REDES DE PETRI APLICADAS A AUTOMAÇÃO

Documentos relacionados
Redes de Petri. Marcação e seu comportamento dinâmico. Marcação

Conceitos Básicos de Automação. Prof. Jeferson L. Curzel 2019/01

Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Eletrônica Laboratório de Informática Industrial

TECNOLOGIA EDUCACIONAL

Método Cascata Elétrica

AUC1. Circuitos Eletrohidráulicos e Eletropneumáticos. Parte IV 14/02/2015 1

Considere um carro que se pode movimentar entre as posições A e B.

Automação e o uso de Computadores - Software Fluidsim. Atuadores Peneumáticos. Módulo 1. Prof. Corradi -

CLP - Linguagens de Programação

INF1013 MODELAGEM DE SOFTWARE

Dispositivo de Selagem de Doce de Leite HI. Profª Danielle Casillo

ELETROPNEUMÁTICA. Juliano Matias Phoenix Contact

CLIENTE: Alpes Programação Industrial

CONTROLE DE PROCESSOS INDUSTRIAIS. PROGRAMAÇÃO LÓGICA DE CLP s COM LADDER E FSM

EXPERIÊNCIA N O 1 ACINAMENTO DE UMA LÂMPADA POR UMA CHAVE

Válvula direcional vias posições acionamento e retorno normalmente.

1 Circuitos Pneumáticos

Redes de Petri. Prof. Juan Moises Mauricio Villanueva

PLANEJAMENTO DO SUPERVISÓRIO SISTEMA DE CAPTAÇÃO E TRATAMENTO DE ÁGUA

Fundamentos de Automação. Atuadores e Elementos Finais de Controle

3ª. Lista de Exercícios de Automação Faça a ligação no PLC e a programação em Ladder e em blocos lógicos (FDB).

Kit Injetora Horizontal v1.0 (Firmware v1.0) Firmware de injetora para sistema simples de acionamento e controle das válvulas.

Problemas para Automação Industrial. Série 4: Modelação usando o diagrama funcional GRAFCET. Programação de autómatos

Lista de Exercícios 1

CADERNO DE. - Engenharia de Controle e Automação - Sistema Hidráulicos e Pneumáticos EXERCÍCIOS - ELETROPNEUMÁTICA

MÉTODO PARA PROJETO DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO ELETROPNEUMÁTICA COM PROGRAMAS PARALELOS E SELEÇÃO ENTRE SEQÜÊNCIAS

COMANDOS INTUITIVOS BÁSICOS

1ª LISTA DE EXERCÍCIOS DE MIC - RESOLUÇÃO

Automação Industrial Parte 8

Escola de Engenharia de São Carlos - Engenharia Elétrica Disciplina: SEL 0430 Laboratório de Automação Profs. Dennis Brandão 1º Semestre/2017

Figura Seqüência linear. a) b) c) Figura Erros de sintaxe: a) Falta transição, b) e c) Transições subseqüentes.

de Controladores Lógicos Programáveis

Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Engenharia de Computação e Automação Automação Pneumática

Questões de Provas Antigas (P2)

PROJETOS INDIVIDUAIS P/ LÓGICA SEQUENCIAL

Clovis Alvarenga-Netto

Automatização de um Sistema Eletropneumático de Amassar Latas, Utilizado Mecanismos Mecânicos e Lógica de CLP

Lista de Exercícios 2

Circuitos Pneumáticos

Redes de Petri. 1 Introdução. José de Oliveira Guimarães DC-UFSCar

AULA 9 - IMPLEMENTAÇÕES POR EQUAÇÃO DE ESTADOS E DE SAÍDA DOS MODELOS DE MEALY E DE MOORE 1 BIT POR ESTADO. pág. 342 a 346.

Fundamentos de Automação. TAG de Instrumentos

Entregar e apresentar dia 26/05. Portão Automático (Ítalo)

Mapeamento de memória e conexões do Controlador CP-WSMIO2DI2DO

IMPLEMENTAÇÃO DE CONTROLE SUPERVISÓRIO MODULAR LOCAL EM UMA CÉLULA DE MANUFATURA DIDÁTICA

Figura Elementos de um Grafcet.

O Grafcet e a programação de lógica seqüencial em CLPs

Manual de operação da interface homem máquina.

WebSIGOM gerência de vales transportes pela Internet

Exercícios Repetição

SIMBOLOGIA PNEUMÁT ICA

Sequential Function Charts

Introdução à Automação Industrial

Modelagem e implementação de sistemas seqüenciais utilizando o método passo a passo

Simulação Usando Rede de Petri Software PIPE

AVC Sistema de abertura e controle de altura do arco

Eletro-pneumática. Aula 6. Prof. Dr. Emílio Carlos Nelli Silva Prof. Dr. Rafael Traldi Moura

Eletro-pneumática. Aulas 8 e 9. Prof. Dr. Emílio Carlos Nelli Silva Prof. Dr. Rafael Traldi Moura

Manual Descritivo Serviços Atividades Produtos 2018

AlmeGA SistemPro ALMEGA SISTEMPRO MONTAGEM E COMERCIO DE EQUIPAMENTOS DE PRODUÇÃO PARA USINAGEM LTDA. ME.

Tópicos da Aula. Alguns Diagramas UML. Diagramas Principais. Diagramas de Interação: Sequência e Colaboração. Tipos de Diagramas de Interação

EME610 - Sistemas Hidropneumáticos Pneumática 3

Os circuitos seqüenciais podem ser classificados em três tipos:

Sistemas Hidropneumáticos I Hidráulica 05

Projeto Integrador II. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML (livro de Eduardo Bezerra)

ELETRÔNICA DIGITAL II

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Trabalho Parcial 1º Bimestre Informática Industrial. 10 de agosto de 2016

GUIA DE OPERAÇÃO VELOX 1.6

Introdução... 3 Características... 3 Fios e conectores... 4 Diagramas de Instalação... 6 Controlador + Trava magnética... 6

MPS-Modular Production System. MANUAL DE OPERAÇÃO Estação de Armazenagem. MPS Documentação Técnica. Estação de armazenagem. Vista superior da estação

SISTEMA FLEXÍVEL DE TREINAMENTO EM LINHAS DE PRODUÇÃO AUTOMATIZADAS (8 ESTAÇÕES)

Centro Federal de Educação Tecnológica do ES CEFET-ES Unidade Descentralizada da Serra - Eletro Hidro Pneumática - Prof. Fabricio Bertholi Dias

COMPOSIÇÃO DO SISTEMA DE ALARME R15 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Arranjo Físico (Layout) Arranjo Físico 1

Flip-Flop. Uma das coisa importantes que se pode fazer com portas booleanas é criar memória.

Desvios Condicionais. Curso: Técnico em Informática Disciplina: Algoritmos Prof. Abrahão Lopes

Manual de Operação MA500

27/08/2013. Aula 05 Análise Estruturada de Sistemas

Simulação Usando Rede de Petri Software PIPE

EXPERIÊNCIA 4 ELETRO PNEUMÁTICA. PMR 3407 Sistemas Fluidomecânicos PARTE I

Máquinas automáticas para produção de escadas e escadotes

Transcrição:

1 Disciplina: Laboratório de Automação Curso de Automação Industrial 4º Semestre NOAS DE AULA REDES DE ERI ALICADAS A AUOMAÇÃO 1. Conceituação Uma Rede de etri é uma quíntupla (,, A, W, m) onde : número de posições 2 número de transições A número de arcos orientados (p t ; t p) W peso dos arcos orientados m marcações (fichas) iniciais Em Rs são utilizados os seguintes símbolos: - osição / Lugar - ransição - Arco Orientado Adota-se também escrever no interior do círculo representativo de cada posição o número de suas fichas, ou um ponto para cada ficha, quando em número reduzido destas.

2 Exemplo: Seja uma R definida conforme a quíntupla Q=(,, A, W, m) onde : = 1,2 = 1 = 1,1,1,2 =1,1 =2 ;1,2=1 =1,1 ou seja, m(p1)=1 ; m(p2) =1 Desenhar a Rede de etri. - ré-sets e ós-sets Os conceitos de pré-sets e pós-sets são fundamentais no estudo das Redes de etri. ré-set de uma transição t: = /, Ou seja, o pré-set de t é o conjunto das posições a partir das quais existe arco para a transição t. Exemplo: 1 2 1 3 O pré-set de 1 é p1, p2 e p3

3 ós-set de uma transição t: = /, Ou seja, o pós set de t é o conjunto das posições em para as quais existe arco oriundo da transição t. Exemplo: 1 1 2 O pós-set de t é p1 e p2 Analogamente, define-se o pré-set e o pós-set de uma posição: ré-set de p: = /, Exemplo: 1 2 1 3 ós-set de p: = /, Exemplo: 1 1 2

4 - Exercícios 1 - Construa os gráficos das Rs seguintes: a) = 1,2,3,4,5,6,7,8,9 = 1,2,3,4,5,6,7 =1 =1 A = Conjunto de arcos definidos pela tabela ransição ré-set ós-set 1 1 2 ; 3 2 2 4 ; 5 3 3 6 4 4 7 5 5 ; 6 8 6 7 ; 8 9 7 9 1

5 b) = 1,2,3,4,5,6,7,8,9 = 1,2,3,4,5,6,7,8 =1 =11 A = Conjunto de arcos definidos pela tabela ransição ré-set ós-set 1 1 1 ; 2 ; 3 2 2 4 3 3 5 4 4 ; 9 6 5 5 ; 9 7 6 6 8 7 7 8 8 8 1

6 osições: 2 erminal Bancário (Caixa Eletrônico) 1 Espera de Serviço : Insira o Cartão 2 Digite a Senha 3 Menu de Serviços 4 eríodo do extrato Saldo Extrato Saque 5 Valor do Saque 6 rocessando / Entrega do serviço ransições: Entrada do Usuário 1 Inserção do cartão 2 Digitação da Senha 3 Digitar Operação Saldo 4 Digitar Operação Extrato 5 Digitar Operação eríodo do Extrato 6 Digitar Operação Saque 7 Digitar Operação Valor do Saque 8 Fim de Operação abela de ré-sets e ós-sets ransições ré-set ós-set - 1 1 1 2 2 2 3 3 3 6 4 3 4 5 4 6 6 3 5 7 5 6 8 6 1

7 Rede de etri Equivalente: 2. Execução das Redes de etri Chama-se execução das Rs a movimentação das marcas (fichas) pela rede de acordo com certas regras. Ocorre em duas fases: habilitação e disparo de uma transição Uma transição tj ϵ numa R é habilitada por uma marcação (ficha) m se ocorre que, para todo $, $ & $, ' (, isto é : )ú+,-.+ /,/1 + $ +1-.- /,-.+ $ /,/ ' Uma transição é disparada por meio de duas operações: a) Remoção das fichas das posições do pré-set. (tantas fichas quanto for o peso do arco orientado correspondente) b) Depósito das fichas em cada uma das posições do pós-set. (de tantas fichas quanto for o peso do arco correspondente) Exemplo: 1 1 3 2 2 5 4

8 - Número total de fichas O número total de fichas na R pode mudar durante sua execução. Exemplos: 2 2 3 2 2 - Conflito Quando várias transições estão habilitadas simultaneamente, a execução deve ser feita uma a uma. Usualmente, a ordem de execução em que se escolhe executar as transições altera o resultado final porque, ao se removerem fichas das posições de entrada de uma transição executada, desabilita-se outra transição que já estava habilitada. Isto caracteriza um conflito do tipo confusão. Exemplo:

9 Exercício: ara a R abaixo com as seguintes condições iniciais m=(121), verificar se há ou não conflito do tipo confusão. (SIMULAR) 3 4 5 1 1 2 2 2 4 3 2 Um modelo com conflito confusão deve ser aperfeiçoado: a) Revendo-se a modelagem do sistema físico: é possível que haja fenômenos temporais no processo real que garantem uma determinada sequência de eventos que ainda não foi incorporada no modelo. b) Modificando o sistema real e seu modelo por meio de: a. Adição de controladores que incorporem prioridades baseadas em razões físicas / econômicas; b. Em certos casos, apenas colocando mais recursos (fichas) nos estoques (posições). 3. ransições-fonte, ransições-sumidouro e Self-Loops - ransições-fonte: Estão por definição, sempre habilitadas: disparam sempre que se tornar necessário ou interessante para análise do desempenho da R. Em geral, quando o início provém de peças de estoques ou recursos adotam-se marcas iniciais nas posições; quando o início provém de ações externas por parte de outros sistemas ou de operadores adotam-se transições-fonte.

1 Exemplo: - ransições-sumidouro: São transições que não tem pós-set; ao dispararem removem fichas das posições de entrada, mas não fornecem fichas a nenhuma posição. Utilizadas para modelar a saída de produtos. Exemplo: m1 m3 m2 - Self-Loops: São malhas fechadas formadas por dois arcos, uma posição e uma transição. Um selfloop, é R em que pertence ao pré-set e ao pós-set de t. Graficamente correspondem a arcos bidimensionais. Exemplo: 1 1

11 4. Alguns sistemas a eventos e suas Redes de etri Na automação industrial adota-se o seguinte: a) osições pi representam recursos disponíveis no sistema (máquinas, transportadores, peças, programas) ou então estados de recursos (máquina ligada / desligada, máquina com defeito). b) ransições tj representam ações e movimentos de materiais ou peças, ou então mudanças de estados dos recursos. c) Marcas (fichas) numa posição indicam quantidades disponíveis no momento, ou então o estado / 1 de um recurso. d) Arcos direcionados indicam precedência / movimento. e) esos dos arcos w representam quantidades fixas associadas às condições de habilitação ou de execução das transições Quando modelar-se apenas processos lógicos, sem envolver quantidades, as Rs tem no máximo uma ficha em cada posição, e os arcos tem peso 1; chamam-se Redes de Condições/Eventos. Na modelagem de sistemas produtivos, as quantidades de produtos, de máquinas e de operadores são fundamentais. Nada mais natural que usar os números de marcas nas posições para exprimir as quantidades. Resultam nas Redes de Recursos / ransições. Exemplo 1 Concorrência de peças em linha de produção: Dois tipos de peças são feitos em duas células / linhas separadas; a montagem final de um subconjunto só pode ocorrer quando existem peças de ambos os tipos nos estoques p3 e p5. 1 2 3 6 4 5

12 Exemplo 2 Recursos Compartilhados: Uma correia transportadora disponível é representada por marca na posição p4 da R da figura. A correia participa de ambas as linha de produção (p1, p2, p3) e (p5, p6, p7). Ocorrendo a marcação da figura, tanto t1 quanto t2 estão habilitadas, e o disparo de uma inabilita a outra. em-se um conflito tipo confusão. 1 3 1 2 3 4 2 4 5 6 7 Exemplo 3 Retomando o problema do Caixa Eletrônico visto anteriormente: O Sistema opera adequadamente? Existe conflito? Caso haja algum erro de operação ou conflito como resolvê-los?

13 Exercícios: 1 Um processo de produção e inspeção com retrabalho é apresentado a seguir: M A Q B R ode-se representa-lo por uma R (,,A,W,m) adotando-se os conjuntos: = 2,,34,35,64,65,7,8,9 e =/,//,1,1,,1/,.,, N = número de peças; A = peças a processar; QL = Sistema disponível; QO = Sistema ocupado; ML = Máquina livre; MO = Máquina ocupada (operando ou aguardando teste da peça produzida); B = eças aprovadas; R = eças rejeitadas a retrabalhar; S = eça de saída. ta = peça chega; taa = peça é aceita sistema disponível; ts = serviço começa; tsr = serviço termina peça rejeitada; tsa = serviço termina peça aprovada; td = peça sai da sessão; tr = peça retorna para o retrabalho.

14 ransição ré-set ós-set ta N A taa A ; QL QO ts QO ; ML MO ; QL tsr MO R tsa MO B td B S ; ML tr R ; QL ML ; QO Desenhe, simule e analise a Rede de etri do processo. Existe algum conflito?? Se sim, de que tipo? O que deve ser feito para solucioná-lo?

15 Um sistema pneumático / hidráulico constituído por um atuador controlado por uma válvula direcional e acionado pelo pulso de um botão, pode ser representado pela R mostrada abaixo: L A+ D 1 2 A A1 4 3 A- Na R temos a posição recuada (inicial) do atuador representada pelo sensor A acionado. Ao acionar o botão (ficha em L) a transição 1 é validada e dispara fazendo com que o atuador avance (posição A+). A seguir a transição 2 dispara e faz com que acione o sensor A1 que por sua vez irá validar e disparar a transição 3 e fazer com que haja o recuo do atuador (posição A-) e, novamente acionando o sensor A. O próximo ciclo ocorre ao acionar-se novamente o botão (osição L).

16 2 ransferência de matéria prima entre esteiras transportadoras. A sequência de operações dos cilindros é A+ B+ A- B- onde nas posições recuadas e avançadas são colocadas sensores NA com os tags A, A1, B, B1. a) Fazer a Rede de etri equivalente; b) Fazer o diagrama Ladder baseado na R.

17 3 rocesso de marcação de peças A sequência de operação dos cilindros é A+ B+ B- A- onde nas posições recuadas e avançadas são colocados sensores NA com os tags A, A1, B, B1. a) Fazer a Rede de etri equivalente; b) Fazer o diagrama Ladder baseado na R.

18 4 rocesso de dobra de chapa A sequência de operações dos cilindros é A+ B+ C+ B- C- A- onde nas posições recuadas e avançadas são colocados sensores NA com os tags E1, E2, E3, E4, E5, E6. a) Fazer a Rede de etri equivalente; b) Fazer o diagrama Ladder baseado na R.

19 5 rocesso de dobra e corte A sequência de operações dos cilindros é A+ B+ B- C+ C- A- onde nas posições recuadas e avançadas são colocados sensores NA com os tags A, A1, B, B1, C, C1. a) Fazer a Rede de etri equivalente; b) Fazer o diagrama Ladder baseado na R.

2 6 rocesso de Enchimento A sequência de operações dos cilindros é A+ B+ C- C+ A- B- onde nas posições recuadas e avançadas são colocados sensores NA com os tags A, A1, B, B1, C, C1. a) Fazer a Rede de etri equivalente; b) Fazer o diagrama Ladder baseado na R.

21 7 rocesso de Furação A sequência de operações dos cilindros é A+ C+ B+ A- M+ M- B- C- onde nas posições recuadas e avançadas são colocados sensores NA com os tags A, A1, B, B1, C, C1, M, M1. a) Fazer a Rede de etri equivalente; b) Fazer o diagrama Ladder baseado na R.