SUGESTÃO DE TERMO DE REFERÊNCIA



Documentos relacionados
TERMO DE REFERÊNCIA ELABORACÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL (RCA) REFERENTE À ATIVIDADE DE LEVANTAMENTO SÍSMICO

ANEXO CHAMADA III DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES PARA GESTÃO E AVALIAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO ESTADUAIS

TERMO DE REFERENCIA PARA ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL RCA PARA LICENCIAMENTO DE ÁREAS DE LAZER DE MÉDIO PORTE

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE PALMAS DIRETORIA DE CONTROLE AMBIENTAL GERÊNCIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

ANEXO II PORTARIA Nº 420, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 TERMO DE REFERÊNCIA DE RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL PARA REGULARIZAÇÃO DE RODOVIAS RCA

1. INTRODUÇÃO 2. DADOS DO EMPREENDEDOR:

Termo de Referência para Elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) TR GERAL

TOMO II SUMÁRIO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A ELABORAÇÃO DE PLANOS DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS

Etapas do planejamento e da elaboração de um estudo de impacto ambiental

4. ÁREA DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO

ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA

EIA/ RIMA - TERMINAL BRITES

CONCEITOS DE AVALIAÇÃO, ESTUDOS E RELATÓRIOS DE IMPACTOS AMBIENTAIS

FICHA PROJETO - nº 172 MA

Estudo de Impacto Ambiental

PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRO REUTER

TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE ESTUDO DE VIABILIDADE AMBIENTAL - EVA

ANEXO IV PORTARIA Nº 421, DE 26 DE OUTUBRO DE 2011 RELATÓRIO DE CONTROLE AMBIENTAL - RCA. TERMO DE REFERÊNCIA Conteúdo Mínimo

Plano Diretor e Geral do Aeroporto e Requisitos para Aprovação do Projeto

GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA SUDEMA Superintendência de Administração do Meio Ambiente

AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS E SUAS RELAÇÕES COM A FAUNA SILVESTRE. Universidade Federal de Viçosa, eshamir@ufv.br

BACIAS HIDROGRÁFICAS E O MEIO AMBIENTE Profa Dra Lilza Mara Boschesi Mazuqui

GEOPROCESSAMENTO COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE NOS IMPACTOS AMBIENTAIS: MINERADORA CAMPO GRANDE TERENOS/MS.

GESTÃO AMBIENTAL. Avaliação de Impactos Ambientais ... Camila Regina Eberle

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO AMBIENTAL

ATE XXII. Índice Conclusões LT 500 kv Marimbondo II - Campinas e Subestações Associadas Conclusões do Empreendimento 1/1

1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDEDOR

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

Disciplina Ciências do Ambiente Prof. Dra. Elizete A. Checon de Freitas Lima Unesp, Campus de Ilha Solteira

ÍNDICE. 7 - Conclusão... 1/ EIA-RL Janeiro de 2015 Rev. nº 00. LT 500 KV ESTREITO FERNÃO DIAS Estudo de Impacto Ambiental - EIA 1/1

FACULDADE DE ENGENHARIA

Missão. Objetivos Específicos

ROTEIRO PARA A ELABORAÇÃO DO RAS - Obras de Telecomunicação

SUMÁRIO I. CARACTERIZAÇÃO DO PROJETO... I 1

6 - Áreas de Influência Delimitação das Áreas de Influência Área de Influência Direta (AID)... 2

Impactos Ambientais UFCG/UAEC/LABORATÓRIO DE HIDRÁULICA CIÊNCIAS DO AMBIENTE PROFESSORA - MÁRCIA RIBEIRO

SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE COMAM DELIBERAÇÃO NORMATIVA Nº 12 DE 11 DE NOVEMBRO DE 1992

REGULAMENTO TÉCNICO DA SEGURANÇA AMBIENTAL EM ATIVIDADES ESPACIAIS

Instruções Técnicas Licenciamento Prévio para Destinação Final de RESIDUOS DE FOSSA SÉPTICA

DELIBERAÇÃO CECA/CN Nº 4.888, DE 02 DE OUTUBRO DE 2007

Dúvidas e Esclarecimentos sobre a Proposta de Criação da RDS do Mato Verdinho/MT

MINUTA DO TERMO DE REFERÊNCIA PARA ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA PROJETO DE DESTINAÇÃO FINAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS ATERRO SANITÁRIO.

Termo de Referência para Elaboração do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) TR GERAL

Programa de Apoio a Infraestrutura Local... 1/7

É a alteração no meio ambiente ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade humana.

Proposta de Criação da Floresta Estadual José Zago. Consulta Pública

AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS. Professora: Andréa Carla Lima Rodrigues

PLANO DIRETOR DE TRANSPORTE E MOBILIDADE DE BAURU - PLANMOB

ATIVIDADES DE MINERAÇÃO. A FMMA coloca-se a disposição dos interessados para dirimir possíveis dúvidas sobre esta instrução normativa.

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE ~ SEA INSTitUTO ESTADUAL DO AMBIENTE -INEA

As Questões Ambientais do Brasil

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte

PREFEITURA MUNICIPAL DE TAPEJARA SECRETARIA DE AGRICULATURA E MEIO AMBIENTE

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001

LEGISLAÇÃO FLORESTAL APLICADA. Docentes Eng. Ftal. Irene Tosi Ahmad Eng. Agr. Renata Inês Ramos

Termo de Referência nº Antecedentes

A P R E S E N T A Ç Ã O

Flávio Ahmed CAU-RJ

MATRIZ CURRICULAR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL. Válida para os acadêmicos ingressantes a partir de 2010/1

IMPACTOS AMBIENTAIS EM ÁREA DE RIO SÃO FRANCISCO, PETROLINA PE.

ANEXO II GUIA DE FORMULAÇÃO DO PROJETO

RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL RIMA

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011.

GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA SUDEMA Superintendência de Administração do Meio Ambiente

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental;

PASSIVOS AMBIENTAIS EM PPP s

Plano de Monitoramento dos Impactos Sociais do Projeto de Carbono no Corredor de Biodiversidade Emas-Taquari

Política Ambiental das Empresas Eletrobras

FICHA PROJETO - nº383-mapp

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)

Reserva da Biosfera da Amazônia Central

ESTUDO DE IMPACTO DE VIZINHANÇA - EIV. Mário Barreiros

CURSO: GESTÃO AMBIENTAL

TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10

LICENCIAMENTO AMBIENTAL DE EMPREENDIMENTOS HIDRELÉTRICOS

1.ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL (EIA)

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

ANEXO XII TERMO DE REFERÊNCIA RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL OBRAS DE MOBILIDADE URBANA DA COPA DO MUNDO 2014

Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental

Conselho Gestor APA DA VÁRZEA RIO TIETÊ GTPM

I ENCONTRO NACIONAL entre a ANEEL e o MINISTÉIRO PÚBLICO

Instruções Técnicas para Apresentação de Projetos de Bases de Apoio a Empresas Transportadoras de Cargas e Resíduos - Licença de Instalação (LI) -

INSTRUÇÕES PARA TRATAMENTO SOCIOAMBIENTAL PROJETOS DE SANEAMENTO BÁSICO (ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO)

EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO

ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO, PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA.

PORTARIA FEPAM N.º 127/2014.

Informações Básicas para Licenciamento de PARCELAMENTO DE SOLO PARA FINS RESIDENCIAIS Licença Prévia

DOCUMENTO TÉCNICO DO PROJETO

PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PMGIRS

Eficácia da AIA X planejamento. Planejamento: definição da abrangência e alcance

PLANO DE AÇÃO NACIONAL DO PATO MERGULHÃO

PROGRAMA PETROBRAS SOCIOAMBIENTAL: Desenvolvimento Sustentável e Promoção de Direitos

3º SIMPÓSIO DE OBRAS RODOVIÁRIAS

PRODETUR NACIONAL RIO DE JANEIRO APÊNDICE H-1 PROJETOS DE SANEAMENTO BÁSICO (ÁGUA E ESGOTAMENTO SANITÁRIO)

GLOSSÁRIO: - MEIO URBANO; - UNIDADES DE CONSERVAÇÃO AMBIENTAL; - RISCOS AMBIENTAIS; - IMPACTO SIGNIFICATIVO.

Transcrição:

BRASIF S.A. Administração e Participações SUGESTÃO DE TERMO DE REFERÊNCIA - Estudo de Impacto Ambiental - EIA - Relatório de Impacto Ambiental - RIMA FAZENDA FORNO GRANDE Município de Castelo-ES Termo de Referência Makoto Ambiental Nº. MMAS 001/2009 Vitória ES, Março de 2009. Av. Américo Buaiz, 501 Enseada do Suá - Ed. Victória Office Tower Torre Norte Sala 114 29050-911 - Vitória-ES Telefax: (27) 3314.1916 Email: makoto@makotoambiental.com.br

ÍNDICE 1. CARACTERIZAÇÃO GERAL DA ÁREA...03 2. O EMPREENDIMENTO PROPOSTO...03 3. SUGESTÃO...04 ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL EIA... 04 1. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO...04 1.1. Identificação do Empreendedor...04 1.2. Localização do Empreendimento...04 1.3. Histórico do Empreendimento...04 1.4. Objetivos e Justificativas do Empreendimento...04 1.5. Investimentos...04 1.6. Empreendimentos Associados...05 1.7. Compatibilidade do Empreendimento com Planos e Programas Governamentais...05 1.8. Alternativas de Localização...05 1.9. Cronograma...05 1.10. Legislação Ambiental...05 2. DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO...05 2.1. Processo de Implantação...05 2.2. Características Operacionais...06 2.3. Efluentes Líquidos...06 2.4. Resíduos Sólidos...06 2.5. Ruídos e Vibrações...06 2.6. Emissões Atmosféricas...06 2.7. Consumo e Sistema de Abastecimento de Água...07 2.8. Consumo e Sistema de Energia Elétrica...07 1

2.9. Caracterização da Infraestrutura...07 2.10. Mão de obra...07 3. DELIMITAÇÃO DAS ÁREAS DE INFLUÊNCIA...07 4. DIAGNÓSTICO AMBIENTAL...08 4.1. Meio Físico...08 4.1.1. Clima e Condições Meteorológicas...08 4.1.2. Recursos Hídricos...08 4.1.3. Relevo, Geologia Local/Regional e Geomorfologia...09 4.1.4. Pedologia...09 4.2. Meio Biótico...09 4.2.1. Flora...09 4.2.2. Fauna...09 4.2.3. Unidades de Conservação (UC)...10 4.3. Meio Antrópico...10 4.3.1. Dinâmica Populacional...11 4.3.2. Mão de obra...11 4.3.3. Uso e Ocupação do Solo...11 4.3.4. Educação Ambiental...11 5. ANÁLISE DOS IMPACTOS AMBIENTAIS...12 6. PROPOSIÇÃO DE MEDIDAS MITIGADORAS, COMPENSATÓRIAS E POTENCIALIZADORAS...12 7. PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO E MONITORAMENTO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS...13 8. CONCLUSÃO...13 9. EQUIPE TÉCNICA...13 10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...13 RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL RIMA...14 2

1. CARACTERIZAÇÃO GERAL DA ÁREA O empreendimento proposto está inserido em imóvel rural, denominado fazenda Forno Grande, situado na localidade do Braço do Sul, Forno Grande, município de Castelo, Estado do Espírito Santo. Possui área aproximada de 805,00 hectares, equivalente a 8.050.000 m 2, cuja característica geral de uso e ocupação e cobertura natural apresentam-se assim distribuídas: 475 hectares em Mata Atlântica, neles inclusos 20% de Reserva Legal, Áreas de Preservação Permanente e vegetação em estágio avançado de recuperação, protegidos por lei; 220 hectares de floresta de pinus, em produção, com plantios distribuídos nos anos de 1989, 1991, 1996 e 2000; 110 hectares em pastagens, atualmente utilizadas principalmente na criação de carneiros; Área inferior a 3,0 hectares (Mapa Anexo) utilizada para pequena produção de alimentos e pomar experimental. A área da fazenda Forno Grande encontra-se inserida na região serrana do Estado do Espírito Santo, fazendo parte do Corredor Ecológico denominado "Corredor Central da Mata Atlântica". A referida área encontra-se também inserida na zona de amortecimento de duas unidades de Conservação Estadual (Parques Pedra Azul e Forno Grande). Apesar de o imóvel encontrar-se localizado no Município de Castelo em sua totalidade, o mesmo faz divisa com o Município de Vargem Alta e sob aspecto de acesso e maior afluxo, em raio de 10 km, abrange os municípios de Venda Nova do Imigrante e Domingos Martins. 2. O EMPREENDIMENTO PROPOSTO Trata-se de proposta de implantação de um condomínio rural de Agro lazer produtivo, cuja concepção pretende trabalhar dois pilares: (1) empreendimento imobiliário diferenciado, com foco em conservação dos recursos naturais, e (2) lazer com produção em bases ecológicas e sustentáveis. A ocupação se dará por fases e utilizará exclusivamente as áreas encobertas atualmente com pastagens e plantios de pinus para locação das glebas. Estima-se que o empreendimento ofertará cerca de 600 glebas, com dimensões médias de 3.000 m 2 a unidade. 3

Como equipamentos de apoio e complementares estão previstos: área para unidade hoteleira; clube e recreação; Centro de Manejo Integrado de Agricultura Orgânica e um espelho d'água com cerca de 20 hectares. 3. SUGESTÃO Termo de Referência para elaboração de Estudo de Impacto Ambiental (EIA), Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) para licenciamento ambiental do empreendimento Fazenda Forno Grande. ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL - EIA 1. CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO 1.1. Identificação do Empreendedor Nome e Razão Social C.N.P.J e Inscrição Estadual Endereço Nome da pessoa para contato 1.2. Localização do Empreendimento Situar o empreendimento citando os Distritos, Municípios e Estado onde se localiza. 1.3. Histórico do Empreendimento 1.4. Objetivos e Justificativas do Empreendimento Descrever os objetivos gerais e específicos do empreendimento; Descrever as justificativas em termos de importância no contexto socioeconômico do estado e municípios. 1.5. Investimentos Apresentar os valores de investimento previstos para o empreendimento de acordo com as fases de implantação. 4

1.6. Empreendimentos Associados Apresentar os empreendimentos associados e decorrentes necessários ao desenvolvimento das atividades principais, bem como os empreendimentos similares em outras localidades. 1.7. Compatibilidade do Empreendimento com Planos e Programas Governamentais Apresentar os programas governamentais e políticas setoriais existentes ou propostas para as áreas de influência do empreendimento, demonstrando a compatibilidade com os mesmos. 1.8. Alternativas de Localização Apresentar mapa de localização do empreendimento com todos os elementos ambientais considerados na escolha da área; Analisar alternativas locacionais do empreendimento, confrontando-as com a hipótese de não execução das mesmas. 1.9. Cronograma Apresentar cronograma físico para a fase de implantação do empreendimento. 1.10. Legislação Ambiental Apresentar a Legislação Ambiental incidente sobre o empreendimento nos âmbitos Municipais, Estadual e Federal. 2. DESCRIÇÃO DO EMPREENDIMENTO 2.1. Processo de Implantação Descrever o processo de implantação do empreendimento como um todo apresentando: Concepção do empreendimento, Descrição do projeto geral e por fases, Concepção geral do Projeto Arquitetônico, Concepção geral do Projeto Urbanístico, Layout geral, Fluxogramas, e 5

Fases da construção: Preparo de acessos e movimentação de materiais; Origem, tipo e quantidade de materiais a serem utilizados e locais de empréstimo e bota fora; Técnicas construtivas e normas aplicadas; Canteiro de obras; Previsão de tráfego de veículos; Proximidade com áreas povoadas e rodovias. 2.2. Características Operacionais Descrever as principais características do empreendimento quando este estiver implantado. 2.3. Efluentes Líquidos Descrever os sistemas de efluentes líquidos domésticos e águas pluviais para as fases de implantação e operação, abordando: Fontes de geração, indicando o tipo de efluente gerado; Caracterização qualitativa e quantitativa dos efluentes; Sistemas de transporte, tratamento e disposição final. 2.4. Resíduos Sólidos Descrever os resíduos sólidos gerados pelo empreendimento para as fases de implantação e operação, considerando: Fontes de geração, indicando o tipo de resíduo produzido; Sistema de coleta, acondicionamento e armazenamento; Disposição intermediária e destinação final dos resíduos. 2.5. Ruídos e Vibrações Descrever os equipamentos a serem utilizados nas fases de Implantação e Operação que apresentam potencial para emissão sonora, assim como seus respectivos sistemas de controle de poluição sonora e a eficiência esperada para mitigação de emissões sonoras. 2.6. Emissões Atmosféricas Descrever as emissões atmosféricas geradas em decorrência da Implantação e Operação do empreendimento. 6

2.7. Consumo e Sistema de Abastecimento de Água Descrever o sistema de abastecimento de água e o consumo previsto durante as fases de Instalação e Operação. 2.8. Consumo e Sistema de Energia Elétrica Indicar o sistema de energia elétrica utilizado e o consumo previsto nas fases de Implantação e Operação. 2.9. Caracterização da Infraestrutura Descrever obras e equipamentos de infraestrutura básica e complementar que darão suporte à implantação e operação do empreendimento, tais como: Vias de acesso, Rede de comunicação (telefonia, internet), Serviços de saúde, e Infra-estrutura de lazer. 2.10. Mão de obra Apresentar dados relativos à previsão de mão de obra para as atividades durante as fases de execução das obras e após o início de operação do empreendimento, constando o número de empregados fixos e temporários, diretos e indiretos, qualificação e origem dos mesmos. 3. DELIMITAÇÃO DAS ÁREAS DE INFLUÊNCIA Delimitar as áreas de influência do empreendimento, considerando-as, genericamente, como o espaço geográfico e ambiental afetado pelas ações a serem desenvolvidas, tanto na fase de instalação quanto na fase de operação do mesmo, sobre os meios físico, biótico e socioeconômico. Estas áreas serão delimitadas cartograficamente em escala adequada, considerando: Bacia hidrográfica na qual se localiza o empreendimento; Dispersão dos poluentes atmosféricos, efluentes líquidos, resíduos sólidos, ruídos e vibrações; População atingida direta e indiretamente; Vias de acesso; Cobertura vegetal, áreas de preservação permanente e unidades de conservação. 7

4. DIAGNÓSTICO AMBIENTAL Apresentar, descrever e analisar os recursos ambientais e suas interações na área de influência direta do empreendimento, de modo a caracterizar a situação ambiental da área antes da implantação do projeto. O diagnóstico englobará os fatores susceptíveis de sofrer, direta ou indiretamente, efeitos significativos das ações, nas fases de implantação e operação do empreendimento. Os dados serão obtidos junto a instituições governamentais e privadas, levantamentos bibliográficos e serão complementados por levantamento de campo. Para as pesquisas de campo na área de influência direta do empreendimento, deverão ser informados quais os instrumentos utilizados, segmentos consultados e modo de compilação dos dados estatísticos. O diagnóstico ambiental deverá contemplar os seguintes aspectos: 4.1. Meio Físico 4.1.1. Clima e Condições Meteorológicas Será caracterizado a partir dos dados meteorológicos existentes, considerando-se os principais parâmetros de caracterização meteorológica. 4.1.2. Recursos Hídricos HIDROLOGIA SUPERFICIAL Com base em dados de cursos d água das bacias do entorno, será caracterizado o regime hidrológico do curso d água que atravessa o empreendimento, especificando suas vazões máximas, média, mínimas e vazão Q 7-10. HIDROGRAFIA Serão mapeados os cursos d'água do entorno e interior do empreendimento, assim como a inserção dos mesmos na bacia hidrográfica. QUALIDADE DAS ÁGUAS Caracterizar a qualidade das águas do curso d água que atravessa o empreendimento utilizando os principais parâmetros que poderão ser afetados pelo empreendimento. 8

4.1.3. Relevo, Geologia Local/Regional e Geomorfologia Descrever o tipo de relevo predominante e as faixas de altitudes mais freqüentes, bem como os principais acidentes de relevo. Identificar e descrever as principais características das unidades geomorfológicas da área. Caracterizar os principais aspectos geológicos locais e regionais. Apresentar mapas geológico e geomorfológico da área em que será inserido o empreendimento. 4.1.4. Pedologia Classificar os solos quanto aos seus tipos pedogenéticos, aptidão agrícola e potencial à erosão, descrevendo suas principais características físicas e químicas. 4.2. Meio Biótico 4.2.1. Flora Contemplar os dados relativos à flora conforme abaixo: Apresentar fotografia aérea da área de influência direta do empreendimento, delimitando e identificando as áreas de preservação permanente e caracterizando os ecossistemas associados; Mapear e caracterizar a vegetação e uso atual do solo da área de influência direta do empreendimento com base em fotografias aéreas e levantamentos de campo, em escala adequada; Realizar levantamento qualitativo e quantitativo da vegetação, composição florística, distribuição por estrato, dominância, abundância, freqüência das espécies e valor de importância (Estudo Fitossociológico); Abordar seus principais aspectos: altura dos estratos, taxonomia das principais espécies endêmicas das unidades de paisagem, estágios de regeneração em que se encontram as formações vegetais e indicação das espécies raras e/ou ameaçadas de extinção, se houver. 4.2.2. Fauna Os dados referentes à fauna deverão retratar os diferentes tipos fitofisionômicos, assim como as áreas de transição, considerando: 9

Aspectos qualitativos da fauna local, abordando análises sobre a composição e riqueza de espécies nos ambientes, bem como a similaridade faunística entre os habitats amostrados; Caracterização e avaliação da anurofauna, herpetofauna, avifauna, ictiofauna, mastofauna e demais comunidades aquáticas na área de influência direta; Relações ecológicas entre as espécies (fauna e flora), utilizando os índices ecológicos; Identificação das espécies raras, endêmicas, em processo de extinção e de valor econômico; Listagem geral de espécies, com comentários sobre sua biologia, habitat e distribuição geográfica; Habitats preferenciais e as rotas migratórias. 4.2.3. Unidades de Conservação (UC) As unidades de conservação serão caracterizadas sob os seguintes aspectos: Apresentação dos custos totais previstos para implantação do empreendimento, em moeda nacional e na forma de planilhas descritivas, para fim de cálculo do valor da compensação ambiental, conforme consta no Artigo 3º da Resolução CONAMA Nº 371/06; Apresentação de mapa contendo todas as Unidades de Conservação federais, estaduais e municipais existentes nas áreas de influências direta e indireta do empreendimento, indicando a distância das mesmas em relação ao empreendimento, e o bioma e a bacia hidrográfica onde estão inseridas; Elaboração de quadro comparativo das Unidades de Conservação federais, estaduais e municipais encontradas nas áreas de influências direta e indireta, relacionando as informações pesquisadas, tais como: documento legal de criação, área, limites definidos, categoria de manejo, situação fundiária, o bioma onde está inserida. 4.3. Meio Antrópico Serão apresentados os meios socioeconômicos e culturais a serem afetados pelo empreendimento, levando-se em consideração os seguintes aspectos referenciados abaixo: 10

4.3.1. Dinâmica Populacional Serão consideradas as Áreas de Influencia Indireta e Direta e populações do entorno imediato do empreendimento abordando os seguintes tópicos: Descrição histórica da ocupação humana e econômica nas áreas de influência do empreendimento e seu entorno; Mapeamento e caracterização da distribuição espacial da população urbana e rural; Apresentação de indicadores de crescimento e densidade demográfica; Apresentação do quadro referencial do nível de vida na área de influência do empreendimento, incluindo: assentamento urbano, educação, saúde lazer, turismo e cultura, segurança social e estrutura ocupacional; Identificação das entidades civis, sindicais, ambientais, dentre outras atuantes na região. 4.3.2. Mão de obra Avaliar a existência de mão de obra local, identificando lacunas entre demanda e oferta da mão de obra local. 4.3.3. Uso e Ocupação do Solo Delimitar as áreas de influência do empreendimento potencialmente afetadas, direta ou indiretamente pelas ações a serem desenvolvidas, tanto na fase de instalação quanto na fase de operação; Considerar o Plano Diretor Municipal; Diagnosticar e mapear as atividades econômicas desenvolvidas nas áreas de influência, apontando os indicadores e taxas de participação dos setores primários, secundários e terciários; Caracterizar as atividades turísticas da região, identificando as interferências causadas pelo empreendimento; Caracterizar a infra-estrutura existente em saúde, educação (abordar também o índice de população atingida), saneamento básico, padrões habitacionais, segurança, comunicação, fontes de energia e transporte; 4.3.4. Educação Ambiental Identificar os projetos na área de Educação Ambiental em execução ou previsto para a região. 11

5. ANÁLISE DOS IMPACTOS AMBIENTAIS Identificar todos os impactos potenciais associados à implantação e operação do empreendimento e dos causados por acidentes sobre os meios físico, biótico e antrópico, utilizando-se um método racional - a matriz de impacto. Para tanto, deverão ser listadas as ações do empreendimento que interagem com os fatores ambientais. Cada uma dessas interações serão avaliadas, considerando: Impactos diretos e indiretos; Impactos benéficos e adversos; Impactos temporários, permanentes e cíclicos; Impactos reversíveis e irreversíveis; Impactos locais e regionais. Classificar os fatores ambientais a serem listados, a partir do Diagnóstico Ambiental, abrangendo fatores dos meios físico, biótico e antrópico. O resultado desta análise constituirá o prognóstico da qualidade ambiental da área de influência do empreendimento. 6. PROPOSIÇÃO DE MEDIDAS MITIGADORAS, COMPENSATÓRIAS E POTENCIALIZADORAS Apresentar as medidas mitigadoras e/ou compensatórias que visam minimizar os impactos adversos identificados anteriormente, inclusive os equipamentos de controle de poluição, avaliando sua eficiência em relação a critérios de qualidade ambiental e os padrões de disposição de efluentes, emissões e resíduos. Aplicar as medidas de mitigação com vistas a reduzir ou eliminar os possíveis efeitos adversos no meio. Estas medidas serão apresentadas e classificadas quanto a: Sua natureza: preventiva ou corretiva; Fase do empreendimento em que deverão ser adotados: planejamento, implantação, operação e em casos de acidentes; O fator ambiental a que se destina: físico, biótico ou socioeconômico; Prazo de permanência de sua aplicação: curto, médio ou longo prazo; Responsabilidade por sua implementação: empreendedor, poder público ou outros. 12

Mencionar os impactos adversos que não possam ser evitados ou mitigados e considerar, também, medidas para potencializar os impactos positivos. Incluir Proposta de Compensação Ambiental conforme Instrução Normativa 04/2007, de 07 de março de 2007. 7. PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO E MONITORAMENTO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS Apresentar propostas de monitoramento ambiental e os programas de acompanhamento das evoluções dos impactos ambientais positivos e negativos, causados pelo empreendimento, considerando as fases de planejamento, implantação e operação, incluindo, conforme o caso: Indicação e justificativa dos parâmetros selecionados para avaliação dos impactos sobre cada um dos fatores ambientais considerados; Indicação e justificativa da rede de amostragem, incluindo seu dimensionamento e distribuição espacial; Indicação e justificativa dos métodos de coleta e análise de amostras; Indicação e justificativa da qualidade de amostragem para cada parâmetro, segundo os diversos fatores ambientais. 8. CONCLUSÃO Apresentar, de forma consolidada, uma avaliação de todas as interferências das atividades de implantação e operação do empreendimento no meio ambiente como um todo, fornecendo-se informações a respeito da viabilidade ambiental deste projeto. 9. EQUIPE TÉCNICA Detalhar toda a equipe técnica responsável por cada tema estudado, sendo informado ainda a formação acadêmica, titulação e Registro Profissional de cada profissional envolvido. 10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Citar toda a bibliografia e materiais utilizados na busca por dados secundários, bem como as referências técnicas utilizadas no documento, utilizando-se para tal os padrões e Normas da ABNT. 13

RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL - RIMA Após a conclusão do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) será elaborado o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) e nele estarão consubstanciadas as principais informações obtidas no EIA. Desta forma o RIMA conterá: Os objetivos e justificativas do projeto, sua relação e compatibilidade com as políticas setoriais, planos e programas governamentais; A descrição do projeto, especificando, nas fases de implantação e operação, a área de influência, mão de obra, os efluentes, resíduos, os empregos diretos e indiretos e as demais informações sobre o empreendimento; A síntese dos resultados dos estudos de diagnóstico ambiental da área de influência do projeto; Caracterização da qualidade ambiental futura da área de influência do projeto; Caracterização da qualidade ambiental futura da área de influência, A descrição dos impactos ambientais analisados, considerando o projeto, os horizontes de tempo de incidência dos impactos e indicando os métodos e técnicas adotadas para sua identificação e interpretação; A descrição das medidas mitigadoras previstas; em relação aos impactos negativos; Apresentação dos programas de monitoramento dos impactos ambientais. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Apresentação, para os respectivos estudos, as referências bibliográficas utilizadas no escopo dos trabalhos. EQUIPE TÉCNICA Será apresentada a equipe técnica responsável pela elaboração do EIA/RIMA, indicando a área profissional e o número do registro no respectivo Conselho de Classe. Os Estudos solicitados deverão vir assinados pela referida equipe técnica. Plantas e Projetos também deverão estar assinados pelos respectivos responsáveis técnicos. 14