SECRETARIA REGIONAL DA EDUCAÇÃO E RECURSOS HUMANOS Direção Regional dos Recursos Humanos e da Administração Educativa SEGUNDO GRUPO DE PERGUNTAS FREQUENTES Nota prévia: Os esclarecimentos ora colocadas no portal da Direcção Regional dos Recursos Humanos e da Administração Educativa resultam sobretudo das questões formuladas e remetidas, via correio eletrónico, para esta Direção Regional. Um docente de 4.º escalão, que tenha formação em supervisão pedagógica está obrigado a candidatar-se à bolsa de avaliadores? Não. Nos termos do n.º 2 do art. 5.º do Despacho 12/2013, de 23.01, só estão obrigados ao preenchimento do requerimento em referência os docentes integrados no 5.º escalão, ou superior, e sejam detentores de formação em avaliação do desempenho docente, supervisão pedagógica ou deter experiência profissional em supervisão pedagógica, no âmbito da formação de docentes e com a última avaliação de Bom, ou que, independentemente do escalão em que estejam e desde que integrados na carreira, se encontrem qualificados para o exercício de outras funções educativas na área da supervisão pedagógica e formação de formadores ao abrigo do art. 54.º do ECDRAM (vide n.º 3 do citado art.5º). O relatório de autoavaliação é apreciado anualmente pelo avaliador interno? Depende. Relativamente aos docentes com contrato a termo resolutivo, a apreciação do relatório de autoavaliação é anual. No que concerne aos docentes do quadro, os relatórios só serão apreciados e alvo de parecer por parte do avaliador aquando da avaliação das diferentes dimensões e da elaboração da proposta de avaliação final. Como deverá ser avaliado um docente que se encontre a exercer funções na Direção de Serviços do Desporto Escolar e que está atualmente no 2.º escalão? Os docentes a exercer funções técnico-pedagógicas na direção de serviços em referência são avaliados pelo SIADAP. Contudo, estando o docente em causa no 2.º escalão, terá de ser objeto de aulas observadas, pelo que deverá regressar à escola, mesmo que a tempo parcial, para estes efeitos (relembre-se que a observação de aulas corresponde a um período de 180 minutos distribuídos pelo menos por dois momentos distintos, num dos dois anos escolares anteriores ao fim do ciclo avaliativo). Um docente da rede pública, em mobilidade numa escola do ensino particular poderá ser designado avaliador interno nesse estabelecimento? Sim, desde que reúna os requisitos previstos no art. 14.º do DRR n.º 26/2012/M. Como deverá ser avaliado Um docente do quadro de uma escola, em mobilidade numa instituição do ensino superior, atualmente no 4.º escalão? Conforme dispõe o 32.º do Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2012/M, estes docentes são avaliados nos termos da legislação aplicável ao ensino superior. Na ausência de tal regulamentação, a avaliação será efetuada por ponderação curricular. Realce-se, contudo, que o docente, por se encontrar no 4.º escalão, terá sempre de ter aulas observadas, devendo regressar à escola, mesmo que a tempo parcial, para estes efeitos (uma vez mais relembre-se que a observação de aulas corresponde a um período de 180 minutos distribuídos pelo menos por dois 1/6
momentos distintos, num dos dois anos escolares anteriores ao fim do ciclo avaliativo). Todos os docentes de um estabelecimento devem ter um avaliador interno atribuído, mesmo os que, por exemplo, só progridem em 2016? Sim. Os docentes com contrato a termo resolutivo tem necessariamente um avaliador interno que o avalia anualmente. Relativamente aos docentes dos quadros, e uma vez que o projeto docente e o relatório de autoavaliação (o primeiro de natureza facultativa e o segundo com um caráter obrigatório) são de apresentação anual, deverão ser designados avaliadores internos, ainda que, relativamente a estes docentes do quadro, os relatórios de autoavaliação só sejam apreciados pelo avaliador interno aquando da elaboração da proposta de avaliação. Como designar um avaliador interno num estabelecimento dos 2º 3º ciclos do ensino básico e secundário? Nos estabelecimentos dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e secundário o avaliador interno será, à partida, o coordenador do departamento curricular. Caso não o seja, então o coordenador designará um avaliador de entre os docentes do respetivo departamento (cfr. n.º 3 do art. 14.º do Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2012/M, de 8 de outubro). Nos termos do n.º 1 do art. 14.º do Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2012/M, é avaliador interno o docente que, preferencialmente reúna os seguintes requisitos: esteja integrado em escalão igual ou superior ao do avaliado; pertença ao mesmo grupo de recrutamento/departamento curricular do avaliado; seja titular de formação em avaliação do desempenho docente, supervisão pedagógica ou deter experiência profissional em supervisão pedagógica no âmbito da formação de docentes e com última avaliação do desempenho igual ou superior a bom. Nos termos do n.º 6 do citado artigo, sempre que haja uma impossibilidade de aplicação dos critérios previstos nos números anteriores, deverá ser designado um docente com maior antiguidade na carreira, preferencialmente titular de formação titular de formação em avaliação do desempenho docente, supervisão pedagógica ou deter experiência profissional em supervisão pedagógica no âmbito da formação de docentes e com última avaliação do desempenho igual ou superior a bom. Desta forma, sempre que um docente reúna os requisitos preferenciais previstos no n.º 1 deverá ser designado avaliador interno. Caso não reúna os citados requisitos, deverá ser designado um docente conforme o previsto no n.º 6. Partindo do pressuposto de que um avaliador interno opta pelo procedimento especial de avaliação (artigo 28.º) e no ano seguinte opta pelo procedimento normal ou então deixa de ser avaliador, como ficará o relatório de autoavaliação desse primeiro ano? A opção pelo regime de avaliação deverá ser sempre feita no início do ciclo avaliativo. Nas situações em que o docente deixe de ser avaliador interno passará a reger-se pelo regime geral de avaliação. Se durante o período de harmonização da avaliação um dos elementos da seção de avaliação se ausentar por motivo de doença, qual será o procedimento para avançar com um elemento substituto? Dever-se-á, em primeira lugar, verificar se o regulamento interno prevê a forma de substituição em referência. Em caso negativo, o órgão que elegeu tais elementos (por exemplo, o conselho pedagógico se for estabelecimento do 2.º e 3.º e secundário) deverá proceder a substituição do ausente, seguindo as normas inerentes à eleição dos docentes para a secção de avaliação. O n.º 1 do artigo 34.º do DRR n.º 26/2012/M, dispõe que para efeitos da primeira progressão na carreira cada docente poderá optar pela classificação mais favorável atribuída num dos anos avaliados, nos termos do DLR n.º 17/2010/M. Se a nota escolhida ao abrigo do anterior decreto for de muito bom ou Excelente, está sujeita a quotas? 2/6
A opção por uma classificação atribuída num dos anos avaliados ao abrigo do citado diploma não está sujeita a quotas. Esta mesma nota poderá ser considerada para efeitos de bonificação, de acordo com o artigo 23.º do novo decreto, ou só poderá ser considerada se o docente optar pela nota atribuída pelo novo sistema de avaliação? A opção por uma classificação atribuída num dos últimos anos terá os efeitos subjacentes ao regime legal que a previa (por exemplo, a opção por um excelente atribuída em 2010 conduzirá a uma bonificação na carreira de um ano ao abrigo do art. 40.º Decreto Legislativo Regional n.º 20/2012/M, que procedeu à segunda alteração do ECDRAM). Se a opção for pela avaliação atribuída ao abrigo do Decreto Regulamentar Regional n.º 26/M/2012, produzirá os efeitos previstos no art. 23.º deste diploma. Um docente com contrato a termo resolutivo que apresente no final deste ano letivo uma ação de formação com 25h, poderá utilizar o remanescente de 12h30 na avaliação do próximo ano letivo? Na avaliação dos docentes com contrato a termo resolutivo não é considerada a dimensão da formação contínua, sendo os 20% de ponderação desta dimensão distribuídos proporcionalmente pelas outras duas dimensões. Assim, a dimensão científico-pedagógica passará a contar 75% e a dimensão relativa à participação nas atividades desenvolvidas nas escolas 25%. O remanescente das horas de formação contínua da anterior avaliação de 2012 (ponderação curricular), poderá ser utilizado nesta nova avaliação? Não. As horas de formação contínua que, ao abrigo do art. 40.º do ECDRAM, passam a ser de 50 horas para efeitos do reconhecimento do direito de progressão em todos os escalões, à exceção do 5.º escalão em que são consideradas, para estes efeitos, somente 25 horas, devem obrigatoriamente ser frequentadas com aproveitamento, no próprio módulo de tempo do escalão, não podendo ser utilizado o remanescente de horas não utilizadas em escalões anteriores. Nos termos da al. c) do n.º 2 do art. 40.º do ECDRAM, o reconhecimento do direito à progressão ao escalão seguinte depende da frequência, por parte do docente, de 25 horas no 5.º escalão e 50 horas nos demais escalões, sendo que tais horas têm de ser prestadas no ciclo avaliativo. Ora, se um docente progredir a um escalão em Janeiro de 2014, tem de ser já detentor das 50 horas? Atendendo a que o docente já foi sujeito a uma avaliação por ponderação curricular nos anos 2008, 2009, 2010 e 2011, onde também era considerada a formação contínua, entendemos que já está preenchida esta dimensão dado que a progressão resultou dessas avaliações por ponderação curricular ao abrigo do regime legal anterior. Nos termos do n.º 2 do artigo 2.º da Portaria n.º 2/2013, a avaliação de desempenho do diretor pressupõe o exercício do cargo pelo menos em metade do período em avaliação. O n.º 3 refere que se isso não acontecer a avaliação de desempenho é realizada nos termos do regime geral. Partindo do pressuposto que um diretor nas condições referidas no n.º 2, esteja no 2.º ou 4.º escalão da carreira docente, ou pretenda a obtenção de um excelente, terá de solicitar a observação de aulas até 30-04-2013? Se sim como se procederá neste caso atendendo a que o mesmo se encontra com dispensa da componente letiva? Os titulares de cargos de órgão de gestão, que estão dispensados da componente letiva para efeitos de exercício de tais funções, não estão sujeitos à observação de aulas, mesmo nos escalões em que tal é obrigatório. 3/6
Em várias esclarecimentos prestados é remetido a avaliação de docentes para "ponderação curricular", pelo que se questiona se esta ponderação curricular é a prevista na Portaria n.º 3/2013 ou se se trata de outra ponderação curricular. É a prevista na Portaria n.º 3/2013, devendo ser observada toda a tramitação aí prevista. Quem procede à avaliação por ponderação curricular: os Serviços Administrativos ou a Secção de Avaliação? E estando um docente colocado numa escola mas em mobilidade numa outra, qual é o estabelecimento que procede à ponderação curricular do docente? Quem procede à avaliação por ponderação curricular é a secção de avaliação (cfr. art. 9.º da Portaria n.º 3/2013), sendo que, no caso de mobilidade, é a escola do quadro de origem ou a escola onde ficou afeta (neste último caso, se for de quadro de zona pedagógica). Atendendo a que o ECDRAM prevalece sobre os restantes diplomas e que, n oque se refere à progressão, o seu n.º 3 do art. 40.º dispõe que a progressão ao 3.º e 5º escalões obriga a observação de aulas, questiona-se se todos os docentes, qualquer que seja a sua situação (a lecionar, em mobilidade, outros cargos, destacados em clubes e inclusivamente os órgãos de gestão) têm de ter observação de aulas, com exceção dos abrangidos pela Portaria n.º 3/2013? Sem embargo do disposto no n.º 9 do art. 18.º do Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2012/M, todos os docentes dos 2.º e 4.º escalões estão obrigados à observação de aulas, sendo embora certo que os titulares de órgãos de gestão têm uma avaliação externa que assenta numa lógica diferente (art. 3.º/3 da Portaria 2/2013). Mesmo os docentes em mobilidade em clubes e associações, sujeitos a ponderação curricular, deverão, nestes escalões, regressar aos estabelecimentos, nem que seja a tempo parcial, para efeitos de observação de aulas, ressalvando-se, no entanto, os docentes que exerçam cargos ou funções cujo enquadramento normativo ou estatuto salvaguarde o direito de progressão na carreira de origem. Os docentes avaliados pelo SIADAP e pela ponderação curricular entram para o cômputo do número de docentes nos diversos universos para apuramento do número máximo de menções qualitativas de excelente e muito bom? Os docentes sujeitos ao SIADAP, por se encontrarem em funções na administração pública regional ou local, ficam sujeitos às quotas dos serviços onde estão a exercer funções. Os docentes avaliados por ponderação curricular entram na quota do muito bom, sendo que para a menção de excelente deverão solicitar a observação de aulas. Atendendo a que o Presidente do Conselho da Comunidade Educativa tem parte decisiva no processo de reclamação/recurso, se este apresentar recurso, quem é que o substitui? Neste caso, deverá tal recurso ser remetido, para efeitos de apreciação, para a Direcção Regional dos Recursos Humanos e da Administração Educativa. Um docente leciona em três estabelecimentos diferentes, com uma carga horária diferente nos três. O projeto Docente a realizar será no estabelecimento de ensino onde leciona mais horas? O docente opta pela escola por onde pretende ser avaliado, aí entregando o seu projeto docente. Os eventos e projetos realizados nos três estabelecimentos de ensino onde um docente leciona, têm obrigatoriamente de constar no projeto Docente? Não. Só deverá considerar o projeto docente da escola por onde vai ser avaliado. 4/6
Uma docente que tem estado a faltar justificadamente e que regresse agora, deverá apresentar relatório de autoavaliação referente ao corrente ano escolar? Estando ao serviço deverá apresentar relatório de autoavaliação. O Anexo 1.7 Ficha de registo de avaliação interna do desempenho docente - é preenchido anualmente, tanto para os contratados como para os professores de carreira? O anexo em referência é preenchido anualmente no âmbito da avaliação dos docentes com contrato a termo resolutivo, dado que a sua avaliação é anual. No que concerne aos docentes integrados na carreira deverá ser preenchido tal anexo para feitos de conclusão do ciclo avaliativo no final do ano escolar anterior ao termo do ciclo avaliativo. Os requerimentos dos docentes que pretendem ser avaliadores externos deverão ser remetidos para a Direcção Regional dos Recursos Humanos e da Administração Educativa com os documentos anexos? O estabelecimento de ensino deverá remeter um formulário onde conste o elenco dos docentes que reúnam os requisitos do art. 2.º Despacho n.º 12/2013, de 23.01, após validação dos elementos constantes do formulário (vide art. 5.º do Despacho em referência). É aplicável a disposição transitória do art. 34.º do Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2012/M aos docentes dos 8.º. 9.º e 10.º escalões? É aplicável aos docentes dos 8º e 9.º escalões, mas já não aos dos 10.º escalão, dado que a norma prevê a sua aplicabilidade à primeira progressão a ocorrer. Ora, os docentes posicionados no 10.º escalão já não progridem por estarem no topo da carreira, pelo que a citada norma transitória não lhes será aplicável. Supondo que um docente teve um excelente numa das avaliações anteriores ao abrigo do Decreto Legislativo Regional n.º 17/2010/M, pelo que naturalmente tenderá a optar por esta, terá na mesma de sujeitar-se a uma avaliação ao abrigo do regime do Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2012/M? Sim. O art. 34.º possibilita a opção entre as duas, pelo que o docente terá ser avaliado segundo este novo regime, após o que poderá exercer a sua opção. ESSA OPÇÃO NÃO É FEITA NO FINAL DESTE ANO ESCOLAR MAS SOMENTE APÓS A CONCLUSÃO DO PROCESSO AVALIATIVO PELO NOVO REGIME LEGAL. No que se refere à avaliação dos titulares dos órgãos de gestão, o que deverá ser feito em primeiro lugar: a definição por parte do conselho da comunidade educativa dos critérios em que se baseará a avaliação interna (art. 5.º da Portaria 2/2013) ou a carta da missão (art. 6.º da mesma portaria)? Faz sentido aprovar os critérios em referência antes da elaboração da carta de missão? Os critérios em que se baseará a avaliação interna devem ser fixados de forma prévia à elaboração da carta de missão. No ano escolar de 2012/2013, o período a considerar para efeitos de elaboração do projeto docente, bem como do relatório de autoavaliação, deve ser considerado a partir da entrada em vigor do decreto regulamentar 26/2012/M, da data de aprovação da alteração dos objetivos do projeto educativo da escola, ou do mês de março, momento em que a secção de avaliação determinou a calendarização do processo de avaliação, com início no referido mês? A data deve ser a do projeto docente, embora a avaliação se reporte a todo o ano escolar. 5/6
Um docente que tem um destacamento parcial (metade de horário) para um organismo da administração regional e na escola não tem componente letiva, deve elaborar o projeto docente e relatório de autoavaliação? Deve ser avaliado por ponderação curricular. Um docente contratado a termo resolutivo, que desempenha exclusivamente as funções de psicólogo, deverá ser avaliado através de ponderação curricular? Sim. Uma docente contratada a termo resolutivo que está de licença parental desde dezembro e cujo terminus está previsto para o fim de maio deverá ser avaliada por ponderação curricular ou pelo regime geral? Os docentes com contrato a termo resolutivo, para efeitos de avaliação, devem prestar pelo menos 180 dias de serviço efetivo. Caso não preencham este requisito deverão ser avaliados por ponderação curricular. Uma docente contratada a termo resolutivo que está de atestado médico por gravidez de risco desde novembro, ao que se seguiu a licença parental, e até ao final do contrato não voltará à escola como deve ser avaliada? Aplica-se o mesmo entendimento veiculado no ponto anterior. Uma docente de quadro de escola que está de licença parental desde dezembro e cujo terminus está previsto para o fim de maio deverá elaborar o projeto docente e o relatório de autoavaliação? Dada esta factualidade, só o relatório de autoavaliação. Uma docente de quadro de zona que neste momento se encontra doente e se prevê que, até ao final do ano letivo, não voltará ao serviço, deverá elaborar algum documento de avaliação? O projeto docente (facultativo) e o relatório de autoavaliação são anuais, dependendo obviamente da prestação de serviço efetivo. Para efeitos de avaliação dos docentes do quadro, terá de cumprir pelo menos metade do módulo de tempo (art. 5.º / 2 e 3 do DRR n.º 26/2012/M) Os docentes que estão em mobilidade em associações/clubes desportivos ou na administração regional e local, e estão no 2º ou 4º escalão e que até 31 de agosto de 2015 completem o tempo de serviço no escalão, deverão solicitar a observação de aulas até 30 de abril? Deverão, no próximo ano, regressar à escola? Devem requerer a observação de aulas e regressar à escola para estes efeitos, nem que seja a tempo parcial. O pedido de escusa da função de avaliador externo deverá ser feito antes ou depois do recenseamento dos avaliadores externos em cada estabelecimento de ensino? Depende. O docente pode apresentar escusa aquando do seu recenseamento por parte da escola (art. 5.º do Despacho n.º 12/2013) ou a posteriori, depois de inserido na bolsa de avaliadores (art.8.º do mesmo Despacho). Um docente contratado que já trabalhou anteriormente, mas que este ano tem um contrato inferior a 180 dias, é avaliado de alguma forma, ou apenas o respetivo tempo de serviço é contabilizado para todos os efeitos? Nos termos do n.º 2 do art. 44.º ECDRAM o tempo de serviço dos docentes em regime de contrato a termo resolutivo que não satisfaça a verificação do requisito do período mínimo exigido para a avaliação do desempenho releva para todos os efeitos legais. 6/6