Manual Cerimonial e Protocolo para eventos da UFG



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ÍNDICE Visando democratizar o acesso aos procedimentos, bem como auxiliar o trabalho de órgãos e unidades acadêmicas, a Coordenadoria de Relações Públicas/Ascom-RP disponibiliza nesta seção dicas relacionadas ao cerimonial de eventos da UFG. QUANDO UTILIZAR O SERVIÇO DE CERIMONIAL... 1 ORGANIZANDO MESAS DIRETIVAS... 2 TRIBUNA DE HONRA... 4 BANDEIRAS... 5 HINO NACIONAL... 6 APRESENTAÇÃO CULTURAL NA ABERTURA SOLENE... 7 PRONUNCIAMENTO DE AUTORIDADES... 8 REGISTRO DE PRESENÇA DE AUTORIDADES... 9 ROTEIROS DE CERIMONIAL...10 ORDEM GERAL DE PRECEDÊNCIA... 11 NOMINATAS... 12 Elaboração e organização: Esp. Roberta Basile Ascom/RP Esp. Suzy Meiry Silva Ascom/R

QUANDO UTILIZAR O CERIMONIAL 1 Vale destacar que o serviço de cerimonial confere formalidade e caráter solene aos eventos, sendo utilizado nos eventos oficiais da universidade. São considerados como eventos oficiais aqueles que têm como realizador a UFG, se destinando ao público externo ou a toda a comunidade interna da universidade. São eles: posses (Reitor, Vice-Reitor, Diretores, Vice-Diretores); congressos, grandes seminários, simpósios e semanas; homenagens e premiações; inaugurações. Portanto, utiliza-se o cerimonial quando há a necessidade de recepcionar muitas autoridades externas à UFG e necessidade de obediência à regras protocolares específicas. O serviço de cerimonial não se restringe à locução do evento. É um serviço especializado que referese, sobretudo, à obediência de normas de protocolo e precedência regidas no Cerimonial Público. Caso o evento seja de pequeno porte ou de cunho informal (como as reuniões, cursos, oficinas, eventos administrativos, palestras, dentre outros) não é necessário utilizar o cerimonial. Nesse caso, a equipe da Ascom/RP coloca-se à disposição para assessorar as unidades acadêmicas e órgãos na elaboração de um ROTEIRO DE BOAS-VINDAS, que poderá ser lido pelo coordenador do evento. A Ascom/RP disponibilizará profissionais para atuarem como mestre de cerimônias apenas nos eventos promovidos pela UFG nos quais esteja participando oficialmente. Para isso, disponibiliza a Solicitação de Cerimonial no site www.ascom.ufg.br A Assessoria de Comunicação da UFG, de acordo com a sua capacidade de atendimento, poderá prestar consultoria a outros eventos promovidos na UFG, desde que solicitada formalmente pelo e- mail ascomrp.ufg@gmail.com, com a devida antecedência.

2 ORGANIZANDO MESAS DIRETIVAS As mesas solenes reúnem pessoas que vão coordenar um evento ou que merecem um destaque especial dentre as autoridades presentes. Nesse contexto, serão chamadas a compor a mesa diretiva apenas: as autoridades que têm relação direta com o tema abordado no evento (prefeito da cidade, ministros da área, secretários de Estado e Município da área, deputados e vereadores que presidem comissões da área, presidentes de entidades patronais relacionados à área do evento); homenageado do evento (em inaugurações, posses e entrega de títulos); coordenador-geral do evento; promotor do evento (realizador); anfitrião (no caso de eventos de outras instituições, realizados na UFG); Não há a necessidade de chamar para compor a mesa diretiva os conferencistas ou palestrantes do evento, pois estes serão convidados para o palco em momento oportuno; Por cortesia, a preferência para composição de mesa é das autoridades externas à UFG que prestigiam o evento; Quando mais autoridades prestigiarem o evento, não é preciso convidar todas para compor a mesa diretiva. Nesse caso, utiliza-se a Tribuna de Honra (na primeira fila do auditório), que é um prolongamento da mesa; Quando um evento possuir mais de um realizador, deve-se definir um dos promotores para representar os demais na mesa diretiva; Quando um evento possuir mais de um homenageado, deve-se escolher um dos agraciados para representar os demais na mesa diretiva; Mesas diretivas muito extensas deixam de ser solenes.

3 A chamada das autoridades é feita em ordem decrescente ou seja, chama-se da autoridade de maior hierarquia para a menor (segundo Ordem Geral de Precedência); As mesas diretivas podem ser pares ou ímpares. A disposição das autoridades é organizada em função desse número e respeitando a ordem hierárquica ou ordem de precedência das autoridades; A posição das autoridades: considerando-se a posição de quem está sentado à mesa (e não da plateia), os lugares são dispostos a partir do centro da mesa, à direita e esquerda, alternadamente. A exceção ocorre na mesa diretiva par, na qual não temos um centro. Nesse caso, o lugar de honra localiza-se à direita.

4 TRIBUNA DE HONRA A Tribuna de Honra localiza-se na primeira fila do auditório, sendo demarcada com adesivos de RESERVADO. É utilizada por autoridades e convidados especiais que prestigiam o evento, mas não irão compor a mesa diretiva. As autoridades que compõem a tribuna poderão ter seus nomes lidos no momento do Registro de presença.

5 BANDEIRAS Grande parte dos eventos realizados na UFG trazem nos palcos as bandeiras do Brasil, de Goiás e Goiânia. As bandeiras dão um caráter oficial e solene às cerimônias e sua utilização também deve obedecer às exigências da Lei nº 5.700, de 01/09/1971, que trata sobre os Símbolos Nacionais. Logo é preciso saber que: a Bandeira Nacional, em todas as apresentações no território nacional, ocupa lugar de honra, compreendido como uma posição central ou a mais próxima do centro e à direita deste, quando com outras bandeiras, pavilhões ou estandartes, em linha de mastros, panóplias, escudos ou peças semelhantes; deve estar destacada à frente de outras bandeiras quando conduzida em formaturas ou desfiles; deve estar à direita das tribunas, púlpitos, mesas de reunião ou de trabalho. Considera-se direita de um dispositivo de bandeiras a direita de uma pessoa colocada junto a ele e voltada para a rua, para a plateia ou, de modo geral, para o público que observa o dispositivo; é considerado desrespeitoso usá-la como roupagem, reposteiro, pano de boca, guarnição de mesa, revestimento de tribuna, ou como cobertura de placas, retratos, painéis ou monumentos a inaugurar; Número par Número ímpar Goiânia Brasil Goiás Instituição Goiás Brasil (centro) Goiânia Para mais informações, acesse também o site do Comitê Nacional de : www.cncp.org.br

6 HINO NACIONAL A execução do hino nacional em um evento é optativa. Caso o organizador escolha dar um tom mais solene à cerimônia, o hino só terá início depois da composição da mesa diretiva. Quando o hino for apresentado (em CD, DVD, ou ao vivo) o público presente deve estar de pé, mantendo uma postura de respeito (olhar para frente e com braços paralelos ao corpo). No Brasil, há uma lei federal (Lei nº 5.700, de 01/09/1971 ) que regulamenta a utilização dos Símbolos Nacionais (Bandeira, Hino, Selo e Brasão de Armas da República). Por isso, devem ser obedecidos os aspectos protocolares para a apresentação do Hino Nacional, valendo destacar os seguintes: é vedada a execução de quaisquer arranjos do Hino Nacional que desrespeitem a melodia original do maestro Alberto Nepomuceno. Assim sendo, não é permitido apresentar o hino como uma canção convencional, alterando a letra, notas, tom e ritmo. Ex.: apresentar o Hino no formato funk, samba, dentre outros.; nos casos de execução instrumental, deve ser tocada apenas a primeira parte do hino; nas cerimônias em que se tenha que executar um hino estrangeiro esse, por cortesia, virá antes do Hino Nacional Brasileiro; não é necessário olhar para a Bandeira Nacional quando o Hino é apresentado. O hino não refere-se à bandeira e sim ao sentimento de patriotismo de todos, por isso, o público deve olhar sempre pra frente, na direção da mesa diretiva. Da mesma forma, as autoridades da mesa devem olhar sempre para o público.

7 APRESENTAÇÃO CULTURAL NA ABERTURA DE UM EVENTO As apresentações culturais (teatro, dança, música) são um diferencial no evento, dando leveza à programação. Contudo, é preciso ter cautela, pois a escolha de um momento inoportuno ou de um espetáculo impróprio ocasiona efeitos negativos ao evento: indisposição do público, prolongamento da cerimônia, quebra da sequência lógica do evento. Em geral, boas ocasiões são o início (abertura) e o final (encerramento) do evento. Quanto ao tempo, as apresentações devem ter: até 10 minutos (na abertura dos eventos); até 15 minutos (no encerramento de eventos seguidos de atividades técnicas); até 2 horas (no encerramento de eventos seguidos apenas de coquetel/jantar). Quanto ao local do evento devem ser observados: o artista/grupo conhece o local do evento? o espaço disponível comporta a apresentação escolhida? Eventos com composição de mesa não comportam apresentações de grupos ou bandas, pois estes necessitam de espaço para montagem de equipamentos. A remoção de equipamentos durante a abertura de eventos deve ser evitada. Caso o organizador opte pela apresentação de grupos ou bandas, esta poderá ser realizada no encerramento do evento, se possível, em local à parte da composição de mesa (ao lado do palco, por exemplo).

8 PRONUNCIAMENTO DE AUTORIDADES As autoridades são convidadas a falar da menor hierarquia para a maior hierarquia, salvo os casos em que a própria autoridade solicita para pronunciar-se primeiro, devido a compromissos. Assim sendo, fala por último a autoridade que possui maior hierarquia (segundo a Ordem Geral de Precedência). Além da ordem de fala, os pronunciamentos devem obedecer a outros critérios, são eles: em eventos técnico-científicos (simpósios, seminários, congressos, semanas, encontros, convenções, dentre outros), fazem pronunciamentos: - o coordenador-geral do evento; - o promotor do evento (caso o evento tenha vários promotores, eleger apenas um para pronunciar-se) - autoridade de alta hierarquia convidada, que tenha relação direta com o tema do evento; - o anfitrião (reitor da UFG ou diretores de órgãos e unidades acadêmicas); não é necessário que todos os componentes da mesa diretiva se pronunciem; caso o evento conte com homenageados ou premiados, é mais adequado escolher somente um para falar em nome dos demais; quando uma autoridade for cumprimentar os componentes da mesa diretiva, deverá fazêlo da maior para a menor autoridade. Contudo, para tornar a fala mais objetiva, poderá cumprimentar a todos na pessoa da maior autoridade presente; exceto em casos especiais, o ideal é que a cerimônia conte com, no máximo, quatro pronunciamentos; se o mestre de cerimônias já mencionou os nomes e cargos das autoridades presentes não é preciso repeti-los; bons pronunciamentos têm em geral 5 minutos e são marcados pela clareza, objetividade, adequação à norma culta da língua, harmonia e polidez; as autoridades podem falar diretamente da mesa diretiva ou deslocar-se até o púlpito (o que for mais conveniente para a pessoa); organização de ideias: inicialmente, cumprimentar componentes da mesa diretiva na pessoa da maior autoridade presente e também cumprimentar o público. Introdução (curta, apresentando o assunto), corpo do discurso (expõe a ideia central e a finalidade do discurso), conclusão (encerra reforçando a importância da realização do evento e desejando sucesso à iniciativa).

9 REGISTRO DE PRESENÇA DE AUTORIDADES Utilizado para dar destaque às autoridades que prestigiam o evento mas que não compõem a mesa diretiva. Para realizar o registro o Cerimonial utiliza fichas próprias, chamadas de NOMINATAS. O registro de presença reserva-se especialmente às autoridades externas que prestigiam um evento. Caso no evento participem apenas integrantes do quadro de pessoal da instituição promotora, não é necessário registrar a presença destes. Em eventos com grande quantidade de autoridades, destinar o registro de presença aos ocupantes de cargos de destaque (ministros, senadores, secretários, vereadores, deputados, presidentes de entidades, presidentes de órgãos,dentre outros); Quando o número de autoridades presentes é grande, o registro poderá ser realizado em diferentes momentos da cerimônia; Autoridades que compõem a mesa não precisam ter sua presença registrada.

10 ROTEIRO DE CERIMONIAL O Roteiro de Cerimonial contém a sequência de falas do Mestre de Cerimônias, que o utiliza para fazer a locução do evento. Um Roteiro tem como ordem básica: 1. Introdução (boas vindas, apresentação dos objetivos, patrocinadores e realizadores do evento) 2. Composição de mesa 3. Hino Nacional (quando necessário) 4. Registro das autoridades que prestigiam o evento 5. Homenagens /Leitura e assinatura de Termos/Descerramento de placas 6. Pronunciamentos de autoridades 7. Encerramento Estão disponíveis no link abaixo modelos de Roteiro de Cerimonial: http://www.ascom.ufg.br/uploads/84/original_roteiros_de_cerimonial.pdf?1338223733 Apenas o Magnífico Reitor, ou autoridade por ele designada (representante), pode realizar alterações no cerimonial.

11 ORDEM GERAL DE PRECEDÊNCIA É ordem que determina a hierarquia e disposição de autoridades nas mesas diretivas. No Brasil, essa ordem é regulamentada pelo Decreto Federal n. 70274, de 9 de março de 1972. Ordem de precedência interna da UFG (Disponível no site www.ascom.ufg.br) Ordem geral de precedência Clique aqui Decreto Federal n. 70274, completo Clique aqui

12 NOMINATAS São fichas que servem para registrar as autoridades que prestigiam o evento ou que compõem a mesa diretiva. Trazem os seguintes dados: cargo, entidade/órgão e nome completo da autoridade, conforme modelo a seguir: As nominatas podem ser impressas antes do evento ou redigidas à mão durante a cerimônia. Nesse caso, recomenda-se cautela com a grafia, para não prejudicar a leitura das informações. Para evitar constrangimentos, usar sempre letra de forma.