ID: 62092668 01-12-2015 MAÇÃO Descoberto fóssil Sofia Pereira, da Universidade de Lisboa, descobriu um fóssil em Mação com 455 milhões de anos. A nova trilobite animal marinho viveu no Paleozoico. Tiragem: 164213 País: Portugal Period.: Diária Pág: 18 Cores: Cor Área: 4,30 x 3,89 cm² Corte: 1 de 1
ID: 62091799 01-12-2015 Descoberto fóssil com 455 milhões de anos em Mação Tiragem: 75721 País: Portugal Period.: Diária Pág: 8 Cores: Cor Área: 5,33 x 21,82 cm² Corte: 1 de 1 TRILOBITES Um grupo de investigadores descobriu em Portugal uma nova espécie de animal fóssil com 455 milhões de anos. E falam em achado "histórico". Esta trilobite, cuja existência era desconhecida, foi encontrada na Formação Cabeço do Peão, em Mação, distrito de Santarém, e oferecido para as coleções paleontológicas do Museu de Geologia Fernando Real, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). A identificação foi feita no âmbito do doutoramento de Sofia Pereira, aluna da Universidade de Lisboa (UL) orientada por Artur Sá, da UTAD, e Carlos Marques da Silva, da UL. "A descoberta muda toda a perspetiva e conhecimento de um género cuja origem ocorreu num território que, 450 milhões de anos depois, viria a ser Portugal", salientou Sofia Pereira. A nova trilobite, com pouco mais de um centímetro, corresponde ao registo "mais antigo" do género "Radnoria". Até agora, o mais antiga fora documentado no sul da China. As trilobites são uma classe extinta de artrópodes marinhos, que viveram durante quase 300 milhões de anos e dominaram amplamente os ambientes marinhos do período Paleozoico. A designação "trilobite" prende-se com a divisão transversal da carapaça mineralizada em três lóbulos (tri-lobite): a ráquis (ao centro) e as pleuras (lateralmente). Longitudinalmente têm uma constituição corporal semelhante à de outros artrópodes: o cefalão (cabeça), o tórax e o pigidio (cauda). "Esta descoberta traz nova luz acerca da distribuição temporal e geográfica do género Radnoria".
A1 Renascença Online ID: 62088045 30-11-2015 Visitas diárias: 54738 País: PT OCS: Renascença Online Novo fóssil. "Radnoria guyi" tem cerca de um centímetro e 455 milhões de anos URL: http://rr.sapo.pt/noticia/40827/novo_fossil_radnoria_guyi_tem_cerca_de_um_centimetr o_e_455_milhoes_de_anos É uma nova espécie de trilobite descoberta no concelho de Mação. Corresponde actualmente ao registo "mais antigo deste género" no mundo Investigadores descobriram um novo fóssil nas rochas da Formação Cabeço do Peão, no concelho de Mação, Santarém. O achado com 455 milhões de anos, denominado "Radnoria guyi", é classificado como "histórico", segundo a Universidade de Trás-os- Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real. Artur Sá, investigador da universidade, explica que "este fóssil foi encontrado pelo paleontólogo não profissional Pierre-Marie Guy, que contactou a equipa do Centro de Geociências para a sua identificação. Depois de observado concluiu-se tratar de uma espécie nova de trilobite, um animal já extinto que existiu muito antes dos primeiros dinossauros". À trilobite foi atribuído o nome "Radnoria guyi", em homenagem ao descobridor, que ofereceu o fóssil às colecções paleontológicas do Museu de Geologia Fernando Real da UTAD e indicou o local do achado onde, posteriormente, foram recolhidos mais exemplares para o estudo que entretanto foi realizado. "Esta descoberta traz nova luz acerca da distribuição temporal e geográfica do género "Radnoria", sugerindo a possibilidade de se ter originado em altas latitudes antárcticas, local onde se formaram as referidas rochas nas margens do continente Gondwana, há muito desaparecido", acrescenta o investigador. A sua identificação foi feita no âmbito dos trabalhos de doutoramento de Sofia Pereira, aluna da Universidade de Lisboa (UL), orientada por Artur Sá, docente e investigador da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e Carlos Marques da Silva, docente e investigador. Descoberta histórica Esta nova trilobite corresponde actualmente ao registo mais antigo deste género. Até agora, o registo mais antigo de Radnoria, documentado, estava localizado no Sul da China. Daí a descoberta ser considerada histórica já que "muda toda a perspectiva e conhecimento de um género cuja origem ocorreu num território que, 450 milhões de anos depois, viria a ser Portugal", salienta a doutoranda Sofia Pereira. A descoberta foi descrita e caracterizada num trabalho publicado no "Bulletin of Geosciences", uma das revistas de referência em paleontologia, com autoria de Sofia Pereira, doutoranda da UL e colaboradora do Centro de Geociências; Carlos Marques da Silva, da Faculdade de Ciências da UL; Miguel Pires, Paleontólogo não profissional e Artur Sá do Departamento de Geologia da UTAD. As trilobites são uma classe extinta de artrópodes marinhos que viveram durante quase 300 milhões de anos e dominaram amplamente os ambientes marinhos do Paleozoico. A designação diz respeito à divisão transversal da sua carapaça mineralizada em três lóbulos (tri-lobite): a ráquis (ao centro) e as pleuras (lateralmente). Longitudinalmente apresentam uma constituição corporal semelhante à de outros artrópodes: o cefalão (cabeça), o tórax e o pigídio (cauda). 30 Nov, 2015-14:31. Página 1
A1 Destak Online ID: 62086004 30-11-2015 Visitas diárias: 1366 País: PT OCS: Destak Online Investigadores descobrem nova espécie de animal fóssil com 455 milhões de anos URL: http://www.destak.pt/artigo/249126-investigadores-descobrem-nova-especie-de-animalfossil-com-455-milhoes-de-anos Ciência 30 11 2015 15.25H Investigadores descobriram em Portugal uma nova espécie de animal fóssil com 455 milhões de anos, um achado que é classificado como "histórico", anunciou hoje a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), em Vila Real. O fóssil trilobite, cuja existência era desconhecida, foi encontrado em rochas da Formação Cabeço do Peão, no concelho de Mação, distrito de Santarém, e foi oferecido para as coleções paleontológicas do Museu de Geologia Fernando Real, da UTAD. Segundo a academia transmontana, a identificação foi feita no âmbito dos trabalhos de doutoramento de Sofia Pereira, aluna da Universidade de Lisboa (UL), orientada por Artur Sá, docente e investigador da UTAD e Carlos Marques da Silva, docente e investigador da UL. "A descoberta é considerada histórica já que muda toda a perspetiva e conhecimento de um género cuja origem ocorreu num território que, 450 milhões de anos depois, viria a ser Portugal", salientou a doutoranda Sofia Pereira. A nova trilobite, que possui um tamanho de pouco mais de um centímetro, corresponde atualmente ao registo "mais antigo deste género". Até agora, o registo mais antigo do género "Radnoria" documentado, que estava localizado no sul da China. As trilobites são uma classe extinta de artrópodes marinhos que viveram durante quase 300 milhões de anos e dominaram amplamente os ambientes marinhos do período Paleozoico. A designação "trilobite" diz respeito à divisão transversal da sua carapaça mineralizada em três lóbulos (tri-lobite): a ráquis (ao centro) e as pleuras (lateralmente). Longitudinalmente apresentam uma constituição corporal semelhante à de outros artrópodes: o cefalão (cabeça), o tórax e o pigídio (cauda). "Este fóssil foi encontrado pelo paleontólogo não profissional Pierre-Marie Guy, que contactou a equipa do Centro de Geociências para a sua identificação. Depois de observado concluiu-se tratar de uma espécie nova de trilobite, um animal já extinto que existiu muito antes dos primeiros dinossauros", afirmou o investigador Artur Sá. À trilobite foi atribuído o nome "Radnoria guyi", em homenagem ao descobridor, que ofereceu o fóssil às coleções paleontológicas do Museu de Geologia da UTAD e indicou o local do achado onde, posteriormente, foram recolhidos mais exemplares para o estudo agora efetuado. "Esta descoberta traz nova luz acerca da distribuição temporal e geográfica do género Radnoria, sugerindo a possibilidade de se ter originado em altas latitudes antárticas, local onde se formaram as referidas rochas nas margens do continente Gondwana, há muito desaparecido", acrescentou o Página 1
investigador da UTAD. A descoberta foi descrita e caracterizada num trabalho publicado no "Bulletin of Geosciences", uma das revistas de referência em Paleontologia, com autoria de Sofia Pereira, doutoranda da UL e colaboradora do Centro de Geociências, Carlos Marques da Silva, da Faculdade de Ciências da UL, Miguel Pires, paleontólogo não profissional e Artur Sá do Departamento de Geologia da UTAD. Destak/Lusa Página 2
ID: 62091972 01-12-2015 Tiragem: 16000 País: Portugal Period.: Diária Pág: 11 Cores: Cor Área: 4,72 x 24,96 cm² Corte: 1 de 1 Vila Real Descoberto fóssil com 455 milhões de anos ACHADO "HISTÓRICO" Investigadores da Universidade de Trás-os- Montes e Alto Douro descobriram no concelho de Mação, distrito de Santarém, uma nova espécie de animal fóssil com 455 milhões de anos, um achado que é classificado como "histórico". PEÇA DE MUSEU O fóssil trilobite, cuja existência era desconhecida, foi encontrado em rochas da Formação Cabeço do Peão e já foi oferecido para as colecções paleontológicas do Museu de Geologia Fernando Real, que pertence à universidade. NOVAS PERSPECTIVAS "A descoberta é considerada histórica já que muda toda a perspectiva e conhecimento de um género cuja origem ocorreu num território que, 450 milhões de anos depois, viria a ser Portugal", contou à Lusa Sofia Pereira, aluna da Universidade de Lisboa, autora da descoberta feita no âmbito dos trabalhos de doutoramento. CLASSE EXTINTA As trilobites são uma classe extinta de artrópodes marinhos que viveram durante quase 300 milhões de anos e dominaram amplamente os ambientes marinhos do período Paleozoico.