Herbicida residual de pré e pós-emergência das infestantes em olival e vinha Lusosem

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1 Herbicida residual de pré e pós-emergência das infestantes em olival e vinha Lusosem produtos para agricultura, S.A.

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3 Índice Nova solução para o controlo de infestantes em vinha e olival Características físico-químicas Modo de acção Uma substância activa que responde aos requisitos actuais Espectro de acção Aplicações em pré e pós-emergência das infestantes Selectividade para as culturas Critérios para um controlo ponderado das infestantes com Katana O solo: textura e declive do terreno Cultura e época de aplicação A dose e o seu fraccionamento A composição da flora infestante Casos particulares: controlo da flora de substituição Perfil do produto

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5 Nova solução para controlo de infestantes da vinha e olival O KATANA é um herbicida com dupla acção de pré e pós-emergência das infestantes, com características de um produto de acção residual e de contacto. O KATANA é um herbicida sistémico para o controlo de infestantes da vinha e do olival. Isoladamente ou em mistura com o glifosato, pode controlar as infestantes por vários meses, respeitando o operador, o ambiente e o consumidor final. Características físico-químicas A substância activa (s.a.) do KATANA é o flazassulfurão, molécula que pertence ao grupo das sulfonilureias, único representante desta classe hoje disponível no mercado para a vinha e olival. Fórmula estrutural da substância activa, flazassulfurão: 7820 Características fisíco-químicas: Fórmula Molecular Peso Molecular Estado Físico Solubilidade em Água Pressão de Vapor Ponto de Ebulição Degradação no Solo C13H12F3N5O5S 324,8 Pó molhável, inodoro 0,270 ppm (ph5; 20ºC) <1,33x10-5 Pa 180º C DT50: 36 gg 5

6 Modo de acção A s.a. do KATANA, o flazassulfurão, actua como inibidor da enzima acetolactato sintetase (ASL), necessária para síntese dos principais aminoácidos de cadeia ramificada das plantas (valina, leucina, isoleucina). Esta enzima ausente no reino animal faz com que este herbicida apresente uma notável margem de segurança para o homem. Ácido pirúvico Ácido pirúvico CO2 Ácido acetolatico Valina Leucina Acetolatosintetase o ALS Flazassulfurão SÍNTESE DE PROTEÍNA DIVISÃO CRESCIMENTO Ácido pirúvico Ácido-cetobutírico Ácido-aceto idrossibutirrico Isoleucina CO2 Gráfico: Demonstração da acção inibidora do flazassulfurão sobre a enzima ALS O efeito sobre as plantas manifesta-se pela interrupção do crescimento dos meristemas provocando necroses e sucessivamente dessecamento da infestante. A rápida absorção radicular e foliar e a translocação do produto nas zonas meristemáticas apicais e basais da infestante garantem uma acção eficaz do mesmo. Os primeiros sintomas da acção do flazassulfurão são visíveis desde 3-4 dias após a sua aplicação e levam progressivamente à morte da infestante em dias. Após 3 dias / 4 dias Após alguns meses Fotografia: Acção em pós-emergência: os sintomas e a coloração antociânica alguns dias após o tratamento. 6

7 Uma substância activa que responde aos requisitos actuais O KATANA contém flazassulfurão, uma substância activa de baixíssima toxicidade para o homem e animais. O flazassulfurão actua como inibidor da acetolactato sintetase: uma enzima ausente no reino animal portanto inócua para o reino animal e por isso sem riscos para o utilizador. O flazassulfurão não está classificado: pertence à família de produtos com a mais alta segurança para o Homem. Toxicidade Aguda (rato): DL 50 oral: > 5000 mg/kg; DL 50 cutânea > 2000 mg/kg. Não irritante para a pele ou para os olhos, não sensibilizante. A longo prazo o flazassulfurão não é mutagénico, cancerinogénico ou teratogénico. +Tox 1000*: Aspirina 192*: Cafeína -Tox *mg/kgdl 50 oral (rato) 3000*: Sal de cozinha >5000*: Flazassulfurão Tabela comparativa entre os níveis de toxicidade de algumas substâncias conhecidas com o flazassulfurão. Ambiente: É fixado nos primeiros centímetros do solo e não tem riscos de lixiviação para os estratos profundos nem de contaminação de lençóis freáticos (apresenta uma baixa solubilidade no solo). É completamente degradado no solo por acção microbiana e química evitando o risco de acumulação de resíduos no solo. O flazassulfurão não é volátil. Ecossistema: Não apresenta risco nenhum para as aves, mamíferos, peixes e invertebrados. Inofensivo para abelhas e auxiliares. Não se acumula na cadeia alimentar. O KATANA é classificado como perigoso para o ambiente (N). Para proteger os organismos aquáticos, respeitar uma zona não tratada de 5 m em relação aos pontos de água. 7

8 A substância activa tende a distribuir-se nas primeiras camadas de solo com a solução herbicida e caracteriza-se pela sua baixa solubilidade em água que dificulta a sua translocação em profundidade e a contaminação dos lençóis freáticos. Hidrólise e fotólise, reguladas pela temperatura, são os principais responsáveis pela degradação da sulfonilureia no ambiente. Numerosos estudos e modelos aplicados, concluíram que o risco de contaminação dos lençóis freáticos por flazassulfurão, aplicados de acordo com as boas práticas agrícolas, é extremamente baixo. A aplicação das doses recomendadas, localizadas, o número reduzido de aplicações durante a campanha (1-2, no máximo) e a rápida degradação da s.a. no ambiente, contribuem para minimizar o risco da contaminação das águas superficiais e profundas Flazassulfurão - Resíduos no solo (ppb) dias 0-5 cm 5-10 cm 10-20cm Gráfico 2: Resultados dum teste realizado utilizando uma dose de produto igual a 200 g/ha (ISK, França; 1999). O produto é detectável em quantidades infinitesimais (ppb=partes por bilião) no solo, e a sua distribuição interessa somente nos primeiros 5 cm de solo. 8

9 Espectro de acção: I - DICOTILEDÓNEAS ANUAIS Amaranthus retroflexus Amaranthus hybridus Borago officinalis Calendula arvensis Capsella bursa pastoris Chenopodium album Cyperus rotundus/esculentus Daucus carota Diplotaxis catholica Erigeron canadensis Erodium cicutarium Erodium malacoïdes Galium aparine Geranium spp. Lamium purpureum Matricaria chamomilla Medicago orbuticularis Medicago lupulina Mercurialis annua Papaver rhoeas Picris echioïdes Polygonum aviculare Polygonum convolvulus Polygonum persicaria Portulaca oleracea Raphanus raphanistrum Senecio vulgaris Sinapis arvensis Solanum nigrum Sonchus oleraceus Sonchus spp. Stellaria media Tribulus terrestris Veronica persica Vicia lutea Moncos-de-perú Bredo-vermelho Borragem Erva Vaqueira bolsa-do-pastor Catassol Junça-de-conta Cenoura-brava Eruca selvagem Avoadinha Bico Cegonha Maria-fia Amor-de-hortelão Gerânio Lâmio-roxo Margaça Luzerna-de-fruto-lenticular Luzerna-brava Urtiga-morta Papoila Raspa Saias Sempre-noiva Corriola-bastarda Erva pessegueira Beldroega Saramago Tasneirinha Mostarda dos Campos Erva Moira Serralha Macia Serralha Morugem branca Abrolhos Veronica-da-pérsia Ervilhaca-amarela 9

10 Espectro de acção: II - DICOTILEDÓNEAS VIVAZES Convolvulus arvensis Conyza spp. Equisetum arvense Equisetum ramosissimum Malva neglecta Malva parviflora Malva sylvestris Oxalis pes-caprae Taraxacum officinale Salvia verbanacea Trifolium pratense Corriola Avoadinha Cavalinha-dos-campos Pinheirinha Malva redonda Malva Malva Silvestre Erva-pata Dente-de-leão Salva-dos-caminhos Trevo-violeta III - LILIÁCEAS Allium vineale Alho-das-vinhas IV - GRAMÍNEAS ANUAIS Digitaria sanguinalis Echinochloa crus galli Echinochloa colonum Lolium spp. Poa pratensis Setaria verticillata Setaria viridis Milhã-digitada Milhã-pé-de-galo Panico porporino Azevém Erva-de-febra Milhã-Verticilata Milhã-verde V - GRAMÍNEAS VIVAZES Bromus sterilis Cynodon dactylon Poa trivialis Fura-capa Grama Poa-comum EFICÁCIA Excelente Boa Média Baixa 10

11 Aplicações em pré e pós-emergência das infestantes O KATANA exerce a sua acção em pré-emergência das infestantes, com acção antigerminativa, garantindo uma protecção absoluta por alguns meses em função da dose escolhida e do momento de aplicação. Para as aplicações em pré-emergência das infestantes, recomenda-se que o solo esteja limpo e nivelado antes da aplicação. Deve evitar-se a presença de torrões que podem criar cones de sombra na distribuição do produto. Quando o KATANA é utilizado sozinho, é necessário adicionar um aderente não iónico em mistura com o herbicida. PRÉ-EMERGÊNCIA Tempo Em pós-emergência a maior eficácia é encontrada em mistura com 2-4 l/ha de glifosato (360 g/l) nos períodos de crescimento activo das infestantes (final do Inverno - Primavera e Outono). A sinergia obtida na mistura dos dois produtos resulta num aumento de eficácia (na flora de substituição) e alargamento do espectro de acção. NOTA: para uma melhor solubilidade no pulverizador adicionar primeiro o KATANA, agitar até ficar bem disperso e a seguir adicionar e manter o pulverizador em agitação durante a aplicação. PÓS-EMERGÊNCIA Tempo A acção residual é garantida também em pós-emergência das infestantes, sempre que o produto consiga chegar ao solo e em mistura com um aderente ou com glifosato. A persistência do produto depende da dose e da época de aplicação. Na generalidade dos casos, doses reduzidas de g/ha são consideradas suficientes para manter o controlo da vegetação espontânea até 4 a 6 meses após o tratamento, se a aplicação é feita durante o período outonal. Aplicações com estas doses, efectuadas na Primavera ou no fim do Inverno terão uma residualidade máxima de 3-5 meses. 11

12 DEGRADAÇÃO KATANA: Comparação entre aplicação outonal e aplicação primaveril. Baseado em estudos de campo: média de 20 observações realizadas no biênio , em diferentes áreas italianas APLIC. OUTONAL 60g APLIC. PRIMAVERIL Dose de Produto (grs/ha) Nov Dec Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out MESES Selectividade para as culturas O KATANA é selectivo em Vinha e Olival, desde que aplicado em conformidade com o rótulo. Em particular deve-se evitar a aplicação em plantações novas, ainda não bem lenhificadas e com o sistema radicular pouco desenvolvido, visto que uma dose excessiva de produto poderá ser absorvida e provocar fitotoxicidade. Durante a aplicação do produto é boa prática evitar pulverizar directamente as partes verdes da planta (varas não lenhificadas, folhas, etc.) visto que são capazes de absorver o produto. As regras normalmente utilizadas nas aplicações de glifosato garantem a selectividade máxima também no caso do flazassulfurão. Para iniciar: critérios para um controlo ponderado das infestantes com KATANA Antes de iniciar a aplicação de um produto herbicida ao solo é necessário considerar o agro-ecossistema em que vamos interferir. Na verdade, existem vários factores que influenciam o resultado de uma aplicação com KATANA e, em particular: 1.o tipo de terreno em que a cultura está instalada (especificamente a estrutura e textura), 2. o declive do terreno 3. o sistema de cultura em causa ( tipo de cultura, tipo de mobilização, sistema de irrigação, etc.) 4. a época de aplicação do herbicida 5. a dose 6. a composição da flora infestante que desejamos controlar Para obter um controlo das infestantes satisfatório em termos de eficácia, devem-se considerar estes factores muitas vezes interligados. Somente o seu conhecimento adequado pode garantir bons resultados em termos de eliminação da flora existente. 12

13 O solo: textura e declive do terreno KATANA tende a distribuir-se nas primeiras camadas do solo, no entanto, em presença de um terreno muito permeável (areias), o produto poderá ser lixiviado pela precipitação ou pela irrigação e acabar em contacto com as raízes da planta levando a uma possível reacção fitotóxica. Para evitar este fenómeno, a dose deveria ser mantida a um nível entre 60 e 80 g/ha tendo o cuidado de escolher a dose mínima em solos de fraca estrutura e em situações de alta pluviosidade. Em relação ao declive do terreno, não se deve esquecer que KATANA é um herbicida com largo espectro de acção que actua durante vários meses, em função da dose e do momento de aplicação. Por isso deveremos ter em conta a questão da erosão e evitar que plantações em declives se tornem desprovidas de cobertura herbácea no período de pluviosidade máxima. A cultura e a época de aplicação Em relação às características de persistência do produto, na sua actividade residual, é importante considerar a cultura e o sistema de cultivo em que operamos. Na vinha, podemos encontrar dois momentos em que a aplicação pode conferir os maiores benefícios: No Outono após a queda das folhas e quando o calo de cicatrização já está formado. Na maioria dos casos, uma aplicação neste período manterá o solo limpo até o final da Primavera (5-8 meses); No Final do Inverno/Primavera, ao aparecimento da flora infestante. Neste caso teremos o solo limpo durante 4 a 7 meses. Em alternativa, uma aplicação mais tardia na Primavera, pode ser interessante porque o KATANA tem uma boa actividade de contacto em pós-emergência. Contudo, este momento de aplicação reduz alguma acção residual do produto. Tratamento primaveril Tratamento outonal VINHA Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez 13

14 O Olival beneficia em particular da aplicação outonal, oferecendo uma limpeza na base da planta ou sobre toda a superfície do olival durante todo o período outonal e invernal (período da colheita) e até à Primavera seguinte. Tratamento outonal OLIVAL Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez A dose e o seu fraccionamento A dose registada para aplicações em Vinha é de 200 g/ha. Doses inferiores (até 60 g/ha) poderão ser utilizadas no Olival sendo o seu registo em extreme de 160 g/ha e g/ha em mistura extemporânea com 2-4l/ha de glifosato (360 g/l). O técnico deverá avaliar as condições de clima, presença e desenvolvimento das infestantes para tomar a decisão mais correcta no caso da aplicação em Olival. Tratamento primaveril Tratamento outonal OLIVAL Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez A composição da flora infestante O KATANA controla um elevado número de infestantes mono e dicotiledones anuais e também algumas vivazes. A tabela resumo da página 9 e 10 descreve a eficácia média verificada durante muitos anos de experimentação em diferentes condições agroclimáticas e em diferentes culturas sobre algumas das principais infestantes encontradas nos sistemas de cultivo analisados. Na maioria dos casos também doses reduzidas até g/ha de produto podem dar um satisfatório grau de controle das infestantes. 14

15 Casos particulares: controlo da flora de substituição No caso específico de algumas infestantes, doses reduzidas não são suficientes para garantir um controlo adequado. De seguida, alguns conselhos técnicos para o controlo de Cyperus sp., Convolvulus sp. e Equisetum arvense. Ao género Cyperus spp. (Junças) pertencem plantas que são capazes de se propagar por sementes, rizoma e por bolbilho. Um controlo adequado com Katana 25 WG é possível com duas aplicações repetidas, com um intervalo de aproximadamente 30 dias a uma dose de 100 g/ha cada uma. De facto, a primeira aplicação não é capaz de controlar os renovos de bolbilhos que ocorrem depois da primeira intervenção. É portanto necessário controlar estes renovos com a Segunda intervenção. Fotografia: Cyperus rotundus O controlo de Convolvulus sp. (Corriola) é possível com a combinação de uma aplicação Outonal a doses reduzidas de 60 g/ha, seguida de uma aplicação de 100g/ha na Primavera sobre plantas ainda jovens eventualmente emergidas depois do primeiro transplante. Fotografia: Convolvulus arvensis No caso de infestações de Equisetum sp. (Erva-cavalinha) obtém-se um bom controlo quando a aplicação de Katana 25 WG à dose de 200 g/ha, em mistura extemporânea com 2-3 l/ha de glifosato (360 g/l), recai no meio do Verão, no período de máxima expansão vegetativa da infestante. Fotografia: Equisetum arvense 15

16 Perfil do produto Substância activa Formulação Dose registada Dose mínima recomendada Indicação de utilização Intervalo de Segurança Classificação Toxicológica Embalagem 25% p/p flazassulfurão Grânulos Dispersíveis (WG) Vinha: 200 g/ha; Olival:160 g/ha g/ha 60 g/ha l/ha de glifosato (360 g/l) Herbicida de pré e pós emergência 60 dias em Vinha - 30 dias em Oliveira Não classificado 50 g, 200 g e 1 kg

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18 Para uma limpeza adequada do equipamento após a aplicação de fitofármacos Detergente aniónico particularmente indicado após o uso de herbicidas baseados em sulfonilureas. DOSE: 0,5 % do volume de ÁGUA utilizado PHYTNET produto específico para limpeza de equipamentos de pulverização Embalagens: 1 e 5 Litros Fabricado por: COMPTOIR COMMERCIAL DES LUBRIFIANTS Z.I. - Rue du Buisson du Roi LE MEUX Composição PHYTNET é um detergente líquido com amoníaco, sequestrante com tensioactivos aniónicos e não iónicos. Modo de acção Vantagens PHYTNET neutraliza os resíduos de herbicida em especial desactiva vestígios de sulfonilureias. O uso do produto evita o entupimento dos bicos dos injectores, nos pulverizadores e uma perfeita limpeza do equipamento impedindo que os resíduos se depositem nas paredes do pulverizador. Pela sua característica sequestrante, remove qualquer resíduo de cálcio presente na água utilizada. O uso constante de PHYTNET em cada mudança de produto, especialmente após o uso de herbicidas, impede a ocorrência de toxicidade residual garantindo ao mesmo tempo uma melhor manutenção e durabilidade do equipamento de aplicação. Limpeza e qualidade de aplicação O uso do Phytnet permite evitar a obstrução de bicos e filtros. A qualidade da distribuição (número, dimensão e repartição das gotículas) é assim garantida Espectro de distribuição de 2 bicos XR Volume (ml) Volume (ml) Bico sujo Bico limpo Baseados em testes laboratoriais Para a preparação de este folheto informativo, agradecemos a todos aqueles que contribuíram de várias maneiras (serviços fitossanitários, laboratórios, institutos técnicos, agricultores, etc) para a recolha, a avaliação e releitura das informações aqui contidas. 18

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20 Katana* Marca registada ISK BIOSCIENCES APV Nº Herbicida para vinha e olival. Grânulos dispersíveis em água contendo 25% (p/p) de flazassulfurão Distribuidor em Portugal: Agente autorizado: Lusosem produtos para agricultura, S.A. Rua General Ferreira Martins, nº10-9ºa ALGÉS Tel: , Fax:

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