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Norma de Distribuição Unificada NDU 010 Versão 6.0 Novembro / 2018

SUBSISTEMA NORMAS E ESTUDOS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO CÓDIGO TÍTULO FOLHA

Transcrição:

03 / 04 / 2013 1 de 1 1 FINALIDADE Esta Norma especifica e padroniza as dimensões e as características mínimas exigíveis para parafuso tipo J utilizado na fixação de células capacitivas na montagem de bancos de capacitores fixos instalados nas Redes de Distribuição da Companhia Energética do Maranhão- CEMAR e Centrais Elétricas do Pará- CELPA. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplica-se à Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico e à Gerência de Suprimentos e Logística, no âmbito da CEMAR e da CELPA. Também se aplica a todas as empresas responsáveis pela fabricação/fornecimento deste item à CEMAR e a CELPA. 3 RESPONSABILIDADES Gerência de Normas e Padrões: Especificar e padronizar as características de parafuso tipo J utilizado na fixação de células capacitivas na montagem de bancos de capacitores fixos utilizados na rede de distribuição da CEMAR e da CELPA. Gerência de Suprimentos e Logística: Solicitar em sua rotina de aquisição material conforme especificado nesta Norma. Fabricante/Fornecedor: Fabricar/Fornecer materiais conforme exigências desta Especificação Técnica. 4 DEFINIÇÕES 4.1 Zincagem por Imersão à Quente Processo de revestimento de peças de aço ou ferro fundido, de qualquer tamanho, peso, forma e complexidade, com camada de zinco, visando sua proteção contra a corrosão. 5 REFERÊNCIAS [1] NBR 5426:1989 Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos; [2] NBR 6323:2007 Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido - Especificação; [3] NBR 7397:2013 Produto de aço ou ferro fundido revestido de zinco por imersão a quente - Determinação da massa do revestimento por unidade de área - Método de ensaio; [4] NBR 7398:2009 Produto de aço ou ferro fundido galvanizado por imersão a quente - Verificação da aderência do revestimento - Método de ensaio; [5] NBR 7399:2009 Produto de aço ou ferro fundido galvanizado por imersão a quente - Verificação da espessura do revestimento por processo não-destrutivo - Método de ensaio;

03 / 04 / 2013 2 de 2 [6] NBR 7400:2009 Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido por imersão a quente - Verificação da uniformidade do revestimento - Método de ensaio; [7] NBR 15739:2010 Ensaios não destrutivos - Radiografia em juntas soldadas - Detecção de descontinuidades; [8] NBR 8094:1983 Materiais metálicos revestidos e não revestidos - Corrosão por exposição à névoa salina - Método de ensaio; [9] NBR 8096:1983 Materiais metálicos revestidos e não revestidos - Corrosão por exposição ao dióxido de enxofre - Método de ensaio; [10] NBR 8158:1983 Ferragens eletrotécnicas para redes aéreas, urbanas e rurais de distribuição de energia elétrica - Especificação; [11] NBR 8855:1991 Propriedades mecânicas de elementos de fixação - Parafusos e prisioneiros; [12] NBR ISO 261:2004 Rosca métrica ISO de uso geral - Plano geral; [13] NBR ISO 262:2004 Rosca métrica ISO de uso geral - Seleção de diâmetros para parafusos e porcas; [14] NBR ISO 68-1:2004 Rosca métrica ISO de uso geral - Perfil básico - Parte 1: Rosca métrica para parafusos; [15] NBR ISO 965-1:2004 Rosca métrica ISO de uso geral - Tolerâncias - Parte 1: Princípios e dados básicos; [16] NBR ISO 965-2:2004 Rosca métrica ISO de uso geral - Tolerâncias - Parte 2: Limites dimensionais para roscas internas e externas de uso geral - Qualidade média; [17] NBR ISO 965-3:2004 Rosca métrica ISO de uso geral - Tolerâncias - Parte 3: Afastamentos para roscas de construção; [18] NBR ISO 965-4:2004 Rosca métrica ISO de uso geral - Tolerâncias - Parte 4: Dimensões limites para roscas externas zincadas por imersão a quente, para montagens com roscas internas com posição de tolerância H ou G, após a zincagem; [19] NBR ISO 965-5:2004 Rosca métrica ISO de uso geral - Tolerâncias - Parte 5: Dimensões limites para roscas internas zincadas por imersão a quente, para montagens com roscas externas com posição de tolerância h, antes da zincagem. 6 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 6.1 Material Aço carbono ABNT 1010 até 1020, laminado ou trefilado e forjado.

03 / 04 / 2013 3 de 3 6.2 Desenho do Material Conforme ANEXO I PARAFUSO TIPO J - DETALHES CONSTRUTIVOS. 6.3 Códigos Padronizados Conforme ANEXO I PARAFUSO TIPO J - DETALHES CONSTRUTIVOS. 6.4 Resistência Mecânica O parafuso corretamente instalado deve possuir a resistência à tração de no mínimo 2.200 dan. O alongamento após a ruptura deve ser de no mínimo 20%. 6.5 Acabamento A peça deve ser galvanizada por imersão a quente e obedecer às condições específicas conforme NBR s 8158, ISO 261, ISO 262, ISO 68-1, ISO 965-1, ISO 965-2, ISO 965-3, ISO 965-4 e ISO 965-5. 6.6 Identificação A peça deve apresentar as seguintes identificações gravadas de forma legível e indelével: Nome do fabricante; Data de fabricação (mês/ano). 6.7 Embalagem De acordo com as condições especificadas no Contrato de Fornecimento, podendo, no entanto, ser aceita a embalagem padrão do fornecedor, desde que previamente acordada com a CEMAR e CELPA. Os parafusos deverão ser fornecidos montados com porca quadrada. 6.8 Ensaios Conforme normas NBR s 5426, 7400, 15739, 8094, 8096 e 8855. 6.9 Aplicação Utilizado em redes aéreas de distribuição.

03 / 04 / 2013 4 de 4 7 ANEXOS ANEXO I PARAFUSO TIPO J - DETALHES CONSTRUTIVOS DETALHE RESSALTO DETALHE RESSALTO RETENTOR DA ARRUELA CÓDIGO MATERIAL CEMAR 1004066 CELPA 10017884

03 / 04 / 2013 5 de 5 8 CONTROLE DE REVISÕES REV DATA ITEM DESCRIÇÃO DA MODIFICAÇÃO RESPONSÁVEL 00 07/10/2010 - Emissão Inicial Francisco Carlos Martins Ferreira / Larissa Cathariny Ramos de Souza / Orlando Maramaldo Cruz 01 03/04/2013 5 Atualização das referências. Todos Padronização de materiais CEMAR x CELPA. Francisco Carlos Martins Ferreira / Orlando Maramaldo Cruz 9 APROVAÇÃO ELABORADOR (ES) / REVISOR (ES) Adriane Barbosa de Brito Gerência de Normas e Padrões Francisco Carlos Martins Ferreira - Gerência de Normas e Padrões Orlando Maramaldo Cruz - Gerência de Normas e Padrões APROVADOR (ES) Jorge Alberto Oliveira Tavares - Gerência de Normas e Padrões