Perguntas e respostas relativas à Lei Complementar nº 142/13

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Transcrição:

Perguntas e respostas relativas à Lei Complementar nº 142/13 Aposentadorias por idade e tempo de contribuição devida à pessoa com deficiência segurada do RGPS 1 - Nas aposentadorias por Tempo de Contribuição de Professor (B- 57) a LC 142/13 terá algum reflexo com relação ao segurado com deficiência? 2 Para a aposentadoria por idade do segurado especial que contribui facultativamente haverá redução de 10 anos na idade? 05 em função do 1º do Art. 48 da Lei nº 8.213/91 e mais 05 quando se tratar de segurado com deficiência? 3 - Períodos de RPPS certificados em CTC a serem incluídos nas Aposentadorias por Tempo de Contribuição e Idade no RGPS, também receberão o registro relativo à deficiência (leve, moderada ou grave) após a avaliação médica e A Lei não trouxe permissivo para acumulação da redução de tempo de contribuição devida ao professor (arts. 227 a 233 da IN 45/2010) com a redução de tempo de contribuição prevista na LC 142/13. Assim, o tempo de contribuição exigido para a aposentadoria do professor continua sendo de 25 anos, se mulher e 30 anos, se homem. Há possibilidade do professor/professora, pessoa com deficiência, aposentar-se antes do prazo exigido para sua profissão, não pela razão de ser professor, mas por ser pessoa com deficiência grave ou moderada, por exemplo, se alcançar o tempo de contribuição previsto no art. 3º, incisos I e II da LC 142/13. Primeiro cabe esclarecer que a LC 142 não excluiu o segurado especial de sua aplicação, de forma que se faz necessária a retificação da afirmativa contida no item Beneficiários (pag. 2) do material de estudo disponibilizado a todos. No que pertine à indagação propriamente dita, não haverá redução de idade adicional na concessão do benefício de aposentadoria por idade ao segurado especial com deficiência, uma vez que a carência e a idade exigidas para o benefício são idênticas. Não cabe falar em redução adicional da idade em 5 anos para o segurado especial, ante a falta de previsão legal. Ainda assim, será possível conceder a aposentadoria por idade da LC 142 ao SE que comprove 15 anos de atividade rural como pessoa com deficiencia. A mudança ocorrerá com o segurado especial que possua períodos anteriores como trabalhador urbano, pois, se comprovar os 15 anos de tempo com deficiência, considerada a soma de periodos urbano e rural, poderá ter concedido o benefício com idade reduzida. Neste caso aplicaremos as mesmas regras da aposentadoria hibrida, mas com idade reduzida (55/60), caso o segurado possua os 15 anos de tempo na condição de pessoa com deficiencia. Como a perícia vai estabelecer a data início da deficiência, pode ocorrer de abranger períodos de vinculação à RPPS. Todavia, os periodos de CTC serão computados no benefício da LC 142/13 conforme certificação, sem qualquer

funcional? conversão, observado o disposto no art. 96, inc. I da Lei nº 8.213/91. 4 Na análise do direito ao B/42, se ficar constatado que no período da CTC oriunda do RPPS o requerente era deficiente, o tempo nela certificado poderá ser contado na apuração do tempo preponderante? 5 Haverá agendamento especifico para emissão de CTC com indicação dos tempos de deficiência? 6 Na Aposentadoria por Idade B41, após cumprida a carência com período na condição de pessoa com deficiência, será possível computar tempo sem deficiência com análise de atividade especial com acréscimo de 1,20/1,40, para melhorar o coeficiente da RMI? 7 - Segurado que não é deficiente na DER e não possui direito adquirido ao benefício com base na LC 142/13, ao completar a idade urbana para o B41 (60/65) cumprindo a carência de 180 meses, poderá ter o período na condição de pessoa com deficiência convertido para fins de acréscimo do coeficiente de apuração da RMI? 8 - Referente ao Fator Previdenciário, quando se tratar de B41/42 da Lei nº 8.213/91 com aplicação do fator previdenciário, será acrescido tempo na variável TC (tempo de contribuição), na mesma regra aplicada à aposentadoria da mulher e dos professores? 9 A pessoa com deficiência aposentada nos termos da LC 142 poderá permanecer em atividade? 10 Não constou no material de estudo a referência à necessidade de complementação pelo segurado facultativo pertencente à família de baixa renda que contribui sob 5% (baixa renda), mas esta também é devida. Será feita correção no material que for publicado após o Decreto? 11 - De acordo com o fluxo definido no organograma constante do material de estudo, se o requerimento de aposentadoria tiver exigência, a avaliação médica somente será agendada após o cumprimento da exigência. Caso a exigência não Sim, todo o tempo de contribuição na condição de pessoa com deficiência comporá a apuração do grau (leve, moderado ou grave) preponderante, mas só pode haver conversão nos períodos de RGPS. Neste momento não, mas se no requerimento da CTC o segurado declarar-se pessoa com deficiência deverá ser agendada a avaliação médica e, após, a avaliação social. Assiste ao segurado o direito de ter registrado em sua CTC os períodos de RGPS trabalhados na condição de pessoa com deficiência e seu respectivo grau (registro este que será, neste momento, feito no campo observações ). Será possível a conversão do tempo especial exclusivamente para efeito do cálculo do B41 (art. 50 da Lei nº 8.213/91), mas não para alcançar a carência e o tempo contribuição de 15 anos na condição de pessoa com deficiência na forma do inciso IV do art. 3º da LC 142/2013. Se o segurado não implementar os requisitos para a concessão das aposentadorias previstas na LC 142, poderá converter os períodos na condição de pessoa com deficiência para as aposentadorias por idade e tempo de contribuição da Lei 8.213/91, com fundamento no disposto no art. 7º da LC 142/13. A questão foi submetida ao MPS por não constar referencia expressa na LC 142, dessa forma, a definição para essa indagação deve aguardar. Sim, na LC 142 não consta nenhuma vedação correlata à definida no art. 57, 8º da Lei nº 8.213/91. Sim. Agradecemos a lembrança. Para requerimentos de B/42 e CTC deverão ser observados os mesmos procedimentos previstos para o B/42 e CTC da Lei nº 8.213/91 (complementação dos recolhimentos para 20%) Se as exigências não forem cumpridas, caberá decidir o processo no mérito (falta de tempo/idade, etc), observado o disposto no art. 576 da IN 45/2010,

seja cumprida no prazo legal qual procedimento adotar? a) indeferir o requerimento, a partir da análise dos documentos apresentados sem avaliação médico pericial?ou b) agendar avaliação médico pericial, para então concluir o requerimento? Como será o expurgo em relação ao IMA-GDASS caso seja este o procedimento? 12 - A carência de 180 contribuições exigidas para as aposentadorias da LC 142 deve ser concomitante com tempo de deficiência? 13 - Haverá algum alerta/registro no PLENUS/SUB para diferenciar estas aposentadorias? 14 - O segurado que foi aposentado por invalidez poderá pedir alta desta aposentadoria, voltar a contribuir por pelo menos uma competência para se candidatar a aposentadoria da pessoa com deficiência, considerando que o aposentado pelos critérios da Lei Complementar 142/13 pode voltar a trabalhar sem prejuízo de sua condição de aposentado? 15 - Os períodos em que o segurado recebeu benefício por incapacidade (31/91/32/92) serão computados na aposentadoria da pessoa com deficiência para efeitos de carência (considerando a ACP que cumprimos com efeito desde que as exigências não se refiram a regularização de dados cadastrais. Neste caso, antes da efetiva decisão do processo caberá a convocação do segurado para que manifeste a concordância com a concessão daquele benefício (nos moldes do que já é feito na proporcional. O expurgo para fins de IMA-GDASS seguirá fluxo semelhante ao dos processos encaminhados para enquadramento de atividade especial. Não. A carência (com as regras da lei 8.213/91) de 180 meses de contribuição não precisa ser concomitante. A condição de pessoa com deficiência (leve, moderada ou grave) deve sim ser concomitante com o tempo de contribuição mínimo exigido no B/41 (15 anos). Para o B/42 o segurado deverá ser pessoa com deficiência na DER ou na data da implementação das condições mínimas; cumprido esse requisito se o segurado possuir tempo de contribuição na condição de segurado sem deficiência, esse poderá ser objeto de conversão para a base de tempo da deficiência que possuir na DER. Já a carência continuará sendo apurada na forma da Lei 8.213/91. Se o segurado tiver a condição de pessoa com deficiência por períodos em que não houve vínculo/contribuição ao RGPS, esse período não terá nenhum aproveitamento para fins de benefício de aposentadoria no RGPS. Temos como exemplo a retroação de DIC que não conta para carência, mas se o período de retroação for simultâneo com período de deficiência, poderá ensejar a concessão dos benefícios da LC 142/13. Haverá indicação específica no SUB, mas o local e forma será detalhada no ato de disponibilizará as versões com adequação do sistema. Em sendo cessada a aposentadoria por invalidez, inclusive a pedido do segurado, em decorrência da recuperação da capacidade para o trabalho, poderá ser requerido benefício de aposentadoria por idade ou por tempo de contribuição nos termos da LC 142/2013, observadas as demais regras para concessão (carência, tempo de contribuição, condição de pessoa com deficiência na DER etc). Se no período de percepção de benefício por incapacidade, intercalado entre períodos de atividade/contribuição, o segurado foi pessoa com deficiencia, este contará como tempo de contribuição para todos os fins, inclusive para a

nacional), tempo de contribuição e tempo de contribuição simultâneo na condição de pessoa com deficiência? 16 - Numa família em que um dos componentes recebe BPC e outro membro do grupo familiar passa a receber aposentadoria da LC 142/13, esta será considerada para o cálculo da renda per capita familiar? concessão de benefício da LC 142/13. No que pertine à ACP 2009.71.00.004103-4/RS, as regras definidas no MCC nº 34 DIRBEN/DIRAT/PFEINSS, de 24/07/2012 também se aplicam para fins de carência, aos benefícios da LC 142/13. Sim, comporá o cálculo como qualquer outro beneficio previdenciário recebido por membro do grupo. Para o Estado de Minas Gerais ( e somente para MG) está vigorando a ACP nº 2009.38.00.005945-2/MG, orientada no MCC nº 49 DIRBEN/DIRSAT/PFE/INSS, de 30/11/2012, onde deverão ser incluídas as aposentadorias concedidas de acordo com a LC 142/13, se forem de valor mínimo. 17 - Os critérios da Lei Complementar 142/2013 serão aplicados no tempo de contribuição do RGPS para os benefícios de acordos internacionais? 18 - Para a aposentadoria por tempo de contribuição para a pessoa com deficiência, considerando o artigo 55 da Lei 8.213/91, o tempo de atividade rural exercido anteriormente a 11/91 será considerado para a totalização do tempo de contribuição? a) Na mesma linha de pensamento, o tempo de exercício de atividade rural poderá ser objeto da conversão que será aplicada quando o segurado tiver contribuído alternadamente na condição de pessoa com deficiência e sem deficiência que é tratado na página 10 do Material de Estudos? 19 - Os períodos em que o segurado recolheu em atraso (com a devida autorização) embora não sejam considerados para efeito de carência em alguns casos, poderão ser considerados no tempo de contribuição nos requisitos de tempo de contribuição simultâneo na condição de pessoa com deficiência, assim como para a conversão? 20 - Quando o segurado solicitar aposentadoria por idade ou tempo de contribuição da LC 142/13 e for apurado que não faz jus ao benefício, mas faz Essa matéria foi submetida ao Ministério da Previdência Social e sua definição deverá aguardar orientação futura. Sim, todos os períodos que são considerados como tempo de contribuição nos beneficios da Lei nº 8.213 o serão também nos beneficios da LC 142, e consequentemente, poderão sofrer as conversões se coincidirem com os periodos de contribuição na condição de pessoa com deficiência, observado o art. 7º. Sim, os períodos que contam como tempo de contribuição serão considerados para atingir o tempo mínimo de contribuição com deficiência. Todavia, o segurado também terá que cumprir a carência do benefício para ter direito (180 contribuições mensais), pois a LC 142/13 determina aplicação subsidiária de todas as regras da Lei 8213/91. Assim, o segurado poderá ter implementado o requisito relativo à carência quando não possuía a condição de pessoa com deficiência, e ter direito a aposentadoria por idade de acordo com a LC 142/2013, desde que conte com tempo de contribuição exigido (15 anos) de forma concomitante, mesmo que decorrente de uma retroação de DIC. Sim, sempre devemos ar ciência ao segurado do benefício a que faz jus, caso seja diferente do requerido.

jus a aposentadoria da Lei 8.213/91, deverá ser tomada sua concordância por escrito, nos moldes do que ocorre com a proporcional? 21 - Haverá algum prejuízo na concessão da aposentadoria da LC 142/2013, quando o segurado filiar-se ao RGPS já portador de deficiência? 22 - Se o segurado possuía um grau leve de deficiência durante certo período e se recuperou, poderá haver conversão de tempo de contribuição na condição de pessoa portadora de deficiência para tempo comum? 23 - Quanto ao recurso/revisão: segurado alega ter deficiência grave, entretanto a perícia confirma ser moderada ou leve, mesmo assim preenche os requisitos para a aposentadoria. Ainda que o benefício seja concedido, poderá interpor recurso? Revisão? 24 - Benefício indeferido por não comparecimento à perícia, é interposto recurso, realizada a perícia, constatada a deficiência e demais condições para a aposentadoria, quando será fixada a DIB? 25 - Quais serão as regras para a revisão deste tipo de benefício, haja vista, a possibilidade do segurado apresentar novos elementos médicos que alterem o grau de deficiência considerado no momento da concessão? 26 A CTC já concedida antes de 09/11/2013, ainda não utilizada para fins de benefício no RPPS, pode ser revista a pedido do segurado para nela fazer constar os registros relativos aos graus de deficiência? 27 - O sistema está preparado para efetuar as apurações dos períodos com e sem deficiência, bem como a aplicação dos fatores de conversão? Não, pois o que importa é o cumprimento dos tempos mínimos de contribuição na condição de pessoa com deficiência. Para as aposentadorias da LC 142/13 não existe orientação correlata à prevista no parágrafo único do art. 59 da Lei nº 8.213/91. Sim, se o requerente não for pessoa com deficiência na DER ou na data da implementação das condições mínimas (direito adquirido), não cumprindo os requisitos para as aposentadorias da LC 142/13, o período de vínculo como deficiente poderá ser convertido para a base comum, para a concessão das aposentadorias por idade e tempo previstas na Lei 8.213 (onde haverá aplicação do fator previdenciário). De qualquer ato/decisão administrativa da qual o segurado discordar poderá interpôr recurso ou protocolar revisão. Dúvidas específicas relacionadas à recurso e revisão deverão ser direcionadas às Divisões respectivas. No nosso entendimento, se o objeto do recurso foi suprido administrativamente, o benefício será devido desde a origem (pedido inicial), contudo, ressalvamos que questionamentos específicos devem ser direcionados à Divisão de Recursos de Benefícios. Os pedidos de revisão seguirão as mesmas regras dos benefiicos em geral. Sendo apresentados novos elementos no prazo de 10 anos, poderá ser revisto o beneficio com efeitos financeiros a partir da DPR, ressalvamos, contudo, que questionamentos específicos devem ser direcionados à Divisão de Revisão de Direitos. Sim, desde que observados os procedimentos definidos no art. 380 da IN 45/2010 (devolução da original, declaração do RPPS, solicitação de cancelamento etc). A dataprev está desenvolvendo as demandas para adequaçao do sistema, sendo que os procedimentos para a concessão no PRISMA serão repassados a todos oportunamente. 28 - Aposentadoria por tempo de contribuição-exemplo 2-página 12 Sim. Se a reafirmação incluir período/contribuições posteriores à DRE o

Pergunta: No caso de reafirmação da DER, caso persista a deficiência até a data, o servidor deverá retornar o processo para a perícia médica confirmar se há a deficiência até a nova DER? 29 - O art. 9º, inciso II da LC 142/13 informa que se aplica a contagem recíproca relativa à filiação ao RGPS, devendo os regimes compensar-se financeiramente. Esse inciso não abre a possibilidade de emissão de CTC pelo INSS com a conversão e posterior compensação previdenciária? 30 - No exemplo 1 página 19 a segurada foi enquadrada com deficiência leve em quase todo o período laboral e mesmo assim não houve conversão, pois não há período de atividade comum. Porém, a segurada exerceu atividade e o período não deveria ser proporcionalmente ajustado observando o grau de deficiência correspondente? 31 No B/41 da LC 142/2013 o tempo de contribuição deve ser necessariamente simultâneo à condição de deficiência? 32 Para o B/42 todo o tempo exigido no art. 3º (25/20, 24/29, 33/28) precisa ter sido cumprido na condição de pessoa com deficiência ou se comprovado que apenas os dois últimos anos (ocorrência de longo prazo) anteriores à DER foram na condição de pessoa com deficiência, o direito já estará garantido, mesmo que no restante remanescente não seja na condição de pessoa com deficiência? 33 - Na aposentadoria rural, o tempo não contributivo, reconhecido por exercício de atividade nos limites do art.3º, Lei nº 11.718/08, coincidente com deficiência, também poderá ser utilizado/convertido normalmente? processo deverá ser encaminhado para nova avaliação (os profissionais médico e assistente social informarão se é necessária a marcação de novos exames ou se a decisão pode se fundamentar nos documentos que já constam no processo). Não, visto que não houve alteração no art. 96, inc. I da Lei 8.213/91, que veda expressamente a contagem de tempo em condições especiais para fins de contagem recíproca. Sim, deveria ser proporcionalmente ajustado. Convertido para a base comum (de 28 para 30). Nos exemplos da cartilha definitiva (a ser divulgada após a publicação do Decreto regulamentador da Lei) iremos verificar os direitos tanto para a LC 142/13 quanto para os benefícios da Lei nº 8.213/91, analisando em qual das legislações o segurado poderá alcançar a concessão de alguma aposentadoria. Sim, esse é o comando expresso do art. 3º, inc. IV da Lei 142/2013, mas referese, tão somente ao tempo de contribuição mínimo exigido (15 anos). A carência de 180 contribuições exigida, contudo, não necessita ser simultânea com o tempo de deficiência, pode ser cumprida com ou sem deficiência, observadas as regras da Lei 8.213/91. Em nenhuma das aposentadorias da LC 142/2013 exige-se que a carência, de 180, seja cumprida na condição de pessoa com deficiência. Para a aposentadora por tempo de contribuição da LC 142/2013, é necessária a condição de pessoa com deficiência na DER ou na data da implementação de todas as condições (direito adquirido a partir de 09/11/2013), podendo os tempos de contribuição apurados na condição de não deficiente ser convertidos para a base preponderante (se houver variação) de tempo com deficiência. Aqui no B/42 também não se exige que a carência de 180 contribuições seja apurada na condição de deficiente. O artigo referido remete à multiplicação do tempo como empregado rural para fins de carência e não para fins de tempo de contribuição, de forma que não se poderá utilizar esse tempo convertido para fins da LC 142/2013, nem utilizar o tempo convertido para alcançar os 15 anos de contribuição concomitantes com

34 - Quando do processo de Aposentadoria tiver enquadramento de atividade especial e avaliação da deficiência, existe alguma regra junto ao PRISMA para que possamos definir o melhor fluxo para expurgo desses processos? 35 Para o segurado aposentado por invalidez, ficou claro que este poderá solicitar alta do B32 por meio de exame pericial, para após requerer uma das aposentadorias da Lei Complementar 142/2013. Poderá o mesmo antes de pedir a alta do B/32, requerer uma das duas Aposentadorias ( 41 ou 42), para que seja avaliado pela perícia médica visando a confirmação do grau de sua deficiência, para ver a garantia do direito, antes de pedir alta da invalidez? a condição de deficientes exigidos para o B/41 da LC 142. "Art. 3 o Na concessão de aposentadoria por idade do empregado rural, em valor equivalente ao salário mínimo, serão contados para efeito de carência: I até 31 de dezembro de 2010, a atividade comprovada na forma do art. 143 da Lei n o 8.213, de 24 de julho de 1991; II de janeiro de 2011 a dezembro de 2015, cada mês comprovado de emprego, multiplicado por 3 (três), limitado a 12 (doze) meses, dentro do respectivo ano civil; e III de janeiro de 2016 a dezembro de 2020, cada mês comprovado de emprego, multiplicado por 2 (dois), limitado a 12 (doze) meses dentro do respectivo ano civil. Parágrafo único. Aplica-se o disposto no caput deste artigo e respectivo inciso I ao trabalhador rural enquadrado na categoria de segurado contribuinte individual que comprovar a prestação de serviço de natureza rural, em caráter eventual, a 1 (uma) ou mais empresas, sem relação de emprego." Uma análise não está atrelada a outra, já que para a avaliação da deficiência não há necessidade de trâmite do processo físico, somente agendamento de avaliação do segurado, que deverá ser identificar e apresentar documentos para comprovação da deficiência ao médico perito e depois ao profissional assistente social. Para o enquadramento da atividade especial permanece o fluxo do envio do processo físico para avaliação do médico perito. Demandaremos para que seja possível que ambas as situações sejam marcadas junto ao PRISMA com registro de envio para avaliação médica, para fins de apuração dos indicadores. Não.