EFLUENTES LÍQUIDOS INDUSTRIAIS 1
UNIDADES GERADORAS DE EFLUENTES NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Unidades de Produção; Manutenção; Caldeira e Torres de Resfriamento; Refeitório; Áreas Administrativas; Controle da Qualidade. 2
SISTEMA DE TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS : REDE COLETORA; CAIXAS SEPARADORAS DE ÁGUA E ÓLEO; PROCESSOS FÍSICO-QUÍMICOS; PROCESSOS BIOLÓGICOS. 3
ETAPA PRELIMINAR SEPARAÇÃO DE ÁGUA E ÓLEO PENEIRAMENTO EQUALIZAÇÃO 4
CAIXAS SEPARADORAS DE ÁGUA E ÓLEO Localização: Efluente das caldeiras; Restaurante; Produção de creme. 5
TANQUE DE EQUALIZAÇÃO FLUTUANTE CF-01 TANQUE DE EQUALIZAÇÃO TE-01 6
TANQUE DE EQUALIZAÇÃO 7
PROCESSOS FÍSICO-QUÍMICOS NEUTRALIZAÇÃO/VARIAÇÃO DE ph COAGULAÇÃO QUÍMICA CLARIFICAÇÃO FLOTAÇÃO ELETROCOAGULAÇÃO 8
SISTEMA DE NEUTRALIZAÇÃO /VARIAÇÃO DE ph Homogeneização e correção do ph dos efluentes provenientes das unidades de produção (resinas de troca iônica, síntese de ácidos orgânicos, inativação de antibióticos, etc). ETAPAS DO SISTEMA Armazenamento; Neutralização; Descarte do efluente neutralizado 9
SISTEMA DE COAGULAÇÃO QUÍMICA Adição de coagulantes, correção de ph e adição de floculantes (polieletrólito), para quebras de emulsão/cremes. ETAPAS DO SISTEMA Adição de produtos químicos para coagulação Floculação Sedimentação/Flotação 10
CLARIFICAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA (FLOTAÇÃO) PRODUTO QUÍMICO FLOCULADOR M BOMBA DOSADORA PRODUTO QUÍMICO ENTRADA DE AR EJETOR M VÁLVULA TELESCÓPICA TANQUE DE EQUALIZAÇÃO LODO FLOTADOR MEDIÇÃO DE VAZÃO EFLUENTE TRATADO CENTRÍFUGA CORPO RECEPTOR 11
ELETROCOAGULAÇÃO Aplicação de corrente elétrica retificada ao efluente que escoa entre as placas para a desestatibilização dos colóides. 12
DQO (mg/l) VALORES DA DQO DO EFLUENTE INDÚSTRIA DE COSMÉTICOS 7000 6000 5000 4000 3000 2000 1000 0 15/03/02 16/03/02 17/03/02 Datas Efluente Bruto Efluente Eletrocoagulado Efluente Tratado 13
PROCESSO BIOLÓGICO: LODOS ATIVADOS ETAPAS DO TRATAMENTO: Aeração; Decantação; Recirculação de lodo; Secagem natural de lodo e descarte/mecanizada 14
LODOS ATIVADOS LODOS ATIVADOS COM SECAGEM NATURAL DE LODO LODO AERADOR EXCESSO LODO P/ ATERRO SANITÁRIO ELEV. DE LODO TANQUE DE AERAÇÃO LODO DECANTADOR LEITO DE SECAGEM 15
TANQUE DE AERAÇÃO 16
DECANTADOR 17
DECANTADOR Manter o removedor de lodo ligado 24h/d. Regular a vazão de retorno de lodo para 100% da vazão média de projeto. (Medir a vazão no vertedor Thompson) Verificar o nivelamento do vertedor periférico e sua estanqueidade. 18
DESCARTE DE LODO É realizado quando o valor desejável de RNFV no Tanque de Aeração (~3000 mg/l) é atingido ou se a relação RNFV/RNFT < 0,82 (~ de 5 em 5 dias). RNFV- Resíduos não filtráveis voláteis RNFT Resíduos não filtráveis totais Fechar a válvula do retorno de lodo e abrir a válvula que direciona o lodo para os leitos de secagem, adensador. Secagem mecanizada: Filtro Prensa, Prensa Deguadora e Decanter Centrífuga 19
LEITO DE SECAGEM ENTRADA DE LODO 0.02 AREIA 0.02 AREIA + TIJOLO e = 0.15 m BRITA 0 e = 0.05 m BRITA 1 e = 0.10 m BRITA 2 e = 0.30 m TIJOLO MACIÇO ENCHIMENTO DRENO DE PVC Ø 100 mm 20
CUIDADOS COM OS LEITOS DE SECAGEM Direcionar o lodo, por manobra de válvulas, para a célula desejada. Completar uma célula até a altura de 25 cm (não sobrepor lodo). Remover o lodo do leito quando o teor de umidade estiver ~70%(aparecem rachaduras ) Varrer o material remanescente da remoção do lodo seco. Limpar as juntas entre os tijolos, removendo qualquer fragmento de lodo seco penetrado entre as juntas. Recompor e nivelar, com tijolos e/ou areia, as falhas provocadas nas operações de remoção de lodo e limpeza do leito. 21
FILTRO-PRENSA 22
PRENSA DEGUADORA LEGENDA: A - Correia superior B - Correia inferior C - Jatos de limpeza D - Cilindro regulador da tensão da correia E - Alimentação de ar comprimido 1 - Chegado do lodo floculado 2 - Zona de desaguamento 3 - Pré-prensagem 4 - Rolos de prensagem 5 - Tela superior 6 - Lâmina raspadora 7 - Lodo desidratado 8 - Saída de filtrado 23
Tratamento térmico de resíduos 24
Disposição dos Resíduos Originados no Sistema Material grosseiro retido nas grades das elevatórias Lodo removido no processo físico- químico Excesso de Lodo Biológico seco Deve ser acondicionado com o lixo Deve ser classificado para disposição final Pode ser utilizado como condicionante de solo na área verde da indústria ou conduzido a aterro sanitário (após analisado) Informações Sobre Legislação Ambiental 25
TABELA DE PARÂMETROS X PROCESSO DE TRATAMENTO PARÂMETROS PROCESSO DE TRATAMENTO Efluente Bruto Clarificação Físico-química Biológico Polimento DBO X X X X DQO X X X X Óleos e Graxas X X X RNFT X X ph X X X Detergentes X Sulfeto X Toxicidade X Colimetria X X Mat. Sedimentáveis X Cor X Nitrogênio X X Fósforo X X 26
DQO (mg/l) ACOMPANHAMENTO DA DQO NOS MESES DE JANEIRO A JULHO DE 2002 5000 4500 4000 3500 3000 2500 2000 1500 1000 500 0 8/1 22/1 5/2 19/2 5/3 19/3 2/4 16/4 30/4 14/5 28/5 11/6 25/6 9/7 23/7 Datas Afluente Efluente 27
DBO (mg/l) ACOMPANHAMENTO DA DBO NOS MESES DE JANEIRO A JULHO DE 2002 1300 1200 1100 1000 900 800 700 600 500 400 300 200 100 0 8/1 22/1 5/2 19/2 5/3 19/3 2/4 16/4 30/4 14/5 28/5 11/6 25/6 9/7 23/7 Datas Af luente Ef luente 28
BIOMONITORAMENTO - LAGOA DE PEIXES 29