2012 LAUDO DE INSALUBRIDADE GLACIAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE SORVETES LTDA Elaboração: Reginaldo Beserra Alves Eng. de Seg. do Trabalho CREA 5.907 D/PB Manaus Amazonas Julho / 2012
IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: Glacial Indústria e Comércio de Sorvete Ltda CNPJ: 63.700.256/0001-21 Endereço: Rua Major Gabriel nº. 2000, Bairro: Praça 14 de Janeiro CEP: 69.020-060 Manaus/AM CNAE: 10.53-8-00 Atividade Principal: Fabricação de sorvetes e outros gelados comestíveis. Grau de Risco: 03 Horário de Trabalho: 08h00min ás 18h00min Segunda a Sexta 08h00min ás 12h00min Sábado Obs.: Além da fábrica, existe posto de vendas, na Av. Mario Ypiranga (Manauara)/ Av. Santos DUMOND (Aeroporto)/ Av. Getulio Vargas - Matriz (Centro)/ Av. Constantino Nery (Chapada)/ Rua Major Gabriel (Centro)/ Rua Henrique Martins (Centro)/ Av. Djalma Batista (Shopping)/ Av. Joaquim Nabuco (Centro).
APRESENTAÇÃO A elaboração do Laudo Técnico de Insalubridade cumpre determinação das Normas Regulamentadoras NR-15 e Decreto 93.412 de 14/10/86, respectivamente, os quais devem ser elaborados por profissional devidamente habilitado e registrado no respectivo conselho de classe. O exercício de trabalho em condições de insalubridade, de acordo com a Norma Regulamentadora NR-15 do Ministério do Trabalho, assegura ao trabalhador a percepção de adicional, incidente sobre o salário mínimo nacional, equivalente a: 40% para insalubridade de grau máximo; 20% para insalubridade de grau médio e 10% para insalubridade de grau mínimo. O pagamento do adicional de insalubridade não exime o empregador de implantar medidas que possam neutralizar e até eliminar os agentes insalubres. A eliminação, através de medida de proteção coletiva, do agente ambiental comprovada através de avaliação pericial permitirá a cessação do pagamento do adicional de insalubridade. Para que haja monitoramento do grau de insalubridade dos ambientes, faz-se necessário uma revisão anual dos respectivos laudos.
OBJETIVO Cumprir determinações legais, através de parecer técnico das avaliações qualitativas e quantitativas dos riscos ambientais, verificando a existência de insalubridade. OBJETIVOS ESPECIFICOS a) Identificar os riscos ambientais, quais sejam: físicos, químicos e biológicos presentes nos ambientes de trabalho; b) Indicar as atividades insalubres, definindo o grau de insalubridade; METODOLOGIA A metodologia utilizada para a realização deste laudo baseou-se em: visita in loco na sede e nas unidades onde a Sangue Nativo atua; avaliação qualitativa e quantitativa dos riscos físicos, citação dos riscos químicos e biológicos e dados do Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais PPRA 2012/2013; NR-15 da Atividade e Operações Insalubres da Portaria 3.214/78 - Anexos I e III (Limites de Tolerância para Ruídos Contínuo ou Intermitente e Limite de Tolerância para Exposição ao Calor), Anexo 14 da NR 15; ACGIH (American Conference of Governmental Institute of Higiene);
EQUIPAMENTOS INSTRUMENTO MODELO/MARCA DECIBELÍMETRO DIGITAL * DEC -460 / INSTRUTHERM INSTRUMENTO MODELO/MARCA TERMÔMETRO DE GLOBO * TGD 200 DIGITAL PORTÁTIL ( * ) - Instrumento calibrado com Padrão Termômetro de Globo de Digital Portátil TGD 200 Instrutherm, conforme Certificado de Calibração em anexo. PROCEDIMENTOS As medições para quantificar os riscos Físicos (ruído e temperatura) foram realizadas no horário comercial. As cópias dos certificados das aferições dos instrumentos encontram-se anexo no laudo.
SETOR: FINANCEIRO/DEPARTAMENTO PESSOAL/RECEPÇÃO DESCRIÇÃO DO AMBIENTE Ambiente refrigerado por condicionador de ar, paredes conjugadas em alvenaria, piso em cerâmica, iluminação natural e artificial por lâmpadas fluorescentes. AVALIAÇÃO QUALITATIVA Atividades executadas no local inspecionado: Serviços de finanças e vendas. Trabalhadores expostos: Assistente Administrativo/Vendedor/Enc. de Dep. Pessoal Etapas do processo operacional: Assistente Administrativo - Executam serviços de apoio nas áreas de recursos humanos, administração, finanças e logística; atendem fornecedores e clientes, fornecendo e recebendo informações sobre produtos e serviços; tratam de documentos variados, cumprindo todo o procedimento necessário referente aos mesmos. Vendedor - Vendem mercadorias em estabelecimentos do comércio varejista ou atacadista, auxiliando os clientes na escolha. Registram entrada e saída de mercadorias. Promovem a venda de mercadorias, demonstrando seu funcionamento, oferecendo-as para degustação ou distribuindo amostras das mesmas. Informam sobre suas qualidades e vantagens de aquisição. Expõem mercadorias de forma atrativa, em pontos estratégicos de vendas, com etiquetas de preço. Prestam serviços aos clientes, tais como: troca de mercadorias; abastecimento de veículos; aplicação de injeção e outros serviços correlatos. Fazem inventário de mercadorias para reposição. Elaboram relatórios de vendas, de promoções, de demonstrações e de pesquisa de preços. Enc. Dep. Pessoal - Executam serviços nas áreas de recursos humanos, administração, finanças e logística; atendem fornecedores e clientes, fornecendo e recebendo informações sobre produtos e serviços; tratam de documentos variados, cumprindo todo o procedimento necessário referente aos mesmos. 5
ANÁLISE QUANTITATIVA Método utilizado Inspeção visual no local de trabalho, avaliação do nível de ruído (Decibelimetria) e dados do PPRA do ano 2012 / 2013. O ambiente é climatizado. MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS Fundamentação técnica e científica O nível de pressão sonora medido no setor foi 58,9 d(b) / 57,6 d(b)a / 55,3 d(b)a e 62,7 d(b)a. O ambiente é climatizado. Fundamentação legal O anexo 1 da NR-15, portaria 3.214 de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho estabelece limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, regulamentando o nível de 85dB para 08 horas de trabalho. O ambiente é climatizado. MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS Medidas de proteção individual Bota (Vendedor). Medidas de proteção coletiva Sistema de Refrigeração, Extintores. CONCLUSÃO De acordo com a análise e interpretação dos resultados, levando em consideração a fundamentação técnica e legal, conclui-se que os colaboradores do setor Financeiro/Departamento Pessoal e Recepção estão expostos a agentes agressivos à saúde (Ruído), porém dentro do limite permitido. Portanto, não faz jus a percepção do adicional de insalubridade. 6
SETOR: ALMOXARIFADO Ambiente fechado, não climatizado, piso em cimento, teto lajeado, iluminação artificial por lâmpadas fluorescentes, paredes em alvenaria. AVALIAÇÃO QUALITATIVA Atividades executadas no local inspecionado Serviços de almoxarifado. Trabalhadores expostos: Almoxarife. Etapas do processo operacional: Recepcionam, conferem e armazenam produtos e materiais em almoxarifados, armazéns, silos e depósitos. Fazem os lançamentos da movimentação de entradas e saídas e controlam os estoques. Distribuem produtos e materiais a serem expedidos. Organizam o almoxarifado para facilitar a movimentação dos itens armazenados e a armazenar. ANÁLISE QUANTITATIVA Método utilizado Inspeção visual no local de trabalho, avaliação do nível de ruído (Decibelimetria/Termômetro de Globo) e dados do PPRA do ano 2012 / 2013. O ambiente é climatizado. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Fundamentação técnica e científica O nível de pressão sonora medido no setor foi 55,8 d(b)a. A temperatura aferida no setor foi de 26.7 IBUTG. Fundamentação legal O anexo 1 da NR-15, portaria 3.214 de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho estabelece limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, regulamentando o nível de 85dB para 08 horas de trabalho. O Quadro 1 do Anexo 3 (Limites de Tolerância para Exposição ao Calor) da NR-15, estabelece o valor de 30,0 IBUTG para atividade leve. 7
MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS Medidas de proteção individual Bota, Cinta ergonômica e Luva de algodão. Medidas de proteção coletiva Ventiladores. CONCLUSÃO De acordo com a análise e interpretação dos resultados, levando em consideração a fundamentação técnica e legal, conclui-se que os colaboradores do setor Almoxarifado estão expostos a agentes agressivos à saúde (Ruído/Calor), porém dentro do limite permitido. Portanto, não faz jus a percepção do adicional de insalubridade. 8
SETOR: MANUTENÇÃO LAUDO TÉCNICO DE INSALUBRIDADE DESCRIÇÃO DO AMBIENTE Ambiente fechado, não climatizado, piso em cimento, teto lajeado, iluminação natural e artificial por lâmpadas fluorescentes, paredes em alvenaria. AVALIAÇÃO QUALITATIVA Atividades executadas no local inspecionado Manutenção preventiva/corretiva e extra manutenção nos equipamentos de refrigeração. Trabalhadores expostos: Mecânico de Refrigeração. Etapas do processo operacional: Mecânico de Refrigeração - Avaliam e dimensionam locais para instalação de equipamentos de refrigeração e ar - condicionado. Especificam materiais e acessórios e instalam equipamentos de refrigeração e ventilação. Realizam testes nos sistemas de refrigeração. ANÁLISE QUANTITATIVA Método utilizado Inspeção visual no local de trabalho, avaliação do nível de ruído (Decibelimetro/Termômetro de globo) e dados do PPRA do ano 2012 / 2013. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Fundamentação técnica e científica O nível de pressão sonora medido no setor foi 62,2 d(b)a. A temperatura medida na Manutenção foi 25,8 IBUTG. Fundamentação legal O anexo 1 da NR-15, portaria 3.214 de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho estabelece limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, regulamentando o nível de 85dB para 08 horas de trabalho. O Quadro 1 do Anexo 3 (Limites de Tolerância para Exposição ao Calor) da NR-15, estabelece o valor de 30,0 IBUTG para atividade leve. 9
MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS Medidas de proteção individual Bota de segurança, protetor auricular, óculos de proteção, luva de algodão. Medidas de proteção coletiva Extintores. CONCLUSÃO De acordo com a análise e interpretação dos resultados, levando em consideração a fundamentação técnica e legal, conclui-se que os colaboradores setor Manutenção estão expostos à agente agressivo à saúde (Ruído/Calor), porém dentro do limite permitido. Portanto, não faz jus a percepção do adicional de insalubridade. 10
SETOR: PRODUÇÃO/COZINHA DESCRIÇÃO DO AMBIENTE Ambiente fechado, não climatizado, piso em cerâmica, teto lajeado, iluminação natural e artificial por lâmpadas fluorescentes, paredes em alvenaria. AVALIAÇÃO QUALITATIVA Atividades executadas no local inspecionado Fabricação de sorvete e picolé. Trabalhadores expostos: Ajudante de Produção (Máquina I, II, III), Ajudante de Produção (Bancada), Supervisor de Produção E Ajudante de Produção (Confeiteira). Etapas do processo operacional: A matéria prima com seu aditivo é colocada na máquina produtora a uma temperatura de 80ºC a 90ºC, em seguida vai para a câmara de resfriamento a uma temperatura de 0º a 4º, finalmente vai para a câmara frigorífica para o congelamento a uma temperatura de -20º a - 25º. Ajudante de Produção (Máquina I, II, III)/ Ajudante de Produção (Bancada) - Ajudam no preparo da fabricação do sorvete, organizam a área de serviço; abastecem máquinas, retiram e armazenam o produto acabado. Supervisor de Produção - Planejam, coordenam e controlam processos de produção de alimentos, bebidas e fumo. Supervisionam e treinam equipes de trabalho diretamente envolvidas com a produção (trabalhadores de chão de fábrica). Elaboram documentação técnica e promovem melhorias no processo de produção. Ajudante de Produção (Confeiteira) - Ajudam no preparo da fabricação do sorvete, organizam a área de serviço; abastecem máquinas, retiram e armazenam o produto acabado. ANÁLISE QUANTITATIVA Método utilizado Inspeção visual no local de trabalho, avaliação do nível de ruído (Decibelimetro/Termômetro de globo) e dados do PPRA do ano 2012 / 2013. 11
Obs.: Existem câmaras frigoríficas onde o Ajudante de Produção armazena e retira materiais. Entra em média 25 vezes por dia e permanece em média 10min cada vez que entra totalizando 250min de permanência diária dentro da Câmara, totalizando em média 4h por dia. O mesmo ao entrar, utiliza os EPI (Capa de proteção tipo japona, luva de algodão e bota de borracha). Por isso essa atividade não é considerada prejudicial à saúde, com isso, não dando direito a percepção do adicional de insalubridade ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS Fundamentação técnica e científica O nível de pressão sonora medido no setor de Produção foi 83,8 d(b)a / 65,7 d(b)a e 96.5 d(b)a. O nível de pressão sonora medido na Cozinha foi 77,4 d(b)a. A temperatura medida na Produção foi 27,2 IBUTG. A temperatura medida na Cozinha foi 27,4 IBUTG. Fundamentação legal O anexo 1 da NR-15, portaria 3.214 de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho estabelece limites de tolerância para ruído contínuo ou intermitente, regulamentando o nível de 85dB para 08 horas de trabalho. O Quadro 1 do Anexo 3 (Limites de Tolerância para Exposição ao Calor) da NR-15, estabelece o valor de 30,0 IBUTG para atividade leve. MEDIDAS DE PROTEÇÃO ADOTADAS Medidas de proteção individual Avental, Máscara descartável, Bota de segurança, protetor auricular. Medidas de proteção coletiva Ventiladores. CONCLUSÃO De acordo com a análise e interpretação dos resultados, levando em consideração a fundamentação técnica e legal, conclui-se que os colaboradores do setor da Produção/Cozinha (Ajudantes de produção máquinas I, II, III, Ajudantes de produção bancada, Ajudante de Produção (Confeitaria) E Supervisor de Produção) estão expostos a agentes agressivos a saúde (Ruído/Calor), porém, somente a temperatura apresentou valores acima do limite permitido. Portanto, faz jus a percepção do adicional de insalubridade de grau médio, que representa 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional. 12
CONCLUSÃO FINAL De acordo com a análise e interpretação dos resultados, levando em consideração a fundamentação técnica e legal, conclui-se que os colaboradores que laboram no setor de Produção/Cozinha (Ajudantes de produção máquinas I, II, III, Ajudantes de produção bancada, Ajudante de Produção (Confeitaria) E Supervisor de Produção) estão expostos a agentes agressivos a saúde (Calor/Ruído), portanto faz jus a percepção do adicional de insalubridade de grau médio, que representa 20% (vinte por cento) do salário mínimo nacional. Já os setores Financeiro/Departamento Pessoal/Recepção (Assistente Administrativo, Vendedor e Enc. de Dep. Pessoal), Almoxarifado (Almoxarife) estão expostos a agentes agressivos à saúde, porém, abaixo do limite de tolerância, o que não faz jus a percepção do adicional de insalubridade. 13
REFERÊNCIAS - Anexo 1 da NR-15 do Ministério do Trabalho; - Programa de Prevenção dos Riscos Ambientais PPRA do ano de 2012 / 2013; - Decreto nº 93.412 de 14/10/86; - Portaria 3.214/78 - Anexos I e Quadro I do Anexo 3 da NR - 15 (Limites de Tolerância para -Ruídos Contínuo ou Intermitente; e Limites de Tolerância para Exposição ao Calor);
CERTIFICADO DOS EQUIPAMENTOS UTILIZADOS
GLOSSÁRIO TÉCNICO, NORMATIVO E LEGAL ABNT ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ACGIH AMERICAN CONFERENCE OF GOVERNMENTAL INDUSTRIAL HYGIENISTS - INSTITUIÇÃO NORTE AMERICANA QUE DEFINE PARÂMETROS CA CERTIFICADO DE APROVAÇÃO. CBO CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES. CLT CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO. CNAE CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS. CREA CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E ARQUITETURA. DB(A) DECIBEL - É A UNIDADE DIMENSIONAL PARA "MEDIR" O RUÍDO. A ESCALA "A" É INDICADA PARA AVALIAR A EXPOSIÇÃO A RUÍDO DB(C) A ESCALA "C" É INDICADA PARA AVALIAR A EXPOSIÇÃO A RUÍDO DE IMPACTO OCUPACIONAL. DOSE QUANTIDADE % (PERCENTUAL) INDICANDO SE A EXPOSIÇÃO AO RUÍDO ULTRAPASSA O LIMITE DE TOLERÂNCIA. DOU DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO. EPC EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA. EPI EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. IBUTG ÍNDICE DE BULBO ÚMIDO E TERMÔMETRO DE GLOBO. LT LIMITE DE TOLERÂNCIA. MTE MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. NA NÍVEL DE AÇÃO - VALOR DA INTENSIDADE DO AGENTE A PARTIR DO QUAL SE FAZEM NECESSÁRIAS MEDIDAS PREVENTIVAS. NBR NORMA BRASILEIRA. NIOSH NATIONAL INDUSTRIALY ORGANIZATION SAFETY AND HEALTH. NR NORMA REGULAMENTADORA DO MINISTÉRIO DO TRABALHO. NRR NÍVEL DE ATENUAÇÃO DO PROTETOR AURICULAR (TESTES COM PESSOAS TREINADAS PARA USÁ-LO). NRRSF NÍVEL DE ATENUAÇÃO DO PROTETOR AURICULAR (TESTES COM PESSOAS NÃO TREINADAS PARA USÁ-LO).