IV Benchmarking de Segurança 2016 INOVAÇÃO EDUCAÇÃO COMPORTAMENTO Case: Ministério do Trabalho NR.35 Trabalho em Altura AFT engº Gianfranco Pampalon
Quando edificares uma casa nova, farás um Quando edificares uma casa nova, farás um parapeito, no eirado (terraço), p/ que não ponhas culpa de sangue na tua casa, se alguém de algum modo cair dela.
Portaria SIT n.º 313, de 23/03/2012 NR.35 foi publicada no DOU em 27/03/2012 NR.35 Entra em vigor em 27/09/2012 Exceto Capítulo 3 (Capacitação/Treinamento) que entraram em vigor em 27/03/2013 NR.35
Acidentes por queda c/ diferença de nível Excluídos Acidentes de Trajeto Acidentes 2011 2012 2013 2014 2015 Queda 45.677 44.389 45.285 45.808 41.080 Variação % -2,82% 2,02% 1,15% -10,32% Total 423.382 414.312 423.548 421.660 376.736 Variação % -2,14% 2,23% -0,45% -10,65%
Óbitos por queda c/ diferença de nível Excluídos Acidentes de Trajeto Óbitos 2011 2012 2013 2014 2015 Queda 275 252 236 243 198 Variação % -8,36% -6,35% 2,97% -18,52% Total 1620 1468 1508 1472 1339 Variação % -9,38% 2,72% -2,39% -9,04% Proporção Queda 16,98% 17,17% 15,65% 16,51% 14,79%
Acidentes por queda c/ diferença de nível Excluídos Acidentes de Trajeto TOTAL POR SETOR 2011 2012 2013 2014 2015 Construção 5264 4999 5204 4969 3974 Transp. Rodov. 2297 2302 2369 2476 2140 Saúde 1931 2129 2124 2252 2214 Setor Elétrico 1587 1534 1609 1741 1602 Mineração 252 292 246 267 216 Petróleo 113 101 100 103 68 TOTAL 11444 11357 11652 11808 10214
Óbitos por queda c/ diferença de nível Excluídos Acidentes de Trajeto ÓBITOS POR SETOR 2011 2012 2013 2014 2015 Construção 80 77 66 53 59 Transp. Rodov. 10 10 11 12 11 Saúde 1 1 1 Setor Elétrico 15 13 14 19 8 Mineração 2 5 4 1 Petróleo 1 2 TOTAL 107 103 98 89 79
Acidentes por queda c/ diferença de nível Excluídos Acidentes de Trajeto ÓBITOS CNAE 2011 2012 2013 2014 2015 CONSTRUÇÃO Construçãode Edifícios 46 36 33 27 23 Montagem deinst. Industriais 14 7 5 4 2 Obras de acabamento 4 9 6 6 2 Serviços especializados 7 12 5 3 12 Construção de rodovias e ferrovias 3 2 5 1 3 TOTAL 74 66 54 41 42
Atividade executada acima de 2,00 m do nível inferior, onde haja risco de queda.
35.4 Planejamento, Organização e Execução = +
Avaliar o estado de saúde Considerando também os fatores psicossociais: Sobrecarga mental (atenção, percepção); Estresse; Depressão e Relações sócio-profissionais.
Avaliação: testes psicológicos c/ 100 eletricistas indicados/aprovados: 46% Necessita de desenvolvimento, mas pode continuar temporariamente na função: 37% Necessita de desenvolvimento, mas deve ser afastado temporariamente da função: 11% Não Indicados/reprovados: 6% 8% indicados sofreram acidente nos últimos 5 anos 76% não indicados sofreram acidente nos últimos 5 anos
TA deve ser precedido de Análise de Risco k) situações de emergência, resgate e 1º socorros, p/ reduzir o tempo da suspensão inerte; inerte; Efeitos da suspensão: - Circulação restrita do sangue -Adormecimento dos membros inferiores
Estribo de alívio
Suspensão Inerte Quanto mais tempo a vítima ficar suspensa, sem se mover, maiores serão os riscos para sua saúde.
Trabalhar na altura do chão Substituir o homem Restringir o acesso Usar EPC Amenizar os danos da queda Usar EPI / Redes
E.P.I.
6. Emergência e Salvamento. Necessidades da empresa
Portaria MT Nº 1113 DE 21/09/2016 Anexo II da NR.35 publicada no DOU em 22/09/206 35.5 EPI Acessórios e Sistemas de Ancoragem: 35.5SistemasdeProteçãoContraQuedas Entra em vigor em 22/12/2016 NR.35
35.5.1 É obrigatória a utilização de sistema de proteçãocontraquedasspqsemprequenãofor possívelevitarotrabalhoemaltura.
35.5.2OSPQdeve: a)seradequadoàtarefaaserexecutada; b)ser selecionado de acordo c/ AR,; c) ser selecionado por profissional qualificado emst;(engºoutst) d) ter resistênciap/ suportar a carga máxima aplicável prevista quando de uma queda;
35.5.3ASPQdeveconsiderarautilização: a) de sistema de proteção coletiva contra quedas-spcq;
b) de sistema de proteção individual contra quedas SPIQ,nasseguintessituações: b.1)naimpossibilidadedeadoçãodospcq; b.2) sempre que o SPCQ não ofereça completa proteçãocontraosriscosdequeda; b.3)paraatendersituaçõesdeemergência.
35.5.3.1 SPCQ: projetado por profissional legalmentehabilitado-plh.
35.5.5 O SPIQ é constituído por: a) sistema de ancoragem; b) elemento de ligação; c) equipamento de proteção individual.
35.5.7 O SPIQ deve ser selecionado de forma que a força de impacto transmitida ao trabalhador seja no máx. 6kN quando de uma eventualqueda;
Massa do trabalhador Altura da queda livre; Sistema de frenagem;
35.5.10 A utilização de trava-queda guiado deve atender 35.5.10 A utilização de trava-queda guiado deve atender às recomendações do fabricante, em particular: a) compatibilidade do trava-quedas com a linha vertical; b) o comprimento máx. dos extensores.
35.5.11AARdeveconsiderarp/oSPIQ: a)trabalhador deve permanecer conectado ao sistema durante todo o período de exposição ao riscodequeda;
35.5.11AARdeveconsiderarp/oSPIQ: b)distânciadequedalivre; c)ofatordequeda; d) utilização de elemento de ligaçãoque garanta impacto de no máx. 6 kn seja transmitido ao trabalhadorquandodaretençãodeumaqueda; e)azlq; f)compatibilidadeentreoselementosdospiq
3,50 m
ZLQ Comprimento do talabarte (1,80m ) 3,50 m Comprimento do Absorvedor (1,10m ) 1,5 metros 5,30 m Altura de segurança (1 metro)
35.5.11.1 Talabarte e trava-quedas devem ser posicionados: a) quando aplicável, acima da altura do elemento de engate p/ retençãodequedasdoepi;
35.5.11.1.1Otalabarte,exceto seespecificadopelofabricantee considerandosuaslimitaçõesde uso,nãopodeserutilizado: a) conectadoaoutrotalabarte, elementodeligaçãoouextensor; b) comnósoulaços.
Portaria MT Nº 1113 DE 21/09/2016 publicada no DOU em 22/09/206 AnexoIISistemadeAncoragem Entraemvigorem22/12/2016 ABNT NBR 16325-1 / 2 : 2014 Proteção contra quedas de altura - Dispositivos de ancoragem NR.35
O sistema de ancoragem faz parte de um SPIQ e é destinado à conexão de EPI contra quedas e por isso necessita ter pelo menos um ponto ancoragem,ondeoepipodeserconectado. 1 Ancoragem 2 Conectores 3 Talabarte de segurança c/ absorvedor de energia 4 Cinturão tipo paraquedista
2.2Ancoragem estrutural e os elementos de fixação devem: a) projetados e construídos -responsabilidade de PLH; b) atender às normas técnicas nacionais ou na sua inexistência às normas internacionais aplicáveis.
2.2.1PAdaancoragemestruturaldevempossuir marcação realizada pelo fabricante ou responsáveltécnicocontendo,nomínimo: a)identificaçãodofabricante; b) Nº de lote, de série ou outro meio de rastreabilidade;
c) Nº máx. de trabalhadores conectados simultaneamente ou carga máxima aplicável.
2.3 Dispositivo de ancoragem deve atender a umdosseguintesrequisitos: a)sercertificado; b) ser fabricado em conformidade c/ as normas técnicas nacionais vigentes sob responsabilidade do PLH; c) ser projetado por PLH, tendo como referência as normas técnicas nacionais vigentes, como parte integrante de um SPIQ.
4.1.1 Projeto/especificações técnicas: conter dimensionamentoc/osseguintesparâmetros: b) esforços em cada parte do sistema de ancoragemdecorrentesdaforçadeimpacto; c)azlqnecessária.
Seleção e Uso de EPI. FOTO BRUNO DIAS
EXPANSÃO DA LINHA 5 LILÁS -LOTE 7 do Metrô S. Paulo Uso de Equipamento como Plataforma Cremalheira no revestimento poço:
EXPANSÃO DA LINHA 5 LILÁS -LOTE 7 do Metrô S. Paulo Uso de tecnologia(jogos eletrônicos) para capacitar e conscientizar os trabalhadores:
Ministério do Trabalho Gianfranco Pampalon fpampa@uol.com.br