PLANO DE ATIVIDADES

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Transcrição:

1 PLANO DE ATIVIDADES 2017

ÍNDICE I. ENQUADRAMENTO... 3 II. AÇÕES A DESENVOLVER EM 2017... 3 2.1 Organização Interna... 3 2.2 Formação e Valorização Profissional... 5 2.3 Cooperação e Relações Institucionais... 6 2.4 Desenvolvimento de iniciativas de promoção e educação para Saúde... 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS... 7 2

I. ENQUADRAMENTO O Plano de Atividades apresentado pelo Conselho Diretivo Nacional da Ordem para o ano de 2017, consagra atividades de carácter transversal às diferentes áreas de intervenção dos farmacêuticos, outras mais especificas, direcionadas para áreas particulares de intervenção, com o objetivo essencial de valorizar, prestigiar a classe farmacêutica e promover a excelência da sua intervenção, assentará, essencialmente, nos seguintes eixos de ação: Cooperação e relações institucionais; Formação e valorização dos farmacêuticos; Relacionamento e apoio aos associados; Organização interna dos serviços da Ordem; Desenvolvimento de iniciativas de promoção e educação para a Saúde. A Ordem representa todos os farmacêuticos como tal, é determinante para o Conselho Diretivo a defesa transversal de todos os profissionais nas suas diversas áreas de intervenção e no âmbito das questões sob a sua alçada. Do ponto de vista da nossa organização interna, consideramos de extrema importância o apoio prestado aos membros, perspetivando uma aproximação aos mesmos, a otimização dos serviços disponíveis na Ordem, quer de gestão do associado, quer de aconselhamento e comunicação com os mesmos. II. AÇÕES A DESENVOLVER EM 2017 2.1 Organização Interna 1) Propor a revisão do Estatutos da Ordem dos farmacêuticos e do regulamento eleitoral, em artigos que se fizerem necessários à sua adequação. 3

2) Elaborar os regulamentos internos que ditam o funcionamento dos órgãos sociais: Conselho Diretivo Nacional, Conselho Diretivo Regional, Conselho Jurisdicional, consequentemente, a organização da OFCV (atividade iniciada em 2016). 3) Elaborar o Regulamento Disciplinar (proposta elaborada em 2016, que foi objeto de apresentação e discussão na 1ª assembleia geral da ordem a 03/12/16, aprovado com retificações). 4) Elaborar o Código Deontológico no pressuposto que, no exercício da sua profissão, o farmacêutico deve ter sempre presente o elevado grau de responsabilidade que nele se encerra e o dever ético de a exercer com a maior diligência, zelo e competência. (proposta elaborada em 2016, que foi objeto de apresentação e discussão na 1ª assembleia geral da ordem a 03/12/16, aprovado com retificações). 5) Emitir e revalidar as carteiras de identificação profissionais (mediante definição de critérios iniciais, objeto de adequação mediante implementação de sistema de credenciação de formações). (atividade iniciada em 2016). 6) Conceber um Site Institucional da OFCV, ferramenta fundamental de comunicação e divulgação das ações da Ordem junto dos seus membros e da sociedade (atividade iniciada em 2016, em fase final de inclusão dos conteúdos, ainda não publicada, que foi objeto de apresentação na primeira assembleia geral da OFCV, datada de 03/12/16, estando previsto a sua publicação em março/17). 7) Conceber o Logotipo da OFCV. (proposta elaborada em 2016, que foi objeto de apresentação e discussão na 1ª assembleia geral da ordem a 03/12/16, aprovado.) 4

8) Instalar a Sede do Conselho Diretivo Regional, em São Vicente, para permitir a dinamização das ações a desenvolver pela OFCV. 2.2 Formação e Valorização Profissional 9) Envolver e motivar os membros a participar ativamente nas atividades e ações da Ordem, mediante promoção de encontros com colegas intervenientes nas várias do sector farmacêutico, concertação de encontros individuais, numa base mensal, conforme solicitações dos associados e da OFCV. 10) Participar ativamente no projeto de padronização dos planos curriculares da licenciatura em ciências farmacêuticas, planos curriculares aplicáveis aos técnicos profissionais e auxiliares de farmácia, em parceria com Ministério de Saúde e da Segurança Social. Para o efeito já foi nomeada, por despacho do Ministro da Saúde e da Segurança Social, um grupo de trabalho constituído por: Universidades Piaget, Única, a OFCV, Direção Geral do Ensino Superior, Direção Geral de Farmácia e do Medicamento, sob coordenação do Diretor Geral de Farmácia e do Medicamento, com assessoria da Organização Mundial da Saúde (OMS), cujos trabalhos deverão ter inicio em Dez/2016. 11) Elaborar e promover a materialização do plano de formações e estágios nas diversas áreas do sector farmacêutico, numa base anual, em colaboração com as ordens congéneres e outras instituições dos países amigos com interesse relevante para o sector farmacêutico, através de parcerias estratégicas com o intuito de promover formação a custo reduzido, com bonificações, ou de forma gratuita, sempre que possível. 12) Promover, anualmente, um fórum de discussão que reúna farmacêuticos das várias áreas de atividade, de forma a auscultar as suas preocupações e identificar novas áreas de atuação da Ordem. 5

13) Estabelecer protocolos com Instituições bancárias, seguradoras e outros parceiros, permitindo aos farmacêuticos, membros efetivos da OFCV em situação regular, usufruir de condições especiais na aquisição de bens e serviços (contactos efetuados em2016). 14) Promover um encontro com estudantes da licenciatura em ciências farmacêuticas, no sentido de reforçar a importância de uma formação curricular consistente para o bom desempenho profissional, bem como, o papel do farmacêutico como profissional de saúde que abrange várias áreas de intervenção no sector da saúde. 2.3 Cooperação e Relações Institucionais 15) Propor ao Ministério da Saúde e da Segurança Social, a qualificação especializada de farmacêuticos hospitalares, com vista a um melhor desempenho profissional e uma intervenção ativa centrada no doente. 16) Propor ao Ministério de Saúde e da Segurança Social, a elaboração de manuais aplicáveis à atividade farmacêutica nas áreas de farmácia comunitária e hospitalar. 17) Desenvolver relações institucionais com as outras ordens profissionais nacionais, universidades e entidades reguladoras. 18) A nível internacional, desenvolver parcerias com as ordens e associações profissionais dos países com os quais Cabo Verde mantém relações de cooperação e de amizade, nomeadamente Países de língua oficial portuguesa, com organismos internacionais com interesse relevante na área farmacêutica. 2.4 Desenvolvimento de iniciativas de promoção e educação para Saúde 19) Campanha recolha de medicamentos e respetivo tratamento: 6

Auscultação junto das entidades governamentais competentes, as entidades intervenientes no circuito do medicamento, nomeadamente, as Farmácias, a Emprofac, os Laboratórios Inpharma, Agência de Regulação de Produtos Farmacêuticos e Alimentares, Direção Geral de Farmácia e do Medicamento, bem como de todos os profissionais de saúde devidamente preparados e sensibilizados para a referida ação, com o intuito de obter contributos necessários ao desenho de possíveis circuitos para garantir sua implementação. CONSIDERAÇÕES FINAIS Temos, por conseguinte, grandes desafios a vencer e temos naturalmente algumas dificuldades internas, mas estamos determinados em corresponder plenamente à confiança depositada nessa equipa. O Conselho Diretivo Nacional, MARIA DA LUZ LEITE MELINA VEIGA ANA FILOMENA SOARES DA CRUZ MARIA HELENA SANTOS ESTER GONÇALVES 7