Pretende-se que a avaliaçã seja um element integrante e reguladr da prática educativa que visa: apiar prcess educativ prmver sucess de tds s aluns reajustar s Prjet Curricular de Escla certificar cmpetências n final de cada an e de cada cicl. Sabend que a esclaridade é brigatória e é um bem a que tds têm direit, a avaliaçã n Ensin Básic deve ser flexível, essencialmente frmadra, frmativa, nã seletiva, transparente e eficaz. É imprtante sublinhar que, na avaliaçã das aprendizagens ds aluns, intervêm: prfessr titular de turma s prfessres que integram Departament d 1º Cicl s aluns através da autavaliaçã s encarregads de educaçã ns terms definids na lei e n Regulament Intern da instituiçã s técnics ds serviçs especializads de api educativ. 1-Objet da avaliaçã Avaliar nã se restringe à dimensã cgnitiva das áreas disciplinares, integrand cnheciments, capacidades, cmprtaments e atitudes, cnstituind ainda bjet de avaliaçã as áreas curriculares nã disciplinares. Tds s aspets da aprendizagem ds aluns devem ser avaliads de uma frma integrada e equilibrada, mbilizand cnheciments, capacidades, atitudes e prcediments, a fim de se trnarem cmpetências. Avaliar uma cmpetência é ter em cnta, nã smente, s diverss saberes e saber-fazer, mas também, s traçs da sensibilidade e da afetividade, da criatividade e da piniã pessal d alun. Avaliar exige rigr e transparência pis, só assim, as infrmações transmitidas pela escla pderã ser scialmente aceites.
2- Critéris de avaliaçã INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO Avaliaçã ral: -Expressã ral -Participaçã pertinente -Leitura Avaliaçã escrita: -Trabalhs prpsts realizads na sala de aula -Fichas de trabalh e avaliaçã -Fichas de autavaliaçã Trabalhs de casa: -Cumpriment das tarefas -Apresentaçã ÁREAS CURRICULARES Prtuguês Matemática Estud d Mei Expressã Plástica Expressã Musical e Dramática Dmíni cgnitiv 80% Cnheciment explícit da língua Interpretaçã Apresentaçã cuidada ds trabalhs Caligrafia Estrutura e sequência de ideias Leitura expressiva Escrita cm crreçã mrflógica e rtgráfica Criatividade Intervençã cm pertinência em situações de cmunicaçã Aquisiçã e cmpreensã de cnceits Dmíni d cálcul mental e escrit Aplicaçã ds cnheciments em situações reais d dia a dia Capacidade de resluçã de situações prblemáticas Interpretaçã de gráfics, tabelas, esquemas, friss Aquisiçã, aplicaçã e articulaçã das aprendizagens Utilizaçã de argumentaçã cerente nas respstas Interpretaçã de gráfics e esquemas Pesquisa Criatividade na prduçã de trabalhs Dmíni das técnicas de pintura, recrte, clagem, dbragem Apresentaçã ds trabalhs Capacidade de utilizaçã de diferentes frmas de expressã através d crp, da vz, d espaç e ds bjets Capacidade de prduçã de jgs de imaginaçã Identificaçã de diverss instruments musicais e explraçã ds mesms Atitudinal 20% Autdmíni Iniciativa e persistência Respeit pels utrs Cumpriment de regras e nrmas Atençã/cncentraçã Pstura crreta e adequada a ambiente de trabalh Espírit de slidariedade e de entreajuda Respnsabilidade Cidadania Aquisiçã e aplicaçã ds cnceits lecinads
3 Mdalidades de avaliaçã Avaliar as aprendizagens é um prcess cmplex, que exige um esfrç de tds s agentes educativs. Avaliar implica cmpreender e determinar valr e a qualidade ds prcesss frmativs, a partir da reclha, análise e interpretaçã de dads relevantes. O critéri, em avaliaçã, é um princípi utilizad para julgar, apreciar e cmparar. Para se avaliar, cm rigr e bjetividade, é necessári estabelecerem-se frmas justas que ns permitam bservar, direta u indiretamente, que alun faz em diferentes mments e em diverss cntexts, e registand-as de frma cntínua e sistemática. N Ensin Básic, sã utilizadas diferentes mdalidades de avaliaçã, privilegiand-se a avaliaçã frmativa. AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA Realiza-se n iníci de cada an de esclaridade, tend cm finalidade cnhecer pnt de partida d alun, as suas cmpetências, dificuldades, interesses e mtivações, e, cnsequentemente, a aplicaçã de estratégias de diferenciaçã pedagógica. Este tip de avaliaçã também pde ser utilizad, em qualquer altura d an, sempre que se pretenda identificar s cnheciments que s aluns pssuem, u as cmpetências já desenvlvidas necessárias à aquisiçã ds cnteúds curriculares. AVALIAÇÃO FORMATIVA Assume um caráter cntínu e sistemátic visand a regulaçã d ensin e das aprendizagens, frnecend a prfessr, a alun, a encarregad de educaçã e as restantes intervenientes n prcess, infrmaçã sbre desenvlviment das aprendizagens e cmpetências adquiridas, bem cm as capacidades e atitudes, de md a evidenciar sempre s aspets em que as aprendizagens ds aluns precisem de ser melhradas, apntand mds de superar as dificuldades u enriquecer seu cnheciment. AUTO-AVALIAÇÃO Faz-se, pel mens, uma vez pr períd em tdas as áreas curriculares, n 3º e 4º ans, send registada pel alun num dcument. O prfessr titular de turma é respnsável pela
reclha da ficha de autavaliaçã), para cnstar n Dssier Individual d Alun. A autavaliaçã ajuda alun a psicinar-se face a cnheciment e é ptenciadra da autrrespnsabilizaçã. AVALIAÇÃO SUMATIVA Esta avaliaçã tem lugar em mments específics. N final d períd, d an letiv, u de cicl. Cnsiste numa síntese das infrmações reclhidas sbre desenvlviment das aprendizagens e cmpetências definidas para cada área curricular, n quadr d prjet curricular respetiv, traduzind-se na frmulaçã de um juíz glbalizante sbre a situaçã educativa. O resultad desta avaliaçã traduz a situaçã d alun relativamente às metas definidas. 4- Efeits da avaliaçã sumativa A avaliaçã sumativa dá rigem a uma tmada de decisã sbre a prgressã u a retençã d alun, expressa através das menções de Transitu u Nã Transitu, n final de cada an de esclaridade, e de Aprvad e Nã Aprvad, n final de cada cicl. Prgressã e Retençã De acrd cm dispst n artig 15º da Prtaria 23/2015 de 27 de fevereir, as decisões de transiçã e de prgressã de um alun para an de esclaridade seguinte e para cicl subsequente revestem caráter pedagógic, devem respeitar estabelecid n nº4 d artig 10º e sã tmadas sempre que prfessr titular da turma, n 1º cicl cnsidere que: a) N an terminal de cicl (4º an), que alun adquiriu s cnheciments e desenvlveu as cmpetências necessárias para prsseguir cm sucess s seus estuds n cicl subsequente, sem prejuíz d estabelecid para as cndições de aprvaçã ds aluns que realizam prvas de equivalência à frequência e d dispst n artig 16º da prtaria referida anterirmente; b) Ns ans nã terminais de cicl (2º e 3º ans), que prgress n desenvlviment das aprendizagens demnstrad pel alun permite perspetivar que s cnheciments e as cmpetências essenciais definidas para final de cicl serã atingids.
A área curricular nã disciplinar de cidadania nã é cnsiderada para efeits de prgressã ds aluns. A área curricular disciplinar de educaçã mral e religisa católica e inglês nã sã cnsideradas para efeits de prgressã u retençã ds aluns. de fevereir: N que cncerne à retençã, de acrd cm dispst n artig 15º da Prtaria 23/2015 de 27 N 1º an de esclaridade nã há lugar a retençã excet nas situações em que alun ultrapasse limite de faltas injustificadas ns terms d estipulad n art.º 33º d Estatut d Alun ds Ensin Básic e Secundári, e prfessr titular de turma, em articulaçã cm cnselh de turma, decida pela retençã d alun. Ns ans nã terminais de cicl, 2º, 3ºans de esclaridade, a retençã é uma medida pedagógica de carácter excecinal, nã havend lugar à mesma nas situações em que s aluns tenham apenas duas menções insuficientes. Ns ans terminais de cicl, 4º an de esclaridade, alun nã prgride e btém a mençã de Nã Aprvad, se estiver numa das seguintes cndições: Tiver btid simultaneamente a mençã de insuficiente nas disciplinas de prtuguês u PLNM e de matemática; Tenha btid a mençã de insuficiente em prtuguês (u PLNM) u em matemática e simultaneamente mençã insuficiente a Estud d Mei e Expressões. Assim, alun transita/aprva se btiver: Insuficiente apenas a prtuguês (u PLNM) u a matemática; Insuficiente em duas áreas curriculares disciplinares (pdend incluir prtuguês e a matemática). Pel que, alun nã transita/nã aprva se btiver: Insuficiente a prtuguês (u PLNM) e a matemática; Insuficiente, a três u mais áreas curriculares disciplinares.
N 1º Cicl d ensin básic, a retençã traduz-se na repetiçã de tdas as áreas e disciplinas d an em que alun ficu retid. Qualquer retençã é hmlgada exclusivamente pela direçã da instituiçã. Os cass de segunda retençã n mesm an de esclaridade sã alv de parecer d cnselh pedagógic, que analisa, para efeit, a infrmaçã dispnibilizada pel cnselh de turma, cabend a decisã final à direçã da instituiçã. Sempre que se verifique uma segunda retençã n cicl d ensin básic e cumprids s requisits etáris, alun pde ser encaminhad para um prgrama específic de recuperaçã u de cnclusã da esclaridade, mediante uma prpsta de rientaçã vcacinal apresentada pels serviçs de psiclgia e rientaçã. Em situações excecinais, devidamente fundamentadas, departament e cnselh de turma pdem prpr que um alun cm uma segunda retençã se mantenha n currícul regular, cabend a cnselh pedagógic emitir parecer favrável e à direçã a hmlgaçã. O encaminhament ds aluns cm segunda retençã deve ser bjet de especial pnderaçã quand se trate de alun que frequente an terminal de cicl. Para s aluns abrangids pel regime educativ especial, é prjet educativ individual que define cndições de avaliaçã própria, a referência de base para a decisã relativa à sua prgressã u retençã num an u cicl de esclaridade. 5 Instruments de avaliaçã Para bjetivar a avaliaçã durante prcess de ensin-aprendizagem, prfessr reclhe elements através de técnicas e instruments específics, cnstruíds em clabraçã cm s diferentes parceirs educativs, tais cm: - Observaçã estruturada/direta Grelhas de bservaçã Regist de incidentes crítics Caderns diáris
- Realizaçã de atividades prpstas Trabalhs de casa Trabalhs de grup/individuais Trabalhs de pesquisa - Fichas de autavaliaçã - Intervenções rais - Mments de avaliaçã escrits: fichas frmativas e fichas individuais de verificaçã de cnheciments (n mínim uma pr períd) Nta: A reclha da infrmaçã deve ter em cnta nã só as aprendizagens e s resultads btids, mas também empenh d alun. 6 Incidência da avaliaçã Após definiçã ds princípis rientadres da avaliaçã, imprta traduzir a infrmaçã resultante da avaliaçã sumativa numa classificaçã, que se expressa numa avaliaçã descritiva em tdas as áreas curriculares, pdend ser acmpanhada de uma apreciaçã glbal, sbre a evluçã d alun, sempre que se cnsidere relevante. A avaliaçã n 1º cicl é da respnsabilidade d prfessr titular de turma, em articulaçã cm respetiv departament. 7 Escala de classificaçã adtada nas fichas/testes e utrs trabalhs: 0% - 49% INSUFICIENTE 50% - 69% SUFICIENTE 70% - 89% BOM 90% - 100% MUITO BOM
A nta d final de cada períd é calculada através de 40% ds testes e 60% ds restantes elements de avaliaçã cnsagrads neste dcument e, refletids nas grelhas (em anex) que cmpletam critéris específics de acrd cm an de esclaridade e áreas curriculares. Elabrad em reuniã de departament d 1º cicl a 05/09/2016 Aprvad em Cnselh Pedagógic a 12/09/2016
Anexs
GUIÃO DE AVALIAÇÃO EXPRESSÃO E EDUCAÇÃO FÍSICO-MOTORA A avaliaçã ds aluns na Expressã e Educaçã Físic-Mtra é feita cnsiderand a legislaçã em vigr, nmeadamente as NORMAS DE REFERÊNCIA PARA O SUCESSO EM EDUCAÇÃO FÍSICA, as METAS DE APRENDIZAGEM, s PROGRAMAS NACIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA e CURRÍCULO REGIONAL DA EDUCAÇÃO BÁSICA. A avaliaçã é cntínua, cm um carácter essencialmente frmativ e tem cm referência s Objetivs Gerais d 1º cicl, rganizads pr BLOCOS PROGRAMÁTICOS. O prcess avaliativ inclui mments de avaliaçã frmal das cmpetências esperadas em cada um ds BLOCOS inserids n dmíni das ACTIVIDADES FÍSICAS, a saber: Blcs Ans de Esclaridade Jgs 1º a 4º Actividades Rítmicas Expressivas 1º a 4º Percurss na Natureza 1º a 4º Deslcaments e Equilíbris 1º e 2º Perícias e Manipulações 1º e 2º Ginástica 3º e 4º Patinagem 3º e 4º A demnstraçã das Atitudes e Valres (cmpetências sciais) é bservada de frma transversal e integrada, em tdas as matérias de ensin (cmpetências cmuns a tds s blcs) incidind ns seguintes parâmetrs: Assiduidade e pntualidade Cperaçã cm s cmpanheirs ns jgs e exercícis Cmpreensã e aplicaçã das regras cmbinadas na turma Participaçã e empenhament n aperfeiçament da sua habilidade ns diferentes tips de atividade, realizand as ações adequadas cm crreçã e prtunidade
METAS DE APRENDIZAGEM/NORMAS DE REFERÊNCIA PARA O SUCESSO EXPRESSÃO E EDUCAÇÃO FÍSICO-MOTORA 2º An DOMÍNIO METAS DE APRENDIZAGEM INSTRUMENTOS AVALIAÇÃO ATIVIDADES FÍSICAS O alun cumpre as habilidades apresentadas para s subdmínis PERÍCIAS E MANIPULAÇÕES E DESLOCAMENTOS E EQUILÍBRIOS Observaçã/Regist - Exercícis critéri - Percurss de habilidades EXPRESSÃO E EDUCAÇÃO FÍSICO-MOTORA 4º An DOMÍNIO METAS DE APRENDIZAGEM INSTRUMENTOS AVALIAÇÃO ATIVIDADES FÍSICAS O alun cumpre as habilidades apresentadas para s subdmínis JOGOS, GINÁSTICA e um subdmíni entre s restantes (ACTIVIDADES RÍTMICAS E EXPRESSIVAS, PATINAGEM, PERCURSOS NA NATUREZA) Observaçã/Regist - Exercícis critéri - Situações de jg reduzid, sequências gímnicas, percurss de habilidades Fram definidas as seguintes cndições de sucess e de classificaçã ds aluns na Expressã e Educaçã Físic Mtra (EEFM):
1º e 2º An 3º e 4º An Actividades Físicas Actividades Físicas Nã Satisfaz Nã cpera cm s cmpanheirs Nã cumpre tarefas nem regras Recusa participar Satisfaz 2 Blcs (Perícias e Manipulações Deslcaments e Equilíbris) 3 Blcs (Jgs, Ginástica + 1 Blc de entre s restantes: ARE, PAT, PN) Satisfaz bem 3 Blcs (PM e DE + 1 parte de 1 Blc de entre s restantes) 3 Blcs (Jgs, Ginástica + 1 Blc e + 1 parte de 1 Blc de entre s restantes) Satisfaz Muit Bem 3 Blcs (PM e DE + 1 Blc de entre s restantes) 4 Blcs (Jgs, Ginástica + 2 Blcs de entre s restantes) Legenda: PM= Perícias e Manipulações; DE= Deslcaments e Equilíbris; ARE= Atividades Rítmicas e Expressivas; PAT= Patinagem; PN= Percurss na Natureza
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