NOÇÕES BÁSICAS DE SENSORIAMENTO REMOTO



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Transcrição:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE TECNOLOGIA E RECURSOS HUMANOS UNIDADE ACADÊMICA DE ENGENHARIA CIVIL NOÇÕES BÁSICAS DE SENSORIAMENTO REMOTO PROF. MAURO NORMANDO M. BARROS FILHO

Sumário 1. Conceitos básicos 2. Breve histórico 3. Radiação Eletromagnética 4. Interações da REM com alvos 5. Satélites e sensores 6. Exercício

1. Conceitos Básicos Conjunto de atividades cujo objetivo é a caracterização de algumas propriedades de alvos, através da detecção, registro e análise do fluxo de energia radiante, por eles refletido ou emitido (Lillesand; Kiefer, 1987). É a utilização de sensores para aquisição de informações sobre objetos ou fenômenos sem que haja contato direto entre eles (Rosa, 1995). Método que utiliza a radiação eletromagnética (REM) como meio de detectar e medir algumas características dos alvos (objetos) de interesse (Wolf; Dewitt, 2000).

1. Conceitos Básicos Satélites, câmaras, telescópios e até nossos olhos são ferramentas utilizadas para analisar objetos à distância.

2. Breve Histórico A origem do SR vincula-se ao surgimento da fotografia aérea; Assim, a história pode ser divida em dois períodos: 1860-1960 1960- aos dias atuais O SR é fruto de um esforço multidisciplinar que integra os avanços na Matemática, Física, Química, Biologia, Computação, entre outras.

2. Breve Histórico As fotografias foram os primeiros produtos do SR 1859: Descoberta processo fotográfico Pouco depois câmaras começaram a ser montadas em balões de ar quente. Tal técnica foi usada durante a Guerra Civil dos EUA (1862) para reconhecimento do território.

2. Breve Histórico 1890: Foguetes foram lançados para obter fotos aéreas, mas com baixa resolução; 1909: Inicia-se a foto tomada por aviões e na I Guerra Mundial seu uso intensificouse; II Guerra Mundial: houve grande desenvolvimento do SR, nesse período: Filme infravermelho para detectar clamuflagem; Novos sensores, como radar;

Filme colorido Filme infravermelho Lillesand e Kiefer (1987)

2. Breve Histórico Guerra Fria: foram desenvolvidos sensores de alta resolução; 1960: foram obtidas as primeiras fotos tiradas de satélite tripulados; 1960: Lançamento do primeiro satélite meterológico TIROS; 1972: Lançamento do ERTS-1 primeiro satélite de recursos terrestre. Mais tarde denominado de LANDSAT 1;

2. Breve Histórico 1973: Brasil recebeu as primeiras imagens do LANDSAT; 1988: Início do Programa CBERS 1999: Lançamento do satélite IKONOS marca o início de uma nova geração de satélites com resolução espacial muito alta. 2003 e 2007: Lançamento do CBERS 2 e CBERS 2B, respectivamente.

3. Energia Eletromagnética É a combinação da energia elétrica e magnética Se propaga no vácuo. Variam com a frequência e com o comprimento de onda.

3. Energia Eletromagnética Onda Eletromagnética Comprimento Distância entre dois quaisquer equivalentes da onda. Frequência Número de ciclos por unidade de tempo, medida normalmente em Hertz

3. Energia Eletromagnética Comprimento de Onda Eletromagnética Varia de Nanômetros (nm) a Kilômetros (km) Nanômetro (nm) Equivale à 1 bilionésimo do metro 1 nm = 1 = 0,000 000 001 m 1 000 000 000 m Micrômetro (µm) Equivale à 1 milionésimo do metro 1 µm = 1 = 0,000 001 m 1 000 000 m

3. Energia Eletromagnética Espectro Eletromagnético Conjunto de regiões com características peculiares em função dos processos físicos geradores e detectores da energia eletromagnética.

3. Energia Eletromagnética Elementos do Sensoriamento Remoto

3. Energia Eletromagnética Janelas Atmosféricas Regiões do espectro magnético onde a radiação de determinados comprimentos de onda é pouco absorvida ou atenuada pela atmosfera.

4. Interações da REM com os alvos A REM que atinge a superfície terrestre pode ser: Refletida; Absorvida; Transmitida; E i ( ) = Energia incidente E i ( ) = E R ( ) + E A ( ) + E T ( ) E R ( ) = Energia Refletida E A ( ) = Energia Absorvida E T ( ) = Energia Transmitida Interação básica da energia eletromagnética com uma feição da superfície terrestre. (Fonte: Lillesand e Keifer, 1995)

4. Interações da REM com os alvos Medidas de energia Radiância Quantidade de energia que atinge uma superfície Irradiância Quatidade de energia que reflete de uma superfície Reflectância Razão entre irradiância e radiância

4. Interações da REM com os alvos Assinatura Espectral Os alvos da superfície terrestre como a vegetação, a água e o solo refletem, absorvem e transmitem radiação eletromagnética em diferentes proporções; Esse comportamento espectral dos diversos alvos é denominado assinatura espectral e é utilizado em SR para distingui-los entre si. Assinaturas espectrais são curvas que mostram a reflectância de cada alvo em diferentes comprimentos de onda

4. Interações da REM com os alvos Assinatura da Vegetação Reflectância até 50% Dependem das propriedades das folhas (estrutura celular, pigmentação, espessura, quantidade de água)

4. Interações da REM com os alvos Assinaturas do Solo exposto Reflectância até 30 a 40% Dependem da mistura de solos, quant. de ferro, etc. Valores baixos nas bandas de absorção de água

4. Interações da REM com os alvos Assinaturas da Água Reflectância até 10% Menor reflectância que a vegetação e os solos Água turva ou suja apresenta maior reflectância

5. Satélites e sensores Sistemas Sensores Equipamentos capazes de coletar energia proveniente do objeto, convertê-la em sinal passível de ser registrado e apresentá-lo em forma adequada à extração de informações.

5. Satélites e sensores Quanto ao nível de coleta de dados Orbitais Satélites Sub-orbitais Balões Aeronaves Terrestres Espectro-radiômetros Máquinas fotográficas

5. Satélites e sensores Quanto à fonte de radiação utilizada Passivos Utiliza-se de fonte de radiação externa. Exemplos: Sol ou outras radiações. Ativos Fonte de radiação própria. Ex.: Flash de máquina fotográfica e Radar.

5. Satélites e sensores Não-Varredura Registram a radiação refletida de uma cena em sua totalidade e em um mesmo instante. Ex.: Máquinas Fotográficas. Verredura A imagem da cena é formada pela aquisição seqüencial de imagens elementares do terreno. Ex.: Sensores orbitais.

5. Satélites e sensores Processos de varredura Espelho Matriz de detetores

5. Satélites e sensores Sensores Não-Imageadores Espectro-radiômetro Laboratório Campo

5. Satélites e sensores LIDAR - Ligth Detection and Ranging Sensor ativo não-imageador que mede distâncias (altitude) dos elementos da superfície por varredura a laser transversal à linha de vôo do sensor; A distância é medida pelo tempo entre o sinal emitido e o retorno de cada pulso laser. Permite gerar como produtos: MDE, MDT e MDS A precisão depende da densidade de pontos medidos

5. Satélites e sensores Levantamento com LIDAR

5. Satélites e sensores MDE gerado com LIDAR

5. Satélites e sensores Sensores Imageadores Olho humano Em câmaras fotográficas Convencionais: usam filmes Digitais: usam chip CCD CCD (Charge-Coupled Device) Dispositivo eletrônico composto de milhares de pequenas células (detetores) sensíveis à radiação A bordo de satélites artificiais

5. Satélites e sensores Satélites artificiais de Sensoriamento Remoto LANDSAT SPOT CBERS QUICKBIRD IKONOS

5. Satélites e sensores LANDSAT (Land Remote Sensing Satellite) Responsável: NASA (National Aeronautics and Space Administration) LandSat 1, 2 e 3: Projetos experimentais RBV/MSS LandSat 4 e 5: MSS/TM, LanSat 7: ETM+ LDCM LansSat Data Continuity Mission: Sensor Termal

5. Satélites e sensores Características gerais dos satélites LANDSAT Satélite LANDSAT 1 LANDSAT 2 LANDSAT 3 LANDSAT 4 LANDSAT 5 LANDSAT 6 LANDSAT 7 Lançamento 27/7/1972 22/1/1975 5/3/1978 16/7/1982 1/3/1984 5/10/1993 15/4/1999 Situação Atual Inativo (06/01/1978) Inativo (25/02/1982) Inativo (31/03/1983) Inativo (1993) em atividade Inativo (05/10/1993) Inativo (2003) Órbita Polar, Circular e heliossíncrona Polar, Circular e heliossíncrona Polar, Circular e heliossíncrona Polar, Circular e heliossíncrona Polar, Circular e heliossíncrona s.d. Polar, Circular e heliossíncrona Altitude 917 km 917 km 917 km 705 km 705 km s.d. 705 km Inclinação 99º 99º 99º 98,20º 98,20º s.d. 98,3º Tempo de Duração da Órbita 103,27 min 103,27 min 103,27 min 98,20 min 98,20 min s.d. 98,9 min Horário de Passagem Período de Revisita Instrumentos Sensores 9:15 A.M. 9:15 A.M. 9:15 A.M. 9:45 A.M. 9:45 A.M. s.d. 10:00 A.M. 18 dias 18 dias 18 dias 16 dias 16 dias s.d. 16 dias RBV e MSS RBV e MSS RBV e MSS MSS e TM MSS e TM ETM ETM+

5. Satélites e sensores SPOT (Sistéme Probatoire de L observation de la Terre) SPOT 4 SPOT 1, 2 e 3 SPOT 5

5. Satélites e sensores Características Gerais dos satélites SPOT

5. Satélites e sensores Sensor HRS(High Resolution Stereoscopic) Abordo do SPOT 5 Capacidade de adquirir 2 imagens de uma mesma cena: uma adquirida com 20 graus de inclinação para frente e outra 1 minuto e meio depois com mesma inclinação para trás. Permite gerar imagens 3D

5. Satélites Sensores e acoplados sensores em satélites artificiais CBERS-2 (China-Brazil Earth Resource Satellite) Características Gerais Massa Potência do painel solar 1.450 kg 1.100 watts Dimensões do painel solar 6,3 x 2,6m Dimensões do corpo 2,0m x 8,3m x 3,3m (em orbita) Tempo de vida 2 anos (confiabilidade de 0,6) Características Orbitais Altitude média Inclinação 778 km 98,5 graus com o equador Revoluções por dia 14 + 9/26 Período Cruzamento do equador 100,26 minutos 10h 30min

Montagem do CBERS 2 (Brasil) LIT - Laboratório de Integração e Testes

Lançamento do CBERS 2: 21 de Outubro de 2003 (China)

Seqüência de Lançamento

5. Satélites e sensores Satélites Não- Geoestacionários Características das órbitas Acompanham o movimento de translação da Terra Órbita Polar Transversal ao sentido de rotação da Terra Imageiam faixas não sequenciais Órbita LandSat: Leva cerca de 100 minutos, enquanto se desloca 3 mil Km ao longo do equador

5. Satélites e sensores Estação de Recepção e Gravação de Dados de Cuiabá Iniciou sua operação em maio de 1973 e grava continuamente dados do País e de quase toda América do Sul. Foi a terceira no mundo a ser instalada para receber os sinais do satélite LANDSAT Os sinais são recebidos através de antenas parabólicas de 10 e 12 metros de diâmetro.

5. Satélites e sensores Estação Processamento Dados de Cachoeira Paulista (SP) Divisão de Geração de Imagens DGI Destinada a processar os dados de satélites de sensoriamento remoto Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos CEPTEC Realiza atividades operacionais e de pesquisa

5. Satélites e sensores CBERS-2B Lançado em 19 de setembro de 2007. Possui três sensores a bordo: CCD, WFI e HRC. HRC substitui a câmera IRMSS do CBERS-2

6. Exercício Baixar imagem de satélite disponibilizada no Catálogo de Imagens do INPE: http://www.dgi.inpe.br/cdsr/