traduzido para o Inglês, ABSTRACT, e seguido das palavras-chave ou KEY WORDS, não devendo ser usadas frases negativas, fórmulas, equações e citações de autores. O resumo deverá ser escrito sempre na terceira pessoa do singular. 33

34 Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo FIGURA 18 MODELO DE RESUMO RESUMO O presente estudo procurou realizar um trabalho de campo no sentido de serem tabuladas informações que, ao lado dos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), permitam uma compreensão melhor do perfil leiteiro da região do ABC paulista. Esta região é composta pelas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, localizadas adjacentes à capital do Estado, São Paulo, ao sul e sudeste. A região é caracterizada por intensa atividade industrial, mas, graças à existência de áreas de reserva de mata atlântica, destinada à proteção de mananciais, nelas podem ser encontradas inúmeras propriedades com pequenos rebanhos bovinos, destinados, principalmente, à produção leiteira. O IBGE traz, em suas principais publicações, uma série de dados sobre a atividade pecuária da região. Neste estudo, foram visitadas 19 propriedades, cujos moradores responderam a um questionário com uma série de perguntas, os dados obtidos foram posteriormente tabulados e analisados. Das propriedades visitadas, 79% possuíam área inferior a 5 hectares. O tamanho médio do rebanho foi de 12 animais por propriedade, dos quais 80% são fêmeas. A produtividade média diária de leite encontrada foi de 3,2 litros por cabeça. As propriedades analisadas empregavam, em média, 1,7 trabalhadores, e apenas 5% delas dispunham de assistência veterinária regular. O principal destino do leite produzido foram os ranchos de pamonha da região, mas nenhuma das propriedades visitadas realizava comercialização com inspeção oficial. Reforçam-se, assim, os riscos para a saúde pública. Palavras-chave: ABC, bovinos, leite. 34

35 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos 3.2 ELEMENTOS TEXTUAIS Texto Introdução Desenvolvimento Conclusão Texto Parte do trabalho destinada à apresentação e ao desenvolvimento do assunto abordado. Poderá ser organizado em seções ou capítulos e subseções, sendo que cada uma das seções primárias deve ser iniciada em folha que lhes pertença exclusivamente. O texto poderá ser estruturado de diversas formas, de acordo com o método adotado. De maneira geral, é composto de Introdução, Desenvolvimento e Conclusão Introdução Consiste em um apanhado geral do trabalho, fornecendo os subsídios necessários para o melhor entendimento do leitor, com relação ao tema que está sendo tratado. Deste modo, deve a Introdução: - Delimitar o assunto, de modo claro e sucinto, não deixando dúvidas sobre o tema que está sendo exposto, especificando o campo e período abrangidos e inserindo informações quanto à natureza e relevância do problema; - explicitar os objetivos e finalidades do trabalho, fundamentando e tornando compreensível o ponto de vista em que o assunto é tratado; - ordenar os tópicos preponderantes do texto, indicando, deste modo, o roteiro ou a ordem de exposição. 35

36 Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo Desenvolvimento Consiste na parte mais extensa do trabalho, expondo o assunto de maneira detalhada, explicando as principais idéias e fornecendo a fundamentação lógica deste. Existem diversas estruturas para o desenvolvimento dos trabalhos, as quais dependem da natureza do estudo, que pode ser experimental, de campo ou revisão bibliográfica. O Desenvolvimento do trabalho deve ser, para o melhor entendimento do leitor, exposto minuciosamente através de itens e sub-itens, não devendo ser usado como título de parte do mesmo Conclusão Exposição dos objetivos aos quais o trabalho se propôs a atingir, demonstrando sua importância e os benefícios que este pode gerar, bem como os seus resultados. Baseando-se em dados comprovados, deve a Conclusão fazer referência a problemas de grande relevância, que mereçam novos estudos. Pode também ser denominada Considerações Finais. 3.3 ELEMENTOS DE APOIO Citações Citações Notas de rodapé Citação é a informação colhida de outra fonte, para elucidar o assunto apresentado. Devem ser evitadas referências de temas amplamente divulgados ou efêmeros, como é o caso dos s e anotações de aula. 36

37 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos Existem dois tipos de citações: diretas e indiretas. As diretas são aquelas que reproduzem fielmente o texto ou parte dele. Citações indiretas são aquelas interpretadas e escritas pelo autor do trabalho, baseadas em idéias de outros. Exemplos: - citação direta: quando contêm menos de três linhas, pode ser apresentada no meio do texto normal e entre aspas. Ex: Simpson (1974, p.80) a mente não é uma coisa ; - citação direta: quando contêm mais de três linhas, deve ser apresentada em parágrafo próprio, com recuo de 4 cm na margem esquerda, sem aspas e com letra menor que a do corpo do texto. Ex: A teleconferência permite ao indivíduo participar de um encontro nacional ou regional, sem a necessidade de deixar seu local de origem. Tipos comuns de teleconferência incluem o uso da televisão, telefone e computador. Através de áudioconferência, utilizando a companhia local de telefone, um sinal de áudio pode ser emitido em um salão de qualquer dimensão. (NICHOLS, 1993, p.181) (Modelo extraído da NBR 10520/2002, p.2) - citação indireta: neste tipo de citação, não se indicam páginas. Ex: O valor da informação está relacionado com o poder de ajudar (GUIMARÃES, 1992); - citações indiretas de vários documentos de um mesmo autor, publicados em anos diferentes, devem ter as datas separadas por virgula. Ex: (GUIMARÃES, 1989, 1992, 1995); - citação de citação é a menção de um documento ao qual não se teve acesso. No texto, deve ser indicado o sobrenome do(s) autor (es) do documento não consultado, 37

38 Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo seguido de data e pela expressão APUD, além do sobrenome do autor e a data da fonte consultada. Na lista de referências, indicar somente a obra consultada. Ex: Silva (1994, apud ABREU, 1999, p.3); - as interpolações, supressões, comentários ou destaques devem ser apresentados da seguinte maneira: interpolações: [ ]; supressões: [...]; comentários [ ]; destaques em negrito ou itálico, também podem ser usadas as expressões: (grifo nosso) ou (grifo do autor). As citações de informação oral (entrevistas, palestras) devem conter, ao final, a expressão informação verbal Sistemas de chamada As citações devem ser indicadas no texto por um sistema ou alfabético (autor-data), ou numérico. No caso específico de trabalhos acadêmicos, recomenda-se que seja adotado o sistema autor-data para as citações no texto e numérico para as notas explicativas Notas de Rodapé São esclarecimentos ou informações complementares, usadas como recurso para não prejudicar a seqüência lógica do texto. As notas devem estar separadas do texto por um filete de 3 cm da margem esquerda sem espaços entres elas e com fonte menor que as do texto. A numeração em algarismo arábicos deverá ser única e seqüencial para cada capítulo ou parte. 38

39 Normas para Apresentação de Trabalhos Técnicos e Científicos Notas explicativas Usada para comentários ou explanações que não podem ou não devem ser incluidos no texto Notas de referência Indicam fontes consultadas ou remete a outras partes da obra, onde o assunto foi abordado, não é recomendada para trabalhos acadêmicos. 3.4 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Referências (obrigatórias) Glossário (opcional) Apêndice (s) (opcional) Anexo (s) (opcional) Índice (s) (opcional) Referências Consistem na reunião padronizada de elementos, que possibilitam a identificação de um documento no todo ou em parte. É uma lista dos recursos subsidiários que foram utilizados pelo autor no texto, devendo possuir folha própria, colocada após aquele ou antes do glossário, se houver Modelos de referências Livros no todo e capítulos de livros: 39

40 Maria Cristina Montenegro Duarte Lira Hilma Celeste Alves Melo - Livro com um autor: AUTOR DA OBRA. Título da obra: subtítulo. Número da edição. Local de Publicação: Editor, ano de publicação. Número de páginas ou volume. (Série). Notas. CARVALHO, Paulo de Barros. Curso de direito tributário. 10. ed. rev. aum. São Paulo: Saraiva, Livro com até três autores: VALENTE, Amir Waltar; PASSAGLIA, Eunice; NOVAES, Antonio Galvão. Gerenciamento de transporte e frotas. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, Livro com mais de três autores: IUDICIBUS, Sérgio de. et. al. Contabilidade introdutória. 8.ed. São Paulo: Atlas, p. - Livro com autor entidade: BRASIL. Ministério da Justiça. Coordenação geral de Planejamento Setorial. Cadastro de cartórios do Brasil. Brasília: COPLAN, p. - Capítulo de livros: AUTOR da parte. Título da parte. Termo In: Autor da obra. Título da obra. Número da edição. Local de Publicação: Editor, Ano de publicação. Número ou volume, páginas inicial-final da parte, e/ou isoladas. REIS, C. F. A ocupação portuguesa do vale amazônico. In: BUARQUE DE HOLANDA, Sergio (org). História geral da civilização brasileira. São Paulo: Difel, 1963.v.1,p Livro com autoria desconhecida: DIAGNÓSTICO ambiental: litoral Sul da Bahia. Salvador: SET,

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