TRIGGER POINTS (NOV 2017) - PORTO O curso de Trigger Points expressa uma abordagem diferenciada na sindrome de dor miofascial orientada para a prática clínica. Engloba uma avaliação sistemática e identificação da real causa da disfunção assim como as mais eficazes ferramentas de intervenção, nomeadamente: punção seca, compressão isquémica e eletroestimulação. FORMADOR ALEXANDRE CAVALLIERI GOMES Alexandre Cavallieri Gomes é um Fisioterapeuta Brasileiro, especialista em Fisioterapia Desportiva. No seu currículo verifica-se o gosto pela área da Terapia Manual e do Desporto, destacando-se como Sócio Fundador da "Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva" e ainda Docente do Instituto HandsOn Seminars Brasil e Internacional. MODELO FORMATIVO Curso DATA DE INíCIO / FIM 23-11-2017 / 26-11-2017 HORARIO Manhã - 9:00 às 13:00 Tarde - 14:00 às 18:00 INSCRIçõES Prazo Antecipado - até 17-10-2017 Prazo Normal - entre 18-10-2017 e 14-11-2017 Prazo Tardio - entre 15-11-2017 e 23-11-2017 DESTINATARIOS #Fisioterapeuta, #Estudante Finalista INVESTIMENTO Inscrição Antecipada (17-10-2017) 399.00 Inscrição Normal (14-11-2017) 449.00 Inscrição Tardia (23-11-2017) 490.00 LOCALIZAçãO Bwizer
COMO CHEGAR De autocarro: 205 paragem Monte dos Burgos Formação Certificada OBJETIVOS Objetivos Gerais: No final do curso os alunos devem conhecer os trigger points e dominar as técnicas de tratamento dos mesmos em patologias músculo esqueléticas. Objetivos Específicos: Compreender a fisiopatologia e neurofisiologia da dor miofascial; Conhecer as características clínicas dos trigger points; Conhecer e identificar os diversos tipos de trigger point; Conhecer e dominar as diferentes técnicas de tratamento dos trigger points.
PROGRAMA Fisiopatologia dos pontos gatilhos miofasciais; Padrões de dor referida; - Dores irradiadas em decorrência de pontos gatilhos ativos e seu trajeto; Técnicas de tratamento: pressão isquêmica e agulhamento a seco; - Posicionamento dos utentes; - Biossegurança e prevenção de erros; - Manuseio de agulhas e seu uso no tratamento de Trigger Points; Diagnóstico diferencial regional: Trigger points x testes clínicos ortopédicos e neurais; - Diferenciação dos sintomas em decorrência de problemas tendinosos, neurais e Trigger Points; - Confiabilidade dos testes ortopédicos e neurais; - Erros diagnósticos e relevância dos Trigger Points nas dores crônicas; - Lógica clínica regionalizada por segmentos corporais: maior sucesso terapêutico. Músculos e disfunções abordados: - Cefaléias: ECOM, Suboccipitais, Temporal, Masseter, Pterigóideos Medial e lateral, Trapézio superior. Testes diagnósticos diferenciais: compressão do Nervo Occipital, Enxaquecas. - Cervicalgias: trapézio, escalenos, multífidos, ECOM. Diagnóstico diferencial: compressão radicular e limitaçãoo de Amplitude de Movimento. - Ombro: Supraespinal, Infraespinal, Subescapular, Deltóide, Rombóides, Redondo Maior e Menor, Grande dorsal, Escalenos. Diagnóstico diferencial: bursite subacromial, tendinopatias, instabilidades e lesões de labrum. - Braço e cotovelo: Bíceps e tríceps braquial, flexores dos dedos e carpo, extensores dos dedos e carpo, pronadores redondo e quadrado, supinador. Diagnóstico diferencial: compressões radiculares cervicais, epicondilites medial e lateral, síndrome do pronador redondo, síndrome compartimental, síndrome do túnel do carpo, aderências neurais; - Carpo e mão: Flexor curto do polegar, abdutor curto do polegar, oponente do polegar, abdutor do V dedo. Diagnóstico diferencial: artropatias no I dedo, síndrome compressiva do nervo ulnar, aderências neurais.
- Dorsalgias: íliocostais, trapézio médio e inferior, grande dorsal, romboides. Diagnóstico diferencial: aderências neurais e redução de mobilidade diafragmática e costal. - Lombalgias: Quadrado lombar, iliocostais, glúteos máximo, médio e mínimo, Iliopsoas, soleo e piriforme. Diagnóstico diferencial: dor discogênica, aderências neurais, hérnias discais, ciatalgia. - Quadril: Adutores, Quadrado lombar, glúteos máximo, médio e mínimo, Iliopsoas, piriforme, bíceps femoral e tensor da fáscia lata. Diagnóstico diferencial: bursite trocantérica, tendinopatias, dores neurais, infecção urinária. - Coxa e joelho: tensor da fáscia lata, quadríceps, bíceps femoral, semitendíneo, semimambranáceo, poplíteo, gastrocnêmio, sóleo, tibial posterior. Diagnóstico diferencial: lesões meniscais, tendinopatias, bursite e Holfite. - Perna, tornozelo e pé: poplíteo, gastrocnêmio, sóleo, tibial posterior, fibulares, tibial anterior, adutor do Hálux e quadrado plantar. Diagnóstico diferencial: trombose venosa profunda, fraturas por stress, lesões ligamentares, síndrome do túnel do tarso, fasceite plantar e neuroma de Morton. Eletropuntura: suporte para o tratamento da dor crônica e dos espasmos musculares decorrentes das disfunções dos trigger Points; SAIBA MAIS SOBRE ESTE TEMA - Técnica para utilização deste recurso; O termo Trigger Point foi inicialmente utilizado em 1942 pela Drª Janet Travell para descrever uma descoberta clínica com as seguintes - Equilíbrio características: regional dor e analgesia; relacionada com um ponto discreto e irritável no músculo-esquelético ou fáscia, cuja causa não é relacionada com trauma local agudo, inflamação, degeneração, neoplasma ou infeção. - Parâmetros das correntes elétricas para este fim. Atualmente os trigger points miofasciais são definidos como pontos focais hiperirritáveis, localizados no interior do Estimulação Elétrica Muscular para ativação neuromuscular após liberação dos trigger Points: músculo-esquelético e/ou sua fáscia, desenvolvendo dor pronunciada. O sedentarismo, - Recuperação a má das ergonomia funções no musculares trabalho, acelerada o constante após stress tratamento provocado de Trigger pelo Points; atual contexto socioeconómico (instabilidade nos emprego, excesso de trabalho, etc.) têm induzido na sociedade um aumento de dor a nível músculo-esquelético - Parâmetros e consequente de estimulação predisposição elétrica para para esta a etapa presença do tratamento. de trigger points. Designada muitas vezes de síndrome de dor miofascial, esta é uma disfunção causada por traumas ou microtraumas de repetição, que provocam a libertação das substâncias que induzem a sensação dolorosa levando ao aparecimento dos trigger points. Estes são identificados por sintomas como: sensação/desconforto intenso profundo e não específico, dor surda com variações de intensidade e períodos de exacerbação e remissão, além de estarem associados ou não a movimentos específicos. A palpação do trigger point reproduz a queixa do paciente relativamente à dor. Surge assim uma necessidade de grande importância na familiarização dos estudantes e profissionais com esta condição e escolha do melhor tratamento, numa área que é frequentemente submetida a erros de diagnóstico. Pelos conteúdos abordados e por se tratar de um curso que comporta um preço bastante competitivo, esta será uma oportunidade imperdível.
O QUE INCLUI A INSCRIçãO? 32 horas de formação Material de apoio ao Curso em formato digital (em Português) Certificado de Registo Profissional (DGERT) Seguro de acidentes pessoais em vigor durante o curso Coffee-break VESTUáRIO E MATERIAL ACONSELHADO Os participantes deverão trazer roupa confortável (t-shirt/polo ou top e calções) que lhes permita treinar adequadamente todas as técnicas. Deverão ainda trazer uma toalha.