REGULAMENTO DA FORMAÇÃO PRÁTICA EM CONTEXTO DE TRABALHO Curso de Educação e Formação (CEF) Práticas Administrativas Certificação Escolar e Profissional 9.º Ano Qualificação de Nível 2 Tipo 3
ELEMENTOS CONSTITUINTES: 1- Normas de funcionamento 2- Modelo do Plano Individual de Estágio (PIE) 3- Modelo de Protocolo 4- Modelo do anexo ao PIE 5- Modelo dos documentos a conter no Dossier de Estágio Página 1
NORMAS DE FUNCIONAMENTO I - Objecto O presente regulamento estabelece normas de funcionamento da Formação Prática em contexto de trabalho (Estágio), no âmbito dos Cursos de Educação e Formação (T3/T2). II- Objectivos Gerais A formação prática em contexto de trabalho, estruturada num Plano Individual de Formação, assume a forma de Estágio e visa a aquisição e desenvolvimento dos seguintes objectivos gerais: 1. Permitir ao formando a aplicação dos conhecimentos adquiridos durante a formação escolar; 2. Dar oportunidade ao formando de conhecer uma nova organização e a realidade empresarial; 3. Proporcionar ao formando o contacto com novas técnicas e tecnologias; 4. Desenvolver no formando hábitos de trabalho, espírito empreendedor e sentido de responsabilidade profissional; 5. Facultar ao formando vivências inerentes às relações humanas no trabalho. III- Objectivos Específicos Nos cursos T2 e T3 o estágio visa predominantemente a aquisição e desenvolvimento de competências técnicas, relacionais, organizacionais relevantes para a obtenção da certificação profissional de Nível II, e para a consequente transição para o mundo do trabalho. IV- Entidades enquadradoras de Estágio 1. Nos cursos T2 e T3, as entidades enquadradoras do Estágio são empresas/instituições de sector de actividade estreitamente Página 2
relacionado com a Área de Formação do Curso, devendo dispor dos recursos humanos, técnicos, e envolvente de trabalho necessários à organização do estágio, e ao acompanhamento e avaliação dos formandos. 2. O acordo estabelecido entre a escola e a(s) empresas obedecerá às normas estabelecidas no presente regulamento, sem prejuízo da diversificação das suas clausulas, impostas pelos objectivos específicos dos estágios, bem como das características próprias da instituição que os proporciona. V Celebração de protocolos 1. O Estágio formaliza-se com a celebração de um protocolo entre a escola e a entidade enquadradora. 2. O protocolo inclui as responsabilidades das entidades envolvidas bem como as normas de funcionamento do Estágio. VI- Acompanhamento do Estágio 1. O formando, durante o período de desenvolvimento do estágio será acompanhado por um professor Professor Acompanhante, nomeado pelo director do curso sob proposta da equipa pedagógica e por um monitor designado pela empresa/instituição. 2. O professor acompanhante do estágio, será nomeado de entre os professores da componente da formação tecnológica. 3. O professor acompanhante, assegura, em estreita articulação com o monitor designado pela entidade enquadradora, o acompanhamento técnico pedagógico e a avaliação do formando. 4. O professor acompanhante deverá acompanhar, no máximo, 6 alunos. 5. Caso o número de formandos em estágio implique a nomeação de professores acompanhantes de outra componente de formação deverão ser nomeados, preferencialmente, de entre os professores da Página 3
componente de formação científica. 6. O professor acompanhante, durante o período de realização do estágio, dispõe de uma equiparação a serviço lectivo de 90 minutos, por cada aluno que acompanhe. 7. O professor acompanhante realiza uma visita semanal à empresa/instituição enquadradora de estágio em horário previamente estabelecido. 8. As deslocações do professor acompanhante às entidades enquadradoras do Estágio, são consideradas deslocações em serviço, conferindo os inerentes direitos legalmente previstos. VII Colocação dos formandos nos Estágios 1. A atribuição do local de Estágio ao formando, é assumida pelo director do curso sob proposta da equipa pedagógica. 2. Sempre que possível, a equipa pedagógica e o director de curso, atenderão a eventual indicação de preferência manifestada pelo formando relativamente ao local de Estágio, nomeadamente em termos de proximidade da residência. VIII- Carga Horária/Horário A Formação Prática em Contexto de Trabalho, assume a forma de estágio com a duração de 210 horas, Genericamente o período de estágio corresponde a 6 semanas (mês de Junho e primeira quinzena de Julho), com o horário legalmente previsto para o tipo de actividades em que se insere o estágio. IX- Assiduidade 1. A assiduidade do formando não poderá ser inferior a 95% da carga Página 4
horária do estágio. 2. Os alunos que tenham ultrapassado o número de faltas permitido pelo estágio não poderão obter qualquer Certificação Profissional. 3. Em casos excepcionais, aos alunos que tenham ultrapassado o número de faltas permitido no estágio, a Escola, através do director de curso, do professor acompanhante de Estágio e do SPO, e em articulação com o aluno e encarregado de Educação, poderá proporcionar a oportunidade de um novo Estágio, em momento e empresa considerados os mais adequados. 4. Em situações em que a falta de assiduidade seja devidamente justificada, o aluno poderá prosseguir o Estágio de modo a totalizar as 210 horas. 5. Sempre que o formando seja sujeito a exame de nível nacional, deve ser dispensado no dia de exame e no dia imediatamente anterior, sem prejuízo do nº de horas de duração do Estágio. (Estão neste caso os alunos que concluam um curso T2 ou T3, e que pretendam prosseguir estudos de nível secundário numa das seguintes ofertas formativas: Cursos Cientifico-Humanísticos.) X- Plano Individual de Estágio 1. Para cada um dos formandos, será elaborado um Plano Individual de Estágio. 2. Ao Plano Individual de Estágio anexa-se o regulamento do Estágio, onde constam as normas de funcionamento, regime de assiduidade e avaliação. 3. O Plano Individual é elaborado pelo professor acompanhante, com a colaboração do monitor e o conjunto de formadores do curso e com conhecimento do aluno, e deverá discriminar: a) Identificação (Formando/Enc. de Educação/Entidade Enquadradora /Monitor/Professor Acompanhante) b) Objectivos do Estágio. c) Objectivos Específicos. Página 5
d) Horário a cumprir pelo estagiário. e) Acção de acompanhamento por parte da escola. f) Data de início e conclusão do estágio. 4. Será organizado por estagiário um dossier de estágio, devendo dele constar, designadamente: a) Plano Individual de Estágio. b) Roteiro de Actividades. c) Regulamento do Estágio. d) Fichas de Registo de Assiduidade. e) Fichas de registo das actividades desenvolvidas pelo formando. f) Ficha de Registo de Avaliação Intermédia. g) Ficha de Registo de Avaliação Final. 4. A organização e actualização do dossier é da responsabilidade do professor acompanhante. XI- Avaliação 1. A Avaliação no Estágio é contínua e formativa, apoiada na apreciação sistemática das actividades desenvolvidas pelo aluno na sua experiência de trabalho. 2. Os resultados da apreciação sistemática são formalizados numa avaliação final expressando-se numa escala de 1 a 5. 3. A avaliação do formando no Estágio é da competência do professor acompanhante e do monitor designado pela entidade, baseado nas observações e registos efectuados no decorrer do estágio. 4. A classificação final da componente de formação prática resulta das classificações da formação prática em contexto de trabalho (Estágio) e da Prova de Avaliação Final (PAF), com a ponderação de 70% e 30% respectivamente. Página 6
XII- Seguro Os formandos que frequentam os Estágios serão abrangidos pelo seguro escolar. Contudo, caso a Escola considere pertinente, poderá ser celebrado, em complemento, um seguro de acidentes pessoais que protege os formandos contra riscos e eventualidades que possam ocorrer durante e por causa das acções de formação. XIII- Instrumentos 1. A realização do Estágio pressupõe a utilização dos instrumentos abaixo discriminados: A) Protocolo (entidade / escola). B) Plano Individual de Estágio. C) Dossier de Estágio. XIV - Disposições finais 1. O presente regulamento deve ser dado a conhecer a todos os intervenientes deste processo. 2. As situações omissas a este regulamento serão resolvidas pelo Director do Estabelecimento de Ensino. Página 7
DENTIFICAÇÃO DAS ENTIDADES ENVOLVIDAS NA FPCT IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE ENQUADRADORA/EMPRESA DE INTEGRAÇÃO Denominação social: «Denominação_Social» Natureza jurídica: «Natureza_Jurídica» NIPC/NIF: «NipcNif» CAE: «Cae» Actividade principal: «Actividade_Principal» Telefone: «Telefone» Fax: «Fax» Endereço: «Endereço» Concelho: «Concelho» Código Postal: «Código_Postal» IDENTIFICAÇÃO DO MONITOR / RESPONSÁVEL DA EMPRESA DE INTEGRAÇÃO Nome: «Monitor» E-mail: «EMail» Cargo: «Profissão» Contacto: Telefone: «Telefone» Fax: «Fax» IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE FORMADORA / ESCOLA Direcção Regional de Educação do Norte Agrupamento Vertical de Escolas de Barroselas - Escola EB2,3/S de Barroselas NIPC / NIF: 600 074 358 Telefone: 258 77 00 20 Fax: 258 77 00 29 Endereço: Rua do Couto Código Postal: 4905-390 Barroselas IDENTIFICAÇÃO DO PROFESSOR RESPONSÁVEL DA ENTIDADE FORMADORA/ESCOLA Nome: «Professor_Responsável_» Contacto: Telefone: 258 77 00 20 E-mail: «EMail3» IDENTIFICAÇÃO DO REPRESENTANTE LEGAL DO ALUNO Nome: «Encarregado_De_Educação» Telefone: «Telefone1» Morada: «Morada» Código Postal: «Código_Postal1» IDENTIFICAÇÃO DO ALUNO Nome: «Aluno» Data de Nascimento: «Data_De_Nascimento_» B.I.:«BI» Data de Emissão: «Data_De_Emissão_» Arquivo: «Arquivo» Telefone: «Telefone2» E-mail: «EMail2» Morada: «Morada1» Código Postal: «Código_Postal2» Página 8
P LANO INDIVIDUAL DA FPCT 1.1 OS OBJECTIVOS DA FPCT ( GERAIS E ESPECÍFICOS) 1.1.1 O BJECTIVOS GERAIS DA FPCT São objectivos gerais do estágio: 6. Permitir ao formando a aplicação dos conhecimentos adquiridos durante a formação escolar; 7. Dar oportunidade ao formando de conhecer uma nova organização e a realidade empresarial; 8. Proporcionar ao formando o contacto com novas técnicas e tecnologias; 9. Desenvolver no formando hábitos de trabalho, espírito empreendedor e sentido de responsabilidade profissional; 10. Facultar ao formando vivências inerentes às relações humanas no trabalho. 1.1.2 O BJECTIVOS E SPECÍFICOS DA FPCT De acordo com os serviços existentes numa empresa desta natureza, as tarefas a executar serão as seguintes: 1. Preparar e executar tarefas relacionadas com o expediente geral das organizações, de acordo com procedimentos estabelecidos. 2. Preencher e conferir documentação de apoio à actividade das organizações. 3. Registar e actualizar dados necessários à gestão das organizações. 4. Atender e encaminhar o público interno e externo das organizações. 1.2 O HORÁRIO A CUMPRIR PELO ESTAGIÁRIO O horário a cumprir pelo estagiário: Manhã: «Manhã» Tarde: «Tarde» 1.3 AS ACÇÕES DE ACOMPANHAMENTO POR PARTE DA E SCOLA O professor responsável da entidade formadora / Escola reunirá semanalmente com o aluno referido anteriormente na «Dia» às «Hora». 1.4 AS DATAS DE INÍCIO E FIM DA FPCT Período em que irá decorrer a FPCT: Data de início: Data de fim: Barroselas, O monitor da empresa: O professor responsável: O formando estagiário: Página 9
P ROTOCOLO DE E STÁGIO PRIMEIRO OUTORGANTE Denominação social: «Denominação_Social» Quem a representa: «Responsável_Da_Empresa_» Natureza jurídica: «Natureza_Jurídica» CAE: «Cae» Actividade principal: «Actividade_Principal» Telefone: «Telefone» Fax: «Fax» Endereço: «Endereço» Concelho: «Concelho» Código Postal: «Código_Postal» SEGUNDO OUTORGANTE Direcção Regional de Educação do Norte Agrupamento Vertical de Escolas de Barroselas - Escola EB2,3/S de Barroselas Quem a representa: Professora Rosa Maria Ribeiro Cruz Cargo: Presidente do Conselho Executivo Telefone: 258 77 00 20 Fax: 258 77 00 29 Endereço: Rua do Couto Código Postal: 4905-390 Barroselas É celebrado o presente protocolo de Formação Prática em Contexto de Trabalho, que se subordinará às cláusulas seguintes: Cláusula Primeira O presente protocolo tem por objectivo estabelecer, entre as duas entidades, as actividades a desenvolver pelo formando durante a formação prática em contexto real de trabalho. A formação prática assume a forma de estágio e visa a aquisição e o desenvolvimento de competências técnicas, relacionais, organizacionais e de gestão de carreira relevantes para a qualificação profissional a adquirir, para a inserção no mundo de trabalho e para a formação ao longo da vida. Cláusula Segunda O segundo outorgante irá promover no período de seis semanas, correspondente a 210 horas, no ano lectivo de 2008/2009, a formação prática em contexto de trabalho do Curso de Educação e Formação, criado pelo Despacho Conjunto nº. 453/2004, de 27 de Julho, itinerário: Práticas Administrativas, saída profissional de Assistente Administrativo, tipo 3, nível 2 em regime diurno. Cláusula Terceira O primeiro e o segundo outorgantes desenvolverão todos os esforços de forma a fornecer aos formandos os saberes e instrumentos necessários ao desempenho profissional. Página 10
Cláusula Quarta Entre ambos os outorgantes será promovido o desenvolvimento integrado do estágio de acordo com a tipologia do percurso, nomeadamente: a) O primeiro outorgante colocará à disposição dos formandos do segundo outorgante os meios humanos, técnicos e de ambiente de trabalho (não remunerado) necessários à organização, acompanhamento e avaliação da sua formação em contexto de trabalho; b) O segundo outorgante nomeará, entre os professores da componente tecnológica, um acompanhante de estágio que trabalhará em estreita articulação com o monitor da entidade enquadradora do estágio; c) O estágio comporta um total de 210 horas as quais decorrerão durante 7 horas diárias e 5 dias por semana. Cláusula Quinta No âmbito do presente protocolo, as partes acordam em reunir periodicamente para análise conjunta da implementação e resultados do estágio bem como medidas para superação de dificuldades dos formandos estagiários. Cláusula Sexta As acções que vierem a ser lançadas na sequência deste protocolo são implementadas numa óptica de confiança mútua e, sempre que possível, num espírito de reciprocidade. Cláusula Sétima Quaisquer dúvidas de interpretação e lacunas do presente protocolo serão dirimidas por acordo entre ambas as partes. Cláusula Oitava Este protocolo entra em vigor na data da sua assinatura e poderá ser revisto por solicitação de qualquer das instituições. Barroselas.. O primeiro outorgante O segundo outorgante Página 11
4 - Modelo do Anexo ao Plano Individual de Estágio Normas de Funcionamento 1. A Formação Prática em Contexto de Trabalho, assume a forma de estágio com a duração de 210 horas, Genericamente o período de estágio corresponde a 6 semanas (mês de Junho e primeira quinzena de Julho), com o horário legalmente previsto para o tipo de actividades em que se insere o estágio. 2. O estágio visa predominantemente a aquisição e desenvolvimento de competências técnicas, relacionais, organizacionais relevantes para a obtenção da certificação profissional de Nível II, e para a consequente transição para o mundo do trabalho. 3. O formando, durante o período de desenvolvimento do estágio será acompanhado por um professor Professor Acompanhante, nomeado pelo director do curso sob proposta da equipa pedagógica e por um monitor designado pela empresa/instituição. 4. O professor acompanhante, assegura, em estreita articulação com o monitor designado pela entidade enquadradora, o acompanhamento técnico pedagógico e a avaliação do formando. 5. O professor acompanhante realiza uma visita semanal à empresa/instituição enquadradora de estágio em horário previamente estabelecido. 6. Os formandos que frequentam os Estágios serão abrangidos pelo seguro escolar. Contudo, caso a Escola considere pertinente, poderá ser celebrado, em complemento, um seguro de acidentes pessoais que protege os formandos contra riscos e eventualidades que possam ocorrer durante e por causa das acções de formação. Regime de Assiduidade 1. A assiduidade do formando não poderá ser inferior a 95% da carga horária do estágio. Página 12
2. Os alunos que tenham ultrapassado o número de faltas permitido pelo estágio não poderão obter qualquer Certificação Profissional. 3. Em situações em que a falta de assiduidade seja devidamente justificada, o aluno poderá prosseguir o Estágio de modo a totalizar as 210 horas. 4. Sempre que o formando seja sujeito a exame de nível nacional, deve ser dispensado no dia de exame e no dia imediatamente anterior, sem prejuízo do nº de horas de duração do Estágio. Avaliação 1. Modalidade de avaliação contínua e formativa. 2. Parâmetros de avaliação: Qualidade de Trabalho Rigor e destreza Ritmo de Trabalho Aplicação das normas de segurança Assiduidade e pontualidade Capacidade de iniciativa Relacionamento Interpessoal Apropriação da cultura da empresa Competências Técnica 3. Os resultados da apreciação sistemática são formalizados numa avaliação final expressando-se numa escala de 1 a 5. 4. A avaliação do formando no Estágio é da competência do professor acompanhante e do monitor designado pela entidade, baseado nas observações e registos efectuados no decorrer do estágio. 5. A classificação final da componente de formação prática resulta das classificações da formação prática em contexto de trabalho (Estágio) e da Prova de Avaliação Final (PAF), com a ponderação de 70% e 30% respectivamente. 6. Para concluir com aprovação a qualificação profissional o aluno terá que obter aprovação em todas as componentes de formação e na PAF. Página 13
DOSSIER INDIVIDUAL DE ESTÁGIO «Aluno» ELEMENTOS CONSTITUINTES: 1.Plano Individual de Estágio 2. Roteiro de Actividades 3. Regulamento do Estágio 4. Fichas de registo das actividades desenvolvidas pelo formando 5.. Ficha de Registo de Avaliação Intermédia 6.. Ficha de Registo de Avaliação Final4. 7. Fichas de Registo de Assiduidade 8. Outros Página 14
ROTEIRO DE ACTIVIDADES A DESENVOLVER DURANTE O ESTÁGIO Formando: «Aluno» Entidade Integradora: «Denominação_Social» Monitor: «Monitor» Professor (a) Responsável: «F36»«Professor_Responsável_» Actividade a desenvolver Mês Observações Data: Barroselas,. de.. de 2009 Professor(a) Acompanhante: A Empresa: O Formando: Página 15
REGISTO DIÁRIO DAS TAREFAS REALIZADAS Formando: «Aluno» Entidade Integradora: «Denominação_Social» Monitor:«Monitor» Professor (a) Responsável: «Professor_Responsável_» Data Tarefas Segunda-feira / / Terça-feira / / Quarta-feira / / Página 16
Data Tarefas Quinta-feira / / Sexta-feira / / Principais aprendizagens realizadas Dificuldades sentidas Observações adicionais: Entregue em de de 2009 O Formando: Professor(a) Responsável: Página 17
REGISTO DE AVALIAÇÃO INTERMÉDIA Formando: «Aluno» Entidade Integradora: «Denominação_Social» Monitor: «Monitor» Professor (a) Responsável: «Professor_Responsável_» Tipo de avaliação Parâmetros de avaliação Qualidade de Trabalho Apreciação Rigor e destreza Ritmo de trabalho Avaliação Formativa Assiduidade e pontualidade Capacidade de iniciativa Relacionamento Interpessoal Apropriação da cultura da empresa Competências técnicas Informações Adicionais O Aluno O Monitor O professor Acompanhante Em, de, de 2009 Página 18
REGISTO DE AVALIAÇÃO FINAL Formando: «Aluno» Entidade Integradora: «Denominação_Social» Monitor: «Monitor» Professor (a) Responsável: «Professor_Responsável_» Tipo de avaliação Qualidade de Trabalho Rigor e destreza Parâmetros de avaliação Classificação AVALIAÇÃO FINAL Ritmo de trabalho Assiduidade e pontualidade Capacidade de iniciativa Relacionamento Interpessoal Apropriação da cultura da empresa Competências técnicas CLASSIFICAÇÃO FINAL (Somatório das classificações/9*) Escala de avaliação Muito Insuficiente Insuficiente Suficiente Bom Muito Bom *Nível 1 2 3 4 5 Informações Adicionais O Aluno: O Monitor: O Coordenador: Em, de, de 2009 Página 19
REGISTO DE ASSIDUIDADE Formando: «Aluno» Entidade Integradora: «Denominação_Social» Monitor: «Monitor» Professor (a) Responsável: «Professor_Responsável_» Registo de Presenças Dias Data Presença (horas) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 Faltas Rubrica Justificadas Injustificadas Formando Monitor Página 20
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