engº Gianfranco Pampalon Auditor fiscal do trabalho
OIT - 2003 Anualmente ocorrem 270 milhões de acidentes de trabalho 2.000.000 são fatais. 740.000 a.t. /dia - 9 /segundo 5.500 a.t. fatais/dia - 4/minuto custo de US$ 1 trilhão/ano = 4% PIB mundial
Mais de 60% dos acidentes poderiam ser evitados antes do início da obra Planejamento; 28% concepção; 35% construção; 37%
3 PRINCÍPIOS PIOS IMPORTANTES No projeto/planejamento prevenimos + de 60% dos acidentes; Não buscamos culpados e sim causas; Ser humano não consegue manter atenção 100% do tempo, pois o ser ser humano falha Princípio da falha segura.
Espaços confinados Uma área que, pela concepção, tem aberturas para entrada e saída limitadas, ventilação natural desfavorável, vel, que pode conter ou produzir contaminantes perigosos e que não é concebida para ocupação contínua nua. NIOSH Geometria Acesso Atmosfera
espaços confinados motivos de acesso A entrada é realizada a intervalos irregulares e trabalhos não rotineiros: + Construção do local; + Limpeza; + Pinturas; + Reparos; + Inspeções;...
Espaços Confinados Reatores, Túneis, T Caixas de esgotos, Galerias; Câmaras subterrâneas, Reservatórios, rios, Silos, Tanques, Tonéis, Tubulões, Compartimentos de embarcações,...
Reconhecer os riscos do espaço o confinado
NR 33 ESPAÇOS CONFINADOS 33.3.2.5 - Adotar medidas para eliminar ou controlar os riscos de inundação, soterramento, engolfamento,, incêndio, choques elétricos, eletricidade estática, tica, queimaduras, quedas, escorregamentos, Impactos, esmagamentos, amputações e outros que possam afetar a segurança a e saúde dos trabalhadores.
Capacitação (33.3.5) e salvamento (33.4)
NR.33 Acessos em espaços confinados: sempre assistidos pelo vigia do lado de fora da boca de visita. Nunca trabalhador que adentre nesses locais deve ter a atribuição de subir ou descer por conta própria, pria, sem uma linha de recuperação.
33.4 Emergência e Salvamento Empregador: elaborar / implementar procedimentos de emergência e resgate adequados aos EC. a) descrição dos possíveis cenários de acidentes, obtidos a partir da Análise de Riscos; b) descrição: medidas de salvamento e 1º 1 socorros; c) seleção e técnicas t dos equipamentos de comunicação, iluminação de emergência, busca, resgate, 1º 1 socorros e transporte de vítimas; v d) acionamento de equipe responsável, pública p / privada, pelas medidas de resgate e 1º 1 socorros; e e) exercício cio simulado anual de salvamento nos possíveis cenários de acidentes em EC.
PROTEÇÕES CONTRA QUEDAS
] Acidentes por queda de altura em espaços confinados ocorrem principalmente em: CONSTRUÇÃO CIVIL Obras de fundações Galerias Serviços manutenção predial em geral caixas d água Saneamento, água, esgoto, PV, etc Escavações TRANSPORTES Serviços em ônibus, caminhões e trens. AGRICULTURA Silos, tanques, tonéis, etc. DEPÓSITOS DE MATERIAIS, etc
Hierarquia do controle contra queda Eliminar Trabalhar na altura do chão Prevenir Restringir o acesso Proteger Amenizar os danos da queda
Hierarquia do controle contra queda Eliminar o trabalho em altura ou reduzir exposição ao risco; Instalar proteção passiva - plataformas, guarda corpos, etc. Projeto e instalação de cabo guia / linha de vida Medidas administrativas, placas, isolamentos
Silo de Concreto
Vãos no Piso Alçapões
Escalada em Escadas
Escada Portátil
Acesso a Telhados e coberturas
Operário rio Morre ao Cair Num Silo de Grãos / PR em setembro de 2003: "(...) - O operário rio (...), 38 anos, morreu na tarde do ontem no interior do terminal (...). Conforme testemunhas ele caiu quando abastecia um silo da empresa (...), caindo em seu interior sendo soterrado pela soja que estava no compartimento. O corpo foi resgatado e encaminhado ao IML.
NR.34 CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E REPARAÇÃO NAVAL 34.6.2.1 Todo trabalho em altura será planejado, organizado e executado por trabalhador capacitado e autorizado. Trabalhador capacitado: aquele que foi submetido a treinamento, teórico e prático, com carga horária ria mínima de 8 horas, c/ conteúdo programático: EPC, EPI p/ trabalho em altura: seleção, inspeção e limitação de uso; Condutas em situações de emergência. Trabalhador autorizado: aquele capacitado, cujo estado de saúde, incluindo os fatores de riscos psicossociais, foi avaliado e considerado apto p/ executar esta atividade.
NR.34 CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E REPARAÇÃO NAVAL 34.6.2.5 O planejamento do trabalho considerará a adoção de medidas, no sentido de evitar o trabalho em altura, sempre que existir meio alternativo de execução. 34.6.2.5.1 Na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma, utilizar equipamentos ou medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores; 34.6.2.5.2 Quando o risco de queda não puder ser eliminado, adotar medidas que minimizem a distância e as conseqüências da queda. 34.6.2.6 Realizar APR para os trabalhos em altura,
NR 1 DISPOSIÇÕES GERAIS 1.7 Cabe ao empregador: 1.8. Cabe ao empregado:
TREINAMENTO
TREINAMENTO
PROTEÇÕES CONTRA QUEDAS
EPI: EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL NR. 6
Equipamentos e Acessórios Devem ser: Adequados às s necessidades e apresentar boas condições para uso. Inspecionados antes do uso e periodicamente, conforme definido em padrões específicos. Armazenados e utilizados corretamente, para garantir sua conservação ão.
Cinto tipo pára-quedista Trava-quedas retrátil talabarte trava quedas absorvedor de energia mosquetão
Material:Poliamida, aço a o inox Resistência:15 KN Pontos de ancoragem: frontal, dorsal e ombros. Fivelas: Engate rápido. Aplicação:Qualquer situação de trabalho em espaço o confinado e ou altura.
duplo talabarte
Trava quedas
FATOR DE QUEDA Mostra esta relação entre a altura da queda e o comprimento do talabarte. Quanto mais alto for a ancoragem menor será o fator de queda FQ = distância da queda comprimento do talabarte
FQ = 0,0 m 1,00 m FQ = 0
FQ = 1,0 m 1,0 m FQ = 1,0
FQ = 2,0 m 1,0 m FQ = 2,0
Energia Dinâmica Energia Dinâmica = (Massa x Aceleração x Deslocamento) Energia Din. é a Força a aplicada ao corpo em queda livre
Talabarte com absorvedor de energia
SEGURANÇA A NOS TRABALHOS EM ALTURA ANCORAGEM COM VARA TELESCÓPICA: Para instalação temporária ria de linha de segurança a vertical, situados a menos de 10 m do solo. conectores conectores
TRIPÉ Para uso sobre bocais de acesso (espaços confinados). Material: Alumínio (tubo quadrado) Alturas: 1.40 a 2.10m 1.80 a 3.00m Regulagem de altura: 8 furos com distância de 7cm Resistências: Pessoas: 140 Kg Materiais: 450 Kg. Peso: 13 a15 Kg
MONO PÉP Aplicação: Para uso sobre bocais de acesso (espaços confinados). Kit composto por: Braço o e mono pép em alumínio Base em aço(deve a ser fixada ao solo) Regulagem do braço: 6 furos com pino de fixação Resistências: Pessoas: 136 Kg Materiais: 450 Kg.
NR 7 PCMSO -Médico do trabalho familiarizado c/ as condições de trabalho; -Rigoroso exame clínico admissional e periódico; -Exames complementares: -eletroencefalograma c/ fotoestimulação e hiperpnéia ia; eletrocardiograma em repouso (Chagas); pesquisa de anemia; glicemia em jejum; hipertensão, etc ANAMT
ACIDENTES PODEM TER COMO CAUSAS AGRAVOS À SAUDE Condições psíquicas; Epilepsia; Vertigem e tonteira; Hipertensão; Distúrbios: psicológicos (ansiedade e acrofobia), de equilíbrio e movimentação, cardiovasculares, otoneurológicos gicos,, etc. Alcoolismo; Outros: noites mal dormidas, alimentação inadequada e uso de medicamentos.
NR 18 CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO
sistema de segurança c/ travamento / catraca c/ cunha e mola Pedal de liberação do sistema de segurança Existe cabo guia p/ cinto de segurança do poceiro
Tubulões a ar comprimido Fundação direta profunda locais c/ N.A. elevado, onde não seja possível o esgotamento da água Injeção de ar comprimido nos tubulões impede a entrada de água, pois a pressão interna >que a pressão da água
18.13 MEDIDAS DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS DE ALTURA 18.13.1. É obrigatória ria a instalação de proteção coletiva onde houver risco de queda de trabalhadores ou de projeção de materiais.
Cabo de fibra sintética tica Fita de identificação: NR 18.16.5 - ISO 1140 1990 nome e CNPJ do fabricante Alma central torcida em multifilamento de poliamida. 2ª capa: alerta visual c/ filamento de polipropileno na cor amarela. 1ª capa: Trançado ado externo em multifilamento de poliamida.
ACESSOS TEMPORÁRIOS RIOS
7,0 m degraus - espaçamento amento entre 25cm e 30cm.
Utilização de escadas de abrir Escadas de abrir devem: - Dispositivos que a mantenham c/ abertura constante - O comprimento máximo, m quando fechada: 6 m Nunca utilizar escada de abrir na posição fechada. Uma 2ª 2 pessoa deve segurar a escada durante o trabalho
Utilização de escadas de abrir Não ultrapassar o antepenúltimo degrau da escada
Utilização de escadas tipo Marinheiro 1,0 m Escadas c/ mais de 6 m devem possuir gaiola Protetora a partir de 2 m da base
Monitoramento de Ambientes METANO CO GÁS S SULFÍDRICO METANO (mais( leve que o ar) MONÓXIDO DE CARBONO (um pouco mais leve) GÁS S SULFÍDRICO (mais pesado que o ar)
BOAS PRÁTICAS
CONTRA EXEMPLOS
obrigado Gianfranco Pampalon fpampa@uol.com.br