IV Benchmarking de Segurança 2016

Documentos relacionados
Deuteronômios /10/2012

MINISTÉRIO DO TRABALHO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.113, DE 21 DE SETEMBRO DE 2016

Portaria MTPS Nº 1113 DE 21/09/2016

Portaria Nº 1.113, de 21 de Setembro de 2016 Ministério do Trabalho

Palestrante: Carlos Dias TST

NR-35 TRABALHO EM ALTURA

INFORMATIVO Sistemas de Proteção contra Quedas O QUE HÁ DE NOVO?

2º Work Shop Internacional de Trabalhos em Altura engº Gianfranco Pampalon Auditor fiscal do trabalho

NR-35 TRABALHO EM ALTURA.. Exceto Capítulo 3 (Capacitação e Treinamento) e item 6.4 que entram em vigor em 27/03/2013

NR 35 TRABALHO EM ALTURA. Agnaldo Vignoli dos Santos Auditor-Fiscal do Trabalho

Art. 1º Aprovar a Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35), sob o título "Trabalho em Altura", com a redação constante no Anexo desta Portaria.

CHECK-LIST TRABALHO EM ALTURA - NR 35

NR 35 - As soluções. Novembro de 2015

NR 35 - TRABALHO EM ALTURA

Ponto de Ancoragem. Segurança de alta performace

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO. PORTARIA Nº 313, DE 23 DE MARÇO DE 2012 (DOU de 27/03/2012 Seção I Pág.

INSTRUÇÃO DE TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

ATUALIZAÇÃO DAS NR NA CTPP - COMISSÃO TRIPARTITE PARITÁRIA PERMANENTE. Luiz Carlos Lumbreras Rocha SRTE/RJ

Bom dia! Seleção, inspeção emanutenção dos EPIs

08/08/2013 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. Deuteronômios 22.8

NR35 Plano de Aula - 24 Aulas (Aulas de 1 Hora).

Informações e orientações para seleção e uso de um sistema de proteção individual contra queda (SPIQ) Palestrante: Marcos Amazonas

ELABORAÇÃO E GESTÃO DE DOCUMENTOS DA NR 35. Elaborado por: Rosemary F. Alvarenga

Guia do EPI. Foto: acervo Elton Fagundes

MANUAL DE INSTRUÇÕES DE PONTOS DE ANCORAGEM ANCORAGEM MESTRE MAX

ANCORAGEM PREDIAL. Alfa Proteções São Paulo Tel.: (11) / WhatsApp: (11)

Procedimento para trabalho em Altura NR 35

Trabalhos em altura Nº 12

Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira. Segurança e Saúde em Trabalhos em Altura

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DA NR-18 Estruturas Pré-moldadas e Pré-Fabricadas de Concreto Versão_CPN ITEM / TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO OBSERVAÇÕES

NR 35 SEMINÁRIO Um Ano de Vigência da Norma de Trabalho em Altura

Auditor Fiscal do Trabalho

ggg A Dois Dez conta com anos de experiência na fabricação, fornecimento e instalação de diversos sistemas para trabalho em altura.

A MA CONSULTORIA E TREINAMEN- TOS é uma empresa que foi criada em 2006, e está localizada em Belo Horizonte. Tem como objetivo principal buscar

Nº: e PROGRAMA : - - TÍTULO: TRABALHOS EM ALTURA CORDAS PARA LINHA DE VIDA ÍNDICE DE REVISÕES SMS/ECE/SEG GT CSQD SMS/ECE/SEG

PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS

ITENS MAIS AUTUADOS PELA SRTE-RJ E AS RECENTES ALTERAÇÕES DA NR-06 E NR-18

MANUAL DE AUXÍLIO NA INTERPRETAÇÃO E APLICAÇÃO DA NORMA REGULAMENTADORA n.º 35 - TRABALHO EM ALTURA - Incluindo Anexos I e II e alteração do item 35.

CINTURÕES. Ref. DG 6002 C.A Ref. DG 4002 C.A Cinto paraquedista simples. Cinto paraquedista simples

CARTILHA PARA O ASSOCIADO NR-35 TRABALHO EM ALTURA

o melhor REINVENTADO

PERGUNTAS FREQUENTES

GlideLoc Sistemas de trilho para acesso seguro em escadas


Nº: e PROGRAMA : - - TRABALHOS EM ALTURA CORDAS PARA LINHA DE VIDA COM PROTEÇÃO COMBINADA FR&AE ÍNDICE DE REVISÕES SMS/ECE/SEG GT CSQD SMS/ECE/SEG

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO PORTARIA Nº 201, DE 21 DE JANEIRO DE 2011

Sistemas de Segurança. Antiquedas Leve Antiquedas Intermediário SLQA Tipo FORCA Linha de Vida

o melhor REINVENTADO

Nº: e PROGRAMA : - - TRABALHOS EM ALTURA CONECTOR ENTRE COMPONENTES MOSQUETÃO ÍNDICE DE REVISÕES SMS/ECE/SEG GT CSQD SMS/ECE/SEG

NR 35 TRABALHO EM ALTURA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS

GUIA TÉCNICO PARA TRABALHO EM ALTURA

soluções para trabalho em altura e espaço confinado

ANDAIMES E PLATAFORMAS DE TRABALHO

Seralts Comércio, Serviços e Treinamentos Ltda - ME

PLANO DE AULA NR 35 TRABALHO EM ALTURA

Normativas Gerais da NR-18

PORTARIA Nº 30, DE 20 DE DEZEMBRO DE 2001

CONSULTA PÚBLICA Item 35.5 da NR-35 (Equipamentos de Proteção Individual, Acessórios e Sistemas de Ancoragem)

AGENDA PROTEÇÃO DE QUEDAS NR35 TRABALHO EM ALTURA 21/05/2014

s o l u ç õ e s e m a l t u r a

Nº: e PROGRAMA : - - TÍTULO: TRABALHOS EM ALTURA CORDELETE DE SUPORTAÇÂO DE CARGAS ÍNDICE DE REVISÕES SMS/ECE/SEG GT CSQD SMS/ECE/SEG

Segurança e saúde no trabalho em espaços confinados. Engº Laércio Zgoda

NR 33 Publicada no D.O.U Portaria GM n.º 202, 22 de dezembro de 2006

3ª Edição TRABALHO EM ALTURA DE ACORDO COM A NOVA NR-35

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

SEGURANÇA COM PLATAFORMA ELEVATÓRIA

Segurança: Todos os colaboradores devem utilizar Equipamentos de Proteção individual (E.P.I.), em condições de uso, tais quais:

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DA NR Cabos de Aço e Cabos de Fibra Sintética_Versão_GT_Revisão da NR-18 TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO JUSTIFICATIVA

Trabalhos em Altura com a Utilização de Cadeira Suspensa (Balancim)

Guia Prático para Cálculo de Linha de Vida e Restrição para a Indústria da Construção

Guia Prático para Cálculo de Linha de Vida e Restrição para a Indústria da Construção

PROPOSTA NR 10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE

GESTÃO DE TREINAMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO. Riscos adicionais

MANUAL DE INSTRUÇÕES TÉCNICAS

Redes de Segurança. Av. Sertório, 4850 Jardim São Pedro Porto Alegre RS

Art. 1º A Norma Regulamentadora nº 18, aprovada pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978, passa a vigorar com as seguintes alterações:

11/12/2011 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. 08/12/2011 São Paulo

SEGALT TREINAMENTOS. Projeto Tr abalho em Altur a NR - 35 Acesso por Cor da NBR15.595/ (Alpinismo Industrial) Ricar do Pacheco

Permissão de trabalho

TRABALHO EM ALTURA SOLUÇÕES DE PROTEÇÃO ESPECÍFICAS PARA A INDÚSTRIA

Título do Trabalho SISTEMA REGULÁVEL DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDA DE COLABORADORES PARA TRABALHOS EM ALTURA NA CONSTRUÇÃO CIVIL

CATÁLOGO DE PRODUTOS

E M AL A T L U T R U A

Nº: e PROGRAMA : - - TRABALHOS EM ALTURA DISPOSITIVO ANEL DE ANCORAGEM TUBULAR ÍNDICE DE REVISÕES SMS/ECE/SEG GT CSQD SMS/ECE/SEG

Transcrição:

IV Benchmarking de Segurança 2016 INOVAÇÃO EDUCAÇÃO COMPORTAMENTO Case: Ministério do Trabalho NR.35 Trabalho em Altura AFT engº Gianfranco Pampalon

Quando edificares uma casa nova, farás um Quando edificares uma casa nova, farás um parapeito, no eirado (terraço), p/ que não ponhas culpa de sangue na tua casa, se alguém de algum modo cair dela.

Portaria SIT n.º 313, de 23/03/2012 NR.35 foi publicada no DOU em 27/03/2012 NR.35 Entra em vigor em 27/09/2012 Exceto Capítulo 3 (Capacitação/Treinamento) que entraram em vigor em 27/03/2013 NR.35

Acidentes por queda c/ diferença de nível Excluídos Acidentes de Trajeto Acidentes 2011 2012 2013 2014 2015 Queda 45.677 44.389 45.285 45.808 41.080 Variação % -2,82% 2,02% 1,15% -10,32% Total 423.382 414.312 423.548 421.660 376.736 Variação % -2,14% 2,23% -0,45% -10,65%

Óbitos por queda c/ diferença de nível Excluídos Acidentes de Trajeto Óbitos 2011 2012 2013 2014 2015 Queda 275 252 236 243 198 Variação % -8,36% -6,35% 2,97% -18,52% Total 1620 1468 1508 1472 1339 Variação % -9,38% 2,72% -2,39% -9,04% Proporção Queda 16,98% 17,17% 15,65% 16,51% 14,79%

Acidentes por queda c/ diferença de nível Excluídos Acidentes de Trajeto TOTAL POR SETOR 2011 2012 2013 2014 2015 Construção 5264 4999 5204 4969 3974 Transp. Rodov. 2297 2302 2369 2476 2140 Saúde 1931 2129 2124 2252 2214 Setor Elétrico 1587 1534 1609 1741 1602 Mineração 252 292 246 267 216 Petróleo 113 101 100 103 68 TOTAL 11444 11357 11652 11808 10214

Óbitos por queda c/ diferença de nível Excluídos Acidentes de Trajeto ÓBITOS POR SETOR 2011 2012 2013 2014 2015 Construção 80 77 66 53 59 Transp. Rodov. 10 10 11 12 11 Saúde 1 1 1 Setor Elétrico 15 13 14 19 8 Mineração 2 5 4 1 Petróleo 1 2 TOTAL 107 103 98 89 79

Acidentes por queda c/ diferença de nível Excluídos Acidentes de Trajeto ÓBITOS CNAE 2011 2012 2013 2014 2015 CONSTRUÇÃO Construçãode Edifícios 46 36 33 27 23 Montagem deinst. Industriais 14 7 5 4 2 Obras de acabamento 4 9 6 6 2 Serviços especializados 7 12 5 3 12 Construção de rodovias e ferrovias 3 2 5 1 3 TOTAL 74 66 54 41 42

Atividade executada acima de 2,00 m do nível inferior, onde haja risco de queda.

35.4 Planejamento, Organização e Execução = +

Avaliar o estado de saúde Considerando também os fatores psicossociais: Sobrecarga mental (atenção, percepção); Estresse; Depressão e Relações sócio-profissionais.

Avaliação: testes psicológicos c/ 100 eletricistas indicados/aprovados: 46% Necessita de desenvolvimento, mas pode continuar temporariamente na função: 37% Necessita de desenvolvimento, mas deve ser afastado temporariamente da função: 11% Não Indicados/reprovados: 6% 8% indicados sofreram acidente nos últimos 5 anos 76% não indicados sofreram acidente nos últimos 5 anos

TA deve ser precedido de Análise de Risco k) situações de emergência, resgate e 1º socorros, p/ reduzir o tempo da suspensão inerte; inerte; Efeitos da suspensão: - Circulação restrita do sangue -Adormecimento dos membros inferiores

Estribo de alívio

Suspensão Inerte Quanto mais tempo a vítima ficar suspensa, sem se mover, maiores serão os riscos para sua saúde.

Trabalhar na altura do chão Substituir o homem Restringir o acesso Usar EPC Amenizar os danos da queda Usar EPI / Redes

E.P.I.

6. Emergência e Salvamento. Necessidades da empresa

Portaria MT Nº 1113 DE 21/09/2016 Anexo II da NR.35 publicada no DOU em 22/09/206 35.5 EPI Acessórios e Sistemas de Ancoragem: 35.5SistemasdeProteçãoContraQuedas Entra em vigor em 22/12/2016 NR.35

35.5.1 É obrigatória a utilização de sistema de proteçãocontraquedasspqsemprequenãofor possívelevitarotrabalhoemaltura.

35.5.2OSPQdeve: a)seradequadoàtarefaaserexecutada; b)ser selecionado de acordo c/ AR,; c) ser selecionado por profissional qualificado emst;(engºoutst) d) ter resistênciap/ suportar a carga máxima aplicável prevista quando de uma queda;

35.5.3ASPQdeveconsiderarautilização: a) de sistema de proteção coletiva contra quedas-spcq;

b) de sistema de proteção individual contra quedas SPIQ,nasseguintessituações: b.1)naimpossibilidadedeadoçãodospcq; b.2) sempre que o SPCQ não ofereça completa proteçãocontraosriscosdequeda; b.3)paraatendersituaçõesdeemergência.

35.5.3.1 SPCQ: projetado por profissional legalmentehabilitado-plh.

35.5.5 O SPIQ é constituído por: a) sistema de ancoragem; b) elemento de ligação; c) equipamento de proteção individual.

35.5.7 O SPIQ deve ser selecionado de forma que a força de impacto transmitida ao trabalhador seja no máx. 6kN quando de uma eventualqueda;

Massa do trabalhador Altura da queda livre; Sistema de frenagem;

35.5.10 A utilização de trava-queda guiado deve atender 35.5.10 A utilização de trava-queda guiado deve atender às recomendações do fabricante, em particular: a) compatibilidade do trava-quedas com a linha vertical; b) o comprimento máx. dos extensores.

35.5.11AARdeveconsiderarp/oSPIQ: a)trabalhador deve permanecer conectado ao sistema durante todo o período de exposição ao riscodequeda;

35.5.11AARdeveconsiderarp/oSPIQ: b)distânciadequedalivre; c)ofatordequeda; d) utilização de elemento de ligaçãoque garanta impacto de no máx. 6 kn seja transmitido ao trabalhadorquandodaretençãodeumaqueda; e)azlq; f)compatibilidadeentreoselementosdospiq

3,50 m

ZLQ Comprimento do talabarte (1,80m ) 3,50 m Comprimento do Absorvedor (1,10m ) 1,5 metros 5,30 m Altura de segurança (1 metro)

35.5.11.1 Talabarte e trava-quedas devem ser posicionados: a) quando aplicável, acima da altura do elemento de engate p/ retençãodequedasdoepi;

35.5.11.1.1Otalabarte,exceto seespecificadopelofabricantee considerandosuaslimitaçõesde uso,nãopodeserutilizado: a) conectadoaoutrotalabarte, elementodeligaçãoouextensor; b) comnósoulaços.

Portaria MT Nº 1113 DE 21/09/2016 publicada no DOU em 22/09/206 AnexoIISistemadeAncoragem Entraemvigorem22/12/2016 ABNT NBR 16325-1 / 2 : 2014 Proteção contra quedas de altura - Dispositivos de ancoragem NR.35

O sistema de ancoragem faz parte de um SPIQ e é destinado à conexão de EPI contra quedas e por isso necessita ter pelo menos um ponto ancoragem,ondeoepipodeserconectado. 1 Ancoragem 2 Conectores 3 Talabarte de segurança c/ absorvedor de energia 4 Cinturão tipo paraquedista

2.2Ancoragem estrutural e os elementos de fixação devem: a) projetados e construídos -responsabilidade de PLH; b) atender às normas técnicas nacionais ou na sua inexistência às normas internacionais aplicáveis.

2.2.1PAdaancoragemestruturaldevempossuir marcação realizada pelo fabricante ou responsáveltécnicocontendo,nomínimo: a)identificaçãodofabricante; b) Nº de lote, de série ou outro meio de rastreabilidade;

c) Nº máx. de trabalhadores conectados simultaneamente ou carga máxima aplicável.

2.3 Dispositivo de ancoragem deve atender a umdosseguintesrequisitos: a)sercertificado; b) ser fabricado em conformidade c/ as normas técnicas nacionais vigentes sob responsabilidade do PLH; c) ser projetado por PLH, tendo como referência as normas técnicas nacionais vigentes, como parte integrante de um SPIQ.

4.1.1 Projeto/especificações técnicas: conter dimensionamentoc/osseguintesparâmetros: b) esforços em cada parte do sistema de ancoragemdecorrentesdaforçadeimpacto; c)azlqnecessária.

Seleção e Uso de EPI. FOTO BRUNO DIAS

EXPANSÃO DA LINHA 5 LILÁS -LOTE 7 do Metrô S. Paulo Uso de Equipamento como Plataforma Cremalheira no revestimento poço:

EXPANSÃO DA LINHA 5 LILÁS -LOTE 7 do Metrô S. Paulo Uso de tecnologia(jogos eletrônicos) para capacitar e conscientizar os trabalhadores:

Ministério do Trabalho Gianfranco Pampalon fpampa@uol.com.br