Tesoureiro Cadernos de Serviços

Documentos relacionados
Vogal de Missão Cadernos de Serviços

Vogal de Formação Cadernos de Serviços

Vogal de Liturgia Cadernos de Serviços

Vogal Mariano Cadernos de Serviços

Vogal de Caridade Cadernos de Serviços

Estatutos da Associação dos Médicos Católicos Portugueses

PLANO DE ACTIVIDADES ANO PASTORAL 2011/2012 VICENTINOS, Desenvolver o tema: Vicentinos, um estilo de vida para hoje.

Catequese Adolescência Paróquia S. Salvador de Carregosa 8º ano/ º Período Objectivos Data Tema da catequese Objectivos Estratégias

ESTATUTOS DEPARTAMENTO DA JUVENTUDE DA IGREJA LUSITANA

ESTATUTOS NACIONAIS DA ASSOCIAÇÃO DA JUVENTUDE MARIANA VICENTINA EM PORTUGAL

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO

ESTATUTOS DAS EQUIPAS DE JOVENS DE NOSSA SENHORA

II FÓRUM NACIONAL DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR CONFESSIONAIS ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CATÓLICA DO BRASIL ANEC

O NOSSO MODO DE EDUCAR

COMISSÃO EPISCOPAL DA EDUCAÇÃO CRISTÃ

Associação de Pais e Encarregados de Educação do Colégio Salesianos do Porto ESTATUTOS. CAPÍTULO I Da denominação, natureza e fins

ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DE ALUNOS DO AGRUPAMENTO DA ESCOLA DR. JÚLIO MARTINS. Estatutos. Capitulo I Da natureza e fins

Barretos, 1º de agosto de Circular 07/2017. Caríssimos irmãos e irmãs,

agir O mundo e a história da humanidade são o grande campo da Ação do amor de Deus (Doc 105, 15).

A Equipe Paroquial de Pastoral do Dízimo, que deve contar, no mínimo, com sete membros, desempenhará as seguintes funções:

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA EB1 O LEÃO DE ARROIOS

CONSELHO DIOCESANO DA PASTORAL DA JUVENTUDE

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA BÁSICA UM DE CAMPO. Capítulo Primeiro Da denominação, natureza e fins

Ir ao coração da Fé Formar para uma Fé adulta «Permanecei firmes e sólidos na fé» (Col 1, 23)

Núcleo de Internos de Medicina Interna (NIMI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) REGULAMENTO E ESTATUTOS

Os bispos, como pastores e guias espirituais das comunidades a nós encomendadas, somos chamados a fazer da Igreja uma casa e escola de comunhão.

Assembleia Ordinária Nº 3. Agenda

A alegria do Evangelho para uma Igreja em saída

ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DOS MISSIONÁRIOS DA SAGRADA FAMÍLIA

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS CASTRO MATOSO CAPITULO I DENOMINAÇÃO, NATUREZA E FINS

ESTATUTOS DA ALUMNI FDUNL ASSOCIAÇÃO DOS ANTIGOS ESTUDANTES DA FACULDADE DE DIREITO DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

ASSEMBLEIA GERAL DOS BISPOS

ASSOCIAÇÃO DE CULTURA E ARTES DE LISBOA. Estatutos. Capítulo I. Artigo 1º. Artigo 2º. Artigo 3º. Capítulo II. (Objectivos) Artigo 4º

Planificação Anual 10º ano da catequese

A nossa MISSÃO: Com os pobres, acolher, servir, acompanhar e defender as suas causas

Associação de Farmacêuticos dos Países de Língua Portuguesa ESTATUTOS

CATECRIANDO NOvAs DINâmICAs DE grupo para A CATEquEsE MIOLO_Catecriando_22jul2016.indd 1 22/7/16 1:12 PM

PLANO DE ACTIVIDADES E ORÇAMENTO 2009

COMIPA. Conselho Missionário Paroquial

ORGANIZAÇÃO DOS ENCONTROS

REGIMENTO DA CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA JUVENTUDE E DESPORTO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

JUNTA REGIONAL DE LAMEGO. Plano de Actividades. e Orçamento

Comunidade D Descobrir (Discípulos) (Novembro/Dezembro) I Integrar (Comunidade) (Janeiro/Fevereiro/Março) P Proclamar (Evangelho) (Abril/Maio/Junho)

Pastoral Penitenciária em Portugal: o que é e que desafios?

MISSIOLOGIA. Missão e juventude

Conselho Arquidiocesano de Pastoral

* Apostila Nr. 01 O VERDADEIRO SENTIDO DO DIZIMO. DIOCESE DE JOINVILLE SC PASTORAL DO DIZIMO Pe. Ivanor Macieski

Processo de Formação na RCC Brasil

Estatutos APM. Associação Portugal Moçambique CAPITULO I. Da denominação, sede, fins, âmbito de acção. Artigo 1o

Pastoral do Dízimo: uma pastoral catequética e missionária. Deus ama quem dá com alegria (2 Cor 9,7)

A fé nos liberta do isolamento do eu, porque nos conduz à comunhão. Isso significa que uma dimensão constitutiva

Natureza, objectivos e unidades de acção

REUNIÃO DE PAIS GRUPO DE JOVENS Paróquia Nossa Senhora da Boavista

renovando a nossa profunda comunhão com Pedro, o Papa Francisco!

Projeto de Evangelização Proclamar a Palavra/Assembleia Paroquial - 18/02/2017

Pontifícias Obras Missionárias

INQUÉRITO SOBRE A REALIDADE PAROQUIAL

Paróquia de Ceira. Plano Pastoral

REUNIÃO DE PAIS GRUPO DE JOVENS Paróquia Nossa Senhora da Boavista

2º Encontro da Pastoral Diocesana do Dízimo em 2019

Compromisso Educativo

Portal da Justiça A Justiça ao serviço do cidadão e das empresas

Roteiro Celebrativo Mês Diocesano do Dízimo 2017

Caminhada de Advento 2008

Convívios Fraternos Diocese de Bragança-Miranda

Transcrição:

Tesoureiro Cadernos de Serviços

Nome: Conselho Local / Regional / Nacional Centro Local:

A vida económica é um aspecto fundamental das pessoas e organizações. Os grupos não vivem sem dinheiro e bens. Contudo, não somos uma associação com fins lucrativos, mas precisamos de fundos para as despesas: material catequético e formativo, encontros de formação, material liturgico, etc. S. Vicente de Paulo dizia que os bens dos pobres, devem ser administrados com enorme delicadeza, cuidado e zelo. 1. Conceito de Tesoureiro em JMV O Tesoureiro JMV é o jovem eleito, segundo os estatutos nacionais, que vela e administra os fundos e bens da associação para colocá-los ao dispôr de todos. O Tesoureiro é o elemento que une e move os restantes membros, com esperança e alegria na angariação de fundos, na motivação para projectos de partilha. O Tesoureiro é o elemento atento às necessidades materiais do grupo, centro ou conselho. 2. Perfil do Tesoureiro em JMV - Cristão que vive a experiência de Deus, comprometido com o seu crescimento pessoal, em busca da maturidade na fé; - Pessoa de Igreja: vive a dimensão comunitária da fé fazendo parte da mesma; - Capacidade de organização; - Capacidade de comunicação, sentido de partilha; - Membro activo que assume o seu serviço com responsabilidade; - Pessoa em contínua formação, buscando capacitarse cada vez mais para servir os outros o melhor possível; - Ama intensamente a Associação e, por isso, identifica-se com a filosofia, objectivos e carisma da JMV. - Pessoa guiada pelo Espírito Santo, seguindo o exemplo de Maria: Transpira a característica Mariana e Vicentina fundamentada no Evangelho e na mensagem transmitida a Catarina Labouré pela Virgem, porque vive e entusiasma-se com tal espiritualidade.

3. A missão do Tesoureiro em JMV Os primeiros discípulos descobriram depressa que na comunidade, além de orar juntos, tinham de amar-se (Act.2,42); com palavras e obras (Act.4,32) Descobriram a necessidade de administradores que organizassem colectas em favor dos outros (Rom 12,13;Gál 5,6) Partilha Numa associação de carisma vicentino, o jovem é convidado a partilhar o supérfluo. O Tesoureiro faz com que todos participem numa consciência comum e responsável pela partilha (de material, de ideias, de comunicação...). Uns podem dar dos seus tesouros e outros podem distribuílos... Justiça/Igualdade Deve exercer este serviço de partilha com justiça, para criar igualdade. Está atento às necessidades de cada um para que todos tenham acesso a uma plena vivência em JMV: se alguém não pode pagar os gastos de JMV, sobretudo para a Formação e Encontros, faz com que os fundos do grupo resolvam tais situações, com discrição, evitando que alguém se sinta humilhado. Gestão dos fundos /Conservação Cabe ao tesoureiro a gestão dos fundos da associação, de acordo com o respectivo Conselho. Assim os fundos devem ser geridos sem desperdício, utilizados no momento certo e para colmatar as necessidades do centro ou conselho. Devem ser aplicados com prioridade na formação e crescimento dos seus membros. Por outro lado, é necessária uma boa gestão e conservação dos bens adquiridos, evitando voltar a comprá-los quando já existe em stock, muitas vezes esquecidos em algum lugar. É necessário que o Conselho tenha um local onde os possa armazenar.

4. Tarefas concretas do Tesoureiro em JMV É importante que o Tesoureiro tenha presente e divulgue que a Associação não tem fins lucrativos, mas que tem que subsistir com o seu trabalho para as necessidades do grupo ou do Conselho. Para tal, a motivação para a responsabilidade e a partilha, de modo a aliviar os gastos comuns, é a tarefa principal do tesoureiro. Tesoureiro Local - Incentiva a que todos cooperem na campanhas de angariação de fundos (rifas, donativos, renúncia semanal de cada elemento JMV, etc.) para as despesas do Centro Local, fins caritativos, Missão Ad Gentes e em cooperação com a Pastoral Social da Paróquia ou Diocese; - Procura que o Conselho tenha a estabilidade económica de modo a garantir o normal funcionamento do mesmo, administrando os bens com amor, organização e responsabilidade; - Mantém em dia a contabilidade do Conselho Local, registando os movimentos económicos no relatório de contas, de acordo com as orientações do respectivo vogal regional; - Faz com que todos os elementos que participam em acções de formação, retiros ou missões, sejam comparticipados em parte das suas despesas, de acordo com as possibilidades do Conselho Local; - Executa as operações económicas que lhe sejam confiadas: reembolso de despesas suportadas pelos membros; movimentação da conta bancária 1 caso exista; etc; - Informa nas reuniões do Conselho Local sobre as despesas e as receitas recentes; - Faz a colecta das quotas referentes às inscrições no movimento, durante o mês de Setembro e envia as inscrições com o respectivo montante por vale 1 Se o Conselho abre conta no banco, terá de apresentar, pelo menos, duas assinaturas: a do Assistente do Conselho e a do tesoureiro, (pode apresentar também a do presidente). A movimentação da mesma deve ser feita com duas assinaturas, sendo que o Assistente deve ter autonomia para a movimentar sozinho.

correio ou cheque para o Secretariado Nacional da JMV; - Envia anualmente o relatório de contas do Conselho Local para o Tesoureiro Regional, tendo previamente apresentado ao Conselho Local; - Mantém informado, dialoga, esclarece dúvidas e oferece sugestões aos Conselhos Regional e Nacional, de forma a fomentar o diálogo, esclarecendo dúvidas e dando sugestões; - Colabora nas actividades da tesouraria propostas pelos tesoureiros Regional e Nacional. Tesoureiro Regional - Incentiva a que todos cooperem na campanhas de angariação de fundos (rifas, donativos, etc.) para as despesas do Conselho Regional, para fins caritativos, Missão Ad Gentes e em cooperação com a Acção Pastoral da Igreja; - Procura que o Conselho tenha a estabilidade económica de modo a garantir o normal funcionamento do mesmo, administrando os bens com amor, organização e responsabilidade; - Mantém em dia a contabilidade do Conselho Regional, registando os movimentos económicos no relatório de contas; - Executa as operações económicas que lhe sejam confiadas: reembolso de despesas suportadas pelos membros; movimentação da conta bancária 2 caso exista; etc.; - Procura que todos os centros locais tenham material necessário para o desenvolvimento espiritual, organizacional e de formação dos mesmos (Guias dos Serviços, Estatutos da JMV Nacional e Internacional, Cancioneiros JMV, Catecumenato JMV,Lenços JMV...) - Informa nas reuniões do Conselho Regional sobre as despesas e as receitas recentes; - Envia anualmente o relatório de contas do Conselho Regional para o Secretariado Nacional JMV, tendo previamente apresentado ao Conselho Regional; 2 Idem.

- Mantém informados os Tesoureiros Locais sobre actividades ao nível da tesouraria e acompanha o trabalho efectuado pelos mesmos, esclarecendo dúvidas e oferecendo sugestões; - Colabora nas actividades da Tesouraria propostas pelo Tesoureiro Nacional; - Mantém contacto com os tesoureiros regionais, de forma a fomentar o dialogo, esclarecimento de dúvidas e dando sugestões. Tesoureiro Nacional - Incentiva e promove campanhas de angariação de fundos (rifas, donativos, renuncia semanal de cada elemento JMV, etc.) para as despesas dos Conselhos, para fins caritativos, Missão Ad Gentes e em cooperação com a Acção Pastoral da Igreja; - Procura que o Conselho tenha a estabilidade económica de modo a garantir o normal funcionamento do mesmo, administrando os bens com amor, organização e responsabilidade; - Mantém em dia a contabilidade do Conselho Nacional, registando os movimentos económicos no relatório de contas; - Executa as operações económicas que lhe sejam confiadas: reembolso de despesas suportadas pelos membros; movimentação da conta bancária 3 caso exista; etc; - Apresenta anualmente o relatório de contas ao Conselho Nacional, para a sua aprovação, e fornece informações ao mesmo sobre a vida económica, sempre que solicitado; - Informa nas reuniões do Conselho Nacional das despesas e receitas recentes; 3 Idem.

- Prepara e apresenta ao Conselho Nacional e Assembleia o Orçamento para o ano económico seguinte; - Suscita nos Conselhos o espírito de colaboração financeira, nomeadamente na recolha das Quotas de Inscrição dentro dos prazos estabelecidos; - Mantém contacto com os tesoureiros regionais, de forma a fomentar o dialogo, esclarecimento de dúvidas e dando sugestões.

Juventude Mariana Vicentina - Portugal 2005