Produtos substitutos - Novos Materiais (PSNM)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Produtos substitutos - Novos Materiais (PSNM)"

Transcrição

1 Produtos substitutos - Novos Materiais (PSNM) Participantes: Belmonte Amado Rosa Cavalcante Cerâmica Estrela Idelsonso Camargo Junior - Valorimex Edgard Más Cerâmica Santo Antônio Bens complementares são bens que só quando utilizados em conjunto satisfazem a necessidade inerente. Por exemplo, a gasolina e um automóvel, só em conjunto satisfazem a necessidade de deslocação inerente; o hardware e o software de computador, só em conjunto satisfazem a necessidade de computação inerente, etc. Bem substituto ou sucedâneo é um bem que possa ser consumido em substituição a outro. Por exemplo, margarina e manteiga são em geral consideradas bens substitutos, uma vez que exercem basicamente a mesma função. Dada as definições acima, é interessante ver as relações de preços entre esses produtos. Por exemplo: café e açúcar. Esses são bens complementares, pois o açúcar é um incremento do café. Se o preço do café sobe, a demanda pelo mesmo cai e, consequentemente, a demanda por açúcar irá diminuir, dado que parte deste produto era destinada ao consumo complementar de café. No caso de bens substitutos, por exemplo: Carne de frango e Carne Bovina. Quando o preço da carne de bovina sobe, a demanda por carne de frango aumenta (produto alternativo e mais barato), se a demanda aumenta os preços da carne de frango também aumenta. PRINCIPAIS PRODUTOS SUBSTITUTOS DA CERÂMICA VERMELHA BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO SIMPLES COMPOSIÇÃO Cimento Portland, Agregados (areia, pedra, etc.) e água, sendo ainda permitido o uso de aditivos, desde que não acarretem prejuízo às características do produto. PRINCIPAIS REQUISITOS Aspecto Deve ser homogêneos, compactos e com arestas vivas, não Blocos de concreto DESCRIÇÃO: Elementos básicos para a composição de alvenaria (estruturais ou de vedação) apresentar trincas, fraturas ou outros defeitos que possam prejudicar o seu assentamento, resistência e durabilidade ou o acabamento em aplicações aparentes, sem revestimento. Se destinados a receber revestimento, devem ter a superfície suficientemente áspera para garantir uma boa aderência. Absorção de água Está diretamente relacionada à impermeabilidade dos produtos, ao acréscimo imprevisto de peso à parede saturada e à durabilidade. Modulação O processo de fabricação (mistura homogênea, prensagem, secagem e cura controlada), confere aos produtos grande regularidade de formas e dimensões possibilitando a modulação da obra já a partir do projeto, evitando-se improvisos e os costumeiros desperdícios deles decorrentes. MADEIRA Entre os diversos materiais destinados à construção civil, do ferro ao concreto armado, passando pelo plástico e o fibrocimento, somente a madeira reúne qualidades incomparáveis sob muitos aspectos, sobretudo o da sustentabilidade, para a construção que integra Homem e meio ambiente.

2 Nos países europeus e da América do Norte, com forte tradição no uso da madeira como material de construção, os grandes centros populacionais desenvolveram-se com base nas construções de madeira, realizadas por artesãos habilidosos. Hoje, na maioria dos países, a construção tradicional se desenvolve em grandes massas de concreto e aço, descuidando-se, em muitos casos, do conforto térmico, muito especialmente do conforto acústico, além do aspecto ambiental. Mas também é atual a preocupação com o meio ambiente e com as mudanças climáticas que dominam as discussões nos fóruns de âmbito mundial. A Análise de Ciclo de Vida (LCA), principal ferramenta usada na aferição da sustentabilidade de um material, comprova de maneira convincente as vantagens ambientais das construções em madeira sobre alternativas como aço, concreto, plástico, entre outras. Entretanto, muita confusão tem sido produzida com relação ao uso de recursos florestais, como resultado do esforço de marketing feito pelas indústrias que fabricam produtos oriundos de fontes extrativistas, não renováveis. Elas tentam, equivocadamente, demonstrar que esses materiais apresentam vantagens ecológicas sobre a madeira. Entre os inconvenientes que mais têm sido apontados nas construções de madeira, que seriam responsáveis pela sua suposta menor durabilidade, estão o ataque de agentes biológicos (fungos e insetos) e a ação do fogo. Mas felizmente preconceitos não resistem a fatos. Segundo o pesquisador P.I. Morris (3) não foi difícil prever que o CCA proporcionaria uma vida útil satisfatória às madeiras, por ocasião de sua introdução nas normas americanas (AWPA American Wood Protection Association 1960), uma vez que já havia sido testado em campo durante 30 anos. Hoje em dia, continua Morris, novos produtos são adotados, em normas americanas, com base em três anos de ensaios de campo ou, o que é mais surpreendente, na Europa são aprovados com base apenas em ensaios de laboratório. Segurança ao fogo - A inflamabilidade e a resistência ao fogo não são determinadas exclusivamente pela composição química dos materiais, mas pelas proporções e pela relação da espessura. É curioso que o aço não inflama, mas a palha de aço é inflamável. Assim como o ferro pulverizado em contato com o ar apresenta propriedades explosivas. O risco de desabamento de um edifício em chamas é maior com materiais que não sejam madeira. A elevação da temperatura não tira a resistência da madeira. Ao contrário, até a aumenta um pouco devido retirada de umidade que induz uma contração da madeira. Por isso ocorre a contenção do fogo durante algum tempo. Esta resistência da madeira é de grande importância porque diminui a possibilidade de desabamento do imóvel. Em contrapartida, estruturas metálicas conduzem calor, tornam-se rapidamente incandescentes e dilatam. Esta reação do material conduz rapidamente ao desabamento. Outro fator a ser considerado é o papel dos produtos de madeira no ciclo de carbono da Terra, que normalmente não é levado em conta pela indústria de construção civil. As árvores convertem em madeira o CO2 da atmosfera, um dos mais importantes indutores do aquecimento global, permanecendo em sua estrutura. É o maior concentrador de carbono do planeta. As folhosas (eucalipto, por exemplo) armazenam kg de carbono por metro cúbico; coníferas (como pinus) armazenam cerca de 250 kg de carbono por metro cúbico (4). Outro dado interessante: um hectare de floresta de Pinus, crescendo a uma taxa anual de 10 m³/ha (hemisfério norte) absorverá o carbono de uma coluna de ar, situada acima dessa área, com uma altura de 1,4 km, a cada ano. Produtos de madeira sólida, como peças de mobiliário, peças estruturais, sequestrarão quantidades expressivas de carbono do ar, aliviando a emissão de gases que propiciam o efeito estufa e que são decorrentes da queima de combustíveis fósseis. Dados sobre durabilidade e sustentabilidade, transferidos para o Brasil, confirmam as boas perspectivas para a indústria da construção civil de base florestal local. Há condições reais de atender a demanda habitacional existente com intensa participação da madeira de reflorestamento tratada. O Brasil tem cerca de seis milhões de hectares plantados com árvores dos gêneros Eucalyptus sp e Pinus sp, concentrados nas regiões Sul e Sudeste. Esse material de reflorestamento também dispõe de certificações, como garantia de procedência correta. Sol abundante crescimento rápido ciclo curto elevado potencial de sequestro de carbono, são os termos de uma equação que, aliada ao uso de técnicas corretas de produção e de utilização, asseguram um empreendimento empresarial bem-sucedido. Tecnologia vai a campo - Como as madeiras de reflorestamento não possuem, em geral, as mesmas características físicomecânicas ou de durabilidade aos agentes biológicos apresentadas por algumas madeiras tropicais de crescimento lento, há necessidade do emprego de tecnologia correta para que delas se obtenha condições similares de desempenho e durabilidade. A norma brasileira ABNT NBR Estruturas de Madeira, introduz as Categorias de Uso para utilização da madeira em função dos níveis de agressividade do meio ambiente a que estarão expostas. Como o texto normativo estava muito longo optou-se por transferir esse conceito para um novo projeto de norma, já em consulta pública na ABNT (Projeto nº 31: Preservação de Madeiras Sistema de Categorias de Uso). Este novo documento explicitará as formas corretas de preservação da madeira para cada classe de uso, para que se obtenha a melhor relação custo/benefício para um processo construtivo. Estão previstos tratamentos preservativos que cobrem todas as classes de utilização, como os chamados processos industriais, realizados sob pressão em autoclave. A Montana química S.A., líder no mercado nacional de produtos para preservação de madeiras, dispõe de ampla linha de produtos preservativos e de acabamento preservativo, cujas características técnicas e de uso estão descritas em seu site Fatores que favorecem o uso da madeira de reflorestamento tratada:

3 Pressão ecológica restritiva ao uso de madeiras nativas tropicais; Menor consumo de energia na produção de madeira em relação ao concreto, alvenaria, aço, alumínio, plásticos; Ciclo curto de exploração, aumentando o potencial de sequestro de CO2 da atmosfera; Queda dos mitos sobre deficiências da madeira explorados pela concorrência; Normas nacionais para produtos de madeira; Mais e melhores conhecimentos silviculturais e de tecnologia na industrialização da madeira; Demanda reprimida em função do número de pessoas que buscam melhor qualidade de vida. CRESCE A UTILIZAÇÃO DO GESSO NA CONSTRUÇÃO CIVIL A produção de gesso no Brasil ainda é pequena comparada a outros países A Chapada do Araripe é o berço de um dos minerais mais explorados no país, a gipsita, matéria prima para a produção de gesso. Ela ocupa uma área equivalente a 88 municípios de três estados nordestinos, Ceará (25), Piauí (46) e Pernambuco (17). Apesar da chapada está presente nestes estados, nem todos são produtores gesseiros. O gesso é utilizado de várias formas, atualmente é observado o uso deste produto na agricultura, nas indústrias de jóias, cerâmica, automotiva, na medicina, na odontologia, entre outras, mas é para a construção civil que a maior parte dos produtos são escoados, apresentando uma ótima relação custo-benefício. O Estado de Pernambuco é o maior produtor e um dos grandes responsáveis pela distribuição e fabricação deste precioso material, tais fatos se dão devido a sua reserva de gipsita que chega aos 2,8 milhões de toneladas, o que corresponde a 90% do gesso consumido em todo o país. O Pólo Gesseiro está localizado no epicentro do semi-árido nordestino e ocupa 8% do território pernambucano abrangendo cinco municípios (Araripina, Ipubi, Trindade, Bodocó e Ouricuri). Existem atualmente na região do Araripe cerca de 400 empresas, entre mineradoras, calcinadoras e fábricas de blocos e placas de gesso, por todas estas características econômicas e geográficas é que o pólo gesseiro está classificado como um Arranjo Produtivo Local (APL) nas esferas governamentais e institucionais, produzindo 2,8 milhões de toneladas/ano, gerando cerca de 12 mil empregos diretos e 60 mil empregos indiretos, sendo considerado uma base econômica de forte influência nacional. O uso do gesso é algo recente no Brasil. Anualmente são consumidos cerca de 13 kg de gesso por habitante, número pequeno comparado ao Estados Unidos que chega a utilizar aproximadamente 103 kg e a Europa com 75 kg. Um desafio constante deste setor é mostrar as vantagens de utilização do gesso que alia praticidade, versatilidade e segurança a custos inferiores ao dos produtos substitutos. Atualmente os empresários da cadeia produtiva gesseira sentem a necessidade de mostrar ao seu público-alvo que além da boa relação custo-benefício, citados acima, há outros fatores pouco conhecidos responsáveis pela alta utilização do gesso em outros países. Desta forma, foi possível enxergar uma oportunidade de ampliação do seu market-share através da oferta do Sistema Construtivo em Gesso, com o objetivo de oferecer um produto de qualidade, conforto e resistência igual ou superior ao encontrado no mercado. Foi então que por meio de uma parceria firmada entre Sindicato da Indústria do Gesso do Estado de Pernambuco (Sindugesso) e o Sebrae, firmou-se um convênio de cooperação técnica com o ITEP Instituto de Tecnologia de Pernambuco para construção de um protótipo da casa de gesso, realização de ensaios nos produtos de gesso e no sistema construtivo e elaboração de um manual construtivo em gesso. Placa de Fibrocimento: A Melhor Opção em Fechamento de Paredes. O Fibrocimento é um composto natural feito de areia, cimento e fibras de celulose. A Steelbras utiliza esse moderno material para paredes internas e externas de todas as edificações. Benefícios do Fibrocimento: Resiste a danos por impacto, humidade, temperaturas extremas e insetos. Não sofre corrosão por água; não enferruja. Não apodrece, entorta ou deforma; por isso é mais durável. Não tóxico; é feito totalmente de materiais naturais. Não inflamável; resiste a grandes temperaturas. Baixo custo de manutenção; requer menos pintura que outros painéis e não precisa ser substituído tão frequentemente como painéis de outros materiais.

4 Uso de Plástico na Construção por Leandro» 11/03/ :15 Atualmente, diversos tipos de plásticos podem ser utilizados na construção para substituir com eficiência materiais tradicionais, como o alumínio das esquadrias, o gesso das molduras e a madeira dos revestimentos externos. Talvez a maior de suas vantagens seja o fato de que eles não enferrujam, além de requerer manutenção simples. Os principais tipos e suas aplicações são: POLIURETANO Usos - molduras e perfis de acabamento, caixas d'água e drenagem de solo. Breve Descrição - Derivado do petróleo pela transformação do gás metano, é fácil de montar e resistente (essa resistência é tanto maior quanto a quantidade de poliuretano presente por área), o material permite desenhos elaborados em alto e baixo relevos, razão pela qual é possível confeccionar uma infinidade de modelos de molduras, sancas, rosetas e até "boiseries". O preço é compatível com o gesso, mas são mais fáceis de instalar: basta uma cola acrílica solúvel em água. Outro elemento encontrado nesse material são as colunas, com base e capitel de poliuretano, mais leves e baratas que os similares feitos de mármore. Dependendo do modelo, pode suportar até 9 toneladas. POLIESTIRENO Usos - molduras e perfis de teto, drenagem de muro de arrimo, gramados e pisos. Breve Descrição - Derivado do petróleo pela transformação do gás estireno, ele é a matéria prima que compõe o EPS, conhecido pela marca Isopor, muito utilizado em embalagens. Para molduras e sancas, os perfis de poliestireno são uma solução 10 a 20% mais barata que o gesso. Mais leve que o gesso, sua fixação é rápida e não faz sujeira, bastando cortar no tamanho desejado e fixar com cola acrílica solúvel em água. Aceita pintura, mas é aconselhável uma primeira demão com tinta à base de água. O processo de fabricação por máquina extrusora não permite a elaboração de desenhos rebuscados. Além disso, as peças devem ficar sempre próximas ao teto, pois podem se danificar com uma batida acidental. PVC (policloreto de vinila) Usos - esquadrias (portas e janelas), telhas, revestimentos de fachadas, forros e divisórias, pisos, tubos, calhas e mantas de impermeabilização. Breve Descrição - Suas matérias primas são o cloreto de sódio e derivados de petróleo. Não precisam de pintura, muito menos impermeabilização ou lixamento. São isolantes termoacústicos e não propagam chamas. As esquadrias feitas com esse material têm durabilidade maior que as metálicas, além de ser imunes à maresia. Podem substituir a madeira no revestimento de fachadas tipo "clapboard siding", acabamento característico das casas americanas. São fixados sobre qualquer superfície, sem necessidade de quebrar nada. Quando a casa é planejada com o revestimento, o processo de construção é muito mais rápido, pois a fixação é feita diretamente sobre o bloco ou tijolo, não precisando de massa fina ou corrida. A única desvantagem são as emendas que podem aparecer, se a instalação for mal feita. Para a limpeza, bastam água e sabão. POLICARBONATO Usos - para coberturas e fachadas em que se deseje efeito de transparência. Breve Descrição - Derivado do petróleo pela associação de moléculas de carbono, é um termoplástico, ou seja, amolece ao ser aquecido e endurece quando resfriado. Disponível em chapas ou telhas, há modelos com transparência que chega a 89%, além das cores branco, bronze, verde, azul ou cinza. Vale lembrar que as peças coloridas absorvem mais o calor. A maior vantagem em relação ao vidro é que ele pode ser moldado sem emendas, em formas curvas. É também mais resistente a impactos, porém, menos rígido, por isso pode riscar com facilidade. O ideal é pedir a aplicação de uma película antiabrasiva. Construções Metálicas: O uso do Aço na Construção Civil "A importância do uso do aço pode ser observada na construção civil, principalmente, em susbstituição a elementos convencionais como o concreto." 1. Introdução

5 Desde o século XVIII, quando se iniciou a utilização de estruturas metálicas na construção civil até os dias atuais, o aço tem possibilitado aos arquitetos, engenheiros e construtores, soluções arrojadas, eficientes e de alta qualidade.das primeiras obras - como a Ponte Ironbridge na Inglaterra, de aos ultramodernos edifícios que se multiplicaram pelas grandes cidades, a arquitetura em aço sempre esteve associada à idéia de modernidade, inovação e vanguarda, traduzida em obras de grande expressão arquitetônica e que invariavelmente traziam o aço aparente.no entanto, as vantagens na utilização de sistemas construtivos em aço vão muito além da linguagem estética de expressão marcante; redução do tempo de construção, racionalização no uso de materiais e mão de obra e aumento da produtividade, passaram a ser fatores chave para o sucesso de qualquer empreendimento. Essas características que transformaram a construção civil no maior mercado para os produtores de aço no exterior, começam agora a serem percebidas por aqui. Buscando incentivar este mercado e colocar o Brasil no mesmo patamar de desenvolvimento tecnológico de outros países, a COSIPA vem oferecer uma vasta gama de aços para aplicação específica na construção civil. Produzidos com os mais avançados processos de fabricação, os aços COSIPA têm qualidade garantida através das certificações ISO 9001 e ISO A competitividade da construção metálica tem possibilitado a utilização do aço em obras como: edifícios de escritórios e apartamentos, residências, habitações populares, pontes, passarelas, viadutos, galpões, supermercados, shopping centers, lojas, postos de gasolina, aeroportos e terminais rodo-ferroviários, ginásios esportivos, torres de transmissão, etc. 2. Vantagens no uso do Aço O sistema construtivo em aço apresenta vantagens significativas sobre o sistema construtivo convencional: Liberdade no projeto de arquitetura - A tecnologia do aço confere aos arquitetos total liberdade criadora, permitindo a elaboração de projetos arrojados e de expressão arquitetônica marcante. Maior área útil - As seções dos pilares e vigas de aço são substancialmente mais esbeltas do que as equivalentes em concreto, resultando em melhor aproveitamento do espaço interno e aumento da área útil, fator muito importante principalmente em garagens. Flexibilidade - A estrutura metálica mostra-se especialmente indicada nos casos onde há necessidade de adaptações, ampliações, reformas e mudança de ocupação de edifícios. Além disso, torna mais fácil a passagem de utilidades como água, ar condicionado, eletricidade, esgoto, telefonia, informática, etc. Compatibilidade com outros materiais - O sistema construtivo em aço é perfeitamente compatível com qualquer tipo de material de fechamento, tanto vertical como horizontal, admitindo desde os mais convencionais (tijolos e blocos, lajes moldadas in loco) até componentes pré-fabricados (lajes e painéis de concreto, painéis "drywall", etc). Menor prazo de execução- A fabricação da estrutura em paralelo com a execução das fundações, a possibilidade de se trabalhar em diversas frentes de serviços simultaneamente, a diminuição de formas e escoramentos e o fato da montagem da estrutura não ser afetada pela ocorrência de chuvas, pode levar a uma redução de até 40% no tempo de execução quando comparado com os processos convencionais. Racionalização de materiais e mão-de-obra- Numa obra, através de processos convencionais, o desperdício de materiais pode chegar a 25% em peso. A estrutura metálica possibilita a adoção de sistemas industrializados, fazendo com que o desperdício seja sensivelmente reduzido. Alívio de carga nas fundações - Por serem mais leves, as estruturas metálicas podem reduzir em até 30% o custo das fundações. Garantia de qualidade - A fabricação de uma estrutura metálica ocorre dentro de uma indústria e conta com mão-de-obra altamente qualificada, o que dá ao cliente a garantia de uma obra com qualidade superior devido ao rígido controle existente durante todo o processo industrial. Antecipação do ganho - Em função da maior velocidade de execução da obra, haverá um ganho adicional pela ocupação antecipada do imóvel e pela rapidez no retorno do capital investido. Organização do canteiro de obras - Como a estrutura metálica é totalmente pré-fabricada, há uma melhor organização do canteiro devido entre outros à ausência de grandes depósitos de areia, brita, cimento, madeiras e ferragens, reduzindo também o inevitável desperdício desses materiais. O ambiente limpo com menor geração de entulho, oferece ainda melhores condições de segurança ao trabalhador contribuindo para a redução dos acidentes na obra. Reciclabilidade - O aço é 100% reciclável e as estruturas podem ser desmontadas e reaproveitadas. Preservação do meio ambiente - A estrutura metálica é menos agressiva ao meio ambiente pois além de reduzir o consumo de madeira na obra, diminui a emissão de material particulado e poluição sonora geradas pelas serras e outros equipamentos destinados a trabalhar a madeira. Precisão construtiva - Enquanto nas estruturas de concreto a precisão é medida em centímetros, numa estrutura metálica a unidade empregada é o milímetro. Isso garante uma estrutura perfeitamente aprumada e nivelada, facilitando atividades como o assentamento de esquadrias, instalação de elevadores, bem como redução no custo dos materiais de revestimento.

6 (clique nas imagens para ampliá-las) 3. Aspectos de Projeto 3.1. Definição do Partido Arquitetônico Estrutura metálica aparente ou revestida? Essa é a primeira decisão que o arquiteto deve tomar ao trabalhar com estrutura de aço. Ao contrário do que muitos possam pensar, a maior parte das obras em aço existentes no exterior são realizadas com o aço revestido. Essa solução, que pode significar redução nos custos de pintura e proteção contra incêndios, deve ser adotada quando o que importa são as inúmeras vantagens do aço como material estrutural e não a "estética do aço". Cabe ao arquiteto definir qual a solução mais adequada para cada obra. Nessa etapa do projeto é interessante uma consulta a um calculista que poderá orientar sobre as melhores alternativas Detalhamento É necessário um bom detalhamento do projeto estrutural que leve em conta possíveis interferências com os projetos de instalações elétricas, hidráulicas, ar condicionado, etc. e evitar improvisações no canteiro de obras. Independentemente do tipo de aço e do esquema de pintura empregados, alguns cuidados básicos nas etapas de projeto, fabricação e montagem da estrutura podem contribuir significativamente para melhorar a resistência à corrosão: Evitar regiões de empoçamento de água e deposição de resíduos; Prever furos de drenagem em quantidade e tamanho suficiente; Permitir a circulação de ar por todas as faces dos perfis para facilitar a secagem; Garantir espaço suficiente e acesso para realização de manutenção (pintura, etc.); Impedir o contato direto de outros metais com o aço para evitar o fenômeno de corrosão galvânica; Evitar peças semi-enterradas ou semi-submersas Ligações Outro ponto importante na etapa de projeto, é a definição do sistema de ligação a ser adotado entre os elementos que compõem a estrutura metálica como: vigas, pilares e contraventamentos. É fundamental que os elementos de ligação (chapas, parafusos, soldas, etc.) apresentem resistência mecânica compatível com o aço utilizado na estrutura. A escolha criteriosa entre um sistema de ligação soldado e/ou parafusado, pode significar uma obra mais econômica e tornar a montagem mais rápida e funcional. Alguns aspectos são importantes para essa escolha: Condições de montagem no local da obra Grau de dificuldade para fabricação da peça Padronização das ligações Se a intenção do projeto for deixar as estruturas aparentes, o desenho das ligações assume uma importância maior. O formato, posição e quantidade de parafusos, chapas de ligação e nervuras de enrijecimento, são alguns dos itens que podem ter um forte apelo estético se convenientemente trabalhados pelo arquiteto em conjunto com o engenheiro calculista. Ligações Soldadas Para que se tenha um maior controle de qualidade, as ligações soldadas devem ser executadas sempre que possível na fábrica. É o tipo de ligação ideal para união de peças com geometria complicada. Os processos de soldagem mais utilizados são a solda a arco elétrico, que pode ser manual ou com eletrodo revestido e automática, com arco submerso. Quando a obra empregar aços resistentes à corrosão atmosférica (família COS AR COR) deve-se empregar eletrodos apropriados. Ligações Parafusadas As ligações parafusadas podem utilizar dois tipos de parafusos: comuns: apresentam baixa resistência mecânica, sendo portanto utilizados em ligações de peças secundárias como guardacorpos, corrimãos, terças e outras peças pouco solicitadas alta resistência: são especificados para ligações de maior responsabilidade. Devido à característica de alta resistência, as ligações geralmente tem um número mais reduzido de parafusos, além de chapas de ligação menores. É importante destacar que, quando a obra empregar aços resistentes à corrosão atmosférica (família COS AR COR) deve-se empregar parafusos de aço com as mesmas características. Não é recomendada a utilização de parafusos e porcas galvanizados sem pintura em estruturas de aço carbono comum ou resistentes à corrosão atmosférica. A diferença de potencial eletroquímico entre o revestimento de zinco e o aço da estrutura pode ocasionar uma corrosão acelerada da camada de zinco.

7 (clique nas imagens para ampliá-las) 4. Peso da Estrutura Para a elaboração de estimativas de custo, é necessário se conhecer o peso da estrutura metálica. Apresentamos a seguir, para efeito ilustrativo, uma tabela com o peso estimado da estrutura metálica em função dos diversos tipos de construção. 5. Fechamentos As estruturas metálicas permitem grande flexibilidade quando o assunto é a escolha dos sistemas de fechamento horizontal (lajes) e vertical (paredes). De maneira geral, podemos dizer que é possível utilizar todas as alternativas de fechamento existentes no mercado, desde as mais convencionais até as mais inovadoras. A especificação dependerá do tipo de projeto e de suas características específicas: exigências econômicas, estéticas, necessidade de rapidez de execução, etc. Dessa forma, o arquiteto tem total liberdade para optar pelo uso da solução mais adequada Fechamentos Horizontais Dentre os diversos tipos de lajes usualmente empregadas, podemos destacar as seguintes: laje de concreto moldada "in loco"; laje de painel armado de concreto celular; laje pré-fabricada protendida; pré-laje de concreto; laje mista; laje de painel de madeira e fibrocimento; laje com forma metálica incorporada - "steel deck" Fechamentos Verticais Igualmente como acontece com as lajes, as estruturas metálicas possuem compatibilidade com uma grande diversidade de materiais de vedação. Destacamos abaixo algumas dessas soluções: alvenarias: de tijolos de barro, blocos cerâmicos, blocos de concreto ou de concreto celular; painéis: de concreto celular, concreto colorido, solo-cimento, aço, gesso acartonado ("dry-wall"). É importante deixar claro que não existem fatores de ordem técnica que impeçam o uso de estruturas metálicas em conjunto com alvenarias. Para tanto é necessário apenas que o projetista detalhe as uniões entre os diferentes materiais o que evitará o aparecimento de patologias como trincas ou fissuras. Entre os detalhes mais comumente empregados podemos destacar: junta pilar/alvenaria: utilização de barras de aço de espera (também conhecida como "ferro cabelo"), com 5 mm de diâmetro e 30 a 40 cm de comprimento, soldadas ao perfil aproximadamente a cada 40 cm e solidarizadas à alvenaria durante o seu assentamento; junta viga/alvenaria: aplicar entre a face inferior da viga e a alvenaria, material deformável (cortiça, isopor ou poliestireno) arrematados por mata-juntas ou selantes flexíveis. Com relação aos demais materiais utilizados como fechamento, é necessário consultar os catálogos técnicos de seus respectivos fabricantes, onde poderão ser encontradas informações úteis com relação às melhores soluções de detalhamento entre a estrutura e o conjunto de vedação.

8 O Vidro e sua Aplicação na Construção Civil Um Breve Histórico A descoberta do vidro data de 5000 a.c., quando mercadores fenícios descobriram acidentalmente ao fazerem uma fogueira na beira da praia, sobre a qual apoiaram blocos de nitrato de sódio (para apoiar suas panelas). O fogo, aliado à areia e ao nitrato de sódio, originou um líquido transparente, o vidro. Posteriormente, 100 a.c. os romanos produziam vidro por técnica de sopro em moldes, para confeccionar janelas, em 300 d.c. o imperador Constantino passou a cobrar taxas e impostos a vidreiros, tamanha a difusão e importância do produto. Por volta de 1300, o vidro moldado a rolo foi introduzido em Veneza, que se especializou na produção artística do vidro, com o advento do cristal nesta época. Ainda nesse período foi descoberto o processo por sopro de cilindros que revolucionou a produção de vidros planos. Da idade média em diante, a fabricação de vidros tornou-se um processo sigiloso, fabricado por peritos, guardado contra ciúmes e espionagem industrial. A introdução do vidro crown trefilado foi realizada por volta de 1680 por John Bowles, a primazia inicial da França foi exemplificada pela Compagnie de St. Gobain, instalada há cerca de 300 anos para envidraçar Versalhes. Durante a segunda metade do século XIX, houve um grande esforço para produzir folhas de vidro por estiramento. William Clark tentou fabricar folhas em St. Helens em 1857, mas os problemas de acinturamento só foram resolvidos por Fourcault em 1904, na Bélgica. No século XX, surgiram 3 (três) poderosos centros de produção, a França, a Inglaterra e a Bélgica. Entretanto, uma indústria americana logo emergiu. Concomitantemente, enquanto Fourcult aperfeiçoava suas técnicas, com o processo Coulburn ou Libbey Owens, houve um avanço que representava um refinamento técnico do que Fourcult havia criado. A Pittsbourgh Plate Glass Company derivou um processo de estiramento ainda melhor e veio a ser um produtor importante. Na década de 20, ocorreu um aumento na demanda da indústria automotiva, o que levou a Ford Motor Company criar um processo que colocava a produção em massa em novas bases. Por volta de 1938, Pilkington Brothers (indústria do Reino Unido) criou uma máquina contínua de prensagem com cilindros, desgaste e polimento, operado comercialmente. Por volta de 1940, a estrutura da indústria primária do vidro no mundo ocidental estava estabelecida com quatro nações envolvidas, cada uma dominada por um pequeno número de fabricantes principais, todos relacionados e separados por uma rede de patentes e interdependências. Tipos de Vidro Monolítico: vidro comum, usado em caixilhos de alumínio.

9 Temperado: um choque térmico na fabricação o torna cinco vezes mais resistente que o comum. Se quebrar, produz pedaços pequenos e não cortantes. Laminado: sanduíche de duas ou mais placas de vidro, que leva no miolo uma película de segurança (PVB, EVA ou resina). Se romper, a película retém os pedacinhos. Aramado: vem com uma malha de aço no meio da massa. É um vidro de segurança (a malha de aço retém os cacos), e também tem função de isolante termoacústico.

10 Refletivo, ou espelhado: reflete a luz e não absorve tanto calor. Vidro Low-E (baixo emissivo): Desenvolvido inicialmente para ser aplicado em edifícios de países de clima frio, que precisam manter o interior do edifício aquecido, os vidros low-e (low emissivity glass) são vidros baixo emissivos que impedem a transferência térmica entre dois ambientes. Sua eficiência vem de uma fina camada de óxido metálico aplicada em uma das faces do vidro. Essa película filtra os raios solares intensificando o controle da transferência de temperaturas entre ambientes -, sem impedir a transmissão luminosa. Serigrafado: colorido, é impregnado de tinta no forno de têmpera.

11 Jateado: jatos de areia ou pós abrasivos fazem desenhos opacos na superfície. Impresso: apresenta relevos e texturas na superfície, feitos no processo de fabricação. Acidado: submetido a solução ácida, torna-se opaco. Curvo: moldado a quente em formas a partir de 3 mm de espessura, é feito sob encomenda.

12 Blindado: as camadas plásticas existentes entre várias lâminas de vidro amortecem o impacto e oferecem resistência. Autolimpante: possui uma camada metalizada que tem como principal componente o óxido de titânio. Os raios ultravioletas ativam as propriedades autolimpantes do vidro, não deixando a sujeira fixar na superfície da chapa. Antirreflexo: passa por um processo que tira o brilho de sua superfície, tornando-se antirreflexo, sem alterar a sua capacidade de transmissão de luz. Vidro Anti-riscos: O produto possui um revestimento especial aplicado durante o processo de fabricação do vidro que lhe confere resistência a riscos e arranhões 10 vezes mais que os comuns. Vidro Antivandalismo: São projetados para frustrar ataques rápidos-como, por exemplo, o lançamento de um tijolo, sem desprendimento de pedaços de vidro, enquanto se aguarda sua reposição. Evita-se dessa maneira o roubo,a deterioração dos objetos pelas intempéries e os fragmentos de vidros espalhados.

13 Vidro Colorido: Além da aplicação artesanal de tintas especiais para vidros e do processo de serigrafia, existem três formas de produção industrial de vidro colorido: aplicação de aditivos na massa; deposição de camada refletiva; laminação de película plástica colorida. Os vidros impressos e float coloridos na massa distinguem-se dos incolores pelo fato de aditivos minerais serem incorporados em suas composições,conferindo-lhes de um lado coloração e,de outro,proporcionando-lhes o poder de barrar um mínimo de radiação solar.são produzidos nas cores fumê(cinza), bronze, verde e azul. Vidro Craquelado: São vidros laminados compostos por uma lâmina interna de vidro temperado com duas lâminas externas de vidros comuns (float). No processo de produção do craquelado,o vidro temperado interno é quebrado e fragmentase,ficando aderido à película plástica e preso às lâminas externas. Vidro Float (liso ou comum): Matéria prima para a maioria dos transformados existentes no mercado, como os temperados, laminados, refletivos e espelhos, os vidros float são assim denominados devido seu processo de produção. São também chamados de vidro comum. Em 1952, a indústria Pilkington conseguiu produzir vidro quase tão plano quanto suas placas prensadas e polidas, a uma espessura econômica e em grandes quantidades, através de um processo contínuo, que mudou tudo. Vidro Fusing: Vidro fusing significa o vidro utilizado em decoração ou em peças utilitárias feitas a partir do sistema de fusão de vidros ou de cacos moídos que utiliza o mesmo nome. Nas vidraçarias, o sistema fusing permite o aproveitamento de sobras, transformando-se, em alguns casos, na atividade principal da empresa. Os produtos que recebem toques artísticos deixam de ser comparados com similares do mercado e podem proporcionar uma margem de lucro maior, principalmente se forem direcionados a um público que exige e valoriza essa personificação.

14 Vidro Resistente ao fogo: Os vidros resistentes ao fogo sem malha metálica são vidros laminados compostos por várias lâminas intercaladas com material químico transparente, que se funde e dilata em caso de incêndio. Essa reação se ativa quando a temperatura de uma das faces do vidro atinge 120ºC. Vidro Bisotado: Apresenta um chanfro em toda a sua borda. Tal trabalho é executado em qualquer tipo de espelho ou vidro-exceto o temperado-possui espessuras a partir de 3 mm. Seus usos mais comuns são em tampos de mesa, portas de entrada, divisórias de ambientes e janelas. Produção do Vidro Float Resume-se essencialmente a reunir materiais básicos baratos com pequenas quantidades de aditivos, convertendo-os a um produto extremamente refinado. A maior parte do custo desse produto final esta na instalação necessária. Estágio 1 Forno de Fusão: A mistura de areia com os demais componentes do vidro é dirigida até o forno de fusão através de correias transportadoras. Com temperatura de até 1.600ºC, a composição é fundida, afinada e condicionada termicamente, transformando-se numa massa pronta para ser conformada numa folha contínua.

15 Estágio 2 Banho Float: A massa é derramada em uma piscina de estanho líquido, em um processo contínuo chamado Float Bath ( Banho Float). Devido à diferanças de densidade entre os materiais, o vidro flutua sobre o estanho, ocorrendo um paralelismo entre as duas superfícies. Essa é a condição para que a qualidade óptica superior do vidro float seja atingida. A partir desse ponto é determinada a espessura do vidro, através da ação do top roller e da velocidade da linha. Quanto maior a velocidade da linha, menor a espessura resultante. Estágio 3 Galeria de Cozimento: Perfil de tensões do vidro observada na Galeria de Recozimento. Estágio 4 Inspeção Automática: Antes de ser recortada, a folha de vidro é inspecionada por um equipamento chamado scanner, que utiliza um feixe de raio laser para identificar eventuais falhas no produto. Caso haja algum defeito decorrente da produção do vidro, ele será automaticamente refugado e posteriormente reciclado. Estágios 5, 6 e 7 Recorte, empilhamento e armazenagem: O recorte é realizado em processo automático e em dimensões pré-programadas. As chapas de vidro são empilhadas automaticamente e pacotes prontos para serem expedidos e armazenados. Aplicação do Vidro na Construção Civil Desde 1980, o vidro tem conquistado espaço na arquitetura e construção civil. Ele é utilizado com frequência em fachadas, coberturas, pisos, divisórias, portas, janelas, escadas e paredes, além do seu uso como elemento de segurança em guarda-corpos. Podemos considerar que o largo emprego deste material se deve ao fato de que ele possibilita uma interação entre os meios interno e externo, o que amplia a segurança e a visibilidade. O vidro garante leveza aos ambientes, e tem substituído materiais comumente utilizados em residências, prédios comerciais, hotéis, aeroportos, parques, shoppings, hospitais e escolas, pois leva beleza e harmonia às formas delineadas. O tipo de vidro a ser utilizado para cada projeto irá depender, dentre outros fatores: i) do efeito que o cliente deseja para o produto final; ii) do esforço ao qual o vidro será submetido. Para atender à segunda exigência, faz-se necessário conhecer a tecnologia de resfriamento empregado na fabricação do vidro. Novas tecnologias já permitem o uso do vidro em paredes de sustentação, em pisos e em estruturas de escadas de projetos mais leves.

16 Há a expectativa de que os avanços na tecnologia de fabricação do vidro permitam, no futuro, ele seja utilizado também substituindo o aço e o concreto das estruturas, o que irá provocar grandes reduções no custo final das obras. Dentre os diversos tipos de vidro, os mais utilizados na construção civil são: Vidro plano, vidros planos lisos, vidros cristais, vidros impressos, vidros refletivos, vidro anti-reflexo, vidros temperados, vidros laminados, vidros aramados, vidros coloridos, vidros serigrafados, vidros curvos e espelhos fabricados a partir do vidro comum. Encontramos ainda as fibras de vidro, matéria prima para a fabricação de mantas e tecidos utilizados em aplicações de reforço ou de isolamentos. Sistemas de Envidraçamento O envidraçamento é a instalação de um painel de vidro em uma moldura sulcada, por meio da fixação com pregos de vidraceiro e da vedação do conjunto com um filete chanfrado de massa de vidraceiro ou mastique. Existem diferentes tipos de envidraçamento disponíveis para nosso uso na arquitetura. O comum, já definido, o duplo, o envidraçamento a seco, em nível, de junta de topo ou há a opção do uso de mainéis de vidro. No envidraçamento duplo, instalam-se duas chapas de vidro paralelas, separadas por uma camada vedada de ar. Isso faz com que se reduzam as transmissões térmica e sonora no ambiente. O envidraçamento a seco, substitui a fita de envidraçamento ou o vedante líquido, instalando o vidro em um caixilho de janela com uma gaxeta de compressão. No envidraçamento em nível, as peças de emolduração estão inteiramente colocadas atrás dos painéis, de modo a formarem uma superfície externa nivelada, com um vedante estrutural de silicone. O envidraçamento de junta de topo é usado na a união de peças em grandes janelas. As folhas de vidro são unidas, também por um vedante estrutural de silicone. E, por fim, o sistema de mainéis de vidro, que deve ser feito com vidro temperado, suspende por meio de presilhas especiais, unidas por vedante estrutural de silicone ou por chapas metálicas de ligação, suas folhas de vidro.

17 Solo-cimento, solução para economia e sustentabilidade O solo-cimento está por aí há décadas, mas seu uso ainda é bem restrito. Com isto, florestas inteiras são devastadas para produzir tijolos cerâmicos que, além de tudo, são mais caros. Conheça as características do solo-cimento e procure utilizá-lo, a natureza agradece (e seu bolso também). Muito se tem falado em sustentabilidade, de suas premissas e também de sua necessidade imediata. Aqui mesmo, no Fórum da Construção, uma das matérias mais lidas fala sobre o tema. Mas pouco se fala nas soluções, além das óbvias reciclagem de água e economia de energia, que deveriam ser preocupação de qualquer cidadão. As autoridades só se preocupam com o barateamento da construção popular, para produzir mais habitações com menos verba, e logo pensam em economizar nas paredes e materiais de acabamento, mas parece que o solo-cimento vem sendo negligenciado, não entendemos muito bem porque. O solo-cimento é um material alternativo de baixo custo, obtido pela mistura de solo, água e um pouco de cimento. A massa compactada endurece com o tempo, em poucos dias ganha consistência e durabilidade suficientes para diversas aplicações na construção civil, indo de paredes e pisos até muros de arrimo. O solo-cimento é uma evolução de técnicas de construção do passado, como o adobe e a taipa. A vantagem é que os aglomerantes naturais, de características variáveis e instáveis, foram substituídas pelo cimento, produto industrializado e de qualidade controlada. Há duas grandes áreas onde o solo-cimento pode ser uma solução muito interessante. A primeira está nos loteamentos populares, onde a própria comunidade pode produzir tijolos e pisos com maquinário simples e a baixíssimo custo. Outra área, mais sofisticada e tão importante quanto, são os condomínios onde a ecologia e a sustentabilidade ditam regras. Nestes empreendimentos, o solo-cimento pode ser produzido igualmente no local, diminuindo o custo da construção, agredindo muito menos o meio ambiente, usando mão-de-obra da região e, de quebra, produzindo habitações com um conforto térmico insuperável, ajudando a diminuir a necessidade de ar condicionado e calefação, novamente, ajudando o meio-ambiente e diminuindo a demanda por energia. Modos de utilização Na construção civil, o solo-cimento pode ser usado de quatro maneiras diferentes: em tijolos ou blocos, nos pisos e contrapisos, em paredes maciças e também ensacado. Vejamos: Tijolos ou blocos -- São produzidos manualmente ou em pequenas prensas, dispensando a queima em fornos. Eles só precisam ser umedecidos para se tornar muito resistentes e com excelente aspecto. Paredes maciças Técnica similar à taipa de pilão usada no período colonial. A a massa é compactada diretamente na forma montada no próprio local da parede, em camadas sucessivas, no sentido vertical, formando painéis inteiriços sem juntas horizontais. Pavimentos -- O solo-cimento também é compactado no local, com o auxílio de formas, mas em uma única camada. No final, o piso fica constituído por placas maciças, totalmente apoiadas no chão. Ensacado A mistura de solo-cimento, em formato de uma farofa úmica, é colocada em sacos que funcionam como formas. Os sacos têm a boca costurada, depois são colocados na posição de uso, onde são imediatamente compactados, um a um. O resultado é similar à construção de muros de arrimo com matacões, isto é, como grandes blocos de pedra. A tabela a seguir mostra os diversas tipos de obra que podem ser feitas com solo-cimento: Casa popular feita com tijolos de solo-cimento em Cuiabá-MT

18 APLICAÇÕES DO SOLO-CIMENTO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Benfeitoria Edificações Paisagismo Pavimentação Contenção de encostas Contenção de córregos Pequenas barragens Aplicação Fundação. Baldrame, sapata corrida ou parede maciça apoiada diretamente sobre o solo Alvenaria, com tijolos e blocos ou então em paredes maciças Piso e contra-piso, pavimentação Piso e contra-piso de passeios e calçadas Pátios e terreiros Base e sub-base de ruas e estradas Muro de arrimo com solo-cimento ensacado Revestimento dos taludes e canais com solo-cimento ensacado ou em parede maciça Dique com solo-cimento ensacado Cabeceiras de pontes, pontilhões, bocas de Muro de arrimo com solo-cimento ensacado galerias Componentes utilizados no solo-cimento Conforme já dissemos, o solo-cimento nada mais é do que uma mistura de cimento, água e solo. Mas não é qualquer solo, o ideal é usar areia argilosa, onde a maior é areia e a menor é de argila. A areia pura não contém argila, assim não é adequada para o solo-cimento, na verdade, estaríamos produzindo blocos de concreto ao invés de tijolos de solo-cimento. O solo argiloso, que contém mais argila do que areia, também não é adequado pois requer uma quantidade maior de cimento, sendo difícil de misturar e compactar. Mas este tipo de solo pode ser corrigido, basta adicionar areia. Claro que há limites econômicos e técnicos para isso, por isto é melhor fazer alguns testes e colocar na ponta do lápis até que ponto é interessante corrigir um solo inadequado ou partir logo para blocos de concreto ou cerâmicos tradicionais. O solo para a mistura deve estar limpo, sem galhos, folhas, raízes ou material orgânico. Aliás, solos com muito material não servem para a produção de solo-cimento. Testando o solo Antes de iniciar a produção é preciso saber se o solo é adequado ao solo-cimento, técnica e economicamente falando. Para saber, existe um teste bem simples, apelidado de teste da caixa, que consiste em fazer um corpo de prova da seguinte maneira: 1 -- Retira-se uma amostra de aproximadamente 4kg do solo que está em avaliação. Não usar a camada superficial, que sempre contém matéria orgânica. A amostra de solo deve ficar secando até que possa passar por peneira com malha entre 4 a 6mm 2 -- Misturar água aos poucos, até que a mistura, ao ser pressionada com uma colher de pedreiro, comece a grudar na lâmina Colocar o solo já umedecido em uma caixa de madeira com as dimensões internas de 60 x 3,5 x 8,5 cm, conforme figura ao lado. A parte interna da caixa deve ser untada com óleo ou desformante comercial Encher totalmente a forma, pressionando e alisando a superfície com a colher de pedreiro, certificando-se de não criar nenhum espaço vazio no interior da massa Deixar a caixa em ambiente fechado, protegida do sol e da chuva durante 7 dias, molhando-a todos os dias. Depois disto, medir a retração ocorrida no sentido do comprimento da caixa e também nos dois lados da mesma. Some as três medidas. Se o valor ficar abaixo de 2 cm e se não aparecerem trincas no corpo de prova então o solo é adequado e pode ser usado. Certamente, o ideal é usar solo retirado do próprio local da obra. Caso ele não passe no teste da caixa será preciso procurar solo mais adequado em outro local. Aliás, o local de retirada do solo é denominado jazida. Por questões econômicas, a jazida deve ficar o mais próximo possível da obra, já que o custo do transporte pode inviabilizar economicamente o projeto.

19 Assim, pode-se estudar várias misturas, com diferentes quantidades de cimento, e água e de adição de areia até conseguir um traço que atenda aos requisitos do teste da caixa de maneira a utilizar o solo do próprio local ou próximo a ele. Preparo do solo-cimento O traço da massa, ou seja, a dosagem dos componentes, deve ser estudada com cuidado fazendo quantos corpos de prova forem necessários. Em geral, nas obras de pequeno porte usa-se o traço padrão de 1 para 12, ou seja, uma parte de cimento para cada 12 partes de solo adequado, aquela mistura que aprovamos no teste da caixa. Em obras de maior porte o solo-cimento pode ser produzido em usinas ou centrais de mistura, com prensas manuais ou hidráulicas. Em obras de pequeno porte, a mistura é feita manualmente pois a mistura em betoneira é difícil pois o material tem muita liga. Antes de fazer a mistura é preciso passar o solo por uma peneira de malha entre 4 a 6 mm para retirar pedras e outras impurezas. Depois, esparramar o solo sobre uma superfície lisa e impermeável, numa camada com 20cm a 30cm de altura. Espalhar cimento sobre o solo peneirado e revolver bem, até a mistura ficar com coloração uniforme. Novamente, espalhar a mistura numa camada com 20cm a 30cm de altura e adicionar água, aos poucos, de preferência com um regador com crivo, misturando tudo novamente. Os componentes devem ser misturados até que a massa fique parecendo uma farofa úmida de coloração uniforme, próxima à cor do solo utilizado mas levemente escurecida devido à presença da água. Entretanto, atenção: é muito importante que a quantidade de água da mistura seja dosada com atenção. Muita água faz com que o material perca resistência e tenda a trincar. Com pouca água a compactação fica difícil e o solo-cimento ficará com menos resistência. Mas como saber se a proporção está certa? Bem, existem alguns pequenos testes práticos: Encha bem a mão com a mistura e aperte com força. Logo em seguida abra a mão e o bolo formado deve apresentar perfeitamente a marca dos dedos. Se isto não acontecer, a mistura está com pouca água. A seguir, levante o bolo até uma altura de 1 m e deixe cair. No impacto o bolo deve se desmanchar, caso contrário é porque a mistura está com muita água. Nesse caso, esparrame e revolva bastante a mistura, para que o excesso de água evapore, ou então adicione mais solo e cimento. Repita o teste, até estar certo de que a quantidade de água está adequada. A mistura do solo-cimento começa a endurecer rápido, devendo ser usada em no máximo duas horas após o preparo. Por isto, deve-se evitar preparar mais solo-cimento do que for ser utilizado nesse intervalo de tempo. Fabricação de tijolos: lançamento, compactação e cura Numa condição mais rudimentar, os tijolos podem ser feitos em pequenas formas de madeira com adensamento manual. Para agilizar o processo, a produção de pequenos volumes de tijolos pode ser feita com uma prensa manual, leve e de baixo custo. Cada prensa pode facilmente produzir 1500 tijolos por dia. O procedimento é simples: 1 -- Abrir a tampa da forma da prensa e preenchê-la com a mistura de solocimento previamente preparada Nivelar a mistura, retirando o excesso, e depois fechar a tampa da forma da prensa Acionar a prensa para compactar a mistura Acionar a alavanca da prensa para retirar os tijolos da forma. Após esta desforma, retirar cuidadosamente os tijolos da prensa. Eles devem ser empilhados em local protegido do sol e do vento, tomando o cuidado de fazer pilhas com no máximo 1,5m de altura. Feita a produção, é preciso cuidar da cura do cimento. A cura é feita nos tijolos recém produzidos, no local onde devem ficar armazenados, sem movimentação, pelos tempo em que dura o processo. Molhar os tijolos ao menos 3 vezes ao dia, durante os 7 primeiros dias. Após essa fase os tijolos estarão prontos para serem armazenados ou outro local ou usados imediatamente. As prensas manuais não produzem blocos de solo-cimento, apenas tijolos. Mas as prensas hidráulicas podem fabricar tanto tijolos quanto blocos de solo-cimento, com grande volume de produção, mas o preço do equipameto é elevado e só se justifica em obras de grande porte. Usando os tijolos Prensa manual para produção de tijolos de solo-cimento

20 Depois de fabricados e curados, os tijolos de solo-cimento podem ser usados normalmente, como se fossem tijolos comuns. A instalações hidráulicas e elétricas também são executadas do mesmo modo que nas construções convencionais. Não há necessidade de revestir as paredes feitas com solo-cimento, mas convém fazer uma pintura de impermeabilização à base de latex, esmalte ou técnica similar, para aumentar sua durabilidade, novamente, da mesma forma que se faz com alvenaria de tijolos comuns. Em resumo... A técnica do solo-cimento é muito interessante e tem inúmeras aplicações. Mostramos aqui apenas o básico para você conhecer alguma coisa dos procedimentos, mas consideramos de grande importância pesquisar o assunto e pensar, além das vantagens econômicas, também no lado social e da não-agressão ao meio-ambiente, ou seja, na sustentabilidade de seu empreendimento ou ação social. Evolução da Indústria Cerâmica do Norte de Goiás A indústria Cerâmica do Norte de Goiás tem seu início com a colonização da região Norte, com a exploração do ouro por volta de Com a exploração do ouro na região Norte pelos bandeirantes, iniciou se os primeiros povoados na região. Criando se assim a necessidade de construção de moradias. Os produtos utilizados na confecção das moradias eram o Adobe e a telha comum. O Adobe é o produto proveniente da moldagem da argila em peças tipo paralelepípedos, que somente eram secos e não queimados, utilizados na confecção as alvenarias. A Telha Comum é o produto proveniente do processo de moldagem da argila em formas abauladas de madeira dando um formato de uma peça côncava com o comprimento variando de 40 á 60cm e largura de 15 à 25cm que após sua secagem era queimadas em fornos tipo caieiras. Esse processo produtivo durou até o período da colonização da região pelos criadores de gado, no século XIX, quando começou a utilização da tração animal e foi desenvolvida as pipas para o preparo da argila, onde se utilizava burros ou cavalos para preparar a argila. A partir de momento já se começou a produção de tijolos maciços que eram moldados manualmente em formas de madeira e secos em pátios abertos e posteriormente queimados em caieiras moldadas pelos próprios produtos. Os primeiros tijolos marombados, ou seja, extrudados mecanicamente, começaram na década de 1960 com desenvolvimento da região através da construção da estrada Belém Brasília, esses produtos ainda tinham uma tecnologia de produção sem vácuo, os quais apresentavam baixa resistência e aspectos irregulares. Os primeiros tijolos furados com vácuo e com paredes mais finas e aspectos bem regulares se iniciou por volta de A telha sofreu mudanças com a produção de telhas prensadas em prensas manuais com produção da telha plana tipo francesa por volta de As primeiras telhas produzidas em prensas mecânicas rotativas começaram nos anos de Foi quando também se deu início da queima com fornos tipo abóbodas, ou seja, queima invertida, que proporcionava um produto com qualidade de queima e aspecto bem melhores do que nos fornos caieiras. A secagem das telhas era em grades de madeiras sobrepostas em galpões cobertos. Os primeiros secadores forçados, isto é com a sucção de calor dos fornos e injeção nos secadores começou na década de 70. A primeira linha de produção com mais de uma prensa e secagem forçada e queima em fornos abóbodas começou em 1978 na cidade de Mara Rosa. Atualmente a produção é toda controlada desde a extração da argila até o produto final proporcionando qualidade competitiva ao produto. Variáveis que Influenciaram a Evolução As principais variáveis que influenciaram a Indústria Cerâmica do Norte são: - A exploração do ouro no século XVIII; - A criação de gado no século XIX; - A implantação de Brasília e a sua ligação com o Norte do país; - Ocorrência de argilas plásticas propiciando a produção de telhas de boa qualidade. Ruptura das Variáveis No século XVIII com a disponibilidade de animais e a necessidade de construção de moradia para novos colonos, desenvolveu se a pipa contra ação animal, que é o primeiro meio de extrusão da massa. E com a descoberta da argila plástica com características de resistência e coloração agradável, desenvolveu- se as telhas planas tipo francesa, que influenciou a necessidade de secagem forçada e queima em fornos abóbodas. Em 1978 com investimento em prensas com linha de produção mais ampla deu- se início á escalada da produção de telhas que alcançou todo Norte de Goiás, Sul do Tocantins e Vale do São Patrício GO. HIPOTESES 01 Ao se manter o processo atual de produção em atendimento às necessidades locais sem inovar e criar novos produtos corre-se o risco de o produto cerâmico ficar obsoleto e ser substituído por outros.

Coberturas duráveis, com galvanização

Coberturas duráveis, com galvanização Coberturas duráveis, com galvanização A Fifa definiu que a Copa do Mundo de Futebol no Brasil, em 2014, deverá perseguir o que chamou de Green goals, ou seja, metas verdes, numa alusão à desejada sustentabilidade

Leia mais

ESTRUTURAS METÁLICAS

ESTRUTURAS METÁLICAS 1 ESTRUTURAS METÁLICAS José Alberto Bittencourt Goulart e-mail: betogoulart@yahoo.com.br Maio/2014 Sorocaba/SP Desde o século XVIII, quando se iniciou a utilização de estruturas metálicas na construção

Leia mais

Vidros Vidro Acidado Submetido à solução ácida que age no vidro, de maneira controlada, criando texturas, desenhos e letras e promovendo um aspecto de translucidez. Pode ser fabricado artesanal ou industrialmente

Leia mais

Principais benefícios. Aplicação. Fachadas, portas, janelas, coberturas e sacadas.

Principais benefícios. Aplicação. Fachadas, portas, janelas, coberturas e sacadas. Produzimos vidros, entregamos soluções. Nova geração O Emerald, vidro verde intenso, permite excelente passagem de luz e controle térmico, sem usar camadas refletivas em sua composição. Excelente passagem

Leia mais

Vidros. 4.000 A.C.- Os Fenícios descobriram o vidro nas fogueiras dos acampamentos.

Vidros. 4.000 A.C.- Os Fenícios descobriram o vidro nas fogueiras dos acampamentos. 1 Vidros 4.000 A.C.- Os Fenícios descobriram o vidro nas fogueiras dos acampamentos. Sec. III A.C.- O vidro é considerado jóia e cobiçado pelos poderosos. 100 a.c.- Os romanos desenvolveram a técnica do

Leia mais

Vidros para construção civil

Vidros para construção civil Vidros para construção civil Conceito de Vidro: Vidros industriais: Produtos inorgânicos obtidos por fusão e resfriamento sem cristalização Vidro ordinário ou neutro para construção civil: Solução amorfa

Leia mais

Vidro comun ou vidro Float

Vidro comun ou vidro Float Vidros Vidro comun ou vidro Float O vidro comum é a composição básica do vidro, antes de receber qualquer tipo de tratamento. Ele é feito a partir da mistura de sílica (areia), potássio, alumina, sódio

Leia mais

SUPORTE TÉCNICO SOBRE LIGHT STEEL FRAME

SUPORTE TÉCNICO SOBRE LIGHT STEEL FRAME Sistema de ds A SOLUÇÃO INTELIGENTE PARA A SUA OBRA SUPORTE TÉCNICO SOBRE LIGHT STEEL FRAME www.placlux.com.br VOCÊ CONHECE O SISTEMA CONSTRUTIVO LIGHT STEEL FRAME? VANTAGENS LIGHT STEEL FRAME MENOR CARGA

Leia mais

Blocos de. Absorção de água. Está diretamente relacionada à impermeabilidade dos produtos, ao acréscimo imprevisto de peso à Tabela 1 Dimensões reais

Blocos de. Absorção de água. Está diretamente relacionada à impermeabilidade dos produtos, ao acréscimo imprevisto de peso à Tabela 1 Dimensões reais Blocos de CONCRETO DESCRIÇÃO: Elementos básicos para a composição de alvenaria (estruturais ou de vedação) BLOCOS VAZADOS DE CONCRETO SIMPLES COMPOSIÇÃO Cimento Portland, Agregados (areia, pedra, etc.)

Leia mais

COMPONENTES. Chapa de gesso: 3 tipos

COMPONENTES. Chapa de gesso: 3 tipos Paredes internas Estrutura leve GESSO ACARTONADO Fixado em perfis de chapa de aço galvanizado (esqueleto de guias e montantes) Parede: chapas de gesso em uma ou mais camadas Superfície pronta para o acabamento

Leia mais

Sistemas da edificação Aplicação na prática

Sistemas da edificação Aplicação na prática 1 Vantagens Alta produtividade com equipes otimizadas; Redução de desperdícios e obra limpa; Facilidade de gerenciamento e padronização da obra; Elevada durabilidade; Facilidade de limpeza e conservação;

Leia mais

INSTITUTO ALGE DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL JANILSON CASSIANO

INSTITUTO ALGE DE CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL JANILSON CASSIANO CONSTRUINDO NO SISTEMA (CES) LIGHT STEEL FRAMING O sistema Light Steel Frame é caracterizado por um esqueleto estrutural leve composto por perfis de aço galvanizado que trabalham em conjunto para sustentação

Leia mais

Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética

Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética REVESTIMENTO DE FACHADA Principais funções de um revestimento de fachada: Estanqueidade Estética Documentos de referência para a execução do serviço: Projeto arquitetônico Projeto de esquadrias NR 18 20

Leia mais

Técnicas da Construção Civil. Aula 02

Técnicas da Construção Civil. Aula 02 Técnicas da Construção Civil Aula 02 Necessidades do cliente e tipos de Estruturas Taciana Nunes Arquiteta e Urbanista Necessidades do Cliente Função ou tipo de edificação? Como e quanto o cliente quer

Leia mais

ESTÚDIO DE ARQUITETURA: SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL MARINA CUNHA BARBOSA ELEMENTOS DE FACHADA

ESTÚDIO DE ARQUITETURA: SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL MARINA CUNHA BARBOSA ELEMENTOS DE FACHADA ELEMENTOS DE FACHADA Belo Horizonte, 08 de maio de 2014 1- FACHADAS EM ALUMÍNIO E VIDRO 1.1 ALUMÍNIO A grande questão da utilização do alumínio em fachadas cortina é a definição do tipo de revestimento

Leia mais

São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que levaria à derrubada de árvores para utilizar a madeira como combustível,

São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que levaria à derrubada de árvores para utilizar a madeira como combustível, TIJOLOS ECOLÓGICOS Casa construída com tijolos ecológicos Fonte: paoeecologia.wordpress.com TIJOLOS ECOLÓGICOS CARACTERÍSTICAS São assim denominados pois não utilizam o processo de queima cerâmica que

Leia mais

Materiais de Construção Civil. Aula 07. Gesso para Construção Civil

Materiais de Construção Civil. Aula 07. Gesso para Construção Civil Materiais de Construção Civil Aula 07 Gesso para Construção Civil Taciana Nunes Arquiteta e Urbanista Gesso para Construção Civil O gesso é um mineral aglomerante produzido a partir da calcinação da gipsita,

Leia mais

CATÁLOGO DE PRODUTOS

CATÁLOGO DE PRODUTOS CATÁLOGO DE PRODUTOS ISOPORTEC A ISOPORTEC é focada na produção de soluções em isopor de alta performance para a construção civil, valorizando produtos que fazem diferença nos projetos mais complexos.

Leia mais

Catálogo de Produtos

Catálogo de Produtos Catálogo de Produtos Gesso Convenciona O gesso é um material versátil: ele auxilia nas tarefas de embutir a iluminação, esconder ferragens e disfarçar vigas, além de criar efeitos fantásticos, especialmente

Leia mais

A cobertura pode ser feita com telhas que podem ser metálicas, de barro ou ainda telhas asfálticas tipo shingle.

A cobertura pode ser feita com telhas que podem ser metálicas, de barro ou ainda telhas asfálticas tipo shingle. CONCEITO Light (LSF estrutura em aço leve) é um sistema construtivo racional e industrial. Seus principais componentes são perfis de aço galvanizado dobrados a frio, utilizados para formar painéis estruturais

Leia mais

Com relação à industrialização e à racionalização das construções, julgue o item subsecutivo.

Com relação à industrialização e à racionalização das construções, julgue o item subsecutivo. Com relação à industrialização e à racionalização das construções, julgue o item subsecutivo. 85.(STM/CESPE/2011) A taipa de mão é, tradicionalmente, fabricada por meio de processos artesanais ou com forte

Leia mais

Internacional SOLUTIONS

Internacional SOLUTIONS Internacional SOLUTIONS SILICONE NEUTRO Silicone neutro Impermeabilizante de uso profissional. Inodoro e com fungicida. ADERE EM: Madeira, concreto, tijolo, vidro, PVC, plástico, alumínio, etc. APLICAÇÃO:

Leia mais

Conceito AULA 4. Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil

Conceito AULA 4. Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil AULA 4 Gesso Acartonado Prof. Dr. Luiz Sergio Franco Escola Politécnica da USP Dep. de Engenharia de Construção Civil Construção

Leia mais

CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE

CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE CENTRO UNIVERSITARIO DE BELO HORIZONTE Estúdio de Arquitetura: Sustentabilidade Steel Framing Aluna: Gabriela Carvalho Ávila Maio de 2014 ÍNDICE 1 Introdução... 4 2 Sistema Ligth Steel Framing... 5 2.1

Leia mais

CAPÍTULO IV - ALVENARIA

CAPÍTULO IV - ALVENARIA CAPÍTULO IV - ALVENARIA Alvenaria é a arte ou ofício de pedreiro ou alvanel, ou ainda, obra composta de pedras naturais ou artificiais, ligadas ou não por argamassa. Segundo ZULIAN et al. (2002) também

Leia mais

1 Introdução 1.1. Motivação

1 Introdução 1.1. Motivação 1 Introdução 1.1. Motivação Na construção civil, os méritos de um determinado sistema construtivo são avaliados com base em fatores tais como: eficácia, resistência, durabilidade e funcionalidade. Nenhum

Leia mais

USO E APLICAÇÕES. Módulo 10 Vidros de Segurança

USO E APLICAÇÕES. Módulo 10 Vidros de Segurança USO E APLICAÇÕES Módulo 10 Vidros de Segurança VIDRO CURVO TEMPERADO VERSATILIDADE, DESIGN ARROJADO 5 X MAIS RESISTENTE QUE VIDRO COMUM FURADO / RECORTADO / LAPIDADO / SERIGRAFADO (ANTES DA TÊMPERA) LAMINADO

Leia mais

ESTRUTURA METÁLICA Vantagens da Construção em Aço. Maior limpeza de obra: Devido à ausência de entulhos, como escoramento e fôrmas.

ESTRUTURA METÁLICA Vantagens da Construção em Aço. Maior limpeza de obra: Devido à ausência de entulhos, como escoramento e fôrmas. ESTRUTURA METÁLICA Vantagens da Construção em Aço Menor tempo de execução: A estrutura metálica é projetada para fabricação industrial e seriada, de preferência, levando a um menor tempo de fabricação

Leia mais

TIPOS DE ESTRUTURAS. Prof. Marco Pádua

TIPOS DE ESTRUTURAS. Prof. Marco Pádua TIPOS DE ESTRUTURAS Prof. Marco Pádua A função da estrutura é transmitir para o solo a carga da edificação. Esta carga compõe-se de: peso próprio da estrutura, cobertura, paredes, esquadrias, revestimentos,

Leia mais

Aplicações Xadrez Pigmento em Pó

Aplicações Xadrez Pigmento em Pó Dê asas à sua imaginação nas diversas aplicações do Pó Xadrez. Aplicações Xadrez Pigmento em Pó O PÓ XADREZ é um pigmento concentrado que proporciona efeitos decorativos em diversas aplicações. Mais econômico,

Leia mais

Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura,

Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura, Infinite Cursos. Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura, em geral caracterizado por possuir um

Leia mais

Treinamento Window Film Módulo I: Parte Teórica

Treinamento Window Film Módulo I: Parte Teórica Treinamento Window Film Módulo I: Parte Teórica Sumário Vidros Planos e Vidros Low-E Entendendo o Espectro Solar Formas de Propagação de Calor Conceitos Teóricos Luz Visível (Transmitida, Refletida Interior

Leia mais

SISTEMA DRY WALL E STEEL FRAME

SISTEMA DRY WALL E STEEL FRAME GESSO SISTEMA DRY WALL E STEEL FRAME Gesso O gesso é uma substância, normalmente vendida na forma de um pó branco, produzida a partir do mineral gipsita, composto basicamente de sulfato de cálcio hidratado.

Leia mais

Empresa jovem e 100 % nacional, a Bazze está sediada em PORTÃO RS e é referência na extrusão de perfis em PVC.

Empresa jovem e 100 % nacional, a Bazze está sediada em PORTÃO RS e é referência na extrusão de perfis em PVC. Empresa jovem e 100 % nacional, a Bazze está sediada em PORTÃO RS e é referência na extrusão de perfis em PVC. Comprometida com a qualidade e o desenvolvimento dos nossos produtos investimos continuamente

Leia mais

ENGENHARIA CIVIL 5º SEMESTRE. Professora ROSELI VALLE

ENGENHARIA CIVIL 5º SEMESTRE. Professora ROSELI VALLE ENGENHARIA CIVIL 5º SEMESTRE Professora ROSELI VALLE MARINGÁ 2015 Denomina-se CONCRETO ARMADO à associação do aço ao concreto para que haja melhor resistência em determinados tipos de esforços. Fatores

Leia mais

SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO

SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO CONCEITO A tipologia estrutural composta por bloco, argamassa, graute e eventualmente armações é responsável por um dos sistemas construtivos

Leia mais

LEI Nº 1822, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2014. Revoga o Anexo I, e altera os Anexos II e III da Lei Municipal n 1.215/2009, e dá outras providências.

LEI Nº 1822, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2014. Revoga o Anexo I, e altera os Anexos II e III da Lei Municipal n 1.215/2009, e dá outras providências. LEI Nº 1822, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2014. Revoga o Anexo I, e altera os Anexos II e III da Lei Municipal n 1.215/2009, e dá outras providências. O Sr. Adriano Xavier Pivetta, Prefeito de Nova Mutum, Estado

Leia mais

Desde 1982 no mercado, a Redes Paulista sistema Dry-Wall, Forros e Divisórias comercializa e instala todos os tipos de divisórias.

Desde 1982 no mercado, a Redes Paulista sistema Dry-Wall, Forros e Divisórias comercializa e instala todos os tipos de divisórias. Somos pioneiros no segmento de Dry Wall, divisórias, forros, biombos, redes de proteção, construção, reformas, entre outros, desde 1982 e oferecemos a nossos clientes garantia, procedência e profissionalismo.

Leia mais

ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I ALVENARIA E OUTROS SISTEMAS DE VEDAÇÃO Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I SISTEMAS DE VEDAÇÃO VERTICAL SISTEMA DE VEDAÇÃO Um subsistema

Leia mais

Gesso Acartonado CONCEITO

Gesso Acartonado CONCEITO CONCEITO As paredes de gesso acartonado ou Drywall, são destinados a dividir espaços internos de uma mesma unidade. O painel é composto por um miolo de gesso revestido por um cartão especial, usado na

Leia mais

Recomendações para elaboração de projetos estruturais de edifícios em aço

Recomendações para elaboração de projetos estruturais de edifícios em aço 1 Av. Brigadeiro Faria Lima, 1685, 2º andar, conj. 2d - 01451-908 - São Paulo Fone: (11) 3097-8591 - Fax: (11) 3813-5719 - Site: www.abece.com.br E-mail: abece@abece.com.br Av. Rio Branco, 181 28º Andar

Leia mais

Soluções sustentáveis para a vida.

Soluções sustentáveis para a vida. Soluções sustentáveis para a vida. A Ecoservice Uma empresa brasileira que está constantemente em busca de recursos e tecnologias sustentáveis para oferecer aos seus clientes, pessoas que têm como conceito

Leia mais

Produtos Substitutos Expressão Mnemônica: PS Participantes do Aprofundamento da Variável:

Produtos Substitutos Expressão Mnemônica: PS Participantes do Aprofundamento da Variável: Variável: Produtos Substitutos Expressão Mnemônica: PS Participantes do Aprofundamento da Variável: Coordenador: Belmonte Amado Rosa Cavalcante Cerâmica Estrela Colaboradores: Idelsonso Camargo Junior

Leia mais

CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA

CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA 1 CAPÍTULO III SISTEMAS ESTRUTURAIS CONSTRUÇÕES EM ALVENARIA I. SISTEMAS ESTRUTURAIS Podemos citar diferentes sistemas estruturais a serem adotados durante a concepção do projeto de uma edificação. A escolha

Leia mais

Wagner Stocco. David Rodrigues

Wagner Stocco. David Rodrigues Ano 02 Adriana Petito de Almeida Silva Castro Wagner Stocco David Rodrigues n. 03 CONCRETO LEVE COM USO DE EPS p.44-49 Instituto de Engenharia Arquitetura e Design INSEAD Centro Universitário Nossa Senhora

Leia mais

USO E APLICAÇÕES. Módulo 7 Vidros de Segurança

USO E APLICAÇÕES. Módulo 7 Vidros de Segurança USO E APLICAÇÕES Módulo 7 Vidros de Segurança VIDRO CURVO TEMPERADO VERSATILIDADE, DESIGN ARROJADO 5 X MAIS RESISTENTE QUE VIDRO COMUM FURADO / RECORTADO / LAPIDADO / SERIGRAFADO (ANTES DA TÊMPERA) LAMINADO

Leia mais

Construção de Edícula

Construção de Edícula Guia para Construção de Edícula Guia do montador Mais resistência e conforto para sua vida. As paredes com Placas Cimentícias Impermeabilizadas e Perfis Estruturais de Aço Galvanizado para steel framing

Leia mais

PAREDES EXTERNAS EM CONCRETO ARMADO MOLDADO IN LOCO COMO SOLUÇÃO PARA EDIFÍCIOS VERTICAIS

PAREDES EXTERNAS EM CONCRETO ARMADO MOLDADO IN LOCO COMO SOLUÇÃO PARA EDIFÍCIOS VERTICAIS I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO 18-21 julho 2004, São Paulo. ISBN 85-89478-08-4. PAREDES EXTERNAS EM CONCRETO ARMADO MOLDADO

Leia mais

concreto É unir economia e sustentabilidade.

concreto É unir economia e sustentabilidade. concreto É unir economia e sustentabilidade. A INTERBLOCK Blocos e pisos de concreto: Garantia e confiabilidade na hora de construir. Indústria de artefatos de cimento, que já chega ao mercado trazendo

Leia mais

Definições. Armação. Armação ou Armadura? Armação: conjunto de atividades relativas à preparação e posicionamento do aço na estrutura.

Definições. Armação. Armação ou Armadura? Armação: conjunto de atividades relativas à preparação e posicionamento do aço na estrutura. Definições Armação ou Armadura? Armação: conjunto de atividades relativas à preparação e posicionamento do aço na estrutura. Armadura: associação das diversas peças de aço, formando um conjunto para um

Leia mais

C.GlassR. Ficha técnica. www.t2g.com.br

C.GlassR. Ficha técnica. www.t2g.com.br C.GlassR Ficha técnica Avenida Neyde Modesto de Camargo, 151 Sistema de Envidraçamento- C.Glass (Channel Glass) by T2G Descrição: O Sistema C.Glass é composto por per s de vidros autoportantes, e ao contrário

Leia mais

Quanto aos esforços: compressão, tração e flexão; Flexibilidade de formas; Durabilidade; Transmissão de calor

Quanto aos esforços: compressão, tração e flexão; Flexibilidade de formas; Durabilidade; Transmissão de calor 1. CONCEITO: Produto resultante da associação íntima entre um aglomerante mais um agregado miúdo, mais um agregado graúdo e água (+ ferragens). 2. CARACTERÍSTICAS Quanto aos esforços: compressão, tração

Leia mais

2.1. Considerações Gerais de Lajes Empregadas em Estruturas de Aço

2.1. Considerações Gerais de Lajes Empregadas em Estruturas de Aço 23 2. Sistemas de Lajes 2.1. Considerações Gerais de Lajes Empregadas em Estruturas de Aço Neste capítulo são apresentados os tipos mais comuns de sistemas de lajes utilizadas na construção civil. 2.1.1.

Leia mais

Revestimentos de Alto Desempenho - RAD

Revestimentos de Alto Desempenho - RAD Revestimentos de Alto Desempenho - RAD O mercado de revestimentos para pisos de concreto se desenvolveu mais expressivamente no Brasil na década de 1980. Foi nesse momento que os revestimentos autonivelantes

Leia mais

CONSTRUÇÕES RURAIS: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO. Vandoir Holtz 1

CONSTRUÇÕES RURAIS: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO. Vandoir Holtz 1 Vandoir Holtz 1 ARGAMASSA Classificação das argamassas: Segundo o emprego: Argamassas para assentamento de alvenarias. Argamassas para revestimentos; Argamassas para pisos; Argamassas para injeções. DOSAGEM

Leia mais

USO E APLICAÇÕES. Módulo 4 Conhecendo o Vidro

USO E APLICAÇÕES. Módulo 4 Conhecendo o Vidro USO E APLICAÇÕES Módulo 4 Conhecendo o Vidro SEGMENTAÇÃO DO MERCADO ESQUADRIAS FACHADAS BOX ESPELHOS DIVISÓRIAS MÓVEIS COBERTURA GUARDA CORPOS REVESTIMENTOS MOLDURAS DECORAÇÃO OUTROS... COMO ESCOLHER O

Leia mais

Arq. Tiago S. Ferrari Royal do Brasil Technologies S.A.

Arq. Tiago S. Ferrari Royal do Brasil Technologies S.A. Concreto PVC A Utilização do Sistema Royal para construção de casas populares. Arq. Tiago S. Ferrari Royal do Brasil Technologies S.A. O Sistema Construtivo O sistema construtivo Royal (Concreto-PVC) nasceu

Leia mais

Elementos Estruturais de Concreto Armado

Elementos Estruturais de Concreto Armado UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO Escola de Minas DECIV Técnicas Construtivas Elementos Estruturais de Concreto Armado Prof. Guilherme Brigolini Elementos Estruturais de Concreto Armado Produção de

Leia mais

Wood Frame CONCEITO. O Wood-Frame é um sistema composta por perfis de madeira que em conjunto com placas estruturais formam painéis

Wood Frame CONCEITO. O Wood-Frame é um sistema composta por perfis de madeira que em conjunto com placas estruturais formam painéis CONCEITO O Wood-Frame é um sistema composta por perfis de madeira que em conjunto com placas estruturais formam painéis estruturais capazes de resistir às cargas verticais (telhados e pavimentos), perpendiculares

Leia mais

Outros materiais que merecem atenção do marceneiro. Introdução

Outros materiais que merecem atenção do marceneiro. Introdução Introdução Existem diversos materiais utilizados pela marcenaria na composição do móvel ou ambiente. Por exemplo os vidros, chapas metálicas, tecidos e etc. O mercado fornecedor da cadeia moveleira lança

Leia mais

1.1 DEFINIÇÕES Concreto é um material de construção proveniente da mistura, em proporção adequada, de: aglomerantes, agregados e água.

1.1 DEFINIÇÕES Concreto é um material de construção proveniente da mistura, em proporção adequada, de: aglomerantes, agregados e água. ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 1 Libânio M. Pinheiro; Cassiane D. Muzardo; Sandro P. Santos Março de 2004 INTRODUÇÃO Este é o capítulo inicial de um curso cujos objetivos são: os fundamentos do concreto;

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UNIDADE ACADÊMICA DE GARANHUNS CONSTRUÇÕES RURAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UNIDADE ACADÊMICA DE GARANHUNS CONSTRUÇÕES RURAIS UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UNIDADE ACADÊMICA DE GARANHUNS CONSTRUÇÕES RURAIS Prof. Ricardo Brauer Vigoderis, D.S. Email: vigoderis@yahoo.com.br website: www.vigoderis.tk São tubos cerâmicos

Leia mais

ESTRUTURA L va v ntando o s s pain i éis i s que c ontém

ESTRUTURA L va v ntando o s s pain i éis i s que c ontém O PVC E O SISTEMA ROYAL É leve (1,4 g/cm3), o que facilita seu manuseio e aplicação; Resistente à ação de fungos, bactérias, insetos e roedores; Resistente à maioria dos reagentes químicos; Bom isolante

Leia mais

soluções do futuro para o seu presente

soluções do futuro para o seu presente soluções do futuro para o seu presente PORTFÓLIO conheça a solução com excelência para seu lar EMPRESA A JR ALUMINIUM é uma empresa especializada na criação, fabricação e instalação de Esquadrias de Alumínio

Leia mais

PAINÉIS CIMENTO-MADEIRA

PAINÉIS CIMENTO-MADEIRA CIMENTO-MADEIRA Prof. Setsuo Iwakiri UFPR - DETF INRODUÇÃO HISTÓRICO 1914 > Áustria > partículas excelsior + aglutinante (óxido magnésio + cloreto magnésio) 1928 > Alemanha > início > uso cimento portland

Leia mais

Concreto Convencional

Concreto Convencional TIPOS DE CONCRETO Concreto Convencional Pode-se dizer que o Concreto Convencional é aquele sem qualquer característica especial e que é utilizado no dia a dia da construção civil. Seu abatimento (Slump)

Leia mais

Obra: Ampliação Câmara de Vereadores Local : VRS- 801 Almirante Tamandaré do Sul - RS Proprietário: Prefeitura Municipal de Almirante Tamandaré do Sul

Obra: Ampliação Câmara de Vereadores Local : VRS- 801 Almirante Tamandaré do Sul - RS Proprietário: Prefeitura Municipal de Almirante Tamandaré do Sul MEMORIAL DESCRITIVO Obra: Ampliação Câmara de Vereadores Local : VRS- 801 Almirante Tamandaré do Sul - RS Proprietário: Prefeitura Municipal de Almirante Tamandaré do Sul 1. O presente memorial tem por

Leia mais

Toldos Coberturas Comunicação Visual

Toldos Coberturas Comunicação Visual Toldos Coberturas Comunicação Visual Toldos Tipos: Fixo, basculante ou articulado. Em lona ou policarbonato. Estruturas: Em aço carbono ou alumínio. Pintura: Automotiva ou eletrostática. Coberturas Tipos:

Leia mais

Feita de isopor Construir 370 m2 em seis meses sem estourar o orçamento nem gerar entulho: valeu investir na casa

Feita de isopor Construir 370 m2 em seis meses sem estourar o orçamento nem gerar entulho: valeu investir na casa Feita de isopor Construir 370 m2 em seis meses sem estourar o orçamento nem gerar entulho: valeu investir na casa Será que é resistente? Aceita qualquer revestimento? E se molhar? Esse mar de dúvidas invade

Leia mais

Reciclagem do vidro e resíduos da Constrição em Geral. Bruno - Química Daniela Pereira Marques - Química Maurício De Lima Ciências Contábeis

Reciclagem do vidro e resíduos da Constrição em Geral. Bruno - Química Daniela Pereira Marques - Química Maurício De Lima Ciências Contábeis Reciclagem do vidro e resíduos da Constrição em Geral Bruno - Química Daniela Pereira Marques - Química Maurício De Lima Ciências Contábeis RECICLAGEM DO VIDRO TIPOS DE VIDRO Vidro Acidado: vidros trabalhados

Leia mais

A Teto Bello, está no mercado de envidraçamento de sacadas e coberturas há quartoze anos e presente em toda a Grande São Paulo e Sudeste,

A Teto Bello, está no mercado de envidraçamento de sacadas e coberturas há quartoze anos e presente em toda a Grande São Paulo e Sudeste, A Teto Bello, está no mercado de envidraçamento de sacadas e coberturas há quartoze anos e presente em toda a Grande São Paulo e Sudeste, conquistando a confiança e a credibilidade dos nossos clientes.

Leia mais

Planta do pavimento térreo

Planta do pavimento térreo Planta do pavimento térreo Cortes e elevações típicos Acesso principal e praça de eventos Permeabildade do projeto com seu entorno Ecosistema interno com bosque de mata nativa Telhados verdes e praça de

Leia mais

REVESTIMENTO DEFACHADA. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

REVESTIMENTO DEFACHADA. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I REVESTIMENTO DEFACHADA Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I FUNÇÕES DO REVESTIMENTO DE FACHADA Estanqueida de Estética CONDIÇÕES DE INÍCIO

Leia mais

FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA 07) WILLIAN ABREU

FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA 07) WILLIAN ABREU FACULDADE BARÃO DE RIO BRANCO UNINORTE CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA - TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO 1 (AULA 07) ESTRUTURAS EM CONCRETO ARMADO VANTAGENS E DESVANTAGENS DO CONCRETO ARMADO: Apenas

Leia mais

Casa de steel frame - instalações (parte 4)

Casa de steel frame - instalações (parte 4) Página 1 de 6 Casa de steel frame - instalações (parte 4) As instalações elétricas e hidráulicas para edificações com sistema construtivo steel frame são as mesmas utilizadas em edificações convencionais

Leia mais

cerâmica externa ficha técnica do produto

cerâmica externa ficha técnica do produto 01 Descrição: Argamassa leve de excelente trabalhabilidade e aderência, formulada especialmente para aplicação de revestimentos cerâmicos em áreas internas e s. 02 Classificação técnica: ANTES Colante

Leia mais

ALVENARIA: como reconhecer blocos de qualidade e ecoeficientes!

ALVENARIA: como reconhecer blocos de qualidade e ecoeficientes! ALVENARIA: como reconhecer blocos de qualidade e ecoeficientes! Bloco de concreto As paredes são montadas a partir de componentes de alvenaria - os blocos. Portanto, é imprescindível que eles obedeçam

Leia mais

PORTAS E JANELAS: A LIGAÇÃO DA CASA COM O MUNDO

PORTAS E JANELAS: A LIGAÇÃO DA CASA COM O MUNDO PORTAS E JANELAS: A LIGAÇÃO DA CASA COM O MUNDO É dito no ditado popular que os olhos de uma pessoa são as janelas de sua alma, trazendo este pensamento para uma residência, podemos entender que as janelas

Leia mais

Divisórias APRESENTAÇÃO

Divisórias APRESENTAÇÃO DIVDESIGN As divisórias Div Design oferecem classe e beleza preservando o bem estar e o conforto térmico e acústico. Especialista em soluções inteligentes para divisão de espaços corporativos. APRESENTAÇÃO

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO CHAPAS DE POLICARBONATO ALVEOLARES

MANUAL DE INSTALAÇÃO CHAPAS DE POLICARBONATO ALVEOLARES MANUAL DE INSTALAÇÃO CHAPAS DE POLICARBONATO ALVEOLARES CHAPAS DE POLICARBONATO ALVEOLARES As chapas de policarbonato alveolares, possuem em um dos lados, tratamento contra o ataque dos raios ultravioletas,

Leia mais

SISTEMA CONSTRUTIVO ISOCRET ESTRUTURA /REVESTIMENTO

SISTEMA CONSTRUTIVO ISOCRET ESTRUTURA /REVESTIMENTO Sistema Construtivo Fabricado de acordo com a ISO 9002 Conforto as normas ASTM( EUA) e ABNT (Brasil). Comprovada em testes de desempenho realizados pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo

Leia mais

Excelente para o assentamento e rejuntamento simultâneo de pastilhas de porcelana e vidro;

Excelente para o assentamento e rejuntamento simultâneo de pastilhas de porcelana e vidro; 01 Descrição: NOVO PRODUTO votomassa é uma argamassa que proporciona alta aderência e trabalhabilidade no assentamento de de porcelana e vidro 02 Classificação: votomassa combina cimento Portland, agregados

Leia mais

Parede de Garrafa Pet

Parede de Garrafa Pet CONCEITO As paredes feitas com garrafas pet são uma possibilidade de gerar casas pré fabricadas através da reciclagem e é uma solução barata e sustentável. As garrafas pet são utilizadas no lugar dos tijolos

Leia mais

MACO II PUC GO Professora Mayara Moraes

MACO II PUC GO Professora Mayara Moraes MACO II PUC GO Professora Mayara Moraes Argamassas NBR13281 Histórico 1º. registro de emprego na construção: Pré-História Piso polido de 180 m² feito com pedras e argamassa cal e areia: ~ 7000 a 9000

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO Ministério Público do Trabalho Procuradoria Regional da 23 ª Região Anteprojeto do novo Edifício-Sede Cuiabá MT Memorial Descritivo Terreno localizado no CPA (Centro Político-Administrativo) da cidade

Leia mais

Faculdade Sudoeste Paulista Curso de Engenharia Civil Materiais de Construção Civil MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO

Faculdade Sudoeste Paulista Curso de Engenharia Civil Materiais de Construção Civil MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO MADEIRA COMO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO A madeira é um material excepcional como material de construção além de ter qualidades muito grandes como matéria prima para outros produtos industrializados, e que

Leia mais

SUDESTE PRÉ-FABRICADOS CATÁLOGO TÉCNICO SUDESTE PRÉ-FABRICADOS PRONTOS PARA TODA E QUALQUER EMPREITADA

SUDESTE PRÉ-FABRICADOS CATÁLOGO TÉCNICO SUDESTE PRÉ-FABRICADOS PRONTOS PARA TODA E QUALQUER EMPREITADA 1 CONSTRUINDO GRANDES NEGÓCIOS PRÉ-FABRICADOS 2 SUDESTE PRÉ-FABRICADOS CATÁLOGO TÉCNICO SUDESTE PRÉ-FABRICADOS PRONTOS PARA TODA E QUALQUER EMPREITADA SUDESTE PRÉ-FABRICADOS CATÁLOGO TÉCNICO ÍNDICE 3 A

Leia mais

ALVENARIA ESTRUTURAL: DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II PROF.: JAQUELINE PÉRTILE

ALVENARIA ESTRUTURAL: DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II PROF.: JAQUELINE PÉRTILE ALVENARIA ESTRUTURAL: BLOCOS DE CONCRETO DISCIPLINA: MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II PROF.: JAQUELINE PÉRTILE O uso de alvenaria como sistema estrutural já vem sendo usado a centenas de anos, desde as grandes

Leia mais

CONSTRUÇÕES II MADEIRA PISOS DE MADEIRA PISOS DE MADEIRA. São planos horizontais que suportam cargas. VARIÁVEIS e PERMANENTES.

CONSTRUÇÕES II MADEIRA PISOS DE MADEIRA PISOS DE MADEIRA. São planos horizontais que suportam cargas. VARIÁVEIS e PERMANENTES. CONSTRUÇÕES II MADEIRA PISOS DE MADEIRA PISOS DE MADEIRA São planos horizontais que suportam cargas VARIÁVEIS e PERMANENTES. 1 CARGAS NBR 6120 PERMANENTES (g) Peso próprio da estrutura Peso dos elementos

Leia mais

TUPER ESTRUTURAS PLANAS

TUPER ESTRUTURAS PLANAS TUPER ESTRUTURAS PLANAS LAJES MISTAS NERVURADAS Soluções estruturais e arquitetônicas em aço, traduzidas em estética, conforto, segurança e versatilidade. Catálogo destinado ao pré-lançamento do produto.

Leia mais

Belo Horizonte - MG Interface com Outros Subsistemas

Belo Horizonte - MG Interface com Outros Subsistemas Belo Horizonte - MG Interface com Outros Subsistemas 10/11/2009 Carlos Chaves LOG Gestão de Obras Subsistemas Deus está nos detalhes Mies van der Rohe (1886-1969) Pavilhão alemão na Feira Mundial de Barcelona

Leia mais

Prefeitura Municipal de Piratini

Prefeitura Municipal de Piratini MEMORIAL DESCRITIVO O presente Memorial Descritivo visa estabelecer as condições de materiais e execução referentes à construção de um Vestiário Esportivo, localizado na Av. 6 de julho s/n, em Piratini/RS,

Leia mais

Tecnologia da Construção IMPERMEABILIZAÇÃO. Profº Joel Filho

Tecnologia da Construção IMPERMEABILIZAÇÃO. Profº Joel Filho Tecnologia da Construção IMPERMEABILIZAÇÃO Profº Joel Filho Introdução: Impermeabilização NBR 9575/2003 - Elaboração de Projetos de Impermeabilização Item 6 Projeto 6.1. Elaboração e responsabilidade técnica

Leia mais

MAXIJUNTA - PASTILHAS DE PORCELANA

MAXIJUNTA - PASTILHAS DE PORCELANA INDICAÇÕES: Argamassa colante de assentamento e rejuntamento simultâneo flexível, de alta adesividade, para áreas internas e externas. O Maxijunta Pastilhas de Porcelana é indicado principalmente para

Leia mais

Manual de Montagem Casa 36m²

Manual de Montagem Casa 36m² Manual de Montagem Casa 36m² cga -gerência de desenvolvimento da aplicação do aço Usiminas - Construção Civil INTRODUÇÃO Solução para Habitação Popular - é uma alternativa econômica, simples e de rápida

Leia mais

Parabond 700 Adesivo estrutural elástico de elevada aderência e resistência inicial

Parabond 700 Adesivo estrutural elástico de elevada aderência e resistência inicial Parabond 700 Adesivo estrutural elástico de elevada aderência e resistência inicial Produto: Parabond 700 é um adesivo de alta qualidade, cura rápida, permanentemente elástico, à base de MS polímero, com

Leia mais

POLICARBONATO COMPACTO

POLICARBONATO COMPACTO POLICARBONATO COMPACTO Chapa em policarbonato compacto, com tratamento em um dos lados contra o ataque dos raios ultravioleta (garantia de 10 anos contra amarelamento). Por sua alta transparência, a chapa

Leia mais