MAGNETISMO e ESPIRITISMO

Documentos relacionados
SISTEMA ENDÓCRINO órgãos hormônios

Doença de Addison DOENÇA DE ADDISON

Glândulas endócrinas:

Disciplina: Bioquímica Curso: Análises Clínicas 3º. Módulo Docente: Profa. Dra. Marilanda Ferreira Bellini

Glândulas endócrinas:

Aula: Sistemas Reguladores II. Sistema Endócrino

8. Quando ocorre a produção de calcitonina e paratormônio no organismo? Qual (is) glândula(s) o(s) produz(em)?

SISTEMA ENDÓCRINO Órgãos endócrinos e suas secreções, alvos e efeitos principais

Sistema endócrino. Apostila 3 Página 22

GLÂNDULAS DEFINIÇÃO TIPOS DE SECREÇÕES. São um conjunto de células especializadas que têm como finalidade produzir secreções.

4/19/2007 Fisiologia Animal - Arlindo Moura 1

Sistema Endócrino. O que é um SISTEMA? SISTEMA 5/6/2010. Prof. Mst. Sandro de Souza CÉLULAS TECIDOS ÓRGÃOS. Disciplina: FISIOLOGIA HUMANA

SISTEMA ENDÓCRINO. Prof. Diego Ceolin

Sistema endócrino + Sistema nervoso. integração e controle das funções do organismo

O humano e o ambiente

10/09/2015. Glândula pineal. Hormônio Melatonina : produzido à noite, na ausência de luz. Crescimento; Regulação do sono; CONTROLE HORMONAL

AULA 02 - Eixo Hipotálamo-Hipofisário DOTS - JOGO DOS PONTOS

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA

Sistema endócrino. Epitélio glandular. Funcionalmente:

Regulação Hormonal. Sistema endócrino é o conjunto formado por glândulas endócrinas e exócrinas

Aula 5: Sistema circulatório

Noções Básicas sobre a Glândula Tireoide

Glândulas endócrinas:

Bio. Professores: Nelson Paes Rubens Oda Monitores: Mat.

ZOOLOGIA E HISTOLOGIA ANIMAL

SISTEMA ENDÓCRINO. Hipotálamo Paratireóide

Fisiologia do Sistema Endócrino. Glândula Suprarenal. Glândulas Adrenais. SISTEMA ENDÓCRINO Adrenais. Adrenal

Glândula Adrenal. Glândula Adrenal. Glândula Adrenal. Córtex Adrenal. Histologia. Histologia. Mamíferos 1 par. Ad renal próximo aos rins

SISTEMA ENDÓCRINO. Jatin Das TIREÓIDE

Sistema Endócrino: controle hormonal

DISCIPLINA DE HEMATOLOGIA HEMATÓCRITO

Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Ciências Aeronáuticas. Sistema Endócrino. Prof. Raimundo Júnior M.Sc.

SISTEMA MOTOR VISCERAL

Fisiologia Humana Sistema Endócrino. 3 ano - Biologia I 1 período / 2016 Equipe Biologia

TIREÓIDE E HORMÔNIOS TIREOIDEANOS (T3 e T4)


Estrutura adrenal. Função da medula adrenal. Função da medula adrenal. Funções do córtex adrenal. Funções do córtex adrenal. Funções do córtex adrenal

Nome: 1- FAÇA um desenho de uma célula, identificando as suas partes. a) DESCREVA a função de cada uma das partes da célula.

PULMÃO (Pulso das vias respiratórias - amídalas e laringe) Pulso grande e duro Pulso macio

Vertigens, desmaios e crises convulsivas. Prof. Sabrina Cunha da Fonseca Site:

Excreção. Manutenção do equilíbrio de sal, água e remoção de excretas nitrogenadas.

Fisiologia do Sistema Endócrino. Introdução e Conceitos Gerais. Profa. Dra. Rosângela F. Garcia

Colégio Avanço de Ensino Programado

Exercícios de Revisão do 4º Bimestre 2013

SISTEMA EDUCACIONAL INTEGRADO CENTRO DE ESTUDOS UNIVERSITÁRIOS DE COLIDER Av. Senador Julio Campos, Lote 13, Loteamento Trevo Colider/MT Site:

Eixo hipotálamo-hipófise-adrenal Neuroimunoendocrinologia

Níveis de Organização do Corpo Humano

REGULAÇÃO HORMONAL DO METABOLISMO PROTEÍCO

Anatomia e Fisiologia Humana

UP! A-Z Force Homme. Informação Nutricional. Suplemento vitamínico e mineral de A a Z 60 cápsulas de 500mg

SISTEMA HIPOTÁLAMO- HIPOFISÁRIO

No Contexto Bioclimatológico, não se refere a um simples parâmetro ou conjunto de reações, mas sim a uma classificação do fenômeno;

BIOLOGIA - 2 o ANO MÓDULO 11 SISTEMA ENDÓCRINO

FISIOLOGIA DA CONTRAÇÃO MUSCULAR DISCIPLINA: FISIOLOGIA I

Anatomia e Fisiologia Animal Sistema Endócrino. Profa. Valdirene Zabot Unochapecó

Histologia. Professora Deborah

U N I T XI. Chapter 60: SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO. Organização do Sistema Nervoso Autônomo. Organização do sistema nervoso autônomo

Equilíbrio térmico durante o exercício

NERVITON MEGA Ômega Vitaminas + 8 Minerais

Sistema Endócrino É UM SISTEMA SOFISTICADO E SENSÍVEL FORMADO POR VÁRIOS ÓRGÃOS OU

Bases Moleculares da Obesidade e Diabetes. Hormônios e Diabetes

Dr. Marco Demange.

O QUE É O INDATIR? DIRETORIA

Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE 2º Semestre Semana Unidades Curiculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex

FISIOLOGIA ENDÓCRINA

Sistema endócrino é formado pelo conjunto de glândulas que apresentam como atividade característica a produção e secreções de hormônios.

Bibliografia. Referências Básicas:

Encéfalo. Aula 3-Fisiologia Fisiologia do Sistema Nervoso Central. Recebe informações da periferia e gera respostas motoras e comportamentais.

SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO

Nome RA. Introdução ao Estudo da Anatomia Humana

Introdução à Bioquímica. Lipídeos. Dra. Fernanda Canduri Laboratório de Sistemas BioMoleculares. Departamento de Física.. UNESP. www.

Farmacologia dos Antiinflamatórios Esteroidais (GLICOCORTICÓIDES)

DO PACIENTE RENAL Terapia de substituição renal

1) Sistemas reguladores que capacitam o organismo a perceber as variações do meio:

ENDOCRINOLOGIA REPRODUTIVA. M.S. Cássio Cassal Brauner FAEM-UFPel

Profº André Montillo

Michael Zanchet Psicólogo Kurotel Centro Médico de Longevidade e Spa

BIOQUÍMICA E METABOLISMO DOS MICRONUTRIENTES NA TERAPIA NUTRICIONAL ENTERAL E PARENTERAL

MAMÍFEROS. 15 Sistema Poliedro de Ensino Professora Giselle Cherutti

SISTEMA ENDÓCRINO - HORMONAL

SISTEMA ENDÓCRINO. Prof. TIAGO

Tema B TECIDO CONJUNTIVO

2)Homeostasia: Constância Dinâmica. Explique esta frase. 4)Quais das seguintes substâncias são transportadas através de canais?

Fisiologia: Digestão, Respiração, Circulação, Excreção, Coordenação e Reprodução

NÍVEIS DE ORGANIZAÇÃO DOS SERES VIVOS E PRINCIPAIS TIPOS DE TECIDOS

Estresse. Eustress Estresse Distress. Darwin, Estímulos variáveis externos estímulos similares internos

Distribuição Esquemática das Atividades Didáticas do Curso de Medicina - UFSJ/SEDE 2º Semestre Semana Unidades Curiculares Turno Seg Ter Qua Qui Sex

Fisiologia da glândula Tireóide

NUTRIÇÃO. Problemas nutricionais associados à pobreza: Desnutrição /Hipovitaminose / Bócio

MAGNETISMO e ESPIRITISMO

SUMÁRIO Aula 9: Eixo hipotálamo-hipófise

A D R E N A L I N A a molécula da ação

SISTEMA CIRCULATÓRIO. Prof a Cristiane Oliveira

SISTEMA ENDÓCRINO - 1 Figuras desta aula são do livro de Silverthorn

Mensageiros Químicos. Introdução: As Comunicações entre as células: 3 Tipos de Moléculas: Receptores:

3 CHAKRA Plexo solar ou umbilical

[CUIDADOS COM OS ANIMAIS IDOSOS]

DO PACIENTE RENAL Tratamento conservador

Transcrição:

Sociedade Espírita Os Mensageiros da Paz Departamento Doutrinário MAGNETISMO e ESPIRITISMO GRUPO de ESTUDO ANO 3 2016 AULA 24

PASSES CONCENTRADOS INDICAÇÕES: - Inflamações - Tumores (benignos e malignos) - Degenerações de órgãos - Atrofias localizadas

PASSES CONCENTRADOS TIPOS: - Imposição (mãos paradas) - Longitudinal lento total em partes do corpo - Circular (palmar) Circular propriamente dito Afloração - Introjeção digital - Insuflação (Sopro) quente (com proteção)

PASSE CIRCULAR

Passe Circular propriamente dito É concentrador, mesmo quando os movimentos são rápidos, pois devem ser aplicados SEMPRE no sentido horário. Se aplicado ao contrário, causa congestão fluídica severa. Como os centros de força giram no mesmo sentido, os fluidos doados pelo magnetizador ficam sendo assimilados por mais tempo. Quanto maior a velocidade do movimento das mãos, maior o poder concentrador do passe circular.

Técnica do passe circular propriamente dito A mão, espalmada ou com os dedos levemente arqueados, gira no sentido horário, sem que o restante do membro superior se movimente. Indicado quando a aplicação concentrada deve ser em uma região pequena. Ao chegar ao máximo de rotação do punho, fechar a mão e retornar para a posição inicial. Maior eficácia na distância ativante.

Ato contínuo, conclamou-nos à oração silenciosa, recorrendo ao auxílio psicoterápico do dedicado Bernardo (Espírito), que o acudiu com passes de dispersão fluídica, a princípio, para, logo depois, em movimentos rítmicos, circulares, objetivando a área cardiopulmonar, revigorá-lo com energias especiais. Painéis da Obsessão Manoel Philomeno de Miranda / Divaldo Franco - Cap. 11, pág. 82

Afloração Mão espalmada, sem contração ou com dedos levemente arqueados, fixa e o braço é que se movimenta, SEMPRE no sentido horário e a pequena distância do local (ativante). Indicado quando se quer tratar uma grande região. Cuidado se for usar as duas mãos ao mesmo tempo, pois a esquerda costuma realizar o sentido anti-horário.

As aflorações também podem ser realizadas como se fosse um longitudinal concentrador. Os movimentos circulares são feitos envolvendo cada um dos centros vitais, sequencialmente, SEMPRE no sentido da cabeça para os pés.

A prática tem demonstrado que quando realizamos concentrações fluídicas através de circulares, a incidência de "retorno fluídico", que seria absorvido pelos polos emissores (as mãos) do passista, é muito reduzida, o que resulta e maior conforto na sua realização e melhor absorção fluídica pelo paciente.

INTROJEÇÃO (DIGITAL) É a imposição digital, com as pontas dos dedos unidas e em movimento de rotação. A técnica é a mesma do passe circular propriamente dito. Hector Durville a chama de imposição perfurante: 1 tempo - com os dedos unidos e a face palmar virada para fora, o cotovelo semidobrado, esticase o braço e executa-se meia volta com o pulso. 2 tempo retira-se a mão e volta-se para a posição inicial. Repete-se sem parar.

Durville comenta que o passe circular e especialmente a introjeção, fazem o paciente mais sensível sentir o movimento do magnetizador dentro de si, geralmente acompanhado de calor, pois aumenta a circulação e as secreções, dissolve as obstruções. O poder concentrador em ordem crescente: Imposição e longitudinal lento - passe circular - introjeção

INSUFLAÇÃO QUENTE É uma técnica extremamente concentradora de ativantes. Coloca-se uma proteção no local a ser insuflado; enche-se completamente os pulmões e libera-se lentamente o ar, como se quiséssemos embaçar uma lâmina. Finda a reserva de ar, afastase a boca do local, respira-se normalmente algumas vezes e depois repete-se o procedimento. É muito desgastante para o magnetizador. Não deve ser aplicada diretamente nos chacras.

Após um máximo de duas insuflações quentes, faça-se uma série de dispersivos localizados, transversais e longitudinais. Não aplicar mais de 5 insuflações quentes por sessão, pois a perda fluídica é muito grande. O chacra laríngeo do magnetizador deve ser muito cuidado, para que a energia doada seja de boa qualidade ( não usar para a fofoca, etc..)

Sopro quente -Bem próximo (anteparo) - Lábios relaxados Sopro frio -Distância maior que 40cm - Lábios em bico

ANATOMIA e FISIOLOGIA SISTEMA ENDÓCRINO Hipotálamo Hormônios Reguladores estimula armazena Adeno-hipófise (anterior) Neuro-hipófise (posterior)

HAD FSH LH TSH ACTH STH Rins Ovários Testículos crescimento

GLÂNDULA TIREOIDE Localizada na região cervical anterior (pescoço), à frente da traqueia, próximo à junção com a laringe, possuindo dois lobos (direito e esquerdo) unidos pelo istmo da glândula. ISTMO

Hormônios tireoidianos: T3: Tirosina + 3 moléculas de iodo. T4 ou TIROXINA: Tirosina + 4 moléculas de iodo. - Calcitonina TIREOIDE Hipotálamo TRH Hipófise TSH

Os hormônios tireoidianos atuam no crescimento físico e neurológico e na manutenção do fluxo normal de energia celular (metabolismo basal). Eles são muito importantes para o funcionamento de órgãos como coração, fígado, rins, ovários e outros. A calcitonina faz o cálcio do sangue ser aproveitado pelo osso.

HIPERTIREOIDISMO Metabolismo acelerado, agitação, insônia, nervosismo, tremores, olhos saltados, emagrecimento.. Causa mais comum: doença auto-imune; mais raramente por inflamação da tireoide (tireoidite) ou tumor na tireoide ou na hipófise.

HIPOTIREOIDISMO Preguiça, lentidão, dificuldade de raciocínio, cansaço, pele seca, mixedema, intolerância a temperaturas frias, depressão, bradicardia, intestino preso, ganho de peso, menstruação irregular. Em crianças, o hipotireoidismo causa retardo mental e do crescimento. Em mulheres grávidas, a falta de iodo atinge também o feto, com retardo mental, surdez, mudez e cretinismo.

Paciente antes e depois do tratamento de hipotireoidismo

Pode ou não ter bócio, dependendo da causa (ex: falta de iodo).

GLÂNDULAS PARATIREOIDES Produzem o paratormônio, que atua no metabolismo do cálcio e do fósforo, com uma maior reabsorção desses sais nos rins e uma maior retirada do cálcio ósseo, levando ao aumento do cálcio no sangue. Age sempre que o cálcio é baixo.

Metabolismo do cálcio: calcitonina X paratormônio

Hipercalcemia: hipotonia muscular esquelética generalizada. No músculo cardíaco há aumento da força contrátil durante a sístole ou mesmo parada cardíaca. Hipocalcemia: os músculos esqueléticos voluntários se tornam mais hipertônicos (tetania hipocalcêmica). O músculo cardíaco se contrai com menos força.

No Magnetismo, a tireoide e as paratireoides estão, anatômicamente, interligadas ao perispírito através do centro de força Laríngeo. Meng mein 28

ANATOMIA e FISIOLOGIA SISTEMA ENDÓCRINO 2 SUPRARRENAIS RINS

Localizadas por sobre os rins, no retroperitônio, de forma ligeiramente triangular, as suprarrenais possuem, internamente, duas camadas: o córtex e a medula.

CATECOLAMINAS CORTISOL ESTEROIDES SEXUAIS

Medula Suprarrenal: formada por células modificadas do sistema nervoso simpático. Produz os neuro-hormônios adrenalina e noradrenalina, liberados por ação direta de fibras simpáticas. A adrenalina atua no metabolismo da glicose, no sistema cardiovascular e estimula a hipófise a produzir o hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) que vai atuar sobre o córtex da suprarrenal. A noradrenalina atua na força de contração da musculatura cardíaca e dos vasos sanguíneos.

Córtex Suprarrenal: produz os seguintes hormônios, por estímulos hipofisários: -glicocorticoides -mineralocorticoides -esteroides sexuais ADRENALINA NORADRENALINA

Glicocorticoides: o mais importante é o cortisol, que é essencial para a vida e regula ou sustenta uma grande variedade de funções homeostáticas, cardiovasculares, metabólicas e imunológicas. Seu aumento (por tumor ou por uso de corticoide) provoca o Síndrome de Cushing, com aumento de peso, gordura localizada no tronco e pescoço, pele fina e vermelha, estrias, face de lua cheia, hirsutismo (pelos no corpo), diabetes, hipertensão arterial.

Síndrome de Cushing

Mineralocorticoides: relacionados com o metabolismo dos minerais sódio e potássio. O principal é a aldosterona, que atua nos rins aumentando a reabsorção de sódio (e de água, por osmose) e a excreção de potássio. Hiperaldosteronismo, geralmente por neoplasia suprarrenal, provoca hipertensão arterial e edema (pela retenção de sódio e água) e fraqueza muscular até eventual paralisia, pela diminuição do potássio.

O hipoaldosteronismo leva a uma perda salina. Pode ser causado por insuficiência adrenal crônica (Doença de Addison), hiperplasia congênita de suprarrenal, etc.. Sintomas: fadiga muscular crônica progressiva, dores, diarreia, vômitos, emagrecimento, acúmulo de ACTH na pele com hiperpigmentação, avidez por sal. A hiperplasia congênita pode ter também hirsutismo e síndrome de Cushing.

Esteroides sexuais adrenais: androgênios (principalmente testosterona) e estrogênios (estradiol e progesterona) em pequenas quantidades, em ambos os sexos. Por isso, aumento da função do córtex da suprarrenal provoca hirsutismo.

No Magnetismo, as suprarrenais estão, anatomicamente, interligadas ao perispírito através do centro de força Lombar (Meng mein). Lombar 40

RESPOSTA SISTÊMICA AO STRESS HIPÓFISE SUPRA RENAL TRONCO CEREBRAL percepção de perigo antecipação deste (ansiedade) traumatismo e/ou dor hipovolemia aguda hipotensão anóxia extremos de temperatura hipoglicemia exercício físico intenso RIM INIBE SISTEMA IMUNOLÓGICO