1. OBJETIVO Este procedimento tem por objetivo estabelecer critérios e recomendações para levantamento topográfico efetuado pela CELPA ou empresas contratadas, de forma a auxiliar as atividades de cadastramento, projeto, construção, operação e manutenção da rede de distribuição aérea rural. 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO Estes procedimentos são aplicáveis ao levantamento topográfico de rede de distribuição aérea rural, visando futuras reformas, extensão ou construção de novas redes que tenham características rurais, com tensões, nominais de 13,8 kv, 13,8 / V 3 kv e 34,5 kv. 3. DEFINIÇÕES E TERMINOLOGIAS 3.1.Desenho Topográfico Constitui a representação em escala reduzida, da diretriz e relevo do terreno estudado, através de sinais convencionais normalmente conhecidos como convenções topográficas, dependendo da escala, grau de precisão, detalhes e amplitude. Este desenho denominase esboço, planta ou mapa topográfico, carta geodésica geográfica ou corográfica. 3.2.Topometria Chama-se de topometria ao conjunto de métodos empregados no levantamento topográfico, necessários para o traçado da planta ou desenho topográfico. A topografia se divide em planimetria e altimetria. 3.2.1.Planimetria É a representação em projeção horizontal dos detalhes existentes na superfície. Existem dois métodos de representação planimetrica, ou seja: método dos alinhamentos e método dos caminhamentos. 3.2.1.1.Método dos Alinhamentos E a medida da projeção horizontal entre dois pontos. 3.2.1.2.Método dos Caminhamentos É uma série de alinhamentos cujos comprimentos e ângulos são medidos e ligados obtendo-se uma poligonal. c:\normatec\ntd\aprovado\ntd-08.doc 1
3.2.2.Altimetria É a representação em projeção vertical de um certo número de pontos referidos a plano horizontal de projeção. A altimetria permite fixar, por meio de cotas ou outros sinais convencionais, o relevo do terreno, ou seja, a expressão exata de sua forma. Existem dois métodos de representação altimetrica ou seja, o método geométrico e o método trigonométrico. 3.2.2.1.Método Geométrico Consiste na determinação da diferença de nível entre dois pontos, os instrumentos usados são o nível e a mira. 3.2.2.2.Método Trigonométrico Baseia-se na resolução de triângulos situados em planos verticais que passam pelos pontos cuja diferença de nível se deseja medir. Os instrumentos usados são o teodolito e a mira. 3.3.Levantamento Topográfico Consiste na determinação plani-altimétrica do terreno, ao longo do caminhamento de toda a rede de distribuição rural. Neste levantamento deverão ser determinados os acidentes considerados relevantes a elaboração do projeto. 3.4.Estaqueamento É a colocação de piquetes em todos os pontos de estação, em determinados intervalos, de referência em saliência do trabalho e obrigatoriamente nas diversas propriedades e nos pontos de mudança dos tipos de vegetação e cultura. 4. SIMBOLOGIA Devem ser adotados os símbolos e conveções, conforme Anexo I. 5. CONDIÇÕES GERAIS 5.1.Generalidades Os serviços de levantamento topográfico são precedidos, do reconhecimento e estudo do traçado da rede de distribuição rural, devendo obedecer os seguintes critérios básicos: menor distância; apoio rodoviário e facilidade de acesso; c:\normatec\ntd\aprovado\ntd-08.doc 2
maior número de consumidores; melhor suporte elétrico. Estes critérios acima descritos são de grande importância e nunca poderão ser analisados isoladamente. 5.2.Partes Componentes do Levantamento Topográfico Os serviços topográficos são divididos em duas partes: reconhecimento e estudo do traçado da RDR; levantamento e nivelamento da diretriz da RDR. 5.2.1.Reconhecimento e Estudo do Traçado da RDR Tem por objetivo coletar dados em campo para estabelecer o traçado definitivo da rede de distribuição rural. Sempre que possível deverá ser efetuado um estudo preliminar em cartas geográficas, plantas de região ou fotografias aéreas, antes de serem analisados no local, as alternativas para o traçado da RDR. O reconhecimento e estudo do traçado será realizado por pessoal da CELPA (projeto). A fiscalização da CELPA entregará a firma contratada a planta da diretriz básica resultante do estudo preliminar do traçado. 5.2.2.Levantamento e Nivelamento da Diretriz da RDR Após estabelecido o traçado definitivo da RDR, deverá ser feito o levantamento topográfico planialtimétrico, utilizando os materiais e equipamentos necessários (teodolito, mira, baliza, rádio VHF, trena, caderneta de campo, piquetes, etc.). A diretriz e a quantidade de marcos de madeira a serem utilizados serão determinados pela CELPA, devendo qualquer alteração do traçado definitivo, ser feito com autorização da mesma, mediante justificativa. 5.3.Plantas Topográficas As plantas topográficas devem ser sempre acompanhadas das cadernetas de campo e planilhas de cálculo, destinadas a quaisquer verificações e detalhes complementares, bem como a indicação de todos os trabalhos realizados durante a medição ou levantamento. c:\normatec\ntd\aprovado\ntd-08.doc 3
5.3.1.Mapa Chave É a planta que conterá em representação plenimétrica, a orientação do norte magnético; determinação do ponto de derivação (configurando o nome do alimentador existente, poste, estrutura e ângulo) indicação da diretriz da RDR, assinaladas em graus os pontos de flexão e saída dos ramais, todas as edificações que representem ou não pontos de carga, com a numeração correspondente; indicação das redes primárias e secundárias, representados os transformadores, além de todos os acidentes topográficos e cruzamentos e transversais. O mapa chave conterá ainda um quadro resumo que demonstre os quantitativos utilizados por planilha, nos circuitos primário, secundário e na estrutura de transformação do projeto eletromecânico. 5.3.2.Perfil Plani-Altimétrico Esta planta e destinada a locação das estruturas do projeto da rede primária e a representação planimétrica das redes primária e secundária. Deverá conter ainda: 5.3.3.Articulação a) no desenho de perfil: a numeração das estacas, representadas em divisões de 10 em 10 unidades. Além disto, deverão ser registradas, em vertical, as cotas representativas do relevo do terreno; b) na vista planimétrica: os detalhes a seguir enumerados, desde que contidos na faixa de servidão da rede e ainda as edificações que representem ou não unidades consumidoras, distanciadas do eixo da rede de cerca de 100m: indicação de estradas de rodagem municipais, estaduais, federais e ferrovias; todos os caminhos, rios, lagoas, etc.; todas as linhas de transmissão, rede de distribuição urbana e rural e linhas de comunicação; indicação de cercas contendo o número e o tipo de fios de arame; divisões de propriedades, alturas, tipo de vegetação e solo; detalhes dos pontos de saída e chegada de rede, com indicação do alimentador existente, do angulo de derivação, poste e estrutura correspondente; núcleos populacionais; indicação das estacas, características de deflexão e saída de ramais; indicação de aeroportos. c:\normatec\ntd\aprovado\ntd-08.doc 4
Cada folha, exceto a primeira e a última, deverá conter, no início, 100m de caminhamento anterior e, no fim, 100m de caminhamento seguinte, em linha tracejada, para permitir a articulação das mesmas. 6. CONDIÇÕES ESPECIFICAS 6.1.Reconhecimento e Estudo do Traçado da Rede 6.1.1.Reconhecimento No reconhecimento o fiscal (técnico) da empresa incumbido do levantamento cadastral orientará o topógrafo na localização de todos os pontos de carga dos interessados, bem como os pontos dos vários suportes existentes. Não havendo estrada, a locação será feita através de picadas, que deverão evitar ao máximo o corte da vegetação. No reconhecimento deverá constar também: a) ponto de derivação (designação de RDR existente, estrutura, tipo e numeração do poste); b) acidentes notáveis, tais como: igarapés, rios, estradas de ferro, serra, etc. Utilizar simbologia do Anexo I. c) Além dos consumidores cadastrados, devem constar aqueles que não foram encontrados, os que não desejam energia e aqueles não relacionados que estejam próximos a estrada locada. Nota: A planta de reconhecimento deverá ser devolvida por ocasião da entrega do levantamento definitivo. 6.1.2.Estudo do Traçado da Rede De posse da relação dos nomes das propriedades rurais interessadas em energia e na localização em plantas de distribuição rural, o projetista deve escolher o melhor traçado para construção da linha tronco rural, procurando atender os fatores a seguir relacionados: a) não existindo suporte viário a ser tomado como diretriz, deve-se optar sempre que possível pela linha reta; b) existindo rodovias para serem tomadas como diretriz, ela deve ser, em princípio, o mais próximo e paralelo possível de uma das margens das referidas rodovias; c) O traçado, sempre que possível, deve contornar os seguintes tipos de obstáculos: mato denso; áreas reflorestadas; c:\normatec\ntd\aprovado\ntd-08.doc 5
pomares; igarapés, lagoas e represas; erosões; terrenos muito acidentados; terrenos com inclinação transversal superior a 50%; locais com alto índice de poluição atmosférica, tais como: refinarias, formas de cal, fábricas de cimento, usinas térmicas, etc.; locais onde normalmente são detonados explosivos; aeródromos; outros não mencionados, mas que a critério da CELPA haja conveniência em serem contornados. d) Caso o traçado tenha que forçosamente atravessar loteamentos ou terrenos muito valorizados, ele deve aproveitar ao máximo os arruamentos procurando, desta forma, minimizar as desapropriações e ter o levantamento de características de redes urbanas; e) no caso específico da existência de edificações, não devem ser feitas travessias sobre as mesmas. O procedimento mais correto será contornar ou desapropriar a benfeitoria para dar continuidade ao traçado; f) caso o traçado tenha que se aproximar muito do aeródromo, devem ser observadas as distâncias mínimas contidas no Anexo II; g) O traçado deve conter o mínimo de deflexão possível, já que estas impliquem em estruturas especiais que oneram o custo do projeto; h) Os ângulos devem situar-se, sempre que possível, em pontos elevados do perfil de fácil visibilidade e terrenos de boa constituição, e afastado das margens das estradas, conforme figura 1 do Anexo III; i) restringir ao mínimo possível as travessias sobre rodovias, ferrovias, oleodutos, gasodutos, etc.; j) quando necessária ao desenvolvimento do traçado as travessias referidas na alínea anterior devem ser feitas com o ângulo mínimo do 60o. conforme figura 2 do Anexo III; k) evitar travessias sobre aterro em geral; l) no caso de travessia de rios, igarapés, canais, etc., deve-se de preferência, lançar a diretriz em locais pouco afetados por fundações ou mares; m) o caminhamento deve procurar beneficiar cargas rurais significativas; c:\normatec\ntd\aprovado\ntd-08.doc 6
n) o lançamento do traçado deve ser tal que permita a existência de uma faixa com 5m para cada lado, perfazendo 10m de largura; o) no caso de aproximação de rodovias, ferrovias, etc., o estabelecimento da diretriz deve atender rigorosamente as distancias estabelecidas nas figuras 1 dos Anexos IV e VI. p) no caso de ocupação de faixa de linhas de transmissão da própria concessionária, e em especial nas proximidades de subestações congestionadas, devem ser consultados previamente os urgaos responsáveis pelas normas; q) no caso de paralelismo com outras RDR's existentes, deve ser previsto um afastamento mínimo de 10m entre o traçado e o eixo da RDR existente; r) no caso paralelismo com linhas de comunicação existente, não blindados, deve ser previsto um afastamento mínimo entre o traçado e o eixo das linhas de comunicação existente de 15m. Por outro lado o paralelismo com as linhas de comunicação deve ser evitado ao máximo. s) não serão aceitos ramais que façam ângulos a menos de 100m (cem metros) da sede de propriedades. 6.2.Levantamento e Nivelamento da Diretriz da RDR Após a definição do traçado da rede será executado o levantamento do perfil do terreno e a respectiva planta baixa, numa faixa de 20m (10m de cada lado) ou mais se necessário. Este levantamento deverá ser executado segundo os critérios e as exigências mínimas a seguir enumeradas: 6.2.1.Estaqueamento Para assinalar convenientemente os extremos do alinhamento a medir, são empregados os piquetes, piquetões, estacas testemunhas e marcos de concreto. 6.2.1.1. Os piquetes deverão ter as dimensões de 150 x 30 x 30mm, conforme desenho no Anexo VII, confeccionados com madeira de boa qualidade, pintados de vermelho no topo. A colocação dos piquetes, serão em todos os pontos de estação, obedecendo uma distância aproximada de 100m entre si, sendo mais próximos nas cumeadas das montanhas ou morros e dispensável nos fundos das grotas. Portanto, os piquetes servirão para medir a extensão da RDR e mudança de aparelho, etc. O centro do topo (ou cabeça) do piquete será marcado com uma taxa, toda vez que houver mudança de aparelhos. 6.2.1.2. As estacas testemunhas (Anexo VII) serão cravadas a direita dos piquetes, numa distância variável de 20 a 30cm. c:\normatec\ntd\aprovado\ntd-08.doc 7
Deverão ter comprimento de 500mm, confeccionados com madeira de boa qualidade, pintadas de branco, numeradas com tinta vermelha na face voltada para o piquete, em ordem crescente, no sentido do caminhamento da rede, e na outra face a identificação do logotipo da CELPA, em cor vermelha. 6.2.1.3. Os piquetões (Anexo VII) serão utilizados nas saídas de ramais, pontos de carga e nas indicações de ângulos, conforme detalhes 1, 2, 3 do Anexo IX. Os piquetões substituirão os marcos nos ângulos de ramais iguais ou inferiores a 1000m. 6.2.1.4. Os marcos de concreto (Anexo VIII) serão utilizados nas seguintes situações, conforme mostrado no Anexo IX, ou seja: a) no início da RDR, quando derivada de um levantamento topográfico existente; b) no final da RDR e/ou ramais com extensão superior a 1000m; c) aproximadamente a cada quilômetro da RDR; d) em todos os ângulos da RDR e dos ramais cuja extensão seja superior a 1000m. 6.3. As visadas intermediárias estarão afastadas em media 50 metros, segundo a natureza do terreno, sendo mais próximas nas cumeadas das montanhas ou morros e, dispensável nos fundos das grotas. 6.4. Quando a inclinação do terreno, transversalmente ao eixo da RDR, ultrapassar a 25%, serão levantados os perfis laterais "e" e "d", respectivamente a esquerda e a direita do eixo, afastado do mesmo de 5m. 6.5. Os acidentes na faixa ou nas suas imediações, serão levantados com precisão compatível para cada caso, com os seguintes detalhes. 6.5.1. Cruzamentos com ramais ou ferrovias: dados para identificação da estrada, inclusive rumos e nomes das localidades mais próximas por ela servidas, posições relativas das cercas e postes das linhas de telecomunicações, limite de faixa de domínio, etc. 6.5.2. Cruzamento com linhas de transmissão, redes de distribuição e linhas de telecomunicações: distâncias do ponto de cruzamento dos postes ou estruturas adjacentes, ângulo, alturas dos cabos ou fios no ponto de cruzamento, temperatura ambiente na hora da medição, tensão de transmissão ou de distribuição, número das estruturas adjacentes ao cruzamento, dados para identificação da linha ou rede, inclusive o nome da empresa ou do proprietário particular da linha ou rede atravessada. Nota: No caso de cruzamento sob linhas de transmissão, citar o tipo das estruturas adjacentes (suspensão ou ancoragem). c:\normatec\ntd\aprovado\ntd-08.doc 8
6.5.3. Acidentes isolados de importância: edificações, blocos de pedra, etc., com sua posição relativa, contorno aproximado, cota de topo e indicação de sua natureza. 6.5.4. Cursos d água (rios, córregos, igarapés, etc.): direção da corrente e sua denominação, nível d água na época do levantamento, bem como a estimativa do máximo provável. 6.5.5. Terrenos impróprios para fundação de estruturas: posição relativa, delimitação e indicação de sua natureza (igapó, erosão, terrenos de pouca resistência, afloramento de rochas, etc.). 6.5.6.Vegetação: tipo e sua delimitação ao longo da faixa. 6.5.7. Muros e cercas: indicação de sua natureza, quantidade de fios no caso de cercas de arame, altura e posição nos cruzamentos. 6.5.8. No caso de atravessar um loteamento, deverão ser aproveitadas suas ruas para passagem da RDR, devendo para tanto, o topógrafo solicitar da prefeitura municipal o alinhamento, bem como uma carga da mesma, onde conste a largura do passeio e se compromentendo pela exatidão do alinhamento. O eixo da RDR deverá ser levantado a 0,5 metros da face externa da guia do meio fio para passeio com largura superior a 2,5 metros e a 0,35 metros para passeio com largura igual ou inferior a 2,5 metros. Anotar todas as projeções verticais de saliências das edificações que avançam sobre o passeio, tais como fachadas, sacadas, telhados, etc. 6.5.9.Deverá ser levantado o nome de todos os proprietários ao longo do traçado. 6.6.Cardeneta de Campo A caderneta de campo e um dos componentes para todos os trabalhos de levantamento topográfico, e como tal deve preencher os seguintes requisitos: a) a caderneta deve ser de modelo apropriado para tal fim: capa dura, papel grosso e resistente; b) a caderneta deve conter os valores lidos (observados) na operação do campo, deixando-se os cálculos para serem efetuados posteriormente, a não ser aqueles necessários para verificações imediatas, por exemplo: quando um ângulo for obtido pela diferença de leitura final menos a leitura inicial, devem ser anotadas obrigatoriamente essas duas leituras; c) as cadernetas devem ser entregues no estado original, sem correções efetuadas após os detalhes de campo; d) todas as anotações devem ser feitas a caneta; e) na capa de qualquer caderneta deve conter os dados mostrados no Anexo X; c:\normatec\ntd\aprovado\ntd-08.doc 9
f) as cadernetas devem conter as datas e o método de verificação empregado; g) os títulos das colunas que compõem as anotações das cadernetas deverão ser padronizados, conforme Anexo XI, de forma a evitar enganos provenientes de desentendimentos entre anotações e cálculos; h) sempre que as anotações se referirem a levantamento de detalhes, devem ser acompanhados de esboços explicativos do local, independentemente da escala, porém executados com clareza; i) as cadernetas com levantamento topográfico concluído constitui propriedade da empresa. 6.7. Todos os desenhos apresentados deverão obedecer as convenções estabelecidas pela CELPA. Os Anexos II a VI e XII a XIX mostram diversos tipos de situações que devem ser seguidas na elaboração dos levantamentos topográficos. 6.7.1.Traçado do Reconhecimento Após o reconhecimento e determinação no campo dos pontos de saída, chegada e mudança de direção, deve ser traçado o desenho do reconhecimento em escala 1:10.000 ou 1:5.000. Vide exemplo demonstrado no Anexo XX. 6.7.2.Mapa Chave Fazer em papel vegetal 90/95 no formato A-1 (594 x 841mm) desenhado com tinta nanquim, escala de 1:10.000 ou 1:5.000 e, em casos especiais, na escala a ser determinada. Vide exemplo demonstrativo no Anexo XXI. 6.7.3.Perfil Plani-Altímetro Desenhar em papel vegetal milimetrado 60/65, no formato A-1 (594 x 841mm) onde será desenhado o perfil e o alinhamento, com tinta nanquim, na escala vertical 1:500 e na horizontal 1:5000. Vide demonstração no Anexo XXII. 6.7.4.Carimbo ou Rótulo Os rótulos dos desenhos deverão obedecer o padrão CELPA. 7. APRESENTAÇÃO DOS PROJETOS A CELPA somente receberá os trabalhos da contratada após a observância dos seguintes itens: a) plantas com cópias dentro dos padrões exigidos; b) devolução do traçado do reconhecimento; c:\normatec\ntd\aprovado\ntd-08.doc 10
c) caderneta de alinhamento e nivelamento padronizada e preenchida a caneta; d) elementos que possam comprovar o cálculo da caderneta. Após comprovadas as exigências, e feita a conferência do serviço, a CELPA designará um topógrafo de seu quadro para fazer a fiscalização em campo. Constatada alguma irregularidade, será encaminhada a contratada para as devidas correções. 8. VIGÊNCIA A presente norma entra em vigor a partir de 21 de junho de 1993. Vilmos da Silva Grunvald Diretor de Engenharia NOTA: O documento original assinado encontra-se a disposição dos usuários no SEOEM. c:\normatec\ntd\aprovado\ntd-08.doc 11