CÂMARA MUNICIPAL DE BRASILÂNDIA Estado de Mato Grosso do Sul

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CÂMARA MUNICIPAL DE BRASILÂNDIA Estado de Mato Grosso do Sul"

Transcrição

1 1 PROJETO DE LEI Nº /07 Autor: Vereador Carlos Alberto dos Santos Dutra Estabelece normas para a substituição, poda e derrubada de árvores, bem como dispõe sobre a vegetação arbórea, monitoramento e estímulo à preservação das áreas verdes no município de Brasilândia e dá outras providências. O vereador Carlos Alberto dos Santos Dutra, exercendo seu mandato na Câmara Municipal de Brasilândia,, no uso das atribuições legais e nos termos do Artigo 158, 1, Inciso I do Regimento Interno desta Casa de Leis, apresenta o seguinte Projeto de Lei: Artigo 1º- Os fatores relativos à arborização, plantio, poda, corte, substituição, derrubada, remoção, proteção, conservação e monitoramento de árvores isoladas e associações vegetais públicas ou privadas do município de Brasilândia,, obedecidos os princípios da Constituição Federal, das disposições da legislação federal, estadual e municipal pertinentes ficam sujeitos às prescrições da presente Lei. Artigo 2º- Entende-se por árvore todo espécime representante do reino vegetal que possua sistema radicular, tronco, estipe ou caule lenhoso e sistema foliar, independentemente do diâmetro, da altura e da idade. TÍTULO I DAS ÁRVORES ISOLADAS Artigo 3 - É vedado o corte, derrubada ou prática de qualquer ação que possa provocar dano, alteração no desenvolvimento natural ou morte de árvore em bem público ou em terreno particular. CAPÍTULO I DO CORTE E DA DERRUBADA DE ÁRVORES SEÇÃO I DA PROPRIEDADE PARTICULAR Artigo 4º- Em caso de necessidade de substituição, poda ou derrubada de árvores deverá o munícipe interessado, direta ou por meio de profissional habilitado e credenciado junto ao Departamento Municipal de Meio Ambiente-DMMA, órgão da Secretaria Municipal de Agricultura, Desenvolvimento Econômico e Turismo - SEMADET, subordinar-se às exigências e às providências determinadas pelo Poder Público. Al. 1 Prof. Arthur Hoffig, nº 773 Centro Fone (67) CEP: Brasilândia-MS

2 2 Parágrafo Único- Somente após a realização da vistoria e expedição de autorização especial, se for o caso, poderá ser efetuada a derrubada ou o corte da árvore. Artigo 5º- O requerimento de autorização de corte de árvore deverá ser protocolado junto ao Departamento Municipal de Meio Ambiente, em formulário próprio, mediante solicitação do proprietário do imóvel ou seu representante legal, devidamente comprovado por título de propriedade do imóvel, talão do IPTU ou ITR, cópias de documentos pessoais ou procuração do titular, quando for o caso, e croqui indicando a (s) árvore (s) que pretende abater. Parágrafo 1º- Os pedidos de corte de árvore deverão ser assinados: I- Pelo proprietário do imóvel, ou seu representante legal, mediante procuração; II- Pelos proprietários dos imóveis envolvidos ou seus representantes legais, no caso de árvore (s) localizada (s) na divisa do imóvel; III- Pelo síndico ou presidente de entidade, com a apresentação da ata de sua eleição e da assembléia que deliberou sobre o assunto, contendo a concordância da maioria absoluta dos condôminos ou sócios; ou abaixoassinado, também com maioria absoluta, indicando o corte solicitado, no caso de árvores localizadas em condomínios e áreas associativas. Parágrafo 2 - Todos os proprietários mencionados no parágrafo anterior deverão juntar à solicitação de corte, os documentos citados no caput do Art. 5 desta Lei. Parágrafo 3 - No caso de corte de árvore com a justificativa de construção de muro, será firmado termo de compromisso para edificação num prazo máximo de 120 (cento e vinte dias) dias sob pena da imposição de penalidades previstas nesta Lei. Artigo 6 - No caso de construção civil, deverá o solicitante apresentar estudo ou projeto definitivo de ocupação do terreno e planta topográfica plani-altimétrica com a localização das árvores com diâmetro de tronco, caule ou estipe igual ou superior a 0,15 m (quinze centímetros) e uma altura de 1,30 m (um metro de trinta centímetros) a partir da base da árvore, para serem analisadas e receberem visto. Parágrafo 1º- Quando o diâmetro for inferior a 0,15 m (quinze centímetros), será dispensada a exigência da autorização especial, contanto que se proceda à prévia vistoria "in loco", a cargo de representante do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente COMDEMA, qualquer que seja a finalidade do procedimento. Parágrafo 2º- Após a expedição do Alvará de Construção o requerente deverá retornar ao Departamento Municipal de Meio Ambiente para obter a autorização para o corte das árvores especificadas no processo liberatório do Alvará. Artigo 7 - Na hipótese do processo liberatório de Alvará não tramitar junto ao Departamento Municipal de Meio Ambiente, por conter declaração inverídica relativa Al. 2 Prof. Arthur Hoffig, nº 773 Centro Fone (67) CEP: Brasilândia-MS

3 3 a inexistência de árvores no imóvel, o responsável técnico ou quem a emitiu, sofrerá as penalidades previstas nesta Lei. Artigo 8 - Seja qual for a justificativa, deverá a árvore abatida ser substituída, pelo plantio, no mesmo imóvel ou a entrega, ao município, de duas outras, de espécies recomendadas pelo Departamento Municipal de Meio Ambiente. Parágrafo 1 - O plantio ou entrega ao Município de mudas de árvores com altura mínima de 1,00 m (um metro), de essências florestais nativas ou que se prestem a arborização urbana, será obrigatório na construção civil de uso: I- residencial, com área total de edificação superior a 150,00m²: uma muda na mesma proporção ou por fração da área total de edificação; II- não residencial, com área de edificação superior a 90,00m²: uma muda na mesma proporção ou por fração da área total de edificação; III- industrial e destinada a usos especiais diversos, com área total de edificação superior a 60m²: uma muda para cada 20,00m² ou por fração da área total de edificação. Parágrafo 2 - O plantio das mudas referidas neste Artigo será fiscalizado quando da vistoria final, ficando a emissão do Certificado de Vistoria de Conclusão de Obra (Habite-se) condicionada ao cumprimento das disposições constantes deste Artigo. Artigo 9 - Fica estabelecido o pagamento de uma taxa de 1,0 (uma) UFMB por m² (metro quadrado) de construção civil, a ser recolhido junto aos cofres públicos da Prefeitura Municipal de Brasilândia para ser aplicado na implantação e recomposição de áreas verdes públicas. SEÇÃO II DA ARBORIZAÇÃO PÚBLICA Artigo 10 - A substituição, a poda ou a derrubada de árvores nas vias e áreas públicas são de competência exclusiva da Prefeitura Municipal de Brasilândia, nos termos dessa Lei, podendo ser executada: I- diretamente pelo órgão público; II- pelo munícipe interessado cuja árvore esteja localizada na testada de seu imóvel, desde que devidamente autorizado; III- por profissional ou empresa credenciada junto ao Departamento Municipal de Meio Ambiente, desde que atenda o estabelecido nos Artigos 4 a 8 desta Lei. Parágrafo 1º- Em caso de danos materiais provocados pela árvore e devidamente constatados pela fiscalização da Prefeitura Municipal, e após a expedição de autorização de corte, poderá o munícipe executar a remoção ou o transplante ou ainda solicitar ao Departamento Municipal de Meio Ambiente-DMMA que o faça, sem ônus para o interessado. Al. 3 Prof. Arthur Hoffig, nº 773 Centro Fone (67) CEP: Brasilândia-MS

4 4 Parágrafo 2 - Havendo necessidade de corte ou transplante de árvore, não enquadrado no parágrafo anterior, após a expedição da autorização, poderá o munícipe efetuá-lo ou solicitar que o DMMA o faça, mediante o recolhimento da taxa no valor da remoção prevista no Anexo I dessa Lei. Parágrafo 3 - Caberá à Administração Municipal proceder aos concretos e específicos atos de tombamento histórico de árvore isoladas ou coletivas, estabelecendo as regras para sua efetivação. Artigo 11- É vedada a fixação de placas, faixas, cartazes, holofotes, lâmpadas, bem como qualquer tipo de pintura na arborização pública. CAPÍTULO II DA PODA DE ÁRVORES Artigo 12- É vedada a poda excessiva ou drástica de arborização pública ou de árvores em propriedade particular que afete significativamente o desenvolvimento natural da copa. Parágrafo Único- Entende-se por poda excessiva ou drástica: I- o corte de mais de 50% do total da massa verde da copa; II- o corte de parte superior da copa, eliminando a gema apical; III- o corte de somente um lado da copa, ocasionando o desequilíbrio estrutural da árvore. Artigo 13- Os casos que não se enquadram no artigo anterior serão analisados pelo DMMA, e, havendo necessidade, será emitida licença especial. Parágrafo Único- Em se tratando de árvore em propriedade particular é dispensada a autorização especial para a execução de poda, para manutenção e formação da árvore, respeitando os parâmetros do Artigo 12, desta Lei. Artigo 14- As raízes e ramos de árvores que ultrapassarem a divisa extrema entre imóveis, poderão ser cortadas até o plano vertical divisório, pelo proprietário do imóvel invadido, nos termos do Art do Código Civil Brasileiro, após solicitação e avaliação por peritos da Prefeitura Municipal. TÍTULO II DAS FORMAÇÕES VEGETAIS Artigo 15- Fica o Poder Executivo autorizado a criar estímulos culturais e fiscais aos proprietários ou possuidores de terrenos integrantes do Setor Especial de Áreas Verdes do Município que gozarão de isenção ou redução do imposto imobiliário, proporcionalmente à taxa de cobertura florestal do terreno, destinadas a preservação do meio ambiente do município de Brasilândia. Parágrafo Único- A ocupação ou utilização dos terrenos situados no Setor Especial de Áreas Verdes do município será permitida mediante o estabelecimento de condições especiais de aproveitamento, aprovadas pelo Poder Executivo, ouvido Al. 4 Prof. Arthur Hoffig, nº 773 Centro Fone (67) CEP: Brasilândia-MS

5 5 o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente - COMDEMA que emitirá parecer conclusivo. Artigo 16- Integram o Setor Especial de Áreas Verdes do Município os terrenos e unidades de conservação cadastrados no DMMA ou órgão congênere da Prefeitura Municipal de Brasilândia que contenham áreas verdes denominados Bosques, Parques, Praças, Reservas, Estação e Monumentos ecológicos destinados a atividades educacionais, científicas e recreativas. Parágrafo Único- São consideradas bens públicos de uso comum do povo, nos ternos do Art. 99 do Código Civil Brasileiro, a vegetação que orna as estradas, ruas e praças do município, sendo vedada a modificação, remodelação ou remoção arbórea nessas áreas sem a prévia autorização legislativa. Artigo 17- Integram também as Áreas Verdes do Município sendo merecedoras de proteção, as matas nativas representativas da flora que visem à preservação de águas existentes, o "habitat" da fauna, a vegetação que garanta a estabilidade dos solos, a proteção paisagística e a manutenção da distribuição equilibrada dos maciços vegetais e florestais. Parágrafo Único- Caberá a política urbana do Município ordenar, nos termos do Art. 2º, Inciso XII da Lei /2001 (Estatuto da Cidade), a proteção, preservação e recuperação do meio ambiente natural e construído, do patrimônio cultural, histórico, artístico e arqueológico do município de Brasilândia. Artigo 18- É vedado o abate de árvores pelo Poder Público municipal no Setor Especial de Áreas Verdes do Município sem autorização prévia da Câmara Municipal de Brasilândia, ficando o mesmo, pelo não cumprimento, sujeito a responder por ato de improbidade administrativa (Art. 37, 5º e Art. 225, 3º da Constituição Federal). Parágrafo 1 - É proibido atear fogo em roçados, palhadas, capoeiras, matas, lavouras ou campos, bem como a derrubada de mata nativa ou exótica, sem autorização prévia e licença da Prefeitura Municipal através de seu órgão competente. Parágrafo 2 - É proibida a formação de pastagens no interior do perímetro urbano do Município. Artigo 19- As áreas de vegetação situadas em terrenos integrantes do Setor Especial de Áreas Verdes do Município não perderão a sua destinação específica, devendo ser recuperadas em caso de depredação total ou parcial. TÍTULO III DA FISCALIZAÇÃO CAPÍTULO I DA COMPETÊNCIA Al. 5 Prof. Arthur Hoffig, nº 773 Centro Fone (67) CEP: Brasilândia-MS

6 6 Artigo 20- A fiscalização e vistoria na arborização da cidade serão executadas por servidor municipal capacitado, devendo os laudos, pareceres e autorizações serem emitidos por servidor municipal portador de diploma universitário nas áreas de Agronomia, Engenharia Florestal e Biologia. Parágrafo único - Poderão emitir os documentos previstos no "caput" deste artigo também os servidores técnicos de nível médio devidamente habilitados perante o CREA e técnicos com especialização na área florestal. Artigo 21- O órgão público deverá, no prazo de 30 (trinta) dias, realizar o serviço requerido ou autorizar a sua realização, respondendo por escrito à solicitação, esclarecendo ao interessado o motivo em caso de sua não-realização. Parágrafo Único- Decorrido o prazo de 60 (sessenta) dias sem nenhuma das providências previstas no parágrafo anterior, estará o interessado autorizado a executar o serviço às suas expensas desde que em idêntico prazo informe ao órgão competente tê-lo realizado. CAPÍTULO II DAS PENALIDADES Artigo 22- O descumprimento às disposições da presente Lei sujeitará o responsável ao pagamento de multa, arbitrado em valores correspondente a Unidade Fiscal do Município de Brasilândia, UFMB, nas seguintes hipóteses: I- Corte não autorizado de árvores isoladas: 50 (cinqüenta) UFMB por árvore; II- Corte não autorizado de árvore em área de domínio público: 100 (cem) UFMB por árvore; III- Poda excessiva ou drástica, de que trata o Artigo 12 desta Lei: 25 (vinte e cinco) UFMB por árvore; IV- Corte de espécies consideradas de interesse de preservação pelo Poder Público Municipal: 150 UFMB por árvore; V- Corte de árvores não autorizadas em áreas com associações vegetais, matas nativas e do Setor Especial de Áreas Verdes definidas pelo Município: 100 UFMB por árvore. VI- Não-cumprimento do replantio ou da doação, na forma do Artigo 8º desta lei: 25 (vinte e cinco) UFMB por árvore; VII- Descumprimento ao Artigo 11 desta Lei: 25 (vinte e cinco) UFMB por árvore, obrigando-se o infrator a reparar o dano mediante orientação técnica do DMMA; VIII- Poda de raízes em arborização pública: 100 UFMB por árvore; IX- Prestar informação inverídica, conforme previsto no Artigo 7º desta Lei: 50 UFMB por árvore; X- Por infração ao Artigo 5º, Parágrafo 3º: 100 UFMB por árvore; Artigo 23- Em caso de reincidência, a multa será cobrada em dobro, independentemente da responsabilidade civil e penal cabíveis. Al. 6 Prof. Arthur Hoffig, nº 773 Centro Fone (67) CEP: Brasilândia-MS

7 7 Artigo 24- Os valores arrecadados na aplicação da presente Lei serão recolhidos ao Fundo Municipal de Meio Ambiente-FMMA, e aplicados especificamente na implantação e recuperação de áreas verdes públicas. CAPÍTULO III DO PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO Artigo 25- A apuração de qualquer infração dará origem à formação de processos administrativos que serão instruídos com os seguintes elementos: I- parecer técnico II- cópia da notificação III- outros documentos indispensáveis à comprovação do Auto IV- cópia do Auto de Infração V- atos e documentos de defesa apresentados pela parte infratora VI- decisão, no caso de recurso, e VII- despacho, aplicação da pena. Artigo 26- O Auto de Infração será lavrado pela autoridade ambiental que houver constatado, devendo conter: I- o nome da pessoa física ou jurídica autuada e respectivo endereço; II- local, hora e data da constatação da ocorrência; III- descrição da infração e menção do dispositivo legal ou regulamentar transgredido; IV- penalidade a que está sujeito o infrator e o respectivo preceito legal que autorize a sua imposição; ciência do autuado de que responderá pelo fato em processo administrativo; V- assinatura da autoridade competente; VI- assinatura do autuado, ou na sua ausência ou recusa, de duas testemunha e do autuante; VII- prazo de 05 (cinco) dias úteis, contados da notificação do Auto de Infração para o recolhimento da multa, quando aplicada, no caso do infrator abdicar do direito de defesa; VIII- prazo para interposição de recurso de 30 (trinta) dias. Artigo 27- Os servidores municipais ficam responsáveis pelas declarações que fizerem nos Autos de Infração, sendo passíveis de punição por falta grave, em caso de falsidade ou omissão dolosa. Artigo 28- O infrator será notificado para ciência da infração: I- pessoalmente; II- pelo Correio, comprovado com Aviso de Recebimento (AR); III- por Edital, se estiver em lugar incerto ou não sabido. Al. 7 Prof. Arthur Hoffig, nº 773 Centro Fone (67) CEP: Brasilândia-MS

8 8 Parágrafo 1 - Se o infrator for notificado pessoalmente e se recusar a exarar ciência, deverá essa circunstância ser mencionada expressamente pela autoridade que efetuou a notificação. Parágrafo 2 - O Edital referido no Inciso III deste Artigo será fixado no mural de avisos do prédio da Prefeitura Municipal e publicado na imprensa local, considerando-se efetivada a notificação 05 (cinco) dias após a publicação. Artigo 29- Apresentada ou não a defesa, ultimada a instrução do processo e uma vez esgotada os prazos para recursos, a autoridade ambiental proferirá a decisão final, dando o processo por concluído, notificando-se o infrator. Artigo 30- Mantida a decisão condenatória, total ou parcial, caberá recurso ao Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente - COMDEMA, se designado, no prazo de 10 (dez) dias de ciência ou publicação. Parágrafo 1 - O valor estipulado da pena de multa, cominado no Auto de Infração será corrigido pelos índices oficiais vigentes por ocasião da intimação para seu pagamento. Parágrafo 2 - A notificação para o pagamento da multa será feito mediante registro postal ou por meio de Edital publicado na imprensa local, se não localizado o infrator. Parágrafo 3 - O não recolhimento da multa, dentro do prazo fixado neste artigo, implicará na sua inscrição em Dívida Ativa e demais cominações contidas na legislação tributária municipal. Artigo 31- As infrações cometidas contra as disposições legais e regulamentares de ordem ambiental prescrevem em 05 (cinco) anos, respeitadas a legislação Estadual e Federal. Parágrafo Único- A prescrição interrompe-se pela notificação ou outro ato da autoridade competente que objetiva a sua apuração e conseqüentemente imposição de pena. TÍTULO IV DISPOSIÇÕES FINAIS Artigo 32- Fica a Secretaria Municipal de Agricultura, Desenvolvimento Econômico e Turismo SEMADET, através do Departamento Municipal de Meio Ambiente-DMMA, autorizada a expedir normas técnicas, padrões e critérios a serem aprovados pelo Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente COMDEMA, destinados a complementar essa Lei. Parágrafo Único- A SEMADET poderá solicitar o apoio operacional e logístico da Secretaria Municipal de Transporte, Obras Públicas e Serviços Urbanos sempre que necessário. Al. 8 Prof. Arthur Hoffig, nº 773 Centro Fone (67) CEP: Brasilândia-MS

9 9 Artigo 33- Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se os Artigos 195, 196, 197 e 198 com seus parágrafos e incisos da Lei Municipal 399/85, de 31 de maio de 1985 (Código de Postura do Município de Brasilândia), e demais disposições em contrário. ANEXO I TABELA DE COBRANÇA DE SERVIÇO Transplante de 01 (uma) árvore, independente do tamanho:...15 (quinze) UFMB Remoção de árvore com diâmetro até 20 cm:...6 (seis) UFMB Remoção de árvore com diâmetro superior a 20 cm:...10 (dez) UFMB Sala das sessões. Brasilândia, 7 de Setembro de Carlos Alberto dos Santos Dutra Vereador Al. 9 Prof. Arthur Hoffig, nº 773 Centro Fone (67) CEP: Brasilândia-MS

10 10 JUSTIFICATIVA: O Presente Projeto de Lei foi apresentado na abertura dos trabalhos legislativos do ano de Retirado de pauta pelo autor a pedido dos nobres vereadores, o mesmo aguardou nova redação e adequações que não vieram. Hoje, passado mais de um ano, eis que ele retorna, sendo reapresentado pelo Vereador Carlito, rogando dos nobres Vereadores pela sua aprovação. O Projeto de Lei justifica-se em razão da necessidade cada vez mais urgente de se criar em Brasilândia um aparato legal e normativo que dê proteção à natureza urbana e rural, em face dos atos da Administração e do Cidadão em geral, praticados contra à substituição, poda e derrubada de árvores e maciço de vegetações no município. Cumpre lembrar o município ter assistido passivamente no início do ano passado a remoção da totalidade do número de árvores que integrava a paisagem da Praça Santa Maria, de nosso município, prática, aliás, que foi entendida pelo senso comum da comunidade brasilandense como uma afronta ao princípio da razoabilidade administrativa que desprezou um dos patrimônios públicos mais caros do município com a supressão da natureza que ali fora implantada há mais de 30 anos por antigos prefeitos. De igual e injusta sorte, os moradores do bairro João Paulo da Silva e do bairro José Rodrigues da Silva, também apreciaram neste ano de 2007 a derrubada da famosa árvore do Bote, pés de manga e um antigo pé de Jequetibá-rei, que foram derrubados pelo Poder Público sem qualquer estudo ou amparo de legislação municipal. A respeito de árvores que representam verdadeiro patrimônio da municipalidade, é bom que se atente ao princípio da intangibilidade, o que em Direito Público quer dizer que os bens públicos são gravados pelo princípio da inacatabilidade. Ou seja, são bens que não se pode tocar, tamanha a sua importância e utilidade comum ao patrimônio de uma comunidade. No caso das árvores mencionadas acima, isso sequer foi levado em conta. E tudo isso por falta de legislação que obrigasse o Poder Público a promover um estudo e consultar o parecer do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente- COMDEMA, o que o presente Projeto de Lei está a propor, como um lamento em defesa do meio ambiente. Como se sabe, máxima do Direito Público, ao contrário do que ocorre com o cidadão comum que pode fazer tudo o que a lei não proíbe; ao administrador, ele só pode fazer o que a lei autoriza. Por essa razão o presente Projeto de Lei apresenta-se como um libelo em defesa da sobrevivência das árvores de nossa cidade. Ele tem o intuito de Al. 10 Prof. Arthur Hoffig, nº 773 Centro Fone (67) CEP: Brasilândia-MS

11 11 estabelecer normas que impeça a derrubada indiscriminada de árvores. Atinge tanto os particulares que, via de regra, derrubam árvores ao seu bel prazer, sem qualquer sansão sob seus atos, por absoluta falta de legislação que coíba tais atos, como também alcança o administrador público quando este pratica a derrubada irregular de árvores protegidas pelo múnus público. O Projeto de Lei visa também garantir, entre outras coisas, a reposição, por parte de quem remover uma árvore, devolvendo à natureza o que dela foi retirada. O Projeto de Lei, por fim, é um alerta na defesa do meio-ambiente urbano de Brasilândia. Busca valorizar a participação da comunidade através do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente COMDEMA, bem como dá suporte teórico e legal ao recém-criado Departamento Municipal de Meio Ambiente-DMMA para propor ações e coibir abusos cometidos contra a natureza. O presente Projeto de Lei tem como objetivo maior estabelecer normas que melhorem a nossa convivência dos cidadãos com o meio ambiente. Porque é o meio ambiente que nos devolve todos os dias, os cuidados e a proteção que lhe dedicamos. Razão pela qual contamos com a aprovação pelos nobres pares dessa Casa de Leis e a sanção desse Projeto de Lei pelo Poder Executivo Municipal de Brasilândia. Sala das sessões. Brasilândia, 07 de Setembro de Carlos Alberto dos Santos Dutra Vereador Al. 11 Prof. Arthur Hoffig, nº 773 Centro Fone (67) CEP: Brasilândia-MS

DISCIPLINA O CORTE DE ÁRVORES NO MUNICÍPIO DE CRICIÚMA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS

DISCIPLINA O CORTE DE ÁRVORES NO MUNICÍPIO DE CRICIÚMA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS LEI Nº 5849, de 4 de julho de 2011. DISCIPLINA O CORTE DE ÁRVORES NO MUNICÍPIO DE CRICIÚMA, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS O PREFEITO MUNICIPAL DE CRICIÚMA, Faço saber a todos os habitantes deste Município,

Leia mais

LEI Nº 1226, DE 12 DE SETEMBRO DE 2003.

LEI Nº 1226, DE 12 DE SETEMBRO DE 2003. LEI Nº 1226, DE 12 DE SETEMBRO DE 2003. DISPÕE SOBRE O MANEJO, A PODA E O CORTE DE VEGETAÇÃO DE PORTE ARBÓREO E ARBUSTIVO EXISTENTE OU QUE VENHA A EXISTIR NO MUNICÍPIO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. JOAQUIM

Leia mais

LEI Nº 1.982, DE 30 DE AGOSTO DE 2010

LEI Nº 1.982, DE 30 DE AGOSTO DE 2010 LEI Nº 1.982, DE 30 DE AGOSTO DE 2010 DISCIPLINA O CORTE E A PODA DE VEGETAÇÃO DE PORTE ARBÓREO EXISTENTE NO MUNICÍPIO DE BARUERI E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. RUBENS FURLAN, Prefeito do Município de Barueri,

Leia mais

LEI Nº 10.365 - de 22 DE SETEMBRO DE 1987

LEI Nº 10.365 - de 22 DE SETEMBRO DE 1987 LEI Nº 10.365 - de 22 DE SETEMBRO DE 1987 Disciplina o corte e a poda de vegetação de porte arbóreo existente no Município de São Paulo, e dá outras providências. Jânio da Silva Quadros, Prefeito do Município

Leia mais

O PREFEITO DO MUNICIPIO DE ARACAJU

O PREFEITO DO MUNICIPIO DE ARACAJU DISPÓE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA ARBORIZAÇÃO NO MUNICÍPIO DE ARACAJU E DÁ PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO DO MUNICIPIO DE ARACAJU seguinte Lei: Faço saber que a Câmara de Vereadores aprovou e eu sanciono a Art.

Leia mais

Disciplina o corte e a poda de vegetação de porte arbóreo existente no município de São Paulo.

Disciplina o corte e a poda de vegetação de porte arbóreo existente no município de São Paulo. LEI Nº 10.365, DE 22 DE SETEMBRO DE 1987. Disciplina o corte e a poda de vegetação de porte arbóreo existente no município de São Paulo. JÂNIO DA SILVA QUADROS, Prefeito do Município de São Paulo, usando

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 101/2014. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

PROJETO DE LEI Nº 101/2014. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES PROJETO DE LEI Nº 101/2014 Dispõe sobre a Regulamentação para registro e funcionamento de Meios de Hospedagem no Município de Foz do Iguaçu, exceto Hotéis, Flats, Apart-Hotéis, Hotéis-Residência e Similares.

Leia mais

LEI ORDINÁRIA Nº 1.068/03, de 5 de junho de 2003

LEI ORDINÁRIA Nº 1.068/03, de 5 de junho de 2003 LEI ORDINÁRIA Nº 1.068/03, de 5 de junho de 2003 Disciplina a arborização urbana no Município de Imperatriz e dá outras providências. JOMAR FERNANDES PEREIRA FILHO, PREFEITO MUNICIPAL DE IMPERATRIZ, ESTADO

Leia mais

LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997

LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997 LEI Nº 11.427 DE 17 DE JANEIRO DE 1997 Dispõe sobre a conservação e a proteção das águas subterrâneas no Estado de Pernambuco e dá outras providências Capítulo I - Da conservação e proteção das águas subterrâneas

Leia mais

Regulamenta o art. 21 da Lei no 9.985, de 18 de julho de 2000, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza.

Regulamenta o art. 21 da Lei no 9.985, de 18 de julho de 2000, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. DECRETO Nº 5.746, DE 5 DE ABRIL DE 2006 Regulamenta o art. 21 da Lei no 9.985, de 18 de julho de 2000, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº 013 24 DE MARÇO DE 2015. GABINETE DO PREFEITO

PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº 013 24 DE MARÇO DE 2015. GABINETE DO PREFEITO 1 PROJETO DE LEI MUNICIPAL Nº 013 24 DE MARÇO DE 2015. GABINETE DO PREFEITO Altera a Lei nº 1456/2013, que dispõe sobre as taxas de serviços ambientais, institui seus valores, dispõem sobre sanções pelas

Leia mais

DECRETO Nº 50.077, DE 6 DE OUTUBRO DE 2008 Regulamenta o artigo 50 da Lei nº 14.223, de 26 de setembro de 2006, o qual dispõe sobre a celebração de

DECRETO Nº 50.077, DE 6 DE OUTUBRO DE 2008 Regulamenta o artigo 50 da Lei nº 14.223, de 26 de setembro de 2006, o qual dispõe sobre a celebração de DECRETO Nº 50.077, DE 6 DE OUTUBRO DE 2008 Regulamenta o artigo 50 da Lei nº 14.223, de 26 de setembro de 2006, o qual dispõe sobre a celebração de termos de cooperação com a iniciativa privada, visando

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 11.867 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2002. (publicada no DOE nº 243, de 18 de dezembro de 2002) Cria os procedimentos

Leia mais

LEI Nº 9.074, DE 18 DE JANEIRO DE 2005. O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 9.074, DE 18 DE JANEIRO DE 2005. O Povo do Município de Belo Horizonte, por seus representantes, decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 9.074, DE 18 DE JANEIRO DE 2005 Dispõe sobre a regularização de parcelamentos do solo e de edificações no Município de Belo Horizonte e dá outras providências. O Povo do Município de Belo Horizonte,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Penápolis

Prefeitura Municipal de Penápolis EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA DE VEREADORES DO I\[UNICÍPIO DE PENÂpOLIS - SI'. Mensagem 51, de 23 de setembro de 2013. Por meio deste, a par dos nossos cumprimentos, encaminhamos para apreclaçao

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO PUBLICADO EM PLACAR Em / / PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS LEI COMPLEMENTAR Nº 173, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2008. Faço saber que: Dispõe sobre permissão de uso, de espaço público, aéreo e subsolo, para instalação

Leia mais

LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo)

LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Dispõe sobre o licenciamento para o exercício de atividades econômicas e sem fins lucrativos no âmbito do

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

DISCIPLINA O COMÉRCIO DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO NO MUNICÍPIO DE CURITIBA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS

DISCIPLINA O COMÉRCIO DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO NO MUNICÍPIO DE CURITIBA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS LEI Nº 13.914 de 23 de dezembro de 2011 Publicada no DOM de 27/12/2011 DISCIPLINA O COMÉRCIO DE ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO NO MUNICÍPIO DE CURITIBA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS CÂMARA MUNICIPAL DE CURITIBA, CAPITAL

Leia mais

II Desenho na escala de 1:100 (uma para cem); III Cotas necessárias à perfeita compreensão do projeto; 1º - O projeto simplificado deverá apresentar:

II Desenho na escala de 1:100 (uma para cem); III Cotas necessárias à perfeita compreensão do projeto; 1º - O projeto simplificado deverá apresentar: Institui Projeto Simplificado e dispõe sobre a forma de apresentação de projetos de construção de edificações residenciais unifamiliares, e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE GUARATINGUETÁ

Leia mais

LEI Nº 2.474, DE 19 DE MAIO DE 2015.

LEI Nº 2.474, DE 19 DE MAIO DE 2015. LEI Nº 2.474, DE 19 DE MAIO DE 2015. Estabelece multa para maus-tratos a animais e sanções administrativas a serem aplicadas a quem os praticar, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, no âmbito do Município

Leia mais

DECRETO Nº 19.034, DE 14 DE MAIO DE 2015.

DECRETO Nº 19.034, DE 14 DE MAIO DE 2015. DECRETO Nº 19.034, DE 14 DE MAIO DE 2015. Regulamenta a Lei Complementar nº 757, de 14 de janeiro de 2015, que estabelece regras para a supressão, o transplante ou a poda de espécimes vegetais no Município

Leia mais

Áreas Verdes Urbanas Legislação Municipal de Curitiba. 1º Curso em Treinamento sobre Poda em Espécies Arbóreas Florestais e de Arborização Urbana

Áreas Verdes Urbanas Legislação Municipal de Curitiba. 1º Curso em Treinamento sobre Poda em Espécies Arbóreas Florestais e de Arborização Urbana DÂMARIS DA SILVA SERAPHIM * O Município de Curitiba tem sido citado como exemplo por possuir um índice excelente de cobertura vegetal, uma vez que tem em vista a preservação e/ou conservação da vegetação,

Leia mais

DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,

DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, DECRETO Nº 42.992, DE 20 DE MARÇO DE 2003 Regulamenta disposições da Lei n 13.478, de 30 de dezembro de 2002, alterada pela Lei nº 13.522, de 19 de fevereiro de 2003, que instituiu a Taxa de Resíduos Sólidos

Leia mais

Decreto nº 50.446/09 Município de São Paulo. Foi publicado no Diário Oficial do Município de São Paulo o Decreto Nº 50.446, de 20 de fevereiro de

Decreto nº 50.446/09 Município de São Paulo. Foi publicado no Diário Oficial do Município de São Paulo o Decreto Nº 50.446, de 20 de fevereiro de Decreto nº 50.446/09 Município de São Paulo. Foi publicado no Diário Oficial do Município de São Paulo o Decreto Nº 50.446, de 20 de fevereiro de 2009 que regulamenta o transporte de produtos perigosos

Leia mais

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE SERVIÇOS LEGISLATIVOS

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE SERVIÇOS LEGISLATIVOS Autor: Poder Executivo LEI COMPLEMENTAR Nº 343, DE 24 DE DEZEMBRO DE 2008 - D.O. 24.12.08. Cria o Programa Mato-grossense de Regularização Ambiental Rural MT LEGAL, disciplina as etapas do Processo de

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE JAGUARAÇU ESTADO DE MINAS GERAIS

PREFEITURA MUNICIPAL DE JAGUARAÇU ESTADO DE MINAS GERAIS ATA DE REGISTRO DE PREÇOS/CONTRATO Nº004-B/2016 PROCESSO LICITATÓRIO Nº018/2016 MODALIDADE: PREGÃO PRESENCIAL N 006/2016 VALIDADE: 12 (doze) meses O Município de Jaguaraçu, neste ato representado por seu

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº. 14/2013.

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº. 14/2013. PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº. 14/2013. ESTABELECE NORMAS PARA CONCESSÃO DE ALVARÁ DE LICENÇA DE LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE FEIRAS E EVENTOS COMERCIAIS, DE CARÁTER ITINERANTE E (OU) TEMPORÁRIO NO

Leia mais

CÂMARA DE FISCALIZAÇÃO E REGISTRO. REGULAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DO SISTEMA CFA/CRAs

CÂMARA DE FISCALIZAÇÃO E REGISTRO. REGULAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DO SISTEMA CFA/CRAs CÂMARA DE FISCALIZAÇÃO E REGISTRO REGULAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DO SISTEMA CFA/CRAs JANEIRO DE 2015 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) C755r Conselho Federal de Administração. Regulamento

Leia mais

CAPÍTULO I DA FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

CAPÍTULO I DA FUNDAMENTAÇÃO LEGAL INSTRUÇÃO NORMATIVA, N.º 09, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2002. Aprovada: Resolução/CD nº 37/2002 - D.O 222, de 18/11/02, seção 1, p.86 e B.S. nº 46, de 18/11/02 Define diretrizes básicas da atividade de fiscalização

Leia mais

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe confere a Lei Orgânica do Município, e

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe confere a Lei Orgânica do Município, e DECRETO Nº 063/2013-GP. Regulamenta e implementa a Lei Complementar Federal n 123 de 14 de Dezembro de 2006 e a Lei Geral Municipal da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte n 216, de 18 de dezembro

Leia mais

DECRETO Nº 32159 DE 19 DE ABRIL DE 2010. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais,

DECRETO Nº 32159 DE 19 DE ABRIL DE 2010. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais, DECRETO Nº 32159 DE 19 DE ABRIL DE 2010 Altera o Decreto nº 28.002, de 30 de maio de 2007 e dá outras providencias. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais, DECRETA: Art.

Leia mais

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA MUNICIPAL DE MACAÉ GABINETE DO PREFEITO

ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA MUNICIPAL DE MACAÉ GABINETE DO PREFEITO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA MUNICIPAL DE MACAÉ GABINETE DO PREFEITO Lei nº 3010/2007. Disciplina o plantio, o replantio, a poda, a supressão, o transplante e o uso adequado e planejado da arborização

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 003, de 13 de Abril de 2012. (Publicado no DODF, Nº 78 de 19 de abril de 2012).

RESOLUÇÃO Nº 003, de 13 de Abril de 2012. (Publicado no DODF, Nº 78 de 19 de abril de 2012). RESOLUÇÃO Nº 003, de 13 de Abril de 2012. Disciplina os procedimentos a serem observados nos processos administrativos instaurados pelo prestador de serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 51/2014

PROJETO DE LEI N.º 51/2014 PROJETO DE LEI N.º 51/2014 CRIA O ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO PROVISÓRIO PARA O FUNCIONAMENTO E A INSTALAÇÃO DE ATIVIDADES ECONÔMICAS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS Rui Valdir Otto Brizolara, Prefeito Municipal

Leia mais

Considerando a necessidade de uniformização de procedimentos na formalização e instrução de processos de fiscalização no Crea-ES.

Considerando a necessidade de uniformização de procedimentos na formalização e instrução de processos de fiscalização no Crea-ES. Ato 015/2004 Dispõe sobre a formalização, trâmite, procedimentos, infringências e valores de multas das Notificações e Autos de Infração NAIs e da outras providências. O Presidente do Conselho Regional

Leia mais

LEI Nº 977, DE 24 DE ABRIL DE 2014.

LEI Nº 977, DE 24 DE ABRIL DE 2014. LEI Nº 977, DE 24 DE ABRIL DE 2014. Regulamenta os serviços funerários no Município de Chapadão do Sul e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Chapadão do Sul, Estado de Mato Grosso do Sul, no

Leia mais

Art. 2º A instalação dos equipamentos mencionados no artigo 1º não será permitida nos seguintes locais:

Art. 2º A instalação dos equipamentos mencionados no artigo 1º não será permitida nos seguintes locais: Resolução nº 001, de 25 de outubro de 2005 Estabelece normas para a instalação e operação de Estações de Rádio-Base ERB, microcélulas de telefonia celular, de rádio-difusão, de TV e equipamentos afins,

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia Av. João Naves de Ávila, 2121 Campus Santa Mônica CP 593 38400-902 Uberlândia MG

Universidade Federal de Uberlândia Av. João Naves de Ávila, 2121 Campus Santa Mônica CP 593 38400-902 Uberlândia MG RESOLUÇÃO N o 08/2010, DO CONSELHO DIRETOR Dispõe sobre a utilização de espaços físicos da Universidade Federal de Uberlândia para a promoção de eventos artísticos, científicos, culturais, esportivos,

Leia mais

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016 Diário Ofi cial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 126 (26) 27

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016 Diário Ofi cial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 126 (26) 27 sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016 Diário Ofi cial Poder Executivo - Seção I São Paulo, 126 (26) 27 Deliberação CEE-138, de 11-2-2016 Fixa normas para autorização de funcionamento e supervisão de estabelecimentos

Leia mais

SEGUNDA ATUALIZAÇÃO DA ATA DE REGISTRO DE PREÇOS Nº.006/2015 PREGÃO PRESENCIAL Nº.008/2015. VALIDADE: 01/04/2016

SEGUNDA ATUALIZAÇÃO DA ATA DE REGISTRO DE PREÇOS Nº.006/2015 PREGÃO PRESENCIAL Nº.008/2015. VALIDADE: 01/04/2016 SEGUNDA ATUALIZAÇÃO DA ATA DE REGISTRO DE PREÇOS Nº.006/2015 PREGÃO PRESENCIAL Nº.008/2015. VALIDADE: 01/04/2016 Aos três dias do mês de junho de 2015, o Município de Santo Antônio da Patrulha/RS, neste

Leia mais

PORTARIA Nº 22, DE 1º DE ABRIL DE 2008.

PORTARIA Nº 22, DE 1º DE ABRIL DE 2008. Sistema Integrado de Normas Jurídicas do Distrito Federal PORTARIA Nº 22, DE 1º DE ABRIL DE 2008. Estabelece normas complementares necessárias à aplicação da Lei nº 3.914, de 05 de dezembro de 2006, regulamentada

Leia mais

DECRETO Nº 10.254, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2005.

DECRETO Nº 10.254, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2005. DECRETO Nº 10.254, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta o Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana no âmbito do Município de Porto Velho e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA DECRETO Nº 1401

PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA DECRETO Nº 1401 DECRETO Nº 1401 Dispõe sobre o uso temporário do recuo frontal obrigatório no Município de Curitiba. O PREFEITO MUNICIPAL DE CURITIBA, CAPITAL DO ESTADO DO PARANÁ, no uso das atribuições legais que lhe

Leia mais

Prefeitura Municipal de Ipiranga do Norte

Prefeitura Municipal de Ipiranga do Norte Lei nº 400, de 21 de março de 2013. DISPÕE SOBRE IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE INSPEÇÃO MUNICIPAL - SIM DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL E VEGETAL NO MUNICIÍPIO DE IPIRANGA DO NORTE-MT E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

Lei Municipal N.º 1414

Lei Municipal N.º 1414 Câmara Municipal de Volta Redonda Estado do Rio de Janeiro Lei Municipal N.º 1414 Art. 126 - Para que seja concedido habite-se parcial ou total é necessário o registro prévio de declaração do autor do

Leia mais

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004

HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 RESOLUÇÃO Nº 145/04. Palmas, 08 de dezembro de 2004 HOMOLOGADA PELO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO EM 09/12/2004 REVOGADA RESOLUÇÃO Nº 145/04 Palmas, 08 de dezembro de 2004 Fixa normas para criação e autorização de funcionamento de instituições de educação

Leia mais

DECRETO N.º 33763 DE 5 DE MAIO DE 2011

DECRETO N.º 33763 DE 5 DE MAIO DE 2011 DECRETO N.º 33763 DE 5 DE MAIO DE 2011 Regulamenta os incentivos e os benefícios fiscais relacionados à realização da Copa das Confederações de 2013, da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Prefeitura Municipal de Santa Maria Secretaria Geral de Governo DECRETO EXECUTIVO Nº159 DE 07 DE JULHO DE 2006

Estado do Rio Grande do Sul Prefeitura Municipal de Santa Maria Secretaria Geral de Governo DECRETO EXECUTIVO Nº159 DE 07 DE JULHO DE 2006 DECRETO EXECUTIVO Nº159 DE 07 DE JULHO DE 2006 Estabelece Normas para o Requerimento de Licença Temporária para Realização de Eventos em geral, no Município de Santa Maria e dá outras providências. O PREFEITO

Leia mais

A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO

A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO ESTADO DA PARAÍBA PREFEITURA MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA Assessoria Técnica SEPLAM Sobre a Lei Nº 12.145, DE 08 DE SETEMBRO DE 2011. A OUTORGA ONEROSA DE ALTERAÇÃO DE USO REFERÊNCIAS LEGAIS Lei 10.257/01

Leia mais

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 Disciplina a celebração de convênios e operações de crédito com previsão de ingresso de recursos financeiros que beneficiem órgãos e entidades da Administração

Leia mais

II os lotes poderão se escolhidos pelos interessados segundo a Planta Geral e de Zoneamento do LIC-SUL;

II os lotes poderão se escolhidos pelos interessados segundo a Planta Geral e de Zoneamento do LIC-SUL; LEI Nº1508/2011 DATA: 14 de julho de 2011. SÚMULA: Cria o Loteamento Industrial, Comercial e de Prestadores de Serviços Sul de Sinop LIC/SUL regulamenta e autoriza a doação com encargos de lotes para fins

Leia mais

DECRETO Nº 244, DE 28 DE AGOSTO 2015. Art. 3º. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

DECRETO Nº 244, DE 28 DE AGOSTO 2015. Art. 3º. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. DECRETO Nº 244, DE 28 DE AGOSTO 2015 Dispõe sobre credito adicional suplementar no valor de R$ 31.628,16 e dá outras providências. JUVENIL CIRELLI, Prefeito da Estância Turística de Salto, Estado de São

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÕES PREGÃO ELETRÔNICO Nº 10/2008

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÕES PREGÃO ELETRÔNICO Nº 10/2008 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÕES PREGÃO ELETRÔNICO Nº 10/2008 ATA DO REGISTRO DE PREÇOS CONTRATAÇÃO DE EMPRESA DO RAMO DE PRESTAÇÃO DE

Leia mais

REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES.

REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES. REGULAMENTO DAS INSPETORIAS, REPRESENTAÇÕES E DAS COMISSÕES AUXILIARES DE FISCALIZAÇÃO-CAFs CAPÍTULO I DAS INSPETORIAS E REPRESENTAÇÕES Seção I Da Natureza e Finalidade das Inspetorias Art. 1º A Inspetoria

Leia mais

Dispõe sobre a defesa da sanidade animal e vegetal no Estado do Tocantins. Regulamentação

Dispõe sobre a defesa da sanidade animal e vegetal no Estado do Tocantins. Regulamentação LEI Nº 1082, DE 1º DE JULHO DE 1999. Dispõe sobre a defesa da sanidade animal e vegetal no Estado do Tocantins. Regulamentação O Governador do Estado do Tocantins, Faço saber que a Assembléia Legislativa

Leia mais

PORTARIA INTERSETORIAL SDM/FATMA Nº 01, de 05/11/2002

PORTARIA INTERSETORIAL SDM/FATMA Nº 01, de 05/11/2002 PORTARIA INTERSETORIAL SDM/FATMA Nº 01, de 05/11/2002 "Estabelece que a exploração e a supressão de produtos florestais nativos em qualquer modalidade, no Estado de Santa Catarina, dependem da emissão,

Leia mais

Parágrafo 2o - O Certificado é assinado pelo presidente do CONRE ou por seu substituto legal.

Parágrafo 2o - O Certificado é assinado pelo presidente do CONRE ou por seu substituto legal. RESOLUÇÃO CONFE Nº 129, DE 25 DE AGOSTO DE 1982. Dispõe sobre o Certificado Especial de Habilitação, registro provisório, registro definitivo, baixa e reativação de registro de estatístico, transferência

Leia mais

Anexo H MINUTA DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS - PJ

Anexo H MINUTA DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS - PJ Anexo H MINUTA DE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS - PJ CONTRATO n /2007 Contrato de Prestação de Serviços de Consultoria / Instrutoria, que entre si celebram o SERVIÇO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Leia mais

ATA DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO PREGÃO ELETRÔNICO AA 22/2014 - BNDES

ATA DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO PREGÃO ELETRÔNICO AA 22/2014 - BNDES ATA DE JULGAMENTO DE IMPUGNAÇÃO AO PREGÃO ELETRÔNICO AA 22/2014 - BNDES Aos 11 (onze) dias do mês de julho de 2014, reuniram-se pregoeiro e equipe de apoio, indicados por intermédio do Ato de Designação

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO DAS MEDIDAS DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA INSTITUIÇÃO DAS MEDIDAS DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL LEI N. 1.486, DE 17 DE JANEIRO DE 2003 Dispõe sobre a Defesa Sanitária Animal no Estado do Acre e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que a Assembléia Legislativa

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005.

INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005. INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA N 66, DE 12 DE MAIO DE 2005. O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 24,

Leia mais

Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009

Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009 Decreto Nº 13.840 de 21/09/2009 Dispõe sobre estágios no âmbito da Administração Pública Direta e Indireta do Estado do Piauí para estudantes regularmente matriculados e com frequência efetiva, vinculados

Leia mais

O Licenciamento Ambiental Municipal

O Licenciamento Ambiental Municipal O licenciamento ambiental é um dos instrumentos da política nacional do meio ambiente, sendo definido como o procedimento administrativo utilizado pelo órgão ambiental competente para licenciar a localização,

Leia mais

Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados nos casos de Autorização para remoção de vegetação e dá outras providências.

Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados nos casos de Autorização para remoção de vegetação e dá outras providências. RESOLUÇÃO SMAC Nº 497 DE 6 DE SETEMBRO DE 2011. Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados nos casos de Autorização para remoção de vegetação e dá outras providências. O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE MEIO

Leia mais

Dispõe sobre a Cotação Eletrônica de Preços no Estado do Rio Grande do Sul.

Dispõe sobre a Cotação Eletrônica de Preços no Estado do Rio Grande do Sul. LEI Nº 13.179, DE 10 DE JUNHO DE 2009 Business Online Comunicação de Dados Dispõe sobre a Cotação Eletrônica de Preços no Estado do Rio Grande do Sul. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Faço

Leia mais

Quarta-feira, 14 de Maio de 2014 N 628

Quarta-feira, 14 de Maio de 2014 N 628 LEI N 812 de 12 de maio de 2014. Institui a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica - NFS-e, a Ferramenta de Declaração Eletrônica de Serviços - DES, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE GUAPIMIRIM,,

Leia mais

A Câmara Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

A Câmara Municipal de São José dos Pinhais, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.714, DE 25 DE ABRIL DE 2011 Institui o Sistema de Estacionamento Rotativo pago, nas vias e logradouros públicos denominado Zona Azul São José dos Pinhais. A Câmara Municipal de São José dos Pinhais,

Leia mais

DECRETO Nº 13.397 DE 07 DE AGOSTO DE 2014

DECRETO Nº 13.397 DE 07 DE AGOSTO DE 2014 DECRETO Nº 13.397 DE 07 DE AGOSTO DE 2014 Regulamenta a realização de parceria com a iniciativa privada e a sociedade civil organizada para manutenção de espaços públicos no Município de Fortaleza. O PREFEITO

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 777 de 19/10/07 DOU 30/11/07

Instrução Normativa RFB nº 777 de 19/10/07 DOU 30/11/07 Instrução Normativa RFB nº 777 de 19/10/07 DOU 30/11/07 Estabelece procedimentos de credenciamento de funcionários de entidades autorizadas a emitir certificados de origem, para fins de acesso ao sistema

Leia mais

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010

PODER EXECUTIVO. Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 Publicado no D.O de 18.02.2010 DECRETO Nº 42.301 DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 REGULAMENTA O SISTEMA DE SUPRIMENTOS NO ÂMBITO DO PODER EXECUTIVO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O GOVERNADOR

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE INDAIATUBA

CÂMARA MUNICIPAL DE INDAIATUBA CEP: 13.339-140 --lndaiatuba- SP PROJETO DE LEI N l :.t- /12 "Cria reserva de vagas para idosos, pessoas com deficiência ou pessoas com mobilidade física reduzida em estacionamento de uso público." REINALDO

Leia mais

L E I n º 5 3 9 / 2 0 1 2 d e 0 6 d e j u l h o d e 2 0 1 2.

L E I n º 5 3 9 / 2 0 1 2 d e 0 6 d e j u l h o d e 2 0 1 2. L E I n º 5 3 9 / 2 0 1 2 d e 0 6 d e j u l h o d e 2 0 1 2. Disciplina o serviço de transporte de passageiros em veículos de aluguel (táxi). A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE ITAQUIRAÍ, ESTADO DE MATO GROSSO

Leia mais

Ministério da Fazenda SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS

Ministério da Fazenda SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS PROJETO BÁSICO GESER Nº 04/07 FISCALIZAÇÃO DA OBRA DE IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO 1. OBJETO Contratação de empresa especializada para prestação de serviços de fiscalização

Leia mais

DECRETO Nº 47.950, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2006

DECRETO Nº 47.950, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2006 DECRETO Nº 47.950, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2006 Regulamenta a Lei nº 14.223, de 26 de setembro de 2006, que dispõe sobre a ordenação dos elementos que compõem a paisagem urbana do Município de São Paulo. GILBERTO

Leia mais

PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve:

PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve: PORTARIA MJ Nº 2.523, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 DOU 18.12.2008 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso das suas atribuições, resolve: Art. 1º Aprovar as Normas Procedimentais da Comissão de Anistia, na

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRANCA Secretaria Municipal de Finanças Divisão de Licitações e Compras

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRANCA Secretaria Municipal de Finanças Divisão de Licitações e Compras MINUTA Fls. 1 PROCESSO - nº 41.506/10 Aos dias do mês de do ano de dois mil e dez, na sede da Prefeitura Municipal de Franca, localizada na Rua Frederico Moura nº 1517, neste município de Franca, compareceram

Leia mais

O Estado de São Paulo dispõe do Programa Estadual de Regularização de Núcleos Habitacionais - Cidade Legal, doravante denominado de Cidade Legal.

O Estado de São Paulo dispõe do Programa Estadual de Regularização de Núcleos Habitacionais - Cidade Legal, doravante denominado de Cidade Legal. O Estado de São Paulo dispõe do Programa Estadual de Regularização de Núcleos Habitacionais - Cidade Legal, doravante denominado de Cidade Legal. Em resumo, o programa fornece, mediante convênio de cooperação

Leia mais

INSTITUTO DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE DO SERVIDOR PÚBLICO DE SENADOR CANEDO ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE SENADOR CANEDO ANEXO IX

INSTITUTO DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE DO SERVIDOR PÚBLICO DE SENADOR CANEDO ESTADO DE GOIÁS PREFEITURA MUNICIPAL DE SENADOR CANEDO ANEXO IX ANEXO IX CONTRATO Nº -----/2015 CONTRATO DE CREDENCIAMENTO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS EM CONSULTAS MÉDICAS, S.A.D.T. E CIRURGIAS DOS SERVIDORES DO MUNICIPIO DE SENADOR CANEDO CELEBRADO ENTRE O IAMESC E A

Leia mais

PORTARIA Nº 131, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2008

PORTARIA Nº 131, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2008 PORTARIA Nº 131, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2008 Estabelece os requisitos técnicos e procedimentos para credenciamento de empresas prestadoras de serviço de vistoria em veículos automotores. O DIRETOR DO DEPARTAMENTO

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.494, de 20 de novembro de 2015. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.494, de 20 de novembro de 2015. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.494, de 20 de novembro de 2015. Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

CONTRATO ADMINISTRATIVO N.º 039/2015 PROCESSO N.º 0464/2015 19/06/2015 LAUDO MÉDICO PERICIAL

CONTRATO ADMINISTRATIVO N.º 039/2015 PROCESSO N.º 0464/2015 19/06/2015 LAUDO MÉDICO PERICIAL CONTRATO ADMINISTRATIVO N.º 039/2015 PROCESSO N.º 0464/2015 19/06/2015 LAUDO MÉDICO PERICIAL I Das Partes CLÁUSULA PRIMEIRA Pelo presente Instrumento e na melhor forma de direito, de um lado o SERVIÇO

Leia mais

Disciplina procedimento para autorização de supressão de exemplares arbóreos nativos isolados.

Disciplina procedimento para autorização de supressão de exemplares arbóreos nativos isolados. DELIBERAÇÃO COPAM Nº 304, DE 27 DE JULHO DE 2007. Disciplina procedimento para autorização de supressão de exemplares arbóreos nativos isolados. O Secretário-Adjunto, no exercício do cargo de Secretário

Leia mais

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças TERMO DE REFERÊNCIA

Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças TERMO DE REFERÊNCIA TERMO DE REFERÊNCIA Código de Classificação: 13.02.01.15 1 DO OBJETO: A presente licitação tem por objeto a contratação de empresa para prestação dos serviços de cobertura securitária (seguro) para assegurar

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO PORTARIA N.º 652, DE 19 DE MAIO DE 2011 RESOLVE: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO PORTARIA N.º 652, DE 19 DE MAIO DE 2011 RESOLVE: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS PORTARIA N.º 652, DE 19 DE MAIO DE 2011 A SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições legais, especialmente em referência ao disposto no artigo 25, da Constituição Federal de 1988, e ao

Leia mais

MUNICÍPIO DE PORTO FERREIRA Estado de São Paulo DIVISÃO DE SUPRIMENTOS Seção de Licitações e Contratos

MUNICÍPIO DE PORTO FERREIRA Estado de São Paulo DIVISÃO DE SUPRIMENTOS Seção de Licitações e Contratos INSTRUÇÕES GERAIS PARA OBTENÇÃO DO C.R.C. (CERTIFICADO DE REGISTRO CADASTRAL), CONFORME DISPOSTO NA LEI Nº 8.666/93 1. CADASTRAMENTO 1.1 PROCEDIMENTO 1.1.1 A empresa interessada em obter o Certificado

Leia mais

LEI Nº 3.219, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006

LEI Nº 3.219, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006 LEI Nº 3.219, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006 Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal de Meio Ambiente, dá outras providências sobre o Fundo Municipal de Meio Ambiente, revoga e altera disposições indicadas

Leia mais

MENSAGEM Nº 02/10. Senhor presidente,

MENSAGEM Nº 02/10. Senhor presidente, MENSAGEM Nº 02/10 Senhor presidente, Tenho a honra de encaminhar a Vossa Excelência, a fim de ser submetido à deliberação dessa augusta Câmara Municipal, o incluso Projeto de Lei que institui o Programa

Leia mais

MUNICÍPIO DE DOURADOS ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL. REVOGADA PELA LEI Nº 3.548, DE 13.04.2012

MUNICÍPIO DE DOURADOS ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL. REVOGADA PELA LEI Nº 3.548, DE 13.04.2012 REVOGADA PELA LEI Nº 3.548, DE 13.04.2012 LEI N 2.295 DE 19 DE OUTUBRO DE 1999. Dispõe sobre o Incentivo Fiscal para a cultura, cria o Fundo Municipal da Cultura - FMC no Município de Dourados - MS e dá

Leia mais

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA No- 2, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2015

SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA No- 2, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2015 SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA No- 2, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2015 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso das atribuições

Leia mais

Prefeitura Municipal De Belém Secretaria Municipal de Finanças

Prefeitura Municipal De Belém Secretaria Municipal de Finanças DECRETO MUNICIPAL N 35416, DE 25 DE JUNHO DE 1999. 02/07/99. Regulamenta a Lei n 7.850,17 de Outubro de 1997, que dispõe sobre a concessão de incentivos fiscais para a realização de Projetos Culturais

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 13.467, DE 15 DE JUNHO DE 2010. (publicada no DOE nº 112, de 16 de junho de 2010) Dispõe sobre a adoção de

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 002 ANTAQ, DE 14 DE OUTUBRO DE 2008. Fixa os critérios e procedimentos para a realização de concursos públicos de provas e títulos, destinados ao provimento dos cargos efetivos do

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe confere a Lei Orgânica Municipal,

O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe confere a Lei Orgânica Municipal, DECRETO N.º 060 /2013. REGULAMENTA A NOTA FISCAL DE SERVIÇOS ELETRÔNICA NO MUNICÍPIO DE ARACATI E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO MUNICIPAL DE ARACATI, no uso de suas atribuições legais, conforme lhe

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 205, DE 2014

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 205, DE 2014 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 205, DE 2014 Dispõe sobre a regulamentação da profissão de sanitarista e técnico sanitarista, e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Capítulo I Disposição preliminar

Leia mais

Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em. Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais

Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em. Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais Regimento Interno do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Minas, Metalúrgica e de Materiais I DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO GERAL Art. 1 O Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Minas, Metalúrgica

Leia mais

ESTADO DE SÃO PAULO PORTARIA IAC/DG... REGIMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRICULTURA TORPICAL E SUBTROPICAL

ESTADO DE SÃO PAULO PORTARIA IAC/DG... REGIMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRICULTURA TORPICAL E SUBTROPICAL ESTADO DE SÃO PAULO PORTARIA IAC/DG... REGIMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRICULTURA TORPICAL E SUBTROPICAL O Diretor Técnico de Departamento resolve elaborar e implantar o Regimento do Programa de Pós-Graduação

Leia mais

RESOLUÇÃO N 28, DE 6 DE JULHO DE 2012

RESOLUÇÃO N 28, DE 6 DE JULHO DE 2012 RESOLUÇÃO N 28, DE 6 DE JULHO DE 2012 Dispõe sobre o registro e sobre a alteração e a baixa de registro de pessoa jurídica de Arquitetura e Urbanismo nos Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados

Leia mais

SERViÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE FONE

SERViÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE FONE SERViÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL SUPERINTENDÊNCIA DO DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE FUNDO DE DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE FONE INSTRUÇÃO PARA APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DE PROJETOS Recife

Leia mais

CLÁUSULA SEGUNDA Este contrato entrará em vigor por prazo indeterminado após sua publicação e registro em Ofício de Notas competente.

CLÁUSULA SEGUNDA Este contrato entrará em vigor por prazo indeterminado após sua publicação e registro em Ofício de Notas competente. Pelo presente instrumento particular, a COMPANHIA DE ÁGUAS E ESGOTOS DO RIO GRANDE DO NORTE (CAERN), inscrita no CNPJ n.º 08.334.385/0001-35, com sede na Avenida Sen. Salgado Filho, n 1555, bairro Tirol,

Leia mais