ESPAÇO GEOGRÁFICO EUROPEU
FOCOS DE TENSÕES NA EUROPA
A Chechênia, parte do território russo, possui 1,3 milhão de habitantes e está localizada no norte do Cáucaso, entre o mar Negro e o mar Cáspio. Além do Daguestão, são seus vizinhos a Ingushétia, a Ossétia do Norte, a Kabardino-Balkaria, a Karachay-Cherkessia e a Adygea. Ao contrário dos países localizados no sul do Cáucaso, como Geórgia, Armênia e Azerbaijão, o norte do Cáucaso continua pertencendo à Rússia após o colapso da União Soviética e enfrenta uma instabilidade perene. Atos violentos são comuns. Seu terreno acidentado abre espaço para divisões étnicas e linguísticas - só no Daguestão, há 40 grupos diferentes. Manter controle sobre a região tem sido um imperativo geopolítico para Moscou.
O Cáucaso é um ponto estratégico de defesa para a Rússia, pois ao Sul se encontram duas grandes nações muçulmanas, a Turquia e o Irã. Não é uma região fácil de controlar. No século XVIII, durante a expansão do Império Russo, houve forte resistência dos persas e dos otomanos no norte do Cáucaso. No período soviético, o ditador Josef Stalin criou zonas administrativas para lidar com grupos étnicos que apresentavam maior resistência e deportou um grande número de pessoas do norte do Cáucaso. Centenas de milhares de muçulmanos caucasianos, principalmente chechenos, foram enviados à força especialmente para o Cazaquistão e o Quirguistão - localizados na região central da Ásia, perto da China.
No final da década de 1980, reformas no sistema governamental permitiram que parte dessas populações regressasse a suas terras de origem. A volta dessas pessoas levou ao surgimento de movimentos nacionalistas e separatistas semelhantes às que se espalharam pelas repúblicas soviéticas à época. A diferença delas é que as repúblicas poderiam declarar sua independência, enquanto regiões autônomas como a Chechênia, não. Essa questão foi motivo de inúmeros conflitos no início da era pós-soviética: a Rússia travou duas guerras com a Chechênia na década de 1990, devido à ambição desta última de se tornar um estado independente. Nesse período, muitos voltaram à Ásia Central, para onde haviam sido deportados anteriormente. Isso pode explicar por que membros da família Tsarnaev viveram nesses países antes de se mudar em para os EUA. Dzhokhar Tsarnaev, matou 3 pessoas e feriu 264 em atentado a bomba no dia 15 de abril
CRONOLOGIA CONFLITOS NA CHECHÊNIA - 1859: O país é anexado ao Império Russo. - 1917: Após a Revolução Russa, começam os primeiros focos de resistência chechena. - 1944: Para conter o sentimento separatista, Stalin envia cerca de 400 mil chechenos a Sibéria e Cazaquistão. - 1991: Com a queda do Império Soviético, separatistas fortalecem a luta armada. - 1994: As hostilidades aumentam e Moscou invade a Chechênia. Cerca de 100 mil pessoas morrem nos combates. - 1996: Um acordo de paz suspende a guerra. - 1999: Tropas russas retornam à Chechênia e tomam Grozny, a capital, no ano seguinte. Chechenos respondem com ataques terroristas. - 2002: Rebeldes chechenos tomam teatro de Moscou. A reação das forças especiais russas à operação terrorista termina com a morte de 115 reféns e 50 rebeldes. - 2003: Referendo determina que a Chechênia seja subordinada a Moscou. Organizações internacionais condenam o processo. - 2004: Separatistas chechenos atacam escola primária de Beslan, na Ossétia do Norte. Na operação, morreram 334 reféns - na maioria, crianças. - 2007: O presidente da Rússia, Vladimir Putin, indica como líder da Chechênia Ramzan Kadyrov, acusado de comandar uma milícia que persegue e mata separatistas chechenos e ativistas dos direitos humanos.
(PUCPR) O começo do século XXI revelou uma nova forma de terrorismo: globalizado, sem fronteiras e sob os holofotes da mídia. O mundo ficou estarrecido diante dos atentados de 11 de setembro de 2001 a importantes símbolos do poder político e econômico norteamericano. Nos três primeiros dias de setembro de 2004, no sul da Rússia, a pequena cidade de Beslan foi assolada pelo terrorismo. Uma escola local foi ocupada, em dia de festa, por terroristas que fizeram mais de 1000 reféns. A principal motivação do grupo armado que ocupou a escola de Beslan centrava-se na causa separatista, reinvidicavam: a) Saída das forças militares russas da Chechênia. b) Inclusão da Chechênia no Comunidade dos Estados Independentes, CEI. c) Ajuda militar russa às tropas chechenas na defesa de suas fronteiras. d) Ajuda humanitária do governo de Moscou às populações pobres das montanhas da Chechênia. e) Anexação dos territórios vizinhos, como o Azerbaijão e a Geórgia, à Chechênia.
EUSKADI TA ASKATASUNA
PAÍS BASCO NÃO É UM PAÍS INDEPENDENTE ÁREA DE 20 MIL Km2 POVOS BASCOS ESTÃO ALI HÁ MAIS DE 4 MIL ANOS TERRITÓRIO OCUPADO POR ROMANOS, VISIGODOS, MOUROS E FRANCOS ESPANHA E A FRANÇA PEGARAM SUA FATIA POR VOLTA DO SÉCULO 15
NO SÉCULO 17, A DEMARCAÇÃO DEFINITIVA DAS FRONTEIRAS DIVIDIU DE VEZ ESSE POVO EM DOIS ESTADOS. "NA ESPANHA, ONDE ESTÃO 90% DO TERRITÓRIO BASCO, A INTEGRAÇÃO FOI MAIS DIFÍCIL QUE NA FRANÇA DURANTE A GUERRA CIVIL ESPANHOLA (1936-1939), ELES LUTARAM CONTRA O GENERAL FRANCISCO FRANCO, O LÍDER NACIONALISTA QUE IMPLANTOU UMA SANGRENTA DITADURA O GENERAL ACABOU COM A RELATIVA AUTONOMIA POLÍTICA BASCA, ALIMENTANDO AINDA MAIS O NACIONALISMO DAQUELE POVO E FAZENDO SURGIR ORGANIZAÇÕES TERRORISTAS QUE DEFENDIAM A CRIAÇÃO DE UM ESTADO INDEPENDENTE.
O MAIS FAMOSO DESSES GRUPOS, O ETA (SIGLA DE EUSKADI TA ASKATASUA, OU "PÁTRIA BASCA E LIBERDADE"), APARECEU EM 1959 AO LONGO DAS ÚLTIMAS QUATRO DÉCADAS, OS TERRORISTAS ORGANIZARAM ATENTADOS CONTRA O GOVERNO CENTRAL EM NOME DA INDEPENDÊNCIA O ETA POSSUI IDEOLOGIA SEPARATISTA/INDEPENDENTISTA MARXISTA-LENINISTA E REVOLUCIONÁRIA O GRUPO SEPARATISTA ANUNCIOU NO DIA 20 DE OUTUBRO DE 2011 QUE ABANDONOU DEFINITIVAMENTE A LUTA ARMADA, SEGUNDO COMUNICADO DIVULGADO PELO JORNAL "GARA", CANAL HABITUAL DOS COMUNICADOS DO GRUPO.
ETA = CRONOLOGIA HISTÓRICA 1959: FUNDAÇÃO DO ETA PARA LUTAR PELA INDEPENDÊNCIA DO PAÍS BASCO.(DITADURA DE FRANCISCO FRANCO ) 1973: PRIMEIRO-MINISTRO LUIS CARRERO BLANCO É MORTO NA EXPLOSÃO DE UM CARRO-BOMBA EM MADRI.
1980 - COMEÇA UMA ETAPA SANGRENTA DA ETA - EM POUCOS ANOS PROVOCA A MORTE DE 118 PESSOAS. 1995: JOSÉ MARÍA AZNAR (LÍDER DO PARTIDO POPULAR/PP) SALVA-SE DE UM ATENTADO, APÓS SER ELEITO CHEFE DE GOVERNO
1997: MIGUEL ANGEL BLANCO (VEREADOR DO PP) SEQÜESTRADO E ASSASSINADO PELO ETA.
SETEMBRO DE 1998: ETA INICIA TRÉGUA UNILATERAL. JANEIRO DE 2000: EXPLOSÃO DE CARRO-BOMBA EM MADRI MATA POLICIAL. MAIO: JORNALISTA JOSÉ LUIS DE LA CALLE É MORTO EM UM ATENTADO 30 DE DEZEMBRO DE 2006: MEMBROS DO GRUPO SEPARATISTA BASCO ETA EXPLODEM UMA VAN CARREGADA DE EXPLOSIVOS EM UM ESTACIONAMENTO DO AEROPORTO MADRID-BARAJAS, CAUSANDO A MORTE DE DOIS CIDADÃOS EQUATORIANOS.
MADRID 11 DE MARÇO DE 2004 ATENTADOS EM TRENS DA CAPITAL MATAM QUASE 200 PESSOAS
11 DE MARÇO DE 2004 TERROR EM MADRID: A EUROPA SENTE O 11 DE SETEMBRO NA PELE MAIS DE 200 PESSOAS MORRERAM NOS ATENTADOS EM MADRI
TERROR NA HORA DO RUSH LIGAÇÕES COM O GRUPO AL-QAEDA DE OSAMA BIN LADEN SERIAM OS RESPONSÁVEIS PELAS EXPLOSÕES DE 11 DE MARÇO.
MOTIVO: SEGUNDO MENSAGEM DO JORNAL ÁRABE SEDIADO EM LONDRES AL-QUDS AL- ARABI, AS BOMBAS FORAM UMA PUNIÇÃO PARA O PAPEL DA ESPANHA NA QUESTÃO DO IRAQUE. O JORNAL CITOU UMA DECLARAÇÃO EM QUE A AL-QAEDA TERIA REIVINDICADO A AUTORIA DO ATAQUE.
Há vários elementos que implicam a Al-Qaeda. Primeiramente foi a descoberta de um furgão contendo detonadores e cânticos do Alcorão. O segundo elemento é a reivindicação de autoria do ataque por parte de um obscuro grupo no Canadá, mas nós podemos, talvez, descartar isso. O mais importante é a alegação enviada a Londres dizendo que eles estão por trás dos atentados. O fato de que não houve advertência antes do ataque e de que ele ocorreu de maneira tão sincronizada, também indica que a Al-Qaeda pode estar envolvida.
A QUESTÃO IRLANDESA - IRA
A Irlanda é uma ilha localizada a oeste da Inglaterra e dela separada pelo Mar da Irlanda (de 18 a 193 km de largura). Durante o início de sua colonização a Irlanda, ou Eire, em irlandês, era dividido em diversas tribos distribuídas em cinco regiões distintas: Ulster, Connacht, Meath, Leinster e Munster. Devido à fragilidade dessa situação a Irlanda foi muitas vezes invadida por outros povos como os vikings e, principalmente, os celtas. A questão irlandesa se iniciou com a conquista da região por Henrique II, O Plantageneta, da Inglaterra. Em 1175 Henrique II firmou o Tratado de Windsor segundo o qual a Irlanda passaria a ser regida pelas leis inglesas. Além do que, o domínio do território pelos ingleses significava que a partir de então os irlandeses teriam de pagar tributos à Inglaterra dentro da hierarquia vigente no feudalismo. Para piorar a situação, Henrique VIII, em 1534, rompe com a Igreja Católica iniciando a chamada Reforma Protestante, a partir da qual a Inglaterra passou a adotar a religião Anglicana, fundada por ele, como religião oficial. Assim, a Irlanda que era de maioria católica se viu obrigada por Henrique VIII a adotar o anglicanismo Henrique VIII
A religião apenas foi incorporada ao conflito já existente. Assim, manter a religião católica passou a ser encarado como uma forma de protesto contra os ingleses. A discriminação e a exploração sofrida pelos irlandeses fizeram com que eclodissem diversas revoltas, sendo a mais expressiva delas em 1641 e que foi reprimida violentamente por Oliver Cromwell que havia tomado o poder na Inglaterra e proclamado a República Inglesa consolidando o poder dos ingleses obre a região. Mas as revoltas continuaram, tendo como episódios mais importantes a eclosão da Revolução de 1798 encabeçada pelo grupo secreto Irlandeses Unidos, o movimento nacionalista de 1829 que conseguiu alguns direitos políticos aos católicos, a epidemia de tifo e a fome decorrente da queda na produção agrícola devido a uma praga em 1847 e 1948 e que foi responsável pela morte de mais de 800.000 pessoas e a imigração da maior parte da população e, por fim da independência da Irlanda, declarada em 1921. O feito conseguido com a atuação do Sinn Féin (Nós Sozinhos), movimento nacionalista fundado em 1905, se deu através da eleição de maioria irlandesa ao Parlamento britânico em 1918 criando as condições para que o Sinn Féin proclamasse a independência da Irlanda. Mas, a Inglaterra só viria a reconhecê-la em 1921 através da assinatura de um tratado onde a Irlanda, com exceção da região do Ulster, passaria a ser independente, mas, ainda um domínio inglês.
DUBLIN BELFAST
Nesse ínterim, entre 1918 e 1921, surgiu um grupo guerrilheiro irlandês que tinha como OBJETIVO a independência da Irlanda e depois sua unificação com a região de Ulster ainda sob domínio britânico. O Irish Republican Army, ou IRA, foram responsáveis por uma série de atentados aos protestantes residentes na Irlanda, principalmente na região de Ulster que mais tarde passaria a se chamar Irlanda do Norte. Só em 1937 através da promulgação da Constituição Irlandesa é que foi conseguida a independência de fato e a Irlanda passou a chamar-se Eire. Mais, uma vez a Inglaterra demorou a reconhecer o fato, o que foi feito em 1949 quando, também, foi concedida autonomia ao território de Ulster que passou a se chamar Irlanda do Norte. Mas os conflitos e a atuação do IRA continuam. A reivindicação agora é pela união das duas Irlandas em uma só e por causa da intolerância religiosa provocada por grupos guerrilheiros de ambos os lados. Os Unionistas Protestantes, da Irlanda do Norte, preferem continuar aliados da Grã-Bretanha alegando que caso houvesse a unificação eles seriam perseguidos pela maioria católica do Eire, incentivando, inclusive, a criação de grupos guerrilheiros protestantes como o Esquadrão da Morte.
Em 28 de julho de 2005: IRA anuncia fim da luta armada IRA prometeu largar a luta armada O Exército Republicano Irlandês (IRA) renunciou ao uso da violência como meio de conquistar objetivos políticos, e disse que retomará o processo de desarmamento, num passo dramático para a retomada do processo de paz na Irlanda no Norte, ao final de um conflito de 35 anos. Em maio de 2008, um novo atentado à bomba ligado ao IRA feriu um policial. Esses dois episódios acabaram confundindo a opinião pública. Afinal de contas, o IRA acabou ou continua sendo uma ameaça latente
(FACASPER) O empenho em provocar dor sem limite Com 1.300 mortos em todo o mundo, 2004 teve o maior número de vítimas do terrorismo desde 2001. (Veja, 22/12/2004) Assinale a alternativa que caracteriza corretamente o terrorismo, em 2004 a) O 11 de março demonstrou que o governo espanhol estava correto ao responsabilizar o ETA como responsável direto pelo atentado. b) A política colocada em prática por Ariel Sharon contribuiu para o fim das hostilidades na Faixa de Gaza. c) As ações do governo norte-americano no Iraque levaram ao desmantelamento dos grupos terroristas que agiam na região. d) As ações dos grupos terroristas visaram evitar que civis fossem vítimas de seus ataques espetaculares. e) O massacre da escola de Beslan foi conseqüência da ação de terroristas que defendem a independência da Chechênia.
(MACK) IRA decreta fim de campanha armada na Irlanda do Norte. BBCBrasil.com,28/07/2005 Sobre o Grupo Terrorista citado, é correto afirmar que a) reúne protestantes unionistas, que buscam a continuidade do domínio Inglês na Região da Irlanda do Norte. b) é formado por católicos que lutam pela independência da República da Irlanda, que está sob o domínio do governo britânico. c) é formado por muçulmanos que realizavam atentados em metrôs e ônibus em Londres para desestabilizar o governo que apoiou o invasão do Iraque. d) se trata de milícias terroristas, comandas pelo braço armado Sinn Fein, que queriam a independência da Irlanda do Norte. e) corresponde ao Exército Republicano Irlandês, que alegou ter entregado suas armas e que pretende negociar politicamente e não mais através do terrorismo.
(IBMEC) Recentemente (julho de 2005) o IRA (Exército Republicano Irlandês) anunciou publicamente, depois de quase cem anos de sua fundação, o fim das ações terroristas. Esse grupo sempre empunhou a bandeira da reunificação da Irlanda e, portanto, a sua separação do Reino Unido. A imprensa nacional e internacional aventa que tal medida pode estar ligada: a) à possibilidade, ainda neste ano, do primeiro ministro Tony Blair assinar a definitiva separação da Irlanda do Norte do Reino Unido e a sua tão esperada unificação com a República da Irlanda. b) à percepção de que os atos terroristas não levam a lugar nenhum, uma vez que, depois de quase cem anos de existência, o IRA não conseguiu realizar nenhum acordo com o governo britânico. c) à mudança dos membros do alto escalão do IRA, menos comprometidos com a causa da libertação da Irlanda do Norte e mais preocupados em manter acordos com guerrilheiros muçulmanos (Al Qaeda) e colombianos (Farc). d) aos ataques muçulmanos a Londres, pois esses teriam roubado do IRA o seu terreno de ação, levando as pessoas a confundir as organizações e a aumentar a aversão às práticas terroristas do grupo irlandês. e) ao grupo unionista da Irlanda do Norte, liderado pelo pastor Ian Paisley, cada vez mais forte dentro do país, que vem gradativamente desmontando o grupo separatista e trazendo a público suas ligações com a máfia irlandesa.
A desintegração da Iugoslávia Até 1991, a Iugoslávia era uma país federativo FORMADO POR Seis repúblicas: Sérvia; Croácia; Eslovênia; Bósnia-Herzegovina; Macedônia; Montenegro. E duas regiões autônomas pertencentes à Sérvia: Kosovo; Vojvodina. Essa complexa colcha de retalhos permaneceu unida enquanto foi governada por dirigentes autoritários. O poderio militar da federação iugoslava, controlado na maior parte pelos sérvios, tentou impedir a independência das repúblicas, contando com o apoio dos sérvios que nelas viviam. Parte integrante da obra Geografia homem & espaço, Editora Saraiva
Acompanhe a linha do tempo: 1989 retirada de parte da autonomia de Kosovo, estimulando o separatismo. Junho de 1991 independência da Croácia e da Eslovênia. Setembro de 1991- independência da Macedônia. Março de 1992 independência da Bósnia-Herzegovina. 1995 acordo intermediado pela ONU, entre os sérvios e os mulçumanos da Bósnia que disputavam fatias do território do país. 1998 crescimento do movimento separatista armado em Kosovo, presidente iugoslavo contra-atacou com violência. 2003 o que restou da Iugoslávia assumiu o nome de Sérvia e Montenegro (junção de duas repúblicas). 2006 Montenegro conquista sua independência, após realização de referendo em ambas as repúblicas. Fevereiro de 2008 declaração da independência de Kosovo, porém vários países, inclusive a Rússia que é membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, até início de 2009, recusavam-se a reconhecer sua independência.
Iugoslávia formação e desintegração Fonte: Le monde Diplomatique e Enciclopédia Britânica. Em: Almanaque Abril 2008. São Paulo: Abril. 2008. p. 596.
David Turnley/ Corbis/ LatinStock CEDOC Refugiados de guerra na Bósnia, em 1995. David Turnley/ Corbis/ LatinStock A cena observada na fotografia foi uma constante ao longo do século XX: pessoas abandonando tudo por causada guerra. Nesse caso, são kosovares de origem albanesa deixando a região autônoma de Kosovo. A população dessa região era formada, ao menos até 1998, por 90% de albaneses e 10% de sérvios. Manifestações em Kosovo (2008).