Instalação de Sistema de Microgeração Solar Fotovoltaico

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1 Instalação de Sistema de Microgeração Solar Fotovoltaico Parecer de acesso de sistemas conectados à rede (on-grid) Interpretação da norma resolutiva NR-482 da ANEEL Para a conexão do sistema fotovoltaico à rede elétrica, precisamos observar com atenção todos os itens estabelecidos pelas normas específicas emitidas pela agência reguladora Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). A norma resolutiva 482 informa a potência limite de conexão para os sistemas de micro e minigeração, o tempo necessário para a conexão dos sistemas solares fotovoltaicos e a utilização da potência excedente gerada. Atualmente, o mercado livre de energia não está permitido para sistemas fotovoltaicos conectados à rede elétrica de residência, porém, no futuro, há possibilidade de isso ocorrer. Espera-se que o excedente de energia produzida em sistema solar fotovoltaico possa ser comercializado entre consumidores e empresas comercializadoras. Interpretação da norma resolutiva NR-687 da ANEEL A norma resolutiva 687 atualizou a norma 482 e tem por objetivo melhorar e facilitar a conexão do sistema solar fotovoltaico à rede da concessionária de energia. Antes dessa norma, cada concessionária de energia tinha um processo particular para a conexão e compensação de energia. A resolução 687 estabelece um processo único de conexão do sistema à rede; da mesma forma, a documentação foi padronizada e deverá ser seguida por todas as concessionárias de energia. A resolução alterou os valores de potência dos sistemas fotovoltaicos, havendo uma redução para a definição de microgeração, que passou de 100 KWp para 75 KWp, e um aumento para 5 MWp para a minigeração. Outra mudança na norma foi a redução do tempo limite de conexão do sistema fotovoltaico. Antes havia um limite máximo de 90 dias para a conexão de um sistema solar fotovoltaico na rede da concessionária. Esse valor veio a ser alterado para 36 dias, na melhor das hipóteses. Entretanto, para potências superiores, utilizase outra base de tempo. Com a nova resolução é possível efetuarmos a compensação de energia em diversas instalações, mesmo para titulares com diferentes CPFs. Para tal, é necessário constituir uma cooperativa entre as pessoas que desejam utilizar essa geração de energia excedente.

2 Documentos para a conexão do sistema na rede Para obter a relação de documentos necessários para entrega à concessionária, é preciso acessar o site da ANEEL ( no qual encontra-se as orientações relacionadas à concessão e à autorização de geração. Figura 1 Orientações relacionadas à concessão e à autorização de geração. Nessa documentação, está incluído um formulário de solicitação de acesso para microgeração distribuída, conforme se vê na Figura 2:

3 Figura 2 Formulário de solicitação de acesso à microgeração distribuída com potência superior a 10 KW. Fonte: AES ELETROPAULO, Na documentação que deve ser anexada e enviada à concessionária é preciso constar as seguintes informações: ART do responsável pelo projeto elétrico e pela instalação do sistema fotovoltaico. Diagrama unifilar da ligação do sistema fotovoltaico contemplando a geração e a distribuição de energia. Descritivo executivo da instalação do sistema. Dados presentes do site da ANEEL para a caracterização de um sistema solar fotovoltaico conectado à rede. Listas das unidades consumidoras participantes no processo de compensação de energia. Cópia de instrumento jurídico que comprove a cooperativa. Todos esses documentos devem ser anexados e enviados à concessionária em conjunto com o protocolo de acesso presente na norma. Diagramas e esquemas Ilustramos nas Figuras 3, 4, 5 e 6 seguir alguns exemplos de diagramas para tipos distintos de conexão. Figura 3 Padrão 1 de ligação para baixa tensão.

4 Figura 4 Padrão 2 de ligação para baixa tensão. Figura 5 Padrão 1 de ligação para média tensão. Figura 6 Padrão 2 de ligação para média tensão.

5 Exigências para efetuar o parecer de acesso Entre as quatro etapas previstas pelo Prodist da ANEEL ( br) para a conexão de redes elétricas, em seu módulo 3 (Acesso aos Sistemas de Distribuição), são obrigatórias apenas as duas últimas para micro e minigeração (descritas na seção 3.7 do documento): Etapa 1 Consulta de acesso (opcional). Etapa 2 Informação de acesso (opcional). Etapa 3 Solicitação de acesso (obrigatória). Etapa 4 Parecer de acesso (obrigatória). Com a nova resolução 687, foram revistos os procedimentos padrão e prazos determinados que as concessionárias devem cumprir na conexão à rede de um sistema de micro e minigeração, em que se encaixa a geração solar fotovoltaica e também outras fontes renováveis. Figura 7 Etapas para conexão de instalação à rede (os prazos para micro e minigeração são diferentes). Solicitar um parecer de acesso não é tão complexo como pode parecer. Desde que sejam seguidas as recomendações da norma, ele seguirá um processo bastante rápido e organizado. Solicitação de acesso A solicitação de acesso é o requerimento formulado pelo solicitante que, uma vez entregue à concessionária, implica a prioridade de atendimento de acordo com a ordem cronológica de protocolo. A solicitação de acesso deve conter: o projeto das instalações de conexão, incluindo memorial descritivo, localização, arranjo físico e diagramas, conforme a seção 3.3 do Prodist; documentos e informações solicitados previamente pela distribuidora. Entrega da documentação na concessionária Para a entrega da documentação, será preciso de antemão criar um projeto executivo em conjunto com o formulário para sistemas conectados à rede, documento pelo qual a concessionária consolida os estudos e as avaliações de viabilidade da solicitação de acesso para uma conexão ao sistema elétrico e informa ao consumidor os prazos e as condições de acesso.

6 Acompanhamento A maioria das concessionárias de energia utiliza meios eletrônicos de comunicação para informar ao solicitante sobre o andamento do processo de liberação de sistema solar fotovoltaico. Esse acompanhamento deve ser efetuado de modo contínuo, para que não ultrapasse o tempo estimado, previsto por norma para a entrega do sistema. Quadro 1 Etapas e prazos para conexão de um sistema fotovoltaico (micro e minigeração) Fonte: PRODIST, ANEEL, seção3.7.

7 Parecer de acesso Emissão do parecer com a definição das condições de acesso O parecer de acesso deve ser encaminhado pela concessionária em até 15 dias após o recebimento da solicitação de acesso no caso de microgeração e em até 30 dias no caso de minigeração. Esse documento estabelece um acordo celebrado entre consumidor e concessionária, descreve e define as atribuições, responsabilidades e o relacionamento técnico-operacional do ponto de conexão e instalações, incluindo as condições de compensação de energia elétrica, os modelos de contratos, as tarifas aplicáveis e as responsabilidades do solicitante. Esses contratos devem ser celebrados no prazo máximo de 120 dias, sem o que o parecer de acesso perderá sua validade. Visita técnica da concessionária Após o parecer técnico positivo, o requerente deve pedir uma solicitação de vistoria à instalação do sistema solar concluída. A concessionária terá até sete dias para realizar a vistoria, quando haverá a visita de um técnico da concessionária na residência para observar como foi feita a instalação e se o sistema instalado corresponde ao sistema dimensionado e documentado, que foi enviado anteriormente à concessionária. Comissionamento do sistema Recomenda-se que antes do processo de visitação da concessionária seja efetuado um comissionamento do sistema de geração de energia solar. Esse comissionamento tem por objetivo identificar se o sistema está funcionando de acordo com o que a concessionária deseja, para que assim não tenhamos problemas no momento da visita técnica. O primeiro item que devemos ter atenção é a polaridade dos módulos. É de extrema importância que ao final da instalação seja efetuada uma medição da tensão de circuito aberto do sistema, para garantirmos que o sistema está produzindo a tensão estipulada no projeto. Então, colocamos os módulos em curtocircuito para verificarmos se eles apresentam a corrente estipulada, multiplicamos os valores de tensão e de corrente e verificamos se eles entregam para o inversor a potência de projeto dimensionada. É importante verificar nesse comissionamento se o sistema tem as devidas proteções estipuladas pelas concessionárias de energia, sendo que alguns padrões para qualquer concessionária são os seguintes: Tempo de desligamento do sistema, quando houver uma queda de energia das concessionárias, de 2 segundos. Tempo de religamento do sistema, quando houver a reenergização da rede, de 180 segundos. O inversor deve funcionar de maneira a desfazer o paralelismo caso ocorra desligamento, antes da subsequente tentativa de religamento (o sistema gerador de energia solar não pode gerar energia enquanto não houver energização da rede da concessionária procedimento conhecido como ilhamento, cuja função é evitar a energização da rede em momentos de manutenção pelos técnicos da

8 concessionária). Essas são as recomendações de maior importância que devemos analisar no sistema, além de identificar se os polos positivos e os negativos estão isolados da terra. Se por algum motivo esse aterramento não estiver isolado, o sistema apresentará perda de energia, ou seja, a estrutura pode ter um módulo com isolamento danificado. Liberação do ponto de conexão Ao ser concluída a visita técnica da concessionária, haverá um prazo adicional de até cinco dias para emissão da liberação do ponto de conexão. Essa permissão tem por objetivo informar que o sistema está apto para ser conectado à rede e que não há necessidade de alteração no projeto ou no sistema. Assinatura do contrato de permissão Após a liberação do ponto de conexão, o solicitante e a concessionária irão assinar um contrato para a geração e distribuição da energia produzida na residência do solicitante. Esse documento informa o tempo limite em que é possível utilizar os créditos gerados pelo sistema solar fotovoltaico. Atualmente, a legislação prevê o tempo total de 60 meses para a utilização desses créditos, que podem abater o consumo de energia em outro imóvel com o mesmo número de CPF registrado na conta e na mesma concessionária. Outra opção é utilizar, a partir da geração compartilhada, os créditos em outra residência que esteja em uma cooperativa criada para a produção de energia. Ao ser assinado o contrato, o solicitante assume a responsabilidade de não provocar aumento de geração, porque qualquer alteração na geração pode ocasionar problemas de dimensionamento e acidentes durante a manutenção das linhas de distribuição de energia pela concessionária. Entrega do sistema solar conectado à rede Após a assinatura do contrato com a concessionária, partimos para o próximo passo: o de entregar o sistema solar fotovoltaico em pleno funcionamento para o solicitante. A ligação do sistema à rede será realizada pela concessionária e deverá ser acompanhada pelo instalador. Projeto executivo É de praxe que os projetistas entreguem o projeto executivo para o solicitante. Nesse projeto, deve-se descrever como foi instalado o sistema e as condições seguidas no processo de instalação. Sempre que possível, é de extrema importância informar a quantidade de módulos e a potência de cada módulo. Essa informação é pertinente às condições elétricas dos módulos. É essencial colocar os dados encontrados nos datasheet dos manuais dos módulos fotovoltaicos, no caso de haver necessidade de efetuar manutenção ou alteração dos módulos. Deve-se informar como foi efetuada a ligação do arranjo fotovoltaico, mencionando as quantidades de módulos ligados em série ou paralelo, e indicar as características do arranjo, como corrente, tensão e potência instaladas do sistema.

9 Devem ser citadas as características elétricas do inversor, com os dados de seu datasheet. Essas informações são encontradas nos manuais e fundamental para possíveis substituições do inversor, em caso de queima ou quebra. É essencial que todas as características sejam informadas para que não haja risco de substituição por outro inversor com características de menor capacidade. Outra informação que deve ser apresentada no projeto executivo trata das características dos componentes de proteção utilizados. Uma vez que para qualquer substituição todas as características dos componentes de proteção devem estar à disposição, seria interessante a disponibilização desses manuais com as respectivas fotos de cada um dos componentes. Nas características dos componentes elétricos, deve-se colocar como foi feita a sua ligação; para isso, utilizamos a representação dos diagramas elétricos unifilares ou multifilares. Também devem ser indicadas nesse documento todas as informações de potência produzida, o valor do investimento no sistema, bem como o tempo de retorno financeiro. Essa é uma informação de maior importância no projeto executivo, pois nele é demostrada a rentabilidade do sistema, se ele foi ou não sustentável. Com essas informações, concluímos um processo de projeto executivo que deverá ser entregue tanto à concessionária como ao proprietário do sistema fotovoltaico.

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